Retornamos das compras, guardamos a caminhonete na garagem e fomos pro quintal onde nos surpreendemos com a belíssima visão da minha amada esposa se bronzeando totalmente peladinha, exatamente como veio ao mundo, inclusive sem nenhum pelinho já que eu havia raspado todos e deixando a xaninha lisinha.
Ao entrarmos no quintal ela estava deitada de bunda pra cima e com a cabeça virada pra nossa direção de forma que não tivemos o privilégio reservado ao astro sol que lhe aquecia as costas e o entre coxas. Naquela posição em que estava, de pernas abertas, oferecia ao sol uma visão ampla do tesouro que guarda entre as coxas.
Ao nos ver entrando ela olhou tranquilamente pra nós, não fez um único movimento pra vestir o biquíni de cor laranja luminoso que repousava no chão ao lado dela e apenas falou preguiçosa:
Rosinha – Amor, posso tomar sol mais um pouquinho? Tá tão gostoso aqui!
Ao olhar pro tio Carvalho o flagrei com a mão dentro da bermuda ajeitando o pinto, provavelmente imaginando que poderia endurecer. Ele olhou pra mim, movimentou os ombros e as mãos como quem diz: “Se meu pau ficar duro, a culpa não é minha!”
Eu e o tio iniciamos os preparativos pro almoço e, de tempos em tempos, eu olhava pra Rosinha cochilando preguiçosamente ao sol. Percebi que o tio Carvalho também apreciava a minha esposa nuazinha. Passado algum tempo vi minha amada em pé, de costas pra nós e vestindo o minúsculo biquíni laranja luminoso. Calma e lentamente vestiu a calcinha, ajeitou o fiozinho entre as nádegas, amarrou o sutiã e veio até nós exibindo seu belo corpo de sereia todo cheio de curvas.
Rosinha – Vim petiscar algo, tem cerveja gelada pra mim?
Aquele biquíni era um escândalo, o sutiã mal cobria os mamilos e ao menor movimento poderiam escapar e se exibir. A calcinha era composta de um minúsculo triângulo na frente que mal cobria o montinho de Vênus e, atrás, um fiozinho que desaparecia no rego entre as nádegas da mesma espessura dos cordões que amarravam o sutiã, ou seja, a bunda da minha esposa estava completamente exposta pra quem quisesse ver.
E o tio Carvalho queria ver, percebi ele olhando enquanto ela pegava uma cerveja na geladeira. Minha esposa é todinha linda, mas admito que adoro vê-la por trás. Que costas lindas, que pernas e, que bunda! Com aquele biquíni tipo fio dental, ou, como dizem alguns, “cordão cheiroso”, ela ficou ainda mais tesuda!
Percebi que ela andava de um lado a outro, mexia aqui e ali fingindo nos ajudar a preparar a refeição. Desconfiei que ela queria mesmo era se mostrar e provocar. E conseguiu! Vi o tio Carvalho pegando e ajeitando o pinto por cima da bermuda e os movimentos dele foram percebidos pela Rosinha que provocou:
Rosinha – Fer, vista uma sunga pra entrar na piscina comigo mais tarde. E você, tio, não vai vestir sua sunga? Tá calor hoje!
Carvalho (rindo e se virando de frente deixando que ela percebesse o enorme volume sob a bermuda) – Rosinha, no momento não posso usar sunga, meu amigo não caberia dentro dela.
Rosinha (sem qualquer inibição olhando o pacote do tio Carvalho) – Nossa, tio, o que tá acontecendo com seu amigão, aí? Você disse que se aliviou na noite passada com a calcinha da tia Carmem, mas tô vendo que não deu resultado!
Carvalho (enfiando a mão dentro da roupa, tentando ajeitar o bicho e me olhando como se pedisse desculpas) – É, eu fiz justiça com as próprias mãos ontem à noite, mas não resolveu.
Rosinha (fingindo inocência) – Oh, tio, sou eu a culpada, é o meu biquíni? Se for meu biquíni eu troco por uma roupa normal.
Carvalho (tirando a camiseta) – Vou tomar uma ducha fria e o bicho deve acalmar.
Percebi que a Rosinha sorria satisfeita por ter sido a responsável pela ereção do tio Carvalho; ela o acompanhou com o olhar em direção à ducha.
Ao chegar na ducha, de costas pra nós, ele se desnudou completamente tirando inclusive a cueca e se banhou exibindo a bunda. Eu estava envergonhado, mas não quis pedir pra Rosinha trocar de roupa, pois, no fundo eu estava gostando de ver minha esposa exercitando seu lado exibicionista e deixando meu tio de pinto duro. Vi a Rosinha colocando os óculos escuros, certamente pra poder olhar o tio na ducha. Me excitava ver minha esposa provocando o tio Carvalho a ponto de fazer o pau dele endurecer. Me dava tesão também o fato de ver minha esposinha próxima daquele cacetão duro.
Continuei os preparativos pro almoço, mas não tirei os olhos da Rosinha que petiscava enquanto disfarçadamente olhava o tio na ducha. Olhei pra ele e, embora tentasse se manter de costas pra nós, em alguns movimentos acabava mostrando a rola agigantada. Em dado momento fechou a torneira e seguiu em direção à piscina. Durante o pequeno espaço entre a ducha e a piscina ele não conseguiu ocultar a ereção, aliás, desconfiei que talvez nem tenha tentado esconder da minha esposa aquela vara grossa que balançava apontada pra frente. Pelo sorriso estampado no rosto dela, e que tentava esconder, percebi que viu o queria ver!
Quinze minutos depois o tio continuava dentro da água e a Rosinha veio até mim que estava terminando de preparar o almoço. Senti ela me abraçar por trás e enfiar a mão dentro da minha bermuda. Ao pegar meu pinto mole, brincou:
Rosinha (falando próxima ao meu ouvido) – Tem algo pra eu comer?
Eu (rindo da provocação) – Tem, mas não está pronto ainda.
