Os raios fortes de sol atravessavam a janela do quarto e iam direto ao rosto de Nathalia. Ela tentou lutar contra o dever de acordar, virou o rosto, puxou o edredom… inútil. Aos poucos, seus olhos se abriram.
Instintivamente, tateou o lado da cama.
Vazio.
Um alívio rápido percorreu seu corpo. Talvez tivesse sido apenas um sonho confuso, um delírio causado pelo vinho, pela madrugada longa demais. Mas a esperança morreu assim que ela se sentou. As marcas arroxeadas na parte interna das coxas, nos seios, e a mancha escura no colchão não deixavam espaço para negação.
Não fora um sonho.
E fora real demais.
O pânico veio primeiro. Nathalia nunca havia traído Lédio. Nunca havia desejado uma mulher. E, ainda assim, nunca tinha se sentido tão viva.
A porta do quarto se abriu.
Maya surgiu com uma xícara de chá e uma torrada nas mãos, despreocupada, usando apenas o short de dormir. À vontade demais para alguém que havia atravessado tantos limites na noite anterior.
M: Bom dia, dorminhoca. Achei que você não fosse acordar hoje.
Maya se inclinou para beijá-la, mas Nathalia recuou.
N: Maya… eu… — a voz falhou.
M: Eu sei — Maya interrompeu, calma demais. — Foi errado, você se arrepende, não quer perder minha amizade, somos duas mulheres, blá-blá-blá.
O silêncio de Nathalia respondeu por ela.
Maya suspirou, observando-a com atenção.
M: Só me confirma uma coisa… você gostou?
Nathalia engoliu em seco. Procurou forças, mas nenhuma palavra saiu.
M: Seu silêncio já diz tudo — disse Maya, com um meio sorriso. — Mas, se é isso que você quer, tudo bem. Não podemos repetir o que aconteceu.
N: Você está certa… — murmurou Nathalia. — Não podemos.
M: Então vou me trocar. Quando eu sair por essa porta, tudo o que aconteceu aqui morre comigo. E eu não vou mais te procurar.
Nathalia permaneceu imóvel, encarando o chão.
Minutos depois, Maya voltou, já vestida, bolsa no ombro e as garrafas vazias de vinho nas mãos. Antes de sair, parou na porta.
M: Quando eu digo que não vou te procurar, não é porque vou desistir de você… é porque não vou precisar.
A porta se fechou.
Horas depois, sozinha, Nathalia encarava a xícara de chá sobre a cômoda. O celular marcava quase dez da manhã. A casa exigia atenção, mas sua mente insistia em voltar para a madrugada — e para a frase que ecoava como um aviso. Nathalia fez todas as suas obrigações domesticas, e ficou a esperar o marido.
À tarde, a porta se abriu novamente.
L: Que cansaço, amor… — disse Lédio, largando as chaves. — Esses caras são doidos.
Nathalia sorriu, mas o peito apertou. A culpa veio pesada, quase física.
L: E como foi a noite? — perguntou ele.
Ela travou.
N: Normal… — respondeu, nervosa demais.
Lédio a observou por um segundo a mais.
L: Comeu algo de noite?
Mais uma vez Nathalia demorou de responder
N: Não....Nada (Ela respondeu mas pensava a mesma coisa que estamos pensando agora)
Ela riu, forçando leveza, e mudou de assunto. Ele começou a falar do trabalho, das peças, dos prazos impossíveis. Nathalia ouvia palavras soltas, enquanto sua mente revisitava toques, respirações, promessas não ditas. Os corpos suados, os toques, os beijos, as mãos se acariciando, logo ela se lembrou da frase de mais cedo de Maya "Eu não vou atras de você, porquê eu não vou precisar" aquela frase começou a cair como uma pedra na mente dela, e ela estava sentindo os efeitos, suas pernas ficaram inquietas, sua calcinha começou a molhar, suas mãos suavam nas palmas, o bico do peito enrigecia, a lingua salivava mais, logo ela voltou a consciência
L- Mas sinceramente eu acho que um prensa hidráulica é muito pra um probleminha tão basi..... (Lédio foi interrompido por um beijo de Nathalia)
Ela começou a beijar o marido, um beijo quente, ela não so queria beija-lo, ela queria provar algo, provar para ela mesma que ela era dele, logo Lédio respondeu, e as carícias ficaram mais fortes, Nathalia se sentou no colo de Lédio e começou a rebolar, colocou as mãos no pênis de seu marido que estava meia bomba, logo ela comecou a retirar as roupas de Lédio, primeiro a jaqueta marrom que ele vestia, depois a camisa, com uma pressa começou a puxar a calça do marido que não relutou, ela retirou sua roupa junto com a dele e começou a empurra-lo para o sofá, Lédio ria, mas Nathalia estava seria até demais, ela se deitou no sofá, abriu as pernas e pediu quase implorando
N- Me chupa!
Lédio se ajoelhou e começou a lamber a buceta de Nathalia que ja estava molhada, ela começou a gemer e rebolar, cada vez mais sentia seu clitóris ficar sensível, Ledio continuava com movimentos circulares, de cima para baixo, de formas não tão naturais, e aquele mínimo detalhe ja fazia ele ser pior que Maya no que fazia.
Logo ele levantou e foi em direção a boca da esposa, Nathalia queria continuar sendo chupada por Ledio, mas não relutou e nem reclamou, Lédio foi posicionando seu pênis na entrada de Nathalia e forçou para dentro, ele começou a bombar enquanto Nathalia gemia como nunca havia gemido, ela olhava para Lédio, e quando ia formando Maya no rosto do marido, ela fechava os olhos para tirar a mente daquela mulher
Logo Lédio anunciou que estava perto de gozar, Nathalia continuava de olhos fechados, mordendo os lábios, ela estava curtindo, mas não tanto o suficiente, até abrir os olhos e ver ela, Maya, dedilhando sua buceta com força, movendo os dedos la dentro com uma maestria que so ela poderia ter, tocando o céu de seu canal vaginal, a fazendo morrer de tesão, logo Maya disse
M- Eu te disse, eu não vou precisar...
N- Sim, eu que vou....até você (Nathalia dizia em transe com uma risada enquanto mordia seu dedo de forma sexy)
L- Oi?
Nathalia se voltou a realidade, estava transando com seu marido, ela ficou em silêncio mas disse
N- Eu que vou gozar amor, continua assim (Forçava um gemido)
As estocadas aumentaram, Nathalia não precisava mais forçar gemidos, ela se sentia perto do orgasmo, quando Lédio parou abruptamente
L- UUUUUFFF, AAAARG, porra, que delicia (Lédio gemia)
Nathalia deitava no sofa, insatisfeita, não havia gozado do jeito que queria, na verdade nem tinha gozado, o que so deixava as coisas mais evidentes.
Nathalia havia perdido o tesão pelo marido ou havia descoberto algo novo sobre ela mesma?
Aos leitores: Sei que os contos demoram de sair, sou CLT e faço faculdade então so escrevo quando tenho tempo e criatividade, não e facil, mas vou me esforçar para trazer um episódio toda segunda para vocês que é quando eu tenho tempo de algo, um abraço