Aproveitando que nosso filho foi passar o réveillon com a namorada, e o filho deles viajou para surfar, Marcela e Geraldo nos convidaram a comemorar a passagem de ano, num restaurante bacana, super restrito, no canto de uma enseada em Niterói.
Marcela foi professora do nosso filho, no primeiro ano do fundamental, há 12 anos.
Ela tinha 22 anos na época, e um filho da idade do nosso. Logo nossos filhos se tornaram os melhores amigos, e por consequência Marcela e Marina, minha esposa, também se tornaram grandes amigas.
Marcela é 12 anos mais nova que Marina, loira natural, linda, com 1,73 de altura, seios médios para grande, e corpo sinuoso cuidado em academia, facilmente poderia seguir a carreira de modelo.
Sempre nutri um tesão imenso por ela, desde que nos conhecemos.
Marina, minha esposa, está com 46 anos, é uma morena de 1,60 de altura, e seios pequenos, nunca gostou de ginástica, mas é abençoada pela natureza que mantém seu corpo esguio e firme. No período da pandemia cortou os cabelos curtinhos e parou de pintar, ficaram completamente grisalhos, como os da Meryl Streep, em “O Diabo Veste Prada”, hoje estão compridos, até o meio das costas, admirado por todos que a veem.
Eu tenho 50 anos, 1,65 de altura, na juventude era atleta de surf e karatê, mas por causa do trabalho, meus tempos de atleta ficaram no passado, estou bem fora de forma, mas não chego a ser obeso.
Geraldo, marido da Marcela, é 14 anos mais novo que eu, cearense de 1,68, embora não seja entusiasta de academia, sempre malhou muito em casa, nada e corre diariamente na praia, além de jogar futebol regularmente, o que lhe confere um corpo atlético.
Os dois formam um casal vistoso.
A amizade entre Marina e Marcela foi se foi se intensificando, e quando Marcela parou de dar aulas, depois que os meninos completaram a alfabetização, as duas se tornaram inseparáveis, com frequentes saídas à tarde, no horário da escola dos meninos.
Também foi nessa época, que Marina teve suas primeiras aventuras extraconjugais, com meu conhecimento e incentivo.
Na Noite do réveillon, deixamos nosso carro na casa deles, que era caminho da nossa casa para o local da festa, e fomos todo no carro do Geraldo.
Marina estava maravilhosa, usando um vestido branco, totalmente transparente, com algumas flores bordadas, também brancas. Por baixo usava um conjunto de top e short nude (cor de pele), o short tinha a cintura alta, mas era bem curto, parecia um caleçon, deixando as popinhas de fora, não estava indecente, porém a transparência do vestido, e a ilusão de que não usava nada por baixo, por causa da cor de pele do conjunto de ginástica, instigava.
Marcela usava um vestido dourado brilhante que parecia uma rede de tramas bem pequenas. Por baixo, se destacava um conjunto branco parecendo um biquíni, bem menor do que o que Marina usava.
As duas chamavam muita atenção.
Eu e Geraldo, usávamos bermudas, tênis e camisa de botões, tudo branco como praticamente todos os homens no local.
A noite foi animada, com música ao vivo, tocando samba, pop rock e MPB.
Tinha uma mesa farta, com frutas variadas, e comida para todo gosto, além de um bar servindo bebidas e preparando drinks, tudo incluído no pacote da festa.
Eu e Geraldo ficamos bebendo cerveja, já Marina e Marcela começaram com um drink a base de gim, depois passaram para vinho branco, e perto da meia noite, engataram no espumante.
Na hora da virada, descemos todos para a praia, para assistir a queima de fogos e brindar na beira da água.
Depois da virada, voltamos para o restaurante, Marcela já estava ficando chapada, e por volta das duas horas da manhã, começou a dar sinais de que ia passar mal.
Não era a primeira vez que Marcela aprontava dessas.
Achamos melhor levá-la para casa, e Geraldo nos convidou a continuar a comemoração na beira da piscina.
