Feriadão em FAMÍLIA terminou com muito SEXO!

Um conto erótico de Horny Dan
Categoria: Homossexual
Contém 5170 palavras
Data: 01/04/2024 17:02:03

Finalmente! Este conto fechas as aventuras da sequência dos anteriores:

1 - Pulando carnaval no colinho do titio

2 - Titio, eu e uma surpresa no carnaval

3 - Meu primo e eu juntos no carnaval: isso não vai prestar!

Se você não leu esses contos, sugiro que o faça para entender melhor os personagens e os acontecimentos desta história! Dito isso, seguimos:

A noite com meu primo Danilo foi ótima. Nos entrosamos super bem e ele até deixou que eu brincasse com seu cuzinho. Foi tudo melhor do que eu esperava! De verdade, eu não imaginava que meu primo fodesse tão gostoso.

Infelizmente não tive como acordar tarde. Dormimos na sala, então assim que as pessoas começaram a descer para preparar o café acabei levantando também. Já meu primo estava capotado. Deixei-o dormir e fui usar o banheiro. Na volta passei na cozinha, cumprimentei minha vó e minha tia (mãe do Dan), peguei uma caneca de café e fui até o quintal, sentei na beira da piscina e fiquei lá apreciando a manhã. O tempo estava ótimo, com céu azul e poucas nuvens.

Ouvi alguém se aproximando. Me virei e não consegui conter o sorriso ao ver meu tio Mário chegando, também com uma caneca de café. Ele sorriu de volta.

"E aí, Rick", ele me cumprimentou. "Como foi ontem? Curtiram o 'filme'?"

"Hahah! Curtimos sim. Foi melhor do que eu esperava, na verdade."

"Eu imaginei que você e o Dan iriam se dar bem."

"Eu não. Foi uma surpresa. Mas por melhor que ele seja, você é ainda mais, tio."

Ele deu uma risadinha, tomou um gole do seu café, só então respondeu: "Que isso, garoto… Eu sou quase um coroa já. Rsrs."

"E daí?", eu rebati. "O senhor nem tem cabelos brancos ainda!"

"Mas você já tá aí me chamando de senhor. Kkkkk"

"Mas é por questão de respeito. Se quiser te chamo de você. Olha, eu sempre tive o maior tesão em você e quando enfim pude provar tudo que eu queria na sexta-feira, só comprovei como eu estava certo. Na verdade, você é ainda mais gostoso do que eu imaginava. Não é à toa que quero foder mais vezes contigo, como já falei. E sozinhos, só nós dois. E outra, eu tô curtindo muito te conhecer melhor, agora que somos dois homens adultos."

"Valeu, Rick. Eu também tô gostando de estar mais próximo de você. Em todos os sentidos. Rsrs"

Meu tio disse isso e acariciou meus cabelos. Eu quis beijá-lo, mas me contive. Então ele se levantou e saiu, me deixando só com meus pensamentos. Me lembrei do que Dan tinha me dito durante nossa transa na noite passada, que meu beijo era só do meu tio. Será que eu estava me deixando levar demais? Se sim, estava tão óbvio assim? E meu tio? Como ele se sentia em relação a isso?

Decidi que não queria pensar sobre isso naquele momento, então resolvi deixar pra lá e terminei meu café curtindo o sol e o silêncio. Me ocupei o resto da manhã ajudando nos afazeres da casa e com o almoço.

Meu tio e eu não ficamos mais a sós naquele dia. Já com o meu primo Dan, às vezes ele vinha bater papo, falávamos sobre coisas da vida, compartilhamos histórias, lembramos de coisas da nossa infância… Era engraçado e legal ver que de fato criou-se uma conexão ali, como quando éramos crianças, antes da adolescência ter nos afastado. É muito louco como o sexo pode unir dois homens, mesmo que não seja romanticamente. A gente cria intimidade e um laço de companheirismo. Pelo menos foi assim que me senti com o Danilo. E claro, ele não perdia a oportunidade de passar a mão na minha bunda sempre que podia. Kkkkkk. Eu já entendi que essa seria uma brincadeirinha nossa.

Depois do almoço a galera deu uma acalmada. Muita gente foi tirar um cochilo. Menos minha avó e minha mãe, que ficaram conversando na varanda. Eu fiquei no sofá, mexendo no celular, até que meu tio sentou ao meu lado. E não, não era o tio Mário. Estou falando do tio Henrique.

