Naquele domingo pela manhã, segundo dia do passeio no rancho, acordei com os barulhos do tio Carvalho se levantando. Como de costume peguei no meu pinto que estava duro e com vontade de mijar, pensei em ir no banheiro, mas a preguiça me fez ficar um pouco mais na cama. Virei pro lado pensando em cochilar por uns minutos, mas a Rosinha também havia acordado, me abraçava por trás e procurava meu pinto.
Rosinha (pressionando seus peitos nas minhas costas e pegando no meu pau duro) – Que delícia acordar ao lado do meu amorzinho de pinto duro!
Percebendo que ela não me deixaria dormir, tomei um gole de água da garrafa que sempre deixo perto da cama e lavei a boca, dei água pra ela também e me deitei de costas pra que ela apoiasse a cabeça no meu peito, como gostava de fazer, e iniciamos uma prosa matinal.
Eu (lembrando que na noite anterior a Rosinha e o tio transaram e realizamos nossas fantasias) – Você dormiu bem, adormeceu feliz ontem à noite?
Rosinha (massageando meu pinto e sorrindo) – Oh, amor, que noite deliciosa foi ontem! Transei com dois numa única noite, o tio e você; gozei como nunca havia gozado antes! E você, gostou de me assistir dando pro tio, realizou sua fantasia?
Eu (me sentindo meio tímido por admitir) – Gostei, me deu muito tesão, houve momentos que achei que iria gozar sozinho sem me tocar no pau!
Rosinha (rindo e beijando meu rosto) – Que delícia ouvir isso, amor!
Eu (sentindo a massagem lenta dos seus dedos no meu pinto, lhe acariciando as costas e fazendo uma pergunta típica de corno) – E você, gostou do pauzão do tio Carvalho?
Rosinha (se apoiando no cotovelo e levantando a cabeça para me encarar) – Fer, não fique bravo comigo, mas tenho que confessar que o pau do tio é muito mais gostoso do que eu imaginava, é uma delícia de cacetão!
Eu (querendo saber detalhes) – Você sentiu dor quando aquilo entrou em você?
Rosinha (fazendo expressão de quem pesquisava a memória) – Doeu, amor, confesso que quando a cabeça da pica entrou, doeu; a dor me fez lembrar da primeira vez que dei, ainda jovem e virgem, e senti o pau entrando, rasgando, e ontem quando o tio meteu, parecia que eu estava perdendo a virgindade pela segunda vez. Eu até pensei em pedir pra ele tirar e me dar um tempo, mas lembrei da tia Júlia que já comeu aquele pintão tantas vezes, pensei na tia Carmem que há anos dá pra ele e até no cu elas já sentiram o picão do tio, e então pensei, “eu aguento”!
Eu (continuando com as perguntas de corno) – O que doeu mais, a grossura ou o comprimento do pau?
Rosinha (sorrindo e não conseguindo esconder sua excitação crescente) – A grossura doeu no começo, quando o pau começou a entrar e minha xota teve que se abrir mais que o de costume, mas o comprimento me castigou! (massageando com os dedos a região do umbigo) - O pau do tio é muito mais comprido que o canal da minha xota, ele entrou muito fundo me cutucando aqui dentro; no começo doeu muito, depois a dor diminuiu, mas continuou estranho. Na hora do gozo, bem, aí você viu que não resisti, aí vem aquele puta tesão e eu sentei com tudo no pauzão! Nestas primeiras vezes, vou preferir ficar por cima do tio, pois assim eu consigo controlar até onde ele pode enterrar aquela estrovenga, mas imagino que, com o tempo, vou me acostumar igual às tias Júlia e Carmem!
Eu (fingindo repreendê-la) – Dona Rosinha, do jeito que você fala, dá a entender que você tá planejando trepar com o tio muitas vezes mais!
Rosinha (rindo e me beijando) – Ohhh, amor, só vou dar pro tio outras vezes se você deixar, mas se não deixar, sem problemas, é só você apagar o meu fogo que eu ficarei boazinha e serei somente sua!
Eu (rindo) – E se eu não conseguir apagar todo esse seu fogo?}
Rosinha (rindo) – Consegue, sim, você sempre conseguiu!
Tomamos mais uns goles de água pra hidratar e também pra lavar a boca e me preparava pra levantar, pois pretendia ajudar o tio a fazer o café quando a Rosinha me beijou o pescoço com a intenção de me provocar.
Rosinha (sussurrando no meu ouvido e punhetando meu pau) – Ontem minha xaninha foi bastante castigada pelo tio e por você, ela amanheceu querendo um carinho, que tal você dar uns beijinhos nela?
Meu pau continuava duro, não somente devido à vontade de mijar, mas eu também estava tesudo devido às provocações da Rosinha. Me acomodei entre as coxas dela e dei uns beijinhos na rachinha que eu havia carinhosamente raspado pra que ela se sentisse mais bonita para o tio Carvalho.
Eu (cheirando a rachinha linda) Ufffff, ufffff, ufffff!
Rosinha (abrindo as pernas pra facilitar o carinho que eu lhe fazia) – Oh, amor, ontem antes de dormir eu lavei minha xaninha tão caprichado que se tiver algum cheirinho de xota aí, deve tá bem suave!
Eu (lambendo a rachinha e lembrando que na noite anterior ela foi gozada pelo tio e por mim) – Sua xota é gostosa de qualquer jeito, seja com cheirinho de usada, ou sem lavar, ou limpinha, adoro ela!
Rosinha (acariciando minha cabeça) – Você diz isso porque é apaixonado por ela, mas sei muito bem que prefere ela com cheirinho natural de xota!
Eu (doido pra gozar e aliviar o tesão que sentia) – Vamos fazer um 69 rapidinho, tô cheio de tesão nessa sua bucetinha gostosa!
Rosinha (sorrindo pra mim) – Safado!
E assim fizemos, a Rosinha se virou vindo por cima de mim e iniciamos aquele carinho mútuo que tanto gostamos. Não sei se já comentei, caros leitores, mas acho que o 69 é forma mais completa de dar e receber prazer durante as preliminares, pois ao mesmo tempo em que se lambe uma xana, ganha-se uma chupada no pau! Enquanto sentia meu pinto sendo sugado pela boca quente e carinhosa da minha esposa, eu lambia com gosto a xaninha, apurava o paladar e tentava sentir nela algum sabor das gozadas que ela ganhou na noite anterior. A minha ideia era uma brincadeira e um gozo rápidos e logo irmos ajudar o tio, mas aconteceu o imprevisto, ele veio nos chamar e, ao empurrar a porta que estava apenas encostada, nos flagrou naquela posição, a Rosinha com a bunda virada para a porta exibindo o cuzinho e a buceta que eu lambia com gosto.
Carvalho (bem humorado) – Ohhh, que bom que os pombinhos acordaram com tesão, mas sugiro que se alimentem primeiro antes de se comerem!
Ao sermos flagrados, nos assustamos, mas logo relaxamos, desfizemos lentamente nossa posição amorosa e nos levantamos. Eu, orgulhosamente exibindo meu pau duro e molhado de saliva, vi minha esposa se pendurando no pescoço do tio Carvalho e o abraçando, colando os corpos, amassando seus peitos no peito dele e o beijando na boca, de língua, beijo este que ele aceitou numa boa sem se importar que ela me chupava o pinto segundos antes.
Carvalho (após beijar minha esposa) – Oba, que beijo gostoso logo pela manhã! A que devo este beijo, minha sobrinha?
Rosinha (dando outro beijinho nos lábios dele) – Este foi um beijo de agradecimento pelo prazer que você me deu ontem à noite, tio!
Carvalho – Você gostou de ontem à noite?
Rosinha (sorrindo) – Muito, tio, gostei muito!
Carvalho (sorrindo) – Oh, minha linda, foi um prazer pra mim te dar prazer, espero poder fazer isso muitas vezes mais!
Rosinha (depois do beijo, mas ainda abraçada ao tio) – Dormiu bem, tio!
Carvalho (acariciando a bunda da minha esposa) – Eu dormi muito bem e vocês?
Rosinha (provocando) – Tio, cê tá perguntando de mim e da minha florzinha ou de mim e do Fer?
Carvalho (rindo um pouco tímido) – Tô me referindo a você e ao Fernando, mas se quiser falar da sua florzinha, estou curioso pra saber.
Eu (arrumando a cama, mas escolhendo as posições de forma a mostrar meu pau duro) – Dormi bem, tio!