No caminho começamos a contar casos do início do namoro de cada um.
Estávamos os todos bem alegrinhos e sem travas morais.
Geraldo contou que começaram a namorar muito novos, ambos eram virgens, descobriram as delícias do sexo juntos e não pararam mais, engravidaram logo, como se gostavam muito, casar não foi problema.
Mas que depois de casados, por causa do trabalho com o bebê pequeno, e os estudos que continuou em casa, Marcela ficava exausta, ficavam semanas sem se tocar. Ele sentia muita falta de sexo, passou a frequentar puteiros, Marcela descobriu e quase se separaram.
Depois disso ele nunca mais se aventurou.
Marina, sempre mais falante, confessou que perdeu a virgindade no ensino médio, e na viagem de formatura, transou com três meninos ao mesmo tempo, quando começamos a namorar, aos 19 anos dela, ela já tinha transado com dez caras diferentes, inclusive um professor da faculdade, e que eu sempre fui muito safado e curioso, sempre pedia para ela contar as experiências anteriores dela, que me excito muito a ouvindo.
Ela me olhou com aquela cara sapeca, de quem está a fim de aprontar.
Eu assenti com a cabeça.
Então ela continuou, disse que eu gostava de ouvir não só as experiências anteriores. Que eu era liberal, permitia que ela saísse com outros caras, e ficava louco ouvindo ela contar tudo que tinha feito
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Geraldo, sem demonstrar a menor surpresa, falou que Marcela já tinha contado para ele dessas aventuras da Marina.
Já estávamos entrando na garagem deles, e o assunto morreu temporariamente.
Fomos direto para o quintal, à beira da piscina, Geraldo, tirou o vestido da Marcela, comprovei que ela usava mesmo um biquíni por baixo, e entrou na ducha com ela.
Marcela murmurou palavras ininteligíveis, jogada nos braços do Geraldo.
Geraldo a enxugou, disse que ia tirar as roupas molhadas e levar Marcela para cama.
Geraldo voltou de sunga, e trouxe um balde de gelo cheio de cervejas, e uma garrafa de espumante, que ele sabe que Marina gosta.
E retomando o assunto, olhou de banda para Marina, disse que Marcela nunca admitiu, mas ele tem quase certeza que depois que parou de dar aula, ela teve um casinho pelo menos.
Percebi que Geraldo estava jogando verde, pois Marcela e Marina ficaram muito próximas, naquela época, e com certeza Marina saberia dos segredos da amiga.
Marina fez cara de paisagem e ficou na dela.
Geraldo, mais direto, perguntou se a Marcela também fazia essas coisas.
Geraldo parecia na boa, sem traços de revolta ou raiva, apenas curioso.
Tentei transmitir calma e segurança para Marina.
Ela implorou para que ele não brigasse com a Marcela.
Ele a acalmou, repetiu que sabia sobre as aventuras da Marina, tinha quase certeza de que naquela época Marcela também tinha dado uns pulinhos, mas depois nunca mais teve motivos para desconfiar.
Marina contou que três vezes Marcela pediu para ela a acompanhar em encontros que marcou com desconhecidos.
Na primeira vez, olharam de longe, ela não gostou do homem, nem foi até ele.
Na segunda vez, eles ficaram flertando, namorando, dando beijo na boca, mas que não passou disso, depois, Marcela explicou que não bateu tesão.
Na última vez, ela foi para um motel com o homem, mas ligou menos de duas horas depois, contando que tinha sido muito sem graça e se fosse para transar com outro, tinha que ser muito melhor que com o marido.
Marina começou a reclamar do calor infernal, Geraldo sugeriu um mergulho, mas Marina agradeceu dizendo que não estava com roupa de banho, eu perguntei qual o problema de entrar com aquele conjunto de ginastica.
Marina me olhou com uma cara sapeca, tirou o vestido e pulou na água.
Percebendo que Geraldo não tinha se abalado com a revelação da Marina, e querendo dar uma provocada a mais, confessei que sempre achei Marcela muito gata, e sentia maior tesão por ela.
