O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 22

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 4938 palavras
Data: 25/01/2026 18:19:24
Última revisão: 25/01/2026 18:26:33

# QUARTA-FEIRA

Saí do trabalho às 14h30. Mais cedo do que planejava, mas não conseguia me concentrar. Cada minuto naquele escritório era tortura. Hoje era o dia. Tinha prometido ontem na hidromassagem — ia confrontar o Osvaldo. Estabelecer limites. Deixar claro que minha esposa era MINHA, não brinquedo dele.

Mas quando entrei no carro, fiquei parado. Mãos no volante. Motor desligado.

Precisava ir pra casa primeiro. Trocar de roupa. Talvez tomar coragem. Talvez... sei lá. Só precisava ir pra casa antes.

Dirigi pelo condomínio. Acenei pro segurança. A rua arborizada estava quieta na tarde de julho. Quando virei na nossa rua, algo me fez pausar.

O carro da Bruna estava na garagem. Normal — ela tinha plantão noturno, devia estar se preparando.

Mas do outro lado da rua, parado de qualquer jeito, meio torto na calçada...

O carro do Osvaldo.

Meu coração parou.

*Não.*

*Ele não teria...*

Estacionei duas casas antes. Desliguei o motor. Sentei ali, mãos tremendo no volante.

Pode ser coincidência. Pode estar visitando outro vizinho. Pode...

Mas eu sabia.

Lá no fundo, eu sabia.

Saí do carro. Caminhei devagar até minha própria casa como um ladrão. A porta da frente estava fechada, mas quando testei a maçaneta — destrancada.

Abri. Silenciosamente.

Ouvi.

Gemidos. Fracos. Vindos de cima.

A realidade me atingiu como um trem.

*Aquele filho da puta está na minha casa.*

*Fodendo minha esposa.*

*Enquanto eu estava no trabalho.*

A raiva explodiu. Mãos em punhos. Visão vermelha. Quis subir correndo, arrastar ele escada abaixo, socar até—

Mas então:

— Ahhh, Osvaldo... — A voz dela. — Isso... isso...

E meu pau ficou duro.

***

**TRÊS HORAS ANTES**

A Bruna estava na cozinha preparando a marmita pro plantão noturno. Top esportivo preto e legging cinza que moldava cada curva daquela bunda perfeita.

Ela colocou a marmita na bolsa, checou o celular.

Nenhuma mensagem do Bruno.

Ele tinha dito ontem que ia confrontar o Osvaldo hoje. Estabelecer regras. Retomar controle.

Mas a manhã inteira tinha passado e nada.

Será que tinha esquecido? Será que tinha desistido?

Ela pegou o celular de novo. Abriu o WhatsApp. O último contato com o Osvaldo era de domingo — ele mandando: *"Te espero domingo. Porta aberta."*

Ela não tinha respondido.

Mas agora...

Seus dedos pairaram sobre o teclado.

*Não devia.*

*O Bruno ia ficar puto.*

Mas o Bruno *queria* isso, não? Ele tinha ficado duro vendo. Tinha gozado pensando nisso. Tinha até falado em estabelecer regras *se* ela fosse.

SE.

Não quando. Se.

Então ele estava deixando a escolha com ela.

E Bruno ia pro trabalho, depois ia confrontar o Osvaldo, voltar pra casa... horas até isso acontecer.

Horas.

Ela olhou a legging no espelho. Se lembrou de domingo. Do pau do Osvaldo esticando ela. Dos orgasmos. Da sensação de ser completamente *dominada*.

Os dedos se moveram sozinhos:

*"Bruno tá no trabalho"*

Enviou antes de poder se arrepender.

Três pontinhos apareceram imediatamente.

*"Endereço?"*

Ela mandou.

*"Chego em 20min"*

Pronto. Feito.

O coração disparou. Entre pânico e excitação.

*O Bruno queria isso.*

*Ele mesmo disse.*

*Ele ia querer saber.*

*Ia ficar excitado.*

A racionalização era perfeita. Twisted, mas perfeita.

Não era traição se o marido *queria*, certo?

***

Vinte minutos depois, a campainha tocou.

A Bruna abriu a porta, e lá estava ele.

O Osvaldo. Barba por fazer. Sorriso arrogante. Olhos percorrendo o corpo dela como se fosse propriedade dele.

— Faz tempo. — Ele disse, a voz grossa carregada de promessa.

Em milissegundos as pernas da Bruna tremeram em antecipação. O coração disparou. As pupilas dilataram. Sangue correu pro clitóris e lábios da buceta conforme as memórias voltaram — o peso dele, o tamanho dele, a forma como ele a *possuía*.

— O-O que você tá fazendo aqui? — A Bruna perguntou com respirações rápidas e rasas.

O peito subia e descia, fazendo os peitos parecerem ainda mais intoxicantes. Algo que o Osvaldo notou imediatamente.

— O que eu acho? Vi que seu maridinho não tá. Não vai me convidar pra entrar? — O Osvaldo perguntou com um sorriso convencido.

— Não sei se é boa ideia... — A Bruna disse quase sem fôlego.

Mas ela tinha mandado mensagem pra ele. Ela tinha *convidado* ele.

Os olhos dela desviaram do rosto pro volume óbvio no shorts. O Osvaldo ignorou a hesitação performática e deu um passo. Empurrando ela contra a porta aberta pra qualquer vizinho ver.