Rosinha (virando as costas e deixando que ele visse sua e bunda nua enquanto se dirigia ao banheiro) – Eu dormi bem e a minha florzinha, apesar de cansada pelo excesso de “trabalho” ontem, também dormiu muito feliz!
Carvalho (provocando, falando mais alto pra que ela ouvisse lá no banheiro) – E hoje, Rosinha, como está sua florzinha? Ela descansou? Está preparada pra mais um dia?
Rosinha (mostrando o rosto e exibindo um sorriso safado) – Novinha, tio, minha florzinha está novinha outra vez, pronta para mais brincadeiras com você e o meu amorzinho Fer!
O tio se foi, eu e ela fizemos nossa higiene e fomos tomar café. Vesti um short confortável enquanto que a Rosinha se cobriu apenas com um camisão que mal lhe cobria a bunda, sem calcinha.
Na cozinha o café estava pronto, frutas, iogurte, ovos, pão e bolachas, além de café. O tio se adiantava lavando algumas louças e logo vimos que debaixo do short sem forro que ele vestia, o pinto balançava livre com os movimentos que ele fazia. A Rosinha, ao ver aquilo, sorriu pra mim como a dizer, “o tio tá me provocando!”, e foi em direção a ele.
Rosinha (abraçando o tio por trás e enfiando a mão no short dele em busca do pinto) – Oh, tio, agora há pouco você perguntou da minha amiguinha e eu me esqueci de perguntar do seu amigão, aqui! Ontem ele estava super “nervoso”, mas depois se acalmou; ele dormiu feliz, tio? E hoje, como ele está?
O tio Carvalho, ao sentir aquele gesto atrevido da Rosinha, que lhe massageava a pica na minha presença, olhou pra mim e silenciosamente parecia dizer que ele não tinha culpa do que estava acontecendo. Eu apenas sorri pra ele tentando dizer, também em silêncio, o quanto minha esposa era sapeca.
Carvalho (se atrapalhando com as louças que lavava e aceitando as carícias da minha esposa sem nada poder fazer por estar com as mãos ensaboadas) – Rosinha, o meu amigão foi muito feliz ontem à noite e dormiu muito bem, embora tenha despertado no meio da noite e não queria mais descansar; e hoje ele está muito bem outra vez, cheio de energias pra brincar com você e a sua amiguinha!
Rosinha (olhando pra mim, rindo e tirando a mão de dentro do short do tio deixando o pau, que havia crescido, estufando o tecido) - Tô sentindo, tio, que o seu amigão amanheceu cheio de energias, acho que hoje será um dia “duro” outra vez!
Havia duas mesas no ambiente integrado com a sala, uma grande para refeições e outra redonda para pequenos lanches. O café foi servido na mesa redonda sendo que a Rosinha sentou-se entre eu e o tio Carvalho cujo pinto estava à meia bomba. Tomávamos o café lentamente, conversando e apreciando as delícias que tínhamos sobre a mesa, e logo descobri também as delícias que se escondiam debaixo da mesa. Disfarcei ao sentir a mão direita da minha Rosinha tocar minha perna e ir subindo em direção ao pinto. Ao ver sua outra mão segurando a xícara, soube que somente eu era o privilegiado daquela provocação. Meu pinto começou a endurecer e ela logo descobriu minha excitação ao enfiar a mão pela perna do short e pegar meu pau duro.
Carvalho – Vocês dois acordaram muito tarados hoje, estavam se chupando na cama e agora continuam se pegando; assim eu vou ficar com inveja!
Rosinha (rindo, largando meu pau, pondo a xícara na mesa e enfiando a mão esquerda debaixo da mesa em direção ao pinto do tio Carvalho) – Oh, tio, cê percebeu que eu estava fazendo um carinho no meu maridinho, é? (mexendo o braço em movimentos de sobe e desce) - Uau, tio, você também tá de pinto duro, que safado você é!
Carvalho (sem parar de comer) – A culpa é de vocês dois que ficam me provocando, aí o meu pinto cresce!
Rosinha (retornando sua mão para cima da mesa) – Vou parar de provocar, então, tio, vamos terminar o café que quero aproveitar pra tomar sol pelada!
O café estava delicioso, não somente pela comida, mas principalmente pela companhia e pelo silêncio, naquele lugar tudo contribuía para nos sentirmos bem. Lavamos as louças e fomos escovar os dentes, ocasião em que a Rosinha tirou o camisão que usava ficando nuazinha em frente ao espelho enquanto terminava a escovação. Também fiquei pelado e, embora meu pau estivesse mole, eu estava tesudo e me aproximei por trás fazendo um carinho nas costas dela e descendo a mão, passando pelas nádegas e indo em busca dos tesouros entre as coxas. Passei pelo cuzinho e desci procurando a rachinha, ela abriu as pernas facilitando a minha busca.
Eu – Uau, a minha esposa tá molhadinha aqui na buceta! Tá a fim de dar outra vez?
Rosinha (me abraçando, esfregando a xota na minha coxa e os peitos no meu peito) – Tô com tesão, amor, tô muito a fim de dar antes de irmos tomar sol, tô precisando muito gozar!
Antes que eu dissesse qualquer coisa ela, sem disfarçar os seus desejos de fêmea necessitada de pica, me puxou pelo pau que endurecia e me levou pra cama. Subiu no colchão, se ajoelhou na beirada e se posicionou de quatro me oferecendo seu corpo ansioso pelos prazeres do sexo. Às vezes, na nossa casa, quando damos uma rapidinha sem que haja tempo pra que ela fique molhadinha, eu lambo a racha antes de meter. Por força do hábito, me abaixei e, mesmo vendo a portinha do paraíso brilhando melada dos seus sucos lubrificantes, deslizei a língua na fenda e, apurando o paladar, senti o sabor daquele sumo que brotava das profundezas da minha mulher! Apontei o pau e meti numa só estocada fazendo ele desaparecer entre os lábios molhados e escorregadios, iniciei o entra e sai em busca do meu prazer, mas sem esquecer de que o objetivo maior daquela trepada era fazer a Rosinha gozar. Me concentrei pra não gozar antes dela e continuei metendo até que percebi o tio Carvalho nos assistindo encostado no batente da porta que esquecemos de fechar. Ao vê-lo, dei uma paradinha sem saber bem o que fazer.
Rosinha (sem saber que o tio nos observava) – Não pare, amor, continue metendo que vou gozar logo, logo!
Eu (meio tímido com a presença do tio) – O tio tá aqui nos assistindo.
Rosinha (olhando rapidamente pro tio e voltando a apoiar o rosto no colchão) – Relaxe, amor, deixe ele assistir, ele também gosta de ver!
Carvalho (sorrindo pra mim) – Quer uma dica, Fernando? Faça ela gozar, mas segure seu gozo; se você não gozar, poderá meter várias vezes durante o dia!
Eu já ouvi falar de pessoas que transam várias vezes ao dia, mas só gozam de tempos em tempos, até tentei refletir sobre aquilo que o tio sugeria, mas naquele momento, doido de tesão, eu só pensava em fazer a Rosinha gozar pra logo em seguida eu também descarregar nela a minha carga de esperma que começava a ferver dentro do meu saco.
Rosinha – Ai, Fer, mete rapidinho que tá chegando, tá vindo, mete, mete, mete!
Apressei meus movimentos e, querendo me exibir ao tio que a tudo assistia, me posicionei de forma que ele tinha total visão do meu pau saindo e desaparecendo dentro da buceta da minha mulher. Iniciei uma metida forte e selvagem provocando nela o gozo que tanto queria e os gemidos característicos daquela avalanche de prazer. Ao vê-la gozando com a pele arrepiada, também gozei esguichando dentro dela o sumo do meu prazer.
Rosinha (ofegante, rosto colado no colchão e bunda empinada após gozar na minha pica e na presença do tio Carvalho) – Ai, Fer, como é bom gozar com você, que delícia de pica você tem!
O tio se foi e eu e a Rosinha nos deitamos pra descansar. Minutos depois nos levantamos, ela foi até o banheiro pra escorrer o meu creme que vazava molhando suas coxas e, em seguida, vestimos sunga e biquíni e saímos do quarto à procura do tio Carvalho que deveria estar em algum lugar da casa nos esperando.
Ao voltarmos pra sala fomos surpreendidos ao ver o tio nos esperando sentado no sofá, completamente pelado e massageando o pau duro.