Rosinha (apertando meu pinto) – Quando ficará pronto?
Eu – Talvez mais à noite, aí você poderá comer à vontade.
Rosinha (se colocando ao meu lado, olhando pro tio Carvalho como se quisesse se esconder dele) – Enfie seu dedo na minha florzinha.
Eu (imaginando que não tinha ouvido bem) – Não ouvi direito, o que você disse?
Rosinha (sussurrando no meu ouvido) – Enfie o dedo na minha buceta! Tô molhadinha de vontade!
Eu (surpreso) – Cê tá maluca! O tio tá logo ali.
Rosinha (pegando minha mão e colocando entre as pernas ao mesmo tempo em que puxava o biquíni pro lado!). – Enfie o dedo em mim, sinta como ela tá prontinha!
Não tive como recusar tal convite, olhei e vi o tio Carvalho ainda na piscina de costas pra nós, deslizei o dedo na racha e senti o quanto estava molhadinha, pressionei e mergulhei meu dedo na toquinha quente e lubrificada. Ela não havia mentido, ela estava prontinha pra dar!
Fui surpreendido quando ela colocou um pé sobre a mesa e senti suas mãos em meus ombros me empurrando pra baixo.
Rosinha – Me chupe, preciso gozar!
Eu (tentando resistir) – Cê tá maluca! Aqui, não!
Rosinha – Aqui, agora, prometo gozar rapidinho, me lambe!
Não tive alternativa, pois ela me empurrava pra baixo com força; a ideia de lamber a buceta dela naquele lugar e naquela hora fez meu pau endurecer.
Eu (me abaixando e enfiando a cara entre as coxas da minha amada) – Fique de olho no tio, me avise se ele se mexer.
Ao me abaixar fui recepcionado não somente pelas coxas abertas, mas também pela buceta aberta, ela puxava os lábios pros lados de forma que o grelinho se exibia diante dos meus olhos. Ah, que buceta linda tem a minha Rosinha!
Cheirei aquele fruto cujo perfume me embriagava. Colei meus lábios aos dela e degustei o sabor daquela fruta jovem e suculenta. Iniciei as lambidas por toda a fenda escorregadia e caprichei nos movimentos de língua dando especial atenção ao grelinho duro e saliente. Eu queria, precisava que ela gozasse rápido diminuindo o risco de sermos flagrados pelo tio Carvalho naquela sacanagem.
Creio que não se passaram nem três minutos e ela anunciou o gozo:
Rosinha (puxando e pressionando minha cabeça de encontro a ela como se quisesse me guardar dentro dela e gemendo baixinho) – Vou gozar, vou gozaaaaar!
Aumentei a intensidade das lambidas no grelinho e logo tive que ampará-la e ajudá-la a se sentar, pois o corpo amolecido não permitia que continuasse em pé. Acomodei minha esposa numa cadeira confortável, tipo cadeira de preguiça e lá a deixei com aquela expressão de satisfação plena no rosto pra que recuperasse as energias. Segundo ela própria diz, depois que goza, fica com cara de boba. (risos)
Minutos depois o tio Carvalho se vestiu e retornou pra cozinha aparentando estar mais calmo.
Eu – Tudo bem tio?
Carvalho – Por enquanto, tudo sob controle. Podemos almoçar?
Ao olhar e ver a Rosinha repousando de olhos fechados na cadeira perguntou:
Carvalho – Fernando, tudo bem com a Rosinha?
Antes que eu respondesse que estava tudo bem a Rosinha, que ouviu a pergunta do tio Carvalho, se adiantou e respondeu:
Rosinha – Estou ótima, tio. Estou com essa cara de boba porque gozei há pouco. Aproveitei que você não estava olhando e fiz o Fer me chupar. Gozei gostoso na boca dele, tio!
Eu (sem saber o que fazer ou dizer diante daquela revelação) – Não dê atenção a ela, tio, ela tá brincando, tá provocando você; esqueça o que ela disse. Vamos almoçar. E você, Rosinha, pare de brincadeiras, venha comer antes que a comida esfrie.
Percebi um olhar desconfiado do tio Carvalho, mas o assunto morreu ali. Nos sentamos todos à mesa e comemos nossa refeição regada a cerveja gelada e uma boa prosa.
No finalzinho do almoço a Rosinha, aproveitando um momentâneo silêncio, perguntou:
Rosinha – Tio, logo que nos conhecemos você me emprestou o celular pra eu ver algumas fotos desta casa e, naquele dia, fui tão curiosa que acabei vendo também algumas fotos suas transando com duas mulheres diferentes. Uma vez você comentou algo sobre as mulheres tatuadas que aparecem com você nas fotos, disse que uma é a tia Carmem, mas não quis falar da outra.
Carvalho (olhando pra mim) – Fernando, um dia a Rosinha vai saber de tudo. Eu preferia que você contasse, mas você sabe pouco sobre o assunto e talvez eu seja a pessoa ideal pra contar. Tudo bem?
Eu (um pouco tenso, pois concordava que a Rosinha um dia saberia de tudo, mas esperava adiar ao máximo) – Tudo bem, tio.
Carvalho – Rosinha, eu e meu irmão Júlio, desde crianças, sempre fomos muito unidos e o mesmo aconteceu com a Júlia e a Carmem. Eu e o Júlio conhecemos as irmãs no mesmo dia e, tempos depois, nos casamos também na mesma data. Construímos casas vizinhas e a união entre nós quatro aumentava a cada dia de forma que, com o passar do tempo alguns hábitos, comportamentos e intimidades reservados à vida íntima de um casal começaram a acontecer na presença de todos.
Rosinha – Como assim, tio?
Carvalho (olhando pra mim como a dizer: “ela vai me perguntar um monte de coisas!”) – Normalmente, entre pessoas que não são casados, troca-se de roupas em ambientes separados, mas entre nós começamos a fazer isso no mesmo local, simplesmente virávamos de costas e mudávamos as roupas.
