Quando eu comi a coroa mais puta da praia -parte 2

Um conto erótico de Melvin Harris
Categoria: Heterossexual
Contém 4518 palavras
Data: 16/10/2023 00:14:30
Última revisão: 17/10/2023 00:24:24

Eu peguei um coquetel pra mim, ninguém suspeitava que eu não era maior de 18. Eu não cheguei perto dela logo de cara, esperei ela beber mais uns tragos pra eu poder me aproveitar. Mas aí lembrei do quão puta ela era quando ela se agarrou com um cara de puto aleatório que deu encima dela. Merda eu pensei, ainda se ela não sair pra trepar com esse filho da puta, eu vou ter que engolir saliva dele. No final que eles só se pegaram mesmo e ele partiu pra outra, de certo não ficou interessado o suficiente nela. Pensei então que foda-se, a maioria das minas que eu beijava em festa também tinham beijado outros caras, pra que me preocupar com essa merda agora? Depois que ela terminou de dançar mais uma e voltou pro bar pra pegar mais um porre, eu cheguei nela, primeira coisa que eu senti já foi um bafo de cachaça com abacaxi da caipirinha que ela tava tomando, ela já tava bem bêbada.

Chegando perto dela, comecei meio nervoso, maldito nervosismo voltando aí, mas já logo mandei o quanto achei ela bonita, e ela sem perceber quem eu era ficou faceira e respondeu com voz de puta dizendo: "Aiin obrigada!", aí percebei que ela tava beeem passadinha. Conversamos sobre a bebida e a música, ela não se deu conta mesmo de quem eu era, eu tava caprichando pra fazer uma voz diferente, perguntei pra ela então o que ela achava de mim, ela disse que: "Ai não sei!", que eu parecia ser tão novinho, aí eu menti dizendo que eu tinha 22 anos e tava na faculdade, o melhor foi que disse pra ela que meu nome era William, mas que ela podia me chamar de Will, kkkk, ela acreditou e foi ficando mais interessada. Com aquela voz de bêbada disse que o nome dela era Ticiana, que era gaúcha e divorciada, consegui ver também que ela tinha olhos verdes meio azulados. Enquanto a gente conversava, eu comecei a chegar mais perto e colocar a mão ao redor do ombro dela visto que ela não parecia se importar, falei então que adorava mulher mais velha, e ela falou que gostava de novinho, mas de novinho responsável, perguntei então o que era novinho responsável, ela disse que era aquele que sabia tratar bem uma mulher, trouxe então a cabeça dela pra perto de mim e me aproximei da boca dela antes de beijar, dizendo: "Que trata assim?", e já se aproximando pra beijar, ela veio também e a gente se beijou.

Uns 30% já tinha ido, mas eu não queria beijar aquela boca não pra ser bem sincero, queria outra coisa, porque eu tava ali por vingança. Mas enfim, a gente se beijou por uns dois minutos, e eu confesso que aproveitei o momento porque inflou meu ego por um lado, até que ela tirou a cabeça sorrindo dizendo que gostou. Me perguntou o porque eu estava usando óculos escuros a noite, disse pra ela que era o meu estilo, ela achou engraçado e pediu mais um drink, aí eu me aproveitei pra passar a mão na coxa dela. Depois que o drink chegou, ela me chamou pra dançar, a gente foi então pra pista. Dançamos e demos mais alguns beijos e pegas, comigo passando a mão na bunda dela, até que senti ela passando a mão na minha rola, que já tava dura pra caralho, fiquei até preocupado que alguém mais percebesse. Ela perguntou se aquilo tudo era por causa dela, eu disse que dançar ali com ela tinha me deixado muito excitado, e como eu era jovem tinha muita energia sexual e era difícil controlar, ela disse que adorava jovem safado assim. Falei pra ela então que a gente podia ir pra um lugar mais reservado, não sugerindo lugar nenhum, ela já veio logo e mandou que tinha alugado um apartamento em uma edícula de uma senhorinha, perguntou se eu queria ir pra lá, falei que sim é claro.