A Bruna imediatamente sentiu o pau grosso contra o corpo. Queria fingir indignação, dizer pra ele ir embora, mas nenhuma palavra saiu. Mordeu o lábio e encarou desafiadoramente.

O Osvaldo não aguentou e deu um beijo profundo.

*Flashback - 4 anos. Parque do bairro.*

*Tinha trazido meu caminhãozinho amarelo novo. Tava brincando na areia quando o Felipe chegou. Ele era dois anos mais velho, maior. "Empresta?" Segurei o caminhão mais forte. "É meu." Ele sorriu daquele jeito. "Só um pouquinho." Algo na voz dele — não era pedido, era ordem disfarçada. Minha mão se abriu sozinha. Ele pegou o caminhão. Brincou por uma hora inteira enquanto eu ficava sentado assistindo, dizendo a mim mesmo que era empréstimo, que ele ia devolver. Quando finalmente devolveu, rodinha quebrada, só disse "valeu" e saiu. Fiquei ali segurando meu brinquedo quebrado, e a sensação no peito não era só tristeza — era algo mais complicado. Uma rendição que era simultaneamente dolorosa e... certa. Como se eu tivesse nascido pra ceder.*

A Bruna não estava preparada. O beijo a pegou desprevenida e logo caiu no abraço. A mente gritava o quão errado aquilo era, mas o corpo tinha reação diferente. Pegou o rosto dele e retribuiu o beijo profundamente.

— Isso é tão errado — ela sussurrou entre beijos enquanto as línguas batalhavam.

Qualquer vizinho olhando pela janela ou passando na rua teria visto a Bruna ficando com o Osvaldo, a boca atacando ele. As mãos grossas e calejadas dele vagaram pelo corpo apertado. Ele podia sentir ela tremendo levemente conforme passava as mãos pelo cabelo desgrenhado dele. Podia provar a respiração quente na boca. A Bruna levou a língua dele pra dentro e chupou com os lábios. Ele pegou a mão dela e a levou pra dentro, batendo a porta.

— O Bruno vai chegar logo — ela disse, tentando amortecer o que ele tinha planejado.

Estava perdendo controle rapidamente. Apenas a ameaça de eu descobrir ia parar eles.

Mas ela *queria* ser descoberta, não? Parte dela queria que eu chegasse e visse. Porque aí não seria culpa dela. Seria parte da fantasia. Do que eu *queria*.

Ele ignorou e segurou a mão, levando escada acima.

— Ele tá no trabalho? — O Osvaldo perguntou olhando pra trás pra essa esposa bombástica.

Ela acenou timidamente. — Tá...

O Osvaldo riu. — Então temos que ser rápidos, né?

*Flashback - 7 anos. Festa de aniversário do Ricardo.*

*Todos os meninos brincando de pique-esconde. Eu me escondi bem — embaixo da escada, atrás das caixas. Ninguém me achou por meia hora. Fiquei lá esperando alguém me procurar. Ouvi risos lá fora. Saí do esconderijo. Eles tinham começado outro jogo. Futebol. "A gente esqueceu de você, Bruno!", o Ricardo riu. Não era maldade. Era pior — era indiferença. Eu era tão fácil de esquecer que nem perceberam minha ausência. Fiquei no balanço assistindo eles jogarem, e aquela sensação voltou — de ser opcional, periférico, mais confortável na margem que no centro.*

A Bruna não acreditava no que estava fazendo. Ficava dizendo a si mesma que precisava parar. Mas conforme chegaram no topo da escada, o Osvaldo se virou, já tirando as roupas dela, trabalhando nas próprias também. Continuaram se beijando conforme o Osvaldo se movia pra frente em direção ao quarto e a Bruna andava pra trás. Ele guiou as mãos dela pra cintura pra ajudar a tirar camisa e calça. Quando chegaram no quarto, o Osvaldo estava só de cueca e a Bruna só com a legging.

O Osvaldo se virou e caminhou de costas pra cama puxando a Bruna. Os polegares se enfiaram na cueca e puxaram pra baixo, liberando o pau duro — aquele pau que ela tinha sonhado desde domingo.

A Bruna soltou um gemido e soube que não tinha volta.

— Vira de costas. — O Osvaldo ordenou.

Ela não hesitou. Empurrou ele pra sentar na cama e virou de costas. Recuou a bunda e esfregou contra o pau nu conforme ele segurava os quadris. As mãos subiram pelo torso apertado pros peitos, massageando a maciez cheia.

A Bruna soltou um gemido enquanto dançava no pau, sentindo o calor através da legging. Sentiu as mãos vagando livremente, dando atenção especial pros peitos. O Osvaldo apertou os mamilos com piercings e massageou. Podia sentir o coração forte batendo conforme a excitação crescia. Cada torção, cada aperto firme dava ondas de prazer. Ela sentiu alívio que ele segurava os peitos cheios e empinados, lutando contra a gravidade.

