As Minhas Aventuras - 5º Capítulo - ​O Sexo, A Calcinha e A Mãe

Um conto erótico de Fernando
Categoria: Gay
Contém 3448 palavras
Data: 23/01/2026 23:53:30

- Qual é, Naty? Com ciúmes do Fer? Tá me estranhando, é? Entra aí de boa, pô. Estávamos só aqui trocando ideia e assistindo ao jogo, nada demais — falou SON na mesma hora.

​— Eu, ciúmes? Tá louco? Só queria saber por que vocês tinham sumido e nem um dos dois me deu satisfação. Os dois bonitos aqui e eu sozinha procurando os dois, legal né?

— falou Nay, cruzando os braços e fazendo carinha de coitada.

​— Ah, tá carente, meu bebê? Vem aqui, vem!

​Então ele foi até ela, tacou um beijo e um abraço. Eu não consegui dizer uma palavra sequer; apenas fiquei parado vendo a cena dos dois se pegando e pensando no que tinha acontecido entre eu e o SON minutos antes. Pensava que ela estava "pegando minha baba", afinal, eu tinha acabado de beijá-lo. Dei uma pequena risada pensando: "Eu não presto".

​— Tá rindo do quê, hein? Hummm — falou Nay.

​— Nada não! — afirmei.

​— Bora, vamos embora que amanhã eu tenho aula e prova, e eu tô cansado — falou SON

.

​— Mas eu acabei de chegar, Son!

​— Bora, deixa disso, depois você conversa com ele. Vamos, vamos... — disse SON, saindo e puxando a Nay para fora do apartamento.

​Então os dois saíram e eu acabei deitando no sofá e dormindo.

​Os próximos dias e meses que se passaram, nada ocorreu de diferente. Eu ia para a escola, estava no último ano do ensino médio, jogava bola, voltava, jogava videogame, conversava até tarde na rua... Sempre trocando ideia com meus amigos, saindo com meu pai, nada fora do normal. Chegou o fim do ano, me formei na escola e me despedi dos amigos que não voltaria a ver. Veio a virada de ano e, enfim, 2008: o ano em que eu iria fazer 18 anos! Sabe aquela ideia de que tudo iria mudar? Pois bem, nada mudou, kkkk!

​Até que, no meio de 2009, dois anos depois do que tinha acontecido com o SON, não tinha mais rolado nada entre nós, nem com nenhum dos meus amigos. Por isso não tenho o que falar sobre esses anos... a vida continuava da mesma forma. A única coisa diferente era que, enfim, eu tinha começado a trabalhar em um call center como auditor de vendas.

​Em meados de 2009 — não lembro o mês exato, mas era entre maio e julho — chego do trabalho e vejo que está acontecendo uma mudança para o apartamento ao lado do meu. Questionei minha mãe se sabia quem era, e ela só falou: "É um casal com dois filhos, mas não sei quem é não, deixa de ser curioso...". Entrei e fui me trocar porque tinha vôlei que a galera tinha organizado. No fim de 2008, o pessoal tinha pintado a rua, colocado o nome de todos e feito uma quadra. Fui jogar vôlei com a galera. SON e NAY estavam mais firmes que tudo! Já estavam juntos há anos, mas o SON continuava aprontando por fora, eu sabia.

​Quando desci, encontrei o Laniel, um homem alto, mais velho, que costumava ficar com a turma. Ele tinha 30 anos na época, era casado e irmão da Thais. Ela era baixinha, 1,63 m, morena, cabelo bem longo e bem magrinha. Já era do meu conhecimento que ela estava afim de mim, então fui investigar com o Laniel.

​— Fala, mano, tranquilo? — cumprimentei enquanto ele arrumava a rede.

​— Fala, Fer! De boa, e você, meu chapa? — Ele sempre queria parecer jovem falando gírias, era até engraçado.

​— Posso mandar a real para você, Lan?

​— Diga! Se for sobre a Thais, já tô sabendo dessa parada aí. Os moleques me contaram que tava rolando um lance entre vocês e, por mim, de boa.

​— Na verdade não rolou nada não, mas eu tava afim de ficar com ela, sim. Curti ela e tal.

​— Ah, aí não! Se for para dar relaxo, nem vai!

​— Eu não vou dar relaxo, só não quero nada sério, sou novo, pô!

​— Tô ligado, mas minha irmã não é para isso não, mano. Ela é virgem ainda, então nem quero relaxo, tá ligado?