Geraldo sorriu, comentou que no início, muitas vezes partiu para briga com os homens que a cantavam, ou até que bastavam olhar para Marcela, e embora ainda sentisse ciúmes dela, acabou se acostumando.
E olhando para Marina saindo da água, confessou que aquele jeito sensual e ousado da minha mulher sempre instigou muito tesão nele.
Olhei também, e percebi que por baixo do vestido, Marina não colocou um conjunto de ginástica, mas sim uma lingerie fina. Vi que os bicos dos seios apareciam nitidamente através do tecido molhado do top, e que o short também estava totalmente transparente, deixando ver a rachinha depilada, e o triangulozinho de pelos curtos sobre o monte de vênus.
Marina pegou a toalha que Geraldo ofereceu, e entrou no banheiro.
Logo depois saiu, usando o vestido transparente, sem nada por baixo.
Sinceramente, eu acho muito mais excitante a provocação da mulher com roupas ousadas, que a nudez explicita.
E o efeito que provocou no Geraldo era nítido, embora ele tentasse disfarçar.
Muitas vezes, eu e Marina já havíamos comentado sobre como aquele casal era atraente. Mas eu não esperava que ela provocasse o marido da amiga daquela forma, ainda mais na minha frente.
E era óbvio que ela estava tentando seduzir nosso amigo.
Marina se sentou ao lado da cadeira onde Geraldo estava e falou.
— Sabe Geraldo? Me sinto culpada por ter botado essas ideias na cabeça da Marcela, contando minhas aventuras para ela, foi isso que abriu caminho para os poucos encontros que ela teve, mas garanto que foram só aquelas três vezes, e ela não apreciou, falava que tinha sexo muito melhor em casa, e não queria correr o risco de criar problema com você.
Marina chegou ainda mais perto do Geraldo, tocando as pernas nas dele, o corpo inclinado para ele, e continuou.
— Eu sei que você morre de ciúmes dela, e jamais permitiria a ela viver essas loucuras. Mas o Robson não é ciumento como você, ele sempre quis me ver com outro homem.
Enquanto falava, ela foi puxando o vestido até as coxas, e passando as pernas por cima das dele, foi deslizando, sentando-se de frente no colo dele, encaixando a bocetinha desnuda em cima do pau do amigo, por cima da sunga.
— Esses anos todos eu sempre tive vontade de dar para você. Mas sempre respeitei minha amiga.
Geraldo se remexia, nervoso, tentando evitar aquele conato. Mas Marina não dava espaço.
— Acontece que ela tem reclamado que não está mais aguentando seu fogo, sabe que tem deixado você na mão.
Deslizando as unhas pelo peito do amigo continuou.
— Então a gente pode se ajudar. Eu ajudo minha amiga a apagar seu fogo, você mata a vontade do seu amigo, de ver a mulher dele fodendo com outro, e ainda vai à forra dos encontros da Marcela. Eu até já sugeri isso a ela, mas ela ficou com medo da sua reação quando soubesse dos encontros dela.
Marina baixou a parte de cima da sunga do Geraldo, fazendo o pau dele pular feito uma mola de dentro da sunga.
Marina apoiou uma mão no peito dele, e com a outra, segurou o pau dele e começou a deslizar a cabeça roxa e brilhante pela entrada da bocetinha.
Pude ver aquele bulbo ficando ainda mais brilhante, com o líquido viscoso da excitação dela, conforme abria os lábios da boceta da Marina.
Geraldo se agarrava aos braços da cadeira, me olhando sem saber o que fazer.
Eu apertava meu pau por cima da bermuda, e mordia os lábios, deixando claro que estava excitado, e concordando com as ações da minha esposa.
Marina se ajeitou melhor, encaixou o pau dele, começou um rebolado lento, pressionando com a mão a cabeça do pau para dentro dela.
Quando a cabeça entrou, ela deu um gemidinho, soltou o pau dele apoiando as duas mãos no peito musculoso do amigo, ficou parada alguns segundos, prolongando aquele momento.