Tio Henrique é o irmão da minha mãe. Sempre teve fama de ser o tio rico da família, mesmo ele não sendo tão rico assim. Kkkkkk. É que ele é médico, tem seu próprio consultório e realmente, de todos nós é o que tem a vida mais financeiramente confortável. Daí a brincadeira. Ele também é casado e tem dois filhos: um menino de 9 e uma menina de 7. São os meus primos mais novos, em contraste com ele, que é o meu tio mais velho, com os cabelos grisalhos aparecendo.

"E aí, Rick?", ele me cumprimentou.

"E aí, tio? Tudo certo?"

"Tudo ótimo. Esse feriadão em família tá sendo uma delícia, né?"

"Também acho. Vir pra cá, curtir a piscina, uma praia, tá sendo tudo muito relaxante."

"Sem falar na companhia dos tios e primos, né?"

"Ah, claro, tio!"

"E pra quem disse que tá curtindo uma praia você tá muito mais pra piscina, né Rick? Rsrs"

"Kkkkk… Ah, tio, é que a praia fica muito lotada nessa época de carnaval. Aí dá uma preguicinha de ir. Acabo preferindo a piscina daqui de casa. Mais tranquilo, sem muvuca e se eu quiser uma bebida, é só pegar. Não preciso deixar meu rim com nenhum vendedor. Kkkk"

"Hahaha! Bem pensado. Mas sabe que hoje o dia tá tão bonito que até eu estou pensando em dar uma volta na cidade, talvez pela orla da praia. Tá afim de ir comigo?"

"Pode ser. O senhor ainda vai chamar as crianças?"

"Nem as crianças, nem a esposa. Estão tranquilos lá no quarto. É bom um pouco de sossego, né? Rsrs."

"Então vamos só o senhor e eu?"

"Algum problema, Rick?"

"Não…", eu respondi. Mas achei no mínimo inesperado esse convite repentino do meu tio. Nos levantamos e fui me preparar. Vesti minha sunga no banheiro, passei protetor e peguei uma mochila para colocar minhas coisas.

Chegando na sala, encontrei meu tio e fomos nos dirigindo até o portão de casa. Eu passei reto e já estava abrindo o portão quando percebi que meu tio não estava comigo. Olho para trás e o vejo ao lado do seu carro: uma SUV que eu acho muito bonita.

"Quer ir de carro, tio?", questionei. "Achei que quisesse dar uma volta."

"E quero", ele respondeu. "Só que o sol tá muito forte. Entra aí, Rick."

Eu dei de ombros e entrei no carrão dele. Realmente, era super confortável. Partimos para o nosso passeio com as janelas abertas. Passeamos um pouco pela cidade enquanto conversávamos amenidades e sentíamos o vento do litoral bagunçar nossos cabelos.

Passamos pela orla da praia e, como eu já imaginava, a areia estava cheia de gente. Parecia um formigueiro. Comentamos sobre isso e seguimos nosso passeio até o fim da praia. Saímos um pouco do centro da cidade e percebi que estávamos indo mais para a borda do município. Não era um lugar deserto, mas definitivamente tinha menos gente. Até que ele estacionou na beira de uma estrada. Dalí conseguimos enxergar o mar. Estávamos perto de uma prainha menos turística. Não tinha ninguém à vista naquele momento.

"Não conheço esse lugar.", comentei.

"Ah, eu vinha aqui com meus amigos quando era mais novo. Não é muito turístico. Por isso que é bom. Dá pra ficar bem tranquilo."

"A vista é linda", eu disse.

"É mesmo."

Ficamos em silêncio por um momento, até que perguntei:

"O senhor vai querer entrar no mar, tio?"

"Não, mas você pode ir, se quiser."

"Imagina, tio. Talvez depois."

"Que isso, Rick! Fica à vontade. A gente é família, afinal. Será que eu devia ter chamado o Danilo?"

"Eu tô de boa, tio. Rsrs. E por que chamar o Danilo?"

"Pra te deixar mais tranquilo, oras! Você parece ficar bem à vontade quando tá com ele."

"Ah, como você mesmo falou, estamos em família. Dan é meu primo e meio que crescemos juntos. A gente se dá bem."

"Ah, isso eu sei, que vocês cresceram juntos. E também sei que vocês sempre se deram bem. Mas o que eu vi ontem à noite me surpreendeu. Aquilo foi se dar bem em um outro nível."

Na hora eu senti meu corpo gelar por inteiro, apesar do calorzão que fazia. Meu tio tinha visto Danilo e eu transando ontem?

"Tio…", eu sem sabia o que dizer, ou por onde começar. Será que eu me fazia de doido e negava tudo? Ou tentava de alguma forma me explicar?

