# QUARTA-FEIRA - NOITE
A próxima vez que nos vimos na quarta foi no jantar. A Bruna tinha coleção enorme de leggings e roupas de academia. Na quarta à noite, ela entrou em casa depois do treino usando uma daquelas leggings cinzas, mesmo com top diferente. Vi ela guardando a marmita e se preparando pro jantar conforme andava pela cozinha.
A bunda parecia fenomenal.
Mas, ao olhar pra ela, não senti só desejo. Senti um gosto amargo na boca. Bile.
Lembrei do carro do Osvaldo torto na calçada. Lembrei do gemido. Lembrei dela sorrindo pra ele — ou pra mim? — enquanto ele a enchia de porra.
Ela deve ter notado que eu tava encarando. Não com amor, mas com um peso estranho no olhar.
— O quê? O que foi? — Ela perguntou, parando com um pote na mão. Havia uma tensão na voz dela. Culpa?
— Você tá gostosa nessa legging. — Minha voz saiu seca, sem o tom brincalhão de sempre. — Sua bunda tá incrível.
Dei um passo à frente. Não sorri.
— Você tava usando uma parecida no meu sonho hoje de manhã. — Soltei a frase como quem joga uma isca.
— Aquilo realmente aconteceu? — A Bruna perguntou, tentando manter o tom leve, mas vi os ombros dela tensionarem. — Achei que tava tendo um sonho muito bom. Quase esqueci quando acordei até seu presentinho começar a vazar! Se eu não tivesse na pílula...
Ela riu, mas o riso morreu rápido quando cheguei perto. Não parei a uma distância respeitosa. Invadi o espaço dela.
Caminhei até ela por trás e agarrei os quadris com força. Talvez força demais. Meus dedos afundaram na carne macia através do tecido.
— Sabe o que pareceu real pra caralho? — Sussurrei no ouvido dela, não com sedução, mas com uma raiva fria. — Ver você e o Osvaldo. Bem aqui. Onde a gente tá agora.
Senti o corpo dela travar. Ela parou de respirar por um segundo.
— Bruno... você tá me machucando.
Ignorei. Puxei o corpo dela contra o meu pau, que endureceu instantaneamente — uma traição biológica que me deixava ainda mais puto.
— Lembro de ver como você tava linda — continuei, a voz tremendo de adrenalina — quando estava feliz com o pau dele bem fundo dentro de você. Ele te fodeu melhor que eu, Bruna? É isso?
— Para com isso! — Ela tentou se virar, mas eu segurei.
— É só um sonho, não é? — Desafiei. — Se é só um sonho, por que você tá tão tensa?
Peguei o queixo dela com a mão livre e virei o rosto dela pra mim à força. Queria ver os olhos. Queria ver a mentira. Mas o que vi foi medo... e, lá no fundo, aquela dilatação de pupila que eu conhecia. Excitação.
Isso quebrou algo em mim.
Abafei o protesto dela com meus lábios. Não foi um beijo suave. Foi uma invasão. Mordi o lábio inferior dela com força, sentindo o gosto metálico de sangue misturado com o gloss. A Bruna tentou empurrar meu peito, mas depois de dois segundos, as mãos dela agarraram minha camisa. Ela cedeu.
Porque ela é tão doente quanto eu. Ou será que eu a adoeci com a minha fantasia?
Quando nossas línguas começaram a brigar, movi as mãos pro corpo dela com brutalidade. Sem carinho na barriga. Fui direto pros peitos, apertando com possessividade, como se quisesse deixar marcas pra provar que eram meus. Ela arfou contra minha boca.
Amassei a bunda dela nas mãos, e a imagem do sonho e do domingo passado invadiu minha mente como um vírus. O Osvaldo segurando essa mesma bunda. O Osvaldo rindo. O Osvaldo *tendo* o que era meu.
O ódio se misturou com o tesão numa química volátil.
