O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 13

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 5263 palavras
Data: 20/01/2026 21:08:35

Nos próximos dias depois do dia da piscina do Osvaldo, eu e a Bruna estávamos por toda parte um no outro. Ela constantemente me provocava sobre isso e o que fez. Assistimos o vídeo que gravei mais a coleção que tínhamos várias vezes. Sempre faziam a Bruna ficar envergonhada quando se via ou ouvia como falava com o Osvaldo.

Ao longo de algumas semanas, finalmente voltamos à nossa rotina regular nas vidas. Nosso casamento estava forte como sempre e o sexo que tínhamos era sempre incrível. Às vezes não conseguíamos tirar as mãos um do outro. Era como se tivéssemos apenas começado a namorar de novo. A faísca estava acesa e queimando forte.

Conforme as semanas passavam, sabíamos que a outra condição de domingo do Osvaldo estava chegando. Para o dia da piscina, eu e a Bruna estávamos bem empolgados já que estávamos fazendo juntos. Agora ela teria que ir sozinha. Nós dois estávamos preocupados que o Osvaldo tentasse algo que fosse longe demais. Várias vezes, a Bruna disse que devíamos cancelar ou remarcar. Eu a acalmava e dizia que tudo ia ficar bem. Prometi a ela que teria uma conversa com o Osvaldo. Tentei esconder, mas estava secretamente empolgado que a Bruna ia lá sozinha. Ela faria café da manhã para esse babaca antes de acordá-lo com um boquete? Que experiência incrível seria? Estava cheio de ciúmes.

Na noite antes da Bruna ter que ir à casa do Osvaldo, estávamos deitados na cama discutindo os detalhes de amanhã.

— Então que horas você planeja ir?

— O Osvaldo disse que normalmente dorme até tarde, mas eu deveria estar lá antes das 9.

— O quê? Quando ele te disse isso?

— Quando estávamos mandando mensagem.

— Mensagem?? Desde quando vocês mandam mensagem? Desde a última vez? — Achei que aquela conversa privada era uma coisa única. Não sabia que ela ainda estava continuando.

— Desde que comecei a mandar fotos. Ele tenta me ligar às vezes, mas não conversamos muito.

Muito? Que diabos está acontecendo? Enquanto estava pensando profundamente, vi a Bruna me dando um sorrisão enorme.

Aquela vadia safada, pensei. Ela sabia o que ia me deixar louco. Não sabia se ela estava apenas brincando ou se realmente estava falando sério. Achei que seria mais excitante se eu não descobrisse.

— Então 9, né? Algum plano para o café da manhã?

A Bruna deu ao marido um olhar sexy. Ah, então ele queria provocar ela, né?

— Não sei o que o Osvaldo vai ter... mas sei que vou ter uma linguiça BEM GRANDE. — A Bruna disse com uma voz sexy. Sem dizer outra palavra, beijou o marido chocado e virou para dormir.

Levou um tempo para adormecer. Tive que esperar a ereção enorme que minha esposa me deu diminuir. Até finalmente pegar no sono.

Quando acordei na manhã seguinte, senti ao meu lado e senti um espaço vazio. Parece que ela já tinha ido. Fiquei desapontado porque queria ver o que ela vestiria...

***

A Bruna acordou na manhã seguinte bem cedo. Mal conseguiu dormir de qualquer forma. Não tinha certeza por que estava tão nervosa. Isso seria igual às outras vezes. Então poderia voltar e contar tudo ao marido antes de ter um sexo ótimo com ele. Não havia nada de nervoso para pensar, ela disse repetidamente.

Certificou-se de não fazer barulho e saiu da cama. Não queria que o marido visse o que o Osvaldo estava fazendo ela usar. Ele queria que ela viesse usando apenas uma das camisetas grandes do marido. Nada mais. Ele disse para ficar completamente nua por baixo, mas ela pensou melhor. Vestiu uma calcinha rosa para ter algum tipo de modéstia.

Prendeu o cabelo num coque apertado e usou os óculos de leitura. Pensou que talvez um visual novo faria ele gozar rapidamente.

A Bruna respirou fundo uma última vez antes de ir agradar o vizinho arrogante. Amaldiçoou a si mesma por já estar um pouco molhada. Questionou por que estava empolgada, mas o pensamento de fazer algo novo, algo privado, e brincar com o pauzão do Osvaldo respondeu as perguntas rapidamente.