Geraldo que até então estava passivo, espalmou as mãos nas coxas dela, e foi deslizando para cima, levando o vestido junto.
Segurou firme com as duas mãos na cintura e pressionou para baixo.
Marina retomou o movimento sinuoso dos quadris, descendo o corpo, fazendo aquele cilindro duro, de nervos e carne, sumir totalmente dentro dela.
Parou novamente, tirando os pés do chão, levando os joelhos para o assento da cadeira, descarregando todo o peso do corpo sobre a virilha do Geraldo, ficando literalmente empalada no pau do marido da amiga.
Geraldo continuou subindo as mãos por baixo do vestido, até segurar os dois peitinhos.
Marina puxou o vestido pela cabeça, jogou ao lado, se deixando completamente a disposição do Geraldo.
Geraldo acariciou seus seios com um cuidado e delicadeza que me surpreenderam, passou as mãos pelas costas de Marina puxando para perto.
Marina colou o corpo no dele, e se beijaram, um beijo profundo, delicado, carinhoso.
Confesso que senti o estômago apertar, assistindo aquele beijo tão íntimo, e Marina completamente relaxada e envolvida pelos braços dele.
Então vejo as mãos do Geraldo deslizando pelas costas dela, descendo até a bunda, ele segura firme as duas nádegas, e puxa com força em direção ao seu pau.
Marina dá um gemido alto, contrai o corpo todo, e relaxa de novo.
Geraldo novamente a puxa forte pela bunda, o dedo médio se insinuando no cuzinho da Marina, ao mesmo tempo que empurra por baixo o pau para dentro dela.
Marina geme de novo extasiada.
— Uuuhhh!!! Meu Deus, que pau duro. Gostoso demais.
Ela começa a cavalgar ensandecida, mas logo perde o ritmo, sinal que está se aproximando do orgasmo.
Geraldo passa a socar firme o pau por baixo.
Mariana se agarra no pescoço dele, que a segura com um braço pelas costas e a outra mão, por cima da bunda, enterra o dedo médio no cuzinho da Marina.
Ela dá um urro, seguido de exalações curtas.
— Ah! Ah! Ah!
Conheço minha esposa, sei que ela está gozando.
Geraldo intensifica ainda mais as estocadas por baixo, fazendo Marina quicar no seu pau, e quando Marina começa a relaxar, ele empurra o quadril para cima enterrando bem lá no fundo.
Pelas contrações dele percebo, fascinado, que está gozando dentro da minha mulher.
Marina relaxa o corpo em cima dele e ficam se beijando.
Alguns momentos depois, Geraldo faz Marina se levantar, saindo de dentro dela.
Vejo a porra escorrendo, e surpreendentemente o pau dele duro como se não tivesse acabado de gozar.
Ele se ajeita na cadeira, e Marina se ajoelha entre as pernas dele, admirada.
— Meu deus, eu duvidava quando Marcela falava que ele não se cansa, e a deixa esgotada, olha como isso ainda está duro.
Ato continuo, mete a boca, numa chupada gulosa.
Geraldo dá uma gargalhada, se levanta, puxa Marina, a pega no colo, e leva até uma área coberta, com uma espreguiçadeira enorme, como uma cama de casal.
A bota deitada e começa a acariciar seus seios.
Eu acompanho toda a ação de longe, não quero atrapalhar.
Geraldo olha para mim, e fala.
— Sempre fui fascinado pelos seios da sua mulher.
Se inclina, beija o biquinho de leve, e olha para mim sorrindo, como agradecendo.
Com a ponta da língua circunda o mamilo, logo envolve com os lábios e começa a chupar de leve.
Ele alterna os seios, chupando ora um ora o outro.
Passa a sugar com força, engolindo quase todo o peito dela, enquanto aperta o outro, deixando os dedos marcados.
Ele se levanta, puxa Marina pelas pernas até a borda da cama, segura as pernas dela bem abertas, e com os dentes trincados, soca o pau todo de uma vez para dentro da boceta da minha mulher, que não consegue conter um urro.
