Levantei da cama às 05 da manhã, saí para correr para tentar tirar a Carol e aquela insanidade da minha cabeça, mas sem sucesso. Retornei pra casa me arrumei, e dirigi até a casa da Carol.
Ela morava aos fundos da sua sogra, em um bairro periferico da cidade. (Inclusive essa era uma das reclamações constantes da Carol, em como seus sogros influenciavam no seu casamento).
Naquele dia em questão, houve uma coincidência que iria complicar minha vida. Para chegar a casa da Carol, no fundo do terreno, passei por um corredor lateral da casa da sua sogra. Nesse trajeto, vi o quarto da Jessica, irmã do Fernando, cunhada da Carol. Para minha surpresa ela estava se trocando de costas para janela. Jessica era nossa caloura da faculdade, havia completado 18 aninhos recentemente. Ela é bem magra, com 1,60 m de altura, loira natural e branquinha que chega até ser vermelha. Isso tudo eu sabia pois já tinha secado ela nas vezes que encontramos na faculdade, nesse dia no entanto, vi ela nua. Como estava de costas, descobri que sua bunda apesar de pequena, era bem redonda e lisinha. Descobri sua tatuagem de flor, que começava na coxa esquerda e subia até sua bunda (e aquilo me deu muito tesão), nas suas costas havia uma frase tatuada, não sei o que era pois estava distante, mas essas tatuagens me deixaram louco, a ponto de parar pra observar.
Vi aquela cena por 10 segundos, até que escutei no fundo a porta da casa de Carol abrir. Continuei andando para não ser pego e encontrei com Fernando no meio do corredor.
Ele estava com seu uniforme e caixa de ferramentas na mão. Ali agradeci ao universo, pois finalmente ficaria sozinho com Carol e poderia comer ela. Só para confirmar perguntei:
-Bom dia Fernando, hora extra no sábado? Tem que descansar um pouco.
-Bem que eu queria Renato, mas essa sua amiga é cara. Fica só nessa bobeira de faculdade, e eu que tenho que trabalhar pra sustentar a casa e ela. A melhor coisa na sua vida foi sua noiva ter te chifrado antes do casamento e vocês terminarem, mulher só traz problemas, saudade da minha vida de solteiro.
Fiquei muito puto com aquele comentário, afinal não tinha contado ao Fernando sobre a traição, e nem tínhamos liberdade para discutir aquele assunto. Percebi que ele estava querendo me ofender, mas decidi que minha resposta eu daria comendo a mulher dele, coisa que ele não fazia muito bem pelo visto.
Então despedi dele e entrei na casa. Carol já estava na sala fazendo a lista de exercícios na mesa de jantar.
A casa era muito simples, como se fosse uma kitnet. Não havia divisória entre os cômodos, de forma que quem entrava na sala via a cozinha na esquerda e o quarto do casal a direita, com banheiro ao fundo.
Comprimentei a Carol que não me respondeu. Quando aproximei vi que ela chorava em silêncio. Deixei a mochila na cadeira, retornei a porta da sala e tranquei. Nesse momento Carol me olhou assustada e perguntou:
-Que isso cara, tá ficando doido?
-Estou sim Carol, doido de tesao por você, doido de raiva porque o merda do seu marido falou assuntos que não deveria comigo, doido de ficar pensando porque uma mulher gostosa como você ainda está com um cara como ele.
Enquanto falava me aproximei até ela, e tirei minha camisa. Com ela sentada, cheguei bem próximo dela de forma que minha cintura estava na altura de sua boca.
Desabotei minha calça, abri o zíper e tirei meu pau
para fora. Carol observava atentamente, enquanto eu tinha uma ereção, só de ver aquela cena: meu pau a centímetros do lábio dela, sentindo seu hálito quente e sua respiração ofegante.
Depois de trinta segundos, e com o pau meia bomba só de estar naquela situação, interrompi o silêncio e disse:
- Me chupa Carol!
-Renato o que está fazendo ? O Fernando pode voltar a qualquer momento.
-E se ele voltar Carol? O que você tem a perder? Um casamento de merda desses? Fica tranquila ele não volta. Aposto que a hora extra é desculpa pra ele ir comer outra.
-Mas eu nunca fiz isso Rê, meu marido diz que oral é coisa de puta. Mulher de zona, por isso nunca chupei um pau, nem ele minha buceta.
-Então seja puta Carol, hoje vou te fazer minha puta. Vou fazer você gozar tanto que vai implorar por minha rola todo dia.
Nesse momento Carol tomou coragem, pegou no meu pau e de forma desajeitada começou um “projeto” de oral.
