Enquanto caminhávamos para o carro, Bruna e eu dávamos as mãos enquanto Osvaldo seguia atrás. Como da última vez, Bruna sentou no meio entre nós dois.
Quando o motorista do Uber começou a dirigir, Osvaldo colocou a mão no joelho de Bruna.
Bruna imediatamente olhou para mim. Nossos olhares se travaram e não dissemos nada.
— Beija seu amante — sussurrei para ela.
Bruna deu um sorriso fraco para mim e virou para Osvaldo. Ele ouviu o que eu disse e simplesmente se jogou em cima dela. Colando os lábios nos dela. Bruna abriu a boca na hora para a língua grossa dele. Se beijaram com luxúria. Osvaldo subiu o vestido dela. Acariciando as coxas. Expondo mais o corpo dela.
Esse motorista do Uber era um homem mais velho, pele morena. Deduzi que era imigrante latino pelo sotaque. Notei ele ajustando o retrovisor para assistir ao espetáculo no banco de trás do carro dele.
Osvaldo continuou se pegando com minha esposa. Tinha subido o vestido dela todo e estava amontoado nas coxas de cima. As pernas dela escancaradas e Osvaldo esfregava a buceta de Bruna por cima da calcinha fina. A calcinha da minha esposa estava ensopada e colada na buceta.
O motorista do Uber não parava de olhar no retrovisor e mudou de faixa por engano.
— Porra, cara!! Olha pra estrada — rosnei para ele.
— Desculpa — disse apologeticamente. Depois falou: — Ela é muito gostosa... puta. Quanto você pagou?
Fiquei chocado com a pergunta do motorista. Ele achava que Bruna era uma prostituta paga. Simplesmente não sabia como responder, mas me excitou pra caralho.
Osvaldo parou de beijar minha esposa e deu uma gargalhada alta ao ouvir a pergunta.
— Você tá certo, meu irmão... ela é uma puta muito gostosa. Uma puta casada gostosa. É esposa dele — Osvaldo apontou para mim. — Ele gosta de ver a esposa virando vadia. Só curte o show mas também olha a estrada — piscou para o motorista.
Já tinha puxado a calcinha da minha esposa de lado e dedava ela. Bruna estava num transe e nem percebia como tinha sido exposta.
Senti o calor subir no rosto de vergonha sabendo que esse completo estranho sabia que eu só ficava assistindo enquanto outro homem pegava minha esposa. Mas isso não afetava meu pau duro latejando. Na verdade meu pau pulsava sabendo que outro homem via minha esposa nesse estado.
Osvaldo puxou a frente do vestido da minha esposa para baixo, expondo as tetas. Chupou uma de cada vez, mordeu os mamilos. Fazendo ela gemer. O rosto dela virou para mim e eu a beijei enquanto Osvaldo apertava os dois mamilos com força com as mãos.
— A-amor... a gente devia parar? Ele tá me vendo... — Bruna sussurrou.
Balancei a cabeça que não. Estava perdido no tesão vendo minha esposa linda sendo apalpada enquanto um estranho assistia.
De novo quando ela estava perto de gozar, Osvaldo tirou os dedos da buceta dela. Fazendo ela gemer de decepção.
— Por favor, não para!
Osvaldo abriu a calça e tirou o pau duro monstruoso.
— Fica de joelhos no banco, vadia — sibilou para ela.
Bruna ficou de joelhos no banco e inclinou no colo de Osvaldo. Envolveu a mão no pau dele e masturbou. Osvaldo subiu o vestido dela e expôs a bunda magnífica. A calcinha turquesa só valorizava a bunda pelada. Ele agarrou um punhado da bunda e deu um tapa.
— Meu Deus! Essa loira cachorra tem uma bunda gostosa — o motorista do Uber disse chocado. Era óbvio que estava impressionado com a bunda da minha esposa, o que me encheu de orgulho. O motorista também tocava a frente da calça. Minha esposa tinha causado outra ereção.
— Ei, cara! Posso encostar e assistir? — o motorista perguntou para mim.
— Não!... Continua dirigindo, chegamos logo — falei rápido.
Bruna só masturbava Osvaldo enquanto ele apalpava a bunda dela. Só olhava para cima para ele na escuridão.
— Gosta do meu pau? — Osvaldo perguntou num tom arrogante.
Bruna assentiu. Os olhos cobertos por uma névoa.
— Chupa então.