Às vezes, conforme as semanas se aproximavam, estaria com pacientes ou colegas de trabalho no trabalho e a mente divagaria imaginando o pauzão dele. Imaginou a si mesma indo à casa dele. Dando uma última olhada no marido amoroso, antes de se submeter àquele pauzão. Não pensava em si mesma se submetendo ao Osvaldo em si, mas sim ao pau dele. Toda vez que via o sorriso arrogante dele, ainda a irritava. O pensamento de ser má e se soltar a excitava. A ideia tinha começado a criar raízes na mente. Mas isso também a fazia sentir culpada. Quando imaginava o pau do Osvaldo, sempre imaginava como o Osvaldo humilharia o Bruno enquanto o agradava. O homem que amava e cuidava estava assistindo um homem nojento e indigno conquistá-la.

A fantasia dela continuava imaginando um invasor estrangeiro conquistando uma rainha enquanto o rei é forçado a assistir. Ainda amava o rei. Mas o corpo era indefeso ao toque especialista do invasor. Ver o rei se submeter a esse invasor e entregá-la mandava arrepios pela espinha. A Bruna começou a se perguntar se a fantasia dela tinha ficado mais safada que a minha.

A Bruna não escondia nada de mim, e até me contou sobre a visão dela da nossa fantasia conforme evoluía. Sempre levava a um sexo ótimo entre nós. A Bruna me deixaria quase gozando e me diria que trabalho bom ia fazer.

Agora o dia chegou. Ela atravessou correndo o quintal e saiu pelo portão lateral. O Osvaldo deixou o portão e a porta dos fundos abertos, então ela rapidamente entrou.

Entrando pela porta dos fundos, estava na cozinha dele. Abriu a geladeira e ponderou o que fazer para ele. Não queria tornar isso difícil, então escolheu algo simples.

Estava fazendo um pão com ovo e queijo. Ficou ali na cozinha do Osvaldo usando apenas uma calcinha e a camisa do marido. Fazendo café da manhã para outro homem que ele iria aproveitar enquanto ela o servia.

A Bruna estava encharcada pensando em como tudo que estava fazendo era errado. Sacudiu da mente e terminou de fazer o café da manhã. Depois de servir um copo de suco de laranja, colocou numa bandeja e silenciosamente subiu nas pontas dos pés, as pernas sedosas confiantes marchavam com os quadris largos balançando sob a camiseta grande.

A Bruna silenciosamente abriu a porta do quarto do Osvaldo. Ele estava roncando alto com apenas a parte superior robusta do corpo mostrando. A Bruna olhou para ele com nojo vendo ele esparramado. Colocou a bandeja na mesinha de cabeceira ao lado da cama. Caminhando na frente da cama apenas olhando para o Osvaldo, a Bruna respirou fundo. Lentamente entrou no personagem e sabia o que estava prestes a fazer. Quanto mais entrasse no clima, mais rápido acabaria, continuava dizendo a si mesma.

Lentamente tentando não acordar o Osvaldo ainda, a Bruna deslizou para baixo das cobertas pelos pés dele. Rastejou para cima até a cabeça estar bem sobre a cueca do Osvaldo. Ele ainda estava roncando profundamente no sono. Gentilmente quanto possível, puxou a cueca para baixo até o pau macio e pesado ficar livre. Vendo, o corpo da Bruna começou a esquentar. Queria deixar duro imediatamente e vê-lo em seu estado glorioso completo.

Ela pegou e ainda sentiu o peso. Começou a masturbar e o pau imediatamente começou a endurecer. Segurou com uma mão enquanto lambia o eixo para cima e para baixo e passava a língua na parte de baixo da cabeça do pau. A Bruna não esperou mais. Ainda ouvia aquele porco de homem ainda roncando. 'Hora de acordar!', pensou.

Mergulhou a cabeça para baixo e engoliu o pau todo. Agarrando com a garganta e dando uma sacudida. Deslizou a boca para cima e para baixo algumas vezes antes de subir completamente lambendo para cima e para baixo nas laterais do pau. O ronco parou e ela ouviu um fraco "hmmm" do Osvaldo. Ele já estava meio duro, sem desperdiçar mais tempo voltou e começou a dar um boquete de vadia. Ouviu ele se mexendo um pouco. Estava focada demais no pauzão agora para se importar.

Depois de alguns minutos, a Bruna sentiu as cobertas sendo puxadas e olhou para cima para o Osvaldo. Ele tinha um sorrisão no rosto com as duas mãos descansando atrás da cabeça deixando ele olhar para baixo para ela.

