Ensinei meu marido a ser corno (e gostei). (1)

Um conto erótico de Maura (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 6414 palavras
Data: 27/01/2026 18:08:10

Parte 1.

Vou contar como foi que eu, depois de 16 anos de casada e com dois filhos adolescentes, aos 33 anos, com um casamento muito normal e tradicional, casada virgem e sem nunca ter feito sexo com outro além de meu marido, aprendi a ser uma mulher liberada, perdi o medo de me soltar, me tornar mais sedutora, e por não gostar de traição, consegui encontrar o jeito de ensinar o meu marido a se tornar meu corno, totalmente cúmplice, me liberar para um outro homem, e ainda ficar extremamente excitado e muito satisfeito com isso.

Não imaginava fazer nada disso, até conhecer um casal de amigos que me ajudou no processo. E nesse aprendizado, o meu marido, que se excitava antes com a ideia de me ver com outro homem, quase ficou maluco de medo do que poderia acontecer, e de perder a esposa. Por pouco não desistiu. No final, tudo mudou mesmo completamente. Mas é uma longa história.

[Nota do Autor] – Recebi a indicação de fazer uma versão de uma história de um autor que publicou em 2023, apenas um conto. De início, eu não quis mexer nessa história, por não ter me identificado muito com ela, da forma como foi contada. Mas, depois de uns dias, pensando melhor no caso, me recordei de uma outra história bastante parecida, que eu tive conhecimento. Foi pensando nela que achei o caminho de como fazer a versão, e tomando os devidos cuidados para não expor os envolvidos, decidi criar esta versão. ATENÇÃO: Solicito que os leitores que não se identificarem com o tema, apenas deixem de ler, e não venham estragar o prazer da leitura dos demais. Comentários grosseiros, ofensivos ou reclamando do tema, serão eliminados e os insistentes bloqueados.

Sou a Maura, casada com o Mancini, há 16 anos, tenho 33 anos e meu marido 37. Mas, nossa união começou desde o namoro na adolescência.

Meu casamento sempre foi muito bom, afinal de contas nós nos amamos muito, e meu marido é muito bom e atencioso comigo. Dedicado e fiel.

Tudo que aprendemos foi no casamento, nos casamos virgens, e nunca tivemos outras experiências com parceiros anteriores. Mesmo com pouca experiência, tivemos um casal de filhos, a primeira logo após o primeiro ano de casamento. A menina tem 15 anos, e depois o menino, agora com 14.

Vivemos numa cidade de tamanho médio, com bom índice de desenvolvimento, e temos uma vida bastante estável. Depois que nasceram os filhos, os primeiros anos foram de nossa total entrega aos cuidados com a família, eram muitos desafios, pagar a casa, não faltar nada para as crianças, e dar bom estudo para eles. E com o passar do tempo o nosso sexo foi ficando mais espaçado, primeiro fazíamos uma vez por semana, depois a cada 15 dias, depois, uma vez por mês, até que passamos a fazer mais espaçado ainda. E não era porque estivéssemos em crise, nos damos muito bem, mas a atenção com as crianças, a correria do dia a dia, o volume de trabalho, os cuidados com a nossa casa, foram dificultando mais.

Meu marido também andava cheio de trabalho até tarde, e cada vez tinha menos disposição. Quando chegava em casa, jantava, tomava banho e logo adormecia. Eu sentia falta de sexo, mas como sempre fui muito inexperiente, ainda não estava percebendo o quanto que estava carente.

Eu, que era uma garota novinha e ainda em formação ao namorar, acabei me tornando uma mulher atraente. Quando começamos o namoro, eu ainda não tinha o corpão de hoje. Tenho 1,66 m de altura, peso 59 kg, pele branca, mas que vive bronzeada, pois tomo banho de sol na piscina do condomínio, aos finais de semana. Tenho cabelos castanhos escuros e lisos, até no meio das costas, olhos castanhos bem claros, quase esverdeados, seios médios e firmes, os mamilos bem castanhos e com os bicos empinados. Meu quadril é largo me dando formas sensuais, além de ter uma bunda bem redondinha, perfeita. Minhas pernas são bonitas e chamam a atenção. Vivo me cuidando, faço unhas das mãos e dos pés que são pequenos e bonitos, e me mantenho sempre muito bem depilada, frequento a academia do condomínio quase todos os dias da semana. Dizem que eu me pareço com uma atriz conhecida, a Mila Kunis. Finjo que não ouço as cantadas e galanteios nas ruas.

Eu notava que era muito admirada, até paquerada por alguns homens na academia e na rua, e esse assédio começou a despertar novamente e mulher quente que estava adormecida. Passei a gostar dos olhares me desejando, e aquilo acendia meu fogo interior. Mas o Mancini andava muito inconstante sexualmente, e sempre ocupado com os desafios do trabalho. Nem ligava muito para sexo.

As coisas começaram a mudar quando há pouco tempo, conhecemos um casal que veio morar no nosso prédio. Nosso condomínio recentemente inaugurado, é um projeto moderno, com nove blocos de 4 apartamentos, sendo dois andares sobre as garagens, dois apartamentos por andar.