Eu queria... queria... o que eu queria porra? Eu queria ser a porra de um homem! Não queria mais ser um... passivo? Eu conseguiria lutar contra a minha própria maldição? Ou seria o caralho de uma benção? Se essa porra me faz ter orgasmos terrivelmente intensos proveniente da dor emocional... Deus, o que é isso se não UMA TERRÍVEL AGONIA ETERNA TRAVESTIDA DE ALGO BOM?
Então a fúria de um homem gentil chegou com toda a sua força.
Não consegui mais aguentar. Puxei com ódio a legging dela para baixo com um movimento brusco e empurrei a minha amada e puta esposa pra baixo com força. Fiquei de pé sobre ela e pressionei as costas dela pra baixo, deixando ela posicionada. Rapidamente abaixei a calça. Não levou tempo antes de deslizar pra dentro. Em momentos eu estava martelando ela exatamente como o Osvaldo fez. Estocadas fortes e determinadas que arrancavam gemidos selvagens da Bruna a cada vez. Ela começou a corresponder às estocadas e eu tinha uma visão perfeita da bunda classe mundial batendo contra mim.
— Essa foi a visão que aquele desgraçado teve, né? — Eu estava cheio de ciúme e comecei a martelar a Bruna ainda mais forte.
— Bruno!! Dev-devagar! Ai meu Deus!! Eu vou—porra!! Tô gozando!! — O corpo da Bruna começou a ter orgasmo contra mim.
Normalmente eu gozaria junto com ela ou desaceleraria até ela terminar antes de gozar, mas dessa vez eu estava numa missão. Não desaceleei e fodi ela direto através do orgasmo. Suor pingava da minha testa na bunda tremendo da minha esposa que batia contra mim. Tentei lembrar o que mais o Osvaldo fez com ela que eu queria tentar. Meus olhos seguiram da bunda pras costas tonificadas, pro cabelo preso em rabo de cavalo. Tive a ideia e a coragem de agarrar ela pelo cabelo, forçando um arco incrível nas costas.
— Ah! Bruno! — Ela gritou conforme olhei pra baixo pro meu pau duro serrando pra dentro e pra fora da buceta molhada.
As bochechas da bunda balançando aumentavam minha excitação a cada ondulação. Mantive o ritmo enquanto encarava as covinhas das costas como se fossem olhos. Os músculos tonificados das costas formavam um vale profundamente satisfatório conforme agarrei a cintura e afundei os polegares ao longo da espinha, embutidos na fenda das costas.
— Me fode, amor! — ela gemeu.
— É? Você gosta de ser fodida assim, é? Te lembra alguém? — Disse no ouvido dela sem desacelerar as estocadas.
A Bruna ofegou conforme continuei a martelar ela implacavelmente. Ela não disse nada por alguns momentos enquanto recuperava o fôlego.
Numa mistura de desafio sedutor, perguntou: — Você... quer me foder como o Osvaldo fez?
Pausei por um momento, sem saber como proceder. Mas a Bruna tinha ideias diferentes. Começou a jogar a bunda de volta no meu pau.
— Se você quer me foder como o Osvaldo me fodeu, é melhor manter esse ritmo — ela disse. — Vamos, Bruno. Me faz esquecer daquele babaca do pauzão! — Ela me desafiou.
Apertei mais o cabo do rabo de cavalo. Puxei ela ainda mais no arco e comecei a martelar com toda minha força.
— AH! — ela gritou.
Ela deitou as mãos planas contra o balcão e estendeu completamente os braços. Os peitos pareciam incríveis conforme balançavam com minhas estocadas. Olhei pra baixo pro rosto dela que estava torcido de esforço e prazer. Trouxe meus lábios pros dela. A Bruna gemeu na minha boca conforme senti e ouvi a buceta molhada dela no meu pau duro. Ela podia sentir meus lábios massageando os dela enquanto a boca estava entreaberta pra ofegar por ar.