"Relaxa, Rick", ele começou. "Já falei pra ficar tranquilo. Olha, já vou quebrar esse gelo te informando que sim, eu sei que vocês transaram ontem. Desci pra pegar mais um copo de água pra mim e peguei vocês dois naquela cena deliciosa. Ah, Rick… Ver vocês dois em ação foi o máximo."

"Tio? Então… Quer dizer, como assim?", eu estava tão abobalhado que nem conseguia formar uma frase.

"Tô falando! Vocês dois transando me deu o maior tesão. Me escondi num canto da escada e fiquei alí batendo uma enquanto assistia vocês dois. Me perdoe pelo voyeurismo não autorizado, Rick, mas eu não queria cortar o clima entre vocês. Fato é que depois de ver aquilo passei boa parte da noite e de hoje pensando em como te propor de fazermos uma brincadeirinha também, só nós dois."

Ele terminou de dizer isso e sorriu para mim. Não vou me fazer de santo, afinal a essa altura eu já tinha transado com um dos meus tios e meu primo, então ver ele dando em cima de mim era o de menos. Acho que o que mais me chamava atenção nessa história toda é que claramente não tinha um homem nessa família que não fosse puto. Kkkkkk. Sinceramente, meu tio Henrique não é o homem que me chama muita atenção. Tio Mário e o Danilo são bem mais bonitos ao meu ver. Mas levando em conta tudo que já havia rolado nesse feriadão em família, eu fiquei curioso para saber até onde isso poderia me levar.

"Então quer dizer que o senhor ficou com vontade?", perguntei maliciosamente, entrando no jogo.

"Não tinha como, Rick. Confesso que nunca olhei para você dessa forma, mas depois de ontem não tinha como não reparar na sua bundinha, no seu corpo que agora já é de homem…"

"Eu não imaginava que você curtia homens, tio."

"Meu querido, seu tio aqui curte transar. Ponto!" Ele riu e eu ri em resposta.

"E o senhor não quis ficar com o Danilo?"

"E quem disse que não? Mas com ele eu tenho repeteco um outro dia."

"Pera aí! Repeteco?"

"Ah, Danilo e eu já fizemos umas brincadeirinhas antes. Aquele lá só se faz de machinho, mas gosta de homem tanto quanto gosta de mulher. Hahah! Mas nunca fizemos penetração. Apenas sexo oral, masturbação…"

"Eu estou mesmo em uma família de safados!"

"E pelo jeito você puxou esse traço", ele disse já colocando a mão na minha coxa.

"Posso ficar mais à vontade, então?", perguntei.

"O quanto você quiser…", ele respondeu. Então eu tirei minha camisa, a bermuda e a sunga, ficando nú dentro do carro dele. Meu tio me olhou feliz da vida. Pelo jeito seu plano saiu melhor que a encomenda.

"Se você não se importa, vou ficar à vontade também", ele disse já desabotoando a camisa. Ele tirou toda a roupa.

Meu tio tinha o peito peludo, já com alguns fios brancos, e tinha bastante pentelho ao redor do pau. Membro este que já estava ereto, excitado só pela possibilidade do que de fato viria a seguir.

Tio Henrique fechou as janelas e ligou o ar condicionado para termos mais privacidade. O vidro do seu carro era bem escuro. Depois veio para cima de mim, passando suas mãos pelo meu corpo, a luxúria tomando conta dele, e eu permiti.

Agora, por que mão de médico é sempre gelada?

Depois de explorar meu peito e barriga, ele focou em minhas coxas, indo até meu membro em seguida. Ele pegou meu saco e brincou com meu pau, que até então estava meia-bomba e só agora começou a endurecer de verdade. Meu tio começou a bater uma pra mim e aproximou seu rosto do meu. Ele queria me beijar. Tive apenas um segundo para pensar sobre isso. Mais uma vez me lembrei do meu tio Mário… E mais uma vez o questionamento sobre eu estar me envolvendo rodeou minha cabeça. Fui tomado por um desejo de provar para mim mesmo que eu não estava coisa nenhuma e encerrei a distância entre a boca do tio Henrique e a minha.

Tio Henrique sempre raspava toda a barba, mas seus pelos deveriam ser muito grossos, pois mesmo assim sua pele era áspera. Seu beijo não era ruim, longe disso! Mas também não chegava perto do beijo do tio Mário. Mas nem por isso fiz pouco caso. Me entreguei àquele homem e o beijei com vontade, unindo nossas línguas. Tio Henrique não tinha aquela pegada forte na medida certa, ele é mais "carinhoso" por assim dizer. Ele quase me conduzia no nosso beijo, como uma dança, que já estava me fazendo babar pelo pau.

