Grupal no Quiosque - PARTE I

Um conto erótico de Henrique
Categoria: Grupal
Contém 4722 palavras
Data: 20/01/2026 17:07:05

Conto tem somente PARTE I e PARTE II. Boa leitura.

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Olá pessoal,

Depois de me desentender com o Gui, eu segui em frente. Não conversei mais com ele, e depois de um tempo ele nunca mais me chamou. O André e eu conversamos um tempo, mas depois do ocorrido eu fiquei meio fechado para ficar com um cara novamente. Eu voltei a ficar apenas com mulheres. Namorei algumas vezes, relacionamentos curtos, e apenas um pouco maior. Nunca havia contado para absolutamente ninguém. Nem sequer um comentário.

E assim, dois anos se passaram. Algumas coisas aconteceram, fui promovido. Comprei uma casa, bem parceladinha, e um carrinho pequeno. E segui minha vida sozinho, com alguns amigos e amigas em volta, e alguns casinhos. Pude sair com um casal, o qual achei que aconteceria o mesmo que o Gui, uma interação realmente a3, mas o cara era um grosso, ficou com ciúmes e quis brigar, a menina começou a gritar com ele e eu fui embora do motel, assim que olharam pro lado.

Minha história começa perto do dia de Ano novo. Um casal amigos me chamou para passar a virada com eles numa praia pequena do litoral. Que eles tinham um quartinho sobrando, e que se eu levasse eles de carro eu não precisaria pagar a casa. Por mim parecia uma boa barganha. Acabei topando.

No dia 30 de dezembro, passei de carro na casa deles, os peguei, e fomos em direção da praia. Nunca rolou nada sexual entre nós, pelo contrario, eram quase irmãos, acabei virando padrinho de casamento deles. Apesar do sentimento entre nós, eles acreditavam que eu era meio lerdão, por que eu não falava das mulheres que eu saía. Nunca dei em cima de amiga nenhuma da minha amiga. Nunca falei putaria com meu amigo. Então eles achavam que eu transava uma vez por ano e olha lá. E na verdade eu era somente mais discreto.

Chegamos não litoral, nos arrumamos e fomos curtir o mar, de fato, era uma praia deserta, não tinha iluminação publica na praia, então a noite era um breu. Na época do ano novo, chegava a ter umas 60 pessoas na beira durante o dia e na virada. Tinha uma casinha de salva vidas, sem nenhum salva vidas haha, e dois quiosques grandes. Um meio abandonado mas inteiro, fechado com correntes e um novinho onde comprávamos água de coco, caipirinha Etc.

Tinha alguns grupos só de mulheres, um só de homens e mais quatro mistos, mais família. Bebendo, dançando, ouvindo som, e alguns caras jogando bola, e outros jogando vôlei.

Na tenda de apenas homens tinham 5 caras. Eles tinham idades variadas, me pareceu entre 20 e 40 anos, vou citar um por um aqui:

Altão - Sarado, branco, cabelo loiro, barba curta. Braços, pernas, barriga, costas e ombro fortes, todo lisinho. de calção preto curtinho grudado nele. Devia ter uns 30 anos.

Modelo - Esse parecia um modelo, sarado como se nunca tivesse comido uma carne com gordura, e lisinho como se nunca tivesse um pelo. Tanquinho totalmente definido. Corpo que parecia que saiu de uma mesa. Cor bronzeada, cabelo curto igual soldado, e barba ralinha. Bermuda azul com listras brancas. Era o segundo mais alto. Parecia ter uns 28/30 anos.

Novinho - Um garotinho de uns 20 anos, bem branquinho, calção florido, cabelo castanho claro. Devia ter uns 1,70 de altura. Corpo mais magrinho. Totalmente lisinho.

Quarentão - De fato parecia ter uns 40 anos. Era um peludo, levemente gordinho, e com os braços grandes. Tinha uns 1,80 de altura, terceiro mais alto. Corpo de pai que vai na academia eu acho haha. Calção vermelho Cabelo preto e sem barba.

Negro - Rapaz levemente mais baixo que o Quarentão, magro de academia. Sunga branca. Devia ter uns 24/26 anos. Sem barba. Cabelo pixaim.