Começa a meter forte, fundo, num ritmo alucinante.
Marina se contorce, geme, grita, delirando de tesão.
Me impressiono com a intensidade daquela foda.
Vejo o suor brotando no corpo da Marina e pingando do rosto do Geraldo em cima dela, mas ele não dá trégua, continua fustigando Marina, como um touro montando a fêmea.
Percebo espasmos e contrações
involuntárias, percorrendo o corpo de Marina.
Geraldo começa a manipular o clitóris dela, sem parar de meter. De repente ela começa gritar e expelir jatos de um líquido esbranquiçado pela boceta.
Nunca tinha visto minha esposa gozar daquele jeito.
Geraldo parou um pouco, com o pau dentro, deixando Marina aproveitar aquele gozo.
Mal Marina relaxou, Geraldo a botou de quatro, enfiou o pau todo dentro dela de novo, e voltou a socar com vontade.
Chegava a ser assustadora a vitalidade do Geraldo.
Em pouco tempo, Marina gania novamente, o corpo estremecendo, num novo orgasmo.
Seus braços fraquejam, o corpo tomba para frente, apoiando os ombros e o peito no colchão, a bunda continua empinada, segura pelas mãos fortes do Geraldo, que continuava socando fundo dentro dela.
Marina olha de lado para mim, a expressão de êxtase e exaustão, estende a mão na minha direção.
Me aproximo segurando sua mão. O coração acelerado.
Ela me puxou e beija minha boca.
— Aí amor, que tesão louco. Ele mete muito fundo e forte, e não se cansa.
De repente, soa a voz da Marcela de dentro da sala.
— E não é que essa vadia conseguiu mesmo seduzir meu marido?
Geraldo para assustado olhando para a esposa.
Mas a loira sorri, se aproxima, acaricia o peito dele, desce a mão pela barriga e passa para a bunda da Marina.
Com as duas mãos aperta e abre as nádegas da amiga, deixando o cuzinho exposto.
— Não se preocupa amore! Nessa piranha eu confio. Sei que não vai querer roubar meu macho, não vai trocar o corno dela, que deixa ela dar para quem ela quiser. Quem sabe assim você me dá um pouco de descanso, tendo outra boceta para comer.
Marina dá uma gargalhada, e percebemos que tinha sido uma armação das duas.
Geraldo olhou para Marcela com cara de sádico, empurrou a esposa no colchão, que caiu de quatro ao lado da Marina, saiu de dentro da minha mulher com o pau ainda tinindo, levantou a camisola da esposa, deu um tapa estalado na bunda dela, e meteu de uma vez.
— Ai, seu filho da puta, não ficou satisfeito com essa putinha não?
— Você não falou que eu ia ter duas bocetas para comer, então, vou comer as duas.
Depois de algumas estocadas na esposa, Geraldo voltou a meter na Marina, e ficou alternando, metendo numa e na outra.
Mariana já não conseguia se sustentar e desabou no colchão.
Geraldo virou Marcela de costas, segurou suas pernas para o alto e enterrou o pau na esposa.
Marina apreciava a cena, deitada de lado, bem perto dos dois, e falou.
— Sabe que eu sempre tive curiosidade de apertar esses peitos.
Para minha surpresa ela estendeu a mão e começou a acariciar os seios fartos da amiga.
As carícias rapidamente tornaram-se mais intensas, Marina massageava e apertava os peitos de aréola grande da amiga, enquanto o marido macetava a boceta da esposa.
Marcela olhava para ela com desejo nos olhos, Marina se aproximou mais, e abocanhou o bico.
Com o estímulo extra Marcela começou a gritar que estava gozando.
Marina deitada de bunda para cima, sugando os seios da amiga, era um verdadeiro convite.
Geraldo se ajeitou melhor, e deu um tapão na bunda da minha mulher.
Marina levou um susto e moveu o corpo para frente, ficando com o rosto colado no rosto da Marcela.