Meu tio parou nosso beijo, e pediu: "Mama minha rola…"

Prontamente o atendi. Ele se encostou totalmente no banco do motorista e eu me debrucei sobre seu colo, engolindo sua rola que era relativamente comprida, de uma grossura média. Seu pau também já estava bem babado e assim que o coloquei na boca pude saborear o gosto do seu melzinho.

Eu chupava aquele caralho com vontade, subindo e descendo, e eu salivava muito. Depois comecei a lambê-lo com um sorvete refrescante. Meu tio nada dizia. Sua cabeça estava encostada no banco, olhos fechados e boca entreaberta, totalmente entregue para mim. Eu podia sentir o prazer dele nas pulsadas violentas que seu pau dava na minha boca. Aquela vara estava no ponto…

Parei de chupar meu tio e comecei a beijar seu corpo, subindo pela barriga, peito até chegar em seu pescoço. Ele se arrepiou quando beijei seu cangote. Então saí do meu assento e montei em cima dele, sem encaixar o pau por enquanto. Voltei a beijá-lo enquanto ele apalpava minha bunda. Dessa vez podia ouvir e sentir seus leves gemidos. Era bom saber que estava proporcionando esse tipo de prazer ao meu tio. Acho que meu primo Danilo estava certo: eu tinha virado a putinha da família. E eu não estava achando ruim rsrs.

Meu tio foi posicionado a cabeça lambuzada do seu pau na entrada do meu cú e eu comecei a me preparar pra engolir aquela vara com o meu rabo. Felizmente as noites seguidas de sexo anal haviam deixado meu ânus bem acostumado, então quando meu tio começou a colocar não foi tão sofrido assim. A rola estava bem lubrificada com baba (minha e do pau dele), o que também ajudou bastante.

Logo eu já estava cavalgando naquela jeba, com as mãos no peito do meu tio, nós dois gemendo de prazer.

"Ah, tio… Ah, ahh…", eu gemia.

"Aahh… Isso, seu putinho, cavalga gostoso na rola do titio."

"Tá gostando de comer teu sobrinho né, seu pervertido?", eu provoquei. Ele só sorriu pra mim e começamos a nos beijar novamente. Meu tio então começou a ser mais ativo na transa, empurrando sua rola contra mim. Complementando, eu sentava com vontade nele, fazendo nossos corpos estalarem com o impacto.

"Ahh, Rick… Como você é gostoso! Promete que vai me deixar te comer de novo!"

"Prometo, tio! Prometo!", respondi. Eu comecei a me masturbar enquanto ele me fodia. Senti o gozo chegando. Comecei a bater mais forte, até que anunciei: "Tio, eu vou gozar!"

Assim que meus jatos de porra saíram e começaram a cobrir sua barriga de porra, meu tio começou a gemer junto comigo. Estávamos gozando junto. Senti jatos quentes de porra invadirem meu interior. Nessa hora até meu corpo formigou rsrs.

Ao terminarmos, ele tirou o pau de dentro de mim e eu voltei ao meu banco.

"Rick do céu, você fode pra caramba, hein?", disse meu tio.

"Eu faço meu melhor", respondi modesto.

"Só não tinha pensado em como limpar essa bagunça", disse ele apontando para si mesmo, todo gozado.

"Ora, tio! Bora pro mar! Tá logo alí!", eu disse. Nem esperei a resposta dele. Peguei minha sunga e saí do carro. Fui até o mar pelado mesmo, com a sunga na mão. Pouco tempo depois ele se juntou a mim. Nos banhamos e nos limpamos como deu. Depois voltamos para o carro, nos secamos e nos certificamos de deixar tudo em perfeita ordem, sem vestígios do que fizemos há pouco tempo. Depois disso voltamos para casa. No caminho conversamos mais um pouco:

"Você tem que ir no meu consultório agora, hein Rick. Ter umas consultinhas especiais. Hahaha", disse meu tio. Diferente do tio Mário e do Danilo, tio Henrique morava na mesma cidade que meus pais e eu.

Ao chegarmos, a casa estava quase vazia. Só minha vó e minha mãe estavam lá. O resto do pessoal se animou e decidiu ir à praia. Eu fui para meu quarto dar uma descansada. Assim que me deitei, dormi automaticamente de tão cansado. Foi um cochilo de algumas horas. Acordei no começo da noite e fui direto para o banho. Depois desci as escadas para me juntar ao resto da família.

Lá, encontrei meu tio Mário. Ele me olhou de um jeito como se soubesse do que eu tinha aprontado com o tio Henrique, mas não veio até mim conversar. Eu não sabia muito como agir, então fiquei na minha. Quem não ficou na sua foi o meu primo Danilo. Eu tranquilo, sentado no quintal e ele apareceu:

"E aí, priminho?"