Ela pediu mais uma caipirinha, eu peguei uma também, pagamos, e saímos do barzinho rumo ao terreno da minha vizinha, kkkk, quem diria que ia ser tão fácil assim. Ela além de não suspeitar de nada, era extremamente fraca pra bebida, puta que pariu, vi que ela tava até com uma certa dificuldade pra andar, acabava as vezes tendo que se agarrar em mim. Eu como o tarado que era tive que arrumar e deixar a pica reta com a cueca prendendo pra não parecer que tava de pau duro pra todo mundo da rua, as vezes escorregava e ficava no meio da cueca armada de novo, e eu tinha que arrumar. Não tive nem tempo de mandar mensagem pro Alberto e os irmãos deles dizendo que eu tava chegando, diz um dos irmãos dele que viu eu entrando com ela, duvido muito que tenha visto mesmo, porque eu fiquei olhando atenciosamente pro apartamento deles na edícula e tava tudo fechado e escuro.

Tive que ajudar ela a subir as escadas já que ela tava tortinha, e quando chegamos lá encima, ela chutou o tapete da porta do apartamento e pediu se eu podia abaixar pra pegar a chave que ela tinha deixado ali embaixo, ela tava realmente torta kkkk, eu peguei então e abri a porta. A gente entrou e eu tava com a mão na bunda dela, já coloquei ela contra a parede e a gente começou a se pegar, mais ou menos como o sujeito com cara de meliante tava fazendo com ela uma semana atrás, ela tinha quase a minha altura, o que era bem impressionante já que eu tinha na época entre 1,80 e raramente via mulheres tão altas. Ela começou a passar aquela mão nervosa na minha pica, eu olhei então pra mesa e vi uma garrafa de vodka Smirnoff, perguntei pra ela se eu mesmo podia fazer mais uma caipirinha pra nós com aquela Smirnoff, ela olhou pra mim com cara triste dizendo que não tinha fruta nenhuma ali mais. Aí eu pensei rápido e disse que a gente podia ao menos colocar aquela vodka na nossa caipirinha pra completar já que tava que era só gelo quase acabando, ela falou que sim, isso sim, que nem uma puta mesmo.

Coloquei acho que uma dose de vodka ou mais nos nossos dois copos, e ela sem noção pra caralho deu um golão, chegou até a se afogar, eu tive que segurar ela e perguntei se ela tava bem, ela disse que tava super bem e que se sentia tão jovem quanto eu quando bebia e outras merdas desse tipo. Depois disso a gente começou a se pegar no sofá, de início um do lado do outro, ela veio pra cima de mim e ficou de frente sentando no meu colo, começando a esfregar a pepeca na minha pica por cima da bermuda enquanto a gente dava beijão de língua, ela tava só de shorts desses de praia feminino com uma camiseta regata por dentro do short. Depois de a gente se pegar por uns minutos eu disse pra ela que era melhor a gente ir pra cama, ela disse que era mesmo, e me levou até lá. Eu não tava mais nervoso, depois de tudo aquilo já tinha me tranquilizado completamente, além de puta a coroa era burra.

Assim que cheguei no quarto já fui tirando minha camisa, a coroa tava apoiada em mim com a mão no meu pau por cima da bermuda e depois de eu ter tirado a camisa me ajudou a tirar a bermuda e a cueca, eu fiquei peladão na frente dela com o pau duro que nem pedra, só com o óculos escuros que esses eu não tirava por nada. Ela ficou olhando pra minha pica dizendo que era um pauzão e que eu era o típico menino pauzudo, e continuou elogiando minha pica com aquele bafo de álcool na minha cara até que começou a pegar nela e dar umas punhetadas. Beleza, já entendi que tu gostou da rola ó vadia, mas o que eu quero é socar ela na tua goela, eu pensava. Coloquei então ela pra sentar na cama, e trouxe meu pau pra perto da boca dela, ela agarrou o pau com a mão e deu uma lambida, depois ensaiou uma chupada que deu até pra sentir os dentes de cima dela na cabeça do pau. Mas aí ela pediu pra eu sentar na cama que ela preferia chupar de joelhos no chão.

Eu não entendi bem o porque ela preferia mamar de joelhos, mamar sentada é mais confortável, além de que fica mais fácil pra mim socar a pica na garganta, mas enfim né, sentei e ela começou o boquete. Enquanto chupava, com uma mão ela segurava o saco, e a outra ficava passando pela minha coxa, virilha, barriga e peito, era impressionante como mesmo bêbada ela sabia o que tava fazendo. Ela quase nem olhava pra cima, se concentrava totalmente no boquete, sentia a linguinha dela brincando com a cabeça do meu pau e depois engolia, aí subia pra tomar um fôlego e ficava lambendo de novo, dizendo: "Olha que cabeçona gostosa", e voltava a mamar. Com o passar dos minutos eu fui colocando a mão na cabeça dela e pensei; foda-se se ela ficar puta comigo e não quiser me dar a buceta depois, vou agarrar essa cabeça e socar com tudo o pau na goela dela, só de ter socado na rola a goela já é uma grande vitória. Agarrei com as duas mãos a cabeça dela e comecei a fazer ela engolir mais e mais.