Rosinha – Acho isso normal, todo mundo tem bunda, somos todos iguais!
Carvalho – Sim, concordo. Com o tempo a Carmem e a Júlia deixaram de usar sutiãs e não se importavam se os bicos dos peitos endureciam na presença do cunhado.
Rosinha (rindo) – Também acho normal. Às vezes os biquinhos ficam duros por outras razões, e nem sempre é de tesão, basta um vento frio e eles endurecem, ficam acesos.
Carvalho – Sim, e com o passar do tempo fomos nos liberando de certos cuidados. Nós homens passamos a usar shorts esportivos e sem cuecas por baixo na presença das cunhadas, mais largos e muito mais confortáveis que bermudas, aliás, alguns shorts nem forro tinham.
Rosinha (rindo) – E o bicho balançando solto, livre, né tio?
Carvalho (rindo) – Sim, vocês mulheres não têm pinto nem saco e não sabem o quanto incomoda uma roupa apertando o brinquedo de vocês.
Rosinha – (rindo) – Verdade, tio, mas, no que depender de mim, você e o Fer podem usar as roupas que forem mais confortáveis e deixar os brinquedos beeem à vontade!
Carvalho – Bem, quando os homens pararam de usar cuecas e não se importaram de deixar os pintos balançando soltos dentro de shorts quase transparentes, as mulheres logo aprenderam o quanto é gostoso não usar calcinhas.
Rosinha (olhando pra mim) – Viu, amor! Não sou apenas eu que não gosta de usar calcinha, sua mãe adotiva e a tia Carmem também não usavam!
Eu apenas sorri e continuei acompanhando a narrativa do tio Carvalho que, talvez de propósito, descrevia situações antigas que estavam se repetindo agora depois que eu e a Rosinha nos mudamos pra junto dele.
Carvalho – Com o passar do tempo os casais não mais se envergonhavam de trocar certas intimidades na presença dos outros. Constantemente algum casal era flagrado com a mão naquilo.
Rosinha (rindo) – Explique melhor, tio!
Carvalho (sorrindo) – Passou a ser comum, quando alguém entrava num ambiente sem fazer barulho, flagrar um casal se pegando, a mulher com a mão dentro do short do marido massageando a rola, ou o marido com a mão debaixo do vestido da mulher acariciando a perseguida, coisas assim.
Rosinha (rindo) – Ai, deve ser gostoso, tio!
Carvalho – Gostoso ver ou ser visto?
Rosinha – Os dois, tio! Dá tesão olhar e também ser observado.
Carvalho – Com o passar do tempo as intimidades aumentavam e um dia entrei apressado na cozinha e a Júlia estava de joelhos “tocando flauta”!
Rosinha (rindo) – Tocando flauta? Você quer dizer que ela tava chupando...
Carvalho – Sim, quando entrei a Júlia fazia um boquete animado no meu irmão. Não houve susto nem pressa, tranquilamente ela se levantou enxugando os lábios enquanto ele tentava guardar a rola dura dentro do short.
Rosinha (rindo) – Ai, tio, essa sua história tá me dando tesão!
Carvalho (ajeitando o pinto dentro da roupa) - Mas também acontecia o contrário. Às vezes eram as mulheres que não conseguiam reprimir o tesão e pediam uma linguada na preciosa, pra dar aquela gozadinha rápida, sabe? Mulheres, às vezes, sentem um tesão repentino, mas basta uma rapidinha pra que elas gozem e fiquem satisfeitas por um tempinho, entende?
Rosinha (rindo e olhando pra mim) – Claro que entendo, tio. Hoje mesmo fui atacada de repente por um tesão enorme, mas o meu maridinho deu um jeito no meu fogo; bastou uma boa linguada na preciosa pra eu me acalmar. Ai, tio, essa sua história tá me deixando “agitada” de novo!
Carvalho (olhando pra mim) – Fernando, então a Rosinha não estava mentindo quando disse agora há pouco que havia gozado na sua língua?
Eu (orgulhoso de ter feito aquilo) – A Rosinha é uma linguaruda, tio!
Rosinha (sorrindo pra mim) – Protesto! Se tem alguém linguarudo aqui é você, amor! E que linguona gostoooosa você tem!
Carvalho (rindo alto) – Fernando, imagino que não está sendo fácil pra você manter o fogo da Rosinha sob controle. Nunca deixe faltar “nada” a ela, tá!
Eu (sorrindo malicioso) – Pode deixar, tio, vou dar tudo que ela precisa.
Rosinha – Tio e Fer, me deem dois minutos, vou trocar de roupa e já volto.
Eu ia perguntar a ela a razão pra trocar de roupa, mas saiu tão apressada que não tive tempo. Em poucos segundos a minha Rosinha retornou vestindo um camisão de tecido fininho, semitransparente que chegava a uns quatro dedos abaixo da xana. Ao vê-la voltando notei os bicos dos seios parecendo querer furar o tecido - ela não vestia sutiã. Não me importei, pois ela quase nunca usava e o tio Carvalho já havia visto mais do que aquilo, mas estranhei ao perceber que ela usava calcinha. Não nego que senti uma leve decepção ao saber que ela não estava nuazinha debaixo da roupa. Estaria eu desejando que ela estivesse sem calcinha tão próxima ao meu tio pintudo?
Antes de se sentar à nossa frente a Rosinha, sem qualquer inibição, levantou o camisão até abaixo dos seios exibindo o umbigo lindo na barriguinha firme e uma das calcinhas novas ganhada do tio Carvalho, a mais discreta delas.
Rosinha (sorrindo) – Tio, estou usando a calcinha nova que você me deu!
Carvalho (sorrindo) – Essa calcinha ficou linda agasalhando os seus tesouros!
Eu (curioso) – Porque você trocou o biquíni pelo camisão e a calcinha que o tio Carvalho deu?
Rosinha (sorridente se sentando em frente a nós) – Essa história que o tio tá contando tá mexendo comigo, tô babando aqui embaixo e o biquíni estava colando na perseguida!