— Agora essa é uma puta maneira de acordar. Qualquer cara que não pode experimentar isso, tenho tanta pena... espera, acho que o Bruno é um desses caras! — O Osvaldo riu.

Quando a Bruna viu o Osvaldo de novo, não olhou para ele com nojo mais. O pau dele era tão magnífico que compensava todos os outros defeitos. Honestamente, a Bruna gostava assim. Sabia que nunca se apaixonaria por esse homem.

— Acho que é... ele tá sozinho na cama agora. Enquanto a esposa dele tá chupando um pau muito maior que o dele bem aqui do lado. Sou uma esposa tão má. — A Bruna disse no personagem. A voz mandou arrepios pela espinha do Osvaldo. Era doce com um toque de luxúria.

O pau do Osvaldo agora estava totalmente ereto. A Bruna apenas admirou enquanto lambia a lateral. Começou a perceber que isso era um alívio de tensão para ela. Não sexual porque ela e o Bruno tinham uma ótima vida sexual.

Era uma liberação da tensão da vida. Lutas e problemas diários. Poder agir tão diferente dela mesma e liberar um lado que não estava acostumada. De alguma forma a fazia sentir mais confiante e sexy. Se o marido não estivesse nessa, nunca poderia ter experimentado esse tipo de comportamento. Era como se ele tivesse aberto um mundo totalmente novo para ela.

Não podia esperar para correr para casa para o Bruno. Mesmo quando estava se submetendo ao Osvaldo, nunca parou de pensar no Bruno e agradá-lo. Se ele soubesse disso, o amor dele por ela seria de alguma forma ainda mais forte do que já era.

Por enquanto... ela era a vadia do Osvaldo, então agiu como tal. Arqueou as costas então a camisa caiu mostrando aquela bunda magnífica, apenas coberta com um fio dental fino.

Enquanto a Bruna lambia o pau do Osvaldo, balançou a bunda no ar:

— Tá com saudade de vocêêê... — ela choramingou.

O Osvaldo sorriu. Ele se inclinou batendo nas duas bochechas da bunda algumas vezes. A Bruna apenas continuou lambendo o pau e aguentou.

Finalmente:

— Tá, tá. Deita. — A Bruna disse.

O Osvaldo deitou e fechou os olhos. A Bruna foi trabalhar de lá. Usou as duas mãos e babou por todo o pau do Osvaldo.

Barulhos de engasgo e chupadas encheram o quarto.

— Caralho. Não achei que você ia estar tão envolvida sem seu marido por perto. Você tá agindo mais louca sem ele. — O Osvaldo gemeu.

A Bruna ficou surpresa. Já sentiu que ele estava prestes a gozar. Não querendo que arrastasse isso, começou a chupar ainda mais forte e rápido.

As unhas perfeitas subiram pelas coxas até as bolas. Começou a massagear e provocá-las enquanto ainda chupava o pau.

— Porra! Vai devagar. Devagar!

— Por quê? — A Bruna disse com uma voz inocente.

— Tô prestes a gozar, vadia. Ainda não.

— Pena... eu quero. — A Bruna não ouviu e voltou a chupar o pau.

— Ah, sua vadia do caralho. Vou te pagar por isso.

— Desculpaaa. Sua porra é a única que já provei. Sinto falta... por favorrr. Quero tudo. Prometo engolir tudo. — A Bruna continuou a provocar e pressionar o Osvaldo. Sabia que ele estava bem na borda. Ele não aguentou mais. Agarrou os dois lados da cabeça dela e disparou fundo na garganta.

A Bruna manteve a promessa e engoliu cada última gota.

O Osvaldo estava ofegante sem fôlego. A Bruna rastejou para cima ao lado dele e viu o pão quase todo comido e o suco pela metade. Parece que ele se divertiu enquanto eu estava lá embaixo, ela ponderou.

— Porra, vadia. Foi rápido demais pra mim. Treinei um monstro.

A Bruna sorriu para o comentário:

— Bora, grandão, hora de tomar banho. Meu marido tá me esperando...

***

As coisas estavam indo bem para a Bruna. Estava se divertindo usando as habilidades excepcionais, e estava fazendo um bom tempo. Logo, estaria de volta em casa e poderia esperar passar o dia com o Bruno. A Bruna felizmente pulou para o chuveiro do Osvaldo, a camisa grande subindo e mostrando a bunda suculenta, provocando o Osvaldo. Ligou a água, aquecendo enquanto ele lentamente encontrou o caminho até lá. Já nu, ele se arrastou até ela. O Osvaldo pensou que nesse ritmo, ela estaria de volta nos braços do Bruno em 15 minutos. Queria mantê-la o máximo que pudesse. Ela não ia escapar fazendo ele gozar só uma vez.