"Fala, Dan.", respondi.

"Fiquei sabendo que saiu com o tio Henrique hoje à tarde. Me conta, rolou algo entre vocês ou foi só um passeio mesmo?", ele perguntou com aquela cara de malandro. Óbvio que ele já sabia da resposta.

"Ele te contou?"

"Não, mané. Mas eu deduzi."

"Rolou sim. A gente foi pra um lugar mais afastado e transamos no carro."

"Ele te comeu ou foi só um boquete, mão amiga?"

"Rolou de tudo.", confirmei.

"Você deu em cima dele?"

"Não. Ele nos viu transando ontem à noite e daí resolveu dar em cima de mim."

"Ele viu a gente? Porra! Achei que a gente tava sozinho!"

"Que nada! Ele viu e ainda ficou batendo uma punheta assistindo nossa foda."

"E você, hein Rick! Não perde tempo mesmo! Hahaha."

"Para com isso, cara! Kkkkk. Só aproveitei as oportunidades que surgiram."

"Surgiram oportunidades sim, mas nem todas, né? Com meu pai você deu em cima mesmo. Porque conhecendo ele, meu coroa não daria mole por vontade própria. Não pra alguém da família. Pra convencer ele a transar comigo e minha ex já foi jogo duro."

"Vou confessar, Dan, teve uma hora que eu achei que não ia rolar nada entre seu pai e eu. Ainda bem que ele resolveu responder às minhas investidas. Rsrs."

Nessa hora fomos interrompidos. Nos chamaram para jantar. Enquanto eu comia, relembrava as transas com o tio Mário e me lembrava que já era terça-feira. O dia seguinte seria quarta-feira de cinzas e todo mundo iria embora. Eu tinha só mais uma noite com meu tio Mário por perto. Eu ainda estava meio cansado da tarde com o tio Henrique, mas o tio Mário era meu maior desejo. Eu não poderia perder essa chance. Sabe-se lá quando ia rolar de novo! Senti um aperto ao pensar nisso. Além do mais, eu queria fechar o feriadão que foi de pura aventura sexual com chave de ouro e ninguém melhor que meu tio Mário para isso.

Depois do jantar mandei mensagem para ele: "tio, pode me encontrar aqui embaixo hoje de madrugada? Só nós dois? Que acha de lá pelas 2 da manhã, pra ter certeza que não vai ter ninguém acordado?"

Ele não me respondeu. Fui ver de longe onde ele estava. Meu tio estava com boa parte do pessoal na sala vendo TV. Ele não deveria responder minha mensagem ali. O jeito foi eu torcer para ele ver depois e decidir me encontrar. Eu estaria lá de qualquer forma.

Eram 1:30 da manhã e eu já estava na sala, de prontidão, iluminado apenas pela luz do pequenino hall de entrada da casa. Uma luz amarelada e quente, que me iluminava fracamente. Discreta o suficiente para me fazer enxergar meu entorno sem chamar atenção. Eu estava levemente ansioso por esse encontro e tanto meu pau quanto meu cuzinho já davam sinais de vida só de pensar no homem que logo estaria comigo, mesmo eu já tendo dado e gozado mais cedo naquele dia.

O tempo foi passando e ele não vinha. Eu fiquei imaginando se ele estaria se sentindo mal por eu ter ficado com o tio Henrique. Eu sei que eu já tinha ficado com o Danilo também, mas era diferente. O Dan era filho dele e eu só fiquei com ele porque meu tio nos estimulou. Com o tio Henrique a coisa foi diferente.

Eu respirei fundo e tentei colocar a cabeça no lugar. Meus pensamentos estavam me levando para outro lugar e aumentando as coisas. Primeiro: éramos todos homens adultos e sabíamos das condições que implicavam esses encontros. Tínhamos que ser discretos e respeitar a vida que cada um tinha para além das nossas fodas. Eu era livre para transar com quem quisesse, afinal. Assim como o Dan. Assim como o tio Henrique. E assim como o tio Mário…

Olhei no relógio do celular e já eram 2 da manhã. Decidi esperar mais 5 minutos e, caso ele não aparecesse, eu iria dormir. Assim que fiz esse combinado comigo mesmo, senti alguém se aproximando. Olhei para a direção das escadas e lá veio ele: tio Mário, usando apenas uma fina samba-canção, seu tronco volumoso à mostra, como deveria estar sempre. Um homem daqueles tinha que ser apreciado.