Carvalho (rindo) – Vai molhar a calcinha nova, heim!
Rosinha – Ai, tio, se a sua história continuar interessante vou, sim. A calcinha é melhor que o biquíni, ela cobre a xana e tem forro embaixo. O biquíni, às vezes, deixa a xota escapar! Continue, conte mais!
Carvalho (visivelmente incomodado com o pau duro apertado sob a roupa) – Bem, com o passar do tempo as intimidades aconteciam cada vez mais escancaradas e, durante uma viagem que ficamos todos os quatro num só quarto, aconteceu que à noite, naquele local maravilhoso, junto da natureza, com o tesão acumulado, transamos uns na presença dos outros.
Rosinha (com um enorme sorriso estampado no rosto) – Que legal, tio! E vocês quatro se juntaram numa só cama?
Carvalho (rindo) – Não imagine coisas ainda, Rosinha, segure essa sua mente libidinosa! (oh, palavrinha antiga essa! risos)
Rosinha – Conte, tio, quero saber.
Carvalho – Transamos no mesmo quarto, cada qual com seu parceiro, em camas separadas e com a luz apagada, se bem que a iluminação que entrava pela janela era suficiente pra vermos uns aos outros.
Rosinha – Foi excitante, tio, deu mais tesão?
Carvalho (rindo) – Claro, transar vendo outras pessoas fazendo o mesmo dá um puta tesão, o pau fica durão!
Rosinha – E as xotas babam de vontade, né tio?
Carvalho (rindo alto) – Siiiiim, as pererecas chegam a pingar de tão molhadas!
Rosinha – Conte mais, tio, conte alguns detalhes daquela primeira noite que transaram todos juntos no mesmo quarto.
Carvalho (olhando e sorrindo pra mim) – Fernando, não será minha culpa se o meu bilau não baixar. Enquanto a Rosinha não parar de pedir pra eu contar essas coisas gostosas do passado o bicho vai continuar duro!
Eu – Relaxe, tio, mas não deixe ela ver. Conte mais.
Rosinha (surpreendendo a todos) – Isso mesmo, tio, não deixe que eu veja seu amigão duro, porque se eu ver, vou sentir vontade e aí o meu amorzinho terá trabalho pra apagar o meu fogo!
Caros leitores, que vergonha senti quando a minha amada disse isso. Rapidamente tentei disfarçar, pois até o tio Carvalho ficou chocado com a espontaneidade da minha esposa e se apressou em seguir com a história.
Carvalho – Bem, após uma tarde de passeios voltamos todos pro quarto e um a um foi se despindo e tomando banho sozinho, pois o box era pequeno pra duas pessoas. Cada um que saia do banho se enxugava no quarto na presença dos demais e a visão de corpos nus ia aumentando nosso tesão reprimido. Saímos pra jantar e após retornar pro quarto tiramos nossas roupas pra dormir, nos deitamos pelados e nos cobrimos com lençóis, cada casal numa cama. Ouviu, Rosinha?
Rosinha (rindo) – Já sei, tio, transaram todos no mesmo quarto, mas em camas separadas.
Carvalho – Isso mesmo, cada casal numa cama! Bem, até tentamos dormir, mas o tesão não deixava. A Carmem estava terrível, virava a bunda pra mim e queria que eu encaixasse a rola no rego dela. Ai não teve jeito, o bicho endureceu!
Rosinha (sorrindo) – Mulheres com tesão sabem exatamente como endurecer uma rola!
Carvalho – A Carmem botou a mão pra trás, massageou meu amigo, virou o rosto pra trás e pediu manhosa:
Carmem – Dá ele pra mim, enfia por trás!
Carvalho – Falei baixinho pra ela que não estávamos sozinhos no quarto, mas ela argumentou:
Carmem – A Júlia e o Júlio também estão se pegando, veja você mesmo.
Carvalho – Olhei pro meu irmão e minha cunhada, ela de costas pra nós tentando esconder com o próprio corpo o corpo do marido, eles se beijavam com paixão e a mão dela batia punheta pra ele sob o lençol. Aquela cena me deu mais tesão ainda! A Carmem se virou de frente pra mim, abriu um pouco as pernas e agarrando minha rola pediu baixinho:
Carmem – Enfia o dedo na minha buceta, sinta como ela tá molhadinha, ela tá querendo comer seu pau!
Carvalho – Sim, a Carmem estava molhadinha, prontinha pra dar, mas eu ainda tentei resistir dizendo baixinho que a irmã dela e o Júlio estavam apenas brincando, mas a Carmem insistiu, puxou o lençol, se arrastou na cama e abocanhou meu pau. Naquela hora minhas resistências sumiram, aquela boca me chupando me fez perder o pouco de vergonha que ainda me restava e deixei ela se divertir.
Rosinha – Ai, tio, que tesão dá imaginar tudo isso!
Carvalho – Enquanto sentia a boca da Carmem me chupando vi o Júlio e a Júlia nos olhando e em seguida nos imitaram, minha cunhada se movimentou pra também chupar meu irmão, só que foram mais ousados, pois a Júlia montou o marido em posição invertida dando a xana pra ele lamber enquanto ela chupava a pica dele.
Rosinha (disfarçadamente beliscando um dos mamilos por sobre o tecido do camisão) – Continue, tio.
Carvalho – A Carmem não se contentou em ver a irmã e o cunhado fazendo 69 e também veio por cima me dando a racha deliciosa e babando pra eu lamber. Não demorou muito aquela chupação gostosa e a Carmem gozou não conseguindo conter os gemidos de prazer. Em seguida ouvi gemidos da Júlia denunciando que ela também estava gozando.
Meu pau estava duríssimo e doendo todo torto ouvindo aquela história do tio Carvalho, esqueci a vergonha, enfiei a mão dentro da bermuda e acomodei o pinto da melhor forma possível.
Rosinha (rindo) – Tio, não é só o seu pau que tá duro, meu maridinho tá de pinto duro também! Continue, tio!