— Tira. Devagar. — O Osvaldo exigiu, nivelando o olhar nos olhos azuis profundos da Bruna.

Com um sorriso safado e contato visual inabalável, a Bruna levou as mãos ao corpo, pressionando a camisa larga contra o corpo ampulheta perfeito. Passou as mãos pelos contornos das laterais, de volta para cima para pegar os peitos pesados, e de volta para baixo pela barriga chapada até a bainha da camisa. Balançando como uma saia, ela provocativamente mostrou a calcinha por baixo enquanto cruzava as pernas longas e tonificadas, então girou para mostrar a bunda. Os globos firmes da bunda balançaram quando fez. Virando de volta para encarar o Osvaldo, a Bruna travou os olhos com ele mais uma vez e lentamente puxou a camisa para cima. O Osvaldo encarou famintamente enquanto a camisa ia mais e mais alta, revelando primeiro a calcinha. O Osvaldo percebeu as bochechas da bunda empinada da Bruna mostrando pela lacuna entre as coxas. Podia sentir o sangue começar a acumular de novo no pau. A camisa viajou mais alto, mostrando o abdômen perfeitamente chapado da Bruna com o toque mais fraco de definição muscular. As curvas dos quadris largos e cintura fina fizeram o Osvaldo querer envolver as mãos grandes ao redor da cintura. Mais alto ainda, e a bainha da camisa ficou presa embaixo dos peitos cheios da Bruna. A camisa esticou ao redor deles, construindo antecipação até simultaneamente, saltarem de baixo da camisa. As aréolas pequenas e piercing da Bruna nos peitos redondos, cheios e empinados fizeram o Osvaldo gemer audivelmente de prazer. Removendo a camisa de ao redor da cabeça, a Bruna agora estava no fio dental rosa. Virando de lado, enfiou os polegares na cintura, provocando o Osvaldo enquanto dava uma dancinha. Virou para dar as costas para ele. Curvando, deslizou a calcinha pelas pernas bronzeadas e sedosas. O olhar faminto do Osvaldo absorveu a bunda, o cuzinho apertado, e a buceta, brilhando da excitação.

O Osvaldo estendeu a mão e agarrou duas mãos cheias da bunda:

— Você tem a bunda perfeita — ele disse enquanto massageava.

Ainda curvada, a Bruna olhou para trás:

— É melhor aproveitar enquanto pode — ela riu.

O Osvaldo tinha toda intenção de fazer isso. Num movimento rápido, o Osvaldo foi aos joelhos e lambeu a buceta da Bruna por trás.

— Ai! — A Bruna disse em surpresa, sentindo um choque passar pelo corpo. Ficou curvada enquanto o Osvaldo foi trabalhar lambendo ela. Olhou para se ver no espelho. Com os óculos fofos e cabelo loiro sedoso preso num coque apertado, viu o corpo tonificado no qual colocou horas de amor e trabalho sendo comido pelo vizinho gordo e velho. Assistir ele comer ela nessa posição a fez sentir poderosa e no controle enquanto estendia a mão para trás para agarrar a cabeça do Osvaldo.

Apenas das poucas vezes já ficando juntos, o Osvaldo sabia exatamente onde tocar. A língua dele disparava para cima e para baixo na buceta enquanto agarrava a bunda. Eventualmente uma das mãos deslizou para baixo e massageou o clitóris. A bunda da Bruna foi ainda mais alta no ar. Estava na ponta dos pés.

Olhou para esse homem desprezível entre as pernas. Em frustração, começou a balançar a bunda por toda a cara do Osvaldo. Ele estava em êxtase recebendo esse castigo.

Depois de alguns minutos, o corpo da Bruna já estava queimando com a necessidade de gozar. Então sentiu aquele homem nojento lamber a língua pela buceta até alcançar o cuzinho perfeito. Sabia o que estava vindo, mas ainda pulou quando a língua dele começou a comer o cu. Isso era tão sujo, pensou. Mas por que estava amando tanto? Não achava que o marido já tinha feito isso com ela.

Deixando o Osvaldo, não tinha nenhum escrúpulo sobre isso. Claro que um homem nojento performaria um ato nojento. Agora curtia o toque especialista em lugares que não estava acostumada a sentir prazer. Bem quando o corpo estava prestes a perder, o Osvaldo se afastou.