Ela lambia da base a cabeça, os testículos, a virilha mas não tinha coragem de colocar na boca. Mesmo assim, eu estava com muito tesão, meu pau ficou duro como uma pedra.
Resolvi forçar um pouco, segurei na sua mandíbula e apertei, de modo que ela abriu a boca pela dor. Aproveitei para colocar a glande no meio dos seus lábios, e quando Carol acostumou e ajustou boca ao redor dela comecei a empurrar gentilmente. Primeiro entrou a cabeça, depois metade do pênis. Deixei ele parado, para que ela acostumasse. Mesmo com todo cuidado vi as lágrimas saindo do olho, e ela ameacou vomitar umas três vezes.
Coloquei as duas mãos sobre seus cabelos, e comecei a fazer um movimento de vai e vem com sua cabeça. Aos poucos senti aquela boca perfeita deslizando sobre meu pau. Quando vi que ela estava acostumada, comecei a movimentar minha cintura metendo na sua boca. Aos poucos fui aumentando o movimento, ficamos assim por uns 5 minutos, estava com muito tesão e acabei gozando.
Foi um jato forte. Não avisei que iria gozar, o que pegou Carol desprevenida. Tirei o pau de sua boca, segurei seu queixo e tampei seu nariz.
-Engole Carol, eu falei que você seria minha puta e é isso que você será a partir de hoje. Nada de cuspir, quando seu marido chegar você conta que tomou leite de outro homem.
Ela resistiu por um momento, tentou tirar minhas mãos do seu rosto e mais uma vez eu disse.
-É só engolir Carol, quanto mais rápido provar minha porra, mais rápido vai voltar a respirar.
Vi o movimento da sua garganta engolindo, e resolvi soltar sua respiração. Ofegante, e cansada ela olhou nos meus olhos e disse:
-Seu filho da puta, como faz um negócio desses comigo? Logo na primeira vez.
Só sorri, e me abaixei ficando na altura do seu rosto. Antes que ela fizesse qualquer coisa, beijei sua boca. Que tesão, aqueles lábios carnudos, sua língua ainda quente da minha porra. Foi o melhor beijo da minha vida. Comecei a passar a mão no seu pescoço e desci pra suas costas, depois de uns dois minutos de amasso, estava muito desconfortável aquela posição então levantei, puxei ela pela mão e arrastei até a cama de casal no seu quarto.
Joguei ela de barriga pra cima, e me deitei em cima dela. Ali nos beijamos por uns 5 minutos, minha mão passeava por toda lateral do seu corpo.
Fiquei de joelhos, de frente pra ela, e puxei o short jeans que ela estava. A safada deixou sem reclamar, enquanto eu tirava o short ela mesmo tirou sua regata. Nesse momento eu vi, aqueles peitos com bicos grandes, auréola pequena e bem escura, contrastando com sua pele morena clara.
Desci meu olhar, pelo corpo dela vi uma barriguinha, mas nada que deixasse ela feia, pelo contrário me deu ainda mais tesão. Quando virei meu olhar pra sua virilha, a safada estava com uma calcinha fio dental vermelha com strass, ali naquele momento eu tive certeza que a filha da puta também tinha planejado me dar.
Coloquei a calcinha de lado, e vi sua bucetinha. Tão delicada, tinha os lábios pequenos e estava toda depilada na cera.
Comecei a beijar seu corpo. Comecei nos seios, enquanto chupava eles, com o dedo tentava procurar seu clítoris, que era bem pequeno. Senti sua respiração ficar ofegante, indicando que eu tinha encontrado. Fiquei daquela forma, masturbando enquanto beijava seu corpo todo. Seios, pescoço, barriga, virilha. Por várias vezes fingia que iria em sua bucetinha, e virava o rosto. Só para deixá-la na expectativa de sentir minha língua.
Finalmente caí de boca na sua vagina, comecei como se estivesse beijando de língua sua virilha, a entrada da buceta, e fui subindo. Passei pelo lábios até que cheguei no seu grelinho. Apesar de pequeno ele já estava bem enrijecido, sinal do tesão que Carol estava sentindo. Comecei a lamber com a ponta da língua de forma bem suave, pois Carol tinha muita sensibilidade. Ela mexia sua cintura, levantava e descia as pernas e gemia muito (colocou até o travesseiro no rosto para abafar o barulho, preocupado com a família de Fernando que morava na frente).
Com o tempo, comecei a sugar seu clítoris, e decidi colocar um dedo naquela bucetinha. Quase gozei quando coloquei o dedo, estava tão quente, tão apertada e tão molhada, que a única coisa que pensei foi “preciso fuder essa buceta agora”.