Sei lá o que deu em mim, mas, seja o que for, não consegui controlar. Eu levantei e rapidamente fui até ele e o abracei, atirando meus braços ao redor do seu pescoço. Para minha felicidade, ele retribuiu. Me abraçou de volta e uniu nossas bocas em um selinho. Meu pau já ficou completamente duro.

"Tá aqui faz muito tempo?", ele me perguntou aos sussurros.

"Um pouco. Queria chegar antes de você."

"Desculpa a demora. Eu fui checar o quarto do Henrique, ver se ele tava dormindo mesmo. Não queria ninguém interrompendo a gente. O Danilo me contou como ele chegou até você."

"Então você ficou sabendo…"

"Rick, eu conheço meu cunhado. Aquele cara é um safado. Não perde uma chance de transar. Talvez ele não te visse com esse olhos antes, mas depois de ter visto você e meu filho, claro que ele iria te querer também."

"Você ficou puto comigo?", perguntei. Não consegui evitar o tom meloso na minha voz e me detestei por isso.

"Claro que não. Você é um homem livre pra transar com quem quiser."

"Eu sei… Mas é que…". Eu queria dizer algo, mas as palavras se embolavam na minha boca antes que eu pudesse falar. Tive medo. Pensei em ficar quieto, mas quer saber? Foda-se!

"É só que…", continuei. "É só que eu queria que você soubesse que você ainda é meu número 1. O mais gostoso e com quem eu quero transar muito ainda."

Ele sorriu e me respondeu:

"Fica tranquilo, Rick. Você agora é o meu putinho e a gente tá só começando."

Dito isso, ele me beijou. Aquele beijo envolvente, molhado, quente e guloso. Nossas línguas se encaixavam de um jeito fodástico. Eu me sentia mais leve depois do nosso breve papo, ao mesmo tempo que pegava fogo por dentro.

Nosso beijo foi ficando cada vez mais intenso e voraz. Nossos lábios estavam estalando e já estávamos ofegantes. Titio foi me conduzindo até o sofá, onde nos jogamos e continuamos a nos pegar forte. Eu passava a mão por todo aquele corpo gostoso dele, e ele também aproveitava tudo que eu tinha a oferecer, com direito a apertão na bunda. Ele colocou a mão por dentro do meu short e passou o dedo no meu cú, me arrancando um suspiro cheio de desejo.

Tiramos nossas roupas e pude mais uma vez contemplar o caralho do meu tio. Grossinho, reluzente, com a babinha já escorrendo. Tão delicioso que eu nem quis perder tempo. Abocanhei aquela jeba e matei minha sede da pica do tio Mário.

Ele suspirava cheio de tesão enquanto eu mamava com gana seu cacete. Eu não estava no controle. Quem me controlava era o meu tesão. Por mim eu chuparia bem devagar, saboreando cada centímetro de pele. Mas naquela hora eu estava chupando com intensidade. Eu mamava com urgência. Foi uma loucura!

Comecei a lamber a rola do meu tio de cima a baixo e depois foi a vez de dar um trato nas suas bolas. Chupei as duas, uma de cada vez. Depois ele puxou meu cabelo e me pôs pra mamar ele de novo, dessa vez controlando minha intensidade enquanto me segurava. Ele estava basicamente fodendo minha boca.

Chegou uma hora que ambos queríamos mais. "Fica de quatro pra mim", ele ordenou. "Tudo que você quiser, tio!", eu respondi entrando em posição. E aí eu fui ao céu. Meu tio abriu as bandas da minha bunda e começou a lamber meu cuzinho. Eu tive que usar muito do meu autocontrole para não gemer alto. O cara parecia que tinha meu manual. Ele sabia certinho como e onde eu gostava das coisas. Foi foda!

Uma vez com o buraquinho bem lubrificado, chegou a hora de receber meu tio dentro de mim. Eu estava ansioso por esse momento Ele começou a forçar e a rola foi entrando sem muita dor. Só um pequeno desconforto. Mordi uma almofada e aguentei firme. Valeu muito a pena, pois a sensação de ter ele todo dentro de mim foi indescritível.

Tio Mário começou com os movimentos de vai-e-vem. E eu seguia com a almofada na boca só para o caso de eu deixar escapar algum gemido indevido. Mas eu estava amando cada segundo. Meu tio bombava do jeito que só ele sabe. Na moral, eu sei que já disse isso antes, mas vou repetir: eu tinha toda a razão no tesão que eu sentia nele. Nenhuma das bronhas que eu bati pensando nele me prepararam para o quão bom foi estar com ele de verdade.

Minha pele se arrepiava e meu corpo estava todo sensível com essa foda. Louco demais quando isso acontece, né?