— Nãoooo, Osvaldooo! Por favorrr, tava tão perto. — A Bruna implorou.

— Uh-uh. Ainda não. Minha vadia precisa ser punida por não ouvir mais cedo.

A Bruna bateu a mão contra o balcão do banheiro e ficou ereta:

— Meu Deus, bem quando esqueço o quanto você é babaca, sempre me lembra!

— Não fica brava. Vou te dar o que você quer. — O Osvaldo riu. Feliz que conseguiu sua vingança de mais cedo. Ele tinha um chuveiro de vidro a vapor e puxou a Bruna com ele.

Fechou a porta e posicionou a Bruna contra o vidro de frente para ele. A água já estava quente e o vapor começou a encher o chuveiro inteiro. Água caindo em cascata sobre eles e estavam ficando mais molhados a cada segundo.

O Osvaldo encarou o que a sorte burra tinha trazido. Estava em pé sozinho no chuveiro com uma mulher lindíssima que poderia muito bem estar com algum atleta milionário, água quente caindo em cascata pelo corpo ampulheta em forma. Os peitos redondos e naturais eram coroados com mamilos duros que chamavam a boca. A bunda apertada e redonda da Bruna brilhava no topo das pernas lisas e tonificadas que pareciam se esticar para sempre. A Bruna pegou o olhar chocado e sorriu de volta. Decidiu provocar piscando e trazendo a água quente contra a pele lisa para pegar os peitos.

O Osvaldo, querendo ir com calma, entregou à Bruna um sabonete líquido:

— Quero sentir você limpar meu corpo com suas mãos macias.

A Bruna careta com a sugestão, mas ainda aceitou a garrafa. Virou o Osvaldo e começou a derramar o sabonete por todas as costas e pelo peito.

Colocou a garrafa na borda e começou a massagear todas as costas e frente do peito até a pele estar coberta de sabão. Estendeu a mão ao redor e agarrou o pau semi-duro. Certificando-se de cobrir completamente com sabão. Sabia que ia brincar com ele de novo logo. O mínimo que podia fazer era garantir que estivesse limpo para ela.

Ele virou e olhou direto nos olhos enquanto ela continuava a massagear a pele ensaboada.

Estava olhando direto de volta. De repente ficou surpresa quando ele se inclinou para beijar. Foi um beijo breve e molhado e logo sentiu as mãos nos ombros empurrando para baixo de joelhos.

Olhou para cima. O pau dele bem sobre o rosto enquanto a água lentamente empurrava todo o sabão pelo corpo grande e o pau ainda maior.

— Você fica tão bem de joelhos. Você pertence aí com um pauzão na boca.

— Bom, tô de joelhos... mas sem pau na boca ainda. — Ela disparou de volta enquanto encarava o pau enquanto crescia a cada segundo.

O Osvaldo riu da atitude e empurrou os quadris para frente. A Bruna respondeu agarrando o pau com as duas mãos. Estava masturbando garantindo que enxaguou todo o sabão do pau. Vendo legal e limpo, a Bruna não hesitou e engoliu o pau todo.

O Osvaldo estava sempre maravilhado de como essa esposa sexy conseguia pegar o pau todo, o que poucas mulheres conseguiam.

O Osvaldo olhou para baixo e pegou os olhos da Bruna enquanto ela servia o pau. Se ao menos o Bruno pudesse ver como a esposa estava encharcada de joelhos diante dele, o Osvaldo pensou.

A Bruna não estava perdendo tempo e estava dando tudo. A água deixou o pau super escorregadio, o que ajudou a deslizar a boca para cima e para baixo mais facilmente. Não estava indo por muito tempo antes de sentir as mãos do Osvaldo levantá-la por baixo dos braços.

— O qu-? O que você tá fazendo??

— Não quero gozar ainda. Você tá tentando apressar isso. — O Osvaldo disse severamente.

— De novo? Mas eu quero... — ela fez biquinho. Ainda estava masturbando o pau contra o corpo tentando induzir o gozo o mais rápido possível. Sabia que a conversa suja deixava o Osvaldo louco. Ele não é o único que tem aprendido o que o outro gosta.

— Não dou a mínima. Vira. — Ele ordenou. Empurrando ela contra a porta de vidro. O vapor estava grosso no chuveiro e o corpo da Bruna não poderia estar mais quente.

