Descobri a familia da minha namorada

Um conto erótico de sandsjc
Categoria: Grupal
Contém 1974 palavras
Data: 20/01/2026 14:56:43

Este relato aconteceu em 2016, eu tinha 26 anos, fui em uma festa de aniversário de um tio da minha namorada e descobri uma familia nudista.

Tudo começou quando a minha sogra nos falou que o irmão do meu sogro iria fazer uma festa de aniversário de 60 anos e convidou todo mundo pra lá. Minha sogra se chama Maria e meu Sogro Elias.

Os tios da minha namorada moravam em Osasco na época e nós em São José dos Campos.

Maria não gostava desse tio da familia mas nunca falou o por que.

O tio se chama roberto e sua esposa é a Antonia.

Roberto é um típico tiozão, careca com a barba branca por fazer, tem 1,70 e corpo com barriguinha de chop. A tia Antonia era uma velha conservada, tira um seios grandes e sempre usava roupa com decote.

Então pegamos o carro e fomos para a festa, Meu sogro e minha sogra, minha namorada eu e minha cunhada.

Chegamos lá, normal, recepção tranquila, os primos e primas da minha namorada lá também, conversando dando risadas. a festa ocorreu tudo bem e o tio chamou a gente para dormir na casa dele, meu sogro aceitou mas minha sogra estava relutando e não queria ir até que ela acabou cedendo.

Minha sogra era muito religiosa, daquelas que vai na igreja até o dia que não tem missa só pra ficar lá dentro rezando sozinha.

Fomos acomodados pelo tio Roberto e atia Antonia, separaram a gente por causa da minha sogra. Então eu iria dormir na sala com o primo da minha namorada, meus sogros com a cunhada em um quarto de hospedes e minha namorada iria dormir com a prima dela no outro quarto.

Depois de um tempo já acostumado com a casa eu fui ao banheiro e andando pelo corredor da casa percebi que nenhum quarto tinha portas, apenas o banheiro.

Isso me intrigou, pensei, como eles trocam de roupa? Será que fazem isso sempre no banheiro? Até comentei isso com a Juliana minha namorada.

E eu meio que entendi a minha sogra não querer dormir lá, não tem privacidade nenhuma.

Quando a gente já estava se preparando para dormir, o pessoal ainda estava lá fora conversando e eu entrei para ir trocar de roupa, colocar uma bermuda de dormir, estava indo ao banheiro e enquanto passava pelo corredor em frente ao quarto da prima, ela estava ali trocando de roupa. Foi uma olhada rápida de relance, mas deu pra ver seus seios.

A prima da minha namorada era a Cintia, tinha 25 anos, branquinha, seios médios e firminhos com um quadril mais largo.

Cintia não me viu, ou talvez viu mas não tinha nem se virado para ver quem era que passou pela porta do quarto.

Eu entrei no banheiro e troquei de roupa, assim que abri a porta, a Juliana estava esperando eu sair para trocar de roupa também.

Ela não disse nada sobre a prima, então acho que quando ela chegou ali a Cintia ja tinha saído lá para a área.

Passou um tempo e foram cada um indo para suas camas, eu fiquei no colchão da sala com o Lucas, o primo da Juliana e irmão da Cintia. Lucas tinha 23 anos.

Estavamos conversando sobre jogos, videogame e tudo mais. Depois que a casa ja estava silenciosa eu perguntei baixinho para o Lucas.

-Cara, me tira uma dúvida, por que não tem portas nos quartos?

Lucas deu uma risada e disse que sempre foi assim desde que ele nasceu.

Então eu perguntei sobre privacidade deles. Tipo ele dorme junto com a irmã e fica um quarto de hospedes vazio. Queria entender como a familia funcionava.

Vi que Lucas as vezes desconversava, não queria falar muita coisa, mas aí acabou soltando.

Mano, a gente cuida um do outro aqui, minha familia é diferente das outras, eu durmo no quarto com a minha irmã desde sempre, e as vezes nós dormimos junto com meus pais.

Então eu falei pra ele, que eu estava passando pelo corredor e a Cintia estava trocando de roupa. Falei com um tom de vergonha sem saber ao certo como contar.

Então Lucas disse, sim é normal...

Fiquei espantado e ele continuou.

Na verdade é difícil a gente trocar de roupa aqui, porque em casa ninguém usa roupas. A gente só coloca roupas quando vem visitas aqui.

Isso me atiçou a curiosidade e comecei a perguntar e ele me contar sobre o mundo nudista.

Lucas me fez prometer que eu não contaria nada a ninguém pois ele acha que a Maria e o Elias sabem mas não gostam disso.

Eu disse a ele que a Juliana era certeza que não sabia, senão já teria me contado.

Já eram duas da manhã e Lucas me pergunta:

- Quer saber como é a sensação?

-Sensação de que?

-De andar sem nada, sentir a brisa na sua pele.

-Adoraria um dia ir a alguma praia de nudismo para sentir isso.

-Não cara, não em praia, tipo agora!

Eu olhei espantado pra ele.

-Tipo aqui na sala com o povo dormindo?

-Isso, já está todo mundo dormindo mesmo.

Eu meio disse que não, mas também disse que sim e demos risada.

Antes eu pedi para ir conferir como estava lá no quarto da Juliana com a Cintia.

A gente se levantou e fomos na ponta dos pés, chegamos em frente ao quarto e as duas estavam dormindo.

Juliana estava com um lençol no colchão e Cintia dormia na cama descoberta, estava usando um shortinho bem curto e a polpa da bunda aparecendo virada para nós.

Olhei também o quarto dos meus sogros e também estavam dormindo.

Então fui pra sala pensando, posso tirar a roupa, se eu ouvir algum barulho é só entrar em baixo da coberta e fingir que está dormindo.