​Pensei e falei: "Ah, não tô afim de nada sério, então nem vou investir". Foi então que a galera foi chegando, cumprimentei todos e jogamos o dia todo até escurecer. Eu estava acabado e suado. O SON veio, sentou do meu lado e disse:

​— Fernando, você viu quem vai morar do seu lado? Aquele moleque escroto, o NATAN!

​— Que Natan?

​— Aquele que é dos RGS (pichadores), um magrelo tatuado!

​— Ah, tô ligado, mano! Ele era da escola, né? Mas eu não trocava ideia com ele não, ele sempre ficava com aquela turminha mal encarada.

​— Ele mesmo! Se liga, hein, aquele moleque é treta, fica longe dele!

​— Como vou ficar longe de um cara que é meu vizinho de porta, mano? Kkk! E eu nem troco ideia com ele, tô suave.

​Nesse momento, avistei o Jonas passando com a Thais, indo para trás dos blocos onde ficava o campo. Como estava escuro, notei que ninguém tinha visto os dois e fiquei de boa. Falei para a galera que iria subir, mas fui atrás para ver o que ele estava aprontando. Quando cheguei, ouvi eles falando baixinho, mas não entendia nada. Tentei chegar perto, mas o mato estava alto e escuro. Resolvi voltar para casa pensando na situação.

​No dia seguinte, fui até o apê do Jonas. Como bom curioso, queria entender o que estava acontecendo. Toquei a campainha. Ele apareceu de toalha na cintura, secando o cabelo.

​— Fernando, você aqui? O que você quer? Você nunca veio em casa! Tava tomando banho.

​— Cara, preciso saber de uma coisa. Eu tô ligado que você tá aprontando.

​— Oxi, devo satisfação da minha vida para você, mano?

​— Não, óbvio que não. Mas só fiquei curioso sobre o que o Laniel vai achar de ver você no escuro com a Thais, no meio do mato!

​— Ah, mano... entra, vai, entra aí.

​Entrei e ele fechou a porta. O apartamento dele era igual ao meu. O sofá dele era bege, as paredes azul-bebê e um ventilador de teto fazia barulho. Sentei enquanto ele falou:

​— Espera aí, deixa eu colocar pelo menos uma cueca.

​Ele foi para o quarto e vi pelo reflexo do espelho ele se trocando. Estava de costas, e vi a bunda dele branca e torneada de academia. Ele colocou uma cueca slip preta e um short de tactel laranja; ficou sem camisa. Dava para ver aquela "entrada" na barriga de quem é magro e definido. Ele puxou uma cadeira e disse:

​— Você tava cuidando da minha vida, né? Porque fui bem discreto para ninguém ver!

​— Eu só fiquei curioso.

​— Tá, e você viu tudo? Ficou assistindo, foi?

​— Tudo o quê?

​— Eu comendo ela, o que mais seria?

​Fiquei espantado. O Laniel disse que ela era virgem!

​— Mano, você tirou o cabaço da Thais? Você é doido? Se o Laniel descobrir, você tá fudido!

​— Cara, na real, ela não era virgem. Entrou fácil e ela me parecia experiente, viu? Laniel tá sendo besta de achar isso. Ela andava com o Marcos, você acha que o gordinho não passou o pau nela? Kkk! Mas nem foi tudo isso, ela nem sabe chupar, arranhou meu pau, aquela vagabunda

.

​— Ah, mano, porra... relaxo isso aí. Você quer comer ela e sair fora?

​— Oxi, por que relaxo? Você tá apaixonadinho por ela? Porque eu tô ligado que ela tava afim de você! Mas ela não deve saber que você é viado, né!

​— Mano, eu não sou viado, já te falei isso várias vezes.

​— Se não é viado, por que ficou manjando minha rola aquele dia na sua casa?

​— Nossa, já faz anos isso e você ainda lembra.

​— Ah, mano, por que não lembraria? Mais um pouco e você me atacaria!

​— Mano, posso mandar a real? Eu curto homem e mulher, gosto dos dois. E isso não me faz ser viado, viu?

​— Gosta de PAU é viado! Pronto!

​— Nossa, não dá para falar com você... Sem noção. Achou o quê? Que eu iria atacar você?

​— Me atacar não, porque eu não iria deixar. Mas vai saber... Nunca vi alguém olhar tanto para meu pau com cara de desejo igual você tava. Nem as minas que eu fico ficaram com aquela cara de vagabunda.

​— Pelo visto você que queria alguma coisa, porque isso aconteceu em 2006 e estamos em 2009 e você ainda lembra.

​— Só falei porque você deveria se assumir logo. Eu tô ligado que você comeu a Aline do bloco 14, mas é a única que eu sei também desde que te conheço.