Cada bloco é separado por um jardim. São nove blocos, três alinhados de cada lado, formando um grande quadrado, com um pátio interno com três piscinas ao centro. Esses novos vizinhos adquiriram um apartamento que fica no andar de cima no nosso. O marido se chama Sidonio, um empresário de 52 anos, e sua esposa, a Gracielle, que é bem mais nova, de 24 anos, que ainda faz faculdade.

Não demorou a nos conhecermos na piscina do condomínio, num final de semana. Gracielle é muito comunicativa e logo fizemos amizade. Ela estava querendo umas dicas de decoração para o novo apartamento e como eu estudei e me especializei em decoração de ambientes, embora hoje trabalhe com vendas de roupas por encomenda, fui lá dar umas sugestões no apartamento, que ela adorou. Isso acabou nos aproximando muito, e nos tornamos bastante amigas.

O Sidônio, marido dela, também trabalha bastante, passa horas fora, pois é dono de duas grandes lojas de material de construção na cidade. Ele voltava tarde, tal como o meu marido, e com isso, nós duas fazíamos companhia uma à outra. Em poucos dias já estávamos indo juntas à academia, fazíamos compras, e trocávamos muitas conversas. Eu também indiquei muitas roupas para ela comprar.

Em menos de três semanas nós estávamos passando muito tempo juntas, eu aproveitava que meus filhos já adolescentes não exigiam tanta atenção, e por ela estar estudando apenas na parte da manhã, nos encontrávamos à tarde. Fazíamos academia, íamos às compras, e conversávamos sobre quase tudo. Passávamos várias horas juntas.

E foi por isso que um dia, de tarde, eu acabei presenciando uma cena muito estranha. Umas compras de roupas novas que eu fizera pela Internet, haviam chegado, e eu estava ansiosa, querendo mostrar para a amiga. Para não pegar o elevador, subi de escada para o andar de cima, e como estava bem à vontade, só de camiseta, shortinho curto de malha, e de sandália de borracha, não fiz barulho ao subir.

Ao chegar no corredor do andar, vi a Gracielle na porta do seu apartamento, estava com uma calcinha branca pequenina e somente um top banco curtinho, abraçada a um jovem, que a apalpava na bunda e trocavam um beijo de língua daqueles cinematográficos. Fiquei paralisada, sem dizer nada, mas não consegui sair dali e voltar pela escada. Quando ela me viu, sorriu e disse:

— Oi Maura, este é o Leleco, um grande amigo nosso.

Eu não sabia se cumprimentava ou se ia embora, mas acabei cumprimentando, e o rapaz sorriu simpático, me deu uma olhada de cima a baixo, ensaiou um sorriso malicioso, se despediu educadamente e partiu. A Gracielle me chamou para dentro e explicou:

— Esse é o meu amante. O Leleco. Muitas vezes ele vem me visitar aqui.

— Mas, você tem coragem de trair o seu marido? – Perguntei admirada. Sem querer acreditar naquilo.

Ela reagiu, negando:

— Não, não é traição. Eu não faço isso, jamais. O Sidonio que me liberou. Ele sabe que não consegue mais me satisfazer plenamente no sexo, e adora me ver com o Leleco. O Sidonio é meu marido cuckold, ou corno, como ele mesmo gosta que eu chame. – Ela disse aquilo na maior naturalidade.

Fiquei completamente abismada. Na hora sentia até tremores nas mãos. E cheia de curiosidade para saber mais detalhes. Eu não sabia exatamente como aquilo era possível, não entrava direito na minha cabeça que um marido deixasse a sua esposa linda e novinha ter um amante. A Gracielle percebeu meu embaraço e disse:

— Amiga, é a coisa mais fantástica que poderia ter acontecido. Somos muito felizes. Meu marido voltou a ter muito tesão ao me ver no sexo com o Leleco. Isso fortaleceu muito a nossa relação. Ele se excita muito e eu fico também muito satisfeita. Você quer saber como foi?

Claro que eu estava cheia de dúvidas e curiosa para entender, e ela foi me explicando como aquele esquema funcionava. O Sidonio não tinha mais o mesmo vigor sexual de antes, e a Gracielle era uma mulher muito quente e ativa, necessitava de muito sexo sempre, então, ele permitiu que a esposa tivesse um amante, um jovem de confiança, saudável, que os visitava com certa regularidade. E o marido adorava ver os dois fazendo sexo. O que o deixava mais excitado e ativo também.

Conforme ela foi contando como fazia com o amante, na presença do marido, fui ficando bem excitada, meus seios se enrijeceram e os meus mamilos pontudos marcavam a camisetinha. A Gracielle reparou e continuou falando.

Ela deu detalhes do prazer do marido em ver sua esposa nos braços do amante, e o dela também em se entregar ao Leleco. Fiquei com a minha bocetinha quente e começou a escorrer, a ponto de molhar a calcinha e o shortinho.

Claro que ela, mulher experiente, percebeu meu estado, e perguntou:

— Vi que você está excitada com o que eu contei, não se sinta errada, nem tenha vergonha, eu sei que isso excita mesmo.