Rosinha (rindo, mas fingindo dar uma bronca nele) – Que safadeza é essa tio, porque você tá peladão assim? Vá vestir uma sunga pra irmos tomar sol.
Carvalho (sorrindo, se levantando e se aproximando da minha esposa apontando aquela coisa dura pra ela) – Não precisamos de roupas aqui, Rosinha, podemos ficar pelados o tempo todo, tire seu biquíni e pendure aqui no meu pau!
Rosinha (rindo, se fingindo de tímida, mas pegando no pau grosso que o tio lhe oferecia) – Tiiio, tô vendo que você tá com tesão, mas eu quero tomar sol, vamos pra areia e prometo brincar com você à noite até te deixar saciado!
Carvalho (sorrindo pra ela com cara de súplica) –Eu nem quero gozar, só quero brincar por uns minutos com você e depois vamos pra areia, só uns minutinhos, vai, o suficiente pra uma chupadinha e uma sentadinha, prometo não pedir mais que isso!
Rosinha (sorrindo pra ele enquanto massageava o cacete duro) – Tio, você é muito safado!
Eu, apesar de estar de pau mole, ainda sentia tesão o suficiente pra querer ver outra vez a minha esposa com o tio Carvalho, agasalhando dentro do seu corpo a enorme rola que por muito tempo fez parte das nossas fantasias e que agora estava bem pertinho de nós. Me aproximei da minha Rosinha por trás, lhe fiz um carinho nos ombros e desci as mãos pelas costas soltando os laços do sutiã do biquíni numa clara atitude de aprovação ao que o tio pedia.
Rosinha (virando o rosto pra trás e sorrindo pra mim) – Fer, você também é muito safado, tá doidinho pra me ver metendo com o tio outra vez, né?
Devolvi o sorrido e, enquanto ela pendurava o sutiã no cacetão do tio, desci as mãos rumo aos laços da calcinha que desatei e puxei por entre suas pernas expondo a nudez da minha amada ao tio Carvalho e a entreguei ao seu novo macho cujo pau duro pulsava por saber que em breve estaria mergulhando nas profundezas das entranhas quentes e úmidas da fêmea que se oferecia toda lânguida. Me afastei deles e me sentei na poltrona em frente imaginando que o sofá, ou os colchões que ainda estavam no chão, seriam o palco para mais um encontro sexual entre o meu tio dotado e a minha esposa safada. Vi minha amada se ajoelhar em frente ao tio e, exatamente como fazia comigo, pegou no saco como se estivesse pesando as bolas e, com a outra mão, agarrou o cacete grosso e começou a beijá-lo desde a base até a cabeça que abocanhou até senti-la enchendo sua boca. O tio, safado e exibicionista, virou-se um pouco mais pra ter certeza de que eu tinha total visão do que minha mulher fazia nele, trocamos sorrisos e logo ele começou a meter na boca da minha esposa. Ia e vinha com o pau testando os limites da Rosinha em engolir aquela estrovenga, mas a cabeça, sendo tão grande, só uns poucos centímetros além dela cabiam na boca da minha mulher. Sentindo meu pau endurecer, percebi que a excitação da Rosinha também aumentava ao vê-la se dedicando ao pau do tio com carinho e tesão; ela chupava ao mesmo tempo que punhetava e parecia querer fazer ele gozar em sua boca, mas o tio, experiente, puxou ela pra cima interrompendo a mamada frenética que ela fazia.
Carvalho (sorrindo pra ela) – Devagar, Rosinha, não quero gozar, ainda!
Rosinha (abraçando ele e prensando o cacete duro entre as barrigas) – Se você não quer ser chupado, então me chupa, tio!
Naquele momento imaginei que o tio iria “fugir” da minha esposa, iria negar o seu pedido, pois eu havia gozado nela minutos atrás. É certo que ela sentou no trono pra escorrer o meu creme, mas certamente ainda havia um resto dentro dela.
Carvalho (me surpreendendo) – Tô doido de vontade de lamber você num 69, mas só se prometer que não vai tentar me fazer gozar. Promete?
Rosinha (exibindo um sorriso safado nos lábios foi se deitando no colchão enquanto falava) – Prometo! Primeiro eu fico por baixo e depois invertemos, que tal?
Minha mulher se deitou com as pernas abertas exibindo a xota raspadinha e lindinha à espera do macho que iria lhe lamber, o tio se ajeitou sobre ela lhe oferecendo o cacete e se preparando pra enfiar a cara entre as coxas arreganhadas quando ela reclamou:
Rosinha (debaixo dele, rindo com o cacetão na mão, mas sem poder enfiá-lo na boca devido ao comprimento excessivo) – Oh, tio, assim não conseguirei chupar seu pau, você tem que usar almofadas debaixo dos joelhos pra ficar mais alto e eu conseguir pôr ele na boca!
Carvalho (rindo e olhando pros lados a procura de almofadas) – Hi, esqueci! Faz tanto tempo que não faço 69 que não me lembrava desse detalhe!
Me apressei e peguei duas almofadas que estavam na poltrona ao meu lado e dei a ele. Caros leitores, confesso que depois que oferecia as almofadas para que o tio Carvalho pudesse se ajeitar pra dar o pau pra minha mulher chupar, me senti muiiiiito corno (risos)! Rapidamente eles se ajeitaram e vi minha esposa outra vez abocanhar o pinto grosso do meu tio dotado e ele, após abrir os lábios da xana linda que ela lhe oferecia, enfiou a cara entre suas coxas e colou seus lábios aos dela. Leitores, incrível a semelhança existente nos movimentos iniciais que os homens fazem ao chupar uma xota! Igual que eu, o tio também abriu os lábios e apreciou as carnes rosadas antes de lamber a fenda molhada e escorregadia. Que cena linda se desenrolava diante dos meus olhos! Eu, que havia gozado há poucos minutos, sentia meu pau duro incomodando debaixo da sunga e o pus pra fora sem qualquer vergonha caso o tio me visse excitado por assistir ele e a minha mulher se pegando naquele 69 que parecia estar delicioso! Vendo o tio lambendo e chupando minha mulher, imaginei se ele sentia o sabor da minha porra esguichada dentro dela minutos atrás. A Rosinha sugava o cacete duro com garra e capricho descumprindo a promessa feita de que não tentaria fazê-lo gozar em sua boca e, talvez por isso, minutos depois o tio saiu de cima dela. Não sei se para esfriar um pouco a empolgação da Rosinha, ele pediu água antes de continuar fazendo 69 com ela; ou seria para tirar da boca o gosto do meu creme? Após uns goles de água, se deitou e chamou com gestos a minha mulher pra que sentasse na sua cara; imaginei que, caso ele tivesse sentido o sabor da minha porra, pouco lhe importou, pois naquela posição, a Rosinha indo por cima, certamente o restinho que ainda estivesse dentro dela, desceria. Enquanto ela se sentava no rosto do tio, deu uma reboladinha parecendo ajeitar a racha sobre a boca dele e o seu sorriso silencioso pra mim parecia dizer: “Tô esfregando a buceta gozada por você na cara do tio!” Meu pau pulsou ao ver a minha mulher esfregando na cara dele a buceta que eu gozara minutos atrás; que tesão meu deu aquilo! Em seguida ela se abaixou e agarrou o poste grosso com as duas mãos e só enfiou na boca após certificar-se de que eu via o que ela fazia, sorria um sorriso mudo dizendo: “Veja que delícia de picão que vou chupar!” Assisti os dois safados por uns poucos minutos até que o tio outra vez forçou uma mudança de posição, mas desta vez ficou em pé e buscou pela garrafa de água outra vez.
Carvalho (rindo, ameaçando fugir da Rosinha caso ela se aproximasse dele) – Fique longe de mim, dona Rosinha, me dê uns minutinhos antes de recomeçarmos nossa brincadeira!
Rosinha (deitada de costas no colchão se exibindo a nós de pernas abertas numa posição que me fez lembrar uma puta a espera do cliente) – Venha logo, tio, senão vamos “esfriar”!
O tio sorria e parecia alerta e disposto a fugir da minha esposa que, arreganhando as pernas e exibindo a racha molhada, dava claros sinais de que o queria entre suas coxas. O tio bebeu mais água do que tinha necessidade e acho que fez isso para gastar o tempo e esfriar o clima de gozo que enchia o ambiente. Depois de beber água lentamente, ao invés de ir até a minha esposa e atender sua sede de pica, ele se sentou no sofá à minha frente exibindo orgulhosamente o picão duro. Se ele a estava testando, conseguiu provocá-la, pois ao vê-lo sentando com o pau duro apontando o teto, ela se levantou e se posicionou em frente a ele, de costas pra mim enquanto também bebia uns goles de água.