Carvalho – Acho que eu e o Júlio continuaríamos lambendo as xotas das nossas esposas por muito tempo, mas depois de gozar elas saíram de cima de nós, fugiram; mulheres não gostam de lambeção depois que gozam!
Rosinha (rindo) – Sim, tio, precisamos de um tempo porque depois do gozo a preciosa fica muito sensível e aí não queremos linguada, não!
Carvalho – Acho que a Carmem quis se exibir um pouco pra irmã e pro cunhado, tomou a iniciativa e se acomodou deitada entre minhas coxas, agarrou meu pinto, deu um beijo indiscreto nele, estralado e, me olhando, pediu na maior cara de pau, em alto e bom som pra que o Júlio e a Júlia, na cama ao lado, ouvissem:
Carmem – Quero que você goze na minha boca! Vou engolir tudo!
Carvalho – Disse isso e abocanhou minha rola, enfiou na boca tudo que conseguiu.
Rosinha (sorrindo maliciosa) – Considerando o tamanho do seu piru, ela não deve ter conseguido esconder na boca muito mais que a cabeça, né tio!
Carvalho (rindo) – Ele é grandinho, sim, mas não tanto! Aliás, porque você tá dizendo que ele não entra muito na boca se nunca viu ele duro?
Rosinha (mentindo, pois já havia visto o piru do tio Carvalho duro, sim, de longe, mas viu) – Não vi ele duro ainda, mas já vi mole e considerando o tamanho dele mole, imagino como ficaria duro!
Carvalho (rindo maliciosamente) – Você já imaginou o tamanho do meu pinto duro?
Rosinha (vermelha de vergonha por ter dito aquilo) – Não, não é isso, tio, falei sem pensar!
Rosinha (olhando pra mim) – Ai, amor, falei besteira sem pensar, desculpe, não fico imaginando o pinto dos outros, não, tá!
Depois de tantas bobagens ditas em horas impróprias só restou a todos rirem muito.
Carvalho (ajeitando novamente o pinto dentro da roupa) – Bem, vamos continuar a história que agora sou eu quem está gostando de contar. A Carmem, que havia pedido pra eu gozar na boca dela, iniciou uma chupada e uma punheta tão gostosa que senti que logo, logo ela teria o que queria, uns bons jatos de creme quente na boca.
Rosinha (sorrindo) – Creme de macho! Gostoso e grudento!
Tanto eu quanto o tio Carvalho olhamos pra ela fingindo olhares de repreensão.
Rosinha – Ai, desculpem de novo, minha língua tá sem controle.
Carvalho – A Júlia, na cama ao lado com o marido, logo nos imitou e também começou a mamar o meu irmão. Ela chupava com tara, com fome, lambia, massageava o pau e as bolas, era visível o tesão e o prazer que ela sentia ao chupar a pica do marido. Ver minha cunhada chupando o cacete do Júlio daquela forma me deu uma dose extra de tesão e...
Rosinha (interrompendo a narrativa do tio Carvalho) – E imaginou ela chupando você!
Houve um silêncio momentâneo, o tio olhou duro pra ela, mas logo sorriu.
Carvalho (sorrindo, olhando pra mim e após pra Rosinha) – Fernando, esta sua esposa é terrível! Sim, Rosinha, não vou negar que me imaginei sendo chupado pela minha cunhada, mas também confesso que pensei na Carmem chupando o Júlio.
Rosinha – Tiiio, que história tesuda! (risos de todos)
Carvalho – Bem, naquela sacanagem toda o primeiro a gozar fui eu e, em seguida, o Júlio...
Rosinha – Elas engoliram o creminho de vocês?
O tio Carvalho reprimiu novamente com o olhar a minha esposa que não parava de interrompê-lo, mas logo sorriu.
Carvalho – Sim, Rosinha, as duas engoliram tudo, elas sempre gostaram de engolir nosso creminho.
Rosinha (rindo) – Eu também gosto, tio, mas, às vezes engulo só a metade e divido com o Fer a outra metade!
Mais uma vez senti o sangue subir, um calor imenso no rosto, me imaginei vermelho como um tomate maduro, mas nada falei.
Novamente o tio veio em meu socorro.
Carvalho – Mulheres adoram sentir que seus maridos não têm nojo de dividir com elas o leitinho deles.
Rosinha – Eu adoro dividir com o Fer o leitinho quente, mesmo sabendo que ele sente um pouco de nojo! É uma sensação gostosa guardar na boca um tanto do creminho e depois colar meus lábios nos dele e dar um tanto pra ele também sentir o gosto, adoro ver ele engolindo!
Eu (não resistindo e me manifestando com bom humor) – Rosinha, não precisa contar tantos detalhes ao tio, ele já deve imaginar tudo isso!
Rosinha (sorrindo maliciosa) – Ai, Fer, dá tesão contar! Tô pingando aqui embaixo!
Carvalho – Continuando! Depois que elas engoliram nosso gozo, acendemos as luzes do quarto, se bem que depois que acostumamos com a pouca luz, estávamos enxergando quase como se o quarto estivesse iluminado. Um a um fomos pro chuveiro e tomamos uma ducha pra repor energias. Uma hora mais tarde, após uma boa prosa e dividirmos uma garrafa de vinho, todos pelados e relaxados e achando normal transar sob o olhar dos demais, a Júlia tomou a iniciativa e disse:
Júlia – Bem, já chupamos, já fomos lambidas, gozamos e fizemos os homens gozarem. Acho que podemos terminar a noite com um segundo tempo! Que tal uma trepada beeeeem gostosa pra dormirmos felizes?
Carmem (se manifestando antes dos demais) – Ótima ideia, minha xana tá precisando muito de uma rola dura. Gozei na língua do Carvalho, mas quero gozar mais!
Carvalho – Bem mais desinibidos, ninguém se lembrou de apagar as luzes. Cada casal foi pra sua cama e começou a ralação pra endurecer os pintos. Minutos depois eu e o Júlio exibíamos orgulhosamente nossas rolas duras...