Eu nem sabia o que dizer. Estava envergonhada mesmo. Confessei:

— Me desculpe. Quando me excito, eu me molho muito, chega a escorrer pelas pernas. Tenho vergonha de ser assim.

Ela então perguntou:

— Você e o seu marido fazem sexo regularmente? Ele satisfaz você plenamente?

Naquele momento, me dei conta de que não estava sendo satisfeita como desejava, e, parte disso, talvez, fosse culpa minha, por ter deixado as coisas caírem na rotina.

Acabei contando para ela o que acontecia, confiando em quem havia confiado em mim, e relatei como eu estava voltando a ter desejos cada vez maiores, e me sentia excitada o tempo todo. E segredei que meu marido se mostrava mais distante, morno e muito sem tempo.

Gracielle falou:

— Amiga, se o seu marido não está cheio de tesão todos os dias, e nem procurando por você, que é uma delícia de mulher muito gostosa, é porque pode estar acontecendo de uma a três coisas.

Olhei intrigada e ela explicou:

— A primeira, é que pode ser que ele já tenha alguma comida mais novinha, regular e escondia, por fora. Os homens são mestres de arranjar amantes na rua. A segunda, é porque ele deve se satisfazer na masturbação, lendo ou vendo pornografia na Internet, o que é cada dia mais comum. Muitos homens hoje, preferem sexo virtual. E a terceira, é a possibilidade de ele estar perdendo mesmo a potência e a capacidade sexual, como aconteceu com o meu marido. Mas o Sidonio é mais velho e o seu marido é muito novo para ocorrer isso.

Eu olhava admirada para ela, pois não me parecia nem de longe que o Mancini tivesse uma amante. Não era o jeito dele. Meu marido era muito certinho, tranquilo, ia de casa para o trabalho e voltava. Nos finais de semana, ficava no computador ou vendo TV. Não acreditava também que meu marido ainda novo, estivesse sem capacidade sexual. Então, disse:

— Só pode ser se ele estiver mesmo se satisfazendo sozinho. Mas, como vou saber?

Foi quando a Gracielle que era estudante de Tecnologia da Informação e sabia muito mais do que eu sobre essas coisas de navegação na rede, me explicou como eu poderia fazer para vasculhar os históricos de navegação do meu marido no notebook dele. Eu jamais teria pensado nisso.

Depois que eu já estava mais calma, que havia passado o nervosismo inicial, eu fiz mais perguntas sobre a relação dela com o marido. Foi quando ela me explicou o fetiche cuckold do Sidonio, que adorava ver a esposa dando para o Leleco. Ela ainda comentou que era muito comum que os homens gostassem de ver a esposa com outro e se excitassem. Disse:

— A cada dia, mais maridos descobrem esse fetiche e ficam loucos de tesão de ver sua esposa no sexo com um amante ou mais de um.

Nossa, era muita informação e eu estava até zonza. Naquele dia, eu não podia me demorar ali, e voltei para casa com a cabeça girando a mil.

Logo que pude, em nossa casa, não resisti de curiosidade, e sabendo que o Mancini demorava a chegar do trabalho, peguei o notebook que ele deixava sobre uma mesinha no nosso quarto. No trabalho ele usa sempre os comutadores da empresa. Abri, liguei e vi que pedia uma senha para destravar o acesso. No começo fiquei meio travada. Mas, me lembrei que uma vez ele disse qualquer coisa sobre criar as senhas sempre com datas importantes, para não esquecer. Arrisquei a data do nosso casamento, e não deu certo, tentei a data do aniversário dele, e deu erro também. Ainda tentei a data de nascimento dos filhos, e nada. Então, tentei a data do meu aniversário, e dessa vez deu certo. O computador abriu o Windows à minha disposição. Então, fui examinar o histórico de navegação dele conforme a Gracielle havia ensinado, já que eu não sou tão entendida nos truques da informática.

Foi quando levei um susto. Havia registro de acesso dele em vários sites de pornografia, e de contos eróticos. Admirada, fui dando uma olhada em tudo, e reparei que a maioria era de links de contos eróticos.

Acessei os links dos contos, e fui lendo. Nessas leituras, acabei encontrando vários contos com o tema cuckold, ou de corno, como estavam classificados, onde o homem sentia prazer em ver sua esposa tendo relações com outros homens. Era o que ele mais lia.

Nossa! Eu estava completamente chocada, nunca poderia imaginar aquilo do meu marido. A Gracielle estava certa.

Na minha cabeça, aquelas coisas ainda não faziam o menor sentido. Como é que alguém poderia ter prazer em ver outro homem comendo sua mulher?

Conforme eu fui lendo as histórias, me excitei muito com as situações narradas, porque me coloquei no lugar de umas personagens. Eu reparei que no final, havia comentários de leitores, e não foi difícil descobrir qual deles era o meu marido. Usava o nome de Man-1989, e estava claro, era a abreviatura de Mancini e mais o ano que ele nasceu.

Eu pude com isso ler alguns dos comentários dele:

“Nossa, um conto delicioso. Muito excitante. Imaginei a minha esposa nessa situação dando para outro, e fiquei muito tarado. Me acabei na punheta.”