Eles se exibiam para as garotas da praia, bebiam cerveja e jogavam bola. Eu não reparei muito, mas a esposa do meu amigo olhou para o modelo enquanto meu amigo tomou banho de mar. E comentou que devia saber o por que não usava bermuda. Eu olhei para ele sem interesse. O modelo me olhou e ficou me olhando por alguns segundos. Ele estava de óculos escuros e ele também. Então, pensei comigo, "ele não esta olhando para mim, por que eu não estou, em teoria, olhando para ele." Ele deu um sorriso e olhou para os amigos. Eu até hoje não sei dizer se o sorriso era para mim, ou alguém atrás de mim.

O dia passou e depois, umas 19h, fui para casa com meus amigos, jantamos, jogamos UNO, e fomos dormir.

Acordei com o pau uma pedra, tesão fora do comum, pensei em bater uma mas a esposa do meu amigo já estava na porta querendo ir para o mar. Me arrumei, e fomos. Estava difícil com aquele tesão, quase 2 meses sem transar, e quase 5 dias sem uma punhetinha.

Chegamos no mar, e todos os grupos que falei estavam lá. Que inclusive, quando chegamos, ficaram olhando para nós.

O dia passou, e fomos para casa, pois naquele dia era dia 31 de dezembro. Jantamos, e quando chegou 23:30 fomos para a beira do mar.

Chegamos na praia, e estava um breu, iluminada apenas pela luz da lua.

Meia noite, na virada do ano, me lembro de ter ficado meio triste, vi meus amigos se beijarem, começarem o ano novo juntos. Pensei algumas coisas e fiquei mais na minha, mas eles não me deixaram na mão. Me abraçaram, rimos, e comemoramos. Pulamos as 7 ondas juntos e comemoramos com os fogos.

Depois de alguns 30 minutos, meu amigo bateu no meu ombro e me deu uma chave reserva da casa.

- Henrique, para aquela direção que tem umas festinhas de solteiros com bastante mulher de biquini. Aqui ta a chave da casa, eu vou levar a mulher para dar uma volta aqui perto se é que tu me entende, a gente se encontra na casa, fechou? - Amigo

E me deu um abraço. Ele estava um pouco bêbado, mas os dois queriam muito ter o seu momento de transa.

Eu fiquei um pouco sem resposta, eu não tinha gostado muito de ter sobrado. Mas pensei comigo, "vamos lá, deixa eles transarem em paz".

Caminhei 3 guaritas no breu, ninguém perto, mas dava para ver algumas tochas bem longe de mim, e de fato tinha uma festa. Cheguei lá, pedi um drink numa tendinha que tinha e bebi. Fiquei olhando as pessoas dançarem e se beijarem. Acabei conversando com uma moça, que estava tão bêbada que me desmotivou ficar ali. Fiquei apenas uns 20 minutos e pensei comigo: "Acho que já deu, eu vou para casa dormir".

Caminhando de volta para minha guarita, senti uma grande vontade de mijar. Eu estava explodindo. Não queria ir no mar, para não me molhar, eu ja tinha chegado na minha guarita, não tinha nenhum banheiro químico. Pensei em mija na duna, mas chamaria muito a atenção. Vi que o quiosque abandonado tinha uma sombra bem escura atrás dele. Comecei a mijar, e depois de um tempinho, escutar um barulho, que não me era estranho. Me lembrei que era um som de boquete, de mamada. Terminei de mijar e limpei meu pau.

Em seguida escutei um barulho de madeira estalando, e pensei que alguém do quiosque tinha visto eu mijando. Me lembro de subir as escadas dele, já que era mais alto que o normal devido a maré. E vi a porta lateral levemente aberta, com uma corrente pendurada na porta, como se alguém tivesse quebrado a parte de madeira para entrar. Abri a porta dando um pouco de de luz para dentro daquele breu. Apenas uns feixes de luz da lua. Quando meus olhos se acostumaram com a pouca luz, eu pude ver, eram 4 caras, totalmente pelados numa rodinha. Eu sei por que vi duas bundas viradas para mim, e consegui ver mais duas cabeças atrás deles. Todos gemendo baixinho e dando pequenas risadas.

Entre todos eles, tinha alguém ajoelhado, chupando o pau deles, dava para saber só pelo som do boquete.

Eu congelei, não sabia o que fazer. Eu correria? Gritaria? Até hoje me lembro da sensação de gelar daquele jeito.

