Após a conversa com a Nay, eu fiquei pensativo. Como seria eu vê-la fazendo sexo com o Son? O fato é que, mesmo eu estando no quarto e ter falado que ficaria de costas, óbvio que eu iria querer ver!! Seria uma oportunidade de ver o Son pelado e também a Nay, que era uma tremenda de uma gostosa. E o Son... ela dizia que ele tinha um pau grosso e grande, ainda mais por se tratar de um homem extremamente bonito
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Os dias foram passando até que, em uma sexta-feira, o Son me chamou para trocar ideia depois do futebol
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— Mano, a Nay falou comigo sobre dormir na sua casa. É de boa mesmo? Sua mãe não vai embaçar, não?
— Cara, de boa. No meu quarto é suave. Meu irmão vai dormir na casa do meu pai, então o quarto vai ficar só para mim — falei, já pensando ansioso em como seria.
— E é de boa por você? Eu, a Nay e tal lá?
— Fica tranquilo, eu viro de lado, nem vou ver, prometo! Vocês ficam na cama de baixo e eu na cama de cima.
Meu quarto era um quarto simples, com uma bicama — aquelas que é uma cama única que puxa outra embaixo dela. Tinha uma mesa onde ficava uma TV com meu videogame e um computador daqueles antigos (afinal, estamos falando deDo lado, um guarda-roupa, e a cama ficava encostada na parede da janela.
— Por mim, você pode ver, tô nem ligando. Só não vai se espantar com o meninão — falou Son, segurando o volume do short.
Ele estava todo suado, sem camisa. Sua barriga definida deixava uma pequena "entrada". Ele estava com um short verde com o símbolo do Palmeiras, time que ele ama de paixão! Uma chuteira verde e um meião de futebol até a canela. O suor escorria no rosto dele, deixando o seu cabelo liso escorrido. Ele tinha um cabelo liso e, como era moda arrepiar, ele sempre estava com o cabelo arrepiado (que futuramente ele iria perder! Hoje em dia ele não tem, rs, é meio careca). Devido ao suor, o cabelo estava escorrido; ele tinha uma mão grossa e os braços bem torneados.
— Ah, para de graça, nem deve ter nada aí — falei provocando-o.
— Então você vai ver amanhã à noite se eu não tenho nada.
Levantou e saiu gritando com o Marcos, que tinha acabado de perder um gol na cara — detalhe: estava sem goleiro, kkkk. Fiquei sentado na arquibancada olhando a galera jogar. Eu era o próximo! Sempre fui ruim no fut, então era sempre o próximo ou o último a ser escolhido. Jogamos bola e subi para casa.
Quando cheguei em casa, fiquei imaginando-o sem aquele short e já fiquei pensando em ver o pau dele; imaginei eu chupando. Então, acabei entrando no chuveiro e batendo uma.
A água escorria pelo meu corpo e eu batia uma de olhos fechados imaginando-o. Gozei bastante! Então eu parei e veio o sentimento de culpa! Afinal, ele era namorado da minha melhor amiga, eu não poderia fazer isso...
Saí do chuveiro, me troquei e dormi.
No sábado de manhã, acordei cedo, tomei café da manhã e fui ver TV. Logo em seguida, meu pai veio buscar meu irmão, que na época era mais novo (ele é dez anos mais novo que eu). Fui falar com meu pai; ele falou que queria almoçar comigo. Meu pai era um homem baixo, forte e bem mais velho que minha mãe. Eles tinham se separado logo depois que meu irmão nasceu. Ele sempre foi bem rígido, sempre falava que eu tinha que estudar e virar homem! Que eu precisava ser macho! Aquele papo todo homofóbico e cheio de frases desnecessárias.
Almocei com meu pai e ele me deixou em casa. Já era por volta das 15:00 quando minha campainha tocou. Abro a porta e dou de cara com o Jonas.
— Jonas? Você aqui?
— E aí, man, de boa?
— Entra. Qual é a boa?
— Mano, na moral, eu queria muito a Nay. Faz tempo que eu não como uma bucetinha.
Conforme falado anteriormente, Jonas era um homem extremamente bonito, digo que talvez mais bonito que o Son (apelido do Everson). Que sorte tinha minha amiga, sendo desejada por dois gostosos.
