Caminhava pela praia com o peso de mil ondas nas costas. O dia parecia combinar comigo: nublado, cinza, quase sem vida. Fui demitido hoje. Não era o emprego dos sonhos, mas pagava as contas, e agora a insegurança se enrolava na minha cabeça como um nó apertado. Meus passos afundavam na areia, como se ela quisesse segurar meu peso, dividir um pouco da minha dor.
Sempre foi assim. Quando as coisas apertavam, eu procurava o mar. Mas confesso que sempre gostei desse clima; não chamava muita gente pra cá. Era só eu, o som do mar e minha própria cabeça, que às vezes era barulhenta demais.
Minha mãe sempre disse que herdei meu jeito de andar do povo dela, os Pataxó, com passos que quase não deixam rastro, e talvez por isso eu goste tanto dessa solidão. Deixa eu me apresentar. Sou Alencar, tenho 28 anos, 1,80 m de altura, tenho ascendência afro-indígena do povo pataxó, minha pele era marcada pelo sol e meu rosto sempre me fez ouvir como eu era “parecido com o Xamã”. Eu trabalho como vendedor… Digo, trabalhava. Sou desempregado agora.
“Passei anos focando no trabalho, ignorando festas e até mesmo fodas, para alcançar as metas da empresa que eu trabalhava. Fiquei sem transar com ninguém, por meses, para nada?”, pensei, zangado comigo mesmo. Respirei fundo e continuei a andar pela praia.
Aos poucos, comecei a me acalmar. Meu coração já não batia tão pesado, e o cheiro de maresia fazia o nó na minha cabeça afrouxar. Eu caminhava mais devagar agora, deixando o som das ondas preencher o silêncio.
Foi então que o vi. Um jovem, mais ou menos da minha idade, a pele tão clara, que parecia refletir aquele céu nublado. Ele tinha cabelos longos e cacheados, dourados como se tivessem roubado a luz do sol que faltava naquele dia. Usava uma sunga branca que contrastava com o cinza do cenário, e caminhava em direção ao mar com a confiança de quem pertencia àquele espaço, mesmo sendo um lugar tão deserto.
Fiquei olhando, intrigado. Enquanto eu tentava aliviar o peso do mundo, ele parecia carregado de algo totalmente diferente — uma leveza que eu não sabia explicar. Ele entrou no mar, mergulhou, e por um instante me perguntei se o mar o acolhia diferente do jeito que me acolhia.
Ali, parado na areia, percebi que minha tristeza, antes tão gritante, havia dado lugar a outra coisa: curiosidade. Quem era aquele jovem que parecia tão fora de lugar, mas tão em paz com ele? Por que ele me chamava atenção? O mar seguia abraçando ele como uma velha amiga, e eu, pela primeira vez em horas, me senti curioso em vez de derrotado.
Cheguei mais perto e pude observar melhor os detalhes do jovem. Ele era um jovem branquinho, de bunda grande, corpo normal, com muitos pelos pelo corpo. Ele virou-se para minha direção, me notando.
— Opa, curtindo a vista?
Afirmei que sim com a cabeça, o que fez ele sorrir. Ele parecia admirar meu corpo, por uns instantes. Eu estava sem camisa, expondo meu tronco, normal, tenho uma barriga saliente de cerveja, e entradinhas que levam ao paraíso. Tenho coxas grossas , mas eu estava usando um calção de praia azul. meu cabelo preto lisinho voava com o vento, acho que para dar um charme em meu rosto com traços indígenas.
Minutos depois, o jovem que me admirava saiu do mar, com sua cueca branca molhada, totalmente transparente e colada em sua bunda grande e em seu pau.
Meu coração disparou. Por quê? Não sei. Talvez fosse a forma como ele vinha, tão confiante, tão natural, como se já soubesse exatamente o que queria. Seria eu?. Me senti exposto, como se ele enxergasse através de mim, das minhas dúvidas, da tristeza que eu estava tentando esconder.
Os cachos dele brilhavam molhados, e a sunga branca parecia ainda mais chamativa agora que estava colada ao corpo dele, marcando cada detalhe. Engoli em seco e tentei não olhar muito, mas meus olhos teimaram em voltar. Quanto mais ele se aproximava, mais eu sentia algo estranho, uma mistura de nervosismo e desconforto, como se algo grande fosse acontecer e eu não estivesse preparado.
