A Travesti e o maridão, a grávida e a amante

Um conto erótico de Nadja cigana
Categoria: Gay
Contém 5716 palavras
Data: 12/05/2024 07:26:42

A vida sexual da travesti Leia com seu maridinho Gil voltara a ficar tão intensa quanto tinha sido na adolescência dos dois, mas a viada temia o futuro e queria uma lembrança visual daqueles momentos extraordinários.

Há anos Leia adorava rever o vídeo da antiga suruba entre ela, a viadinha Sandrinha que havia ido morar na França com a mãe, o fotógrafo Davi e os dois mecânicos pirocudos, Rogério, de rola enorme e fina e o desaparecido Djalma, que com seu pauzão grande e grosso fizera a travesti gozar gostoso. E o filminho em DVD era a inspiração para a viada querer um outro, só dela com seu homem.

Certa noite, depois de um 3 a 3 extasiante, o casal revia pela milésima vez o vídeo da suruba, com a intenção de se animarem para fechar o placar em quatro a quatro antes de irem dormir, quando Leia tomou coragem para propor a Gil gravarem uma foda.

Os dois assistiam ao DVD da suruba nus, com Gil sentado no sofá de rola a meia bomba depois de três esporradas na boca e no cuzinho de sua viada, enquanto a trans, com barriga e perna meladas de seu próprio sêmen, estava deitava de lado, com a cabeça pousada na coxa forte de seu homem, sentindo a porra de Gil escorrer deliciosamente de seu anelzinho arrombado.

- Mozinhooo... eu queria que a gente filmasse um quatro a quatro nosso.

- Égua! Pra que, Florzinha?

- Ah... ia ser legal de ver, depois. Que nem a gente vê esse, da suruba.

- Huuummm...

- Só que ia ser melhor...

Leia levantou e virou a cabeça para olhar para seu homem. E ficou com o rosto muito perto da linda piroca dele, a rola que ela mais amava no mundo. Resistindo à tentação de voltar a mamar a jeba, a viada continuou a defender sua proposta.

- Ia ser melhor, porque a gente ia ver nós mesmos! E não...

- E não tu, dando conta de três picas, né, tua puta?

Não tinha qualquer tom de ciúmes na fala de Gil. A suruba estava há anos no passado e ele se excitava muito cada vez que revia o DVD. E foi excitação sexual o que a frase traduziu. Excitação manifestada no rápido crescimento do caralho do marido fortão, pertinho dos lábios da esposinha trans.

- Ái, Gil... tu é danado... assim não consigo conversar, não!

Leia rapidamente se ajeitou com os seios na coxa cabeluda do macho e segurou e mamou com gosto a rola de sua vida, proporcionando o boquete enquanto seu homem via na TV as peripécias sexuais dela mesma, quase dez anos atrás.

- Pooorra, viada... huuummm... assim tu me tira do sério...

- Coisa... chup... chup... chup... coisa mais fácil do mundo... chup... chup... chup... te tirar do sério... chup... chup... chup... mas espia! Tu topa a gente filmar um quatro a quatro nosso?

- Porra... tu sabe que eu de pau duro... inda mais nessa tua boca louca... concordo com... huuummm...

- Tudinho... chup... chup... chup... tudinho mesmo!... chup... chup... chu... e é por isso que eu te amo...

- Huuummm... caralho... que boca... huuummm... mas...Florzinha... huuummm... espia... quem que vai filmar a gente?... tu ainda tem contato... com o Davi?

- Davi... chup... chup... seria bom... chup... e ele ia gostar de cair de boca... chup... chup... chup... nesse teu pauzão lindo... chup... chup... chup... chup... e tu bem ia deixar ele te mamar, né, Mô?... chup... chup... chup...

- Égua!... por que não?

- Chup... chup... te conheço... chup... chup... chup... tu não nega rola pra uma gulosa... chup... chup... mas perdi contato com Davi...

Enquanto ao vivo Leia mamava seu homem conversando com ele, coisa que ela amava fazer, a TV mostrava para os dois a suruba que há quase dez anos a travesti protagonizara. E na cena daquele momento, a Leia de 19 aninhos, toda oferecida ajoelhada no assento de um sofá, com os cotovelos apoiados no alto do encosto e tendo ao lado a viadinha novinha Sandrinha também ofertando a bunda, chamava o depois desaparecido mecânico pauzudo Djalma.

“- Veeem, Djalma! Me come de quatro... por favor!”

