PRAZER A QUATRO E A CINCO

Um conto erótico de CALOS AMANTE
Categoria: Grupal
Contém 1924 palavras
Data: 07/11/2023 11:17:26

Este é mais um dos nossos relatos, recomendo a leitura dos conto anteriores para ter um melhor entendimento dos fatos. As histórias são 100% reais, somente os nomes foram modificados.

Vou narrar aqui mais uma aventura que eu e Clara vivemos.

Uma noite de Sexta nós saímos com a intenção de curtir alguma coisa nova. Resolvemos ir conhecer uma boate noturna que recebia casais e também solteiros e solteiras, além de ter as meninas que atendiam aos clientes. Não era exatamente uma casa de swing, mas atendia a todo esse público. Nós Já tínhamos conhecido uma casa de swing, porém não era como essa.

Saímos por volta das 20 h, Clara estava em um vestidinho preto, bem curtinho que realçava em muito as curvas do seu corpo. Como já descrevi nos outras contos, Clara é uma morena clara, de 1,60, cabelos negros à altura dos ombros, pernas torneadas, seios grandes e rijos e um bumbum maravilhosamente grande que chama a atenção de todos. Fomos até o bar de nossa preferência e pedimos nossas indefectíveis caipivodkas. Permanecemos a namorar até por volta das 23 hs e seguimos para a tal casa noturna.

Lá chegando observamos que a casa era muito luxuosa, poltronas laterais na cor vermelha, algumas mesas no centro e um pequeno palco ao fundo com um queijo para a performance das dançarinas. A casa era muito bem frequentada, embora tivesse poucos casais que eram muito bem trajados e bonitos. As garotas que trabalhavam na casa, trajando roupas íntimas, também eram muito bonitas.

Nos sentamos em uma mesa reservada para casal posicionada bem em frente ao pequeno palco, pedimos ao garçom para nos servir duas caipivodkas e ficamos observando o movimento. Em determinado momento a música foi interrompida e duas meninas seminuas apareceram no meio do salão e começaram a executar uma dança sensual chamando a atenção de todos. Subiram no pequeno palco e começaram uma apresentação altamente excitante. Fiquei imediatamente de pau duro, Clara percebeu e agarrou na minha pica e afirmou: - Tá com tesão nas garotas safado! E eu respondi: - estava aqui imaginando se você teria coragem de dançar naquele palco. E ela disse: - não me desafia que você o que acontece quando você faz isso. Começamos a rir e continuamos a assistir ao desempenho das garotas. Em determinado momento entrou no salão um rapaz forte e alto, muito bem apessoado, vestindo somente uma pequena tanga que ressaltava o seu membro. Ele vai na direção das meninas e após os três realizarem um strip-tease e começaram a transar ali mesmo na frente de todos. A cena foi mesmo espetacular e nos deixou a todos em ponto de bala. Terminado o show do trio, a música agitada voltar a soar e eu e Clara já estávamos bem alegres com o efeito das caipivodkas. Percebendo que várias mulheres que estavam acompanhadas começaram a dançar e a exibir seus corpos, eu imediatamente desafiei a Clara falando que duvidava que ela fosse capaz de ir ao banheiro e voltar sem a calcinha e depois ir dançar naquele palco. Ela me olhou nos olhos e sem nada responder se levantou e foi em direção ao banheiro. Já prevendo o que iria acontecer eu fiquei novamente de pau duro pela expectativa. A Clara voltou do banheiro, pegou a minha mão e colocou a calcinha e seguiu em direção ao palco. Ela parecia ser uma das meninas da casa, começou a dançar fazendo movimentos que vez por outra mostrava a sua xoxotinha depilada. Não demorou muito e outras mulheres acompanhadas seguiram o exemplo da Clara e foram dançar também, algumas também deixavam claro que estavam sem calcinha, já que elas trajavam vestidos ou saias curtas. Foi o melhor espetáculo da casa, ver os maridos de olhos arregalados com suas esposas como atração da casa. Eu estava extasiado, não poderia ter sido melhor.

