Eu entrei na sala rindo, vestindo meu shortinho curto de pijama e regata fina. A luz amarelada do abajur iluminava tudo. Mamãe, com 48 anos, estava recostada no sofá só de camisola fina de algodão que colava levemente na pele.
—Mãe, lembra quando eu era pequena e você me deixava brincar de cavalinho? Eu ficava em cima de você, balançando e gritando “galopa!”.
Ela sorriu com aquele carinho de sempre e abriu os braços.
—Como esquecer, minha filha? Vem cá… sobe. Vamos relembrar os velhos tempos.
Eu subi no colo dela, montando sobre suas coxas como fazia quando criança. No começo era pura brincadeira. Eu balançava o corpo devagar para frente e para trás, rindo alto. Ela segurava minha cintura com as mãos quentes, guiando o ritmo leve.
—Galopa mais rápido, cavalinho! — eu brincava, ainda com voz infantil.
Nós duas ríamos juntas. Mas aos poucos o movimento foi ficando mais lento… mais profundo. Eu sentia o calor do corpo dela subindo entre minhas pernas. O tecido fino do meu shortinho começou a grudar na pele.
—Mãe… você tá bem quentinha aqui — murmurei, a voz um pouco mais baixa.
Ela respirou fundo e respondeu, ainda carinhosa:
—É só o corpo esquentando, meu amor… normal quando a gente brinca assim. Continua se quiser.
Eu engoli em seco e continuei. Agora meus quadris faziam movimentos circulares mais lentos, pressionando meu púbis inchado contra o dela. Meu clitóris começou a deslizar devagar contra o dela, separado apenas pelo tecido molhado. O atrito era quente, levemente pegajoso.
Um formigamento subiu pela minha barriga. Um gemidinho escapou.
—Ai… mãe… tá ficando diferente… — sussurrei, a respiração mais curta.
Mamãe apertou minha cintura com mais firmeza. Eu senti uma umidade mais abundante vindo dela, deixando o tecido escorregadio. O pescoço e o peito dela estavam quentes, com um leve suor aparecendo entre os seios. A respiração dela ficou mais pesada.
—Respira, meu bem… é só a brincadeira… mas… você pode continuar se estiver gostando.
Eu obedeci. Os movimentos ficaram mais deliberados. Agora minha vulva esfregava inteira contra a dela em um ritmo lento e profundo. O tecido dos shortinhos estava completamente encharcado, criando um som suave e molhado a cada deslize. Nossos clitóris inchados se pressionavam e escorregavam um contra o outro, enviando choques quentes pelo meu ventre.
Eu inclinei o corpo para frente. Meus seios roçavam nos dela. Minha respiração estava entrecortada.
—Mãe… tá tão molhado… e tão bom… não consigo parar…
Ela gemeu baixinho, ajudando-me a pressionar mais forte, guiando o atrito molhado e escorregadio.
—Isso, minha filha… esfrega devagar assim… sente como a mamãe tá molhadinha pra você… continua…
O prazer aumentou. Nossos clitóris pulsavam juntos a cada movimento circular. O som molhado de pele úmida contra pele úmida enchia a sala. Eu gemia baixinho, o corpo tremendo. Mamãe sentia o calor subir pelo peito, a respiração pesada, o ventre contraindo.
—Filha… eu tô perto… goza comigo… — sussurrou ela, a voz rouca e carinhosa.
Eu apertei os quadris com força, esfregando meu clitóris inchado contra o dela em movimentos rápidos e molhados. O orgasmo chegou primeiro para mim, em ondas intensas e longas. Meu corpo se contorceu, gemendo alto, enquanto minha boceta pulsava e latejava contra a dela, liberando mais umidade quente.
Mamãe sentiu minhas contrações vibrarem diretamente no clitóris dela e explodiu logo em seguida. Um gemido profundo escapou dela enquanto sua boceta se contraía em espasmos fortes, nossos clitóris ainda deslizando juntos até o último tremor.
Ficamos abraçadas, ofegantes, os corpos suados e ainda colados. Nossas bocetas úmidas e sensíveis pulsavam levemente uma contra a outra. Mamãe acariciou meus cabelos com ternura, beijando minha testa suada.
—Nossa… foi só brincadeira, né? Mas… caramba… — murmurou ela, ainda respirando pesado.
Eu sorri, ainda tremendo levemente, e sussurrei:
—Podemos brincar de cavalinho de novo amanhã, mãe?