“Será que ele quer alguma coisa? Ou só vai passar por mim?” Essas perguntas rodavam na minha cabeça, mas meu corpo estava tenso, as mãos enfiadas nos bolsos, os pés afundados na areia. Cada passo dele parecia demorar uma eternidade, mas ao mesmo tempo eu não conseguia desviar o olhar.
Quando ele finalmente ficou perto o suficiente para que eu pudesse ver os detalhes do rosto — os olhos azuis claros, quase hipnotizantes, o jeito descontraído de carregar a própria presença — senti um calor subir pelo meu rosto. Meu instinto dizia para sair andando, mas minhas pernas não obedeciam. Ele tinha um rosto fofo, bochechas rosadas, um sorriso doce e um bigode de puto. Eu sou bissexual, gosto de ver putaria na internet, e quase sempre, homens com bigode igual ao dele, são safados e muito putos.
Ele parou a poucos metros de mim, e tudo que eu conseguia fazer era respirar fundo, esperando, com o coração batendo alto demais no peito.
— Acho que vou dar uma passadinha ali nas trilhas... Você vem? — ele perguntou, empinando a bunda para mim e dando uma piscadela.
Engoli em seco, sentindo uma pontada no meio das pernas. “Como eu disse! Bigode de puto!” Eu não sabia o que responder, precisava de tempo para pensar e responder, mas minha boca foi mais rápida.
— Beleza, Bora lá!
O cara que eu nem sabia o nome andou na frente, rebolando sua bunda para mim, que caminhava logo atrás dele. Ele parou no meio da trilha, onde tinha várias camisinhas usadas. Aquele era o clássico ponto de foda gay.
— Quer se divertir um pouco?
Sem pensar duas vezes, tirei meu pau pra fora, ainda mole, mais escuro que meu tom de pele, grossinho e pesado, com algumas veias pela extensão. Aquele emprego de merda me fez ficar tão ocupado, que nunca mais consegui comer um cu ou uma buceta. Agora eu iria aproveitar sem medo.
— Óbvio, tava olhando essa tua raba gorda a caminhada toda. — falei, sem pensar.
O branquinho sorriu ao ver meu cacete escuro, meio avermelhado, assim como meu tom de pele. Ele se abaixou, chegando perto do membro e o colocou na boca.
— Humm... Que delícia de piroca. Adoro chupar pau mole e sentir ele endurecendo em minha boca.
Soltei um suspiro quando ele botou todo o meu pau na boca, senti o calor molhado envolver meu membro por completo, logo dando sinais de vida. O puto olhava para mim enquanto chupava meu pau. Acabei acariciando seu rosto olhando nos olhos dele.
Meu pau agora estava duro e mal cabia inteiro na boca do puto. Tirei meu calção de praia e o joguei sobre um tronco de árvore que estava ao meu lado. Ele começa a mover a cabeça para frente e para trás, engolindo vários centímetros, mamando como um bezerro faminto. Ele chupava olhando direto nos meus olhos, enquanto massageava as bolas pesadas.
— Ohhhhh…. — gemi a cada chupada.
Aquele puto mamava melhor que muita mulher por aí. Peguei em sua cabeça e afundei ela em minha virilha, fazendo o puto engolir minha jeba inteira. Gemi mais alto quando senti o nariz dele tocar minha pentelhada.
— Humm...— gemeu o puto sentindo com o queixo colado em minhas bolas pesadas, que a meses não soltava leite. Os olhos lacrimejaram, mas se manteve firme na garganta profunda, ganhando ainda mais a minha admiração. — Fode minha boca…?
Dei uma risada, começando a ir para trás e para frente, fudendo a boca dele com vontade. Ele apenas abriu a boca para eu foder como se fosse um cuzinho.
O ritmo do entra e sai era devagar, mas foi ganhando velocidade, deixando o cacete escuro babado. O barulho do oral era alto, mas continuei, sem se importar com nada apenas em dar e sentir prazer.
— Ohhhh! Isso, seu puto! — gemi, continuando a fuder aquela boca, acelerando e intensificando as estocadas enquanto olhava nos olhos dele, cuja expressão era de puro tesão.
Ele engolia tudo sem reclamar. “Se na boca é gostoso de estocar assim, imagine na bunda.”
— Que pica gostosa... Mete em mim!? — pergunta o puto, como se tivesse lido a minha mente.
Tirei meu cacete da boca dele, estava duro e muito babado com a saliva dele.