*Flashback - 10 anos. Escola, escolha de times pro jogo.*

*O professor de Educação Física: "Capitães, escolham." O Rodrigo e o Lucas começaram a escolher. Um por um, os nomes chamados. Eu ficava ali, mãos nos bolsos, tentando parecer despreocupado. Cada nome que não era o meu aumentava a vergonha. Fiquei entre os três últimos. Depois os dois últimos — eu e a Amanda, que tinha asma e sempre ficava no banco. "Ah, fico com o Bruno", o Rodrigo suspirou. Como concessão. Como fardo. Durante o jogo me passaram a bola duas vezes. Das duas errei. "Pô, Bruno!", alguém reclamou. No vestiário depois, ouvi o Lucas: "Por que sempre ficamos com os pernas de pau?" Riram. Incluindo o Rodrigo. Que me escolheu. Fiquei amarrando e desamarrando o tênis, fingindo não ouvir, aquele calor de vergonha subindo do pescoço até as orelhas, e junto, contraditoriamente, aquela sensação — de que eles estavam certos. De que eu *era* o perna de pau. E aceitar isso era mais fácil que lutar.*

Depois da dança, a Bruna enfiou os dedos na cintura da legging. Tirando calça e calcinha tudo de uma vez, curvou-se na frente do Osvaldo. Se apresentando só pra ele. Conforme puxava a calcinha, um fio dos sucos brilhou na luz do quarto.

— Meu Deus. Não acredito que você já me deixou tão molhada, Osvaldo — a Bruna disse sedutoramente, meio pra ele, meio pra si mesma.

A mente estava completamente perdida agora. Tudo que queria era o prazer que aquele babaca gordo com o pauzão ia dar. E depois... depois ela contaria tudo pro Bruno. Ele ia ficar excitado. Ia querer foder ela pensando nisso. Ia ser bom pros dois.

*Ela não estava traindo. Estava alimentando a fantasia dele.*

*Certo?*

O cabelo loiro escovado pro lado pra ver o Osvaldo claramente. A linha longa do pescoço dando lugar às feições lindas na luz da tarde entrando pelas cortinas. Travou os olhos com ele, a excitação crescendo conforme encarava os olhinhos famintos. Sentiu as mãos afundando na parte de trás das coxas. Arrepios correram pela pele. Sentia como se estivesse ficando chapada com o toque dele. Abriu as pernas pra ele. O Osvaldo se deliciou com a vista da buceta molhada e rosada e do cuzinho perfeito.

— Um show com vista. Sou o único homem que consegue te ver assim. — O Osvaldo refletiu com gratidão em voz alta.

E a Bruna, perdida no momento, perdida na racionalização twisted de que estava fazendo isso *pelo marido*, sorriu:

— É verdade, papai. Só pra você.

***

**PRESENTE - BRUNO NA PORTA**

Eu estava parado na porta entreaberta. Escondido. Na minha própria casa.

A bunda da Bruna estava bem na frente do rosto do Osvaldo, e ele mergulhou com a língua, lambendo a buceta dela com voracidade animal.

— Haha! Mmm! Isso, papai, come a buceta da sua vadia — a Bruna disse com o corpo todo tremendo.

*Flashback - 6 anos. Dia dos Pais na escola.*

*Tinha que fazer cartão. Peguei o papel vermelho, o mais bonito. Comecei a desenhar. O Mateus sentou do meu lado. "Que papel legal!" Olhei pro papel dele — amarelo, meio amassado. Algo em mim sabia o que vinha. "Troca comigo?" Eu gostava do vermelho. Queria o vermelho. Mas a forma como ele pediu... não era pergunta. Era teste. Teste de se eu era legal. De se eu era bonzinho. "Tá." Entreguei o vermelho. Peguei o amarelo amassado. A professora passou. "Que lindo, Mateus! Seu pai vai adorar esse cartão!" Não comentou o meu. Levei o amarelo amassado pra casa. Meu pai colocou na geladeira por três dias. Depois sumiu. Mas algo ficou — a sensação de que abrir mão doía menos que brigar. Que ser esquecível era mais seguro que ser visto.*

Ela virou o olhar pra frente e ergueu a cabeça, arqueando as costas. Os olhos se fecharam conforme a boca do Osvaldo engolia a mente dela. Parou ele depois de uns 30 segundos. Virou-se e encarou o rosto dele lá embaixo. O Osvaldo sorriu conforme trazia as mãos por trás, segurando a bunda em concha enquanto ela diminuía a distância. Sorriso astuto enquanto olhava pra baixo pra ele.

— Eu sei que não devia estar fazendo isso... — ela disse, empurrando ele pra cama até que estivesse completamente deitado. — Mas não consigo esperar mais.

Agarrou o pau dele enquanto montava em cima.

Meu pau estava dolorosamente duro dentro da calça. Minha mão foi automaticamente pra ele. Apertei através do tecido.

*O que tá errado comigo?*

*Por que não paro isso?*

*Por que tô com tesão?*

— Preciso do seu pauzão na minha buceta — a Bruna encarou os olhos do Osvaldo enquanto as palavras gotejavam dos lábios cheios.

Minha jovem e excitada esposa sorriu pro peso e tamanho do pau do vizinho nas mãos. O pau parecia estar cheio até a borda. Ao ponto de que ela podia jurar que tinha vapor saindo. A Bruna mordeu o lábio enquanto apontava o órgão quente pra onde queria.