Rosinha (ondulando seu corpo provocando o tio à sua frente e a mim às suas costas) – Preparado, tio? Antes de começarmos a brincar você queria uma chupadinha e uma sentadinha. A chupadinha já aconteceu! Você tá pronto para a sentadinha?
Silenciosamente o tio respondeu minha esposa agarrando o cacetão pela base e balançando pra ela, o sorriso no rosto dele parecia dizer: “É todo seu, venha sentar!” Ela devolveu a garrafa de água na mesinha próxima e se aproximou do tio, apoiou as mãos nos joelhos dele e foi se curvando ao mesmo tempo em que abria as pernas se exibindo a mim, mostrando a xota molhada e o cuzinho que vez ou outra se contraia. Não vi, mas os movimentos que ela fazia sugeriam que ela molhava com a língua a cabeça da pica pra que ela escorregasse sem dificuldades rumo ao interior do seu corpo, como gosta de fazer comigo. Assistir aquele exibicionismo da minha mulher que, outra vez agasalharia em suas entranhas o pirocão do tio Carvalho, me deu vontade de bater uma punheta, mas resisti e nem me toquei no pau que liberava uma gotinha de lubrificante pela uretra. Em seguida ela se ergueu, subiu lentamente no sofá apoiando os joelhos no assento e obrigando o tio a fechar um pouco as pernas pra que ela pudesse montá-lo. Logo ela percebeu que, apoiada nos joelhos como estava não teria altura pra posicionar a xota no cacete que tanto queria e, então, se apoiou nos pés, ficou em pé e, antes de ir se agachando, aproximou a rachinha do rosto do tio lhe pedindo silenciosamente um carinho entre as pernas. O tio lhe beijou a rachinha e até tentou lamber ela por baixo, mas ela foi se abaixando, se colocando de cócoras até sentir na sua região mais íntima o primeiro toque entre a buceta e o pau. Subia e descia a bunda, movimentava pros lados procurando com a fenda a cabeça da pica, mas o tio, safado com sempre, contraia os músculos fazendo o pau se mexer e dificultando a vontade da Rosinha de sentar naquele cacete. Fiquei tenso, eu também queria ver aquela estrovenga entrando na minha esposa e quase me deixei dominar pelo instinto, pois a minha vontade foi de levantar e ir até eles para ajudar. Caros leitores, me esforcei e continuei sentado, mas confesso que me imaginei pegando no cacete do tio e o colocando na racha da minha esposa tal era a minha vontade de ver desaparecer dentro do corpo dela toda aquela enormidade que nos fez sonhar e gozar em diversas trepadas que demos no passado, na época em que aquele picão apenas fazia parte das nossas fantasias.
Rosinha (apoiada com as duas mãos nos ombros do tio, rindo, ordenou) – Tiiio, pare de balançar o pinto porque assim eu não consigo achá-lo e a minha pombinha tá doidinha de vontade de comer ele!
O tio Carvalho obedeceu minha esposa e, mais que interromper as contrações musculares que faziam o pau se mexer, ele segurou o cacete com uma mão e, com a outra, agarrou um dos peitos dela.
Carvalho (encarando a minha esposa) – Então sente, minha linda, deixe essa sua florzinha gostosa e apertadinha comer todo o meu cacete!
Vi a cabeça da pica se acomodando entre os lábios vaginais da minha amada que foram se abrindo e se esticando pra acomodar o enorme volume da pica dura e grossa que ela tanto desejava. Ela foi sentando, o cuzinho piscando de tesão à medida que desaparecia no canal da buceta todos aqueles centímetros de pica grossa; descia o rabo parecendo decidida a ir até o fim e sentar por completo no tio, mas teve de interromper a descida ao sentir seu útero sendo tocado, empurrado e pressionado pelo maior cacete que ela já havia comido. Ao sentir que atingira o limite, ela se posicionou de joelhos no sofá procurando acomodar dentro de si todo aquele volume ao qual não estava acostumada. Eu, por trás, a tudo assistia louco de vontade de me punhetar, de ir até eles, lamber a bunda e o cu da minha esposa. Caros leitores, vendo minha esposa iniciar um lento e cuidadoso sobe e desce naquele cacete, me imaginei ajoelhado atrás dela e lambendo o cuzinho lindo que piscava. Ahhh, como seria bom fazer isso!
Rosinha (rebolando em movimentos circulares e falando baixo, mas alto o suficiente pra que eu ouvisse) – Tio, você é muito pauzudo, tá difícil comer ele inteiro!
Carvalho (sorrindo) – Não tenha pressa, vá tentando, minha linda, e logo a sua florzinha vai comer meu cacete inteirinho!
Vi minha esposa abaixando a bunda tentando engolir com a xota os centímetros de pica que não encontravam espaço dentro dela e, num dado momento ela sentou até pressionar com a bunda o saco do tio. Entrou tudo, não sobrou de fora da minha Rosinha um só centímetro da estrovenga do tio Carvalho!
Rosinha (suspirando, gemendo) – Comi tudo, tio!
Ela havia conseguido o que tanto queria, mas logo se levantou desfazendo o encaixe entre eles, provavelmente por não aguentar a pressão do pau em seu útero por mais tempo. Ela se posicionou em pé no chão, de costas pra mim, se curvou, beijou o tio rapidamente e outra vez subiu no sofá, desta vez de costas pra ele e, em pé, ofereceu a bunda pra que o tio a beijasse. Ele, apreciador de belos rabos como todo bom brasileiro, abriu as nádegas dela e enfiou a língua entre elas lambendo o cuzinho da minha esposa.
Rosinha (sorrindo pra mim enquanto recebia aquele carinho da língua do tio no seu rabinho) – Tio, tá muito gostoso a sua língua no meu cu, mas chega de lamber, pare com isso antes que eu sinta outras vontades. Agora quero sentar de novo no seu cacete, mas de frente pro meu amorzinho, quero que ele veja o quanto minha bucetinha é gulosa.
E foi se abaixando até que novamente começou a procurar com a xota o cacete que tanto queria dentro de si. Desta vez o tio logo a ajudou segurando a pica pra que ela pudesse sentar. E ela sentou, encaixou a cabeça da rola na portinha do paraíso e desceu o corpo decidida a ir até o fim; demonstrava estar com fome de pica, mas novamente parou a descida ao encontrar resistência. Sorriu pra mim, senti que estava se preparando, tomou fôlego e outra vez abaixou a bunda comendo o pau do tio o agasalhando inteiramente dentro do seu corpo.
Rosinha (me encarando, sorrindo, vendo que eu prestava atenção no que acontecia entre suas coxas, porém não conseguindo esconder uma leve expressão dor) – Comi tudo, Fer, o pau do tio tá todinho dentro de mim!
Caros leitores, seria muita cornoagem da minha parte dizer pra Rosinha: “Estou orgulhoso de você!”, mas confesso que foi esta frase que me esforcei pra não dizer (risos)!
Percebi a Rosinha se ajeitando melhor sobre o tio, ela tentava se apoiar mais sobre as nádegas, parecia tentar usar as polpas da bunda como uma espécie de almofadas de forma que pudesse soltar o corpo sem que o pau que lhe invadia as entranhas lhe causasse desconforto. Tanto se mexeu, tanto testou posições que finalmente parecia ter encontrado uma ideal; e foi após isso que ela iniciou um rebolado circular, movia as ancas para as laterais e pra frente e pra trás digno de uma sambista. Ver minha amada se mexendo daquela forma, sentada no colo do tio com todo o cacetão dele metido na buceta, quase me fez bater uma punheta. Também confesso que ao ver minha esposa me provocando, arreganhando as pernas com os pés apoiados nos joelhos dele, sorrindo pra mim e exibindo a buceta cheia de pica, que minha imaginação voou vendo aquela cena e outra vez me imaginei ajoelhado entre as pernas deles e lambendo o grelinho da minha Rosinha e, talvez, até os lábios esticados e forçados pros lados devido ao enorme volume que agasalhavam entre eles. Ohhh, tesão da porra! O tio quase não se movia, embora houve um momento em que ele balançou os quadris da minha mulher incentivando o seu rebolado, mas logo desistiu, provavelmente porque isso poderia apressar o seu gozo. E foi agarrando os peitos dela e beliscando os mamilos que ele provocou outro orgasmo na minha amada.