​— Eu não fico espalhando com quem faço sexo, diferente de você.

​— Você só não fala porque não tem coragem de assumir que gosta de dar a bundinha!

​— E se eu gostar, tem algum problema? A bunda é minha, né?

​— Você veio em casa para ficar me afrontando, né, viadinho de merda?

​— Ah, Jonas, dá um tempo! O que eu queria saber eu já sei, e o Laniel vai adorar saber também.

​— Mano, você não tá ficando louco de sair daqui para arrumar confusão, né? Cuida da sua vida, PORRA! — Notei que ele estava ficando nervoso.

​— Não quero brigar com você, tô indo!

​Fui saindo, mas ele bateu a porta e trancou. Me pegou pelo braço, me virou e apontou o dedo na minha cara:

​— VOCÊ NÃO VAI SAIR DAQUI ASSIM NÃO, CUZÃO DO CARALHO! VEIO AQUI FAZER GRAÇA E AGORA VAI SAIR ASSIM?

​— OXI, VOCÊ TÁ DOIDO? — Falei tremendo de raiva e medo. Ele era alto, forte e musculoso.

​— TÔ DOIDO PORRA NENHUMA! VOCÊ ENTRA NA MINHA CASA E VEM FAZER CHANTAGINHA? O QUE VOCÊ QUER, PORRA? QUER VER MEU PAU? QUER QUE EU TE COMA? O QUE VOCÊ QUER?

​— Vamos acalmar primeiro! Eu só quero distância de você agora. Por favor, deixa eu ir embora e finja que essa história nunca aconteceu.

​Abri a porta e saí correndo, com medo e sem querer sair na mão com ele.

​Passados alguns dias, o bairro começou a falar sobre o Jonas ter comido a Thais no mato. O Jonas descobriu que não era só eu que tinha visto; um vizinho tinha filmado pela janela e mostrado para geral. Laniel ficou fora de si e brigou com o Jonas na rua, no soco. Laniel levou a pior, Jonas era muito forte. Thais nem aparecia mais na rua.

​Um dia, encontrei ela no ponto de ônibus no centro.

​— Nossa, oi Thais! Quanto tempo. Como você está? — Tentei abraçá-la, mas ela nem respondeu, estava de cabeça baixa. — Está tudo bem?

​— Ah, não tá nada bem, Fer. Eu ferrei minha vida! — disse com os olhos cheios de lágrimas.

​— O que aconteceu?

​— ESTOU GRÁVIDA!!! E não sei o que fazer! Eu nunca deveria ter caído no papo do Jonas

.

​— GRÁVIDA! CARALHO!!! Alguém sabe disso?

​— Não, você é o primeiro. Vim fazer exame de sangue. Agora não sei como falar para o Jonas ou para meu irmão. O que meus pais vão falar? Estou com 18 anos e não sei cuidar nem de mim, fora que o Jonas não vai querer casar.

​— Com certeza ele não vai querer casar, disso não tenho dúvida! — Falei sem pensar.

​Ela começou a chorar sem parar. Fomos ao McDonald's ali perto.

​— O que eu vou fazer agora?

​— Acho que você deve ficar calma e sentar com o Jonas.

​— Como eu vou falar para ele? Estamos sem nos falar desde a briga. Ele disse que não queria saber de mim e soube que ele já está saindo com a Camila!

​— Caralho, tão rápido assim? Faz o seguinte: deixa que eu falo com ele, eu te ajudo!

​— Você faria isso por mim?

​— Sim, já que você não tem coragem, eu ajudo.

​— Pensar que eu poderia estar com você, né... Talvez fosse diferente. Mas na época o Jonas me falou que você era viado, que não curtia mulher e que ele me mostraria o que era um homem de verdade!

​Fiquei espantado por ele espalhar isso.

​— Tá, eu gosto de homens e mulheres, só não gosto que espalhem sobre minha vida.

​— Você é tão discreto, anda como homem, nem parece que não é!

​— Oxi, homem eu sou, sim! Kkk! O fato de gostar de homem não me faz menos homem!

​Ela me mostrou os papéis da gravidez. Pegamos o ônibus de volta. Ela foi chorando os 40 minutos de trajeto com a cabeça no meu ombro. Quando chegamos, ela foi para o apê dela e eu fui para o do Jonas. Dona Marli, mãe dele, atendeu e disse que ele estava no quarto jogando videogame.

​Cheguei lá e ele estava de fone, jogando CS e xingando. Estava de short preto e regata branca. Coloquei a mão no ombro dele e ele se assustou.