— Osvaldo! O que você acha que tá fazendo?? Não podemos transar!? — A Bruna estava olhando para trás para o Osvaldo com a bunda empinada com medo e luxúria no rosto.

O Osvaldo bateu na bunda em resposta:

— Relaxa. Só vou me divertir um pouco com essa bunda.

Agarrou o pau e começou a bater nas duas bochechas da bunda da Bruna.

— Porraaa! Osvaldo! — A Bruna colocou a testa contra o vidro e aguentou as palmadas. O Osvaldo não estava muito bruto, mas queria garantir que deixou uma marca de mão boa em cada bochecha. Cada tapa mandava água voando enquanto as bochechas da bunda balançavam. A Bruna não conseguia imaginar o quanto parecia uma vadia agora. Bem quando achou que não aguentava mais, ele parou.

A Bruna virou a cabeça e viu o Osvaldo em pé olhando para baixo para a bunda arqueada alta atrás. O pau bateu em cada bochecha da bunda.

— Hmm. Osvaldo... para. — Ela sussurrou.

— Parar o quê? — Ele fez de novo algumas vezes.

— ISSO. Você tá chegando muito perto. — Ela o advertiu.

— Não vou fazer nada contra as regras. Só quero fazer o que você fez da segunda vez que ficamos.

A Bruna, se perguntando sobre o que o Osvaldo estava falando, viu ele deslizar o pau bem entre as duas bochechas da bunda.

— Então é sobre isso que você tava falando... — A Bruna sabia que era errado. Era suposta apenas chupar o pau e tomar banho com ele. Agora estava curvada sentindo ele deslizar o pauzão entre as bochechas perfeitas da bunda. A Bruna começou a se perguntar se devia parar isso. O Osvaldo tentaria ir longe demais?

Bem quando estava prestes a se levantar, o Osvaldo riu:

— Não acredito que seu marido realmente assistiu você fazer isso pra mim no próprio quintal de vocês. — A Bruna ficou tão envergonhada ouvindo as palavras. Queria provocar o marido e fazer um show para ele, por isso fez o que fez. Infelizmente isso deu ao Osvaldo um prazer que não esqueceria tão cedo.

A Bruna decidiu ir junto e provocar esse desgraçado para que esperançosamente pudesse se apressar. Queria voltar para o marido.

Esperou até o pauzão estar entre as bochechas da bunda. Então a Bruna rebolou para cima e para baixo no pau. O Osvaldo estava encarando maravilhado enquanto o corpo molhado balançava para cima e para baixo no pauzão. Estava literalmente dando uma prévia de como seria foder ela nessa posição. As costas tonificadas e bunda redonda eram de classe mundial enquanto pingavam água.

O Osvaldo estendeu a mão e apertou as bochechas da bunda contra o pau.

— Porra. Você não tem ideia de como tá boa agora. Faz isso pro Bruno um dia. Confia.

— Talvezzz. — Ela disse brincalhonamente.

A Bruna levou o tempo dela rebolando a bunda no pauzão do Osvaldo. Sentiu a parte de baixo esfregando na buceta e cuzinho, deixando ela louca. De repente sentiu o Osvaldo dar um passo para trás.

Sentiu o Osvaldo se ajoelhar atrás. A língua disparou na buceta.

— Ahhh meu Deusss! — A Bruna estava perdendo. Colocou mais peso na cara do Osvaldo até estar praticamente sentada nela sendo segurada pelos ombros e mãos. A língua dele lambeu ao redor da buceta até o cu perfeito. Massageou as bochechas da bunda ao mesmo tempo, o que pareceu incrível para a Bruna depois das palmadas.

— Hmm. Porra... vai me fazer gozar. Por favor não para! Não para, gostoso!! Uhhh Deus, sim. Come minha buceta. Come tudinho! — A Bruna estava fora de controle enquanto pulava na cara do Osvaldo.

Em poucos momentos estava gozando tão forte que o corpo estava tremendo. Depois de alguns tremores posteriores, caiu no chão. O Osvaldo se levantou com os sucos dela pingando do rosto. A Bruna ficou envergonhada vendo que nem conseguia olhar para ele.

O Osvaldo enxaguou o rosto em pé acima da Bruna. O pau ainda estava totalmente ereto. Soltou uma tosse olhando para baixo.

Ela ainda estava recuperando o fôlego quando olhou para cima e viu o pau encarando direto para ela. Nem resistiu. Soltando um gemido leve, inclinou para frente engolfando a cabeça do pau.