Acabei denunciando minha entrada pela pouca luz que entrou na sala, e pelo som da corrente batendo. Os 4 olharam para mim. Eu nunca senti tanto medo na minha vida. Olhei para seus rostos e pude identificar, eram daquele grupo de 5 caras da praia. Eles olharam para mim tranquilos como se não estivessem fazendo nada extraordinário ou errado. E três deles voltou a olhar para baixo e para o centro da rodinha. O único que continuou a olhar para mim, foi o modelo da praia. Ele me olhou e abriu um sorriso. Até então, eu só consegui ver suas costas, e sua bunda. Ele estava com uma mão na cintura, que a tirou e estendeu a minha com a mão aberta, como se estivesse me chamando.

Eu não sei exatamente o que aconteceu, mas meu corpo foi para frente bem devagar, até chegar ao seu lado. Ele empurrou o rapaz que estava do lado dele, e puxou minha cintura para ficar perto. Ele tinha me incluído na rodinha. Eu olhei para baixo, e vi o quinto rapaz do grupo, o mais branquinho de todos, ajoelhado e mamando os 4 paus. Meu pau acordou ao ver um pau na sua boca. A pesar de estar bastante escuro, era possível ver os membros e mais ou menos o tamanho e grossura deles. Estávamos num canto não tão escuro do quiosque. O modelo estava do meu lado, tinha um pau grosso e grande, e um pau bonito, com a cabeça rosa bem brilhosa. O rapaz do lado dele, o Altão, tinha um pau maior ainda e mais grosso, era quase um cavalo. Do lado dele o rapaz negro, com um pau igual o meu em tamanho, semi duro. Quase não dava para ver muito esse ( haha desculpem ). E por último, o cara que estava do meu lado, um pau muito grosso, mas de mesmo tamanho que o meu, uns 18cm, o Quarentão. Depois de fazer o circulo com meus olhos, olhei novamente para o pau do modelo, que não vou mentir, mas era um pau bonito. Acho que o modelo era o espécime perfeito do que era um cara deus grego, até seu pau, suas bolas e sua bunda eram perfeitos.

Ele percebeu que eu olhei novamente para seu pau, deu uma risadinha, soltou seu pau, e passou uma mão por trás de mim, pegando na minha cintura, e baixando minha bermuda e minha cueca. Eu nem me mexi, estava com medo, não sabia se queria aquilo ou não. Apenas aconteceu. Todos me olharam, e olharam para meu pau, que eu nem tinha percebido, já estava semi duro.

- Carlinhos, tem um pica nova aqui para você mamar aqui - Modelo

Eu olhei para o tal Carlinhos, que estava de costas para mim, mamando o Altão, ele se virou e olhou para mim.

Eu arregalei os olhos, e pensei em dizer não, mas quando vi, o tal Carlinhos já estava ajoelhado na minha frente, colocando meu pau na sua boca. Assim entrou na sua boquinha, eu já fiquei duro 100%. Fechei os olhos e soltei um leve gemido. Esse tal Carlinhos queria mamar pau, isso era certo. O Modelo, virou para mim e disse.

- Tira a camisa bruxo, é Ano Novo, foda-se - Modelo

Eu não disse nada, apensa obedeci, tirei a camisa. Eu não gosto de me gabar, mas já estava na academia a um tempo, sou um pouco sarado, pude ver que o Modelo começou a me olhar diferente, deu uma boa fiscalizada. Eu voltei a olhar aquele menino de uns 20 aninhos, virando de frente para mim, ajoelhado, segundo o pau do modelo em uma mão e o pau do Quarentão na outra.

Não demorou muito, e o Quarentão já queria a boca do Carlinhos emprestada. E ele soltou meu pau da sua boca, para colocar no dele. Agora ele estava segundo o pau do rapaz negro, e o meu, batendo uma punheta deliciosa, com uma mãozinha macia.

O modelo chegou no meu ouvido, discretamente encostando o seu pau na minha cintura.

- Vai dizer que não é uma delicia um boquetinho de Ano Novo? - Modelo

E deu uma risada de leve, e concordei com a cabeça.