​— PORRA, CARALHO, QUE SUSTO!!!

​— KKKKKKKKKKKK! — Dei risada vendo ele ofegante.

​— Você tá doido? Quase me mata do coração. — Ele virou a cadeira. — Você de novo? Olha lá o que você vai fazer, hoje a coroa tá em casa.

​— Não vim brigar. Vim falar da Thais!

​— Porra, de novo? Qual o problema de eu ter fudido ela? Eu fiz o que você deveria ter feito. E nem faço mais! Dei um pé na bunda da gostosinha.

​— Mano, é sério o que eu vim falar.

​— O que foi? — Ele tirou o fone.

​— Encontrei a Thais no centro. Ela explicou tudo.

​— Tudo o quê?

​— ELA ESTÁ GRÁVIDA! — Joguei a bomba.

​— Grá... grá... grávida? — Ele gaguejou. — Fodeu, mano! Posso ser pai não, tô no auge da vida.

​— Papai do ano, né?

​— Mano, nem brinca. Ela deve estar mentindo.

​— Está não, olha aqui. — Entreguei os papéis.

​Ele ficou em silêncio fazendo as contas.

​— Porra, e agora? Devia ter usado camisinha, mas eu não curto, mano... é zoado.

​— Se tivesse gozado no cu, não tinha acontecido isso — brinquei.

​— Ela não curtia dar o cu, mano. Difícil achar uma mina que curta.

​— Tô sentindo o cheiro de merda até hoje — falei rindo.

​— Mano, caralho... estou sem palavras.

​— Posso te dar um abraço? — perguntei.

​— Lá vem a viadagem.

​Mesmo assim, abracei ele. Senti o cheiro e o braço forte. O SON era lindo, mas o JONAS tinha uma beleza sem condições: os olhos, o rosto, os braços definidos. O abraço durou uns minutos até ele me soltar.

​— Chega, já tá bom! — Ele virou de costas e notei um volume na bermuda.

​— Oxi, ficou de pau duro com um abraço? Tá carente?

​— Ah, sou viado não, mano! É que faz uma semana que não transo e senti sua respiração no pescoço. Mas já abaixou.

​— Abaixou coisa nenhuma, olha aqui.

​Coloquei a mão sobre o pau dele por cima do short. Ele tentou me dar um soco num movimento involuntário, eu desviei, tropecei e caí na cama dele, batendo a cabeça na parede. Ele ficou em choque:

​— MANO, PELO AMOR DE DEUS! Foi mal, não tive a intenção... Porra, você mexe com a minha cabeça! Você vem pegando no meu pau, tá ficando louco? Sou viado não!

​— Ai, ai, minha cabeça... — Comecei a chorar de dor.

​— Peraí, foi mal...

​Ele voltou com um saco de gelo e trancou a porta. Sentou na cama e colocou o gelo na minha cabeça.

​— Mano, de coração, me perdoa. Foi impulso. Eu só fiquei de pau duro porque tô carente, mas eu gosto de BUCETA!

​— É a segunda vez que você tenta me bater. Não quero mais papo com você, não curto agressividade.

​— Não, sério, foi mal mesmo. Não vai se repetir.

​— Você tá mentindo! Tá saindo com a Camila!

​— Quem te falou? A Thais? Kkk! Eu só transei com a Camila, coisa das antigas. Ela nem sabe transar. Gozar na boca não pode, dar o cu não pode, de quatro dói porque o pau é grande... prefiro bater punheta do que sexo ruim.

​— Entendi — falei, sentando na cama.

​— Sobre a gravidez, vou ver o que faço. Se for meu, eu dou um jeito.

​— Beleza, Jonas. Vou indo. Vou falar para a Thais que não quero mais me envolver em assuntos ligados a você.

​Jonas levantou e veio na minha frente:

​— Mano, vou te recompensar pelo relaxo que eu fiz. Prometo. — Ele pegou minha mão e colocou sobre o short. O pau estava duro como pedra. — Há dois anos você queria isso e não teve coragem. Então agora faz o que você quer!

​— Já que você está falando, não vou perder a oportunidade!

​Fui cheirando por cima da cueca, sentindo a rola enorme. Ele só respirava. Abaixei o short e vi a cueca marcada. Quando fui abaixar a cueca, ele segurou minha mão:

​— Calma, tá com pressa por quê? Dá umas mordidinhas por cima, vai! — Sorriu safado.

​Obedeci. Mordi por cima do pano e coloquei apenas as bolas para fora. Eram grandes e lisinhas. Comecei a lamber e colocá-las na boca. O pau dele parecia mais grosso que o do Son.

