Meus olhos explodiram abertos. Olhando ao redor, estava desconhecido com onde estava no começo até começar a recuperar os sentidos. Percebi que estava no quarto de hóspedes. O relógio marcava 8h. Saí da cama numa pressa, ainda vestido nas roupas da noite passada. As memórias da noite passada escorreram de volta quando me perguntei onde a Bruna estava. Por que estava no quarto de hóspedes? O que aconteceu com o Osvaldo noite passada? Sabia com certeza que o Osvaldo tinha adulterado minha bebida para poder ficar sozinho com a Bruna. Tentei ficar bravo, mas meus pensamentos pularam, sem convite, para a excitação intensa que senti enquanto assistia ele fodê-la noite passada. Precisava encontrar minha esposa.
Lentamente abri a porta porque não queria acordar a Bruna se ela estivesse dormindo. Mas quando fiz, fui imediatamente atingido pelo aroma de café e bacon. Já que estava perto, parei pelo nosso quarto primeiro para investigar. Ela não estava lá. Os lençóis e fronhas tinham sido tirados e o quarto parecia arrumado como sempre. Conversa abafada reverberava de baixo, salpicada com algumas risadas da Bruna. O Osvaldo ainda estava aqui?! Rastejei pelas escadas.
Escolhi uma vista onde não podiam me ver da cozinha e ocupei meu ponto de acampamento. Com certeza, o Osvaldo ainda estava aqui, nu exceto por uma toalha ao redor da cintura. A Bruna usava a camisa grande dele que ia até as coxas médias nuas. O cabelo parecia úmido. Numa inspeção mais próxima, vi que estava usando a mesma camisa dos Patriots que o Osvaldo tinha vindo ontem. Parecia que estava brilhando, ocupada preparando comida. Parecia que estava fazendo metade da despensa.
Depois de alguma brincadeira, o Osvaldo perguntou:
— Então quando vamos fazer isso de novo?
Ouvi a Bruna admitir:
— Me diverti muito noite passada. E essa manhã. Nós dois nos divertimos.
Com ênfase ela acrescentou:
— Você realmente sabe como foder. Não acho que já gozei tanto numa noite.
— Você pode estar certo sobre quem eu sou e o que preciso, mas amo o Bruno. Ele é meu marido, e nosso casamento vem primeiro. Ele e eu precisamos ter uma conversa sobre como vamos lidar com isso — a Bruna disse, acrescentando com uma piscada e um sorriso — e aquele pauzão suculento seu.
— Se essa pode ser a última vez, melhor curtir — o Osvaldo disse brincalhonamente.
A Bruna deu risadinhas e dançou pela cozinha conforme o Osvaldo a perseguiu. Ele a pegou depois de alguma provocação, e passou as mãos para cima e para baixo no corpo, agarrando os peitos conforme ficou atrás. Ela virou para encarar o Osvaldo, e a Bruna tinha as costas viradas para mim quando ela e o Osvaldo se abraçaram. O Osvaldo estendeu para baixo para agarrar a bunda. Puxou a camisa para cima, pegando dois punhados grandes. Ela não estava usando calcinha!
— Você não tá cansado da noite passada? — ela o provocou.
— Tô dolorida — ela sussurrou no ouvido dele, usando um sorriso.
— Vou te esquentar — o Osvaldo sorriu maliciosamente, apertando a bunda e estendendo a cabeça para um beijo.
Ela aceitou a boca e passou as mãos pelo cabelo esparso e corte de cabelo horrível. As mãos do Osvaldo continuaram a vagar pelo corpo apertado da Bruna conforme esfregou os quadris, então bunda, e descansando na cintura fina. Depois de cerca de um minuto se beijando, o Osvaldo usou o aperto dominante na cintura e a girou em direção ao balcão. Ela gritou felizmente com a força.
— Mmm — sorriu a Bruna conforme o Osvaldo esfregou o pau duro contra as bochechas da bunda através da toalha.