Bruna respirou fundo e começou a lamber a cabeça grossa do pau dele.
— Isso... lambe isso e depois engole fundo — Osvaldo gemeu.
Depois de lamber a cabeça do pau por uns minutos, começou a subir e descer a cabeça no pauzão dele. Fazendo barulhos de engasgo enquanto tentava engolir o pauzão. Osvaldo continuava brincando com a bunda dela. Apertava as nádegas e dava tapas fortes na bunda cremosa. A bunda dela ficava vermelha com as marcas dos dedos dele.
— Porra... você é tão grande! — Bruna disse impressionada. Tinha acabado de tirar a boca depois de engasgar de novo no pau grosso dele.
— Grande? Comparado a quem?
— Cala a boca. Não vou falar — protestou.
*TAPA! TAPA! TAPA! TAPA! TAPA!* Osvaldo bateu forte várias vezes na bunda dela.
— AI! Por favor, não! Eu falo...
*TAPA!!*
— Meu marido!! Você é maior que meu marido!! — gemeu.
— Isso aí, volta pro meu pau, vadia. Continua servindo... isso. Lambe a ponta. Assim mesmo. Porra, você tá linda agora.
O motorista ergueu a sobrancelha ao ouvir aquela esposa linda agir tão safada. Não olhou torto para o marido inesperadamente. Tinha inveja que aquele homem era casado com uma mulher tão vadia.
Eu estava fora de mim de excitação. Olhando a bunda da minha esposa bem na minha cara. Me inclinei e comecei a lamber a buceta dela. Tirei a calcinha de trás da rachinha e lambi a rachinha da bunda também. Bruna gemeu alto. Esticou uma mão para trás e empurrou minha cara na bunda e buceta dela.
— Porra, amor... continua fazendo isso enquanto eu chupo o pau desse babaca pra você — Bruna disse delirando.
Osvaldo riu ao ouvir isso.
— Sou um cara de sorte. Volta a boca pro meu pau, vadia. Isso... olha direto pra mim enquanto faz. Porraaa você tá linda agora.
Ela continuou o boquete enquanto eu lambia a buceta dela. Não acreditava. Os barulhos de sucção no carro eram altos e safados. O que me enlouquecia eram os tapas que Osvaldo dava na bunda dela, fazendo Bruna gemer com a boca cheia de pau. Minha cara enterrada na buceta dela e eu sentia o vento roçar minha bochecha a cada tapa que ele dava na bunda perfeita da minha esposa.
Osvaldo só curtia a sensação incrível. Ela lambia e chupava todo o pau dele. Percebeu o quanto ela aprendia rápido. Cada boquete melhor que o anterior.
De repente o carro parou. Olhei para cima e vi que estávamos na nossa garagem.
O motorista tinha virado e encarava a bunda grossa da minha esposa. Esticou a mão para trás e agarrou um punhado da nádega dela.
Senti as entranhas se contorcerem. Outro homem tocando minha esposa. Um completo estranho. Eu estava enlouquecendo. Devia parar ele mas deixei apalpar. Bruna estava completamente alheia que o motorista do Uber a apalpava. Estava totalmente concentrada chupando o pauzão monstruoso do nosso vizinho babaca.
— Boa, cara, pega um pouco dessa esposa vadia — Osvaldo comentou.
O motorista não se contentou só apalpando as nádegas da minha esposa. Começou a tocar a buceta dela.
— Sua esposa puta tá tão molhada... muy mojada — disse para mim enquanto enfiava um dedo no buraquinho escorregadio dela.
— Bruno, você tá realizando a fantasia... é isso que você quer, né? Transformar sua esposa numa vadia assim. É o que eu quero também. Quero transformar sua esposa linda na minha vadia particular! — Osvaldo zombou e empurrou Bruna no pau dele, fazendo ela engasgar.
Ela ergueu o rosto cuspindo.
— Vai com calma, babaca — repreendeu Osvaldo mas continuou masturbando. — Não consigo parar com esse pauzão — disse brincando e olhou para trás.
Congelou ao perceber que o carro parou e outro homem a tocava. Dedando ela. Achava que era o marido brincando com a buceta. Ficou chocada ao ver o motorista dedando ela. A buceta de Bruna pulsou. Um orgasmo intenso começou a rasgar o corpo dela. Desde que Osvaldo negou o orgasmo no clube, os nervos dela estavam em chamas. Precisava gozar muito e naquele momento finalmente vinha.