A amiga ainda gozando, puxou Marina pela nuca e beijou a boca, na mesma hora que Geraldo saiu de dentro da dela, se posicionou atrás da minha mulher, cuspiu no cuzinho lubrificando, encaixou o pau na entrada do cuzinho apertado, e começou a forçar o pau para dentro.
Marina ensaiou um protesto, mas Geraldo a segurava firme com as mãos fortes pelas ancas, e Marcela segurando sua cabeça falou.
— Foi ideia sua dar para ele, sua piranha, eu te avisei, agora aguenta.
Geraldo foi empurrando devagar, as vezes fazia um vai e vem, mas não aliviava a pressão, logo aquela vara que parecia pedra polida, e não amolecia nunca, estava inteira dentro do cu da Marina.
Ele meteu por um bom tempo, até gozar dentro da bunda da Marina.
Não sei por quanto tempo os três ficaram fodendo.
Geraldo pegava ora uma ora outra, e as duas se pegavam também.
As duas fizeram 69, enquanto Geraldo metia por trás na que estava por cima.
Com o dia já claro, Geraldo botou as duas de joelhos e gozou na cara delas, que se beijaram e lamberam uma à outra, limpando toda a porra.
Não sei o que me impressionou mais, a quantidade de esperma que o cara produz, ou o tempo que mantem o pau duro, e muito duro.
Os três entraram na ducha da piscina, Geraldo e Marcela se recolheram para o quarto.
Eu e Marina, nua, dormimos abraçados de conchinha no sofá sala.
Acordei com barulho na cozinha, Marcela estava nua encostada no batente, olhando para dentro.
Me aproximei e vi Marina com as duas mãos apoiadas no balcão para sustentar as estocadas que Geraldo dava nela por trás.
Parei ao lado da Marcela, deslizando a mão pelas suas costas até abraçá-la, doido para segurar aqueles peitos, e quem sabe comer aquele mulherão.
Mas ela me cortou logo.
— Nem adianta se engraçar, o Geraldo não é como você, ele jamais vai permitir que eu fique com outro homem. Além do mais, eu mal dou conta do meu marido, quem dirá de dois, e para ser sincera, nem tenho vontade.
Apesar do balde de água fria, era tentação demais aquela mulher pelada, deslizei a mão de volta pelas costas dela, descendo para a bunda.
Ela olhou de lado para mim sorrindo, deu um tapinha de leve na minha mão, e se afastou em direção aos dois.
Marcela se sentou no balcão, deixando Marina entre suas pernas, e a puxou para si.
Marina debruçada sobre ela, alternava entre beijar a boca e chupar os peitões, com uma mão masturbando a amiga, e a outra se apoiando no balcão.
Marcela se encostou na parede, e apoiando os pés no balcão puxou a cabeça da Marina.
Minha esposa, dobrou o corpo, e começou a chupar a boceta da amiga, enquanto Geraldo continuava socando por trás na minha mulher.
Não demorou e Marcela gozou.
Assim que seu orgasmo acalmou, ela deslizou para o chão, ajoelhada entre as pernas da Marina e começou a chupá-la.
Marina delirava, entregue ao pau duro do amigo, e a língua nervosa da amiga.
Em poucos momentos, vejo as pernas da Marina começarem a tremer, a expressão contorcida e tensa de quem iniciava mais um orgasmo.
Geraldo, agarrado nos peitos dela, dá aquelas estocada, mais lentas, curtas e fundas, de quem está começando a gozar.
Sem forças, Marina desmonta.
Vejo o pau do Geraldo saindo de dentro dela, e a porra escorrendo, só então me dou conta de que ele estava metendo com todo aquele ímpeto no cu da minha esposa, e já havia gozado lá dentro antes.
Marcela a ampara e ajoelham lado a lado.
Geraldo, em pé na frente delas, aproxima o pau, ainda tinindo, da boca da Marina.
Marcela, acho que com pena da amiga puxa o marido e abocanha o falo, juntado a chupada à uma punheta ritmada.
Sem anunciar ele começou a gozar, Marcela engoliu o primeiro jato, e tirou o pau da boca.