Pressionando contra o balcão, o Osvaldo pegou a boca no dele. Assisti conforme a língua da Bruna disparou para dentro da boca do Osvaldo e as mãos delicadas acariciaram o rosto. Podia sentir o pau do Osvaldo separar as bochechas da bunda. O Osvaldo brincou com os mamilos da Bruna através da camisa, e mesmo de onde estava, podia ver claramente que estavam duros.
Ainda se beijando, o Osvaldo trabalhou as mãos para baixo até os quadris da minha esposa e levantou a barra. Estendeu entre as pernas e amassou as coxas, arrancando um gemido da Bruna. Com o dedo médio gordo, roçou o clitóris brevemente antes de trabalhar o caminho para baixo até os lábios. Sentiu a umidade e enfiou um dedo dentro sem resistência. Ela estava ficando mais escorregadia a cada momento e ele cobriu mais do dedo no suco dela. As respirações da Bruna ficaram mais pesadas e os lábios cheios se separaram para deixar pequenos gemidos irem. O Osvaldo rapidamente puxou o dedo e trouxe para a boca. A Bruna gananciosamente chupou o dedo, girando a língua ao redor dentro da boca enquanto encarava o Osvaldo. Ele puxou o dedo e substituiu com a língua, agarrando o rosto conforme ela torceu o corpo para acomodar mais.
O Osvaldo quebrou o beijo e colocou a mão entre as omoplatas da Bruna, empurrando o torso plano contra o balcão. Se ajoelhou para adorar atrás da bunda e pernas incríveis, absorvendo a vista e apreciando o calor da Bruna. As mãos subiram para massagear a bunda e levantar a buceta mais perto da boca. Ela sentiu ele agarrar o corpo cansado conforme massageava as pernas. Com uma lambida, o Osvaldo lambeu uma colherada do suco doce e claro da buceta da Bruna, deixando uma trilha de secreções que conectava a língua à buceta. Mergulhou de volta.
— Ahhhhh sim! — A Bruna suspirou conforme sentiu o Osvaldo chupar o clitóris, lábios da buceta, e lamber o buraco molhado.
A Bruna tinha os olhos fechados com um sorriso contente no rosto. Parecia tão linda na luz da manhã conforme o sorriso quente iluminava o rosto.
Sons de chupar e lamber eram pontuados por guinchos fofinhos e gemidos de prazer pela Bruna. O Osvaldo continuou a comer a buceta por trás, soltando uma bochecha da bunda e moveu em direção ao cuzinho pristino. Com a almofada do polegar, começou a fazer cócegas no cu e aplicar pressão.
— Ahh papai! — deu risadinhas a Bruna, encorajando.
O Osvaldo trouxe a língua para o cuzinho, brincando e tentando levar a língua o mais fundo que conseguia. A Bruna estava amando isso! Nunca tinha visto ela responder tão bem a brincadeiras anais. Eventualmente, o Osvaldo tinha brincado o suficiente. Ela estava pronta. Ele se levantou e deixou cair a toalha, deixando a ereção furiosa saltar livre. A Bruna, ainda plana contra o balcão, se levantou para os cotovelos e olhou para trás para o Osvaldo, dando um olhar sensual. Levantou a camisa e arqueou as costas, olhando primeiro para a vara rígida, então o rosto. Terminou o convite rebolando a bunda. Olhou sobre o ombro para ele, sorrindo e mordendo o lábio inferior.
— Me fode, papai.
O Osvaldo agarrou pela cintura e deslizou o pau sob a buceta, cobrindo nos sucos e saliva. Serrou para frente e para trás com um sorriso no rosto.
Sussurrando no ouvido, perguntou:
— Isso não é bom?
— Hmm — a Bruna soltou um choramingo pequeno.
Era bom. O pau grosso e duro do Osvaldo estava separando os lábios, trabalhando os sucos ao redor, e roçando o clitóris. Tudo isso apenas fazia a buceta latejar em antecipação para o pau grosso do Osvaldo entrar. A Bruna estava ficando impaciente e soltou outro choramingo pequeno em protesto. Estava a provocando! Para contrariar isso, a Bruna começou a balançar os quadris para frente e para trás, pegando o pau do Osvaldo entre o buraco nas coxas lisas e escorregadias e puxando suavemente de lado a lado.