Ver a bunda tremendo batendo contra mim estava me deixando insano. Não acredito que o Osvaldo, nosso vizinho arrogante, teve essa visão primeiro. Lembrei o quanto ela gostou de levar tapas dele. Levantei a mão e dei alguns tapas em cada bochecha da bunda, imediatamente dando uma cor vermelha clara.
A Bruna não acreditava na paixão e tratamento que o marido estava dando. Era tudo tão novo no relacionamento. De repente ela pensou de volta no que o marido disse na outra noite. Como deixava ele louco que ela permite e faz coisas com o Osvaldo que ele não consegue fazer.
A Bruna começou a pensar num plano safado pra me empurrar pro limite. Parou de jogar a bunda de volta contra meus quadris e ficou de pé ereta, me empurrando pra trás pra longe dela. Virou cobrindo os peitos como se fosse tímida e modesta.
— Amor, você tá sendo violento demais... — ela disse com cara tímida olhando pros próprios pés.
Fiquei desconcertado com a reação: — O qu—? Amor, me desculpa. Achei que você tava gostando. Na outra noite com o Os—
— Aquilo foi ele! — Ela me cortou. — Ele é só um babaca qualquer, é óbvio que vai me tratar como uma vadia aleatória. Mas com o homem que eu amo, não parece certo. Com ele é só uma coisa física bruta. Com você, eu amo nossa intimidade e nossa conexão emocional. — Ela viu o choque nos meus olhos e tentou manter o personagem.
Agarrou minha mão e me puxou pra perto. Sentou no balcão de frente pra mim e enrolou as pernas ao redor. Finalmente agarrou meu pau ainda duro e esfregou contra os lábios da buceta.
— Bruna, me desculpa. Não quis te machucar ou te fazer sentir como uma vadia qualquer.
Ela colocou o dedo nos meus lábios e sussurrou no meu ouvido: — Shhh, você não fez nada errado. Eu gosto de ser vadia às vezes... mas só pra aquele babaca do Osvaldo.
Bem no final da frase ela puxou os quadris pra frente e meu pau na mão dela enfiou fundo dentro.
As palavras dela quase me fizeram explodir. Essa vadia esperta, pensei. Finalmente caiu a ficha que ela estava me provocando com o que eu disse na outra noite. Puxei a cabeça pra trás e vi o sorrisinho dela com os olhos travessos.
Levantei as sobrancelhas e ela deu risadinha. A Bruna começou a beijar meu pescoço enquanto continuava a sussurrar nos meus ouvidos.
— Único cara que tem permissão de me bater é aquele babaca. Eu gosto de agir como vadia pra um homem que não suporto. Me faz sentir tão safada que ele me fode tão violento e me trata como se eu fosse só uma puta pra ele.
Minha respiração começou a ficar mais pesada ouvindo as palavras tabu. Isso fez a Bruna rir ainda mais, mas nunca parou as palavras duras.
— Tá tudo bem, amor? Mesmo eu te amando mais que tudo, eu deixo um homem que a gente não suporta fazer coisas comigo que não deixo você fazer? Ai meu Deus, me sinto uma esposa tão ruim só de falar isso. Você ainda me ama, né? Por favor diz. Preciso ouvir, amor.
— Bruna, ai meu Deus. Porra. Eu te amo! Te amo pra caralho! — Não consegui mais aguentar e estava gozando fundo dentro dela depois de mais algumas estocadas.
— ISSO! Amor!!! Porra, goza pra mim. Goza dentro da sua esposinha gostosa! Bem fundo em mimmm! Ai meu Deus!!!
A Bruna perdeu o controle e começou a gozar ao mesmo tempo que eu. A buceta dela agarrou e ordenhou meu pau por tudo que valia. Senti os sucos dela por todo meu pau pingando até o piso da cozinha. Essa foi uma das fodas mais quentes que já tivemos.
Ficamos ali parados por um minuto, recuperando o fôlego. Ela acariciava minhas costas tonificadas e tinha a cabeça contra meu peito firme. Não dissemos nada por um tempo.