— Mostra a raba então.
— Gosta de rabão branquinho?
— Pra caralho!
Ele ficou de pé, virou-se de costas e foi tirando sua sunga branca, exibindo seu enorme rabão branquinho e peludo.
— Gosta de rabão peludo?
Eu nunca tinha comido um cu de macho peludo, seria a primeira vez.
Fui até ele e dei um tapa forte na sua bunda dele, começando a beijar seu pescoço enquanto esfregava a pica nas nádegas grandes de pele quente e macia.
— Vamos descobrir.
— Que bom. Essa aqui é toda sua.
Ele começou a rebolar gostoso em minha pica, enquanto eu esfregava ela no meio daquele bundão. Minha mão estava no pescoço dele, agarrando, apertando dele, puxando-o para trás, e enquanto eu beijava, lambia e esfregava meu cavanhaque e meu bigode de puto na pele macia dele.
— Faça o que quiser com meu rabo.
Sorri, me abaixando e abrindo a bunda dele. Sorri ao ver um cuzinho rosinha, piscando para mim. Parecia bem laceado, aposto que não era a primeira vez dele ali. Sem aviso, comecei a lamber, linguar e chupar aquele cuzinho apetitoso. Ainda cheirava a sabonete e água do mar.
— Ahhh! Isso! Chupa meu cuzinho, chupa.
O branquinho rebolou na minha cara, sentindo a minha língua lubrificando e lambendo seu buraquinho.
— Caralho, que gostoso.
Dei um tapa na bunda branquinha, o que fez a polpa peluda balançar de forma sexy e provocante. Enfiei a língua dentro do anelzinho chupando com bastante vontade. O branquinho gemeu gostoso com o beijo grego. Rebolando na minha cara, piscando o cuzinho, que logo estava bem babado.
— Mete pica no meu cu! Por favor!!
Eu me levantei e coloquei a pica entre as enormes nádegas, agarrei o pescoço dele, sem apertar, e olhei direto nos olhos.
— Implora pela pica do indígena, putinho.
— Por favor, me dê sua pica. Preciso de você dentro de mim. Preciso sentir a pica indígena dentro de mim. Me dá pica, Xamã! — Implorou o puto, piscando o cuzinho para o macho que o dominava.
— Porra, Xamã? Aí é foda! Haha! — entrei na onda. — Implora pica por Xamã, putinho!
— Me dá pica, Xamã! Eu quero pau! Eu quero rola!
— Bom garoto!
Segurei a cintura do puto com firmeza e comecei a enfiar a vara no cuzinho rosado dele, devagar só pra ele sentir cada centímetro meu.
— Ahh que delícia de cabeça grossa. — ele gemeu, sentindo meu cacete o penetrando.
— Ohhhh! — gemi ao sentir o calor interno envolvendo meu membro longo e duro. A cabeça do meu pau era realmente grande. Nunca pude brincar dizendo que meteria só a cabecinha, pois apenas ela é o suficiente para arrombar um cuzinho apertado, mas para a sorte do puto, seu cuzinho tinha uma boa elasticidade na hora de levar pica, engoliu a cabeça do meu pau com facilidade, do jeito que prefiro, e gosto. — Caralho! Que cuzinho gostoso! Tão quentinho!
Bati naquele rabão peludo, sentindo o anelzinho peludo envolta da cabecinha do meu pau. Lambi a bochecha dele e dei mais um tapa na bunda,enfiando logo metade da minha rola, fazendo ele gritar de dor e tesão.
— Ahhhh! Caralho!
A mão dele logo foi parar em meu abdômen liso, tentando impedir que eu empurrasse mais. Ele engoliu em seco e olhou para trás.
— Devagar, seu pau é grande demais. A cabeça é muito grande e não passamos quase nada de lubrificante. — e sem camisinha. Eu estava fodendo ele no pelo e na pele. — Eu quero muito sentir seu pau,mas devagar.
Eu assenti com a cabeça, tirando meu membro grande e grosso de dentro, deu uma cusparada generosa no cuzinho dele, e outra em meu pau. Agarrei firme a cintura dele e enfiei meu pau, devagarzinho. Sem aviso, meti metade, fazendo-o gemer na minha pica.
— Ahhhhh! — Em seguida, soquei o resto, fazendo o branquinho gritar de dor e prazer, enquanto revirava os olhos de tesão.