Revendo pela enésima vez o DVD, a travesti de 27 anos tinha a rola deliciosa e linda do marido na boca, quando viu a versão mais nova de si mesma comentar para a câmera o quanto a pica do fotógrafo que tinha feito o filminho, estava dura e babona:

“- Tu tá no ponto, hein, Davi? Já, já cuido de tu!”

“- Não vejo a hora!”

Aquela era uma das partes da suruba favoritas de Gil, quando de quatro no sofá Leia afastava a calcinha e ia engolindo com o cuzinho, em lentos rebolados de seu bundão, a magnífica piroca de Djalma. E ele adorava mais ainda porque a iniciativa era toda de sua trans querida, que no filme falava para o pauzudo, pegando na rolona dele ainda toda oferecida de quatro:

“- Péra, Djalma! Tu fica só paradinho que eu é que vou cuidar dessa tua piroca gostosa!”

“- Viado filha da puta!”

“- Iiihhh... tu nem sabe... depois, se tu quiser, te conto as histórias de minha avó e minha mãe... óóóhhh... é graaande... tudo puta... eu sou puta de terceira geração... mas agora... aiiinnnhhh... tu fica que nem estátua... e... aiiinnnhhh... Davi... filma, tá... num perde, não!”

Vendo na TV o bundão de sua esposinha travesti entubando em pequenos movimentos rítmicos de quadris, Gil chegou ao cúmulo da excitação. E Leia sentiu com a boca o pau super teso de seu marido, quando ele comentou o filme:

- Adoro essa parte. Quando tu vai comendo o caralho dele com o cu e agradecendo à Sandrinha.

E os dois viam a cena e ouviam a jovem Leia dizendo na TV:

“- Ái, amiga... huuummm... tô linda, tô?... brigada... aiiinnnhhh... brigada por tudo...”

“- Brigada... amiga... aiiinnnhhh... por ter me convidado... pra essa... festinha de... pirocashuuummm... pra nós duas... aiiinnnhhh...”

“- Brigada por ser... aiiinnnhhh... minha... a-mi-ga... e... me emprestar... o que é teu...”

“- Brigada... huuummm... por me emprestar teu macho... com esse... piruzão gostoooso... aiinnnhhh...”

Gil viu na tela o impressionante tesão estampado no rosto da versão mais nova de sua travesti, rosto redondinho e enquadrado entre uma gargantilha vermelha e a franjinha. Era quase o mesmo rosto da mesma fêmea poderosa que agora sentindo a dureza extrema de seu cacete, mamava em ritmo de beber leite de macho. E ele ia fornecer o leite de macho! Quem era ele para se negar àquela deusa do sexo?

- PORRA, FLORZINHA!... EU VÔ... ÁÁÁRRRGGGHHH!!!

Na tela da televisão, uma travesti de 19 anonhos rebolava no caralhão do mecânico Djalma e dizia para a amiga viada, Sandrinha:

“- E-eu... te devo... a-mi-ga... e vou... pagar... fazendo teu homem... feliz...”

E na vida real, a mesma travesti, aos 27 anos, recebia na boca o primeiro jato de porra de seu verdadeiro amor, gemendo muito alto e em seguida escutando a voz de Sandrinha vinda do DVD:

“- Ela já acostumou com tua pica, Djalma.”

Gemendo com a boca cheia pela linda cabeça da rola de Gil, e guardando nas bochechas o leite que a pica ainda ejaculava, Leia ainda escutou a voz do desaparecido mecânico bem dotado e a sua própria em resposta:

“- Tu já acostumou com minha rola, é, Viado?”

“- Aiiinnnhhh... trabucão... mas, já consigo rebolar... ishiii... nesse teu pauzão... quer ver?”

Satisfeita com o quarto gozo de seu macho, a travesti tirou cuidadosamente a boca da piroca exaurida, zelando para que perdesse apenas o mínimo do esperma de Gil. E foi de boca cheia que Leia pegou o controle remoto do DVD e deu pausa. O momento agora não era mais de ver a suruba. Era um momento só deles.

- Florzinha! Eu te amo!

Transbordando de felicidade, mas se empenhando para nem derramar, nem engolir o sêmen sagrado do dono de seu coraçãozinho de viada, Leia montou sorrindo e de pernas abertas, de frente pro macho, enlaçou o grosso pescoço de Gil com os braços, e beijou o marido na boca, dividindo com ele toda aquela porra quentinha.

Só depois de muito beijo, de muito esperma escorrendo pelos queixos dos dois, e de muita lambeção, foi que Leia se distanciou um pouquinho para falar carinhosamente, olhando seu marido nos olhos, de pertinho:

- Entendeu porque, que eu quero que alguém filme um quatro a quatro da gente?

