☛ Meu nome é Cesar e, por muito tempo, senti que vivi preso num fundo de um poço invisível, sufocando meus desejos por medo da rejeição de uma sociedade hipócrita. Pois meus desejos constavam desejos da minha esposa Amélia chegando em casa após levar rolas na buceta. Eu pensei em maneiras de contar essa situação para ela.
Então, certa noite, Amélia mamava o meu pau e eu arrebentei as correntes mentais falando frases típicas dos maridos mansos! A princípio, houve um silêncio constrangedor. Então quebrei o silencio ao falar que eu queria vê-la dando gulosos boquetes. Subitamente meu pau deu contrações involuntárias e a boca de Amélia encheram-se de leitinhos, o bom é que ela gosta de engolir e mesmo assim ela me interrogou após o último jato.
– Beber leitinhos de pica? César, é sério mesmo quer você quer isso? – disse Amélia com rosto de surpresa!
Essa era a hora de eu sair do fundo do poço, então deixarei que Amélia se apresente.
– 𝐎𝐥𝐚́, 𝐒𝐨𝐮 𝐀𝐦𝐞́𝐥𝐢𝐚 𝐖𝐨𝐥𝐥𝐨𝐰𝐢𝐭𝐳. 𝐄𝐧𝐟𝐢𝐦, 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐨 𝐮𝐦 𝐜𝐚𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐟𝐞𝐥𝐢𝐳 𝐞 𝐬𝐚𝐭𝐢𝐬𝐟𝐚𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨 𝐬𝐞𝐱𝐮𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞. 𝐁𝐨𝐦, 𝐨 fato é que meu marido 𝐝𝐞𝐮 𝐠𝐨𝐳𝐚𝐝𝐚𝐬 no meu rosto 𝐧𝐨 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐯𝐚 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐥𝐚́𝐛𝐢𝐨𝐬 𝐞 𝐛𝐮𝐜𝐞𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐚𝐛𝐨𝐜𝐚𝐧𝐡𝐚𝐫𝐞𝐦 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐚𝐬 𝐫𝐨𝐥𝐚𝐬. 𝐋𝐞𝐢𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬, 𝐞𝐮 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐞𝐫𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐞 𝐥𝐞𝐯𝐚𝐫 𝐭𝐚𝐩𝐚s, mas 𝐞𝐮 𝐟𝐢𝐳 𝐚̀ 𝐢𝐧𝐞𝐯𝐢𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐥 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚.
– 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫, 𝐝𝐞𝐯𝐨 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐫 𝐛𝐚𝐭𝐨𝐧𝐬 𝐬𝐚𝐛𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐥𝐞𝐢𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐠𝐚𝐥𝐚𝐬 𝐧𝐚 𝐫𝐮𝐚... 𝐕𝐨𝐜𝐞̂ 𝐭𝐚́ 𝐝𝐢𝐳𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐫𝐧𝐨 𝐦𝐚𝐧𝐬𝐨, 𝐞́ 𝐢𝐬𝐬𝐨?
𝐀 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐟𝐨𝐢 𝐢𝐧𝐜𝐫𝐢𝐯𝐞𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚. 𝐍𝐨 𝐞𝐧𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐡𝐞𝐢 𝐪𝐮𝐞 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫 𝐛𝐫𝐢𝐧𝐜𝐚𝐯𝐚 𝐨𝐮 𝐧𝐚̃𝐨 𝐦𝐞 𝐚𝐦𝐚𝐯𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬, 𝐍𝐨 𝐞𝐧𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨, 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐭𝐞𝐫𝐧𝐮𝐫𝐚 𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐢𝐠𝐨 𝐞 𝐞𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐝𝐢 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐩𝐮𝐧𝐡𝐚 𝐜𝐮𝐦𝐩𝐥𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐚𝐦𝐨𝐫𝐨𝐬𝐚𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬. 𝐀𝐥𝐞́𝐦 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐨, 𝐞𝐮 𝐚𝐦𝐨 𝐨 𝐂𝐞𝐬𝐚𝐫 𝐞 𝐧𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐢𝐧𝐜𝐥𝐮𝐢́𝐚 𝐞𝐥𝐞 𝐟𝐨𝐝𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐚 𝐛𝐮𝐜𝐞𝐭𝐚.
𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨, 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐦𝐞𝐬𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚𝐬 eu 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐨𝐫𝐝𝐞𝐢 𝐞𝐦 𝐞𝐬𝐜𝐨𝐯𝐚𝐫 𝐚 𝐛𝐮𝐜𝐞𝐭𝐚 𝐞𝐦 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚𝐬 𝐩𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐩𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐭𝐞́ 𝐨 𝐜𝐮𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐥𝐞𝐢𝐭𝐨𝐬𝐚 𝐠𝐨𝐳𝐚𝐝𝐚 𝐞 𝐞u 𝐚𝐩𝐞𝐫𝐭𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐠𝐚𝐬, 𝐚𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥, 𝐦𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫 𝐜𝐚𝐬𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐚𝐜𝐚𝐫𝐢𝐜𝐢𝐚𝐫 a pica do macho 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐠𝐚𝐬 !
𝐄𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫 𝐛𝐨𝐥𝐨𝐮 𝐮𝐦 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐨, 𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐢𝐬 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐞, 𝐧𝐨 𝐚𝐭𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐧𝐭𝐞, 𝐟𝐢𝐳 𝐮𝐦𝐚 𝐥𝐢𝐠𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐟𝐨̂𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐮𝐦 𝐚𝐭𝐫𝐚𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐜𝐡𝐚𝐦𝐚𝐝𝐨 𝐀́𝐥𝐯𝐚𝐫𝐨 𝐯𝐢𝐫 𝐞𝐦 𝐜𝐚𝐬𝐚 𝐭𝐨𝐦𝐚𝐫 𝐮𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐞𝐫𝐯𝐞𝐣𝐚𝐬 𝐬𝐨𝐛 𝐚 𝐚𝐥𝐞𝐠𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫 𝐯𝐢𝐚𝐣𝐚𝐫𝐢𝐚. 𝐍𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨, 𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨 𝐀́𝐥𝐯𝐚𝐫𝐨 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨𝐮 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐜𝐚𝐬𝐚. 𝐄𝐮 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐭𝐚𝐥 𝐯𝐢𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐡𝐚𝐯𝐢𝐚 𝐬𝐢𝐝𝐨 𝐚𝐝𝐢𝐚𝐝𝐚 𝐞 𝐞𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐟𝐢𝐜𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐛𝐞𝐛𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐞𝐫𝐯𝐞𝐣𝐚𝐬 𝐞 𝐫𝐨𝐥𝐨𝐮 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐧𝐬 𝐟𝐥𝐞𝐫𝐭𝐞𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐜̧𝐚 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐂𝐞́𝐬𝐚𝐫, 𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐟𝐚𝐳𝐢𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐨
A noite fui tomar banho e esfreguei meu grelo com força até gozar. Ao sair do banho o César pediu para Álvaro comprar cigarros no supermercado, pois somente lá tinha a marca que César fuma. Então vestir uma minissaia, botas de couro e uma minúscula calcinha.
Eu estava passando batom quando César tentou colocar o pau na minha boca. Mas aleguei que precisava sair e na volta o presentear com a carteirinha vip do clube dos maridos corninhos mansos mais felizes do mundo.
⚤ Leitores, entendam que os fetiches do César e de muitos homens constam serem tratados como amados submissos, porém, de forma sexy entre quatro paredes.
De volta ao texto, sair de carro e pequei Álvaro no caminho. Eu falei que o César havia dormido e eu não queria ficar num sábado a noite em casa.
Bem, o fato é que paramos em uma boate e horas fiquei meio “bacana” de álcool e revelo que tinha vontade de foder numa rola que não fosse do meu marido e se fôssemos pra uma rua perto de casa poderíamos ter uma “conversinha particular”.
O combinado com César era levar Álvaro para uma rua atrás de casa por ter várias indústrias e poucas casas de moradores, então eu estacionaria atrás de casa e de forma oculta o César veria pela janela de vidros espelhados.
Assim que estacionei o carro trocamos beijos. Mas eu não estava lá só pra namorar, então rapidamente desafivelei o cinto dele e quando puxei a cueca apareceu um belo pau grande e grosso curvado para o lado, isso era sorte, pois eu queria aquela vara dentro de mim.
Saímos do carro e fomos para uma árvore de mangueiras que ficava mais próximo da janela de casa. Agora sim meu papel de putinha casada na teoria passaria a prática como a putinha casada diplomada na arte da vagabundagem vip.
Esse momento era importante, então agi rápido.
Eu agachei-me olhei para cima e lambi a cabeça do pau e passei a mamar bem rápido tendo meu rosto levemente virado em direção a janela. Álvaro segurou meu rosto e disse:
- Esfrega o pau nos seios e depois passe nos bicos e pratique espanhola nesses seios lindos e volte a chupar!