— Ah, para, Jonas! Você não come ninguém faz tempo? Na escola você vive rodeado de mulher. Você, todo bonitão assim, não acha ninguém? E, a propósito, a Nay é virgem, não vai querer transar com você assim do nada sem nem ao menos ser sua namorada. E não esqueça que agora ela está tendo um lance com o SON!
— Mano, eu não estou nem aí para o Son, sério, maior otário! Se você não sabe, ele fica comendo as meninas e a Nay nem sabe. Ouvi boatos que ele estava passando o pau na Giovana lá do Bloco 1. Nem comenta que te contei, mas tô ligado que o Son só quer comer a Nay e sair fora.
Na hora, imaginei que talvez fosse mentira do Jonas com o intuito de plantar algo na cabeça da Nay e fazer os dois largarem, mas não descartei que seria real, uma vez que o Son era gostoso e todas as mulheres ficavam de olho nele — e o fato da Nay só chupar ele, talvez ele não se contentasse apenas com isso.
— Jonas, na real, você é que só quer comer ela e sair fora, e está falando que é o Son que quer isso — falei provocando-o.
— E quem não quer comer ela, mano? Maior rabão gostoso, você tá doido — falou Jonas, tocando no pau.
Jonas estava de bermuda da Cyclone (uma marca que era febre nos anosEra toda preta com detalhes brancos. Estava de regata vermelha e um Rider preto no pé. Seu pé era grande e as unhas bem feitas, era bem lindo o pé dele. Ele não tinha muitos pelos na perna, deixando-a quase lisa. Então ele levantou e falou:
— Oô, posso mijar? — Jonas me questionou.
— Quer a chave? Você sabe onde é o banheiro — falei zoando.
Então ele foi para o banheiro e começou a mijar de porta aberta, dando umas olhadinhas para trás. Levantei e fui ao banheiro fingir que precisava lavar a mão. Entrei no banheiro; ele nem recuou ou reclamou, continuou mijando. Então virei e olhei o pau dele. Era lindo! O pau mais bonito que eu já vi na vida (até aquele momento). Era branquinho, grande, cabeça bem rosa e era tão branco que dava para ver as veias marcando. Estava em "meia bomba", sabe? Quando não está mole, mas também não está duro. Eu fiquei olhando fixo, até perdi a conta de quantos minutos fiquei assim, até que ele falou:
— Ixi, qual foi? Gostou, foi! Não para de olhar, tá manjando minha rola — falou Jonas, balançando o pau.
— Tá me estranhando? Foi nada, não. Eu estava longe, pensando em outra coisa, só me distraí.
Saí do banheiro e fui para a sala. Sentei no sofá meio nervoso com a situação. Então Jonas falou:
— Mano, vou indo nessa, depois trocamos mais ideia.
Então ele saiu do meu apê e eu fiquei pensando na cena que tinha acabado de acontecer. Pensei: será que rolaria alguma coisa ou se eu teria chances? Um cara todo hétero, todo gostosão, deixaria...? Logo pensei melhor: "É melhor eu ficar de boa!". Não queria que ninguém soubesse desses meus desejos e do que eu curtia — além de mulher, homem também. A insegurança do meu pai saber, etc., isso me deixava mais confuso e pensativo.
Fiquei nesse dilema até que tinha esquecido que o Son e a Nay iriam em casa. Minha mãe tinha chegado do trabalho e falou que iria sair com o namorado. Ela perguntou: "Tudo bem?". Eu logo concordei e fiquei vendo TV. Foi então que a campainha tocou. Fui abrir e eram o Son e a Nay.
O Son estava extremamente lindo, sem camisa (com a camisa no ombro), um short preto e de chinelo Havaianas preto. Eu olhei o pé dele, meu Deus, enorme e bonito igual a ele. Eu sempre gostei de pés e queria lamber aquele inteiro!!! Então olhei a Nay, que estava de vestidinho vermelho. Abracei a Nay e cumprimentei o Son segurando a mão, e falei para eles entrarem. Logo quando entraram, ficou um clima tenso, aquele frio na barriga e o silêncio. Então falei:
— Bora lá para o quarto.