Sem espanto, ela não se importou, era com uma vadia que eu estava lidando ali, já devia ter engolindo rolas muito maiores que a minha, comecei então a sair do controle e dar mais e mais socadas na goela dela, e ela engolia o meu pau inteiro, os 16 pra 17 centímetros todinhos, nem engasgava nem nada, e isso mesmo bêbada, só babava, babava que parecia uma cadela. Fui ficando mais e mais doido ali, comecei a colocar pra fuder naquela garganta mesmo, soca e soca, e ela "hmmm hmmmm", e o monte de saliva fazia o pau entrar mais fácil na garganta, até que eu louco pra gozar que nem um cavalo enfurecido me levantei enquanto segurava a cabeça dela com o pau cravado na goela, dei mais umas fodidas na garganta dela e comecei a gozar. Comecei a gozar lá no fundo da garganta, mas depois ela não aguentou e tirou pra fora, terminei então de gozar na cara dela enquanto ela dava umas tossidas.

Ela não ficou com raiva nem nada por eu ter tratado ela como uma puta socando até o fundo da garganta, ela deu até uma lambida nas minhas bolas e disse que a minha porra era deliciosa, perguntando se eu tinha relaxado com a gozada. Eu disse que sim, mas que queria mais, minha rola continuou de pé sem diminuir nem um centímetro mesmo depois da gozada. Aí ela falou: "Que bom, porque agora quem vai relaxar sou eu!", e começou a tirar a roupa, tirou o short, e vi que ela não estava com uma camiseta por debaixo do short, o que eu achei que era uma camiseta era na verdade um maiô, eu que fui tanso e não percebi já que tava bem claro que era um maiô se olhasse pelas costas. Ela ficou então peladinha, com seu par de tetas balançando enquanto subia na cama e engatinhava ao meu redor, até que se deitou nos travesseiros com as pernas abertas, revelando a bucetona dela, que era mais ou menos como eu tinha imaginado. Eu tinha pensado que ela ia ter uma buceta de coroa bem peluda, mas tinha só alguns pentelhos ralos ali, pelo visto ela tinha se depilado alguns dias atrás.

Falei pra ela que tinha tara em buceta peluda, e comecei a passar a mão ali naquela xereca, ela logo viu que eu tava batendo uma punhetinha e já captou que eu tava preparando pra socar minha rola já ali, aí foi logo dizendo: "Chupa a minha florestinha tá? Quero ver essa sua linguinha!". Eu já fiquei tipo; puta merda! Eu não queria ter que chupar a buceta daquela vadia, eu chupo as bucetas das mulheres que eu genuinamente gosto e me importo em dar prazer, aquela vaca ali eu nem queria dar prazer nem porra nenhuma, queria era só me usar do corpo dela pra eu ter prazer como vingança por ela ter tido a audácia de me dar aquela bronca e ter dado uma educação de merda pra filha. Mas enfim, tá no inferno abraça o capeta né, foda-se, fui logo aproximando meu rosto da xerecona dela, coloquei os óculos de lado, acho que ela nem viu que eu tinha tirando eles já que tava virada no álcool, e comecei a lamber.

Lambia da xereca até o grelo, ela ficava gemendo doidinha, no começo eu tava lambendo enquanto colocava os dedos ali dentro da buceta, até que tirei os dedos porque não tava mais aguentando o cheiro que vinha de dentro da buceta quando eu enfiava eles, e então agarrei a coxa dela com os braços enquanto ela me dava uma chave de pernas. E olha, ô bucetona catinguenta hein, certeza que ela não tinha lavado naquele dia, devia ter o costume de esperar pra no final do dia só lavar na boca de um macho. Como eu sempre fui um exímio chupador de bucetas, mesmo com a catinga, continuei lambendo até ela ficar doida, comecei a dar mordidinhas no lábio da buceta e principalmente no grelo, ela apertou tanto minha cara que achei que meu cérebro fosse sair pela orelha ou pelo nariz, até que enfim, gozou. Mas não só gozou aquela puta imunda, ela começou a mijar na minha cara, filha da puta.