Obedeci as ordens do macho e depois de minutos recebo o prêmio das putas preenchendo lados das minhas bochechas com leite. Enfim, fui diplomada com potentes jatos de porra na cara quando afasto os lábios.
Foi perfeito, pois continuei olhando discretamente na direção da janela espelhada sabendo que o corno mandante estava escondido. Então limpei os espermas com as palmas das mãos e tiver que parar de olhar para a janela e ajeitei a blusa e sutiã, portanto, a minha primeira oculta aula casada putinha foi concluída com louvores com bebidas de galas.
Fomos nos sentar no capô do carro e partimos pra beijos e amassos e sugadas nos seios e quando o membro ficou novamente rígido o Álvaro me deitou de barriga no capô e levantou minha saia plissada e puxou a calcinha.
Foi espetacular senti meus umedecidos lábios vaginais que até aquele momento só sentia o pau do marido corno manso se esticando e separando envolta do invasor aprofundando-se em minhas carnes rosadas, me fazendo olhar em direção aonde o marido se esconda enquanto eu liberava sensuais gemidos da minha semiaberta boca.
Fui segura pela cintura e ficamos fodendo com força no capô do carro do meu marido e, de vez e quando eu olhava na direção a janela para César ver a mãe dos filhos dele fodendo a bucetinha no pau de outro macho.
Quando o orgasmo chegou, foi como uma explosão que me atravessou inteira. Meu corpo tremer, os músculos se contraíam e ainda houve mais auges chegando com sucessivos múltiplos orgasmos enquanto rebolava os quadris no gostoso pau.
A sintonia entre nossos corpos se tocavam no vai e vem com Álvaro bombando o viril pênis e então gritei, sem medo, que buceta de mulher fogosa merece ser recheada com leitinhos pastosos.
Álvaro acelerou as bombadas como se tentasse acompanhar meus esplêndidos gozos e então percebi que as bebidas alcoólicas atrapalhavam suas gozadas e eu queria voltar para casa para dar a buceta pro meu marido por me conceder uma noite inesquecível.
Então usei as mãos para abri minhas nádegas e pedir para ele concluir o serviço no meu guloso rabinho, pois nenhum homem viril mesmo embebido resiste em abrir um apertado cuzinho de mulher casada. Além disso, a excitação eram tantas que olhei em direção à janela de casa sabendo que Cesar veria eu dando o cu.
Mas nem tudo é flores, pois mesmo o pau grosso estando lubrificado eu senti dores agudas. Então Dei as famosas apertadas com as delineadas pregas, mas Álvaro então forçou o pau a entrar e aos poucos foi indo se alojando nas profundezas do meu orifício anal.
Pudor eu não tinha mais, afinal, eu estava dando a bundinha para um dos meus amigos. Então usei um bom repertório.
– Álvaro, a sensação é boa do seu pauzão alargando meu cuzinho nessa rua deserta enquanto meu marido dorme – disse isso discretamente olhando na direção da janela. Então Álvaro respode:
– Amélia, teu marido tem sorte de meter o pau num traseiro gostoso desse.
– Então aproveita e fode sem ela saber que estou aqui dando o rabo – Falei novamente olhando na direção da janela.
Eu sabia que meu marido podia me ouvir e me ver esperneando enquanto eu levava pau na argolinha. E, com não doía muito, era hora do show de rebolar a bundinha sentindo o imenso prazer em dar o cu.
Eu só parava para contrair as pregas e apertar o pau e depois metia mais com sensuais rebolados. Então falei as palavras finais para meu Álvaro ouvir e secretamente para o mais novo marido corninho manso do bairro escutar.
- Fode minha bunda que em casa masturbarei o amado corninho para ele não ralhar comigo por chegar tarde, talvez eu chupe o pauzão dele se ele quiser foder a bundinha. Dessa forma, jamais desconfiará que eu cheguei com o cuzinho arrombado e entupido de porra.
E foi nesse teor de palavras chulas que me transformei de esposa do lar em biscateira de rua. A diplomação “Boa Esposa do Cuzinho Arrombadinho” veio com jatos de leite de gala enchendo meu cuzinho.