O Osvaldo apenas inclinou a cabeça para cima deixando a água despejar no rosto. Sentindo essa linda esposa chupar o pau mais uma vez. O Osvaldo também estava sentindo todo tipo de emoções. Viveu uma vida longa... nunca acharia que poderia experimentar prazer com uma mulher assim.

O Osvaldo curtiu o boquete por um bom tempo. A Bruna estava exausta do orgasmo, então estava levando o tempo dela lambendo e curtindo o pauzão do Osvaldo, perdendo a noção do tempo.

Finalmente o Osvaldo queria tentar uma última coisa.

— Você quer minha porra, não quer?

A Bruna acenou sem tirar a boca do pau.

— Me ajuda a secar primeiro. — O Osvaldo disse, se afastando então saindo do chuveiro.

A Bruna ficou ajoelhada no chuveiro sozinha. Estava começando a ficar frustrada de estar sendo varrida no ritmo dele.

Levantou e seguiu atrás. Ele entregou uma toalha então ficou na frente sorrindo. Ela diligentemente secou ele, então a si mesma.

— O Bruno tem sorte de ter você. Você é a esposa perfeita. — O Osvaldo provocou.

Uma vez que voltaram ao quarto, o Osvaldo tentou puxá-la para a cama, mas a Bruna teve um sorriso travesso. Já que ele queria provocar, ela retribuiria o favor.

— Bom, acho que terminamos por hoje. — A Bruna disse sem expressão.

O rosto do Osvaldo congelou:

— Terminamos? — Ele olhou para baixo para o pau duro que a Bruna já estava olhando.

— Como caralho terminamos? Você precisa terminar isso. — Ele apontou para o pau.

— Bom, a condição era que eu te desse um boquete e café da manhã. Dei. Então eu devia tomar banho com você. Tomei. Então terminamos por hoje. — A Bruna pegou as roupas e começou a sair. 'Da próxima vez é melhor pensar duas vezes antes de me provocar', a Bruna comemorou na cabeça.

Bem quando estava prestes a chegar na porta, o Osvaldo estava bem atrás. Virou e tentou empurrá-lo de volta. Ele agarrou a mão e colocou no pau duro.

— Você não pode simplesmente me deixar assim. — O Osvaldo rosnou.

A Bruna ficou nervosa imediatamente sentindo o pau duro. Ele a encostou de volta contra a porta. A Bruna largou as roupas e estava masturbando o pau com as duas mãos.

Os rostos do Osvaldo e da Bruna estavam bem perto um do outro:

— Você vai cuidar disso pra mim agora?

A Bruna não conseguiu ou não podia nem responder, apenas acenou com a cabeça.

— Então vai pra cama. De bruços.

A Bruna ficou vermelha depois de ouvir as palavras. Ainda assim obedeceu e caminhou até a cama com o Osvaldo atrás. Ficou de bruços na cama com a bunda alta no ar. O Osvaldo se ajoelhou e imediatamente estava comendo ela.

— Ughh. Deus. Porra, porra, porra. — A Bruna gemeu. Estava a metros de sair e estar nos braços do marido. Mas em poucos momentos estava agindo como uma vadia mais uma vez.

Uma vez que o Osvaldo teve o suficiente, ficou em pé bem atrás da Bruna. Bateu nas bochechas da bunda algumas vezes. Depois de garantir que as costas estavam arqueadas o suficiente, deslizou o pau entre as bochechas redondas e perfeitas da bunda. Não conseguia superar que bunda ela tinha. Apenas serrou o pau contra ela enquanto apertava a cintura e bunda.

A Bruna sentiu a buceta pingando mais uma vez. Dessa vez, porém, não era água do chuveiro. O Osvaldo também sentiu o pré-gozo pingando por toda a Bruna.

Depois de um pouco, a Bruna ouviu o Osvaldo dizer para virar. Quando virou, olhou para baixo para ver o Osvaldo descansando o pau bem abaixo do umbigo. Vendo como seria fácil para ele foder ela, a Bruna começou a se preocupar. O corpo estava queimando mais uma vez e não tinha certeza se conseguiria pará-lo. Ou se queria.

— Não esquece do nosso acordo. — A Bruna disse, olhando nos olhos do Osvaldo com um olhar severo, mesmo deixando o Osvaldo abrir as pernas.

— Sem gracinhas. Prometo. Só quero que nós dois gozemos.

O Osvaldo sorriu e deslizou o pau mais para baixo. Deixou a parte de baixo do pau deslizar para cima e para baixo na buceta brilhante da Bruna.