Rosinha (interrompendo novamente) – Ai, que delícia imaginar dois homens de pinto duro! Continue, tio.
Ao ouvir isso, olhei pra ela e vi que apertava as coxas, parecia tentar esfregar uma na noutra fazendo aquele movimento característico de mulher cheia de tesão que quer se masturbar, mas não pode usar as mãos.
Carvalho (sorrindo) – As mulheres sorriam, pareciam felizes por ver nossas rolas duras outra vez, seguravam pela base e exibiam a rola do marido pro casal ao lado e pareciam dizer: “Veja que delícia de cacete!”. Com os brinquedinhos delas novamente prontos pra usar, elas montaram em nós e nos comeram escondendo dentro delas os nossos pintos. Bastava olhar nos rostos delas e perceber o prazer que sentiam ao sentar e engolir com a buceta a pica dura do marido...
Rosinha (interrompendo outra vez) – A tia Carmem conseguia engolir com a xana sua rola inteira, tio?
Eu não me lembrava da Rosinha usar a expressão “rola” pra se referir ao pinto! Acho que ela ouviu o tio falando e gostou.
Carvalho (sorrindo) – Ah, às vezes ela reclamava no início, havia dias que ela estava mais sensível e pedia pra eu não enfiar tudo, mas depois de um tempo levando pica, sentava com tudo e até pedia mais!
Fazia algum tempo que a Rosinha disfarçava e tentava esconder de nós que ela beliscava o mamilo direito por sobre o tecido da roupa, mas ao ouvir aquele trecho da narrativa do tio Carvalho, trocou o peito da direita pelo outro e passou a beliscar, desta vez, sem qualquer inibição ou descrição, o mamilo esquerdo. Ela percebeu que eu e o tio estávamos vendo ela fazer aquilo, mas continuou sem se importar conosco.
Rosinha (tentando sufocar a vontade de suspirar) – Siga, tio.
Carvalho - Bem, a partir daí, com a luz acesa, o tesão aumentou ainda mais já que podíamos nos ver uns aos outros com nitidez. Transamos em todas as posições possíveis e imagináveis, ficou evidente que todos liberaram seu lado exibicionista, que todos queriam mostrar suas habilidades sexuais. As mulheres, porém, talvez por algum pouquíssimo pudor, evitavam se escancarar totalmente, ficar de costas ou totalmente de frente de forma que o cunhado pudesse ver o entra e sai do cacete nas xotas, mas mesmo assim era uma delícia vê-las de lado e o pau entrando, desaparecendo, fazendo o vai e vem entre as coxas. Ohhhh, delícia!
Rosinha (sorrindo) – Tio, que história! Acho que quem deve entrar na água sou eu! Tô pegando fogo aqui embaixo!
Carvalho (rindo) – Você tá precisando de um bombeiro pra apagar esse seu fogo!
Rosinha (rindo) – Sim, tio, um bombeiro com uma mangueira beeem gostosa!
Carvalho (rindo alto) – Siiiiim! Vamos terminar a história apesar de que até eu tô com dificuldades de continuar contando. Lembro que naquela noite eu e o Júlio gozamos duas vezes cada um. As mulheres disseram no dia seguinte que perderam a conta de quantas vezes gozaram.
Houve um silêncio momentâneo, o tio Carvalho se levantou e, antes de se virar de costas pra Rosinha, foi possível ver a bermuda estufada pelo enorme pacote formado pelo pauzão duro. Ele foi até a geladeira buscar mais cervejas, mas ao voltar se desinibiu, enfiou a mão dentro da bermuda e ajeitou a pica pro lado num gesto claro de quem não se importava que minha esposa visse o enorme volume do cacete apertado na roupa. Aliás, desconfiei de que ele se exibia de propósito.
Rosinha (sorrindo e olhando diretamente pro volume sob a bermuda do tio Carvalho) – Uau, tio! Essas histórias te deixaram de piru duro, heim?
Carvalho – Tenho muitas boas lembranças dos tempos em que vivíamos todos juntos! Bons tempos!
O tio Carvalho serviu cerveja a todos nós e ao sentar, reclamou:
Carvalho – Essa bermuda tá apertando meu amigo!
Rosinha (rindo) – Tio, aproveita que seu amigão tá escondido debaixo da mesa, tire a bermuda e fique só de cueca, ele vai se sentir menos apertado e eu prometo não olhar!
Carvalho (olhando pra mim) – Tudo bem pra você, Fernando, se eu tirar a bermuda e ficar só de cueca?
Novamente me vi numa situação desconcertante, pois eu e o tio estávamos do mesmo lado da longa mesa de madeira, sentados lado a lado, sendo que a Rosinha estava do outro lado.
Eu (sem nenhuma outra resposta a dar) – Claro, tio, fique à vontade!
Carvalho (tirando a bermuda) – Agradeço sua ideia, Rosinha, e a sua compreensão; Fernando, vou me sentir melhor sem essa bermuda. Meu amigão também agradece!
O tio Carvalho é um sujeito extremamente caprichoso, nunca deixa coisas fora do lugar, tá sempre organizando e guardando objetos, mas naquele momento, creio, não seria necessário tanto capricho. Ao retirar a bermuda ele a dobrou com cuidado sobre a mesa e, ao terminar, se levantou para pendurá-la no encosto da cadeira de preguiça, a mesma que a Rosinha usara pra descansar logo que gozou na minha boca. Vi a Rosinha olhando o pacote do tio quando ele se encaminhou para a cadeira, mas foi na volta que ela teve a grande oportunidade de apreciar bem de perto o enorme volume que o cacetão fazia sob a cueca esticada. Via-se claramente o pauzão acomodado para o lado de forma que a cabeça se alinhava com o final do quadril. Realmente era uma estrovenga de respeito! Se eu fosse mulher, admito que sentiria medo! (risos)
Acho que até a Rosinha ficou surpresa com tamanha exibição, pois percebi que buscava palavras pra pedir ao tio que continuasse a história.