“Que história fantástica! Imagino se a minha esposa fosse safada assim. Eu ia morrer de tesão.”

“Nossa, eu acho que ia ficar louco de tesão de ver a minha esposa dando para outro”.

Pronto, de uma hora para outra, graças à Gracielle, eu havia descoberto onde é que o meu marido se excitava, e qual era o tipo de coisa erótica que ele se interessava.

Por um lado, aquilo me deixava completamente surpresa, ao descobrir aquele tipo de interesse dele, por outro, me sentia meio culpada, por ter sido a esposa que deixou de dar mais atenção, deixei que ele buscasse outras fontes de satisfação, e permiti nossa vida cair na rotina. Certamente ele desejava que eu fosse mais arrojada e extrovertida, que o provocasse e despertasse nele o desejo. Se ele procurou aquilo era porque estava insatisfeito.

Ainda estava sem entender direito as motivações do Mancini, e naquele dia tratei de desligar e fechar o computador como ele o havia deixado. Resolvi me informar melhor.

Depois, mandei uma mensagem para a Gracielle, dizendo:

“Deu certo. Localizei o histórico de navegação. Descobri que o danado anda vendo pornografia e contos eróticos”.

Ela respondeu com umas carinhas de sorriso, e outras de capetinha, e depois escreveu:

“Aposto que eram histórias de corno”.

“Como você sabe?” - Eu perguntei.

Ela respondeu:

— É o que eles mais procuram. Sei disso, porque o Sidonio me contou e até já me mostrou algumas. É o maior fetiche deles”.

“Eu não fazia ideia, amiga!” – Respondi.

“Agora você já sabe que o seu marido tem esse fetiche. Ele com certeza deseja ser corno.” - Ela escreveu.

Naquele dia eu não falei nada com o Mancini, pois ainda estava meio em choque, e tinha vergonha de confessar que fui espionar o notebook dele. Mas, me sentia excitada, e acabei me masturbando no banho. Claro que me masturbei fantasiando com o amante da amiga, o tal de Leleco. Isso que me deixou ainda com muito mais vontade.

Nos dois dias seguintes, eu passei boa parte das tardes conversando com a Gracielle, e ela me explicando detalhes da relação dela com o Sidonio, como era o fetiche do corno, e como ela achava que eu deveria fazer para apurar melhor aquilo com o meu marido, sem ter que me expor, nem revelando que entrei no navegador dele, nem expor a ele também. Havia mesmo o risco dele não se sentir à vontade comigo sabendo do seu fetiche.

A Gracielle me sugeriu que eu deveria ser mais provocante e sedutora, me exibir mais, para despertar a libido do meu marido. Devia usar roupas provocantes, blusas leves e sem sutiã. Isso traria o assunto da sensualidade entre nós, e criaria a oportunidade para conversar, e eu ver se conseguia que ele se abrisse comigo. Ela falou:

— Provoca esse corno, se mostra sexy e desejada pelos outros, fala que tem montes de rapazes a desejando, deixa outros homens a cobiçando diante dele, vai ver como ele fica mais animado.

— Ele não é corno. – Tentei defender nossa relação.

Ela sorriu:

— Ainda não é corno de verdade, mas vamos pensar melhor. Você por acaso se masturbou pensando em sexo com outro?

Fiquei olhando assustada para ela. Não sabia se deveria confessar. Meu silêncio me entregou. Gracielle sorriu:

— Seu marido já é seu corno. Já está com vontade de dar para outro. Não tenha vergonha. Isso é muito normal. Agora, se você souber conquistar a liberação dele, é uma questão de tempo. E eu aposto que ele vai ser um corninho muito bom.

Como assim? – Perguntei intrigada com aquela afirmação, e ela disse:

— Você fica excitada com essa ideia? De dar para outro. Não fica?

— Não entendi. - Falei, ainda confusa com a questão.

Ela perguntou:

— Não tem curiosidade de experimentar sexo com outro homem? Já fantasiou alguma vez fazer sexo com outro?

Eu ainda estava tímida, mas, reuni um pouco de ousadia e falei:

— Às vezes, nos filmes. Fico excitada, até fantasio, mas não sei se tenho coragem de fazer isso.

Gracielle sorriu:

— Percebe? Na prática ainda não, mas no desejo, você já fez sexo com outro. Já gozou se imaginando com outro homem.

— Nossa! Não pensei nisso! – Eu disse, admirada.

Ela esclareceu:

— Aos poucos você vai descobrir que tem vontade, cada vez mais, e verá como é gostoso. E vai perceber que o seu corninho vai se sentir excitadíssimo com isso.

Eu não quis continuar aquela conversa, pois ainda tinha vergonha de assumir que estava começando a me excitar muito com tudo aquilo. Agradeci e não avancei com aquela troca de ideias.

Depois disso, eu reparei que a Gracielle passou a se referir ao Mancini como “o seu corno” ou “o seu corninho”, e depois que ela explicou que não era ofensivo da parte dela, aos poucos fui me acostumando com aquele jeito que ela falava. Pois ela tratava o marido do mesmo jeito. Mas, quando tive oportunidade, perguntei:

— Você chama o Mancini de meu corninho, mas ele não é. Eu nunca traí nem vou fazer isso.