Após o show da Clara ela voltou para a mesa sob os olhares de cobiça dos homens que estavam em volta, me deu um delicioso beijo massageou a minha pica por cima da calça e disse: - Agora eu quero isso!. Nos dirigimos para o segundo andar da casa onde haviam diversos quartos de vários tamanhos. Quartos pequenos com somente uma cama, quartos grandes com duas camas de casal de tamanho convencional e quartos grandes com cama king. Tinha também o que eles chamavam de glory-hole, um cabine onde as mulheres entravam e que haviam vários furos onde os homens depositavam seus pênis para as mulheres brincarem. Um local muito interessante.

Quando passamos na porta de um dos quartos que possuía cama king, Clara me puxou pra dentro e se atirou na cama feito uma louca e disse: -Vem me fuder que eu estou cheia de tesão. Eu obedeci de imediato e abri as suas pernas e comecei a chupar aquela xoxota deliciosa, ela não demorou muito para gozar em minha boca, já que estava muito excitada depois de dançar sob os olhares daquele monte de gente. Em seguida eu me deitei na cama e Clara começou a me fazer um boquete maravilhoso. Ela estava de costas para a porta do quarto e não observou que havia um casal de pé na entrada nos olhando. Eu fingi que não estava vendo. Nesse momento Clara sob em cima de mim e começa a cavalgar em minha pica me deixando louco. A mulher do casal puxa o parceiro para cima da cama e começam a transar do nosso lado. De vez em quando a mulher se deixava encostar em nós, acredito que testando qual seria a nossa reação. Clara nem se importava já que estava completamente tomada pelo tesão, eu também fingia não me importar, até que a mulher começou a acariciar os nossos corpos. Ora me alisava ora acariciava a Clara. Confesso que aquilo estava me enchendo de tesão. Passei também a bolinar a mulher e o marido que me olhava com olhar de aprovação, começou a alisar os seios maravilhosos da Clara que saiu de cima de mim e deitou de pernas abertas e a mulher entendeu que aquele ato seria um convite e ela se colocou de quatro na minha direção e do marido e começou a chupar a xoxota da Clara que gemia feito louca. O marido sinalizou pra mim indicando que eu deveria desfrutar de sua mulher naquela posição, eu pincelei minha pica na entrada da xoxota dela que ficou completamente arrepiada e soltou um gemido sufocado pela xoxota da Clara, o marido então me passou uma camisinha que eu vesti rapidamente e soquei a pica naquela gruta maravilhosa e comecei a um vai e vem alucinado. Clara se levantou e se colocou de quatro na direção do marido da mulher que repetiu o meu ato, vestindo uma camisinha e passou a fuder a Clara por trás assim como eu fazia com a sua esposa. Gozamos os quatro alucinadamente. E foi assim a nossa primeira troca de casal. Depois fomos até o banheiro, nos lavamos e voltamos para o salão. Sentamos em nossos lugares de origem e alguns minutos depois o casal veio se sentar conosco. Trocamos algumas palavras e eles nos falaram de um motel que existia ali próximo onde havia uma piscina coletiva que eles costumavam frequentar e nos convidaram para ir lá qualquer hora. Perguntei a Clara se ela queria conhecer, ela respondeu afirmativamente e combinamos com o casal que lá iríamos na próxima sexta feira. Depois nos despedimos e fomos embora para continuar a nossa foda em um motel.