Depois de alguns minutos, o Carlinhos virou para o rapaz negro e chupou ele, e assim por diante, Carlinhos foi girando e mamando a todos. O tesão era forte, por que éramos em cinco, e o Carlinhos só tinha uma boca, e duas mãos. Então quando dois de nós não ganhávamos os agrados do Carlinhos, ficávamos tocando punheta, e admirando.

Na quarta vez que o Carlinhos girou, e acabou mamando o Quarentão, ele o puxou para cima pelos braços, deixando-o de pé e o levou ele até outro ponto do quiosque segurando seus braços. Ele já estava muito doido por sexo, isso era visível. Ele foi para um canto um pouco mais para trás, onde tinha uma cadeira de plástico branca, grande, aquelas para idosos, não aquelas normais, uma bem reforçada. E todos fomos atrás, como se fossemos um bando de abutres atrás da carne, o modelo me puxou pela cintura novamente, de forma discreta, para eu continuar participando. O Quarentão ajoelhou o Carlinhos na cadeira, fazendo-o segurar onde fica as costas de quem senta. Colocou o pau sobre sua bunda, deu um tapa nela, e disse.

- Empina o rabinho Carlinhos, que hoje tu virar marmita! - Quarentão

Apesar da pouca luz, pude ver o tal Carlinho empinando como se fosse uma putinha profissional, e vi o Quarentão colocando uma camisinha com bastante dificuldade. Depois cuspindo no cuzinho dele e começou a colocar seu pau Grosso no menino. Pude ouvir o Carlinhos gemendo de dor. Não é para menos né, o cara com o pau mais grosso de todo o grupo foi o primeiro o foder o menino de 20 aninhos ? Sacanagem.

Depois de alguns minutos, ele colocou mais da metade do pau dentro do menino, e começou a forçar no vem e vai.

Eu continuei batendo punheta, estava gostoso tudo aquilo. O Modelo ficou perto de mim.

Naquele canto, estava bem mais escuro, eu quase não conseguia ver quem estava do outro lado da cadeira. Só conseguia ver o modelo um pouco mais nitidamente e o Altão meu lado.

De repente senti uma mão pegando no meu pau. Eu olhei para o rosto do Modelo, e ele colocou o dedo indicador na sua boca, como quando falamos "shiu" para alguém. Ele queria silêncio, não queria que os outros vissem aquilo. Senti a mão quente dele batendo punheta para mim bem discretamente, bem devagar para ninguém notar. Estávamos eu ele, na frente de todos, mas ninguém percebendo.

Depois de alguns momentos, o Altão pediu para ser sua vez de comer o Carlinhos, o Modelo soltou meu pau para ninguém perceber e voltamos a bater punheta, enquanto o Altão tentava colocar seu pau no Carlinhos, com bastante dificuldade.

O tesão estava aumentando mais ainda, estava quente, estávamos suando, gemíamos e falávamos putaria. Chamavam o Carlinhos de marmita, batiam na bunda dele, colocavam os paus na sua boca enquanto outro comia ele, batiam com o pau babado no seu rosto, chamaram de putinha gostosa, falaram que o cuzinho dele era melhor que buceta. Eu apenas batia punheta e olhava aquilo tudo. Mas estava amando. O modelo, voltou a pegar no meu pau quando estava numa posição que ninguém visse a mão dele em mim.

O Modelo disse que era sua vez, meteu no Carlinhos, e quase não conseguia disfarçar tentando me olhar. Me olhava com tesão, mordia o lábio, olhava e logo desviava o olhar. Discretamente encostava em mim. Eu senti que ele também queria me curtir, não só o Carlinhos. Giramos a roda novamente. O Quarentão voltou a foder o Carlinhos. Pude ver o rapaz negro pertinho do Quarentão encostando nele disfarçadamente.

Estava uma loucura. Todos nós ali, totalmente pelados, curtindo uma putaria em grupo. Eu não sabia onde aquilo iria parar. Ninguém queria gozar, ninguém queria que acabasse, eu só queria saber quem seria o primeiro a se entregar.

Tinha bebidas e uns copos na parte lateral do quiosque, Modelo e o Altão foram pegar um pouco, me perguntaram se eu queria.

- Quer também bruxo? - Modelo

- Opa, se tiver quero - Eu

Fomos um pouco mais longe, perto da parte do atendimento do quiosque, mas estávamos a alguns poucos metros do grupinho. O rapaz negro, o Quarentão e o Carlinhos ficaram no mesmo canto ainda, estavam fodendo os 3.