— Você tá tão molhada, porra — o Osvaldo comentou enquanto abria os lábios da Bruna e cobria a buceta com os próprios sucos. A excitação da Bruna cresceu ao sentir que o que ele disse era verdade. O Osvaldo e a Bruna ambos olharam para baixo, focados em como parecia ver o pau grosso do Osvaldo separar os lábios da buceta da Bruna. O movimento de serrar parecia incrível no clitóris ansiando da Bruna, e ela sentiu cada veia e contorno do pau grosso do Osvaldo enquanto esfregava contra os lábios sensíveis. O Osvaldo sentiu as secreções escorregadias da Bruna enquanto periodicamente pegava a parte de baixo molhada do pau e espalhava o pau com o néctar da Bruna. Logo, o pau era uma vara brilhante. Ele olhou brevemente para o rosto da Bruna enquanto ela encarava, caindo mais e mais fundo nas sensações de prazer que estavam dando um ao outro. Os quadris começaram a fazer pequenos movimentos enquanto cronometrava quando o pau serrador do Osvaldo estaria sobre o clitóris inchado.

— Imagina como seria por dentro — o Osvaldo disse, quebrando o foco da Bruna. A Bruna imediatamente fuzilou o Osvaldo, mas os quadris não pararam. — Claro que não vou quebrar as regras — o Osvaldo assegurou —, ...A não ser que você queira. — Ele olhou no rosto com um sorriso. A Bruna respondeu mantendo o olhar fuzilante... e as pernas abertas. A Bruna não queria que as sensações boas parassem. Queria gozar.

— Sei que você pensou nisso. Tudo que precisa fazer é pedir gentilmente e vou colocar isso dentro de você. Vai te fazer sentir bem.

A Bruna dividiu a atenção entre o pau serrador do Osvaldo e o rosto sorridente. Tinha se perguntado como seria ver aquele pauzão abrindo ela.

— Olha o quanto você tá molhada por esse pau. Deslizaria facilmente. Vai te fazer sentir coisas que nunca sentiu antes. Já teve um desse tamanho dentro de você?

Os olhos azuis profundos da Bruna arderam no topo das bochechas vermelhas coradas:

— Não — ela respondeu, tanto honestamente quanto desafiadoramente enquanto o Osvaldo provocava.

— Você se arrepende do acordo agora? — O Osvaldo escaneou o rosto lindo mesmo enquanto brincava como se estivesse provocando, avaliando a resistência. Continuou deslizando a parte de baixo do pau grosso sobre o clitóris, assistindo a Bruna responder mordendo o lábio. Um pequeno gemido de prazer escapou da garganta.

— Só pede. Vou colocar dentro. Te fazer sentir bem. — O Osvaldo pressionou de novo.

***

Nota: Será que Osvaldo finalmente vai fuder o cuzinho da Bruna?! Aguardem a próxima parte!

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Comentários

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Só uma explicação aos leitores: comer, em inglês, quer dizer cair de boca, em português. Como a tradução deve ter sido feita por tradutor, o mesmo não sabe qe no português comer quer dizer penetrar.

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Bom, eu volto lá depois de uns 4 ou 5 capítulos a frente pra ver a degradação total do marido!!! Custo a acreditar que existe alguém tão patético assim!!!

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Poderia comer ela e ter um infarto fulminante. Rsrs. O tadala matou ele. Aí essa puta da pra outros.

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Acho que se Osvaldo conseguir comer ela vai perder a graça acho que o que prende os leitores e justamente ele achar que está no controle mais na verdade o casal e que está no comando e se ele conseguir o que quer acho que o conto perde o sentido

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Quando conseguir, o sexo com o marido vai ficar sem graça, ela passa a procurar cada vez mais o vizinho e menos o marido, que se deliciará com ela fazendo anal, oral, sendo a vadia perfeita apenas com o vizinho, com o marido continuará sendo a esposinha recatada que não mama, não dá o rabo nem pode levar um tapa na bunda!!!

O título deveria ser o macho, a puta e o corno otario!!

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Se não for na próxima parte a galera vai ficar puta demais 😂😂

Mas falando sério, esse misto de gerar ansiedade é “raiva” no leitor é uma boa técnica de criar tensão sexual extrema, pq quando o evento tão esperado ocorre da uma liberação dopaminergica intensa no leitor.

A leitura é presa pela expectativa, excelente história, muito bem escrita e muito boa estratégia narrativa.

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