- Tu é uma puta gostosa do caralho! O amor da minha vida!

Leia voltou a beijar o fortão lascivamente, mas logo parou e acrescentou.

- O amor da tua vida, junto com Gilda!

- Sim! Junto com Gilda! Mas quem, que iria filmar a gente?

- Bora pensar. Bora ver o resto da suruba, enquanto a gente pensa?

Os dois voltaram a sentar lado a lado e a travesti apertou o play do controle, pouco depois comentando com seu homem:

- Tu gosta dessa parte porque tu imagina eu e Gilda de quatro no sofá, oferecendo o bundão pra tu, né, não?

- Adivinhona!

A própria Leia se excitava de novo com o filme e ainda mais quando apareceu a cena de seu grande momento, a cena que ela amava narcisicamente, na qual gozava cavalgando a rolona de Djalma, com os braços pra cima, em vê, se exibindo para o mecânico, para as lentes de Davi na filmadora e para a viada Sandrinha.

- Esse teu gozo é espetacular, Florzinha. Num canso de ver!

Pouco depois, no banho em conjunto, em que um lavava o corpo do outro, Gil comentou:

- Tu tem notícias da Sandrinha?

- Volta e meia a gente se fala. Ela trabalha com a mãe, tu sabe. Arrumou um namorado bem dotado, um marroquino. E a doida anda falando em botar peitões de silicone.

- Tu disse que ela não precisava.

- E não precisa mesmo. Tá com uns peitos de hormônio lindos. Acho besteira. Mas ó!...

Leia segurou firme no pau do marido, e falou em tom de brincadeira:

- Que, que tu tá querendo saber de Sandrinha, hein? Tu sossega esse teu piruzão gostoso que ela volta e meia pergunta de tu e eu num quero saber de... GIL! É ISSO!

- Que foi, Bicha?

- Outra Sandrinha! Deixa te enxugar que te conto!

A trans já tinha comentado com o marido sobre um viadinho da agência, rapaz baixinho, magrinho e novinho, que completara o estágio e tinha sido efetivado por Madalena, a partir de uma sugestão de Leia. O nome era Edinho, batizado no diminutivo mesmo, e era um mulatinho de pele clara, muito vivo e inteligente e muito afeminado. Como ele demonstrava muita iniciativa e falava um inglês fluente, a travesti até pensava em no futuro fazer de Edinho seu “número dois” em Marajó.

Edinho não era nem feio nem bonito e usava um cabelo cortado à máquina dos lados e atrás, e com franjinha cacheada na frente. Era um corte curto o bastante para até entrar para o exército, mas ao mesmo tempo feminino como o de uma dona de casa dos anos 40. O que o exército não admitiria eram os brincos extravagantes, sempre prateados, que o femboy usava.

Fora isso, dois detalhes físicos chamavam a atenção de Leia para a figura. Apesar do rosto magro, Edinho tinha lábios grossos e sensuais como os da travesti e também apesar do peito reto, sem nenhum acúmulo de gordurinha para fazer tetas, os mamilos do menino eram saltados e Leia apostava que ele se derretia todo com a boca de um macho ali.

Dada a descrição, Gil perguntou já se vestindo:

- Ele é o que, Florzinha?

- Femboy, meu macho! Femboy é um gayzinho assim, efeminado, que não se veste de mulher mas que todo mundo vê que é bem fêmea, passivinho até a medula.

- Ah, tá. E o que, que tem ele?

- Eu quero que tu coma ele!

- Oi?

- É a escolha perfeita, Gil. Espia! O menino é craque na filmadora digital, que aliás é pequenininha. Outro dia ele fez um filme da viagem de barco pra Marajó, pra gente usar em nossos e-mails, que ficou a coisa mais linda com o Sol nascendo.

- E por que, que tu não chama ele pra filmar a gente e pronto?

Já com seu simples e sensual pijaminha de dormir, Leia se aproximou do esposo fortão e segurou o caralho que amava, por cima do shortinho de algodão de Gil.

- Porque vou passar um mês em Salvador, com Gilda, assim que Bruninho nascer... e alguém tem que cuidar dessa coisa gostosa pra mim! Num quero tu solto por aí, não.

- Danada! Que acesume! Tu já me quer de novo? Mais ainda? Já me fez gozar quatro vezes!

- Quero mais, mais e sempre! Espia... só podemos chamar Edinho pra filmar nosso quatro a quatro se ele for de confiança.

- E é o meu pau é que vai fazer ele ser de confiança? Que ideia que tu...