— Meu Deus!... meu Deus!... meu Deus... não... não... não... ele não devia me tocar... não... — Mas não tinha como parar as sensações intensas que a dominavam. A pélvis dela se contorcia. — Amor, para ele. Eu-eu vou gozaaar! — implorou para o marido.
Osvaldo agarrou o cabelo dela e começou a beijá-la com voracidade.
— Sua vadia do caralho... goza nessa mão... se entrega... é isso que uma vadia como você faz — beijou ela com luxúria de novo.
Osvaldo só olhava para baixo para o prêmio dele. Adorava como as costas dela arqueavam como gata, a bunda empinada enquanto o motorista dedava a buceta apertada dela.
Osvaldo olhou para mim e viu minha cara chocada assistindo o dedo do motorista meter e tirar da minha esposa. Já dava pra ver os dedos dele brilhando com os fluidos dela.
Osvaldo queria empurrar o casal. Sabia que eram novos nisso. Mas até onde iriam? Sabia que sexo os assustaria, pelo menos por enquanto. Tinha curiosidade até onde Bruna deixaria ele ir no estado excitado dela. Osvaldo deu um olhar para o motorista sem eu ou Bruna notar. O motorista achou que a sorte acabou e parou.
Assim que os dedos do motorista saíram, Bruna soltou um gemido de decepção. Não queria esse estranho tocando ela mas o corpo precisava gozar tanto.
— Bruno. Por favooor, tô tão perto — implorou, rebolando a bunda na minha cara, esperando eu terminar o serviço.
De repente Osvaldo disse:
— Bruno. Sai do carro enquanto eu e Bruna damos gorjeta pro motorista do Uber — encarando-me direto.
— O quê?! — eu e Bruna dissemos juntos.
Osvaldo passou a mão nas costas tonificadas de Bruna antes de agarrar uma nádega com força. Depois deslizou a mão para baixo sentindo os lábios molhados da buceta dela.
Bruna, ainda chocada com as palavras dele, soltou um gemido profundo.
— Uhhh Deus. Porraaa. Por favooor.
O corpo dela precisava de alívio mais que nunca. Bruna nunca tinha sido provocada assim.
Osvaldo inclinou e sussurrou baixo para eu não ouvir:
— Você quer gozar, né? — Os dedos dele sentiam devagar a buceta dela. Ela tentou empurrar para trás nas mãos dele mas ele não deixava os dedos penetrarem os lábios macios da buceta.
Bruna assentiu freneticamente, ofegante.
— Olha pra trás pro seu marido. Olha o tesão na cara dele. Imagina o quanto o enlouqueceria se você mandasse ele sair. Fazer ele assistir você brincar com o vizinho e um estranho.
Bruna olhou para trás ouvindo as palavras safadas de Osvaldo. A mente dela não pensava mais. Só sabia que precisava gozar e faria qualquer coisa para isso.
— Bruno... — Bruna sussurrou — Pode sair um minutinho? Não vai demorar...
Tentei responder mas só saiu a boca aberta. Finalmente consegui crocitar:
— Tá bom.
Antes de tropeçar para fora do carro como zumbi.
— Por que não vem pra trás aqui, amigo — Osvaldo riu para o motorista.
Mesmo para o tamanho e idade dele se moveu rápido. Saiu do carro e contornou até onde eu estava. Me deu um sorriso grande e entrou, batendo a porta.
Fiquei sozinho na garagem enquanto minha esposa estava no carro de um estranho com o vizinho babaca fazendo sei lá o quê. Os vidros eram escuros e eu não queria parecer mais louco espiando. Tentei ir para frente do carro e olhar. O que vi fez meu estômago despencar.
Bruna estava virada para o motorista agora. De quatro. O rosto de Osvaldo enterrado entre as nádegas dela. Bruna estava se pegando com o motorista do Uber! Com inspeção mais de perto notei a mão dela se mexendo e vi ela masturbando um pau grosso não circuncidado. Não acreditava no que via. Voltei para o lado do carro, pensando o que diabos fazer. Estava louco de raiva comigo por deixar isso acontecer mas meu pau ia explodir a calça. Queria pelo menos estar dentro do carro assistindo. Exatamente quando ia para frente do carro de novo, vi a janela de trás descer pela metade. Cheguei mais perto e vi os três no banco de trás. Agora eu estava do lado de Osvaldo no carro. Inclinei para ver melhor no carro escuro.