Sorri ao sentir minha vara totalmente dentro dele. Era uma delícia meter o pau inteiro dentro de um cuzinho, sem camisinha, depois de muito tempo sem foder. Agarrei na cintura com as duas mãos e comecei a fuder sem dó alguma.
— Aahhh aiimmm... Meu cu!!
O branquinho sentia seu cu sendo detonado, no meio da mata, no meio da trilha. Ele gemia mais alto, mas em nenhum momento pedia para tirar ou tentava fugir. O que significava que ele estava gostando.
— Ohhhhh! Cuzinho gososto da porra! Engole meu cacete inteiro!
Enfia dois dedos na boca dele para ele chupar enquanto eu continuava a destruir o seu cuzinho
— Ahhh! Ta me arrombando! Porra Xamã, tá me arrombando! — gemeu ele, antes de começar a chupar meus dedos.
— E vou continuar arrombando, seu branquinho safado!
— Humm…
O corpo dele estava todo trêmulo, sentindo o cu sendo destruído com força, mas sem parar de piscar. Gemi gostoso, aumentando a força das estocadas enquanto levava a mão livre até um dos peitos dele, o apertando.
— Ohhhh! Delícia! Caralho! Puta que pariu! Toma pica no cu! Toma vara no meio do rabão! Toma!
— Humm... Ainnn…
Eu o tratava como meu objeto sexual, mas afinal, não era isso que ele queria, quando veio até mim e me chamou para as trilhas? O puto gemia mais alto enquanto me deixava destruir suas pregas com as bombadas brutais. Eu ainda apertava seus peitos, beliscando seus mamilos de leve e lambendo seu pescoço.
— Que cuzinho gostoso, safado!
— Ta gostando de arrombar ele, tá? Tá gostando de arrombar meu cuzinho? — perguntou o branquinho, levantando a perna e a pousando em cima de um tronco, fazendo sua bunda ficar mais empinada e mais aberta para eu usar como bem quiser.
— Eu tô adorando, puto! — respondi, dando mais um belo tapão naquele rabetão branquinho e peludo, que agora, começava a ficar vermelhinho.
— Ahhhh!! Isso! Arromba meu cuzinho! — gemia o puto, cada vez mais alto.
Eu dava golpes em sua próstata a cada socada bruta. A bunda estava ficando
vermelhinha de tantos tapas fortes. Eu sentia tanto tesão com o rabo grande e peludo daquele puto, que tive que me segurar para não gozar logo.
Segurei o puto pelo pescoço e perguntei no ouvido dele:
— Quer ficar com o cuzinho todo aberto, é? Vou deixar ele bem arrombado então, safado.
Com a mão livre o segurei pela cintura e aumentei a força das estocadas.
— Ahh! Meu cu! Isso, Xamã, me arromba! Deixa meu cuzinho largo!
Ele empinou mais a bunda enquanto eu metralhava o rabetão.
— Fode meu cu como se fosse uma buceta! Isso... Ahhhhh!!!
— Hehehe isso vadio, geme pro teu nativo! Geme pro teu indígena pauzudo.
Eu me deliciei com os gemidos do puto. Acabei dando mais um tapão na bunda dele, fazendo-o gemer ainda mais.
— Ahhh, minha bunda está ficando vermelhinha! Ainn...
Eu metralhava o buraquinho apertado enquanto dava sequências de tapas naquela bunda branquinha e peludinha. Meu cacete entrava tão gostoso.
— Aahh! Xamã, me usa como se eu fosse seu objeto sexual! Sou todo seu… Isso.. Ahhhhhh
— Eu já sei disso cadela, depois que eu terminar aqui vou te colocar uma coleirinha e te levar para passear, para todos verem como você é obediente ao seu dono.
Disse isso continuando a fuder o cuzinho dele sem dó e sem piedade. Eu nem acreditava que realmente disse aquilo.
— Faça o que quiser comigo. Sou todo seu agora.
O puto estava completamente entregue a mim. Eu o dominava e o fodia com violência, arrombando ainda mais aquele cuzão laceado e gostoso.
— Me faz gozar pelo cu, vai. Ainn isso!!
Sorri com o pedido dele. Empurrei ele, fazendo-o segurar no tronco de uma árvore, agarrei ele pelas pernas, e levantei, o erguendo no ar e comecei a fudê-lo de pé.