​— Por favor, deixa eu ver? Deixa eu cair de boca e engolir tudo!

​— Ainda não! Vem me lamber, filha da puta!

​Ele me tirou da cama e deitou apenas de cueca. Fiquei sem palavras.

​— Anda, me lamber! Hoje vou fazer com você o que nenhuma mulher curte. Afinal, viado serve para isso...

​Fui para o pé da cama e comecei a lamber os pés dele, entre os dedos. Ele olhava com marra, mãos atrás da cabeça. Subi pelas pernas grossas e torneadas. Quando cheguei nas coxas, fiquei de joelhos observando.

​— Vai ficar olhando ou vai cair de boca?

​Esfreguei a cara na cueca até abaixar tudo. O pau saltou: era reto, muito grosso e grande! Tinha uns pelos pretos em cima e a cabeça bem marcada com o pré-gozo saindo. Comecei a engolir tudo! Ele forçava minha cabeça para eu engolir o que não cabia.

​— Vai engolir tudo, sim!

​Senti chegar na garganta, comecei a tossir e lacrimejar, mas não queria parar!

​— Lambe meu suvaco!! Vai, lambe!!

​Lambia o sovaco dele, cheiro de sabonete com cheiro de macho. Dei umas mordidinhas. Chupei os dedos dele como se fosse um boquete.

​— Que safado você, hein! Me dá tesão isso...

​Ouvimos a voz da mãe dele: "Jonas, vou ao mercado e já volto! Tudo certo aí?". Jonas gritou: "Sim, tudo tranquilo, mãe! Vai lá!". Ouvimos a porta fechar. Ele levantou e disse: "Espera aí". Olhou o corredor e voltou com a mão atrás das costas.

​— Eu curto mulher, mano! Mas estou na carência, então vou te foder. Mas só se você usar isso aqui! — Ele mostrou uma calcinha vermelha.

​— O quê? Quer que eu use a calcinha da sua mãe? Que viagem é essa!

​— Mano, eu te fodo e te faço de puta, mas vai ter que usar isso!!!

​— Ah, foda-se! Se você quer, bora lá!

​Virei de costas, abaixei tudo e coloquei a calcinha. Ficou apertada, as bolas meio para fora, o pau para cima. Olhei no espelho: minha bunda ficou muito marcada. Eu estava uma "gostosa", meu cu rosinha ganhou destaque no vermelho.

​— Caralho, mano, que rabão de mulher! Vou te foder muito!

​Tentei beijá-lo, mas ele se afastou:

​— Sai fora! Vou te foder igual uma vagabunda. Não vou te beijar não! Você vai ser só depósito de porra! E quero no pelo para sentir seu cu.

​Me jogou de quatro, cuspiu e disse:

​— Vou te foder! E vai ter que aguentar.

​Ele enfiou de vez! Eu gritei:

​— CARALHOOOO! MEU CU, FILHA DA PUTA!

​Doeu demais. Tentei escapar, mas ele me segurou pela cintura e deu um tapa forte na bunda:

​— Você não queria? Agora aguenta! E não quero reclamação... cada reclamação será um soco na costela!

​— Mano, vai com calma! É sério!

​— É sério nada! — Senti o soco na costela. A dor foi real.

​A dor do soco se misturou com a dor do pau grosso dentro de mim. Mas eu queria aquilo. Comecei a rebolar para relaxar.

​— Isso, vagabunda! Rebola no pau do seu macho!

​Ele parecia um animal, metendo com força, minha cabeça quase batia na parede. Tirei o pau de dentro e ele deu outro tapa:

​— Eu mandei você tirar?

​— Calma, quero fazer uma coisa!

​Pedi para ele deitar com as pernas para fora da cama. Segurei o pau dele e fui sentando por cima. Era uma dor gostosa. De costas para ele, comecei a sentar com força. Cada pulada batia fundo e meu pau estava duríssimo!

​— ISSO, CARALHO! Senta com força, filha da puta! — Ele gemia de prazer.

​Mas cometemos um erro: não trancamos a porta depois que o jonas tinha saido para pegar a calcinha, A mãe dele voltou rápido do mercado. Não ouvimos a porta da sala pelo barulho das estocadas do pau dele no meu cu e dos nossos gemidos. Até que Dona Marli apareceu na porta:

​— MEU DEUS, JONAS!!!! O QUE É ISSO!!!

​Ela derrubou as sacolas de compras no chão. Eu congelei no colo dele! Jonas levantou às pressas:

​— MEU DEUS, MÃE!!!

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