Ele continuou gozando sobre as duas, melando rosto, peitos, esfregando e batendo o pau na cara das duas, e dando para elas limparem.
Marcela ajudou Marina a se levantar e a levou para mais uma ducha na piscina.
Geraldo se esparramou numa cadeira da cozinha.
Olhou para mim, sorrindo e falou.
— Cara, que loucura, nunca imaginei uma coisa dessa, nem sei o que falar. Marcela já tinha me dito que vocês eram liberais, ou melhor, que você libera a Marina para essas loucuras. Eu acho maior barato, mas só de imaginar Marcela fazendo isso, me dá um embrulho no estomago. Nunca vou conseguir aceitar ela fazer isso. Não sei como você consegue, ainda mais assistir.
Eu sorri, e respondi.
— Eu gosto de vê-la satisfeita, na verdade sempre quis ver assim, sem forças de tanto gozar.
Então aponto para as duas rindo debaixo do chuveiro, e falo.
— Olha para ela, fazia tempo que não ficava assim, feito adolescente que fez travessura. Eu amo vê-la assim satisfeita e alegre. Eu nunca tinha assistido, foi excitante demais. Nunca vi ela gozar tanto, muito menos ejacular daquele jeito.
— Cara, você não existe sabia? Se está tudo certo para vocês, e para a Marcela também, quem sou eu para reclamar.
Ele levantou, o pau finalmente amolecendo, disse que ia tomar um banho no quarto e vestir uma roupa.
Marcela voltou enrolada numa toalha, acompanhando Marina, vestida só com o vestido da festa.
Marina sorriu, se abraçou em mim, e pediu.
— Amor, vamos? Preciso de um pouco de descanso.
Marcela riu, e falou.
— Viu o que eu passo? É bem verdade que ele estava mais empolgado por sua causa, mas não é muito diferente disso todo dia.
Abraçou a Marina e falou.
— Obrigado amiga, quando estiver legal me liga.
Marina entrou no carro, se aconchegou em mim sorrindo deitou a cabeça no meu ombro, e acho que dormiu, pois não falou nada no curto trajeto para casa.
Quando parei na porta da garagem, ela desceu do carro para abrir o portão antes que eu pudesse descer.
Tinham uns moleques andando de skate na rua, que pararam para observar Marina com aquele vestido transparente sem nada por baixo.
Entrei com o carro e ela estava rindo, fechou o portão e entrou na minha frente.
Cheguei no quarto, ela já estava deitada, nua, fazendo pose para mim.
Tirei minha roupa, me sentei ao lado dela, passando a mão suavemente pelo seus seios, observando e beijando, as marcas daquela noite louca, no corpo da minha mulher, marca de chupão no seio, marcas de dedos nas ancas, a boceta inchada e vermelha.
Virei-a de bruços, a bunda vermelha de levar tapas, afastei um pouco as nádegas, para observar o cuzinho, dilatado, vermelho, e ainda úmido, minando porra.
Me deitei entre suas pernas, acariciando, beijando as coxas e a popinhas, de um lado e outro, subindo as mãos pelas suas costas, e acompanhando com a boca, beijando de leve, lambendo, sentindo o gosto da sua pele.
Ela gemeu, a pele arrepiada.
— hummmm..., bom...
A abracei por trás, segurando seu seios, a respiração quente no seu pescoço, meu corpo todo grudado no dela.
Meu pau já estava bem duro, deslizei pelo rego, de cima a baixo.
Ela segurou, puxou para frente, esfregando nos lábios da boceta.
Senti ela quente, melada, aberta, mas inchada ao mesmo tempo, pressionando a cabeça do meu pau.
Forcei um pouco, meu pau deslizou inteiro para dentro dela, fácil, mas apertado pelo inchaço dela.
Senti a base da cabeça ardendo, esfolada de tanta punheta que eu tinha batido, o que acentuou meu tesão.