Rosinha – Então, tio, ah, você já contou que as intimidades entre vocês quatro foram aumentando dia a dia até que, numa noite, transaram os quatro no mesmo quarto, porém cada qual com seu parceiro, sem troca de casais. Estou curiosa pra saber mais!
Carvalho (sentado ao meu lado) – Bem, com o passar do tempo nossos hábitos e costumes foram mudando e as intimidades entre nós quatro aumentando; tomávamos banho juntos, um lavava o outro e trocávamos carinhos ousados sem nos importar se éramos observados pelo outro casal, aliás, era prazeroso saber que alguém estava nos olhando. Essas trocas de intimidades entre o casal, ao lado de outro casal, nos causava prazer e excitação; é bem aquilo que você disse agora há pouco, Rosinha, dava tesão tanto mostrar, quanto ver!
Rosinha – Tio, acontecia de você ou o Júlio ficar de pau duro durante o banho coletivo em frente da cunhada?
Carvalho – Sim, era inevitável, aliás, elas nos provocavam até os pintos endurecerem, se divertiam nos fazendo passar vergonha. Hoje tenho certeza de que elas queriam que a outra visse o pinto do cunhado duro.
Rosinha (beliscando o próprio mamilo) – Não sei o que dá mais tesão, se ver ou mostrar!
Carvalho – As coisas iam evoluindo até que um dia eu estava viajando e a Carmem me ligou logo após o jantar. Percebi na voz dela que estava excitada. Perguntei e ela confirmou:
Carmem – Tomei um banho e não vesti nenhuma roupa, tô pelada na nossa cama com as pernas abertas e pensando em você, tô com saudades e cheia de tesão, sinto falta da sua piroca dentro de mim!
Carvalho – Ela fez questão de ser obscena e foram exatamente estas as palavras que ela usou. Naquela noite falamos um monte de obscenidades um pro outro e, pela primeira vez, fizemos sexo virtual ao telefone. Admito que gozei gostoso, mas nada comparável ao contato físico, claro! Perguntei se ela havia gozado e ela disse:
Carmem – Gozei, mas ainda sinto sua falta, queria sentir você vindo por trás, por cima, montando em mim; tô imaginando seu cheiro e seu calor, seu cacete preenchendo minha xota.
Carvalho - A Carmem é bastante direta nessas horas e fala tudo que pensa e sente.
Rosinha – Eu também sou bem espontânea pra essas coisas, não fico escolhendo palavras bonitinhas e românticas, não! Quando quero dar, levo o Fer pra cama ou pego ele em qualquer lugar e peço: “Me come que tô precisando de pau!”
A Rosinha provocou um riso geral, mas após todos degustarem mais uns goles de cerveja gelada, o tio Carvalho prosseguiu:
Carvalho – Bem, acho que você, Rosinha, quer saber tudo, quer saber como surgiram aquelas fotos, né!
Rosinha (exibindo um sorriso sapeca) – Tudinho, tio, quero saber tudo!
Carvalho – Bem, a partir daquela noite eu e a Carmem passamos a fazer sexo por telefone quando a saudade aumentava. Um dia, durante um almoço de domingo, depois de tomarmos umas cervejas, comentamos o fato com o Júlio e a Júlia e ficamos surpresos ao saber que eles tinham esse hábito de gozar por telefone antes mesmo de eu e a Carmem descobrirmos essa forma de aliviar o tesão.
Rosinha (rindo) – Nós, seres humanos, somos todos iguais, arranjamos maneiras de driblar as necessidades. Continue, tio!
Carvalho – Bem, durante aquela prosa todos riam muito contando as melhores técnicas pra gozar e fazer o outro gozar fazendo sexo por telefone. Foi a Carmem quem chamou a atenção quando, após tomar um gole de cerveja, falou:
Carmem – Sexo virtual alivia temporariamente o tesão, mas melhor que transar pelo telefone é o sexo real, presencial, homem e mulher trocando fluídos, ao vivo e a cores rolando numa cama gostosa!
Carvalho - Naquela hora a Júlia, compartilhando as mesmas ideias com a irmã, aproveitou a oportunidade e completou:
Júlia – Sim, sexo real, com cheiro, sabor e calor humano é muito melhor que virtual, mas às vezes não é possível, pois o Júlio ou o Carvalho viajam deixando eu ou a Carmem sozinha e carente. Aí vem a falta de homem, o desespero, começamos a “arranhar as paredes” de vontade e temos de nos conformar em “passar fome” por alguns dias até que nossos maridos voltem.
Carvalho – Eu conhecia muito bem a Carmem, mas admito que ela me surpreendeu ao responder:
Carmem – Júlia, você disse tudo, às vezes o Júlio ou o Carvalho viajam nos deixando sozinhas e “subindo pelas paredes”, mas como você bem disse, um ou outro viaja e quase nunca os dois se ausentam ao mesmo tempo. Sempre fica um deles e, talvez, se conversássemos poderíamos entrar em acordo; talvez o homem que não viajasse pudesse resolver os “problemas de carência” da mulher que ficasse temporariamente sozinha e, temos que admitir, esfregando uma coxa na outra ou “afinando o dedo” de tanto tocar siririca (risos).