Apesar da minha vontade, não quis ser egotista com Carol, então continuei chupando seu grelo, até que ela gozou. Senti suas pernas tremer, sua buceta contrair no meu dedo, e a respiração ficar mais ofegante.
Eu nunca vi ninguém tão molhada quanto ela. Continuei fazendo o oral com calma, e devagar para evitar a sensibilidade da área e ela continuou tendo orgasmos múltiplos, até que não aguentou, me deu um tapa na cabeça e ali entendi que ela tinha chegado no limite.
Sem dar tempo pra Carol respirar, deitei por cima dela e comecei a beijar sua boca.
Agora ela me beijava diferente, um beijo de paixão, como se me desejasse mais que a vida. Acho que foi a primeira vez que ela tinha tido um orgasmo, pela intensidade com que beijou. Ajustei meu pau na entradinha de sua buceta, e já pude sentir o quanto estava molhada. Coloquei sem camisinha mesmo e comecei a meter.
Embora o que mais me desse tesão na Carol fosse sua bunda, comi ela ali no papai e mamãe mesmo, não podia perder a oportunidade de beijar aquela boca enquanto fodia sua buceta tão apertada e molhada.
Passei o braço por de baixo dela, como ela era bem menor que eu, senti como se estivesse a segurando e protegendo do mundo. O meu outro braço estava apoiado na cama, para que não colocasse todo meu peso nela, nossas línguas se entrelaçavam no melhor beijo da minha vida e com meu pau, metia bem gostoso naquela buceta. O som dele entrando e saindo naquela vagina molhada, o cheiro de sexo subindo na cama, o nosso suor ajudando com que deslizássemos ainda mais sobre o outro e unindo nossos corpos, aquilo foi de mais pra mim. Em um momento, sem pensar gozei dentro daquela buceta. Continuei metendo mesmo depois de gozar, nessa mesma hora percebo que Carol estava tendo um orgasmo também, depois de sentir meu leite quente. Fiquei parado sem forças pra sair de cima dela, olhei bem no fundo do seus olhos, ajeitei seu cabelo, dei um selinho e um sorriso, então ela disse:
-Obrigado!
-Pelo que Carol?
-Por me fazer desejada, por me fazer mulher, por me fazer sua puta.
Nesse momento dei outro beijo de língua nela e ficamos assim por um bom tempo. Depois deitei na cama e ela reclinou sobre meu peito e começamos a conversar.
Ela confessou que seu marido nem sempre era assim, que realmente nunca tinha sido bom de cama, mas que era carinhoso e cuidava dela, até quando decidiram engravidar no primeiro ano do casamento. A amargura de não conseguir deixou ele um estranho. Ele passou a transar só pra gozar e tentar procriar, sem se preocupar com o prazer dela, e nos últimos meses nem sexo mais ele fazia, mas culpava ela. Tão cheia de culpa ela procurou um ginecologista e descobriu que estava saudável, o que indicava que ele era o infértil.
Ela não teve coragem nem de contar a ele, mas sabia que enquanto não conseguisse engravidar, viveria nesse inferno.
Nossa conversa terminou pois o relógio no meu pulso indicou que já eram 10 da manhã, queria foder ela de novo mas ela me explicou que esse era o horário que sua sogra costumava chegar da feira e que provavelmente iria na casa dela nos observar.
Me vesti correndo, fui na cozinha peguei um copo com água, enquanto Carol se arrumava também fui até a porta da sala para abrir (como expliquei antes a única porta da casa). Pra minha surpresa, a porta estava destrancada, e com uma fresta aberta.
Voltei pra mesa da sala onde Carol estava sem falar nada, e fingimos terminar o estudo. Mas o tempo todo por baixo da mesa, passava a mão em suas pernas e coxas. Passou uns 5 minutos não deu outra, a velha intrometida, sogra da Carol apareceu na porta, com algumas sacolas na mão e inspecionando o que estávamos fazendo. Achei a situação bem desconfortável então aproveitei pra despedir da Carol e ir embora.
Finalmente tinha matado meu desejo, e pelo jeito que foi nossas transas continuariam por um bom tempo. No entanto, no caminho pra casa e não parava de pensar na porta aberta da sala. “será que alguém abriu? Será que alguém viu o que aconteceu? A única pessoa em casa era a Jessica, cunhada da Carol, sua sogra estava na feira. Não é possível que dei azar de ser descoberto logo na primeira transa”.
Cheguei em casa tomei um banho pra tentar esquecer essas preocupações bobas, no fim me convenci que podia ser só o trinco da porta estragado e decidi lembrar só do melhor sexo da minha vida, até aquele momento.