Rosinha (rebolando freneticamente no colo do tio, desistindo de usar a bunda como almofada e pressionando a buceta no saco dele e engolindo até o último centímetro de pica) – Ai, tio, puta que pariu, vou gozar outra vez, esse seu cacetão dói pra caralho, mas vai me fazer gozar de novo, ai, vou gozar, vou gozar, ai, tá vindo! (olhando pra mim, sorrindo) – Ai, amor, vou gozar no pau do tio outra vez, ai que delícia gozar em outro cacete, ai, como é bom gozar, aiiiii, tô gozaaaaandooo!
Em seguida, ainda chacoalhada pelos espasmos do prazer maior, ela foi lentamente se acomodando, se deitando sobre o tio, mas mantendo os pés nos joelhos dele e as pernas abertas me exibindo uma das cenas mais lindas que um marido corno pode ter da sua amada esposa: a buceta toda esticada e cheia por um enorme e grosso caralho duro de outro macho!
O tio, que não havia gozado, continuou debaixo da minha Rosinha esperando que ela descansasse, trocou os carinhos nos peitos e mamilos que tanto a estimularam a gozar, por outros bem mais relaxantes; lentamente ele deslizava as mãos em carícias suaves na cintura e nas coxas sentindo a pele dela ainda arrepiada.
Carvalho (dando uns beijinhos no pescoço da Rosinha) – Gozou gostoso, minha flor?
Rosinha (sorrindo de olhos fechados, respiração ofegante e com bom humor para provocações) - Gozei, tio, tô acabada, acho que por hoje estarei satisfeita por todo o dia e nem mesmo terei energia para brincadeiras noturnas!
Carvalho (rindo) – Nem pensar em tirar folga, dona Rosinha, eu não gozei porque quero guardar energias pra brincarmos durante o dia; além do mais, dê uma olhada no Fernando, ele tá de pau duro e vai precisar de você pra amolecer aquilo!
Rosinha (levantando a cabeça, sorrindo pra mim e passando a mão entre suas pernas e alisando o que sobrava de cacete fora da sua buceta) – Você fez de propósito, né, tio, não gozou e agora tem uma desculpa pra me comer a toda hora! Você é muito safado!
Antes de começar as brincadeiras com minha esposa, o tio havia dito que pretendia apenas brincar e que não queria gozar. Acreditei que ele só disse aquilo pra convencer minha mulher a transar com ele, mas, no final, foi o que aconteceu, o tio brincou, brincou com a minha Rosinha, fez ela gozar e ele mesmo não gozou! Lembrei-me do que ele me falou na porta do quarto, logo pela manhã, quando me flagrou comendo ela: “Faça ela gozar, mas segure seu gozo; se você não gozar, poderá meter várias vezes durante o dia!” Caros leitores, estaria o tio pretendendo comer a minha esposa várias vezes durante o dia?
Minha esposa, que estava de costas para o tio Carvalho e deitada em seu peito, endireitou o corpo, mas continuou sentada e engatada nele. Até pensei que ela iria se pôr de pé, mas ela, me vendo sentado em frente a eles e de pau duro, sorriu pra mim e acenou com o dedo pra que eu me aproximasse. Fiquei em pé exibindo orgulhosamente meu cacete duro e fui até ela que, sem qualquer vergonha, pegou meu pau e beijou a cabeça antes de enfiar na boca e começar a chupar. Foi uma chupada rápida e logo ela puxou minha cabeça e cochichou no meu ouvido tomando o cuidado pro tio não ouvir:
Rosinha – Quero que você enfie o pau em mim pra sentir minha buceta larga!
Logo ao dizer isso ela levantou a bunda fazendo com que o pintão do tio escapasse da sua xota e o acomodou no rego da bunda antes de sentar nele. Outra vez se deitou no peito do tio, apoiou os pés nos joelhos dele e se ofereceu a mim com as pernas abertas.
Rosinha (movimentando os lábios e pedindo, porém sem emitir qualquer som) – Mete!
Apesar de eu ter gozado pela manhã, ver a minha mulher dando para o tio Carvalho, e depois me oferecendo a racha metida, fez o meu pau doer de tão duro. Sem precisar segurar o pinto, apontei a cabeça dele para a entradinha do paraíso da minha esposa, cujos lábios estavam abertos e exibindo suas carnes rosadas e enfiei, enterrei o cacete numa só metida sentindo as delícias de foder aquela buceta larga após ela ter agasalhado o cacete gordo do meu tio dotado. Uma buceta apertadinha é tudo de bom, mas tenho que admitir que meter numa racha recém fodida por outro macho, toda arrombada, também é muito excitante!
Meti por alguns segundos, mas, lembrando do que o tio havia me dito, que se eu não gozasse poderia meter várias vezes ao dia, me controlei e, mesmo não querendo sair de dentro da minha esposa, tirei o pau da buceta, respirei fundo e voltei a me sentar.
Eu (sorrindo pra Rosinha) – Não vou gozar, pois quero guardar energias pra brincar com você durante o dia!
Rosinha (se levantando) – Bem, já que os meus garanhões não querem gozar em mim, então vamos pra represa, pois quero entrar na água e tomar banho de sol pelada.
E assim fizemos. A Rosinha vestiu o biquíni e eu a sunga; o tio foi pelado, embora tenha levado a sunga enrolada no punho justificando que, caso precisasse se vestir, ela estaria por perto. Durante o caminho curto entre a casa e a represa, cerca de cinquenta metros, meu pau amoleceu e o do tio, também.
Carvalho (provocando minha esposa durante o caminho) – Não tô entendendo porque você vestiu o biquíni, Rosinha, aqui podemos ficar pelados o tempo todo e, além disso, você disse que vai tomar sol pelada.
Rosinha – Tio, você não gozou ainda hoje, e o Fer, apesar de ter gozado logo que acordou, agora há pouco já estava de pau duro outra vez e, se eu ficar pelada o tempo todo, vocês vão querer me comer a toda hora e aí não vou aguentar os dois! Se eu continuar assim, dando sempre que vocês quiserem me comer, não terei melzinho lubrificante pra molhar a xana e ela vai ficar sequinha e sensível!
Carvalho (rindo) – Aí nós damos umas linguadas e molhamos sua xaninha!
Rosinha (rindo) – Eu vou adorar, tio, sentir um de vocês me linguando logo após o outro ter metido!
Carvalho (provocando e caminhando rumo à represa) – Não sei o que o Fernando pensa sobre isso, mas eu não tô nem aí, lambo uma xota metida numa boa, eu quero é aproveitar!
A Rosinha, enquanto esticava a canga na areia, me olhou exibindo um sorriso malicioso parecendo dizer: “O tio não se importa de lamber uma xota metida!”
Apenas sorri, estiquei a toalha, tirei a sunga e me sentei ao sol ao lado da minha princesa que se deitou de costas com os pés virados pra represa, justamente onde o tio estava se refrescando naquela manhã que prometia calor durante a tarde.
Ao se acomodar, a Rosinha abriu as pernas de forma que o sol penetrava entre suas coxas tornando ainda mais bonita a xaninha que eu havia raspado com tanto carinho. Olhei pro tio Carvalho, que se banhava na água da represa, e percebi que ele, vez ou outra, apreciava a linda cena que a minha esposa lhe proporcionava. Apesar de tudo que havia acontecido entre eles, não sei explicar, mas senti uma pontinha de ciúmes naquela hora.
Eu (olhando pra minha esposa) - É bom tomar sol na xana?
Rosinha (sorrindo de olhos fechados) – É uma delícia, amor; é muito bom sentir o sol aquecendo a xota!
Eu (sem saber explicar aquele meu ciúme momentâneo falei sem querer) – O tio, de vez em quando, olha você aí deitada com as pernas abertas mostrando a xota pra ele.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Amor, cê tá com ciúme depois de tudo que já aconteceu entre eu e ele? Se você quiser, eu fecho as pernas!
Eu (tentando controlar aquele sentimento estranho) – Não, tá tudo bem!
Rosinha (de olhos fechados e exibindo um sorriso malicioso no rosto) – Fer, quero que você avise quando o tio estiver olhando pra mim, tá?
Apesar do ciúme que eu sentia, fiquei atento aos movimentos do tio Carvalho e, assim que ele ser virou pra nós, avisei:
Eu (falando baixinho) – O tio tá se alongando virado pra nós e tá olhando pra você!
