Oieee!! Para quem não me conhece e está lendo um conto meu pela primeira vez, me chamo Deborah. Tenho 27 anos, gordelícia, minha bunda é grande e meus seios fartos. Tenho olhos puxadinhos, estilo japonesinha e sou casada. Há quase 4 anos estou com o Thiago, um homem maduro de 42 anos, que há tempos tinha o fetiche Cuckold. E cheguei na vida dele para realizar, então ele não só aprova como me incentiva. Meus contos, amores, são todos reais e quando é possível, gravados em vídeo
Bem, quem é do Rio de Janeiro deve ter ouvido falar que a Feira de São Cristóvão foi ou está para ser leiloada. É um Centro de Tradições Nordestinas, onde rola shows, principalmente forró, além de ter bastante lojas, restaurantes, barzinhos, karaokê... Eu e meu marido já fomos diversas vezes lá e apreensivos com a possibilidade daquele lugar histórico no nosso relacionamento fechar, resolvemos que seria o passeio do final de semana passado. Pedi ajuda aí Thi para escolher uma roupa e ele pediu para eu usar um vestido verde que tenho. Esse vestido fica justo em mim, especialmente na parte dos seios devido ao tamanho deles. Tem uma fenda enorme na coxa esquerda que vai quase até a altura da minha raba imensa. Fico com um bundão e os peitões espremidos, realçados. Thi foi de blusão azul escuro, calça jeans e sapatos marrom. Caprichei no perfume e fomos. Pegamos um Uber, e chegando lá, já tratamos de pegar uns latões, para andar e decidir onde seria a primeira parada. Sério gente, lá é enorme e tem muitos points pra parar. Primeiro paramos em um karaokê onde seguimos bebendo, cantando, nos divertindo. Fizemos até amizade com um grupo de meninas que estava lá rs
Acabando ali, fomos para a área do palco, onde estava rolando um forrozinho. Quando as pessoas chegam, logo vem o pessoal de algum restaurante oferecer comida, bebida, mesa, e não foi diferente dessa vez. Pegamos uma mesa meio de lateral pro palco e tbm um balde de cerveja. Ficamos ali sentados, bebendo, mas logo fiquei inquieta. Eu não consigooooo ouvir música e ficar parada. Levantei e comecei a dançar. Sozinha. Chamei o Thi, brincando, mas ele não quis dançar comigo. Na verdade o Thi não sabe dançar direito, e eu até fico zuando ele por causa disso. Tentei ensinar mas ele é muito duro kkkk
Passado alguns minutos, eu dançava, parava e ia mais perto do maridão, voltava... Reparei em um homem que estava posicionado de forma que meu esposo não o via. Um homem sozinho, estilo rústico. Barba mal feira, blusão xadrez por dentro da calça, um fivelão, bota. E ele não parava de me olhar. E era impossível eu não retribuir o olhar, eu sentia aquele olhar na minha pele, era algo que eu não sabia explicar sabe? Depois de longos minutos trocando olhares, ele fez sinal e falou, mesmo de longe, indicando que queria se aproximar: "posso?"
Assenti com a cabeça e ele veio até a mim. Pegou minha mão e beijou, e se virou para meu marido perguntando se podia dançar comigo. Enquanto aquele homem desconhecido carregava no sotaque nordestino, meu marido com o jeito carioca de falar "fala mermão". Achei engraçado rs
Mas achei mesmo foi muita audácia daquele sujeito, vir pedir a um marido pra dançar com a mulher dele.
Thi:
_ se ela estiver de acordo
O homem se vira para mim e pergunta:
_ aceita senhora, o prazer dessa dança?
_ só se essa for a última vez que me chama de senhora. Meu nome é Deborah
_ muito prazer - disse ele já beijando minha mão de novo - me chamo Antônio
Antônio veio em minha direção. Me pegou delicadamente pela mão e me conduziu mais para o meio da platéia, onde encontramos um lugar mais espaçoso. Com uma mão e seus braços, ele passou pela minha cintura e costas, me chamando mais para junto a seu corpo. Outra mão erguida, segurando a minha. E começamos a dançar. Thiago sentado, deu um gole na cerveja. Rodando na dança, olhei para ele, que assentiu com a cabeça. Minha mão repousada no ombro largo de Antônio, nossos corpos hora colados, hora separados por conta do forró. Até que logo após essa música, veio uma mais lenta. E Antônio seguia ali, dessa vez mais colado. Ousado... Aproveitando um momento de distração do Thi, veio ao meu pescoço... Senti seu hálito e arrepiei...
_ para...
_ o que? Não fiz nada... Ainda
_ vc sabe. Vamos com calma tá?
_ tá...
Seguimos assim, dançamos 3 músicas diferentes seguidas. Antônio foi até a mesa. Sentamos juntos. Antônio e Thi conversaram, eu ali achando a coisa mais louca que já vi. Antônio mesmo na presença do meu marido, me chamou para dançar e agora não tirava os olhos dos meus peitões. Olhava na cara dura mesmo e chegou a morder os lábios... Eu totalmente embaraçada pela situação, e o Thi, lerdo, nem percebeu. Pior foi depois. Pedi licença para ir ao banheiro e Antônio falou que iria comigo pois ali tinha muitos caras abusados que poderiam me abordar e ele aproveitaria e iria no masculino também. Olhei pro Thi que nada fez nem falou, então fui. Ou melhor , fomos. Chegando lá era um corredor, o banheiro do bar. Entrei no feminino e ele falou que iria no masculino e me esperaria para voltarmos juntos para a mesa. Quando saí, vi que ele estava mais a frente do corredor e ao passar por ele, Antônio simplesmente me agarrou. Antes que eu pudesse esboçar reação, senti sua língua me invadindo a boca... Me abraçou, já pegando de leve na minha bunda. Fiquei sem fôlego... Antônio me beijava com ardor, tesão, vontade... Ele um homem alto, braços fortes, ombros largos, e eu baixinha no meio de seus braços... Corpos colados, senti o membro rígido, duro, na calça dele... Minha bucetinha nesse momento deu uma picadinha... Recobrei o juízo e o afastei, falei:
_ aqui não
_ eu precisava sentir a senhora um pouquinho...
