Trasnformando o viadinho trans em depósito de porra | Capítulo 2: O Namorado

Um conto erótico de Igor, dono do viadinho trans
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 862 palavras
Data: 22/01/2026 18:06:09
Última revisão: 22/01/2026 18:24:53

Quando voltei à sala, ao final do período de aulas, na intenção de usar o viadinho uma última vez antes de levá-lo para casa. Subi a escadaria, atravessei o corredor e, ao me aproximar da porta, ouvi alguns gemidos; eram graves demais para ser do Lucca e extremamente intensos. Espiei pela fresta da porta; Lucca estava ajoelhado e mamava um rapaz encorpadinho, um tanto baixo, de feições femininas, cabelo liso compridinho e pele clara; uma delícia, de fato. Eu já o havia visto no Grindr e até trocado algumas fotos. Fiquei louco de excitação e entrei na sala: — "não aguentou me esperar, Luquinha?"— o viadinho, ainda ajoelhado, me sorriu e fez um movimento com os olhos, como se me convidasse a me juntar a eles. Fechei a porta, coloquei o pau para fora e fui até o casalzinho. Lucca começou a revezar entre a rola do outro viado e a minha, ele sabia que eu gostava de vê-lo engasgar bastante, então caprichou na garganta profunda e babou igual puta profissional. Enquanto nossos paus eram mamados, olhei para o rapaz ao lado e me apresentei: —"então você já usava esse brinquedinho? — perguntei — "sim, ele é meu namorado pra falar a verdade" — ele respondeu e não pude deixar de reparar em sua voz tímida e afeminada, estranhei a situação e achei de perguntar, mas não precisei: —"nós temos um relacionamento aberto haha — ele explicou — a boceta do Lucca tem muito fogo e eu não tenho muito tesão em ser ativo" — percebi o sinal verde quando essa última informação veio acompanhada de um olhar de puta pidona —"bem que eu reparei nessa sua carinha de putinho mesmo" — brinquei. O viadinho deu um sorriso, que foi interrompido por um gemido contido, Lucca o estava mamando e, naquele momento, ele gozara na boca do transputinho. O garoto arfava, sem fôlego e a boca de Lucca exibia uma quantidade bem farta de leite. Fixei meus olhos no outro viadinho —"como você se chama?" — perguntei com a voz grave e lenta —"Fernando, mas pode chamar de Feh" — acariciei seu rosto — "prazer, Feh, eu sou o Igor" — "eu sei, cê é professor, né?" — "sou sim" — toquei seu queixo e levantei seu rosto, deslizando meu polegar por seus lábios enquanto ele ainda gemia — "já que você não gosta muito de ser ativo, que tal se você dividir minha rola com o seu namoradinho, hein?" — Feh me beijou, seu beijo era mais molhado e lento que o de Lucca. Ele se ajoelhou devagar e, então, ali estavam dois viadinhos submissos sedentos pela minha rola. Puxei Feh pelos cabelos e enfiei a rola com tudo naquela boquinha. Comecei a usar a garganta do putinho 2, ela era macia e ele sabia envolver meu pau com a língua de um jeito que me fazia tremer. Em um momento enterrei a rola em sua garganta tão fundo que sua língua pôde lamber minhas bolas. O som do viadinho engasgando era como música; enquanto abusava de sua boca eu cuspia e batia em seu rosto, para que aprendesse, tal como Lucca, que, daquele dia em diante, eu era seu dono. Por falar em Lucca, o boyceta começou a participar, empurrando a cabeça do namorado para que minha pica fosse cada vez mais fundo, lambendo-a enquanto Feh mamava a cabeça e dividindo a cabeça com Feh. O putinho cis, coberto de saliva recebeu um beijo babado do putinho trans, que o deixou completamente lambuzado; Lucca, inclusive, espalhava saliva com as mãos e a língua pelo rosto de Feh. Eu não consegui mais me segurar enquanto assistia àquela cena, puxei Feh novamente pelos cabelos, enfiei a pica em sua boca e a fodi com força, dando-lhe tapas ardidos por mais uns 5 minutos até gozar em sua boca. Os dois viados trocaram um beijo ainda mais intenso, através do qual dividiam minha porra enquanto babava um no outro. Dei um tapa na cara de cada um e ajudei Feh a se levantar, enquanto Lucca ainda se mantinha ajoelhado. Coloquei aquele viadinho lindo sentado no meu colo, acariciei seu rosto e dei-lhe alguns beijos: —"seguinte, Feh — falei, carinhoso — o Luquinha agora é nosso brinquedinho, tá, seu, meu e de qualquer outro que quiser usar ele; mas você, bebê, você é só meu, entendeu? Eu vou te usar, te foder e te bater quando eu quiser — abracei-o com força — você é meu menino, minha propriedade particular" — Feh me olhou terno e doce, inclinou a cabeça no meu peito e sussurrou um gentil "sim senhor".

Depois da brincadeira, eu peguei os dois, levei para o meu carro. Lucca sentou no banco do carona e me mamou novamente até eu gozar. Chegamos à casa dele às 23h00 mais ou menos, deixei os dois lá e voltei para casa realizado e leve. Minhas intenções com Feh de fato eram transformá-lo num escravo particular, mas Lucca, esse eu fazia questão de oferecer para a maior quantidade de machos que eu conseguisse, até transformá-lo num mero depósito de leite. Fui dormir naquela noite imaginando novas maneiras de maltratar aqueles dois, mas isso fica para os próximos capítulos haha.

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