Finalmente quebrei o gelo: — A gente fez uma bagunça e tanto, né. — Conforme olhei pra baixo entre nossos corpos. Nossos fluidos formaram uma pequena poça no piso embaixo.
A Bruna deu risadinha com cara envergonhada.
— Por que você não se limpa e eu vou buscar comida pra viagem pro jantar hoje à noite.
Isso arrancou um sorriso grande no rosto dela. — Você sempre sabe o que dizer. Parece incrível. — Ela me deu um beijo na bochecha. Jogou uma toalha de mão no chão antes de marchar escada acima pra se limpar.
Naquele momento, conforme assisti o corpo liso e em forma dela ir embora, percebi que eu era um homem sortudo.
***
## QUINTA-FEIRA
Acordei mais cedo que o normal no dia seguinte. Olhei pro lado e vi a Bruna dormindo no meu abraço. Tantas coisas correndo pela minha mente. Tudo que aconteceu nos últimos dias fazia meu coração acelerar toda vez que pensava nisso. A noite da final da Libertadores mudou tantas coisas na nossa vida. Apenas no outro dia quando eu e a Bruna transamos na hidromassagem, percebi que foi a primeira e única vez que transamos do lado de fora. Mesmo não sendo num espaço público, só de fazer ao ar livre onde o Osvaldo ou qualquer estranho podia ter nos flagrado fez o sexo muito mais excitante.
Outro exemplo foi ontem, a encenação que fizemos na cozinha foi uma das coisas mais empolgantes que já fizemos. O jeito que a Bruna me provocou foi tão safado e diferente do normal dela. Foi então que percebi o quanto essa fantasia tinha aberto um lado sexual na Bruna.
Ainda havia tanto que eu queria saber sobre aquela noite da Libertadores. Me deixa perplexo como eu estava chateado por não ter visto mais da Bruna e do Osvaldo juntos e não com o fato do Osvaldo ter se aproveitado da gente e colocado algo na minha bebida.
Embora eu não tivesse prova, tinha 90 por cento de certeza que ele me deu algum tipo de droga pra dormir. Entendo por que ele fez mas também não entendo. Talvez ele só tenha sido egoísta e quis que a Bruna focasse só nele e no pauzão em vez de em mim.
Não demorou muito antes da Bruna acordar. Os olhos azuis dela abriram devagar. A primeira coisa que viu foi eu encarando o teto. Ela percebeu de cara que eu estava em pensamento profundo. Encarou silenciosamente por um momento.
— Bom dia, amor. — A Bruna disse baixinho como se eu ainda estivesse dormindo.
Meus olhos desceram pra ela. Ficamos em silêncio encarando nos olhos um do outro por um momento. Olhei pra ela como criança que acabou de ser pega fazendo algo que não devia.
— Bom dia, linda. — Dei um sorriso torto.
— No que você tava pensando? — A Bruna ainda perguntou em voz baixa.
— A verdade? — Eu disse com uma risada nervosa.
A Bruna concordou com a cabeça enquanto ainda olhava nos meus olhos com todo o amor do mundo.
— Não consigo parar de pensar no que você e o Osvaldo fizeram naquela noite — eu disse com voz nervosa.
Engoli em seco continuando: — Fico imaginando todas as formas que ele te pegou. As coisas que fez você dizer e fazer. Sinto que tô enlouquecendo. Não tô bravo que vocês transaram. Tô bravo que não pude ter visto mais.
— Ah, Bruno... — A Bruna tentou dizer algo, mas rapidamente a cortei.
— Já tô grato por tudo que você fez. Me sinto egoísta até por pedir mais. Por isso tô de boa se a fantasia acabar. A gente não precisa dele pra ter sexo incrível. Já tô feliz estando com você. Uma parte de mim só fica pensando naquela noite. Só isso.
— Ok, que tal isso: Depois do trabalho hoje à noite, eu te conto tudo que aconteceu naquela noite. Não vou segurar nada. Sei o quanto tudo isso te excita, e quero te agradar. — A Bruna disse com rosto vermelho. Os peitos cheios subindo e descendo rapidamente conforme esfregavam contra meu corpo.