Leia beijou sensualmente o marido, para depois continuar o convencimento, agora com a mãozinha numa punheta lenta, dentro do short de dormir de Gil.

- Teu pau opera milagres. Vai dar tudo certo. Eu não sou mais aquela bobinha que se enciumou de tu com a Sandrinha, não. Eu te amo. Sei que tu é o homem perfeito pra mim, e sei que tu me ama!

Os dois se beijaram, de novo com fome um do outro e foi de pé mesmo que Gil girou sua travesti para ela ficar de frente para o espelho, enquanto mordiscava o pescoço da trans e sarrava o bundão gostoso dela com sua piroca já tesa.

- Huuummm... tu só errou numa coisa, Florzinha...

- Aiiinnnhhh... no que, meu macho...

- Em fazer a gente se vestir... arria esse short que vou te comer de novo!

- É já!

Quando a trozoba de Gil dilatou mais uma vez o anelzinho do amor da viada, Leia estava com os cotovelos sobre a bancada da pia e admirava a si e ao homem de sua vida no espelho. Com os bicos pontudos dos seios aparecendo pelo decote da camiseta regata do pijaminha e com o rosto inchado de tesão, ela se achava linda e sensual, a travesti que sempre desejara ser, desde de garotinho.

- Aiiinnnhhh... Gil... tá ardendo...

- Quer que tire?

- De jeito nenhum! Me come! Forte!

E atrás dela, a enrabando, Leia via seu descabaçador com aquela cara de tarado que ela amava, arreganhando seu cu já ardido com a piroca mais linda do planeta. Completamente apaixonada por si, pelo macho e pela cena no espelho, e não tendo gozado junto com a última esporrada de seu marido, assistindo ao filme, a viada se ergueu e com um braço para trás e por cima puxou Gil para colar em suas costas, curtindo as mordidinhas dele em seu pescoço e a piroca em sua próstata. E naquela posição e vendo tudo no espelho, foram poucos minutos para ela mais uma vez se esporrar.

- Ái... Gil... aiiinnnhhh... vou gozar... num aguento... mais... aiiinnnhhh... veeemmm... Áiii... aaahhh...

Gil não gozou mas manteve o pau parado todo enfiado em sua travesti, sentindo o cuzinho de Leia morder a pica com as contrações do gozo e a agarrando forte. Por um momento a viada até achou que seu homem fosse galar seu reto de novo. E frustrada, ela fez um muxoxo quando o macho tirou a pica de dentro.

- Aaahhh, Amor.. maldade... tu me deixou sozinha...

- Agora tamo empatado.

- Bora dormir que tá tarde... e na cama, tu num me escapa!

No quarto, antes que Leia voltasse a mamar sua piroca, Gil deitado de barriga pra cima voltou a falar de Edinho.

- Mas viada... espia... e se o tal Edinho tiver namorado?

- Tem nada. Ele vive dizendo que tá matando cachorro à grito.

- E se a gente num... num rolar? Tu sabe que num gosto de viadinho magrinho.

- Ah, se não rolar é da vida. Vou fazer o seguinte, vou pedir a ele pra vir aqui todo sábado e domingo que eu tiver fora. Ele mora com a avó doente e cuida dela, num pode dormir fora. Então não vai poder vir durante a semana, mas também não vai grudar em tu, te enchendo o saco.

- E tu vai pedir pra ele vir, pra fazer o que?

- Vou pedir pra ele limpar a casa e fazer comida pra tu, coisas que eu vou pagar. Ele precisa muito de dinheiro. E vou deixar claro que se rolar alguma coisa dele contigo, tá tudo bem. Só não vai poder é continuar dando pra tu, depois que eu voltar.

Gil riu do esquema rapidamente desenhado na cabecinha de Leia e decidiu provocar sua esposinha trans.

- Nem no dia em que ele filmar a gente?

- Teu safado! Tu de pau duro é imparável. Agora me dá essa piroca aqui, pra eu beber leitinho antes de dormir, senão eu bem sei que tu num vai deixar meu cuzinho em paz!

Enquanto em Belém a linda travesti de 27 anos mamava seu maridinho pela segunda vez, para botar o macho pra dormir, em Salvador a irmã dele, a gostosona Gilda, olhava pro teto do quarto escutando uma música suave e acariciando o enorme barrigão que continha Bruninho.

Gilda fazia o balanço do dia e se sentia muito feliz por ter colocado o ex-marido para correr.

