Como nos Velhos Tempos Parte 2

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Lésbicas
Contém 541 palavras
Data: 21/01/2026 22:21:51

Eu ainda estava ofegante, o corpo todo quente e suado, sentindo as últimas contrações suaves da minha boceta pulsando contra a de Sofia. Nossos clitóris ainda estavam sensíveis, roçando levemente um no outro através do tecido encharcado. O cheiro doce e almiscarado do nosso prazer enchia o ar.

Quando Sofia sussurrou “Podemos brincar de cavalinho de novo amanhã, mãe?”, eu sorri, acariciando seus cabelos úmidos, mas senti um novo calor subir entre minhas pernas. Meu corpo ainda não tinha se acalmado completamente. A umidade continuava escorrendo devagar da minha boceta, e só de ouvir a voz dela, meu clitóris deu uma leve contração.

—Amanhã? — respondi baixinho, com a voz ainda rouca. — Por que esperar tanto tempo, meu amor? A mamãe ainda tá sentindo você… tão quentinha, tão molhada em cima de mim.

Sofia levantou um pouco o rosto, os olhos brilhando com surpresa e desejo. Eu segurei sua cintura com mais firmeza e puxei ela um pouco mais para cima, ajustando nossas posições. Meu shortinho e a camisola estavam grudados na pele, completamente ensopados.

—Vem… sobe de novo, filhinha. Vamos brincar mais um pouquinho agora — murmurei, com aquele tom carinhoso que sempre usei com ela.

Ela obedeceu, montando novamente sobre mim. Dessa vez, eu senti tudo com mais intensidade. A boceta dela, quente e inchada, pressionou diretamente contra a minha. O tecido fino mal conseguia separar nossos clitóris. Começamos devagar, como antes. Eu guiava os quadris dela com as mãos, fazendo movimentos circulares lentos.

Eu sentia cada deslize: meu clitóris inchado roçando no dela, escorregando no meio da nossa umidade misturada. Era quente, molhado, quase escorregadio demais. Um arrepio subiu pela minha espinha. Meu coração acelerou.

—Assim, devagar… — sussurrei. — Sente como a mamãe tá molhadinha de novo pra você?

Sofia gemeu baixinho e aumentou o ritmo. Agora minha boceta latejava a cada pressão. Eu sentia os lábios dela se abrindo contra os meus, nossos clitóris se beijando e esfregando em movimentos mais firmes. O som molhado estava mais alto, mais obsceno. Meu ventre contraía de prazer.

Eu inclinei a cabeça para trás, respirando pesado. O suor escorria entre meus seios. Minhas coxas tremiam levemente enquanto eu levantava o quadril para encontrar cada movimento dela.

—Isso, minha filha… esfrega bem forte agora… deixa a mamãe sentir sua bocetinha quente contra a minha…

O prazer cresceu rápido. Nossos clitóris pulsavam juntos, deslizando sem parar naquele atrito perfeito e molhado. Eu sentia o orgasmo se aproximando de novo, mais intenso que o primeiro. Apertei os quadris dela com força, ajudando-a a pressionar mais fundo.

—Goza comigo de novo, filhinha… a mamãe vai gozar sentindo você…

Sofia tremeu primeiro, gemendo alto enquanto sua boceta se contraía contra a minha. Eu senti as ondas do prazer dela vibrarem direto no meu clitóris e explodi logo depois. Minha boceta pulsou forte, em espasmos longos e profundos, liberando mais umidade quente enquanto nossos clitóris continuavam se esfregando até o último tremor.

Ficamos abraçadas por um longo tempo, respirando juntas, nossas bocetas ainda pulsando suavemente uma contra a outra, úmidas e sensíveis. Eu beijei a testa dela com carinho, acariciando suas costas.

—Minha filhinha linda… — sussurrei. — Podemos brincar quantas vezes você quiser.

Sofia sorriu contra meu pescoço e murmurou:

—Então vamos brincar mais um pouco antes de dormir, mãe?

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