Assim que ela começou a gozar ela abriu as pernas e começou a colocar os dedos no grelo, até que além do orgasmo, teve uma crise de mijo, e veio tudo na minha cara. Olho, nariz, boca, acabei até engolindo o mijo daquela cachorra. Mijou acho que pela noite inteira, acho que ela não tinha mijado antes lá no bar nem nada, aí depois de beber que nem a bêbada que era, decidiu que ia mijar tudo na minha cara. Filha da puta, eu tirei minha cara ali de perto da xereca dela e ela continuou mijando no colchão no maior foda-se. Depois de terminar a mijada, nem pediu desculpas nem porra nenhuma, disse que tava era exausta e começou a se ajeitar como quem quisesse dormir. Aí eu falei que queria mais porque ainda estava com a rola dura, ela disse que eu era muito safado, coloquei o dedo na buceta dela de novo pedindo se eu podia meter minha pica ali, ela gemeu e disse que não sabia se ia aguentar, eu falei que ia ir devagar e os caralho, ela acabou cedendo vendo a rola dura.

No que eu fui me levantar pra pegar a camisinha que tava no bolso da bermuda que eu tinha tirado assim que entrei no quarto ela já logo perguntou pra onde eu ia, falei que ia pegar a camisinha, ela falou que não precisava de camisinha porque ela tomava pílula. Eu fiquei tipo, porra, e se essa mulher galinha do jeito que é tiver uma DST, mas percebi que se eu fosse pegar e colocar a camisinha ela já não ia querer, então falei foda-se, vai no pelo mesmo vagaba. Cuspi na cabeça da minha pica, agarrei as pernas delas e comecei a meter naquele bucetão molhado de frente, o quarto fedia a mijo por causa da mijada violenta que aquela puta suja tinha dado na cama, não bastava ter mijado quase um litro, tinha que ter mijado fedido ainda, noite inteira tomando caipirinha, porra. Eu comecei realmente devagar, mas depois já comecei a meter forte, e ela não pareceu se importar.

Enquanto eu metia com força na xereca daquela coroa, pensava o seguinte; no placar agregado ela ainda tava me dando uma sova, 3 x 1, tinha me dado: a bronca, feito eu chupar a buceta fedorenta dela até gozar e ainda por cima mijou na minha cara, e eu só tinha fudido a garganta dela. Tudo que eu tinha feito até então era ter deixado um pouquinho de gozo na cara dela, precisava reverter isso. Depois de fuder ela de frente por um tempo, tirei a pica, ela reclamou perguntando o porquê eu tinha feito aquilo se tava tão bom, disse que queria comer ela de quatro porque queria sentir a raba dela. Ela reclamou dizendo que tava muito cansada pra ficar de quatro, aí eu já fui virando ela, mostrando que agora eu ia ser o dominante ali, ela dando aquelas reclamadinhas e eu só no foda-se vadia, vira aí. Fui virando, ajeitando a duas pernas dela pra cima, de joelho enquanto ela continuava deitada no travesseiro. E ficou assim mesmo, porque ela não quis apoiar as mãos na cama pra ficar de quatro que nem alguém normal.

Dei um tapa na bunda dela, separei bem as nádegas e enfiei o pau na buceta de novo e voltei a fuder. Ela começou a gemer, e eu agarrando no tronco pouco acima das nádegas fudia que era um selvagem, botei meus quadris pra trabalhar e comer ela como eu tinha imaginado nas punhetas, dando a essa quenga o que ela merece, o tratamento de puta enquanto eu reestabeleço a minha honra nessa porra. Sentia ela reclamando e gemendo ao mesmo tempo com uma cara de puta, ela tava com sono, querendo dormir, era só eu e a minha pica ali que ainda mantinham ela minimamente acordada. Depois de tanto bombar, tirei uma das mãos que segurava ela e agarrei no cabelo, dei umas puxadas, nada realmente forte, escutava ela reclamando "uuhhmmmm uuhhhmmm".