*Flashback - 9 anos. Campeonato de videogame na casa do Lucas.*

*Eu era bom em Mortal Kombat. Muito bom. Ganhei as três primeiras lutas. O Lucas tava ficando irritado — era festa dele, ele queria ganhar. "Deixa eu ganhar uma, vai." Meio rindo, meio sério. Eu podia continuar ganhando. Podia ser o campeão. Mas vi a cara dele. Vi os outros meninos olhando. Calculei: ganhar significava ser o melhor por uma tarde. Perder significava ser convidado de novo. Na próxima luta, deixei ele ganhar. Não obviamente. Só... parei de tentar tanto. Ele venceu. Gritou de alegria. Me deu tapinha nas costas. "Boa luta, Bruno!" Fui convidado na semana seguinte. E na outra. E na outra. Aprendi: perder de propósito mantinha você dentro. Ganhar te colocava fora.*

O Osvaldo riu alto, gritando: — Então manda ver, vadia. Porra, você é uma esposa tão safada! Deixa eu te mostrar algo que seu marido nunca vai conseguir.

As palavras me atingiram como soco no estômago.

Algo que seu marido nunca vai conseguir.

Deveria ter entrado. Deveria ter—

A Bruna sentiu o pau do Osvaldo abrir os lábios sensíveis da buceta conforme trazia o corpo ansioso pra cima dele. Quase imediatamente, sentiu as paredes esticarem pra abraçá-lo. Podia sentir a buceta escorregadia puxando ele pra dentro conforme centímetro por centímetro, ela o levava.

— Mmmm — a Bruna cantarolou profundamente conforme o som reverberava pelas paredes do nosso quarto matrimonial.

Do *nosso* quarto.

Da *nossa* cama.

E agora...

O Osvaldo podia sentir as paredes quentes e molhadas cercando mais e mais do pau duro. Ele entrou com a única resistência sendo o aperto do canal lubrificado. Os dois sentiram fogos de artifício explodindo dentro. Em dois segundos a Bruna tinha levado o pau latejante do Osvaldo até a base, o mais fundo possível.

Sem necessidade de preliminar alguma, a Bruna já estava gemendo e respirando forte conforme cavalgava vigorosamente o pau do Osvaldo. Ela controlava o ritmo conforme os sons de palmas dos dois corpos enchiam o quarto. Era música pros ouvidos deles.

Música.

Pra mim era trilha sonora da minha destruição.

— Ai meu Deus! Não acredito no quanto senti falta desse pau dentro de mim — ela gemeu, mostrando toque de sorriso contente misturado com concentração conforme esticava a buceta no pau do Osvaldo.

*Senti falta.*

Horas. Tinha sido apenas horas desde domingo.

Desde que eu deixei. Desde que eu *permiti*.

*Flashback - 11 anos. Campeonato de futebol da escola.*

*Eu jogava razoavelmente bem. Lateral direito. Não era craque, mas era útil. Mas o Caio chegou novo na turma — ele era bom, muito bom. Primeiro treino, o técnico: "Bruno, você se importa de ficar no banco hoje? Quero testar o Caio na sua posição." Importava? Claro que importava. "Sem problema, professor." Sentei no banco. O Caio jogou bem. Muito bem. No próximo treino, mesma coisa. E no outro. Na quarta vez nem me chamaram pra bancar. Simplesmente esqueceram. Fiquei sentado na arquibancada assistindo eles treinarem. O Caio na minha posição. Usando minha camisa. Vivendo minha vida. E eu ali. Assistindo. Sempre assistindo. Quando voltei pra casa, minha mãe: "Como foi o treino?" "Foi bom." Não contei que não tinha jogado. Seria admitir que fui substituído. Que alguém era melhor. Mais fácil fingir que escolhi assistir.*

As mãos da Bruna pressionaram no peito grosso e ombros do Osvaldo conforme o prendia pra baixo. Os pés plantados planos na cama conforme usava as pernas tonificadas pra agachar pra cima e pra baixo. Moveu as pernas pra posição ajoelhada pra poder moer em cima dele o mais fundo que ele ia.

Minha mão tinha ido pra dentro da calça agora. Segurando meu pau duro. Não me masturbando. Ainda não. Só... segurando.

Tentando entender por que meu corpo traía meu coração assim.

— Porra sim, vadia! — O Osvaldo gritou, dando um tapa na bunda dela.

SMACK!

O som ecoou pelo quarto. Pelo corredor. Até mim.

Ela sentiu a ferroada e gemeu aprovação do tratamento bruto. Mesmo de frente, o Osvaldo via a bunda grande rebater magnificamente nos quadris largos.

— Me diz por que você sentiu falta do meu pau — ele sorriu pra cima pra ela.

— Eu precisava — a Bruna disse encarando ele com os olhos azuis profundos.

*Precisava.*

Não queria.

Precisava.

Como necessidade. Como fome. Como respirar.

Levantou a buceta, depois desceu de volta no pau cru do vizinho, sentindo a borda da cabeça esfregar contra o canal sensível cheio de sangue.

— Hmmm! — Ela ofegou conforme choques elétricos de prazer dispararam pela espinha.

Era o ponto que precisava ser tocado. A coceira que precisava ser coçada.

*Flashback - 14 anos. Primeiro beijo - ou quase.*

*Festa da Mariana. Brincadeira de garrafa. A garrafa parou apontando pra mim. Mariana tinha que me beijar. Ela era a menina mais bonita da sala. Meu coração disparou. Levantei. Ela levantou. Chegamos no meio do círculo. Ela me olhou. Fez cara feia. "Não quero." Todo mundo riu. Eu também ri. "É só brincadeira mesmo", falei. "Tanto faz." Mas não era tanto faz. Doeu. Profundamente. Sentei de volta. A Ana, que tinha pena de mim, disse: "Isso foi maldade, Mariana." Mas Mariana rodou a garrafa de novo. Parou no Diego. Ela pulou animada e beijou ele. Com língua. Por vinte segundos. Enquanto todo mundo aplaudia. Fiquei ali assistindo. Sentindo aquele buraco no peito. Mas também... também sentindo algo diferente. Ela não me quis. Mas quis ele. E eu vi. Vi ela querer ele. Vi ela se entregar. E aquilo... aquilo causou um curto-circuito. Rejeição e excitação entrelaçadas, indistinguíveis.*

— Você precisa desse pau? Todo dia? Toda noite? Hã? — O Osvaldo perguntou começando a ofegar, empurrando pra cima pra corresponder aos movimentos dela.