Gracielle sorriu, e esclareceu:

— Eu sinto pelas nossas conversas, que a cada dia, você tem mais vontade de fazer sexo com um outro macho bem gostoso e viril, que mostre a você o quanto você ainda não desfrutou do prazer. Já sei que se masturba fantasiando. Mas, o único jeito de fazer isso, da forma correta, sem trair, é entender que o seu marido, tem fetiche de ser corno, e vai adorar se você der para outro. Só precisam das condições certas para isso acontecer. Primeiro, provoque o seu marido, explore mais a sexualidade dele, e use o seu poder de sedução. Experimente. Vai ver como ele melhora.

Eu fiquei pensando naquilo que ela me disse. No fundo, ela tinha razão.

No terceiro dia, era uma sexta-feira, e eu já estava louca por sexo. Mandei uma mensagem para o Mancini, dizendo que queria sair, para nos distrairmos um pouco. Ele quis saber o que eu estava pensando, e eu falei que estava preocupada com nossa relação, afinal, quase já não tínhamos mais vida sexual. Eu disse:

— Entendo até que boa parte da culpa seja minha, por estar sempre ocupada, ou cansada da academia, ou indisposta, ou ocupada com as coisas da família, mas você também se acomodou, não podemos deixar isso assim. Temos que nos esforçar.

— O que você propõe? – Ele perguntou. Mancini parecia tranquilo.

Eu sugeri que deveríamos aproveitar aquela noite só para nós, sair para jantar sozinhos, e ficarmos mais tempo namorando. Ele falou que estava de acordo, e poderíamos sim jantar fora. Então, eu propus que pudéssemos passar a noite em um motel, como fizemos na época de solteiros ou de recém-casados. Mancini concordou, e aquela noite chegou mais cedo do que habitualmente. Nos arrumamos, deixamos nossos filhos em casa, jantando com pizzas prontas que compramos, que ele adoram, e saímos.

Fazia muito tempo que não íamos a um motel, desde o tempo de recém casados.

Eu usava um vestido bem sexy, azul bem escuro, de seda, decotado, sem costas, e relativamente curto. Com sandálias de salto, estava muito sensual, e meus seios sem o sutiã marcavam levemente o tecido delicado. Logo que o Mancini me viu daquele jeito, assobiou um “fiu-fiu”, e disse:

— Nossa! Que mulherão! Assim vai chamar a tenção de todos os homens.

Eu sorri, e falei:

— Eles que lutem. É o meu marido que pode e tem a esposa bonita.

— Bonita e gostosa! Nossa, você está cada dia melhor! – Ele afirmou.

Eu estava disposta a provocar e respondi:

— Baba baby, fica de bobeira que a onda leva. Está cheio de tubarão atrás da sardinha.

— Leva nada! Eu sou o seu salva-vidas! – Ele respondeu.

Falei:

— Eu já ando de olho é no barco do vizinho! Vamos ver toda essa pujança de salva-vidas mais tarde. Vou esperar.

Ele riu, mas percebi que estava excitado com aquelas minhas provocações.

Primeiro, jantamos num restaurante bem romântico, uma cantina italiana, “Trattorie di Nápoli”, e depois ficamos bebendo vinho e namorando por um tempo. Nossa conversa ficou centrada em nos darmos mais atenção, e nos divertirmos mais. Falei que estávamos nos mantendo muito frios e distantes. Falei que eu sentia muita necessidade de fazer sexo. Isso o despertou mais para a questão e meu marido ficou mais interessado. Eu disse que sentia que os homens me olhavam de um jeito provocante, e que aquilo mexia comigo pois estava ficando carente. Mancini falou:

— É que com a sua regularidade na academia e tomando sol na piscina, ficou mesmo muito gostosa.

Eu respondi:

— Os homens todos repararam e me dão cantadas, e só o meu marido não liga.

— Me desculpe, amor. Você tem razão, fiquei relapso. Vou ter mais cuidado.

Trocamos beijos e carícias ali na cantina. Quando nos sentimos mais excitados fomos para o motel.

Lá, seguindo uma dica da Gracielle, eu liguei logo a TV num canal dos filmes adultos, e vimos as cenas de sexo explícito de um filme com um ménage masculino, onde um casal está com outro parceiro na cama. Logo estávamos muito excitados, nos despindo e partindo para o sexo.

Foi muito bom, o som dos gemidos do filme se misturavam aos nossos. Mancini logo estava excitadíssimo, e isso também me contagiou. As cenas na TV também nos estimulavam o tempo todo. Eu disse:

— Esse filme de uma mulher com dois homens é muito excitante.

Percebi que o Mancini reagia cheio de volúpia. Ele me penetrou logo e metia com muita vontade, e eu o estimulava pedindo:

— Isso, estou com saudade e muito tesão, mete forte e me faz gozar gostoso!

Eu gozei, ele gozou junto e eu pedi:

— Não para, amor. Eu estou com muito tesão ainda. Esse vídeo me deixou louca!