Carvalho – Após dizer isso a Carmem silenciou, provavelmente pra não dar a impressão de que ela estava tramando tudo sozinha e deu vez à irmã que se pronunciou:
Júlia – Confesso que sinto uma saudade enorme do Júlio quando ele viaja, não apenas como marido, amigo e companheiro, mas principalmente como amante, sinto falta do sexo gostoso que fazemos antes de dormir, do gozo que alivia a tensão e baixa o tesão e me faz dormir tranquila. Confesso que uns poucos dias sem sexo me causam um tremendo mau humor e, sem vergonha nenhuma, admito que sinto falta de um homem me dando prazer e me fazendo gozar. O que a Carmem está propondo, a princípio pode parecer uma ideia estranha, mas o tempo passa, a vida muda, os costumes mudam e hoje a sociedade humana pratica atos que, no passado, foram considerados absurdos. Se todos nós pensarmos no assunto, estudar os prós e contras, quem sabe cheguemos a uma conclusão. De minha parte digo que tento manter a mente aberta a novas ideias e não achar nada errado antes de se pensar no assunto. Na vida de todo casal saudável e sexualmente ativo há fantasias sexuais com outras pessoas, estranhas ou não. Sou capaz de apostar que aqui, entre nós quatro, já fantasiamos uns com os outros e, como sugeriu a Carmem, eu também penso que não haveria nada de errado se houvesse uma intimidade maior entre nós, principalmente quando um dos maridos viajasse deixando a esposa sozinha e carente. Vejam bem, somos amigos de longa data, todos saudáveis, casados com parceiros maravilhosos e apaixonados, vivemos uma relação extremamente estável. Penso que o fato de o marido de uma mulher satisfazer sexualmente a cunhada, quando ela estivesse sozinha e carente, seria apenas sexo, nada além de sexo. Que mal haveria nisso?
Carvalho – Se eu havia entendido bem, elas estavam propondo que, durante as viagens, o marido que não se ausentasse atenderia às necessidades sexuais da cunhada que ficasse temporariamente sozinha. Eu e o Júlio nos olhamos surpresos e, por quê não dizer, perplexos ao ouvir nossas esposas falando daquela forma. Desde que nos liberamos pra ficarmos nus uns na presença dos outros, trocar carinhos ousados e até aconteceu de transarmos no mesmo quarto eu, e certamente o Júlio também, fantasiávamos com as cunhadas, mas saber que elas também fantasiavam com os cunhados nos surpreendeu.
Rosinha – Uau, tio, a tia Júlia e a tia Carmem eram bem danadas, né?
Carvalho (sorrindo) – Sempre foram, sempre estiveram na frente de nós, os homens, quando o assunto era sacanagem. Elas praticamente não tinham preconceitos e aceitavam mais facilmente e rápido as variantes do sexo, aliás, pareciam até ter mais interesse que os maridos para as novidades.
Rosinha – Conte mais, tio! Quero saber como aconteceram aquelas fotos.
Carvalho – Aquelas fotos foram feitas na despedida, antes da Carmem me deixar e viajar com o Júlio e a Júlia. Depois que pisei na bola, que “pulei a cerca”, ela ficou furiosa comigo, mas antes de partir quis transar e fazer algumas fotos nossas. Ela disse que deixaria as fotos pra eu sempre me lembrar dela. Talvez quisesse me castigar por eu “ter saído da linha” mesmo tendo uma esposa tão boa quanto ela sempre foi.
Percebi uma tristeza estampada no rosto do tio Carvalho, mas logo a Rosinha, também percebendo, incentivou ele continuar a história.
Rosinha – Fale mais, tio, conte como é que o seu pintão foi parar na xota da tia Júlia.
Carvalho (rindo e esquecendo a tristeza provocada pela lembrança da tia Carmem) – Bem, depois que transei com a Carmem naquela última manhã que passamos juntos ela combinou com a Júlia de me visitar à noite. Enquanto a Júlia veio me “visitar” a Carmem foi pra casa do Júlio. Aí transamos, foi a transa de despedida, e a própria Júlia fez algumas fotos e, ao final, me confortou dizendo que tivesse paciência, que a Carmem gostava muito de mim e que o tempo resolveria boas parte dos nossos problemas. No dia seguinte eles viajaram e nunca mais ninguém viu meu pinto dentro de xota nenhuma! (risos)
Rosinha – Tio, conte o que você sentiu a primeira vez que a tia Carmem deu pro seu irmão, o tio Júlio; e quero saber também como foi a primeira vez que transou com a sua cunhada, a tia Júlia.
Carvalho – Ai, ai, ai! Essa prosa vai longe! Preciso de mais uma cerveja pra ver se acalmo o meu amigo aqui, pois o bicho continua duro!
Rosinha (rindo e provocando) – Sério, que ele continua duro, tio? Eu quero ver!
Carvalho (rindo) – Deixe de ser curiosa, você não vai ver nada, à noite você pega o Fernando e faça com que ele dê um jeito de apagar esse seu fogo!
Apesar de ele dizer à Rosinha que ela não iria ver nada, se levantou tranquilamente e foi até a geladeira pegar mais uma cerveja, algo que ele poderia pedir a mim, mas decidiu ele mesmo fazer. Ao retornar, veio com aquela jiboia acomodada pro lado e forçando o tecido da cueca. Não dava pra negar, o tio Carvalho sentia um prazer especial em se exibir de pinto duro pra minha esposa. Ao se sentar ele perguntou:
Carvalho – Rosinha, daí onde você está, dá pra ver meu bilau?
Rosinha (sorrindo curiosa) – Nadinha, tio, não vejo nada, a mesa cobre tudo e não vejo nem um pedacinho dele. Que pena!
Ao ouvir a expressão “que pena” senti muita vergonha da falta de vergonha da minha esposa (risos).
Carvalho (me olhando) – Fernando, considerando a curiosidade da Rosinha querendo saber tudo em detalhes, terei de continuar contando a história e sei que, enquanto estiver lembrando e contando a minha rola não vai amolecer. Já que sua esposa não consegue ver meu bilau de onde ela está e que tá me incomodando muito sentir ele preso dentro desta cueca apertada, você se importa se eu botar ele pra fora?
O tio já havia colocado o pinto duro pra fora da roupa em outras ocasiões em que a Rosinha estava distante dele, mas naquele momento os dois estavam separados apenas pela mesa, cerca de um metro de distância, ou seja, muito próximos um do outro! E mesmo assim ele me perguntava se podia botar o pintão pra fora da cueca!
Caros leitores, e agora, o que faço?
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