— Ahh — o Osvaldo gemeu, hipnotizado pelos quadris sedutores da Bruna e as sensações no pau.
Com um pouco mais de provocação, a Bruna teve o suficiente. Sem reservas, rapidamente estendeu atrás e enrolou os dedos ao redor do pau grosso do Osvaldo, mirando onde pertencia.
— Mmm... — A Bruna suspirou com alívio conforme o Osvaldo se empurrou para dentro.
O Osvaldo bombeou para dentro lentamente, cobrindo o pau nos fluidos lubrificantes e empurrou o pau até ela estar acomodando o comprimento inteiro. De lá, os dois amantes começaram a se sentir, combinando o ritmo do outro. Conforme o Osvaldo puxou para fora pronto para estocar de volta, a Bruna empurrou de volta para ele, pegando até a base do pau. Os sons da bunda da Bruna batendo contra o Osvaldo soaram pela cozinha. O Osvaldo deliberadamente desacelerou as estocadas até parar. A Bruna sabia que era a vez dela e começou a girar os quadris e jogar a bunda saltitante para trás. Por alguns minutos, o Osvaldo ficou lá assistindo a vizinha e minha esposa linda usar a camisa do time dele enquanto o fodia na própria cozinha. A vida era boa para o Osvaldo. Bateu na bunda conforme ela cavalgava o pau.
TAPA! TAPA!
— Quem é minha vadinha? — ele perguntou entre os dentes cerrados.
— Ahh! É! — A Bruna gemeu, dançando no pau do Osvaldo. — Sou sua vadinha, papai!
Ela amava sentir cada parte do pau duro do Osvaldo esticá-la enquanto a buceta o ordenhava.
— Como você gosta disso, papai? Você vai gozar pra sua vadinha? — ela arrulhou. — Nunca fodo o Bruno assim.
— Claro que não, vadia — o Osvaldo cuspiu — O Bruno tem um pau como o meu?
— Não, papai — a Bruna respondeu conforme bateu a bunda para trás.
As bochechas cheias saltaram gloriosamente contra a barriga do Osvaldo.
— O Bruno fode como eu?
— Não, papai — a Bruna respondeu, incapaz de segurar pequenos gemidos conforme sentiu as paredes esticarem. Estendeu os quadris para trás por mais.
Ela ofegou:
— Ninguém fode como você, papai.
— Isso mesmo. Então por que você ia foder ele assim? — O Osvaldo perguntou arrogantemente.
A Bruna ronronou em resposta à linha de questionamento conforme continuou a fodê-lo.
— Amo o jeito que você fode meu pau, vadia — o Osvaldo disse, coletando a camisa folgada numa mão e usando para agarrar a Bruna conforme assumiu o controle.
— Sou o único homem que tem o que precisa pra te foder assim — o Osvaldo aumentou o ritmo e começou a martelar pra caralho.
Ele focou em atingir outro dos pontos da Bruna. Queria lembrá-la mais uma vez que só ele podia dar prazer assim. A Bruna agarrou a borda do balcão conforme o cabelo loiro úmido balançava para frente e para trás. O Osvaldo podia sentir que a Bruna estava perto. Estava na zona, olhos fechados, respirando forte enquanto a buceta lentamente apertava o aperto nele.
— Sim sim sim sim sim — a Bruna jogou a cabeça para trás e arqueou as costas forte. — Tô gozando!
O Osvaldo parou de bombear para deixar ela descer. Conforme fez, virou a cabeça para ele. Com o pau duro ainda enterrado, a Bruna o beijou profundamente. O Osvaldo levantou a camisa, e colocou uma das pernas no balcão e continuou a serrar para dentro, brincando com os peitos e tendo uma vista completa das costas tonificadas. Dessa posição com a perna para cima, podia ver os sucos brilhantes da Bruna tinham escorrido pela parte interna de metade da coxa interna inteira.