Bastou isso para ele ficar novamente duro e voltar a meter.

Em menos de quinze minutos tivemos dois orgasmos. Quando recuperamos o fôlego, resolvemos sair da cama e ficar dentro da banheira de hidromassagem.

Ali, trocando beijos, comentando como aqueles momentos faziam falta, eu perguntei ao Mancini:

— Amor, me diga. Você gostou de me ver vestida assim? Mais provocante e sexy?

Ele concordou e falou:

— Eu adoro. Acho que você fica mesmo irresistível. Todos admiram. Na cantina o garçom não tirava o olho do seu decote.

Eu comentei:

— Li numa reportagem, que as esposas que sabem ser sexy e explorar seus atributos, despertam mais desejo nos maridos.

— É verdade. Fiquei muito tarado. – Ele confirmou.

Questionei:

— É verdade que os maridos gostam quando percebem que suas esposas estão belas, sendo admiradas e desejadas por outros? Dizem que isso aumenta o ciúme e o desejo.

Mancini fez que sim com a cabeça, e respondeu:

— É o instinto de competição, combinado com o orgulho da conquista. Mas, um pouco de ciúme é sempre bom, ajuda a manter a chama do desejo acesa.

— Então, vou começar a ser mais sexy e provocante, deixar você mais ligado, para ver se o seu fogo reacende, por conta do ciúme. Pode ser? – Eu disse sorrindo, para ver a reação dele.

— Tudo bem, mas assim vai chover de gavião em cima. Pode contar com isso. Terei que enfrentar a concorrência. – Ele falou.

Diante da tranquilidade que ele estava, resolvi questionar mais.

— Vou prestar mais atenção na concorrência. Você sente falta de alguma coisa?

Ele sorriu, parecia contente:

— Sinto falta disso, da minha esposa me provocar o desejo.

Então, decidi perguntar:

— Você tem algum fetiche? Alguma fantasia que sinta vontade de realizar?

Vi que ele ficou calado, pensativo por alguns instantes, e depois de uns segundos, abanou a cabeça, e respondeu que não.

Eu falei:

— Acho que você tem sim. Mas não quer comentar.

— Por que você fala isso? – Ele questionou, curioso.

— Lendo uma revista, no salão de cabelereiro, não sei se era Elle, ou na GQ, ou na Amiga, uma especialista sexóloga dizia que todo homem tem o fetiche de fazer sexo com duas mulheres.

Meu marido coçou a cabeça, e falou:

— Não sei se tenho esse fetiche. Não é algo que eu fantasie... Mas, agora, pensando no assunto, pode até ser que, dependendo das mulheres, eu sinta a curiosidade.

Eu sorri, e com jeito malicioso, disse:

— Está vendo? Assim é que a gente descobre as coisas. E você nunca falou nada.

Ele sorriu, e perguntou:

— Não me ocorreu. Mas, por que quer saber? Se eu tivesse essa fantasia, você deixaria?

Eu tinha que me posicionar e respondi:

— Está maluco? É claro que não! Eu só perguntei, pois na revista diziam que é fetiche da maioria dos homens, dos heterossexuais, bem entendido. Então, pensei que você também poderia ter isso, e não me contar. Mas é ótimo que não tenha. Eu nunca vou deixar você nem chegar perto de outra mulher. Sou muito ciumenta.

— Não precisa ter ciúme de mim, querida. Eu não penso nada disso. Só fantasio com você mesmo. – Ele falou.

Deu uma pausa, e perguntou:

— Mas, e você? Você tem algum fetiche? Qual o seu?

Eu sorri maliciosa, de propósito, e disse:

— Não tenho nenhum. Quer dizer... Eu acho.

Mancini ficou me olhando, parecia excitado, pois estava ficando de pau duro dentro da hidromassagem, e falou:

— Essa sua cara não me engana. Vai, confessa. Qual o seu fetiche? Dizem que as mulheres têm muito mais fantasia e fetiches do que os homens.

— Não é verdade. Eu nunca fantasiei nada, quer dizer, eu acho. – disse, sorrindo, como se estivesse escondendo algo, justamente para ele ficar curioso.

Ele, cada vez mais excitado, me agarrou na banheira e falou no meu ouvido:

— Sua dissimulada e mentirosa, pode contar. Talvez seja fazer sexo com dois homens. Não é isso? As mulheres fantasiam isso, não é?

Eu também estava excitada, meus mamilos pulsavam bem empinados. Minha respiração ficou ofegante. Falei sem muita convicção, mas, de propósito:

— Ah...está enganado. Não tenho nem fetiche e nem curiosidade com dois homens. Eu não aguento dois, eu acho. Você é tudo que eu aguento. Eu acho... Nunca nem experimentei outro...

Dei uma risadinha. Minhas provocações estavam dando resultado. O Mancini já havia entrado no assunto e bem excitado resolveu me questionar:

— Eu também já li a respeito. E dizem que a mulher, geralmente as casadas, alimentam a fantasia de fazer sexo com outro homem, além do marido.

Eu neguei, cada vez mais maliciosa:

— Não, eu não. Ainda não... Eu acho...