Eu tinha um pedido a fazer: "Tio, deixa eu sentar em você? Cavalgar como na nossa primeira noite aqui?"

Ele tirou a rola de mim e respondeu: "Só se for agora!"

Tio Mário sentou no sofá e eu já fui por cima, encaixando seu pau, que deslizou pra dentro do meu cú, que a essa altura já estava orgulhosamente no formato da rola dele. Começamos a fazer juntos o movimento. O sofá fazia algum barulho, mas era pouco. Aproveitamos que a posição nos permitia e nos beijamos mais. Então ele parou de beijar e começou chupar e brincar com meus mamilos. Ver e sentir aquele macho me comendo e me chupando me levou ao auge. Eu o abracei forte na tentativa de conter meus gemidos de prazer. Eu estava tendo um puta orgasmo sem sequer ter tocado no pau e melava a barriga do meu tio com meu leite, que escorria com mais volume do que eu esperava, tendo em vista que já havia gozado naquele dia.

Assim que terminei, meu tio me pôs pra mamar de novo. Ele de pé e eu de joelhos. Mais uma vez chupei com volúpia aquele caralho, até ele anunciar o gozo.

"Vou gozar, Rick… Vou te dar leitinho, moleque. Se prepara pra engolir tudo."

"Me dá seu leite, tio. Tô de joelhos, implorando! Quer beber tua porra!", eu respondi deixando ele louco.

Bem a tempo ele me puxou de encontro ao seu pau bem no momento da gozada. Enquanto seu corpo tinha espasmos ele falava: "Isso, filho da puta! Bebe todo meu leite, viadinho! Bebe o leite do titio!"

Eu me deliciava com as jatadas fortes de gala quente na minha boca. Eu engolia tudo, sem deixar uma única gota escapar pra fora da minha boca. Como a porra daquele macho era deliciosa!

Quando ele terminou, me puxou pelos cabelos novamente e ordenou com a voz grossa: "Abre a boca!"

Eu obedeci colocando até a língua pra fora e ele cuspiu na minha boca duas vezes. Depois nos beijamos de língua novamente. Nunca haviam feito isso comigo, mas eu gostei imensamente. Eu me sentia usado pelo meu tio e a sensação era ótima!

Caímos sentados no sofá, exaustos pela transa. Meu tio com os braços jogados para trás apoiando a cabeça e eu aninhado no seu peito, os dois levemente ofegantes.

"Caralho, Rick. Que foda foi essa? Uma das melhores que já tive."

Eu sorri orgulhoso e satisfeito, e respondi: "Digo o mesmo. Foi incrível demais."

"Estou prevendo que vou visitar mais sua cidade esse ano, Rick. Hahaha!", ele disse.

"Está mais do que convidado, tio. Vou te recepcionar com as pernas… Ops! Digo, com os braços abertos. Hahaha!"

Nós dois rimos. Ficamos alí nos curtindo mais um pouco. Eu aproveitava e dava beijinhos no corpo dele de vez em quando. Quando vimos que estava ficando tarde, o que no caso significava que estava quase ficando cedo, fomos dormir. Nos despedimos com mais um selinho, nosso último daquele feriadão, pois sabíamos que no dia seguinte tínhamos que manter a compostura diante da família. Dormi como uma pedra naquele resto de noite, cansado e completamente satisfeito.

No dia seguinte acordei mais tarde e só deu tempo de comer alguma coisa e arrumar as malas. Meus pais não queriam chegar muito tarde em casa. Me despedi de todos. Meu tio Henrique me deu um rápido abraço e uma piscadela. Meu primo Danilo me abraçou e me deu um tapinha na bunda. Safado! Hahah! E meu tio Mário me deu um rápido, mas apartado abraço. Gostoso como ele. E um sorriso que retribuí feliz.

Voltei para casa daquele carnaval com a sensação de que tudo tinha mudado. E mudou mesmo. Meu primo vira e mexe me manda mensagem pedindo pra fazer uma chamada de vídeo pra gente bater uma juntos.

Quanto ao meu tio Mário, a gente se fala todo dia por mensagem. Nossas conversas são regadas a uma boa dose de afeto e muita sacanagem, com direito a vários nudes, videozinhos e áudios falando putaria. Eu mal podia esperar para nos encontrarmos de novo!

Obrigado a todo mundo que acompanhou essa história que, como eu já contei, era pra ser uma só e foi crescendo, crescendo… Até ter 4 partes. Hahaha! Obrigado pela companhia e paciência. Por favor, não se esqueça de avaliar e dar estrelinhas. Para nós, autores, isso é muito importante. E se quiser conversar nos comentários, fique à vontade! Eu respondo todo mundo! ;)

Até a próxima! Abraços!