Chegamos no quarto, puxei a cama de baixo e falei que eles poderiam ficar à vontade. Já era por volta das 21:00. Foi então que eles começaram a se beijar. Eu fiquei tímido e resolvi virar. Senti a respiração deles aumentando e escutei a Nay falando baixo próximo ao ouvido dele, mas eu conseguia escutar ainda
— Me chupa? Me deixa toda molhadinha para você — gemia ela, enquanto o Son passava a mão na sua bucetinha e nos seus seios e a beijava.
Então não aguentei e virei para olhar para eles, enquanto eu cobria a cabeça com o meu cobertor (mesmo no calor). Fiquei observando o quanto o Son era experiente. Ele ia passando a mão pelo corpo dela. Os seios da Nay estavam fora do vestido, e ela, ainda de vestido, o tinha levantado. Foi quando eu reparei no volume da bermuda do Son. Era enorme! Eu salivei imaginando.
Então ele abaixou o rosto e começou a lambê-la. Ele subia e descia com a língua enquanto enfiava alguns dedos. Nay segurava o cabelo do Son enquanto ele continuava em um movimento de subir e descer sem parar. Então ele começou a enfiar a língua dentro da bucetinha da Nay. Eu consegui ver o quanto ela estava molhada... o barulho dos dedos do Son entrando e saindo era alto. Então ele virou, viu que eu estava vendo, deu um sorrisinho de canto de boca e continuou chupando até que começou a tirar o vestido da Nay.
No mesmo momento, o SON levantou, abriu o velcro da bermuda e a abaixou. Ele estava com uma cueca slip branca. Consegui ver uns pingos de pré-gozo na cueca. O que mais me espantou era o quanto o pau era grosso e grande! Eu até abri a boca, tipo "UAU!!!", mas tentei não fazer barulho.
O Son ficou só de cueca e, como era linda a imagem dele! As costas largas e ele chupando a buceta da Nay me davam um tesão que eu nunca tinha sentido na vida. Meu pau na cueca chegava a doer de tão duro. Olhar a Nay toda gostosa e o Son naquele momento... eu não pensava em mais nada, só queria estar no meio deles, porém me contive enquanto assistia.
O Son então tirou a cueca e o pau dele simplesmente caiu de uma forma que eu nunca vou esquecer. Era um pau bem grosso e grande, tinha uns 22 cm, branco com as veias bem saltadas igual ao braço dele. A cabeça era rosinha e estava bem dura. Foi então que ele avisou:
— Amor, eu vou com calma, mas eu preciso te comer.
— Me come, por favor! — implorava Nay.
Então o Son começou a enfiar o pau, sem camisinha, sem nada. Foi entrando e, aos poucos, estava todo dentro dela. Nay deu um grito:
— Ai, ai, ai, ai, que delícia!
Então o Son começou um movimento bem devagar enquanto chupava os seios da Nay. O movimento e o barulho dele entrando e saindo aos poucos dela, enquanto Nay arranhava as costas dele e mordia seu pescoço... Então o Son virou para o meu lado, me olhou, deu uma piscadinha e falou me olhando:
— Tá gostando?
Nay então respondeu:
— Muito! Não para, continua!
— Posso meter com força?
— Pode, acaba comigo!
Então ele começou um movimento forte enquanto a fudia. Ele me olhava, deitado sobre ela. Então ele tirou o pau, colocou ela de quatro e, com tudo, enfiou na bucetinha da Nay, que nessa hora já delirava e nem lembrava que eu estava no quarto. Nay então começou a rebolar enquanto o Son metia e batia na bunda dela. Foi metendo, metendo, cada vez mais forte.
O barulho "ploc, ploc, ploc" do pau entrando e saindo e a cara do Son me faziam ir à loucura assistindo tudo. Foi então que o Son tirou o pau da buceta, deitou no colchão e falou:
— Senta em mim, amor.
Nay então foi sentando com uma certa dificuldade, até que entrou tudo. Começou a pular enquanto o Son segurava seus seios. Em um momento os dois se beijavam enquanto o Son segurou a bunda dela e foi forçando. Nay gemia alto nesse momento. Então a Nay começou a se tremer toda e disse que não aguentava mais, que estava destruída. Então o Son tirou o pau dela e falou:
— Vou gozar então na sua boca!
Ela então falou:
— Goza, me dá leitinho...