Depois de uns 10 minutos, quando senti que tava pronto pra gozar comecei a enfiar o dedo no cu dela, vi que aquele cu já não era muito apertadinho, ela tava dando pra galera, certeza, tanto que ela reclamou pouco quando eu enfiei o dedo ali, já nem devia doer tanto. Com um dedo enfiado no cu e o pau quase estourando, gozei na buceta dela, gozei dentro mesmo, nem medi as consequências, foda-se, aquilo foi o meu segundo gol. Depois que tirei o pau ali as pernas dela naturalmente voltaram a deitar, já que eu segurando e metendo era a única coisa que fazia elas ficarem em posição de quatro. Dava pra ver a porra escorrendo por toda aquela xereca cabeludinha, mesmo ela estando deitada, era visível que eu tinha dado uma arregaçadinha ali, o que não era pra menos, a cabeça do meu grosso pau tava vermelha que parecia um pimentão.

Depois disso ela tava quase dormindo, ou fingindo, sei lá. Continuei ali com a mão na raba dela, dando tapa, batendo com o pau ali por cima, que mesmo depois de duas gozadas ainda tava capacitado, adolescente é outro nível. Comecei a passar o dedo no cuzinho mais uma vez, tentei dar uma dedada ali e já subiu cheiro de estrada de barro do caralho e ela deu uma reclamadinha soltando um grunhido. Falei então que ia fazer ela se sentir uma adolescente, ela só concordava em tom de sono com os olhos fechados, pra ela aquilo tinha sido a noite. Mas como eu disse antes, tá no inferno abraça o capeta, o que é um peido pra quem já tá cagado, mesmo com ela praticamente dormindo, eu continuei metendo o dedo no cu dela, cuspindo ali, deixando bem ensopadinho, enquanto metia meu dedo e preparava terreno pra socar meu pau ali.

Eu não sabia como ela ia reagir, tava praticamente adormecida e não se importava muito de eu estar com o dedo ali no cu dela, depois de tanta bebida também fazia sentido ela estar quase morta, mas eu precisava no mínimo empatar o jogo na minha cabeça. Punhetei o meu pau e esfreguei ele na raba dela até me certificar que tava duro o suficiente pra aguentar mais uma penetração, dei uma última cuspida tanto no cu quanto na cabeça da pica, meti o dedo inteiro no cu dela, ela só fez um grunhidinho, falei foda-se, vou meter o pau, nem que ela acorde gritando pra praia inteira ouvir, era meu momento de honra. Com os pés agachados, separei as nádegas dela com as minhas mãos enquanto tentava posicionar a rola no cu dela, assim que encontrei o cu, senti que meu pau automaticamente endureceu ainda mais e fiquei tomado por um tesão desgraçado, fui abaixando e socando o pau até que senti que a cabeça tinha entrado, me veio um arrepio da porra.

Ela só deu outra reclamadinha, mas nem acordou, tinha apagado mesmo, pensei até que talvez ela tivesse desmaiado, mas vi que ela ainda se mexia, então continuei socando o pau pra dentro daquele cuzinho, que como era de se esperar não era lá muito apertado, isso eu já tinha noção desde que meti os dedos ali. Continuei então bombando no cu dela, numa espécie de posição carrinho de mão com ela deitada, comecei a meter mais forte e senti ela reclamando, aí diminui a intensidade da metida porque não queria forçar ela a levantar de vez, vai que ela me reconhecesse, porra, aí ia dar merda. Falando em merda, escutei um barulho vindo do estômago dela, depois de escutar aquilo tirei o pau porque por algum motivo pensei que ela fosse cagar em mim. Porra, já tinha mijado, podia muito bem cagar também. Mas não deu em nada, só quando tirei o pau subiu aquela catinga maldita de cu sujo de novo.

Decidi então me punhetar até gozar ali, pintando a raba dela com a minha porra, como eu também tinha idealizado na punheta. A cantiga tanto do cu quanto do mijo na fronha do colchão era meio desanimadora e até broxante, mas continuei com a punheta, e quando senti que ia gozar, decidi gozar dentro do cu dela, foda-se. Com uma mão coloquei uma nádega dela pro lado, e fui posicionando o pau no cu até que comecei a gozar fora, mas consegui botar dentro depois de alguns segundos, chegando a gozar naquele bueiro. Não foi muita porra, mas deu pra deixar minha marca ali. Depois daquela, quem tava exausto era eu, e a coroa nada de levantar, adormeceu mesmo. Decidi então fazer o gol da virada, o 4 x 3.