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Foto de perfil genéricaHorny DanContos: 17Seguidores: 34Seguindo: 9Mensagem Amo escrever e amo tudo envolvendo erotismo. Então por que não juntar as duas coisas? Todos os meus contos são autorais, alguns reais, outros fictícios. É um verdadeiro prazer ter você como leitor. ;)

Comentários

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Fechou com chave de ouro! Delicioso esse conto!!! Eu não sou muito fã de séries, mas seus textos me cativaram. Parabéns Meninão!!!

OBS: respondendo a sua pergunta: Eu trabalho há muitos anos com médicos e profissionais da saúde, já fiz assessoria para alguns e já namorei vários, inclusive atualmente tenho um caso com um e posso te garantir que nem todos tem a mão fria, os que eu peguei além da mão quente, tinham muito fogo no rabo e gostam de coisas pesadas. Agora todos sem exceção tem as mãos muito macias. Abraços e Bom Final de Semana! 😍😘

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Obrigado, Tito!!! Confesso que gosto de escrever séries, porque curto explorar mais os personagens, mas nos últimos tempos escrever contos únicos, ou no máximo fazer parte 1 e 2, tem sido mais atrativo por finalizar mais rápido e não ficar muito tempo em aberto com aquela obrigação de continuar. Tipo, se eu não fechasse essa série do carnaval ela ficaria sem final e eu tenho quase um trauma de autor da CDC que some e deixa a história sem fim! Hahahaha! 🥲

Nunca fiquei com médico, mas a maioria dos que me tocaram para examinar tinham mão gelada, salvo umas duas excessões. Azar! Hahah! Abraços! 😉

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Só falta um tio gostoso desse e um primo prá mim dá rola, fiquei meladinho e gozeiem todos os contos mim imaginando na cena dd tanta sacanagem 😋 com meu cú latejando de tesão.

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Gostou, putinho? Hehehe! Que bom que curtiu e gozou com os contos. Pra mim não tem satisfação maior 😈

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Seus contos faz a gente viajar nos personagens como se fossemos os protagonistas da cena,chega o fogo subir por dentro e um calor mim invade que fico de pau meladinho com o cú quente que só dá vontade nessa hora de sentar numa pica bem meladinha.

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Muito obrigado pelos elogios!! Até eu fiquei animado lendo esse comentário hahaha

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Tá animado,seria delicioso se vc pudesse vir aqui prá Salvador mim fuder gostoso, se seus contos já são uma delícia imagina vc ao vivo gozando no meu cú apertadinho e cabeludinho, sou bissexual posso ser ativo, passivo ou os dois, o que vc quiser, tô com muito fogo no rabo precisando de uma mangueira pra apagar e mim dá leitinho quente no cú.

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Dan, você é foda demais!! Que conto foi esse?!

"É muito louco como o sexo pode unir dois homens, mesmo que não seja romanticamente". Quer comprovar isso, Dan?? Hahaha! Aí quem sabe eu descubro seu manual tb 😈

PS: recebendo muita mão de médico pra saber que todas são geladas?? Hehehe

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Hahahaha! Obrigado, Jota!

Claro que mão de médico é gelada. A maioria pelo menos. Mas eu já senti mão de médico quentinha hehehe! E você, Jota? Nunca sentiu mão de médico?

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Não tive mão de médico não! Não que me atraísse pelo menos rs

Mas agora fiquei curioso. A sua mão é gelada ou quentinha, Dan? Mão de autor eu sou doido pra provar 😜

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Minha mão é bem quente kkkk e não é piada de duplo sentido. Ela é mesmo. rsrs

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Hmmm. Quem sabe um dia eu comprovo 😈😜

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Meu proctologista botou um aparelho no meu cú apertadinho que fui no céu e voltei,tive que fazer um esforço enorme prá não ficar excitado, ele tem umas mãos bem quente e sabe abri meu cú bem gostoso 😋, foi uma delicia.

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amei. merece ter mais partes de safadeza

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Obrigado! Que bom que curtiu o conto! Os três comendo juntos seria uma aventura e tanto né. hehehe

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Eu queria ser um deles pra levar uma rola durinha ko meu cú enquanto chupava o outro bem gostoso 😋.

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Queria ser a putinha dessa família então hehehe

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Podemos ser putinhs um do outro bb, tenho uma página no xxxVídeos.O nome é putinhodocuapertadinho. Tudo junto,lá Podemos postar fotos,vídeos e conversar.

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