Rosinha (flexionando os joelhos e abrindo, ou melhor, arreganhando ainda mais as pernas) – Amor, fique de olho nele e me diga se o pau dele endurecer!
Eu, protegido pelos óculos escuros, apreciava minha esposa se exibindo numa autêntica posição de puta ao mesmo tempo em que acompanhava a movimentação do tio Carvalho e, conforme previsto pela minha esposa, o pau dele começou a crescer e logo tomou aquela aparência de alargador de bucetas. Me senti muito corno naquela hora, não apenas por ver outro macho se excitando ao ver minha esposa se exibindo de pernas abertas, mas principalmente porque meu pau endureceu tão rápido quanto o do tio.
Eu (tímido) – O cacete do tio endureceu!
Rosinha (ao me olhar e perceber que eu tentava esconder minha ereção) – Fer, que safado você é! Agora há pouco estava com ciúmes por me ver mostrando a xota pro tio, e agora tá cheio de tesão por ver ele de pau duro por minha causa!
Eu nada respondi, apenas sorri timidamente. Ela saiu da posição em que se encontrava e veio até mim, se ajoelhou entre minhas pernas e me beijou enquanto massageava meu pau duro. Ao se curvar pra me beijar, arrebitou a bunda em direção ao tio; eu não via, mas certamente ele se deliciava com a visão da bunda, do cu e da buceta da minha mulher! Depois do beijo, como se não bastasse tanta provocação, ela se acomodou de quatro com as pernas abertas e o rabo rumo ao tio e abocanhou meu pau iniciando uma mamada caprichada.
Eu (doido de tesão e provocando minha esposa) – Nessa posição de quatro em que você está o tio tá vendo até o seu útero.
Rosinha (tirando rapidamente meu pau da boca) – Deixe ele olhar, amor, ele já viu tudo, já me comeu e vai continuar comendo durante todo este fim de semana!
O ciúme que senti minutos atrás desapareceu e o meu tesão se multiplicou ao ver o tio vindo em nossa direção. Não avisei a Rosinha e deixei que ele se aproximasse até que se agachou atrás dela e a lambeu por trás e, pelo movimento da cabeça, deslizou a língua desde a buceta até o cu. Eu já imaginava o tio metendo na Rosinha naquela posição enquanto ela me chupava, mas ela surpreendeu a nós dois ao largar meu pau e virar-se pra ele.
Rosinha (beijando ele na boca ao mesmo tempo em que massageava a caceta grossa) – Oh, tio, desculpe, mas ainda não tô preparada pra transar com você e o Fer ao mesmo tempo. Prometo te dar atenção depois, tá! Agora vou na água namorar meu amorzinho!
Ela se virou pra mim, pegou minha mão e me puxou me levando pra dentro da represa cuja água aliviou o calor que eu sentia. Entramos até que a água cobrisse nossos umbigos e mais uma vez o fogo da minha esposa me surpreendeu, ela se pendurou no meu pescoço e me abraçou com as pernas procurando com a xota o meu pau que continuava duro.
Rosinha (me beijando de língua) – Me fode!
Senti meu pau mergulhar em suas carnes quentes contrastando com a água fresca da represa e comecei a meter, mas sem esquecer o ensinamento do tio, ou seja, eu não deveria gozar pra ter energias para o dia todo, especialmente para a noite que prometia ser tão boa quando a anterior. Metemos por um tempinho e, sentindo meu gozo se aproximar, interrompi os movimentos, tirei o pau de dentro dela e respirei fundo deixando claro que eu não iria gozar. Ela pareceu aceitar numa boa e brincou:
Rosinha – Amor, será que o tio ficou triste porque agora há pouco não deixei ele me comer?
Eu (cheio de tesão e provocando) – Talvez ele tenha se sentido rejeitado por você fugir daquele jeito, aliás, talvez ele nem estivesse pensando em te comer, talvez quisesse só brincar com você.
Rosinha (sorrindo) – Amor, claro que ele iria me comer enquanto eu te chupava; eu estava de quatro com a bunda empinada e ele tava lambendo minha buceta, e até no meu cu o safado tentava enfiar a língua; se eu ficasse naquela posição ele iria meter aquela estrovenga em mim, sim!
Eu (rindo) – E qual o problema de você brincar com nós dois ao mesmo tempo?
Rosinha (provocando e sorrindo maliciosa) – Amor, brincar com vocês juntos eu topo, mas não sei explicar o motivo pelo qual ainda não quero transar com os dois; ainda não me sinto preparada pra ser o recheio de um sanduíche entre você e o tio!
Eu (incentivando ela a brincar com o tio) – É tudo a mesma coisa, amor! Brincar e transar dá no mesmo! Mas se você prefere um de cada vez, eu posso sair da água agora pra você brincar um pouco com ele aqui, que tal?
Caros leitores, quando eu finalizei a frase eu não acreditava que havia dito aquilo. Que cornoagem, a minha! (risos)
Rosinha (sorrindo) – Posso brincar um pouco com o tio aqui na água, amor, você não vai ficar bravo?
Apenas sorri e fui saindo da água em direção à toalha exibindo orgulhosamente o meu pau duro.
Rosinha (falando alto) – Tiiio, vem pra água se refrescar um pouco!
O tio sorriu diante do convite e rapidamente se levantou e foi em direção à Rosinha. Ao cruzarmos pelo caminho, vendo o pau dele à meia bomba , brinquei:
Eu – Sua vez, tio!
Me sentei na toalha, peguei uma latinha de cerveja na caixa de isopor e me deliciei duplamente; a bebida gelada e a esposa quentíssima dentro da água com outro macho faziam meu pau pulsar! Logo que o tio se aproximou da minha mulher, ela o abraçou colando seus corpos e o beijando e, certamente esfregando a buceta no cacete dele, cena que eu não via, pois a água escondia, mas imaginar o que acontecia debaixo da água manteve meu pau duro. Segundos depois minha Rosinha movimentava o braço ao ritmo de uma punheta que ela batia no cacetão do meu tio dotado. Eram emoções demais e meu pinto doía de tão duro quando vi o tio pegando ela pelas pernas e a levantando tentando encaixar o pau na buceta, por baixo. Imaginar aquele cacete grosso dentro da minha esposa me fez pegar e apertar meu pinto, mas logo desisti de punhetar. Segundos depois a Rosinha ficou novamente em pé, puxou o tio mais para o raso e me presenteou com a belíssima cena dela se abaixando e chupando a piroca dura. Naquela hora, vendo aqueles dois safados se pegando daquela forma naquele lugar tão lindo e natural, até olhei pros lados pra me certificar que ninguém poderia nos ver. Foi uma chupada rápida e logo ela retornou pra mim toda sorridente e feliz.
Rosinha (me beijou, sentou-se ao meu lado e tomou um gole da minha cerveja) – Tiiio, venha tomar cerveja, tá geladinha, uma delícia!
Carvalho (rindo) – Tô esperando o bicho amolecer e já vou!
Rosinha (rindo e provocando) – Venha com o pau duro mesmo, nem vou contar ao Fer que você não conseguiu meter ele em mim!
Eu (surpreso perguntando pra minha esposa) – Vocês não meteram?
Rosinha – Não entrou, amor, pra que aquele cacetão grosso possa entrar em mim, preciso estar lubrificada; e dentro da água a xota parece que fica mais apertada, não deu, ou melhor, não dei!
Logo o tio veio até nós com o pau semi duro, balançando pesado e sentou-se ao nosso lado para saborear uma deliciosa cerveja gelada.
Nos deitamos ao sol curtindo as delícias de estarmos pelados junto à natureza. Tomando cervejas e comendo petiscos passamos algumas horas naquela ociosidade deliciosa e, de vez em quando, rolava uma provocação.
Rosinha – Fer, passe óleo bronzeador em mim, não quero melar minhas mãos.
Eu – Quer que eu passe bronzeador em você na frente ou atrás?
Rosinha (se ajeitando com a barriga pra cima, esperando que eu lhe passasse creme e exibindo o montinho de Vênus volumoso e a rachinha linda se aquecendo ao sol) – Por enquanto quero só na frente, amor!
Carvalho (malicioso) – Rosinha, quando você quiser atrás, eu serei o felizardo?
Rosinha (rindo) – Deixe de ser tarado, tio! Você já comeu minha xota ontem e hoje, e tá bom demais; tá muito cedo pra que você queira comer a minha bunda também! Nem pense nisso!