Começamos a conversar com os copos na mão numa rodinha fechada agora, longe dos outros, não dava quase para ver eles, apenas escutar . Ficamos próximos, eu o Modelo e o Altão, para poder conversar. Chegava a ser engraçado, os 3 com o pau semi duro, encostando levemente um no outro na nossa rodinha, e como eu era o mais baixo, o pau deles sempre por cima.

- Qual teu nome bruxo? - Altão

- Henrique - Eu

- Beleza maninho, eu sou Vitor. - Altão ( agora Vitor )

- Eu sou o Wagner - Modelo ( Agora Wagner )

- Você é daqui? - Wagner

- Então eu só acabei entrando na cabana até que o Wagner me chamou haha - Eu

- E você foi logo entrando ? - Vitor

- KKK eu to a muito tempo sem putaria, pensei, ah foda -se mais que uma facada eu não vou levar - Eu

Eles riram comigo, era engraçado como estávamos tranquilos, mesmo estando pelado, e com as picas encostando uma na outra.

- Maninho, a gente não achava que iria rolar isso, a gente caçou mulher o dia todo haha dai o Carlinhos ali ficou bêbado na virada, e contou para Maurício ( que eu descobri ser o Quarentão ) que já tinha dado para um cara e tinha gostado. Eai quando a gente viu os dois tavam se pegando. - Vitor

- Aé? Eai vocês também queriam a mamada HAHAHA - Eu

- Na real a gente riu no inicio, por que o Maurício colocou o pau para fora e mandou o Carlinhos mamar, a gente achou que eles tavam zoando, mas dai foi evoluindo. - Wagner

- Sim, falamos para os cara irem aqui para o Quiosque, por que alguém iria ver, por mais que tivesse escuro. Eles foram, demoraram, e a gente começo a falar que estava com tesão haha. Pegamos e fomos todo mundo, eai deu no que deu hahaa - Vitor

- Vocês são loucos, que bom que fui eu que escutei e não alguém que iria chamar a polícia - Eu

- Hahaha sim, mas quando você entrou a gente tinha começado não tinha 10 minutos. - Vitor

- Ahhh - Eu

- Sim mano haha - Vitor

- Lá em casa tem piscina man, e muita ceva, vem com a gente depois maninho, tu parece ser responsa - Wagner

- Haha não sei - Eu

- Vamo mano, Ano Novo, foda-se haha - Vitor

- Se você for eu mamo seu pau - Wagner

- Eitaaaahhh - Vitor

Eu arregalei os olhos. Aquele cara, que parecia um modelo de tão gostoso, pau lindo, corpo perfeito, falando aquilo? Eu tinha que ver até onde isso iria.

- O cara mente demais em, mas se mamar eu vou mesmo haha - Eu

Ele simplesmente riu para mim, se ajoelhou no meu pau e começou a chupar meu pau semi duro.

- Caralho Wagner, assim ? haha - Eu

- Porra Wagner, a bebida te humilhando haha - Wagner

Ele estava me mamando gostoso, Vitor nos olhava sorrindo e de forma lenta o sorrido dele foi sumindo, e ele foi ficando com o pau mais para cima. Ele começou a gostar de ver aquilo. Encostou sua cintura em mim, colocou o braço por cima do meu pescoço, deixando minha a cabeça com o seu ombro como travesseiro. Pude sentir sua coxa forte e com músculos saltados. Seu pau ficou a milímetro do rosto do Wagner.

- Eu também ne Bro - Vitor

- Se fode Vitor- Wagner

- Wagner, se mamar o Vitor, ele mama nós dois haha - Eu

Pensei em jogar lenha na fogueira só para ver o que acontecia. Wagner deu um sorriso, e começou a chupar o Vitor, que começou a gemer gostoso, ali do meu lado. Vi aquele corpão do meu lado, e acabei passando a mão no seu peitoral forte. Vitor estava sendo mamado e agora alisado por mim. Ele olhou com cara de safado para mim.

- Agora você vai la em casa né? - Vitor

Wagner escutando voltou a chupar meu pau. Eu respondi gemendo com voz tremula e com tesão.