— Então você vai me provocar de novo como ontem? — Sorri.
A Bruna concordou apesar do constrangimento.
Depois de dar um beijo longo, levantei e respirei fundo sabendo que hoje ia ser um dos dias mais longos em muito tempo.
***
O trabalho não podia ter passado mais devagar durante o dia. Eu ficava checando as horas constantemente, mas isso só piorava as coisas. Até as malditas caixas em branco do Excel, planilhas secas e relatórios da cadeia de suprimentos me faziam pensar na minha esposa gemendo.
Por sorte pra Bruna ela teve um dia corrido no hospital que a manteve ocupada a maior parte do dia. De vez em quando ela checava o relógio, o que sempre dava um sorriso nervoso sabendo que a hora estava se aproximando.
Algumas horas depois, a Bruna e eu estávamos sentados na sala. Comemos um jantar leve e estávamos conversando desde então. Já fazia mais de uma hora e a Bruna já tinha mais ou menos me contado tudo que aconteceu enquanto eu dormia.
Como o Osvaldo a fodeu em toda posição imaginável. Como ela acordou com ele entre as pernas, chupando ela. Como ele deitou o pau no rosto dela antes da luxúria tomar conta dela de novo. Como ela mandou ele deitar pra poder foder ele. Como eles foderam no chuveiro e se limparam.
Foi tão erótico. Senti que ia explodir por um tempo ouvindo todas as palavras safadas e atos tabu.
— Te contei tanto sobre o que aconteceu naquela noite. Agora me diz isso, você mencionou que acordou. Então você me viu com ele na cozinha... mas o que você fez depois? — A Bruna perguntou.
— Bom, realmente não sabia o que fazer, então só voltei a dormir no quarto de hóspedes. Pensar no que vi me deixou tão excitado que tive que me masturbar várias vezes depois que acordei mais tarde.
— Tentei comer, mas minha cabeça tava tão cheia de pensamentos que fui correr pra limpar a mente.
— Quando voltei, comi e tomei banho, e vi que você tinha mexido nas coisas do chuveiro. Fiquei fantasiando sobre as formas que você e ele foderam no chuveiro. Tive que me masturbar mais algumas vezes depois disso.
— Ai meu Deus, Bruno — a Bruna disse conforme sorriu e revirou os olhos —, você é tão sem esperança.
— Então onde a gente vai a partir daqui? — Perguntei.
— Como assim?
— Tipo, no começo a gente disse sem sexo. Agora isso é coisa do passado. Onde você vê isso terminando pra gente? Digamos que a gente continue descendo esse caminho. O que vem depois? — Perguntei nervoso. Eu sabia que queria continuar essa aventura louca que estávamos, mas isso ia nos arruinar? Era a coisa inteligente a fazer? Mas eu não estava preparado pro que a Bruna ia dizer a seguir.
— Você ficaria de boa se o Osvaldo foder meu cu?
— E se ele começar a vir aqui quando quiser e eu foder até ele não aguentar toda vez?
— Você quer que eu comece a ir na casa dele? Talvez se você escutar com atenção consegue me ouvir gritando o nome dele e chamando ele de papai enquanto ele me faz gozar?
— Você quer olhar pela porta de vidro pro nosso quintal e ver a gente fodendo na piscina?
— Como você se sentiria se um dia você chegar em casa e ouvir a gente fodendo?
— Quão perto você quer estar enquanto assiste o pauzão dele foder minha buceta apertada e molhada?
Ela fez todas essas perguntas numa rajada. Nem tive tempo de pensar antes da próxima pergunta sair dos lábios.
— Quando a gente vai superar isso? Formar uma família? Ter filhos?
— Você tá preocupado que as pessoas vão descobrir? E se alguém me vir com o Osvaldo?