Carvalho (rindo) – Oh, minha flor, eu estava me referindo a passar creme nas suas costas, eu nem havia pensado em outra coisa!
Rosinha (fingindo dar-lhe uma bronca) – Sei, tio, vou acreditar em você, tá!
Deixei pingar várias gotas do óleo e carinhosamente iniciei uma massagem espalhando o produto deixando a pele da minha amada brilhante a ainda mais atraente. Passei nos peitos lentamente e aproveitei pra beliscar delicadamente os mamilos que endureceram aos meus toques. Ela sorriu, mas nada disse. Passei na barriga, desci por uma perna sem tocar a xota e subi pela outra, tudo muito devagar até sobrar apenas a xana que ela exibia sem qualquer vergonha, aliás, eu diria que ela exibia a rachinha linda com muito orgulho. Deixei cair mais alguns pingos de óleo e iniciei uma lenta massagem no montinho saliente até que meus dedos se aventuraram pelas laterais da delicada flor da minha amada. Ela, atendendo ao instinto de fêmea, abriu as pernas incentivando meus dedos a viajarem naquele vale cuja atração principal era a fenda que escondia a entrada da porta do paraíso que levava à caverna dos prazeres. Olhei pro lado e vi o tio nos assistindo e sorrindo, fazia questão de exibir o pau que dava sinais de vida. Para provocá-lo me ajeitei melhor pra que ele pudesse ver minha mão deslizando naquela região tão íntima da minha mulher e deslizei meus dedos na xaninha, um entre os lábios e outros dois nas laterais. Não resisti e mergulhei profundamente o dedo do meio na portinha do paraíso fazendo minha esposa gemer. Lambuzei toda a região e voltei a me sentar ao lado dela sem vergonha de exibir meu pau duro. Passado algum tempo conversando com o tio, nossos pintos amoleceram e, durante a prosa, lembrei-me do que ele havia dito pela manhã que, se não gozarmos, o pau estará pronto pra brincar a toda hora.
Passados uns trinta minutos a minha esposa perguntou:
Rosinha – Agora quero bronzear minhas costas, quem vai passar óleo em mim?
O tio logo se apresentou, levantou rapidamente da toalha e veio em direção à minha Rosinha que, lenta e provocativamente se virou com a barriga pra baixo e a bunda pra cima. Para provocar ainda mais, ela se ajeitou, se mexeu pra um lado e outro e, por fim arrebitou um pouco a bunda, embora tenha mantido as pernas fechadas. O tio pegou o óleo e se ajoelhou ao lado sobre a mesma canga em que minha esposa estava deitada. Eu, que a tudo assistia, vi um sorriso de satisfação nos lábios do tio Carvalho que deixava cair os primeiros pingos de creme nas costas dela. Lentamente ele deslizada a mão em movimentos alternados de carinho e massagem espalhando o óleo e fazendo a pele da Rosinha se tornar brilhante e ainda mais linda. Sem pressa ele foi descendo a mão em direção à bunda e eu, imaginando que o tio iria se aproveitar da minha esposa, disfarcei, me levantei, fiz uns alongamentos ao lado deles até que me posicionei atrás da Rosinha de forma a ter total visão da bunda e xota dela. Vi o tio espalhando óleo nas nádegas e pernas da minha fêmea e, depois de lambuzá-la, reiniciou os movimentos com as duas mãos, primeiro massageou as laterais das polpas, mas logo desceu espalhando o creme nas pernas. Lenta e carinhosamente ele massageou as panturrilhas fazendo minha esposa elogiá-lo:
Rosinha – Tio, suas mãos são muito gostosas, onde aprendeu fazer massagem assim?
Carvalho (ajoelhado, se ajeitou melhor de forma a alcançar as duas pernas dela e foi subindo as mãos para as coxas) – Há muito tempo fiz um curso, mas estou esquecendo o que aprendi!
Rosinha (exibindo no rosto uma expressão de prazer) – Tô adorando a massagem, tio, vou sempre pedir pra que você faça em mim pra ir se lembrando do que aprendeu.
Logo após ouvir isso, o tio recomeçou a massagear a bunda da minha esposa, iniciou pelas laterais das nádegas movimentando as mãos apertando uma contra a outra, mas logo mudou as mãos para a região mais arrebitada fazendo movimentos para as laterais de forma a abrir a bunda e exibir o cuzinho e a xota. Depois de muito abrir e fechar a bunda da Rosinha, olhando diretamente para o cu, ele deixou cair mais óleo no início do rego sinalizando suas intenções de massagear aquela região. Ele já ia pondo o frasco de óleo na canga, quando ela, arrebitando a bunda e abrindo as pernas, exibindo descaradamente o cu e a buceta, pediu:
Rosinha – Passe óleo em tudo aí atrás, tio, não deixe escapar nada pra não manchar minha pele.
O tio Carvalho, vendo a minha esposa se exibindo naquela posição de puta oferecida, sorriu pra mim enquanto deixava cair mais algumas gotas de creme no cu que vez ou outra dava uma piscadinha. Assisti aquele óleo brilhante descer para a buceta e meu pau duro pulsou ao imaginar o que estava por acontecer. O tio ainda me olhou mais uma vez e seus olhos pareciam dizer: “Ela tá se oferecendo e eu vou aproveitar!” Em seguida ele recomeçou a massagem nas laterais internas das coxas e audaciosamente ia subindo os dedos rumo à racha brilhante e linda entre as coxas da minha mulher. Quanto mais perto os dedos dele chegavam da buceta, mais a Rosinha abria as pernas e arrebitava a bunda num sinal claro de que queria ser massageada na sua região mais íntima. O tio, que exibia o cacete duro e pulsante, não deixou que ela esperasse mais e, delicadamente escorregou um dedo desde o início do rego da bunda e foi descendo lentamente até dar uma paradinha no cuzinho, onde fez uma leve pressão, e em seguida desceu para a racha onde deslizou profundamente o dedo desde a portinha do paraíso até o grelinho que carinhosamente massageou fazendo a minha mulher gemer:
Rosinha – Ufffff, tio, sua massagem é muito gostosa!
O tio continuou acariciando aquela região até que apontou o dedo na entradinha da toquinha e lentamente foi penetrando até que ele desaparecesse todinho dentro dela.
Rosinha (rebolando levemente a bunda) – Tio, cê tá me provocando!
Após sorrir pra mim, o tio continuou o carinho no tunelzinho quente da minha mulher por mais um tempo e, em seguida, deixou cair mais umas gotas de óleo diretamente no cuzinho dando claras intenções de que ali seria o próximo lugar a receber o carinho dos seus dedos. A Rosinha não se manifestou e continuou imóvel mesmo quando o tio, com a ponta do dedo indicador, começou a acarinhar as preguinhas que adornavam aquele pequenino orifício. Ele circulava lentamente o dedo ao redor do buraquinho parecendo um cego fazendo leitura em braile, tateava com a ponta do dedo e parecia sentir cada uma das preguinhas daquele objeto de desejo que minha esposa tinha entre as nádegas. Sorriu pra mim e começou a forçar carinhosamente o dedo no cu da Rosinha e eu, que a tudo assistia, fui denunciado pelo meu melhor amigo, o meu pau, que pulsou ao ver outro macho dedando o cu da minha mulher. Puta que pariu, me senti muito corno naquela hora! (risos) Ao sentir o dedo do tio lhe invadindo o rabo, minha Rosinha arrebitou ainda mais a bunda confessando silenciosamente o tesão e o prazer que aquele dedo atrevido lhe proporcionava. Ele, aproveitando o oferecimento dela, além de enfiar um pouco mais o dedo indicador no rabo dela, também enfiou o dedo do lado na buceta me fazendo lembrar de quando se conecta uma tomada elétrica, dois pinos em dois buracos. Meu pau pulava de tesão e, agindo por instinto, agarrei o danado e, justamente na hora em que movimentava a mão pra frente e pra trás, o tio olhou pra mim. Ele sorriu, mas eu senti vergonha por ter sido flagrado batendo punheta enquanto ele enfiava os dedos nos buraquinhos da minha Rosinha fazendo ela gemer de tesão.
Rosinha (gemendo) – Ai, tio, cê tá me deixando doidinha de vontade de meter!
Aquela frase da minha mulher foi entendida pelo tio Carvalho como um pedido e, sem perder tempo, tirou os dedos do cuzinho e da buceta e foi se ajeitando entre as pernas dela e se preparando pra comer minha esposa.