— SIM! — A Bruna respirou com pressão.

— Porra, sim! — Ela chorou.

— Isso! Isso! Isso! — O Osvaldo encorajava conforme ela subia e descia no pau, depois voltava moendo.

Isso trouxe o clitóris pra jogo junto com as sensações crescentes dentro.

Comecei a me masturbar. Devagar. Ainda escondido na porta. Assistindo minha esposa ser fodida na minha cama pelo meu vizinho.

— Goza no meu pau — o Osvaldo disse, lendo o corpo dela.

— Uhh! Sim! Amo, Osvaldo! — Ela gritou sobre os sons molhados de sucção da buceta deslizando na vara.

*Amo, Osvaldo.*

Não "amo isso".

"Amo, Osvaldo."

Como se falasse com ele.

Como se... como se fosse algo além de físico.

— Ohhh! Porra!

Eu podia ver a Bruna perfeitamente do meu ângulo — o corpo lindo, os peitos balançando, o rosto torcido de prazer puro e desinibido.

Expressão que eu raramente via.

Expressão que ela reservava pra ele.

*Flashback - 16 anos. Trabalhinho em grupo com a Camila.*

*Fomos designados juntos. Eu, ela e o Pedro. Fiquei empolgado — a Camila era legal, bonita, a gente conversava bem. Marcamos na minha casa. Eu arrumei tudo. Comprei Coca-Cola, salgadinhos. Esperei. O Pedro chegou primeiro. "A Camila disse que vem mais tarde." Esperamos uma hora. Ela mandou mensagem: "Desculpa, não vou conseguir. Vocês fazem sem mim?" Eu e o Pedro fizemos o trabalho todo. Na apresentação, a Camila apresentou junto. Levou crédito igual. Depois da aula, vi ela com o Thiago — namorado novo. "Desculpa ter faltado no sábado. Eu e o Thiago fomos no cinema." Sorriu sem culpa real. "Mas valeu por fazer, Bruno! Você é tão prestativo!" Prestativo. Palavra código pra trouxa. Pra capacho. Mas eu sorri de volta. "Sem problema." E era verdade. Eu não tinha problema em ser usado. Tinha aceitado como papel natural.*

Os peitos redondos da Bruna balançavam conforme levava o pau até o cabo. Entre a respiração cada vez mais rápida e gemidos de prazer, conseguiu gritar:

— Ai meu Deus! Ah! Você vai me fazer gozar!

— Ohhh! — O Osvaldo gemeu progressivamente mais alto conforme se aproximava do próprio clímax.

As mãos grossas pressionaram na pele macia conforme agarrava a cintura dela. A buceta escorregadia e quente bombeava ele como se recebesse punheta e boquete simultaneamente. Ele podia sentir as paredes quentes segurando firme, acariciando, ordenhando por tudo que tinha. Olhou passado da barriga pro corpo apertado e curvilíneo da Bruna cavalgando com paixão e precisão. Os peitos balançavam lindamente, brilhos de luz da tarde dançando dos piercings pros olhos. O rosto lindo franzido em concentração numa expressão de luxúria alucinante. O cabelo grosso, sedoso e saltitante loiro ondulava com leve atraso conforme seguia os movimentos do corpo tonificado.

A Bruna podia sentir o Osvaldo inchando dentro. Ouviu as respirações irregulares e sentiu os dedos dos pés curvarem conforme as paredes da buceta agarravam o pauzão do vizinho. Sentiu as mãos quase envolvendo a cintura fina. Sentiu o corpo grande esfregando contra o corpo em forma, o contraste tão tabu e errado.

E tão *certo* pra ela.

Tão perfeito.

*Flashback - 17 anos. Baile de formatura.*

*Não tinha par. Todo mundo tinha, menos eu. Fui sozinho. "Vou curtir com a galera", disse pros meus pais. Cheguei. A galera tava em pares. Fiquei na mesa bebendo refrigerante, assistindo. A Letícia — que eu tinha levado pro cinema duas vezes e achei que talvez — tava dançando colada no Rodrigo. Me viu. Acenou. Voltou a dançar. Hora da valsa. Casais se formaram. Eu fui pro banheiro pra não ficar sozinho na mesa. Quando voltei, a música lenta tinha acabado. Algo quebrou ali. Não foi dramático. Não chorei. Mas entendi algo fundamental: eu não era protagonista. Era figurante. Meu papel era testemunhar as histórias dos outros. Encher espaço. Completar número. No álbum de formatura, apareço em duas fotos de grupo. No fundo. Desfocado. Em casa naquela noite, não fiquei triste exatamente. Fiquei... conformado. Como se o universo tivesse confirmado algo que sempre suspeitei. E na cama, sozinho, me masturbei pensando na Letícia colada no Rodrigo. No sorriso dela. Na forma como se entregou pra ele enquanto eu assistia. Gozei forte. Gozei envergonhado. Gozei sabendo que estava aceitando meu papel. Pra sempre.*

A Bruna cavalgava vigorosamente e eu podia sentir a tensão crescendo. Eles ofegavam, ela gemendo conforme o Osvaldo grunhia, ficando mais caótico e desesperado conforme se aproximavam do orgasmo mútuo. O quarto vibrava em caos. A cama gemia e rangia conforme a cabeceira batia na parede.