A Bruna estava ficando um pouco exaltada. Ela tinha pensado nisso. Eu não queria fazê-la se sentir prisioneira da minha fantasia. As últimas perguntas realmente me deixaram sem palavras. Nem sabia como responder, mas eram todas perguntas sérias que eu precisava pensar.
— Ok, ok. Entendi o ponto que você tá fazendo. Tem tanta coisa que a gente tem que pensar. Já fizemos tanto, talvez a gente devesse dar um passo pra trás e pensar em tudo. — Sentei ali contemplando seriamente nosso futuro e como devíamos proceder.
— Amor, olha pra mim — a Bruna disse com rosto gentil, virando meu rosto com as mãos macias pra olhar nos olhos dela —, a razão de eu estar dizendo todas essas coisas é porque não quero que essa fantasia tome conta das nossas vidas. Só porque eu parar de ficar com o Osvaldo não significa que temos que parar essa fantasia completamente. Ainda podemos fazer roleplay e ter montes de coisas safadas pra falar. O que você acha?
— Você sempre foi a mais com a cabeça no lugar — eu disse, dando um sorriso leve, antes de me inclinar e dar um beijo profundo.
A Bruna levantou do sofá e agarrou minha mão: — Vem, vamos pra cama, quero experimentar umas coisas hoje à noite.
Com um sorriso safado ela me levou pro nosso quarto.
Assim que entramos no quarto, a Bruna me empurrou na cama e subiu em cima de mim.
Em momentos estávamos tirando as roupas enquanto ríamos, beijando os corpos um do outro.
Senti o peso do corpo da Bruna nos meus quadris. Podia sentir o calor das pernas conforme ela se montava em mim. Olhei pra cima pra minha linda esposa e os olhos azuis profundos com o cabelo loiro longo. As pálpebras estavam pesadas de luxúria. Logo atrás estavam as pupilas dilatadas. Minhas respirações eram mais curtas e rápidas conforme antecipava o que estávamos prestes a fazer. Ela podia sentir minha pulsação através da parte de trás das coxas quentes. Podia dizer que eu estava excitado só pelo meu rosto, mas tinha outra pista grande.
A Bruna estendeu a mão quente por trás da bunda e colocou por baixo do meu pau duro. Prendeu ele contra a bunda e deu uma passada longa, todo o caminho até a cabeça. Sentiu o calor do meu pau contra a pele da bunda macia e lisa. Os dentes brancos brilhantes brilharam num sorriso conforme morderam suavemente o lábio inferior cheio.
O corpo da Bruna torceu pra longe de mim, conforme olhou pra trás. O cabelo caiu sobre o ombro direito conforme agarrou a base do meu pau duro com a mão esquerda. Apertou firme, bem apertado pra que ficasse no lugar. Era desnecessário com o quão excitado eu estava, mas o aperto dela garantia que cada gota de sangue no membro túrgido estava pressionando contra as paredes com o máximo de pressão possível. Eu não podia estar mais duro. Ela podia sentir.
A Bruna estava me provocando de um jeito que nunca tinha visto. Trouxe o corpo em forma e curvilíneo pra baixo no meu pau e moeu as paredes da buceta molhada e suculenta contra a cabeça do pau. Podia sentir a quentura molhada no pau. Estávamos em posição: a cabeça do pau levemente virada pra cima estava na posição perfeita pra esfregar um ponto que ela queria focar. Os gemidos ficaram mais intensos conforme chegava mais perto do orgasmo.
— Aí! Aí! — ela ofegou. — Ai meu Deus do céu!
Estendi as mãos pra acariciar os peitos. Segurei nas mãos grandes e rolei os mamilos com piercings entre os dedos. Eram tão tentadores, tinha que ter. Sentei parcialmente ereto, apoiando um braço na cama e trouxe a boca pro mamilo direito. O cabelo da minha esposa caiu sobre meu rosto e respirei o aroma de flores e coco. A mão livre viajou pra cintura fina e desceu pros quadris largos. A Bruna sentiu minha boca quente chupando o mamilo endurecido. Pequenos choques de eletricidade viajaram pela espinha conforme sentiu minha língua ocasionalmente dar uma lambida no mamilo marrom claro. O jeito que chupei o mamilo complementou perfeitamente o jeito que a buceta apertada chupava meu pau. Estávamos ambos em êxtase.