Num transe, Osvaldo levou o dedo à boca para garantir que eu ficasse quieto. Na outra mão, tinha dois dedos metendo na minha esposa. Ela literalmente pingava fluidos nos dedos dele. Ele não parava de me olhar enquanto usava a mão livre para baixar a calcinha dela até o meio das coxas. Como a bunda dela estava tão empinada, o vestido já tinha caído até a metade das costas. Ver as costas tonificadas dela com aquele arco levando à bunda magnífica quase fez minhas pernas fraquejarem.
Bruna tinha as mãos e cotovelos no banco. Com uma olhada mais de perto percebi que a cabeça dela subia e descia no pau daquele estranho. Ele tinha a cabeça inclinada para trás com olhos fechados. As duas mãos segurando o cabelo dela para trás. As joias de Bruna pendiam do pescoço, batendo nas tetas deliciosas. Os olhos dela desviavam dos dele, mas vendo-os fechados ela focou de volta no pau. Bruna estava aprendendo que adorava chupar pau. A sensação dele endurecendo na boca enquanto ela trabalhava para o gozo a enlouquecia de tesão. Sentia os dedos grossos de Osvaldo metendo e saindo dela, provocando o clitóris. “Meu Deus! Até os dedos dele são grossos”, pensou Bruna. “Se os dedos são assim, como seria o pau dele...” Bruna estava completamente sob o feitiço de Osvaldo naquele momento.
Eu encarava impressionado a cena à minha frente. Osvaldo só sorria vendo minha reação. Inclinou-se e começou a lamber a buceta de Bruna.
A cabeça de Bruna ergueu rápido e ela soltou um gemido alto. Começou a masturbar o pau do motorista do Uber e virou a cabeça para trás. Os olhos se arregalaram ao me ver parado na janela aberta. Não conseguia se controlar. Osvaldo ainda dedava ela enquanto lambia a buceta e até a bunda. Os quadris dela tremiam todo em Osvaldo.
Bruna não parou de masturbar o motorista, mas sentindo a boca longe dele por tanto tempo, ele abriu os olhos para ver o que estava acontecendo. Vendo a esposa masturbando o pau dele mas olhando por cima do ombro, finalmente me viu parado na janela encarando chocado.
— Porra disso! — gritou chamando atenção de Bruna. — Termina — ordenou apontando para o pau dele.
Bruna deu uma última olhada para mim. O diabinho no ombro dela mandou ser ainda mais safada. Afogando o lado certinho que lutava para parar essa depravação.
— Osvaldo — disse com voz ofegante. Ele parou o que estava fazendo e olhou para ela. — Sobe o vidro, por favor. Não quero que nenhum vizinho veja.
Osvaldo sorriu e virou para me olhar.
— Desculpa, amigo — subiu o vidro devagar.
Enquanto subia vi Bruna voltar a descer no pau daquele estranho mais uma vez enquanto ainda me encarava até o vidro escuro quebrar nosso olhar.
Osvaldo, sendo o cavalheiro ou babaca que é, deixou só uma fresta aberta o suficiente para eu não ver, mas pelo menos ouvir um pouco.
Fiquei parado na garagem ainda em choque. Não acreditava no que Bruna estava fazendo. Ficava pensando que era só Osvaldo empurrando ela, mas por que ela pediu para subir o vidro? Sabia que eu queria assistir. Aquela desculpa esfarrapada de vizinho ver? Osvaldo era nosso único vizinho!
Ouvi Bruna gemendo descontrolada. Junto com barulhos de sucção e baba. Ela estava dando para esse estranho algo que ainda não tinha dado para mim. Agora eram dois homens que tinham esse privilégio antes de mim!
Os olhos de Bruna estavam velados por uma névoa. Osvaldo dava um tratamento completo na buceta dela. Os quadris dela empurrando a bunda constantemente contra a mão e a língua dele. Ela lambia e chupava aquele pau estranho na frente dela. Era tão diferente do marido e do Osvaldo. Nunca tinha visto um pau não circuncidado na vida real e a diferença na pele lembrava constantemente o ato safado que estava fazendo. Lambia e beijava cada centímetro do pau dele. Às vezes roubando olhares para ele. Ele agora olhava para baixo com olhar mortal. Vendo os olhos azuis dela travarem nos dele, isso imediatamente o levou ao limite.