Marcelo surgira dias após o retorno de Gil para Belém e se humilhara, chorando, pedindo para voltarem. Naquele momento, Gilda teve a consciência de que, se não fosse pelas injeções de autoestima que a piroca do irmão lhe dera, por quase um mês, ela teria aceitado o marido riquinho de volta e a vida dos dois seria uma profunda miséria emocional. Isso porque Marcelo já tinha irremediavelmente ido de príncipe a sapo, aos olhos de Gilda e ela só teria concordado em tentar reatar o casamento por pura carência emocional. Mas o esperma do irmão a havia vacinado.

Gilda estava feliz, muito mais próxima de quem realmente era do que em qualquer outro ano, desde que saíra de Belém. Ela sabia que Marcelo só tinha uma coisa que ela queria, que era aquele piruzão gostoso, embora ele não soubesse usar tão bem quanto Gil. Assim, pensando na rola do marido, a índia tentou amenizar a rejeição.

- Quero conversar contigo sobre isso, sobre a gente, só depois de Bruninho nascer.

- “Bruninho”? Tu já escolheu o nome e tudo...

- Tu acha que depois do que tu fez, a mim e a ele, tu teria o direito de escolher o nome? Vai, Marcelo! Vai embora pra casa da tua Mãe que essa gravidez é só minha!

Naquela noite, sozinha em casa com o filhinho na barriga, Gilda se sentia muito feliz com a resposta que dera e se sentia abençoada por ter Gil e Leia em sua vida. E, sempre carente de sexo, a índia lembrou que, para tudo ser perfeito, só faltava a bela e sensível Safo reaparecer. Gilda dormiu desejando isso e seus desejos se realizaram no dia seguinte!

No fim da manhã, pouco antes do almoço, Gilda recebeu o telefonema da amiga e amante.

- Alô?

- Gilda? Meu Deus! Há quanto tempo!

- Safo?

- Não desligue, por favor! Eu quero muito te ver!

- Eu... tu lembrou de mim só agora?

- Não. Nunca te esqueci. É que agora posso. Deixa eu ir aí, pra te explicar.

- Eu... não sei se quero que tu me veja assim. Eu tô um monstro de barriguda.

- Tenho certeza de que você tá linda!

Pouco depois do almoço, Safo chegava na casa de Gilda e a grávida a achou linda demais. A artista usava uma blusa gola alta preta, de mangas curtas, com um colar prata por cima do tecido e o lindo rostinho de nariz arrebitado era emoldurado por um Chanel curtíssimo, com as pontas terminando precisamente na boca.

Gilda se sentiu mal no contraste, com seu barrigão volumoso sob um largo vestido reto e estampado. Mas a índia pelo menos se maquiara e tinha passado o perfume que lembrava ser do gosto da amante.

Após conversarem sobre a gravidez, Safo contou as novidades. Tinha passado em concurso público e realizaria um de seus sonhos: ia dar aulas no lindo casarão da Escola de Belas Artes da UFBA. E tendo contado isso, a baiana foi direta com Gilda.

- Agora, quero conversar contigo sobre nós duas.

- O que é que se chama “nós duas”?

Safo respondeu com um beijo apaixonado em Gilda, pouco se importando de uma empregada na cozinha e outra arrumando os quartos da casa, ambas espiãs da mãe de Marcelo.

Foram minutos de beijos e carícias no rosto e na barriga de Gilda e nos seios de Safo, até que coube à índia interromper.

- Tu sabe que elas vão contar tudo à bruxa velha.

- Quero que contem! Vamos pro teu quarto que temos muito o que falar, e muito mais ainda o que fazer.

A conversa, porém, de início foi só entre os corpos. Safo tratou Gilda com um carinho imenso, despiu a grávida, deitou-a e beijou novamente com uma ternura infinita. Mas logo a boca da baiana abandonou os lábios finos da índia e deslizou lentamente para as orelhas, pescoço, seios e o barrigão sensível, que foi acariciado como ninguém nunca tinha feito, a não ser a própria grávida.

Mas Safo tinha meses de saudades da bucetona encharcada de Gilda e foi para lá que sua boquinha habilidosa se dirigiu, sob protestos da gestante, que teve suas coxas grossas elevadas para facilitar o acesso da boca da visitante à entrada de sua buceta.

- Safo... amor... não... eu tô muito cabeluda... eu não... aaahhh...

Mesmo sem aparar os pentelhos do jeito que fazia desde a adolescência, Gilda não tinha uma xana muito peluda e a boca da artista, com o auxílio de seus dedos delicados, soube trabalhar a vulva sem problema nenhum com a mata .