Continuei sorrindo. Ele insistiu:

— Me engana que eu gosto! Jura? Você não tem essa curiosidade?

— Eu não sou capaz de trair. Não acho certo. É muita safadeza uma mulher trair o próprio marido. – Falei.

O Mancini corrigiu:

— Não falei de traição. Só comentei do fetiche da mulher casada. Que a maioria alimenta em segredo o fetiche de ter sexo com outro homem, mas querem poder fazer isso com a permissão do marido.

— Que coisa mais louca! E o marido permite? Onde você viu isso? – Questionei.

Ele respondeu:

— Você viu no vídeo que passou agora na TV. É uma tendência que está crescendo, entre os casais. Tenho lido sobre isso na Internet.

Me mostrei meio incrédula:

— Ah... qual é... Pode me explicar melhor? Não estou entendendo.

Ele explicou:

— É uma onda, uma modalidade que está se tornando mais comum, chamada ménage. Uma prática antiga muito difundida na França, desde o século retrasado. A esposa faz sexo com outro amante e o marido permite, assiste, e se excita com isso.

— Para de inventar, Mancini! É Mentira. – Eu falei, rindo.

Ele explicou:

— Eu pesquisei sobre isso. A palavra é mais conhecida por meio da expressão francesa “ménage à trois”, que entrou na língua francesa há muito tempo, como título de uma peça de teatro. E retratava um “arranjo” ou relacionamento doméstico de um marido, uma esposa e o amante ou a amante de um deles, ou seja, literalmente "um lar de três pessoas".

Eu olhava como se duvidasse. Ele parecia cada vez mais excitado e animado ao falar sobre aquilo. Senti que era uma coisa que ele queria conversar. Insistiu:

— Estou falando a verdade. Os maridos gostam disso. E o nome desse fetiche em inglês, é cuckold, que aqui nós chamamos de “o corno”, quando o marido gosta e se excita ao ver a mulher no sexo com outro, ele é assim, o corno assumido.

Eu estava adorando aquela conversa, porque ele estava entrando na onda, e mostrando bastante conhecimento, o que provava seu real interesse no tema. Eu continuei puxando o assunto:

— Esse fetiche me parece ser meio estranho. O marido assistir e ainda gostar de ver a esposa se entregando a outro.

Mancini estava animado, e tratou de explicar:

— Não é estranho, para quem gosta. Segundo dizem os sexólogos, é bem comum. E dizem não ter nada de errado. Há estudos que apontam ser um dos assuntos mais procurados na internet, e já li depoimentos de especialistas relatando que vários homens casados têm esse desejo, mas tem vergonha de expor para suas parceiras ou conhecidos.

— Onde você viu tudo isso? Perguntei.

— Eu pesquiso na Internet. Vi muitas matérias. Inclusive, li contos eróticos que contam esses casos. Já li muitos, alguns são casos reais. – Ele falou.

Eu estava contente de poder falar sobre aquilo e perguntei:

— Por que pesquisou isso? Você tem esse tipo de interesse?

Mancini desviou:

— Eu também vi uma entrevista de um casal liberal, contando sobre isso num programa da TV. Faz um tempo. Ele gostava e deixava a esposa sair e ficar com outros homens. Fiquei curioso no assunto e fui pesquisar.

Vi que estava quase. Chegou a hora de eu apertar. Falei:

— E nem me disse nada? Por que não me contou? Se tem esse fetiche, então me diga, pois eu preciso saber.

Ele sorriu meio sem graça, e tratou de se defender:

— Eu não disse que tenho esse fetiche. Fiquei curioso apenas, e fui ler. Mas li que muitas mulheres têm a fantasia.

Armei a armadilha para ele cair. Fiz uma expressão bem maliciosa e disse:

— Ah... se você diz que muitos homens têm esse fetiche de ver a esposa com outro, e as mulheres também querem dois homens, eu penso que você não contou tudo. Acho que também ficou com vontade.

— Se essa era a sua esperança, de eu ter esse fetiche, se enganou, eu não sou cuckold. – Ele falou.

Provoquei:

— Eu já estava começando a ter ideias. Não tinha pensado nisso ainda, mas agora que você falou, já gostei da sugestão. Tem certeza de que você não quer?

O Mancini ficou até meio admirado, não esperava que eu dissesse aquilo. Eu estava junto dele dentro da hidromassagem e acariciava o pau dele que estava duro como um taco de basebol.

Ficou me olhando por uns segundos. Eu sorria maliciosa. Ele sentiu que eu provocava. Talvez, intimamente, tenha se perguntado se falava ou não do seu interesse. Depois, recuou:

— Não, não quero nada com isso. Foi só curiosidade.

Eu falei:

— Ué, você estava tão seguro, e mostrando tanto conhecimento, foi pesquisar, que eu entendi que também tem esse fetiche, mas não tinha me falado ainda. Se tiver, amor, pode falar.

Percebi que ele não se sentia ainda seguro em assumir. Respondeu:

— Não, eu apenas imaginei que você poderia ter esse tipo de fantasia ou desejo reprimido, de ficar com outro homem. Muitas mulheres reprimem isso.