Uma semana depois, curiosos com a história da piscina coletiva, Clara e eu resolvemos conhecer o tal motel e depois da nossa bebidinha habitual no nosso restaurante preferido, partimos para lá. Pedimos uma suíte próxima a piscina, Clara levou o seu biquíni mais ousado, caso resolvêssemos entrar na piscina. A suíte tinha a entrada convencional e uma segunda porta que dava acesso a piscina. Depois de nos acomodarmos abrimos a tal porta e lá estavam alguns casais e solteiros, alguns com roupas de banho, outros arrumados sentados a beira da piscina consumindo bebida e conversando enquanto tocava uma música muito animada. Nos sentamos numa mesa posicionada próximo a porta da nossa suíte, eu fui buscar uma cerveja e começamos a conversar e a observar os demais frequentadores. Podemos ver que algumas pessoas estavam dentro da piscina se bolinando, haviam casais transando em seus quarto com a porta aberta, como uma permissão para quem quisesse entrar. Ficamos muito excitados com tudo aquilo, até que vimos chegar o casal que tinha se relacionado conosco na semana anterior, porém, para a nossa surpresa, eles estavam acompanhados de um outro rapaz. Eles vieram até nós, nos cumprimentaram e apresentaram o seu amigo. era um sujeito um pouco mais novo que eles, de boa aparência. Todos se sentaram à mesa e começamos a ingerir cerveja e a conversar. Percebi que algumas mulheres estavam na piscina sem a parte de cima dos biquínis e, para não perder o hábito, desafiei a Clara a fazer o mesmo. Ela se levantou e foi em direção a piscina, entrou na água, retirou a parte de cima do biquíni e atirou na minha direção. Eu joguei a peça para dentro do quarto e entrei na piscina junto com ela. Começamos a nos pegar ali mesmo. Permanecemos ali por uma meia hora, sob o olhar atento dos nosso novos amigos, e resolvemos sair e ir para a nossa suíte. Alguns minutos depois, quando a Clara já me fazia aquele boquete que só ela sabia fazer, o casal entra na suíte acompanhado de seu amigo, pedindo permissão para permanecer no local. Olhei para a Clara ela acenou que não havia problema. O casal então se despiu e veio até a cama onde a mulher tomou a iniciativa de fazer com o marido o mesmo que a Clara fazia comigo, enquanto seu amigo permanecia de pé só observando. A Clara no auge da excitação, empinou propositadamente a bundinha, como se fosse um convite, e para a nossa surpresa o amigo do casal se aproximou e começou a chupar a xoxota dela que gemia e se engasgava na minha pica. A mulher do casal parou de chupar o marido e veio me chupar junto com a Clara enquanto o seu marido começou a meter nela por trás. Elas me chupando se beijando, estava uma loucura, quando o rapaz tirou a sua roupa, colocou uma camisinha e foi metendo a pica na xoxota da Clara que começou a rebolar feito louca para facilitar a entrada do cacete dele. Depois de alguns minutos os dois homens trocaram de posição, o marido da mulher passou a meter na minha gostosa enquanto o amigo metia na mulher dele. E eu ali quase gozando na boca das duas. Depois me levantei e enquanto marido metia na Clara, pedi licença ao amigo e fui meter a minha pica na mulher dele. Fudemos assim por algum tempo até que chegou a minha vez de meter a pica na minha gostosa. Dei um boa linguada no cuzinho dela e comecei a colocar a pica vagarosamente naquele buraquinho delicioso. Quando já estava com a pica toda dentro do cuzinho da Clara o amigo do casal se colocou debaixo de sua xoxota e começou a chupá-la freneticamente. Aquilo deixou a Clara louca e ela levou apenas alguns segundos para gozar, sentindo a reação da minha gostosa eu também não resisti e gozei muito dentro de seu cuzinho. Foi uma noite muito louca. Ainda brincamos por mais algum tempo e depois nos despedimos dos três e fomos para casa extasiados e doidos para repetir a dose.

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Comentários

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Uau!!

Lugar interessantíssimo...

Delícia de conto

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Viado

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Sempre!!! Sou bissexual desde novinho, e já fui viado de vários machos e trans e até mulheres. Hoje sou escravo da minha mulher, e se ela quiser que eu seja comedor dela e de outras pessoas eu sou! Mas se ela quiser que eu seja o viadinho de quem ela quiser, serei com o maior prazer!!

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