Na parede onde tínhamos pendurado a foto do nosso casamento.

Ela estava gozando. Eu podia ver. O corpo inteiro tremendo.

— Ahhh! — A Bruna chorou.

— Ohhh! — O Osvaldo berrou em coro.

Os dois estavam perdidos em luxúria, comprometidos com o orgasmo inevitável.

E então, no último segundo, a Bruna virou a cabeça.

E me viu.

Os olhos se arregalaram. Por uma fração de segundo.

Ela sabia.

Sabia que eu estava ali.

Assistindo.

E em vez de parar—

Em vez de gritar—

Em vez de se envergonhar—

Ela sorriu.

Sorriu pra mim.

Enquanto cavalgava o Osvaldo.

E gritou:

— GOZA DENTRO DE MIM!

Não.

*NÃO.*

— OSVALDO! ENCHE MINHA BUCETA!

O Osvaldo obedeceu. Grunhiu alto, as mãos apertando a cintura dela, puxando ela pra baixo conforme empurrava pra cima.

Gozando.

Dentro da minha esposa.

Que me olhava.

Enquanto acontecia.

Gozei na minha mão. Ali mesmo. Na porta. Assistindo.

Gozei enquanto ele enchia ela.

Gozei enquanto ela me olhava fazer isso.

Gozei porque era isso que eu sempre fui.

O garoto que deu o bolo.

O garoto que deu o papel vermelho.

O garoto que perdeu de propósito.

O garoto que sentou no banco.

O garoto que foi esquecido.

O garoto que assistiu.

Sempre assistindo.

Sempre testemunhando o prazer dos outros.

Porque era mais seguro.

Porque doía menos.

Porque em algum lugar da minha infância torta, aprendi que meu valor era ser esquecível.

Que meu prazer era ver outros terem o que eu queria.

Que minha excitação vinha da minha própria humilhação.

E a Bruna sabia.

Sabia e usava.

Usava o fetiche que eu nem sabia que tinha construído.

Tijolo por tijolo.

Escolha por escolha.

Rendição por rendição.

Desde os cinco anos.

Até agora.

O Osvaldo saiu dela. Devagar. O pau ainda meio duro, brilhando com os fluidos dos dois.

O esperma começou a vazar. Escorrendo pelas coxas da Bruna.

Ela ainda me olhava.

Ainda sorria.

E sussurrou — só mexendo os lábios, sem som, mas eu li perfeitamente:

*"Te amo."*

E de alguma torta (ou não) eu acreditei...

Eu acreditei.

***

**MAIS TARDE NAQUELA NOITE**

Acordei suado. Coração acelerado.

3:15 da manhã.

Porra. Só um sonho.

Ou era?

Olhei pro lado. A Bruna dormia pacífica. Linda. Real.

Meu pau estava dolorosamente duro. A cueca molhada de pré-gozo.

30 anos. Sonho molhado como adolescente.

Que patético.

A Bruna se mexeu. Virou de costas pra mim. A respiração lenta e rítmica.

Não consegui resistir.

Tirei a cueca com mãos trêmulas. Alcancei os quadris dela por baixo das cobertas. Tão quente.

Ela estava de calcinha. Puxei pro lado.

Passei o pré-gozo no meu pau. Mirei na escuridão.

— Mmm, Bruno? — A voz sonolenta. — O que você tá fazendo?

— Preciso de você. — Minha voz saiu desesperada. — Agora.

Ela devia ter ouvido a urgência. Estendeu a mão pra trás, pegou meu pau.

— Nossa. — Murmurou, ainda com sono. — Tá bem, amor.

Guiou meu pau pra buceta.

Entrei com esforço. Mas o pré-gozo ajudou. Ela estava na posição de lado, a perna de cima dobrada.

Passei as mãos pela bunda lisa. Comecei a me mover.

Devagar no começo.

Logo a buceta dela respondeu. Ficando mais molhada. Facilitando.

Ela gemia suave no travesseiro. O quarto silencioso enchendo com sons molhados.

Com as mãos nos quadris, empurrei ela de bruços na cama. Segui com o pau dentro pra não perder o ritmo.

Joguei as cobertas fora.

E comecei a martelar.

A bunda dela batendo nas minhas coxas. Os gemidos ficando mais altos.

Minhas mãos ao redor da cintura fina. Os polegares acima das covinhas das costas.

A camiseta grande que ela usava pra dormir subiu. Moí meu pau o mais fundo que conseguia.

Essa posição.

A mesma que o Osvaldo usou no sonho.

Ou não foi sonho?

Pensei nele. Fodendo ela assim. Vendo essa bunda perfeita batendo contra ele.

Pensei na Bruna gemendo. Gozando no pau grosso dele.

Sentindo as mesmas sensações que agora envolviam meu pau.

Não lembrava a última vez que a gente tinha acordado no meio da noite pra transar com essa paixão.

— Uh! Uh! Bruno! — Os gritos abafados dela no travesseiro. — Tão fundo!