Enquanto ela dormia, fiquei de pé na cama e posicionei meu pau já mais amolecido pra mijar por cima dela inteira. Caralho, dar aquela mijada ali foi como dar uma quarta gozada, puta merda. Mijei por ela toda, da bunda até o cabelo, marquei meu território nela e naquele colchão. Coitada da vizinha, a catinga de mijo daquele colchão deve tar lá até hoje. Depois ainda peguei a minha rola já mole e mijada e dei uma surra de pau na cara adormecida dela, consolidando minha vitória: "Toma aqui vadia, meu pau mijado e catingado dessa tua buceta e desse teu cu", e ela nada de acordar. Tirei até uma foto dela adormecida com meu gozo e meu mijo com o meu celular pra mostrar pra galera depois. Pronto, tava feita minha vingança, me sentia o Michael Corleone depois de assassinar os dons das quatro famílias, vendeta completa.

Vesti minha roupa, e saí do apartamento, a vagabunda tinha até esquecido de trancar a porta quando a gente entrou, percebi isso na hora de sair, até porque fui eu que abri a porta pra ela kkkk. Como eu tava fedendo a mijo, buceta e cu, eu que não ia ir pra casa, nem banho de mangueira ia tirar aquela catinga, fui direto na praia mesmo dar um jeito naquilo. No meio da noite, deixei o boné e o celular na areia e entrei com roupa, óculos e tudo na água do mar, que é um santo remédio, tira qualquer cheio aquela água salgada, meu dedo já não fedia mais a cu e buceta depois de esfregar na areia do mar. Rezei também pra que aquela água curasse meu pau de qualquer possível DST que eu possa ter pego naquela noite metendo nela no pelo, final que deu tudo certo, pau não caiu, alguns meses depois fiz exame de sangue e não peguei nada kkkk. Tentei ainda naquela noite mandar mensagens pro Alberto e os irmãos dele, mas eles deviam já ter ido dormir porque não me responderam.

No dia seguinte, eles já logo viram minhas mensagens e apareceram ali em casa pra fazer a sabatina da noite. Ficamos horas conversando e rindo, eu contava e eles riam pra caralho, não escondi nenhum detalhe, falei do mijo que levei na cara da buceta catinguenta e a porra toda. Apesar de os pesares, eles me deram os parabéns, e aquilo foi um marco na minha vida sexual mesmo, eu renasci, voltei das cinzas, de um Gustavo tímido e jaguara, a um cara confiante do seu taco. No final mostrei a foto pra eles, o Alberto disse que a bunda dela realmente era gostosa, mas que ele preferia as novinha mesmo, máximo até 20 e poucos, eu falei pra ele que meu negócio agora era coroa, só queria comer coroa, não mais porra de novinha. Eu fiquei com essa foto dela no meu celular por quase um ano, até que depois comecei a namorar e exclui, porque queria começar uma nova etapa da vida e essas merdas ae.

A coroa realmente foi embora no outro dia, antes do meio dia ainda, provavelmente por causa do colchão mijado. Eu e o Alberto vimos depois a vizinha colocando o colchão no sol e esfregando produto nele, a gente só começou a rir que nem uns retardados. O Alberto ainda disse que eu tinha culpa no cartório porque mijei também, tentei diminuir a minha culpa dizendo que só revidei, péssimo argumento eu sei. Depois vimos a vizinha reclamando em uma conversa com o pai do Alberto sobre as inquilinas do apartamento da edícula em questão, ele falando que ela era uma depravada e que tinha visto ela em mais de duas ocasiões trazendo homem pro apartamento e a porra toda. O Alberto e os irmãos dele fizeram boca de siri obviamente e como naquela época câmera de segurança ainda não tava em alta, eu nem precisei me preocupar com isso, se fosse hoje em dia talvez a barra esquentasse, porque a vizinha já colocou câmera lá depois que assaltaram a porra toda em um inverno.

Eu tive mais aventuras ainda naquele verão, tudo isso graças ao Alberto, que me motivou a tomar vergonha na cara e sair daquela timidez e dependência de punheta e pornografia de merda. Daquela noite em diante, aquele terreno da vizinha ficou marcado pra mim como lugar bom pra gozar, na páscoa daquele ano, minha tia alugou junto de um casal de amigos dois apartamentos na edícula, e lá, eu fiz altas putarias com a minha prima e a amiga dela filha do casal.

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