Rosinha (percebendo que estava prestes a ser comida) – Tio, deixe o Fer meter primeiro, depois você me come!
O tio pareceu um pouco decepcionado ao ouvir isso, mas obedeceu minha esposa e cedeu o lugar pra mim que, sem demora me ajeitei por trás dela e empurrei meu cacete latejante pra dentro das carnes quentes da buceta molhada e acolhedora. Ah, como é bom meter na Rosinha! Meti por alguns minutos fazendo ela gemer, mas ao perceber a proximidade do gozo, saí de dentro dela e cedi o lugar pro tio Carvalho que, sorridente, se ajoelhou entre as pernas dela. Com o tesão que ele sentia, imaginei que faria como eu, que enfiaria o cacete na minha mulher, mas ele, com toda a sua experiência de homem maduro, quis aproveitar ao máximo da minha esposa; ajeitou o pau no rego da bunda, se deitou sobre seu corpo fazendo ela sentir seu peso e iniciou um vai e vem lento e cadenciado escorregando o cacete no rego entre as nádegas da minha amada. Enquanto o tio esfregava seu corpo no corpo da Rosinha ao mesmo tempo em que massageava o rego da bunda dela com o seu pau, vi ela fechar os olhos e sorrir sentindo o prazer que aquele movimento lhe proporcionava. Eu não via, mas imaginava o cacete grosso do tio se esfregando no cuzinho da minha mulher; estaria ele despertando nela o desejo para dar a bunda pra ele?
Carvalho (provocando minha esposa) – Gosta, minha linda, de sentir meu pau escorregando no rego da sua bunda e se esfregando no seu cuzinho?
Rosinha (gemendo, arrebitando o rabo) – É muito gostoso, tio, dá muito tesão!
Depois que o tio se esfregou na minha esposa por alguns minutos sem enfiar o pau, voltou a se posicionar pra meter nela, mas antes de enfiar, para provocar ela um pouco mais, começou a pincelar a cabeça da pica na racha molhada e cheia de vontade de comer aquela estrovenga. Das pinceladas entre os lábios da buceta ele subiu um pouco mais e, apontando o pau para o cuzinho da Rosinha, começou a esfregar a cabeça da pica diretamente nas preguinhas do cu e, às vezes, dava uma paradinha e pressionava a cabeça no furinho.
Carvalho (pressionando a cabeça um pouco mais) – Ai, minha flor, um dia você me dará a felicidade de sentir meu pau dentro desse seu cuzinho lindo?
Eu, vendo o tio pressionando a cabeça da pica no cu da minha mulher, procurei uma posição melhor em que pudesse ver tudo que acontecia sem perder nenhum movimento. Apesar de embriagado de tesão ao ver aquela cena, confesso que senti uma certa apreensão por não saber qual a resposta a Rosinha daria à pergunta do tio. Não era a primeira vez que ele admitia seu tesão pelo cuzinho dela, mas era a primeira vez que ele a provocava daquela maneira, forçando a cabeça do pau nas preguinhas e pedindo pra enrabar a minha amada.
Rosinha (gemendo, levando uma das mãos pra trás pegando no pau do tio e o apontando para a buceta) – Tio, na bunda, não; hoje, não! Seu pau é muito grosso e tenho medo de doer e não aguentar ele no meu cuzinho. Quem sabe, um outro dia! (empurrando a bunda pra cima ao sentir a cabeça da pica encaixada na entrada da buceta) – Mete na buceta, tio, me dá esse pauzão grosso na buceta que eu gosto!
Antes de começar a enfiar, o tio olhou pra mim e, numa clara demonstração de exibicionismo, se posicionou de forma que eu via tudo que acontecia entre as coxas da minha mulher. Ele pressionou a cabeça da pica entre os lábios da buceta que se abriram permitindo que o pauzão grosso fosse lentamente desaparecendo dentro do corpo da minha esposa. Naquele momento, enquanto o pau entrava, vi minha amada fechar os olhos e abrir a boca suspirando e confessando silenciosamente o prazer que a estrovenga do tio Carvalho lhe proporcionava.
Rosinha (gemendo) – Ai, tio, que delícia de cacete grosso você tem!
O tio se deitou sobre a Rosinha fazendo ela sentir seu peso ao mesmo tempo em que, com seus pés, fez ela abrir ainda mais as pernas. Em seguida, deu uma rebolada pros lados e uma metida pra frente buscando a penetração total da pica na buceta da minha mulher.
Rosinha (levando uma mão pra trás e apertando a coxa do tio) – Devagar, tio, a grossura não dói tanto, mas ainda não me acostumei com o comprimento. Mete devagar e tente não enfiar tudo!
O tio metia na minha mulher e, apesar do tesão que sentia, percebi que ele tentava não enfiar o pau inteiro naquela buceta que por muito tempo foi só minha e que agora eu dividia com ele. Depois de uns minutos ele se sentou sobre as coxas dela, endireitou o corpo e, sorrindo pra mim, abriu a bunda dela me mostrando o cuzinho e, logo abaixo, a racha da minha amada esticada e cheia com a sua pica dura. O tio se movimentou tirando o pau, certamente pra que eu visse a xota aberta, e nessa hora a Rosinha aproveitou que ele saiu de cima dela e se apoiou nos cotovelos deixando ele meter novamente. Sentindo o entra e sai do cacete na buceta, virou-se pra mim, sorriu e, movimentando os lábios sem emitir som, falou: “Adoro você, meu corninho!”
Rosinha (sentindo que o tio diminuiu o ritmo das metidas na sua xota, provavelmente porque estava próximo de gozar) – Vai, tio, mete mais rápido, me dá esse cacetão grosso que eu gosto!
Carvalho (tirando o pau da buceta da Rosinha, se pondo de pé, suspirando e sorrindo pra mim) – Ufa! Quase gozei na xota da sua mulher; ela é muito boa de buceta!
Rosinha (reclamando e empinando a bunda em busca do pau) – Ohhh, tio, porque tirou o pau da minha xota? Tava tão gostoso; se você continuasse metendo eu iria gozar logo, logo! (rindo pra ele) – Volte logo pra dentro de mim, tio, enfie de volta seu pau na minha xota!
Carvalho (sorrindo pra mim) – Sua vez, Fernando! Vai lá e dá pau pra sua esposa que ela tá doidinha de vontade!
Rosinha (se virando, se deitando de costas e arreganhando exageradamente as pernas segurando os joelhos próximos aos peitos) – Vem, amor, venha dar pra sua esposinha o que o tio não quis dar!
O tio foi caminhando rumo à represa e eu me ajoelhei entre as pernas da Rosinha que me esperava na posição de frango assado, exibindo a xota e piscando o cu; apontei o pau e meti numa só enfiada na xana acolhedora.
Rosinha (embriagada de tesão, mas percebendo que eu sentia sua xota folgada, me encarou e provocou) – Tá sentindo, amor, como a minha buceta tá larga? Mete seu pau nela e sinta o estrago que o tio fez na minha xaninha, isso, mete e sinta seu pau folgado dentro de mim, sinta minha buceta arrombada pelo cacetão de outro macho! Gosta? Te dá tesão meter na minha buceta arrombada pelo caralhão do tio?
Caros leitores, confesso que a xota da Rosinha, segundos após o tio ter metido nela, estava bem folgada, mas também admito que apesar de eu gostar dela bem apertadinha, meter naquele buraco aberto pelo cacete do tio Carvalho me deu um tesão especial. Tão tesudo fiquei que senti meu gozo se aproximar e, igual fez o tio, sai de dentro da minha esposa, tirei o pau da buceta e fugi dela, pois não queria gozar.
Rosinha (rindo e reclamando) – Ahhhhh, você também, Fer, vai me deixar na mão? Eu tava quase gozando!
Sorrimos um pro outro e ela logo entendeu que eu não queria gozar; se levantou e fomos os dois pra água fazer companhia ao tio Carvalho.
Rosinha (ao chegarmos onde ele estava) – Oh, tio, vocês homens estão me decepcionando, os dois me levaram até próximo do gozo e depois fugiram de mim deixando minha xota babando de vontade! Isso é maldade!
Carvalho (sorrindo) – Estamos poupando energias, Rosinha; desse jeito poderemos brincar o dia todo!
Voltamos pra areia e não mais brincamos, ficamos ali bebendo e conversando até o sol esquentar, hora em que saímos pra tomar uma ducha e fazer o almoço.
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