— Porraaa! Você tá me fodendo tão forte com seu pauzão, papai! — A Bruna gemeu.
— Você é minha vadia! Vou te foder como eu quiser, entendido?
TAPA! Com a mão que não estava usando para bater na minha esposa, o Osvaldo estendeu e agarrou o cabelo e puxou a cabeça para trás.
— Ai Deus! Osvaldo! Você tá me quebrando! — A Bruna gritou conforme o Osvaldo mantinha o ritmo rápido, martelando a buceta esticada.
TAPA!
— Sim! Você ama.
TAPA!
— Me diz o quanto você ama foder meu pau. — O Osvaldo exigiu, pontuando as estocadas sincronizadas com tapas na bunda nua e saltitante da Bruna.
— Uhhh! Issooo — a Bruna gemeu conforme o Osvaldo trouxe as duas mãos ao redor da garganta e sob o queixo, puxando para um arco alto.
A voz estava rasgada e rouca conforme as cordas vocais esticaram.
— Amo, papai!
— Você gosta de me dar essa buceta? — O Osvaldo seguiu.
— Ah! Porra! Amo te dar essa buceta, papai — a Bruna gemeu.
— Seu pauzão é tão bom na minha bucetinha apertada! — Sons de carne batendo encheram o silêncio entre as respirações pesadas dos dois.
— Essa buceta é sua! — A Bruna gritou conforme a respiração ficou mais trabalhada.
Fechou os olhos apertado conforme o Osvaldo a segurava sob o queixo, serrando para dentro conforme ela esticava as costas em direção a ele. Os peitos perfurados balançavam com cada estocada do Osvaldo, e os gemidos ficaram mais próximos e mais altos. Estava prestes a gozar de novo? Não era possível! Nunca tinha visto ela gozar duas vezes em sucessão tão rápida.
O Osvaldo sabia melhor. E a Bruna também. O aperto já molhado, quente e confortável da Bruna começou a apertar conforme ficou mais perto.
— Ai Deus! Osvaldo! — ela gemeu.
— Isso mesmo, vadia, quem é o dono dessa buceta? — O Osvaldo rosnou.
— Você, papai! Porra, vou — a Bruna ofegou de repente — Uuuuuh!
A expressão da Bruna se contorceu com prazer conforme gozou de novo.
— Vadia boa — o Osvaldo encorajou, mesmo quando o ritmo não mudou.
Continuou bombeando minha esposa atordoada e linda conforme ela voltou.
— Minha vez. Você quer que eu goze? — O Osvaldo ofegou finalmente, movendo as mãos para agarrar a cintura pequena.
— Sim! Goza pra mim! Por favor, eu quero! — A Bruna implorou.
Agora liberada do aperto do Osvaldo, olhou para trás para ele com olhos implorantes, mordendo o lábio com desejo. O Osvaldo acelerou, ficando desesperado para gozar.
— Me diz o que eu gosto de ouvir — o Osvaldo disse, empurrando ela a fazê-lo gozar com as palavras.
A Bruna olhou nos olhos do Osvaldo conforme olhava sobre o ombro. O rosto se contorcia com o esforço que levava para fodê-la tão forte. A Bruna respirou fundo mesmo com a vara maciça do Osvaldo continuando a enchê-la.
— Você é o dono dessa buceta — ela disse sedutoramente, lentamente e claramente.
O Osvaldo gemeu em afirmação para ela continuar.
— Amo seu pauzão na minha bucetinha apertada. É tão bom.
— Essa buceta é todinha sua, papai. Quando você quiser. Pega. Você me fode tão bem. Meu marido não me fode tão bem quanto você, papai. É por isso que você é o dono dessa buceta. — O ritmo do Osvaldo ficou mais caótico e forte depois que ela disse isso.
Meu coração estava batendo na cabeça conforme ouvi as declarações vadias. Sentia como se meus globos oculares estivessem prestes a explodir com sangue conforme minha visão ficou embaçada. O que tinha acontecido noite passada para ela ficar tão selvagem com ele? Sabia que estava mostrando um prazer que nunca experimentou. Apenas ouvir os gemidos altos da Bruna ecoarem pela casa me fazia querer gozar. Ela tinha previamente me provocado com conversa sobre o Osvaldo, mas isso estava num nível completamente diferente.