As paredes apertadas da Bruna ao redor da cabeça do pau estavam começando a ser demais pra mim. A intensidade dela cavalgando fez meu pau formigar com uma sensação que era quase avassaladora. A Bruna ficou focada com a mão direita plantada na cama e a esquerda agarrando meu pau. Minha cabeça estava enterrada no peito com a mão agarrando a bunda incrível. Sabia que ela parecia gostosa pra caralho com a luz dançando no corpo tonificado. Mas ver isso não era o mesmo que viver. É impossível fazer justiça com palavras ou visões ou sons. Tinha que ser experimentado no presente pra apreciar completa e verdadeiramente.
— Mmf! — Gemi com o mamilo na boca.
Minha esposa linda estava me sufocando, me asfixiando, e me moendo até virar pó com o corpo. Estava respirando a carne do peito com o nariz e a boca pressionados contra o corpo macio. Meu nariz lutava pra puxar qualquer ar.
Estava sendo esmagado pela bunda e coxas. As paredes da buceta estavam limpando minha mente com a quentura apertada e molhada e a cavalgada perfeitamente calibrada. Estava sendo embalado pra outro mundo pela respiração e gemidos.
— Mmmff!! — Gritei de novo, surpreso comigo mesmo. Voltei à consciência já tarde demais pra perceber que estava prestes a gozar. Não havia nada que eu pudesse fazer.
— Ah!! Merrrrda! — Sibilei, puxando a boca do corpo quente. — Vou gozar porra!
— Ahh! Merda! — Apertei forte a bunda da Bruna e puxei ela, tentando com minha força parar ela de cavalgar.
Meu pau estava sendo sobrecarregado com sensação e meu cérebro queimava a cada passada da buceta dela. Minha esposa não parou. Manteve o aperto firme no meu pau ao ponto que o gozo não conseguia escapar. Caí de volta na cama e assisti ela continuar a foder meu pau. Eu estava impotente contra o corpo dela reclamando meu pau como dela. Só conseguia segurar a bunda com as duas mãos e ranger os dentes. Podia sentir os músculos glúteos contraindo sob meus dedos, sem parar a cavalgada.
— Porra! Bruno! — Ela gritou na noite. — Vou gozar caralho! — ela anunciou.
— Ahh! Goza, amor! — Eu a incentivei, parcialmente em desespero pra fazer esse redemoinho parar. Parcialmente pra dar pra minha esposa o que ela precisava.
— Ohhhh! Porra!!! Isso!! — os olhos da minha esposa linda estavam apertados. As sobrancelhas tensas de emoção e a boca linda aberta.
— Ohhhh! Uhh! — Ela uivou pras paredes do quarto conforme gozou.
Finalmente, parou de se mover conforme também foi dominada pela sensibilidade ao toque. O alívio foi o que precisei pra me recuperar o suficiente pra beber a visão da beleza da minha esposa. O rosto estava corado de sangue e parcialmente obscurecido pelo cabelo grosso e loiro. O queixo e linha da mandíbula de modelo complementavam o pescoço e os braços tonificados, peitos cheios e empinados que subiam com as respirações. A barriga lisa se movia com a respiração e meus olhos seguiram os contornos descendo pros quadris largos. O vinco entre os quadris e coxas se apresentava de tal forma que mesmo de frente pra ela, eu podia ver que ela tinha uma bunda incrível. Mas não precisava só ver. Minhas mãos grandes continuavam segurando a bunda macia. Não havia nada como sentir a maciez da pele e gordura nas mãos com as contrações dos músculos fortes embaixo.