— Ahhhhh! Isso! Sinto que meu corpo está sendo usado como um objeto sexual! Apenas um brinquedo para você socar a piroca em mim, que gostoso!
Eu o segurava com firmeza, enquanto atolava a piroca no rabão rosado.
— Ohhh! Delícia! Agora fala pra mim, puto, quem é teu dono?
— É você! Você é meu dono! Sou todo seu!
Dei mais um tapa na cara dele e depois outro na bunda. Ele estava sendo fodido com mais intensidade, o barulho entre meu corpo se chocando contra o rabão dele ecoava alto pelas trilhas da mata.
— Aaaahhhh!
A bochecha do puto estava vermelha, e o cu cada vez mais largo. Eu socava com fúria, destruindo ele todo. Eu estava com raiva por ter sido demitido e estava descontando tudo naquele rabão.
A essa altura, a minha pica já havia soltado muito pré-gozo dentro dele.
— Quer meu leite dentro de tu? Cachorro? — bati na bunda dele. — Responde, puto!
— Quero sim! Goza dentro de mim! Me engravida como se eu fosse uma cachorro de rua. — pediu o branquinho, tendo o cu metralhado pelo meu cacete.
Dei então as últimas estocada bem forte dentro dele e urrei alto, começando a gozar muito dentro dele.
— OHHHH! EU TÔ GOZANDO, PORRAAA!!!!
— Ahhh!! Isso, me enche de porra, Xamã!
O branquinho empinou a bunda, sentindo uma boa quantidade de porra quente e grossa sendo depositada dentro dele. Ele acabou gozando também, fazendo o cuzinho mastigar o talo grosso do meu cacete.
Sorri, ofegante, ainda dentro do puto. Levei minha mão até o pau dele e comecei a balançá-lo, para que saisse as últimas gotas de porra dele. Ele gemeu, com minha mão em seu pau e com o meu pau ainda dentro do cu, completamente leitado.
— Porra. Que foda gostosa do caralho!
— Hehehe. — sorri, tirando o meu pau de dentro dele, saindo completamente sujo de porra grossa branquinha. O rabo do puto estava arrombadão e vazando porra como se fosse uma torneira aberta. — Adorei comer teu rabão peludo e engravidar essa tua cuceta rosinha!
Dei mais um tapa na bunda do puto, admirando a obra de arte que fiz ali. Acho que é o normal de todo ativo ver como deixou o buraco que meteu a jeba.
— Foi um prazer receber seus filhos dentro de mim.
O branquinho sorriu para mim, procurando sua sunga branca. Peguei minha roupa e me vesti em silêncio, sentindo as bolas menos pesadas.
— Qual o seu nome? — perguntou ele, me olhando com admiração.
— Alencar. — notei um sorriso no rosto dele. — Mas muitos já me disseram que sou parecido com o cantor Xamã.
— Entendi.
— E qual o seu nome?
— João. Foi um prazer.
— Digo o mesmo. — botei a mão no ombro dele e encarei os olhos azuis intensos. — Eu adorei te fuder, putinho. Mas fiquei cansadão. Topa tomar uma água de coco?
— Claro!
— Beleza, João. — passei o braço envolta da cintura dele e comecei a andar pelas trilhas. — Algo me diz que ainda iremos aprontar mais vezes nessas trilhas. — agarrei meu pau com a outra mão e dei uma sacudida, só para o puto ver.
— Algo me diz que você está coberto de razão.
[ANOS DEPOIS...]
Pois bem, meus amigos. João e eu estamos namorando! Até abrimos uma conta no Onlyfans e no Privacy. Nossas aventuras sexuais no quarto ou em lugares proibidos nos renderam bastante. Nunca fiquei tão feliz por ter sido demitido naquele dia e ter ido caminhar na praia.
Olha como a vida é engraçada. Eu fui demitido. Fui para a praia para refletir e me acalmar. Conheci um puto que me deu o rabo nas trilhas. Ficamos amigos. Começamos a namorar. Viramos criadores de conteúdo para maiores de 18 anos e até somos “famosinhos”.
Acreditam que João e eu gravamos um vídeo de putaria em uma praia de nudismo e, meses depois, um fã confessou que teve uma aventura sexual com o padrasto, na mesma praia de nudismo. Será que viramos Influenciadores de Putaria em Lugares Proibidos? Há! Há! Não duvido de nada quando se trata de mim e João fazendo e postando nossas putarias.