Por que não me deixava bravo? Estava cheio de ciúmes claro, mas ver o amor da minha vida ser fodida assim era outra coisa. Para completar tudo, sabia lá no fundo que era eu quem nos levou a isso. Levei minha esposa a experimentar algo que poucas mulheres conseguirão.
A Bruna manteve os olhos azuis no Osvaldo conforme reagiu com um ofego fofo e um grande sorriso. A Bruna, flexível como sempre, estendeu para trás e pegou a cabeça do Osvaldo nas mãos, virando o corpo para trazê-lo para um beijo. Os lábios estalaram entre os sons da martelada do Osvaldo. Ela manteve o rosto perto do dela conforme sussurrou quietamente para ele.
— Pega sua buceta, papai — ela sussurrou conforme ouvi o PLAFT PLAFT PLAFT dos corpos tocando pelo ar da manhã quieto.
O Osvaldo e eu tínhamos uma vista fantástica da bunda magnífica da Bruna saltando contra as coxas e barriga. Ouvi a respiração ofegante do Osvaldo conforme dirigia o pau para dentro da Bruna repetidamente. A Bruna amava a sensação da cabeça do pau do Osvaldo cavando conforme as paredes esticavam para acomodar.
— Você tá me fazendo sentir tão bem! — ela sibilou.
— Sim, papai! Sim! Sim! Sim! Sim! Mmm! — ela sussurrou, as exclamações sincronizadas com as sensações que cada estocada dava.
— Fui uma vadia boa pra você, papai? — A Bruna perguntou inocentemente, como se estivesse preocupada com a aprovação.
Ainda segurava o rosto perto do dela. As sobrancelhas expressivas estavam viradas para cima interrogativamente. Os olhos do Osvaldo estavam vidrados conforme acenou ausente.
— Sua vadia quer que o papai goze — a Bruna disse quietamente, olhando direto nos olhos.
Ela enfatizou a última palavra, deixando pingar dos lábios e língua.
— Por favor goza pra sua vadinha, papai.
— Quer essa porra? Hã? — O Osvaldo sussurrou, sentindo a apertada, quente e umidade envolver o pau conforme arava para dentro e fora.
— Mmm-hmm — ela acenou quietamente.
Mordeu o lábio e continuou a usar a expressão de submissão no rosto.
— É? — O Osvaldo pressionou.
— Sim — a Bruna o assegurou com a expressão fofa no rosto.
— Por favor me dá — ela implorou.
— Ahhh! De joelhos! — O Osvaldo disse, puxando do balcão.
O pau pesado puxou para fora com um estalo molhado e alto. Afundando nos joelhos, imediatamente levou o Osvaldo pela garganta. GLUG! GLUG! GLUG! A Bruna agarrou os quadris do Osvaldo e puxou para baixo, engolindo ele inteiro. O rosto lindo estava esmagado contra a barriga gorda do Osvaldo conforme massageava com a garganta. A Bruna puxou para fora para recuperar o fôlego e mergulhou direto de volta. Realmente era atlética. Depois de alguns ciclos disso, o Osvaldo usou as duas mãos para puxar a cabeça da Bruna contra a barriga.
— AH! MERDA! — Ele gemeu conforme atirou a carga pela garganta da Bruna.
A Bruna estendeu para cima para gentilmente massagear as bolas peludas e pesadas do Osvaldo mesmo com a via aérea fechada. Podia sentir o pau espasmo mover esperma conforme viajava pelo pau dos lábios, para a boca, para dentro da garganta. Finalmente, sentiu a carga conforme deixou cair gozo quente para dentro da barriga. O Osvaldo relaxou depois de alguns momentos e a Bruna se puxou do pau, chupando e balançando a cabeça para frente e para trás, puxando cada último pouco de gozo. O corpo do Osvaldo espasmou conforme fazia. Estava chupando a alma dele.