- Aaahhh... essa boca... que saudade!... aaahhh... que língua!

O estado de permanente humidade da xana de Gilda era acentuado pela gestação e Safo adorou reencontrar o sumo da amante, ainda mais abundante e mais forte com a gravidez. E em menos de dez minutos de sexo oral, Gilda gozou gritando fininho.

- AAAAIIIIÊÊÊHHHH... AAAHHH...

O bebê Bruninho se mexeu alegremente dentro do barrigão de Gilda, a ponto de assustar Safo, que toda babada de buceta perguntou preocupada.

- Incomodamos ele?

- Ele gosta. Sabe... tenho gozado bastante. E ele sempre se mexe alegre. Sinto que gosta!

Pouco depois as empregadas riam e fofocavam entre si e combinavam quem contaria para a matriarca da rica família de Marcelo que as amantes haviam voltado a se encontrar. Mas Safo, enquanto isso, voltava a beijar a boca de Gilda, babando a amante com o próprio suco de xibiu.

- Tua doida... tu sabe que elas vão contar... eu não devo nada... por isso mantenho as duas espiãs aqui. A Bruxa paga os salários delas e economizo. E a casa tá em meu nome e a pensão de Bruninho tá homologada pelo juiz. Mas e tu?

- Eu tô pouco me fodendo para aquela monstra. Ela já nos prejudicou demais. Deixa te contar o que aconteceu e o que penso que a gente pode fazer.

A baiana explicou sem pressa que o pai lhe havia dado um bom apartamento num bairro de classe média de Salvador, pouco depois de saber da separação entre Safo e o primo de Marcelo. Com o apartamento próprio e agora tomando posse como professora da UFBA e sem gastar com moradia, a artista podia sustentar as duas filhas, mesmo que a pensão fosse cortada e a família rica de Marcello lhe tomasse a casa.

- E se eles cortarem a pensão, eu entro na Justiça!

- Aleluia, irmã! Tu finalmente acordou! Mas vai ter que aprender a viver com dinheiro contado, viu?

Safo deu um risinho amarelado, meio envergonhada de ter vivido até então na bolha dos riquinhos do Brasil.

- Faz parte! Dores do crescimento!

- E agora? Tu vai mudar pro apartamento?

- Eu pensei em fazer uma outra coisa. Mas depende muito da gente... Gilda... eu...

Em poucas palavras Safo fez a proposta que a tinha levado até Gilda. As duas morariam juntas na casa de Gilda, que com cinco quartos acolheria bem as duas filhinhas de Safo e Bruninho.

- Assim a gente economiza, se apoia, divide uma babá e alugo minha casa, até a bruxa pegar de volta. E também alugando o apartamento que papai me deu, são dois aluguéis pra gente. Pensa! Seria bom para as crianças e seria bom para nós.

- Quer apostar como a bruxa nunca vai pedir tua casa de volta?

- Ôxe! Donde você tirou isso?

- Aquela bruaca tem muito, mas muito mais medo de escândalo do que nós duas. Tenho certeza de que era só ameaça pra gente se separar.

- Se for verdade... então eu sou uma idiota por ter me afastado de você.

- Meu bem... tu é uma idiota. E eu fiquei muito magoada contigo.

- Eu sei... me des...

- Mas com essa língua que tu tem... e o que ela faz na minha chavasca... tu tá perdoada!

Gilda fez brincando o gesto litúrgico de perdão religioso e as duas riram e se beijaram de estalinho. Mas agora era a índia que devia conversar a sério com a amiga-amante baiana.

- Mas espia, Amiga. Pra gente morar juntas e se dar bem... tu precisa saber de mais coisas da minha vida.

- Ôxe! Pensei que já soubesse de tudo.

Gilda deu um risinho malicioso e muito segura de si se permitiu brincar sobre os machos de sua vida e o segredo que dividiria.

- Tu já sabe que eu gosto de rola. Gosto muito.

- Eu também gosto!

- Eu sei. Tu disse. Mas tu também já disse que tu deixaria as pirocas pra sempre, se vivesse comigo. Só que eu não. Eu sentiria falta. Antão... a gente tem que estar atenta pro teu ciúme. Tu vai segurar a barra?

- Prometo ser honesta contigo, se eu não aguentar. E... bem... eventualmente a gente pode até brincar disso juntas...

Imediatamente Gilda fantasiou dividir a rola do irmão com Safo e no mesmo segundo desanimou, intuindo que Gil e a baiana não combinavam em nada.

- Tá. Mas antão tu tem que saber que existem duas rolas na minha vida.