_ não me chama de senhora, já falei. Vou ficar brava com vc
_ desculpe... Deborah
_ vamos, daqui a pouco meu esposo vem atrás da gente
E seguimos para a mesa novamente
Estávamos juntos de novo, os 3. Eu totalmente sem graça, o Thi nem imaginava o que tinha rolado. Thi dessa vez falou que também iria ao banheiro, Antônio falou que ficaríamos esperando. Ao ver que ele já estava bastante afastado, veio me beijar de novo.
_ você é louco? Todos aqui me viram chegando com o Thiago
_ louco sim, por vc
_ não, para!
Ficamos em silêncio. Ele me olhava, eu mandando ele parar. E ficou nisso, um jogo de gato e rato, eu fugindo dele. Tarado, sedento, me queria... Eu com um misto de medo da merda que poderia dar e curiosidade de saber como aquele bruto era. O tempo foi passando, Thi sacou que ele tava afim, pq meu marido é corninho e bobo, mas nem tanto. Fim de festa, Antônio se ofereceu para nos levar em casa. Ele estava de carro, falou que não precisava pedir Uber. Fui no banco de trás, Thi na frente. Falamos pouco na viagem, até que percebemos que Thi dormiu. Ele olhou pra trás e eu disse baixinho
_ não...
_ rapidinho?
_ não, vc é louco
_ preciso de vc, dona
_ não me chama assim, me chama de Deborah
_ olha Deborah, só olha...
Antônio estava dirigindo, com o pau pra fora. Um pau imenso, duro. Não muito grosso, talvez por conta do tamanho, mas muito, muito grande ...
_ para Antônio, olha meu marido aí do seu lado
_ tudo bem. Eu paro. Por enquanto...
Chegamos em casa, acordamos a muito custo o Thi. Antônio perguntou se poderia usar o banheiro antes de seguir pra casa. Thi falou:
_ fica a vontade, é a segunda porta a esquerda. Amor, vou me deitar, vc leva o Antônio à porta?
_ le...levo amor.
Antônio foi. Saiu, eu estava sentada no sofá. Antônio parou diante de mim. Em um movimento abrupto, baixou a calça e a cueca juntos e botou aquele pauzão na minha cara, ordenando que eu mamasse.
_ vc é louco
_ louco por vc, gostosa...
Não me fiz de rogada, mamei mesmo. Não consegui botar o pau duro dele todo na boca, mas fiz meu melhor. Antônio segurava minha cabeça, fudia minha boquinha como se fosse minha grutinha, que nesse momento estava extremamente molhadinha... Enfiou a mão por dentro do vestido e segurou meus seios. Do mesmo jeito que aquele mastro não cabia na minha boca, meus peitões não cabiam na mão dele... Quanto mais ele apalpava mais duro o pau ficava... Ele parou, e falou:
_ pqp, boquete gostoso! Mas eu quero gozar gostoso dentro de vc
_ não Antônio, vc é louco? Nem nos conhecemos direito
_ vem dona, vira essa bunda gostosa pra mim, vira
Me puxou, levantei. Me guiou a segurar as costas do sofá, eu abertinha... Enfiou a língua na minha grutinha e ali eu perdi o senso de mulher casada... Gemi feito uma cadela no cio, feito uma puta... E ele se aproveitou, chupou meu grelinho, me comeu com a língua, até levantar e em um estocada só, enfiar o pau deliciosamente na minha buceta... Gritei, saiu o grito. Antônio falou minha boca, tirou o pau e enfiou de novo... Com a boca tampada, eu tentava gritar, gozei no pau daquele troglodita... O filho da puta nada de gozar, eu já estava inquieta com medo do Thi levantar... Sem me largar, me pegando pela barriga ele me levanta, me roda.. senta no sofá e me puxa pra sentar nele... Sentei de frente, o pau encaixou... Sentei, cavalguei gostoso, eu confesso... Seios balançando, eu subindo e descendo, o cachorro me fudendo igual uma puta arrombada... Gozei de novo, minha bucetinha parecia uma poça de gozo, até que ele tbm gozou... Senti um jato de porra quente no meu útero, descendo a porra dele junto com meu gozo, da minha buceta, melando todo o pau dele, a pélvis... Cheiro de sexo no ar, puta que pariu, que gostoso...
Aquele maldito desconhecido, eu entregue, vulnerável, e o corno do meu marido dormindo... Mandei ele ir embora, ainda me deu um beijo na boca.
_ vai, vai, vai!
Fui pro banheiro, tomei um banho... Toquei minha buceta imaginando aquela giromba me arregaçando... Que delícia de noite... Cheguei no quarto, devagar pra não acordar meu marido...
Thiago:
_ gostou, amor?
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