Fiquei apenas parado, sentindo o pau pulsar dentro da boceta quente e melada, lembrando da expressão de êxtase do Geraldo metendo nela, e ela quase desfalecendo, no ultimo orgasmo, quando gozaram praticamente juntos.
Para minha frustração, não resisti, e acabei gozando rápido demais.
Ela me conhece bem, percebeu a tensão da minha frustração.
Puxou meus braços ao redor dela, sem deixar eu sair de dentro.
— Amor!? – Ela falou toda languida.
— Que foi?
— Eu gozei muito, perdi a conta.
— Eu vi.
— Eu não ia gozar de novo agora.
— uhum – bufei.
— O pau dele é muito duro, e não amolece, nem parece carne e nervos.
— É, Eu vi.
— Ele não cansa. Ele me comeu muito.
— E você? Gostou de transar com ele?
Perguntei mansinho, fazendo um cafuné.
Ela se virou me encarando séria, analisando minha expressão.
Sorri para ela, afastando uma mecha de cabelo dos seus olhos.
Ela sorriu de volta, deu um suspiro profundo, se acomodou no meu peito e respondeu.
— Eu gostei. E com a Marcela também.
E escondendo o rosto entre os dedos, falou baixinho.
— Meu Deus, nunca imaginei que fosse gostar de sentir o gosto de boceta melada, de chupar peito de mulher, ainda mais aqueles peitões. E ela beija gostoso.
Eu ri e perguntei.
— Vai dar para ele de novo? Pelo jeito ele tem disposição para comer as duas todo dia, e mais de uma vez.
Ela ficou pensativa. E depois de alguns segundos respondeu.
— Não sei, amor. Nunca fiquei com alguém tão perto de casa, desse jeito acabo virando amante fixa.
— E daí? Qual é o problema.
Ela riu.
— Você, hein, não tem jeito.
E ficando séria de novo falou.
— Mas não sei como a Marcela vai encarar isso.
Nisso o celular dela apita, era uma mensagem da Marcela
“churrasco aqui em casa, linguiça tem de sobra, traz a carne, Hahaha.
P.s. adorei chupar e ser chupada por você, quero repetir.”
Marina se virando de novo para me encarar, sorriu.
— Viu? Virou puta de casal agora. - falei rindo.
Ela me deu um soquinho, envergonhada.
Então completei.
— Eu não vou, ok? Pode ir sozinha. Mas depois quero saber de tudo em detalhes.
— Porque? Você sempre disse que queria assistir.
— É, eu sei. Eu assisti, e gostei. Mas sei lá, prefiro deixá-los totalmente livre, para fazer o que tiverem vontade de fazer, sem se preocupar comigo. Acho que minha presença pode causar constrangimento ou inibição em você ou em quem estiver com você. Acho que vocês três vão ficar mais a vontade sem eu lá olhando. Além do mais, o Geraldo e ciumento e possessivo, não gosta de dividir, não vou ficar a vontade de tocar em você quando estiver com ele, e muito menos na Marcela. Aliás, nem você ia gostar.
— Não mesmo. - Ela respondeu incisiva.
— Então. Prefiro ficar em casa, imaginando, e depois ouvir você contar, e enquanto conta, revive tudo de novo.
Ela sorriu, me beijou, cheia de carinho, e falou.
— Eu amo você, meu marido gostoso, meu corninho perfeito.
Dei uma gargalhada.
Aos 48 anos, minha mulher virou amante fixa de um casal amigo de longa data, bem mais novos que ela. E está adorando ser usada e abusada feito puta pelos dois.
Nesses vinte e cinco dias de janeiro, ela transou com eles dez dias.
Marcela determinou que ele só pode comer uma por dia, assim a outra tem um descanso.
Eu e Marina voltamos a transar todo dia.
Quando ela chega da casa deles, vem direto montar em mim, ainda melada e gozada, gosta de me cavalgar, olhando minha expressão, enquanto conta o que fizeram.
Mas as férias estão acabando, o filho deles vai voltar da viagem, e Geraldo vai voltar a trabalhar, as oportunidades vão se reduzir.