- Duas?

- A menos importante é a de Marcelo. Na verdade, acho que só tô falando dele porque a gente se viu e fiquei com vontade... confesso que tô com saudades daquele caralho. Ele é grande, gostoso...

- O problema é o idiota que vem junto.

- É. Um bocó, manipulado pela mãe. Mas sabe... quero muito me vingar...

- Gilda... isso não vai te fazer bem... a vingança...

- Shiii... espere e escute, tua linda! Minha vingança é usar ele como ele me usou esses anos todos. Como um objeto. Só! Eu quero usar aquela rola pra gozar, toda vez que tiver vontade e quem sabe...

Gilda fez uma linda cara diabólica que de imediato deu tesão em safo e depois continuou:

- E quem sabe... dar esperanças de voltar... só pra torturar ele com isso.

- Ele quer voltar?

- Chorou e se ajoelhou aqui embaixo, na sala, ontem mesmo.

- Vixi! Por essa eu não esperava!

- Por mim, eu só quero brincar com aquele pauzão. E, se enquanto isso, eu puder manipular o bocó do Marcelo contra a mãe e em defesa da gente, incluídas tu e as meninas, eu vou fazer! Sem culpa nenhuma! Mas tu pode ficar tranquila que é só sexo. Eu nunca mais vou dormir sob o mesmo teto que ele, nem muito menos confiar nele pra nada. Só quero usar!

Safo riu, se divertindo com a ideia de Gilda e brincou:

- Você vai tratar um dos homens mais cobiçados de Salvador como um garoto-camarão! Gostei!

- Égua! Como que é?

- Come o corpo e joga a cabeça fora!

As duas gargalharam gostosamente e em seguida foi Safo quem surpreendeu Gilda.

- Sabe? Nessas bases, sem envolvimento emocional, eu acho que transaria contigo e com Marcelo numa boa. Tenho muita curiosidade de ter ver gozando num pau... o caralho duro entrando na tua buceta...

- Ái, Safo... aaahhh...

Os dedos habilidosos da baiana já brincavam com o grelo avantajado de Gilda, pegando o suco íntimo da índia e espalhando para facilitar a siririca. E Safo continuou a falar:

- E, mesmo que não estivesse junto de vocês, eu acho não sentiria ciúmes dele é nunca!

Gilda segurou carinhosamente a mão da amiga, interrompendo a deliciosa carícia e falou.

- Mas não é Marcelo o homem da minha vida. E o outro, que tu precisa saber, é pra vida toda.

Safo achou que Gilda falaria de uma paixão adolescente ou platônica, sem importância, e se surpreendeu como nunca com o que ouviu em seguida.

- O homem da minha vida... parece bobagem, mas é alguém que junta amor e paixão. E foi a primeira rola que peguei, que mamei... que fiz gozar...

Safo já desconfiava, mas o espanto foi crescendo à medida em que a identidade da rola de que Gilda falava ia ficando clara. A índia continuou, rindo com prazer ao rememorar.

- Fui eu mesma que seduzi ele, na adolescência. Ele tentou resistir, mas venci os tabus e logo a gente brincava direto. Foi maravilhoso descobrir o sexo com ele. Ele gozava na minha boca, comia meu cuzinho e gozava lá dentro... mas nunca tinha comido minha buceta. Tentou muito... por anos... mas nunca deixei... besta que eu fui... só agora, no mês passado, foi que ele conseguiu.

- Mês passado...

- Ele ficou aqui em casa quase o mês todo e me comeu todos os dias. Salvou minha cabeça da loucura, me fortaleceu... fez um bem danado aqui pro Bruninho e pra mamãe do Bruninho.

- Mas... quem ficou aqui... na tua casa... foi...

- Meu irmão. Gil. Ele é o homem da minha vida! E eu fui uma idiota de demorar todos esses anos para desco...

- MEU DEUS!!!

Gilda parou a narrativa no meio do “descobrir isso”, prestando atenção no rosto da amante. Sabrina era amiga, inteligente, sensível, sabia usar a boca para fazer Gilda gozar como ninguém mais e tinha aqueles seios que lembravam os de Leia no início da feminização e eram tão sensíveis quanto. Além disso, a artista tinha a bucetinha mais mimosa, mais lisinha e delicada que a índia já havia visto e chupado. Gilda não queria perder Sabrina mas, naquele momento, era fundamental contar toda a verdade.

- Antão... tu me condena?

Para surpresa da belenense, Safo primeiro se atirou de boca na boca de Gilda, num beijo cheio de tesão e de cumplicidade, para depois responder de pertinho e acariciando o barrigão onde Bruninho se mexia.