- Haram, vou sim - Eu

- Você é safado em - Vitor

Olhei para trás para ver o outro grupinho e eles simplesmente esqueceram que nós existíamos. Vi o Maurício comendo Carlinhos enquanto beijava o rapaz negro. Todos suados, com beijos babados, que escorriam babinha. Tesão total.

Voltei minha visão para meu grupinho. Wagner levantou, passou seu braço por cima da minha cabeça ficando apoiado em mim, igual o Vitor. Os dois ali, mais altos que eu, sarados, me agarrando, nossos paus grudados. Eu segurei eles na cintura, e suspirei fundo olhando pros seus paus.

- Henrique ta começando a perder a linha haha - Vitor

- Ajuda ele safado - Wagner

- Só entre nós né - Vitor

- Mano, vai logo, você sabe que é responsa - Wagner

Eu nem conseguia responder, estava com o pau uma pedra.

Ele ajoelhou e começou a nos mamar. Ele ficou uns 5 minutos. Ele não tinha experiencia , mas tinha vontade. Até as bolas ele não perdoou.

- Se fica só entre nós, la em casa eu mamo mais - Vitor

Ele falava sorrindo e eu e o Wagner nos olhamos e nos demos um selinho espontâneo.

Percebemos que os gemidos do outro grupinho pararam. Me senti observado. Vitor levantou e ficamos de pé bebendo novamente, ainda pelados. Maurício chegou perto de nós, abraçado com o Carlinho e o rapaz negro, estava no meio deles, com os braços em seus ombros. Os 3 já estavam de bermuda.

- Eu to indo para casa foder esses dois cuzinhos. Bora lá comer eles?

Ele disse olhando para os dois.

- Renato ( rapaz negro ) vai dar hoje também é ? - Vitor

- haha talvez - Renato ( rapaz negro )

- A gente vai com o Henrique naquela festa depois, na outra guarita, querem ir? - Wagner

- O que ? Vão deixar de comer cuzinho pra ficar dançando? Vocês são muito burro mesmo, quando tiverem minha idade não vão mais perder a oportunidade de comer cuzinho, ainda mais virgem - Maurício

- Daqui a pouco a gente vai man, deixa a casa com a porta destrancada - Vitor

- Por mim, podem se chupar a noite toda, eu vou é foder de verdade - Maurício

Ele disse e saiu. Eu achei um pouco grosso da parte do tal Maurício, mas fiquei em silencio.

- Querem ir para aquela festa então? - Eu

- Vamos não, a gente só não queria ir com o Maurício, ele ta meio chato, tratando os moleques igual pedaço de carne, seila acho meio sem noção. E outra, tem bebida aqui ainda, a gente iria trazer um beck mas ficou com medo da policia. - Vitor

- Achei que tinham curtido a ideia de comer um cuzinho haha - Eu

- Foi massa mano, mas tu viu como ele olhou para nós quando tava comendo o Carlinhos? Cara meio enciumado - Vitor

- Muito mais se curtir com vocês que são responsa - Wagner

- Vocês são legais, curti muito - Eu

- Bom de tá só aqui é que não fica aquele velho gemendo igual um porco hahah - Vitor

Todos rimos

- Verdade né mano, agora ta só a gente aqui. - Wagner

- Isso me lembro que faltou Henrique dar uma mamada haha - Wagner

- Verdade, bora ai Henrique, todo mundo mamou, agora é você, aproveita que ta só a gente - Vitor

- haha são muito safados - Eu

- Ajoelha ai maninho, ajuda os brother - Wagner

- Mama os pai kkkk - Vitor

- Assim no seco é ruim, precisa aquecer haha - Eu

Eu quis me fazer de difícil, mas na real, eu ja imaginava dando pelo menos para um deles. Meu cuzinho piscava enquanto eles falavam.

- O cara quer um incentivo hahaha - Vitor

- É muito exigente mesmo - Wagner

Wagner chegou perto de mim, pegou no meu pau e olhou no olho. Eu fiquei imóvel e congelado. Ele me deu um selinho bem babado. Eu segurei seu pescoço, e depois passei a mão pelo corpo dele, sentindo aquele tanquinho definido.

- Wagner é puto mesmo em - Vitor

- Mano, beija esse puto para você ver o que é bom - Wagner

Eu estava vermelho de vergonha, mas as mãos enormes deles e os braços fortes, era tudo tão grande, que eu me senti dominado. Vitor chegou até mim, me agarrou pela cintura e me beijou de língua. Wagner pegou na minha bunda e beijou meu pescoço. Eu pegava no pau deles, e passava a mão nos seus corpos enquanto tudo aquilo acontecia.