— Mmm — ela cantarolou prazerosamente.
Trouxe as duas mãos para cima para masturbá-lo preguiçosamente. Limpando lágrimas dos olhos e recuperando o fôlego, olhou para cima para o Osvaldo.
— Obrigada pelo café da manhã, haha! — ela tossiu. Pareceu ficar séria por um segundo rápido enquanto os dois recuperaram o fôlego. O Osvaldo assistiu a vizinha de 29 anos, pelada de joelhos conforme encarava para cima para ele no rosto e comentou com espanto.
— Puta merda, Osvaldo. Você realmente sabe foder.
Depois que se recompuseram, a Bruna voltou ao trabalho preparando café da manhã. Parte já estava pronta, e agora estava fria. Mas ela fez omeletes de ovo e espinafre, batatas fritas, e aveia para ir com o bacon frio e café. O Osvaldo assistiu o corpo nu e lindo da Bruna se mover com eficiência graciosa pela cozinha. Sentou na mesa de jantar apenas recuperando o fôlego, tomando café, e mordiscando bacon. Logo, os dois estavam sentados na mesa de jantar, os dois completamente nus, enchendo as caras.
— Você realmente me deu um bom treino noite passada — a Bruna comentou — Tô faminta.
Limparam os pratos e surpreendentemente, o Osvaldo ajudou a Bruna a limpar o mais rápido que conseguia. Estava ficando tarde na manhã e se tinham esquecido de mim na luxúria, provavelmente estavam se perguntando se eu estava morto agora. O Osvaldo vestiu as roupas. Pegou a camisa do chão e vestiu.
— Obrigado pela comida — ele disse — E pelos bons momentos.
Ele olhou para a beleza nua e pristina da Bruna dos pés, pelas pernas longas e esbeltas, quadris largos, cintura estreita, barriga chapada, braços tonificados, peitos cheios, e rosto lindo. Travou os olhos com os azuis profundos. Ela sorriu para ele.
— Entendo se você precisa conversar com o Bruno. Pega a semana pra pensar. Quando tomar sua decisão, minha porta vai estar destrancada domingo que vem. — O Osvaldo tinha um tom de confiança absoluta na voz.
A Bruna acenou.
O Osvaldo caminhou até minha esposa, agarrou um punhado da bunda, puxou perto, e a beijou profundamente. Assisti conforme a Bruna chupou os lábios e língua, retornando a língua para dentro da boca. Os braços estavam dobrados contra o corpo, fazendo os peitos estourarem de baixo dos braços. Ela os balançou livres para segurar o Osvaldo nos braços, passando as mãos pela barriga e costas. O Osvaldo quebrou o beijo e olhou nos olhos da minha esposa conforme ela usava um sorriso astuto no rosto. Se tempo não fosse um problema, estava pronta para ir outra rodada, e sabia que o Osvaldo estava preparado. Ela assistiu a relutância dele em deixá-la finalmente. As engrenagens giraram lentamente na cabeça do Osvaldo, e por um minuto pareceu que ia abaixar as calças e curvá-la sobre a mesa da cozinha. Do sorriso astuto, talvez fosse o que a Bruna queria. Mas era hora de ir, e os dois sabiam. O Osvaldo virou e saiu.
Estava abalado depois do que tinha acabado de testemunhar. Que diabos aconteceu noite passada? Pensei que eu e a Bruna tínhamos ótimo sexo, mas nunca tinha ouvido ela fazer barulhos assim. Soava como uma pessoa completamente diferente. Me excitou ver a Bruna agir como uma vadia tão gostosa para o Osvaldo. Nunca tinha visto ela gozar assim. Não havia indicação de que nenhum dos dois tinha me visto, então não há como a Bruna estar exagerando no ato só pra mim. Minha cabeça estava girando e meu coração estava batendo. Estava duro como diamante, mas sem outro plano, rastejei de volta para o quarto de hóspedes e me enfiei sob as cobertas. Eram 9h30.