- Eu te admiro mais ainda!... Mas me conta! Você só tem um irmão.

- Sim. Gil.

- Que é casado com a linda travesti Leia.

- Que bom que tu não esqueceu.

- E como que eu ia esquecer um babado sensacional desse, minha linda? Mas então... tu com Gil... tu corneia Leia? Ou ela sabe?

- Sabe. Desde sempre.

- Vocês... olha, não tem como num querer perguntar... tu me deixou toda ouriçada.

- Dá pra ver teu acesume, Amor.

- Vocês três jámonte de vezes, na adolescência. Mas nunca dei a buceta pro meu irmão, com Leia junto. Ele queria muito e Leia queria muito ver... que nem tu falou ainda agora... e eu fui muito idiota de guardar minha buceta para Marcelo.

Safo estava excitadíssima com as novidades e potencialidades de Gilda e iniciou um cerco de beijos e carícias cada vez mais quentes, no rosto e corpão da grávida, comentando:

- Você é uma força viva da natureza, Gilda... uma força que seduz... cativa... eu quero ser sua amiga, parceira... sócia... amante... quero conhecer o corpo de Leia... a pica do teu mano...

As duas se atracaram no limite do que o barrigão de Gilda permitia e com a mãozinha delicada de Safo em sua buceta encharcada, Gilda foi contando uma memória muito querida de seu passado.

- Safo... eu... aaahhh... que gostoso... tu tem três dias pra tirar a mão da minha xana... aaahhh... espia... eu... Gil e Leia... a gente... há muitos anos... eu te falei... aaahhh... que tive uma namorada, num falei?

- Samira. Claro que lembro! Tu foi de Samira pra Sabrina. E eu que me dei bem!

- Aaahhhh... essa tua mãozinha... aaahhh... antão... a gente... a gente transou junto... os quatro... Gil comendo Leia... aaahhh... que na época, ainda era Lelio...

- Eu corto um braço fora pra ver teu irmão comendo a travesti dele! Tenho maior tesão em ver!

- Eles transaram... aaahhh... foi muito bom... transaram na nossa frente... e eu com Samira... assistindo... aaahhh... Safo...

- Vem pra mim, meu amor!... a gente vai fazer tudo o que tu quiser!... A gente vai dividir o teu antigo namoradinho viado... a rola do teu irmão... a gente pode tudo... com respeito... com amor... a gente pode tudo!... veeemmm...

- AAAHHH... SAFO!... EU VÔ...

- Goza com a minha boca na tua!

A baiana beijou Gilda com uma paixão intensa e a grávida gozou novamente, plena, acolhida, se expandindo como merece todo ser humano e curtindo o dedinho de Safo em seu destacado grelo.

Assim que retomou o fôlego, Gilda puxou o rosto da amante para mais um beijinho e perguntou em tom de malícia.

- Tu se muda pra cá, hoje ainda?

As duas se abraçaram felizes, sobretudo Gilda, que teria agora o conforto de ter alguém inteligente e amiga para a ajudar na hora do parto. E em seguida, quando Safo já fazia menção de ir embora exultante por Gilda ter concordado com seus planos de morarem juntas, a gestante a segurou e se impôs.

Gilda jogou Safo na cama e abrindo e tirando a calça comprida da baiana, falou ralhando de brincadeira:

- Tu acha que só porque tô grávida tu pode vir aqui, me fazer gozar duas vezes e ir embora assim, sem nem eu dar um beijinho nessa coisinha mimosa que tu tem?

Em poucos minutos de muitos gemidos e delírios, Gilda fez a baiana gozar com a boca na bucetinha mais lindinha que ela já vira.

- Aaahhh... Gilda... é por isso que eu te amo...

- Também te amo... minha Safo... meu amorzinho inesperado... espia... sobre bocas nessa bucetinha linda que tu tem... depois do parto a gente vai receber uma visita que tu vai ver... ela tem uma boca que vai fazer milagres nesse teu xibiuzinho.

- Vou conhecer teu irmão?

- Nãããooo... pelo menos não agora. E Gil é ruim de língua. Acho que é a única coisa em que ele é ruim.

- Então...

- Antão, tu vai conhecer é minha cunhada... Leia vem passar um mês com a gente, depois que Bruninho nascer. Tu vai ver só! Ela chupa uma buceta que é uma beleza!

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Comentários

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Muito legal saber notícias da Sandrinha.

A Safo tem muita química com a Gilda, mas ainda não confio nela

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