Eu questionei:

— Mas, o que o levou a pensar isso?

Ele se explicou:

— Eu vi que ao assistir os filmes eróticos na TV, hoje, com uma mulher e dois homens, você ficou muito excitada, mais do que o normal. Depois, me perguntou se eu tinha alguma fantasia. Aí, me lembrei de que você perdeu a virgindade comigo, e que eu saiba, não fez sexo com mais ninguém. Por isso, fiquei pensando que talvez você tivesse curiosidade, com esse desejo guardado, mas não soubesse como me contar.

— Desejo guardado de quê? – Perguntei, me fazendo de boba.

Ele, com o pau dando saltos na minha mão falou:

— De fazer sexo com outro homem, para conhecer e saber o que sente.

Tratei de esclarecer:

— Sim, você foi meu primeiro e único homem. Nunca tive essa ideia antes, não tive mesmo nenhum desejo guardado ou reprimido. Mas, hoje, essa sua mente safada me deixou pensando no assunto, e posso até dizer que agora senti uma certa curiosidade...

Eu disse isso sorrindo, com jeito muito malicioso, para ver a reação dele. O Mancini, muito excitado, provocava:

— Que isso! Está muito saidinha! Ficou imaginando né? Sexo com outro?

— Quem sabe você até gosta? Não disse que muitos gostam? – Provoquei.

Ele recuou:

— Não sei se gosto, vai ficar só na curiosidade...

Eu queria aproveitar para provocar meu marido ao máximo, e montei a cavalo sobre sua cintura, de frente para ele, dentro da hidromassagem, e pegando no cacete encaixei o pau duro na minha xoxota. Falei:

— Fiquei com muito tesão, só de pensar nisso! Você incendiou as minhas ideias...

Ele somente gemeu. Com o pau dentro da xoxota, começamos o vai e vem, e eu falava no ouvido dele:

— Safado, fica despertando meu tesão, falando essas sacanagens! Me dando sugestão... Eu experimentar outro homem! Quer que eu vire uma safada? Que se deita com outros?

Enquanto falava eu fazia o vai e vem no cacete duro com minha xoxotinha apertada.

Quando percebi que ele estava muito tarado, já quase gozando eu gemi e disse:

— Ah, amor, que loucura... Cheguei a pensar que você ia querer me ver fazendo sexo com outro. Sabe que depois de ver o vídeo, só de imaginar isso me deixou muito excitada?

Na mesma hora ele começou a gemer, me agarrou forte, e entrou em êxtase, falando no meu ouvido:

— Você está muito safada, Maura! Nossa! Que é isso... assim eu não aguento.

Vi que ele ia gozar e exclamei:

— Safado é você, me provoca, cria fantasia na minha cabeça, e eu que sou culpada?

Mancini quase gozando exclamou:

— Confessou, safadinha! Tem fantasia sim, não é?

— Agora eu tenho, amor. Culpa sua! Você está me deixando safada!

Bastou isso para ele começar a gozar muito. E eu gozei de novo.

Tivemos mais uma ótima foda dentro da banheira, e depois, estávamos exaustos. Nos arrumamos e fomos para casa, muito relaxados. Fazia muito tempo que não tínhamos sexo tão gostoso e intenso. No caminho de volta eu perguntei:

— Você costuma visitar sites de filmes eróticos e de contos? E nem me contou?

Meu marido dirigindo, me olhou intrigado e perguntou:

— Por quê?

— Eu estava pesquisando sobre como aquecer a nossa relação que estava muito morna. E achei também muitos links de sites com contos eróticos e com vídeos. Nem fui ver, só fiquei abismada com a quantidade. Agora que você falou que leu e pesquisou, fiquei curiosa. – Respondi.

Ele fez que sim, e disse:

— Como eu já falei, já pesquisei muito, já entrei bastante nesses sites, procurando conhecer mais. Não tive muita experiência fora do casamento, você sabe. Nós nos casamos virgens, e nós dois aprendemos o pouco que sabemos, sozinhos. Eu queria me informar mais.

Eu concordei e pedi:

— Por favor, você poderia me ajudar, e compartilhar isso comigo. Também quero aprender mais. Quem sabe não é isso que está faltando? Para eu ficar mais experiente?

Mancini, pareceu muito animado, e na mesma hora disse:

— Tudo bem, vou compartilhar, e vamos ver juntos.

Mas, ao chegar em casa, estávamos cansados. Naquela noite não tocamos mais naquele assunto. Eu fiquei muito satisfeita de ter eliminado aquela coisa oculta entre nós. Sem ter que expor meu marido.

Continua na parte 2.

e-mail: leonmedrado@gmail.com

NÃO É PERMITIDA CÓPIA E PUBLICAÇÃO EM OUTRO SITE DE CONTOS. EXCLUSIVO DA CADA DOS CONTOS ERÓTICOS.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Leon-Medrado a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 401Seguidores: 923Seguindo: 215Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

Foto de perfil de Henrique e namorada

Foi um pouco parecido com isso que venho ensinando minha mulher que eu quero ser o corninho dela

0 0

Listas em que este conto está presente

Fantasia
Tudo que eu quero fazer com você