Son então começou a bater uma punheta em pé, enquanto a Nay estava de joelhos. Foi batendo, batendo, até que avisou:
— Vou gozar, porra, vou gozar! Aaaaaah! Aaaaagh! Aaaaah! Caralho!
E gozou uns 7 jatos de porra bem branca e forte. Nay fez cara de nojo, cuspindo tudo em cima da cama. Então ele gritou:
— Porra, a cama, mano! Sujou a cama! Por que você não engoliu? É a cama do irmão do Fer, merda!
— Nossa, desculpa! Mas sem condição, não sou puta para engolir porra, não, credo.
Então a Nay levantou, virou e falou:
— Fer, eu sei que você tá acordado. Posso tomar banho?
Então eu fiquei quieto, imaginando que ela achava que eu não estava vendo, e falei:
— Claro, pode sim. Vai lá, tem toalha lá.
Nay saiu e foi em direção ao banheiro e trancou a porta. Foi então que olhei para o Son, ainda de pau duro, em pé. Fiquei olhando para o pau dele fixo, até que ele falou:
— Quer chupar? Limpa para mim? A Nay não curte.
— Não, mano, tô de boa — falei, mas querendo muito.
— Eu sei que você quer. Eu vi a forma que você ficou me olhando.
— Eu só fiquei olhando vocês transando porque foi incrível!
— Nem fiz nada direito ainda. O que eu curto fazer é comer um cu bem gostoso.
— Quem tem coragem de dar o cu para você com esse pau desse tamanho?
Então o Son foi chegando próximo de mim e rolou a cabeça do pau nos meus lábios. Senti o cheiro da porra e o do pau molhado, um cheiro de pau bem gostoso. Passei a língua nos lábios limpando o rastro de porra. Então ele falou:
— Vai chupar? Só um pouquinho, só limpa.
Então, sem pensar duas vezes, caí de boca e comecei a chupar, limpando todo o rastro de porra e o mel da buceta da Nay. Eu tentava engolir tudo, mas era muito grande e grosso; a boca chegava a doer. Porém, o Son forçava o pau na minha garganta e, quanto mais eu tentava sair, mais ele forçava... o pau estava estalando...
— Isso que eu digo! Viado chupa bem melhor que mulher. Caralho, que boca macia — disse Son, gemendo baixo.
— Eu não sou viado, não! Porra, tá doido!
— Só me chupa, vai. Aproveita, engole o pau do namorado da sua amiga.
Nesse momento veio à tona o que o desejo tinha feito eu esquecer: o SON era namorado da minha melhor amiga. Eu não podia fazer isso. Então, eu tirei o pau da boca e falei:
— Chega, não posso! Não posso!
Levantei e fui saindo. Então ele me pegou pelo braço, olhou nos meus olhos e falou:
— Eu sei que você sempre quis. Eu via como você olhava para minha rola durante o futebol. Eu sei que algum dia ainda vou comer esse cuzinho... tudo no sigilo é mais gostoso! — E deu um tapa na minha bunda.
Eu fiquei em pânico. O que será que a Nay iria dizer ao saber que eu estava chupando o namorado dela? Como seria? Então a Nay gritou do banheiro pedindo uma toalha; eu levei para ela...
Logo que ela saiu, começou a falar sobre a loucura que tinha acabado de fazer, ainda do meu lado, e perguntou o que eu tinha achado. Desconversei e falei:
— Esquece, amiga, foi nada, depois falamos.
Quando voltamos para o quarto, o Son estava só de cueca, deitado assistindo TV.
— Porra, coloca a roupa, Son! — falou Nay, repreendendo-o por estar só de cueca.
— Não tem nada aqui que você ou o Fernando não tenham visto, kkkk — falou dando um sorrisinho safado.
— Vem, vem dormir que já está tarde — disse Son, olhando para ela.
Então a Nay se trocou e deitou do lado do Son, abraçada, enquanto eu deitei na cama pensando no que tinha acabado de acontecer. Fiquei pensando como ficaria minha vida após isso... sobre ter chupado o Son, sobre a amizade, sobre tudo...
Olhei para o lado: os dois dormiam, enquanto eu não conseguia pegar no sono. Até que olhei para a janela e o sol estava quase nascendo. Quando fui ver, já eram 4 da manhã; então virei para o lado e apaguei dormindo!
Continue....