Quando chego na sala o lucas já estava tirando o shorts e ficou só de cueca, olhou pra mim e começou a tirar a cueca também.

Como tava meio escuro não o vi direito, e ele então cochichou;

-Agora é a sua vez.

Eu não disse nada, mas fui para meu colchão e tirei a camiseta de pois minha bermuda.

Fiquei um tempinho enrolando para tirar a cueca.

Lucas viu que eu estava tentando tomar coragem e então abriu a porta da sala e me chamou lá pra fora.

Me subiu um nervoso com aquele medo de ser pego.

Lucas saiu e assim eu consegui ver melhor pois estava com a luz da lua.

A casa deles tem um muro alto e o portão é aqueles de lata que não se vê nada lá dentro.

Então eu peguei minha roupa e levei lá pra fora já com aquele medo de se alguém aparecer fica mais facil para colocar. Lucas então abriu um portãozinho que dava para os fundos da casa e me chamou para ir lá.

Ele disse que ali era certeza que ninguém iria aparecer.

Aceitei e acompanhei ele.

Eu olhei pra ele e tomei coragem, abaixei minha cueca.

-Aí sim primo, agora me descreve como é a sensação.

Eu não conseguia dizer nada mas estava sentindo o vento da noite no meu corpo. A luz da lua iluminando a gente fou um momento mágico.

Então eu disse pra ele que a sensação era muito boa e libertadora, adoraria fazer isso mais vezes mas era certeza que a Juliana não aceitaria.

A gente ficou um tempo ali conversando baixinho e ele contando como é com a familia dele e as idas ao clube de nudismo e as praias.

Comecei a olhar o pau do Lucas, era do tamanho do meu e bem parecido. Nós não operamos da fimose então temos o prepucio, comentei isso com ele também e demos risada.

Então Lucas disse;

-Tenho outra coisa pra te contar também.

-O que, pode contar.

-Isso você realmente não pode contar a ninguém.

-Fica tranquilo cara, eu já estou pelado aqui com você, com certeza nada vai sair daqui.

-Então... Eu e minha família pra ticamos outra coisa além de só nudismo.

Eu meio que sabia o que ele iria falar mas mesmo assim perguntei:

-O que vocês praticam?

-A gente também curte o mundo liberal.

Eu fiquei pasmo e quase instantaneamente meu pau começou a ficar duro.

-Eita man, que legal! E olha só você disse isso, já passou umas coisas na cabeça e meu amigo já está querendo ficar de pé.

Lucas deu uma risada e isso provavelmente acordou alguém.

Quando eu olho para trás eu me dei conta que a parte dos fundos da casa era a janela do quarto dos tios, que estava aberta por causa do calor.

A gente tava ali conversando e nem dei conta disso, mas ele sabia e não falou nada.

Acho que ele riu mais alto de propósito, e justamente isso fez com que o tio Roberto acordasse.

Eu fiquei em choque, queria correr para pegar minha roupa antes que o tio visse a gente ali. Já devia ser 2:40 da manhã.

O tio roberto vai na janela e me dá um oi e uma risada acolhedora.

Eu não sabia onde enfiar minha cara, mas o Lucas foi falando.

Pai, acho que temos mais um da familia que gosta do que a gente gosta.

O Tio Roberto não disse nada para não acordar ninguém mas acenou com a cabeça e deu um positivo com a mão.

Eu disse para o Lucas que tinhamos que voltar para a sala antes que mais alguém acorde para ir no banheiro e dê falta da gente.

Colocamos a roupa e fomos dormir. No outro dia levantamos normalmente e quando eu vi o tio Roberto fiquei sem jeito e ele percebeu.

Tomamos café da manhã e ele foi lá acender a churrasqueira.

Passamos o almoço como uma familia normal conversamos sobre várias coisas e até sobre minha coleção de cartões telefônicos antiga e foi assim até a hora de irmos embora.

O tio Roberto e a tia Antonia me chamaram lá dentro. Quando eu cheguei no quarto deles estavam com alguns cartões telefônicos antigos para me dar de presente. Mas isso foi um pretexto.

A tia Antonia começou a falar.

-O Roberto me contou que você e o Lucas estavam aqui na janela do quarto ontem, gostei muito de saber que você não tem preconceitos com nosso estilo de viver.

-Não tia, aliás eu adoraria viver assim também, mas é certeza que a Juliana não aceitaria, até porque foi criada pela Maria neh?!

Demos risada sobre isso, e o tio Roberto continuou:

-Então, nós queremos te fazer um convite. Sempre que você quiser, pode vir nos visitar, sozinho.

-Pode deixar tio, eu trabalho em São Paulo de vez em quando então extendo até Osasco para eu viver essa experiencia por completo.

O Tio Roberto me deu um abraço e foi até a porta do quarto. Eu fui atras dele para voltar para o pessoal lá na área, mas a tia Antonia chamou:

-Ué e meu abraço, não ganho também?

Eu voltei e dei um abraço na tia, até que ouvi o tio dizer:

-A barra ta limpa agora.

Eu não tinha entendido mas a tia Antonia segurou meu rosto, foi chegando perto e me deu um beijo na boca. Eu já estava começando a ficar acostumado com estranhezas na familia, retribui e nos beijamos loucamente ali no quarto.

Foi um beijo rápido para ninguém ver.

Saí do quarto com os cartões telefônicos na mão e mostrei a Juliana para não dar pinta do que tinha acabado de acontecer.

Nos despedimos de todos e fomos embora.

Não via a hora de minha empresa me mandar para São Paulo para trabalhar só para fazer uma visita pros tios da minha namorada.

Teve a visita, mas vou deixar para outro relato.

Hoje sou nudista e liberal porém sozinho pois minha esposa não gosta dessas coisas.

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