O motorista do Uber agarrou a cabeça dela e enfiou o pau de volta na boca. Começou a gozar na garganta dela. Bruna engoliu tudo enquanto tinha mini-orgasmos na mão do nosso vizinho babaca enquanto ele lambia ela. Bruna se sentia tão errada e completamente horrorizada, mas ao mesmo tempo se sentia tão sexy. Provocar o marido assim. Agir como vadia na frente do marido. Fazer ele ficar do lado de fora. Sabia o quanto ele queria ver. Decidiu punir ele por fazer ela agir como vadia? Como se fosse culpa do Bruno. Foram as ações de Osvaldo que a levaram a agir assim. Negar orgasmos dela. Expor ela no clube e na frente do homem cujo pau estava agora na boca dela. Todos esses pensamentos inundaram a mente dela enquanto gozava e engolia a porra desse estranho.
Bruna masturbava preguiçosamente o pau do motorista depois de engolir a carga dele e ter um orgasmo na mão e no rosto de Osvaldo. O motorista agora também massageava a bunda dela e admirava o corpo.
Bruna finalmente parou e se endireitou. Devagar percebendo o que acabara de fazer.
Osvaldo inclinou e beijou o pescoço dela. Foi até o ouvido e disse:
— Foi divertido, né? Provocar seu marido como ninguém. É o tipo de vadia que seu marido quer que você seja... — Bateu na bunda dela, fazendo ela gemer.
Bruna não disse nada mas ergueu as mãos para olhar para ele. Viu o motorista do Uber guardar o pau na calça. Corando, disse num tom exausto:
— Isso não devia ter acontecido.
— Mas você gozou tão forte — Osvaldo provocou. Puxou Bruna para ele e tentou dar um beijo. Seja por exaustão ou aceitação, Bruna não se mexeu e correspondeu.
Depois de beijar Osvaldo, afastou a mão do motorista e o encarou.
— Para de me tocar.
Osvaldo interveio:
— Ei, relaxa. Não é culpa dele. Você ou seu marido podiam ter parado fácil. Você deixou ele te apalpar e gozar na sua garganta.
— Deus. Cala a boca. Preciso entrar em casa.
— Vamos, mas você ainda não deu gorjeta pro motorista — Osvaldo comentou casualmente. — Tira a calcinha e dá pra ele. Ele merece uma lembrancinha pra lembrar essa experiência memorável.
Meu pau pulsou ao ouvir a sugestão dele do lado de fora do carro. Bruna deu um olhar para Osvaldo, mas viu o olhar expectante no rosto do motorista. Enganchou os dedos na cintura da calcinha, puxando para baixo. Bruna não protestou e ergueu os joelhos um de cada vez para tirar a calcinha. Dava pra ver que estava excitada com o ato.
O motorista esticou a mão de novo para a bunda dela e apertou as nádegas com força. Ela só baixou a cabeça de vergonha enquanto o homem hispânico mais velho a apalpava. Osvaldo ergueu o rosto dela e puxou para outro beijo longo. O motorista continuou apertando a bunda dela enquanto ela brigava de língua com Osvaldo.
Fiquei parado do lado de fora do carro enquanto Bruna estava no abraço de Osvaldo se pegando como se fossem amantes de verdade enquanto o motorista brincava com a bunda da minha esposa. Finalmente pararam o beijo. Bruna deu um olhar envergonhado para os dois. Nem conseguia olhar para o motorista enquanto entregava a lingerie sexy para ele.
— Muchas gracias. Você é muito gostosa pra caralho — disse ele animado.
— Preciso sair — disse ela. Ao ouvir isso, abri a porta do carro. Bruna me viu e lutou contra o impulso de correr pros meus braços, mas foi contida pela vergonha de ter perdido o controle.
— Tá, tá. Não quero que a noite acabe, porém. Vocês topam um drink pra fechar? É uma boa noite pra banheira de hidromassagem — riu ele.
Bruna olhou para mim esperando ver o que eu diria.
— Talvez um drink... — falei.
Bruna ficou molhada ao ouvir as palavras do marido sabendo o que significavam. Osvaldo saiu para deixar Bruna sair. Ela saiu rápido sem nem olhar para trás. Osvaldo, o motorista do Uber e eu só ficamos olhando a bunda dela. Notando o balanço dos quadris e a bunda rebolando sob o vestido.