- Mama bebê, mama - Wagner

Ele disse aquilo no meu ouvido, logo depois do Vitor terminar de me beijar. Vitor pegou na minha cabeça e me conduziu para me ajoelhar.

Ajoelhei e eles ficaram na minha frente. Seus paus estavam uma pedra. Duros, enormes, grossos, veiudos e lisinhos. Eu me esbaldei.

Dois homens sarados, dotados, e gostosos só para mim. Comecei a mamar o Wagner enquanto batia punheta para o Vitor. Alguns segundos depois Wagner já estava arrepiado, pude ver nos seus braços. Ele gemia e falava putaria.

- Caralho, o maninho tem boquinha melhor que mulher, puta que pariu - Wagner

- Maninho, não esquece de mim né - Vitor

Eu dei um sorriso para o Vitor, tirei o pau do Wagner da minha boca e já coloquei na pica do Vitor.

- Puta merda, que boca é essa - Vitor

- Te falei puto, Henrique mama muito - Wagner

- Mano, que tesão nesse novinho - Vitor

- Sim mano, boquinha de veludo - Wagner

Eu fiquei alguns minutos os mamando, chupando as bolas, sorrindo para eles, e eles de volta. Parecia que nenhum de nós queria sair daquela posição. Eles estavam duros como nunca. Sentia seus paus latejando. Era uma delicia mamar dois paus gigantes novamente. Eu colocava seus dois paus na minha boca, mas somente as cabeças entravam. Ele ficaram abraçados, o Vitor ( o mais alto ) com a mão sobre os ombros do Wagner, e o Wagner com a mão na cintura de Vitor. Eles se alisando. Eles se beijaram o que me deu um tesão surreal. Eles repetiam "é só entre nós". Eu não sabia se era uma confirmação do sigilo ou se aquilo dava mais tesão ainda para eles.

Quando percebi, eu estava ajoelhado no chão, porém, com a bunda empinada. Eu queria que algum deles me comesse ali mesmo. Eles perceberam. Se olharam mas ficaram quietos.

Eu mamei com vontade aqueles paus mas eles não se entregavam.

- Vocês não gozam não? - Eu

- HAHA eu to segurando, quero aproveitar o máximo - Wagner

- Pô eu também haha - Vitor

Eu levantei com a boca toda babada, e beijei o Vitor na boca, quase pulando no seu colo, ficando na ponta dos pé, por que ele era muito alto. Depois voltei e fui até o Wagner, e fiz o mesmo, ele também era alto. Voltei para o Vitor e o beijei de novo. Wagner foi nas minhas costas, e seu pau ficou em cima da minha bunda, deslizando até minhas costas. Ele beijou minha nuca enquanto segurava a cintura do Vitor, fazendo um sanduíche bem gostoso.

- Bora lá para casa? - Wagner

- É de boa? Tem muita gente ? - Eu

- Só eu e os moleques, a casa é da minha família, fica 5 minutos a pé daqui. Tem 3 quartos. E um é meu e do Vitor, dorme lá com a gente. - Wagner

- Vamo - Eu

- Boa caraaaii - Vitor

Começamos a nos vestir, eu fiz questão de colocar minha bermuda de costas para eles, e percebi que os dois notaram mas disfarçaram. Estávamos nos fazendo de difíceis.

Pegamos as coisas e saímos do quiosque com a praia ainda deserta, logo depois os dois me agarraram, um pela cintura e outro com a mão sobre meu pescoço.

Eu estava literalmente indo para o abate, e todos nós sabíamos....

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Oie pessoal, esse foi a PARTE I desse conto de DUAS PARTES. Ele está escrito já , mas ficou super longo, algumas pessoas aqui do site, me mandaram mensagem no privado dando sugestão de contos mais curtos. Então estou tentando encurtar.

Esse foi um dos textos mais difíceis de escrever, por que toda vez que lembro, acabo tocando punheta e gozando em minutos, só de lembrar. E descrever os detalhes, é igual a colocar pimenta nisso tudo ahahah. Então se tiver um erro de português é só avisar que eu ajusto no editar.

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