Então me afastei e recoloquei a calcinha. Bem, de qualquer forma, não havia mais nada a fazer ali na rua. Então leve, de forma um pouco apressada oi Álvaro na parada de ônibus e lembrei a ele que nem ninguém poderia ficar sabendo.
E agora sim nos despedimos de vez. E, se antes eu saia de casa como esposa fiel, agora voltaria para casa como esposa putinha com manchas de porras nos cabelos e seios, a boca e lábios com resíduos de espermas, com cremosinho leitinho na bucetinha e o ânus dolorido a bem fodidinho.
Agora vem a parte do medo por não saber se Cesar gostou ou não. Então vamos aos fatos:
Encontrei em casa usando short e o sinistro foi ele perguntar se gostei da aventura com uma cara séria. Eu nem tive tempo de responder, pois ele se aproximei e levantou minha saia e abaixou minha calcinha e olhou os "estragos" E quando me virou de costas e observou as pregas do cuzinho. A frase dita por ele ficou marcada em minha mente até os dias atuais.
– Amélia, eu disse pra você chupar e chegar em casa com a bucetinha cheio de gala, mas você ofereceu o buraquinho do cuzinho pra ele e agora tá sem pregas de arrombado.
Agora sim foi minha vez de responder em defesa.
- Amor! Não fique brabo, você não queria uma esposa putinha? Então eu dei o cuzinho pro cara.
Cesar então abaixou o short e olha o cacetão durão. Ufa ufa, que alivio, ele gostou mesmo. Portanto, a nossa excelente vida sexual melhorou muito muitão. Afinal, faz parte da nossas excitação entre quatro paredes César ouvir eu contar o quando o amo.
Agora entrego o texto ao meu amado César.
Naquele instante que Amélia chegou em casa, tudo ao meu redor parecia desabar, pois fiquei perdido, sem saber se iria afundaria no fundo do poço por ter supostamente jogado fora o nosso casamento.
Evidente que tudo por causa dos meus excitantes fetiches de marido corninho manso. Mas, à medida que me aproximei do corpo de Amélia e verifiquei seus orifícios, mais forte latejava meu endurecido pau.
Então abaixo estão duas considerações a serem seguidas.
1. Amélia pode ser belíssima putinha, não deixando é claro, amigos e familiares desconfiarem.
2. Quero foder a buceta após Amélia dar pra outro e, se eu vê saindo espermas fica melhor pra eu meter mais forte.
Então, decidimos que, apesar dos ciúmes, eu gostei de vê-la voltando para casa após ela dar pra outro, e ela amou foder a buceta e findar tomando leitinhos pastosos no cuzinho enquanto olhava na direção a janela de nossa casa onde eu me escondi pra bater punhetas.
Portanto leitores, construímos uma nova dinâmica, onde o pacto do amor e a liberdade caminham lado a lado. Hoje, posso dizer que vivo uma vida mais leve com Amélia me chamando de amado corninho em meios as nossas fodas, pois esse é meu verdadeiro eu.
Fundo do poço no meu caso e me tremer de medo da sociedade hipócrita, pois somos um casal feliz onde minha esposa fode gostosinho sem tornar as coisas vulgares dando pra qualquer um. Enfim, não é um estilo de vida, mas de vez e quando rola e quero mais é que ela dê boquetes e dê a buceta e, somente entre quatros paredes, ser chamado por Amélia, de Cesar Wollowitz, o amado maridinho corninho manso. E ponto final.
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𝙏𝙢𝙗 𝙩𝙚𝙣𝙝𝙤 𝙪𝙢 𝙩𝙚𝙭𝙩𝙤 "𝙊 𝙖𝙢𝙞𝙜𝙤 𝙙𝙤 𝙢𝙚𝙪 𝙢𝙖𝙧𝙞𝙙𝙤 𝙢𝙚 𝙚𝙣𝙧𝙖𝙗𝙤𝙪"! 𝙩𝙖́ 𝙣𝙤 𝙧𝙖𝙣𝙠𝙞𝙣𝙜 𝙚 𝙨𝙚 𝙥𝙪𝙙𝙚𝙧 𝙘𝙤𝙢𝙚𝙣𝙩𝙖𝙧 𝙤𝙪 𝙖𝙥𝙚𝙣𝙖𝙨 𝙫𝙤𝙩𝙖𝙧 𝙟𝙖́ 𝙩𝙖́ 𝙙𝙚 𝙗𝙤𝙢 𝙩𝙖𝙢𝙖𝙣𝙝𝙤!