Devagar, a Bruna desceu. A mão esquerda amoleceu antes de finalmente soltar. Eu ainda estava dentro dela conforme deslizou o resto do caminho até a base do meu pau. Relaxou o braço direito apoiado e descansou em cima do meu peito. Nós dois ofegávamos pra puxar mais ar. Trouxe minhas mãos pra pegar o rosto dela e a trouxe pra um beijo. Ficamos apaixonadamente. Saboreei a sensação dos lábios cheios se movendo contra os meus. Provei a respiração quente e lambi os dentes com a língua. O beijo apaixonado continuou conforme nossos corpos se acalmavam. O gozo que tinha ficado represado atrás da pressão do aperto da minha esposa escorreu em ondas pro canal quente, mesmo com meu pau amolecendo dentro dela.
Ela se moveu pro lado do meu rosto e mordiscou meus lóbulos antes de mover os lábios pelo pescoço.
— Ai meu Deus... O que foi isso? A gente nunca fez isso antes — eu disse com os olhos fechados, sentindo ela mover os lábios pelo meu corpo.
— Hehe — a Bruna deu risadinha, quase como se guardasse um segredo.
— Achei um ponto novo dentro de mim que esfregava seu pau. É incrível, amor... — Senti ela se levantar pra posição ajoelhada em cima de mim. Ela deu risadinha de novo antes de terminar o pensamento.
— Hehe... Bom... Acho que o Osvaldo achou. — Ela sussurrou baixinho.
Meus olhos se abriram de repente. Um jato pequeno de gozo pulou do meu pau mole e pesado pra dentro da minha esposa. Trouxe meu olhar ligeiramente pra baixo pra travar os olhos com minha esposa deslumbrante. Os olhos azuis brilhavam com intensidade. As duas mãos apoiadas no meu peito, o que juntava os braços e peitos, reunindo o decote empinado. A Bruna olhava pra baixo pro meu rosto, usando nada além de um sorriso safado.
E naquele momento, vi tudo com clareza cortante.
Ela não era vítima da minha fantasia.
Ela era arquiteta.
Cada palavra calculada. Cada gemido medido. Cada "confissão" planejada pra me dar exatamente o que eu queria — e o que ela precisava.
O Osvaldo não era o inimigo.
Era o instrumento.
E eu?
Eu era a plateia pagante.
O marido corno que confundia humilhação com amor.
Que confundia dor com prazer.
Que confundia submissão com parceria.
Mas a porra do pior?
Era que mesmo sabendo disso — mesmo vendo a manipulação naquele sorriso safado — meu pau deu mais um pulso fraco dentro dela.
Porque no fundo, lá no lugar mais escuro e torto da minha psique...
Eu não queria que parasse.
Logo a escuridão desceu e a madrugada nos levou, completamente satisfeitos. Nós dois sentimos completa felicidade enquanto ficávamos no abraço um do outro.
Mas enquanto ela dormia no meu peito, a respiração lenta e rítmica, eu fiquei acordado.
Olhando pro teto.
Pensando.
*Eu tentei ser homem hoje. Tentei ser violento. Dominante. Tentei ser o Osvaldo.*
*Mas no final, ela ainda cavalgou em cima.*
*Ela ainda controlou quando eu gozava.*
*Ela ainda me fez gozar de novo só com palavras.*
*Então quem fodeu quem?*
A resposta me aterrorizava.
Porque talvez — só talvez — eu nunca tenha fodido ela.
Talvez ela sempre tenha me fodido.
Desde o começo.
E eu chamei isso de amor.
***
>> Estou lendo todos os comentários! Responderei assim que for possivel pessoal, me desculpem, mas ando trabalhando muito e venho adaptando sempre que tenho um pouquinho de tempo sobrando. Fico feliz por estar na parte 23 já e ainda ter muita gente curtindo e acompanhando! E o pessoal com as críticas também são muito importantes para a melhoria do conto e no meu próprio desenvolvimento como “escritor amador”.
De toda forma,
Obrigado!
Até a próxima parte!
Obs: será que a Bruna vai fazer anal quando? 😂👌