Pensei no sonho. Em como ela estava ansiosa pra foder o Osvaldo na nossa cama.

Como a resistência sumiu quando exposta àquele pauzão de novo.

Como ela riu e gemeu conforme ele a fodia.

Pensei nela pedindo pra ele gozar dentro.

Dias atrás, o Osvaldo fodeu minha esposa assim. Teve a visão incrível da bunda grande e grossa da Bruna batendo contra as estocadas.

Não havia chance em um milhão de anos dele merecer experimentar uma visão tão gloriosa.

Não havia jeito de alguém como ele merecer sentir as profundezas quentes do canal delicioso e escorregadio da Bruna envolvendo o pau.

— Bruna! Vou gozar porra!

— Goza, amor!

— Ah! Ah! — Urrei conforme enfiei até o fundo e explodi.

A Bruna sentiu as estocadas finais e desesperadas conforme meu pau alcançou o mais fundo possível. Sentiu o calor do gozo espirrando dentro, cada jato tocando ainda mais fundo.

Com isso foi levada pro limite também.

— Uhhh! — Ela chorou conforme gozou.

Ofegantes, ficamos de conchinha com meu pau ainda enterrado conforme desabei e a puxei pro lado.

Depois de um tempo ela pegou lenços da mesinha e saí.

— Jesus, o que deu em você? — Perguntou depois de nos acomodarmos de volta de conchinha.

— Tive um sonho que você tava com o Osvaldo de novo. Foi quente pra caralho. Precisei de você imediatamente.

— Ai meu Deus, Bruno — ela riu, o cansaço voltando. — Vai me contar os detalhes?

Alguns segundos de silêncio.

— Você quer saber?

— Quero sim — ela murmurou, já meio dormindo.

E sim, eu contei cada detalhe. Aquilo era minha benção e minha maldição ao mesmo tempo. Meu orgasmo e minha ruína. Minha construção e desconstrução.

Sei que cada fetish tem a sua própria origem, que cada caso é um caso, mas esse é o meu e, sim, a mente humana é muito mais complexa do que qualquer um desses eventos que eu tentei colocar aqui com essas palavras. Um cuckold ou qualquer outro fetish terá algum gatilho, acho que absolutamente tudo tem, não sou especialista, apenas me veio a mente alguns momentos em que exemplificam de forma superficial uma vã tentativa de explicar - provavelmente falha - como foi a gênese do MEU.

***

>> Obrigado pela leitura, comentem e aguardem a próxima parte!

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Comentários

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Sinceramente esse texto resume bem estereótipo dos personagens cuckold escritos nesse e em outros sites.

Uma pessoa com problemas emocionais e psicológicos, que sempre se viu inferior aos outros e que se vê insuficiente para a esposa. Logicamente que vc tem histórias bem escritas e com roteiros que tentam te convencer que isso é legal, como os contos do Leon e outros que a função é diminuir e humilhar o personagem homem, marido. E a permissão é sempre a mesma, o cara por algum motivo (desde doença que o deixou broxa, pênis pequeno, falta de experiência e etc) sempre ele tem que admitir que não consegue fazer a esposa ter prazer e que o prazer dele passa ver e sentir o prazer da esposa. A mesma em vez de tentar ajudar o marido, usa seus problemas de autoconfiança, amor próprio e etc para abusar do suposto fetiche, terminando num ciclo vicioso em que o cara se destrói aos poucos.

Para essa história, se eu fosse amigo dele e soubesse do que está acontecendo, eu recomendaria um terapia, para que todos os esses eventos anteriores façam dele o que ele claramente não gostaria de ser e sentir, mas foi sistematicamente treinado para aceitar...volto de novo a mesma coisa, condicionamento psicológico e tudo que sempre falo.

As histórias mais legais de cuckold p mim, são as que realmente há cumplicidade e que a pessoa de fora do relacionamento é simplesmente usada para o prazer do CASAL. Pra mim um cara que aceita dividir a namorada ou esposa deveria ser a pessoa mais confiante do mundo. Um cara completamente ciente de quem é e que faz isso como forma de apimentar a relação. Essa fantasia distorcida que aparece no site só depõe contra este estilo de vida. Vc o cara se destruindo e sendo escravo do próprio fetiche, perdendo o protagonismo de sua própria vida e de sua família e, pior, vc vê as mulheres menosprezando e ajudando a destruir as pessoas que elas dizem que amam.

É só uma opinião sincera. Essa história começou boa mas se perdeu. Assim como marido vai perder a esposa, na vdd já perdeu....vai implorar p macho dela deixar ela fazer um boquete completo nele, algo que impressionantemente não aconteceu até agora.kkkk..

Não tem como achar isso normal ou saudável.

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Concordo com quase tudo. Mas isso é mais comum que imaginamos, traumas ou não mas existem, neste conto ela já se descobriu e gosta de ser tratada como puta ele tbm já se descobriu uma mistura cuckold com sado emocional...

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Boa Manfi

Ate hoje em nenhum grupo vi alguém se entregar só por ter um pau grande .

Entre todos os grupos que frequentei todas as esposas se entregavam para amantes que eram amigos ou conhecidos dos esposos .

Este conto que esta escrito é traduzido , o original me falaram que é sobre humilhação e tal , mas ai o autor disse que iria mudar e fazer algumas mudanças do conto original e por isso eu continuei acompanhando

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O conto está bom, pfvr continue. É legal ver que abraçou uma ideia e está firme em terminar apesar de algumas críticas.

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Amei como vc reconduzido ela pra ser a putinha qcesta destinada a ser, e o Bruno a aceitar a colher o q plantou

Ansiosa pela entrega total e depravação do casal

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parabéns ao autor, o tempo todo tem capitulos novos apesar das criticas, tenho seguido uma seria de nome Rosa flor, é boa mas é um marasmo kkk

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Osvaldo ganhou na loteria, esse boi além de manso é frouxo. Não acredito que a mulher dele vai deixar ele. Mas vai chegar um ponto que essa puta vai dar pra quem ela quiser na hora que quiser. Ele vai ficar só na punheta. Rsrs

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Largar dele pra que? Ela pode ser a vadia com quem quiser que o forno estará lá para confortá-la e ainda cuidar depois de uma seção de sexo selvagem…

Tem um trouxa que paga as contas e deixa ela ser a puta dos outros, menos dele!!!

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A explicação que voce encontrou até faria sentido se não tivesse descrito o personagem como descreveu do início do conto até aqui.

Tipo, se de fato o Bruno fosse mesmo um submisso como foi transformado nesse capítulo, ele jámais teria sido bem sucedido ou se quer casado com a Bruna.

Fora que esse medo dele de confrontar o Osvaldo nunca aconteceu em capítulo algum, simplesmente foi criado nesse capítulo. O medo dele é algo totalmente novo que não precisava, bastava justificar as coisas pelo tesao e não por outro motivo ou sentimento.

As vezes é melhor encerrar logo o conto do que ficar alterando as bases dele e reescrevendo os personagens, muda toda a essência.

Foi de um conto cuck/hotwife, para um conto de conflito amoroso da esposa,para um conto de submisso bdsm em 03 capítulos.

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Nem vou comentar,.pois o seu comentário já disse tudo, tenho a mesma opinião e fiquei com a mesma impressão

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Eu discordo o Bruno não é um perdedor,ele só entendeu que é um Beta

Um Beta pode ser bem sucedido ser amado mas nunca será um alfa na cama

Claramente o Oswaldo é um Alpha e meu amor uma mulher qdo encontra um Alpha cria uma dependência química dele, fora a lavagem cerebral que o Oswaldo vem fazendo com ela

Eu gostei muito de como desenrolou o Bruno sempre quis uma esposa puta e agora ele tem, vai ter muita bucetinha pra ele limpar

Mas ela já é puta do Oswaldo

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Foto de perfil de OsorioHorse

O autor mudou ou perdeu a oportunidade de mudar né ?

O conto até alguns capítulos atrás tratava de fetiche, descobertas e prazer.

Nesse capítulo simplesmente saiu dessa situação e passou a tratar as coisas sobre a ótica de medo, dominação e submissão.

Fora que o que foi retratado sobre o personagem até aqui não vai de encontro a esse capítulo.

Encontrou um justificativa muito ruim pra querer manter o personagem controlado.

Essa história de homem Alfa e homem Beta é daqueles redpill né ?

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Boa Osório, pensei a mesma coisa .

O autor não sabia a saída que levaria Bruno a ter as atitudes e colocou que no passado esta a resposta .

Eu li todos os capítulos e oque fiquei interessado q o autor disse q iria mudar o conto original e tal , mas ate agora nao vi nenhuma grande mudanca

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Pois é, muito mais fácil fazer o casal se acertar,manter o Osvaldo na parada com restrições e todo mundo curtir junto com respeito, muito sexo e prazer.

Não sei pq complicam tanto...

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Torcendo pelo Oswaldo assumir oficialmente de vez o controle da Bruna e ela assumir que não resiste mais ao Oswaldo. E que só deixará o marido aproveitar a puta na medida que o Oswaldo deixar, o limite imposto pelo Oswaldo aí sim Cuckold + BDSM 😈♥️😂

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Eu penso a mesma coisa

O marido gosta de ver a esposa com outro ? Belza vida que segue , faz um acordo e ta tudo certo, ai entra a contradição do marido , a sensação da esposa que dizia so fazer pelo marido , daí o comedor droga o marido e isso para um casal e apenas um detalhe ? Rs ai desandou de vez o conto .

Se for falar de pau grande , omissão fácil é entrar em um site liberal e achar um comedor de pau grande e resolveria tudo em um dia

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Mas a mudança foi essa. A explicação toda de porque ele assim não existe na história original. Por isso ficou esse estranhamento.

Quando se pega uma obra em outra língua e se faz a tradução, mais adaptação, e que o conto foi inacabado pelo autor original, pode acontecer inconsistências.

Essa explicação por exemplo, não condiz com o personagem no início da história. O fetiche inicial era ver a esposa transar com alguém que ele odeia/desprezava.

Todas as situações descritas na infância e adolescência não mostraram esse fetiche. Somente a submissão. Ele teria que ser submisso no trabalho, em casa e com os amigos, que aliás algumas vezes na história, não haviam vizinhos, e Oswaldo era o único e depois tem vários vizinhos que podem ver algo. Inconsistências.

Provavelmente o autor não sabe que essa história possui um final alternativo, que foi escrito por um leitor(a) com o aval dele. O autor original terminou mais ou menos onde nosso colega está terminando e por isso ele está mudando o final, dando o toque dele.

É louvável a tentativa. Faltou so se atentar nas características bases dos personagens.

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