Ela me amarrou e gozamos juntos

Um conto erótico de G. S.
Categoria: Heterossexual
Contém 1185 palavras
Data: 10/06/2020 14:27:09

Somos um casal jovem, eu me chamo G., tenho 22 anos, 1,65 de altura, olhos verdes, forte. Ela chama-se S., tem 19 anos, 1,54 de altura, olhos castanhos, cabelos compridos até a bunda e um corpo que mais parece uma escultura de tão belas suas curvas. Estávamos há 30 dias sem nos ver e uns 50 sem irmos juntos para a cama, logo o desejo era grande. Numa sexta-feira ela foi até a minha casa, pedimos pizza, conversamos, tomamos vinho e rimos bastante. Lá pelas 23:30 enquanto o prédio decidia ir dormir, decidimos acordar.

Estávamos na cama, embriagados pelo vinho, luz apenas a que vinha das estrelas pela janela, começamos a nos beijar, eu passava minha mão na nuca dela, mordia seus lábios, beijava seu pescoço, falava no ouvido dela “gostosa, safada, vou te chupar todinha”, enquanto ela apertava com força meus braços. Tirei sua blusa e sutiã, ela tirou a minha, logo comecei a apertar seus seios, puxar seus cabelos e quanto com mais força eu puxava ela aumentava o som deu seus gemidos. E foi com esse som nos meus ouvidos que comecei a descer meus lábios pelo corpo dela, da boca ao pescoço, passando pelos seios que eu tanto chupava, beijando seu umbigo e chegando a sua bucetinha. Tirei sua calça, subi suas pernas beijando-as, beijei suas virilhas e comecei a chupar ela sem nem mesmo tirar sua calcinha sentindo o cheirinho dela.

Mas quem pensa que nós gostamos apenas de carinhos engana-se. Súbito S. tirou minha cabeça do meio de suas pernas e me atirou para cima da cadeira do quarto e me mandou ficar quietinho. Pegou uma venda e duas gravatas do meu armário, me vendou e amarrou meus braços aos braços da cadeira. E foi assim, imobilizado, sem enxergar nada que ela tirou minha calça e começou a passar devagar a mão na minha rola ainda por cima da cueca. Comigo ainda de cueca S. beijava minha rola e passava seu rostinho nela, depois sentou em cima de mim e começou a rebolar e esfregar seus seios no meu rosto enquanto falava em meio a gemidos “me chupa direitinho senão vai apanhar”. Eu não conseguia me concentrar e nem chupá-la direito, gemia muito quando então comecei a levar tapas no rosto. Não satisfeita com essa provocação e querendo que eu implorasse para meter nela, S. desceu de cima de mim tirou minha cueca e começou a passar a língua bem de leve na cabeça da minha rola e acariciar minhas bolas enquanto eu me contorcia preso à cadeira. Depois aproximou sua bucetinha perto dos meus dedos da mão direita e novamente me deu tapas agora dizendo “me toca, senão eu bato mais forte”, e assim eu comecei a enfiar meus dedos na bucetinha dela enquanto ela gemia e pedia mais. Ouvir aqueles gemidos estavam me deixando louco, eu queria meter com força nela e comecei a pedir, pedir não, implorar “deixa eu meter em você amor, deixa eu meter com força na tua bucetinha???”. Foi então que ela me desamarrou da cadeira, mas amarrou meus braços com uma das gravatas, comigo ainda vendado ela me deitou na cama, colocou um plug na minha mão, passou meus braços por ela como em um abraço e disse “enfia isso no meu cuzinho, mas devagar”. Fui tateando suas belas costas até chegar na bundinha e, como minha mulher mandou, coloquei aos poucos o plug no cuzinho dela enquanto ela gemia bem alto para o prédio todo ouvir. Não satisfeita em usar meu corpo, ela sentou com sua bucetinha no meu rosto e mandou “me chupa G., me chupa!!”, e enquanto ela puxava meus cabelos eu chupava ela e sentia o gostinho e o cheiro daquela bucetinha.

Depois de sentir meus lábios nos lábios dela, finalmente ela desceu com seu corpo até minha rola, colocou ela dentro da sua bucetinha e começou a rebolar devagar em cima enquanto eu gemia feito louco “aí amor, isso deixa eu te foder!”. Foi quando então me vendo desesperado e sedento por ela que então me desamarrou e em questão de segundos eu a joguei para o lado, apertei seu pescocinho e disse “agora é minha vez de te maltratar”. Abri as pernas dela e comecei a meter com força nela e enquanto ela gemia muito alto, eu apertava suas pernas, beijava-as, tocava seus seios. Depois coloquei ela de quatro, comecei a meter na bucetinha dela, enquanto a enchia de tapas na bunda, a ponto de deixar a marca da minha mão naquela bundinha branquinha. E, já que ela me amarrou, puxei os braços dela para trás segurei-os com força com minha mão esquerda, enquanto com a direita puxava com força seus cabelos compridos e ela gemia pedindo mais “aí amor, mete com força, mais, mais, assim eu vou gozar”.

Depois de muito meter, a coloquei deitada de barriga para cima na cama, me coloquei sentado sobre os seios dela, prendi seus braços com meus joelhos e comecei a fazer ela me chupar e se engasgar com a minha rola indo até a garganta dela. Depois coloquei-a de joelhos no chão e fiz ela me chupar até eu gozar tudo na boquinha dela enquanto ela balbuciava “quero tudo na minha boquinha, quero sentir teu gosto amor, quero tomar todo teu leitinho”, até que eu gozei tudo na boquinha dela.

Mas, casal feliz é casal que goza junto. E a noite não estaria completa se eu não visse os olhinhos do meu amor revirando. Então deitei ela na cama, beijei seus lábios enquanto apertava seu pescoço e seios e fui descendo com minha boca até sua bucetinha. Comecei a beijar a parte de dentro das suas coxas, roçar minha barba na bucetinha dela, beijá-la e só então comecei a chupar ela. E enquanto eu sentia o gostinho dela passando minha língua pelos seus lábios, subindo até o clitóris, tocava seus seios com minha mão esquerda e com a direita colocava e tirava um dedinho dentro dela. Ela ia tocando seu seio, enquanto gemia muito alto “aí amor, aí G., isso vai, não para, não para, chupa minha buceta!”. Eu olhava para ela lá de baixo e via ela mordendo os lábios, revirando os olhos, quase rasgando o lençol de tanta força com que o puxava e contraindo a barriguinha. Foi quando então que coloquei outro dedo dentro dela e comecei a fazer os movimentos com os dedos mais rápido e a chupar com mais vontade, ao passo que ela gemia cada vez mais alto “aí eu vou gozar! Assim eu vou gozar amor! Amoooor, aí!”. Naquele ritmo, sentindo o gostinho dela, eu olhando ela de baixo e ela me olhando de cima, eu dando tapinhas no seu seio, ela apertando suas coxas contra meu rosto, contraindo o abdômen, gemendo cada vez mais alto, apertando o lençol da cama, sentindo meus lábios chupando sua bucetinha e meus dedos entrando e saindo, que ela então começou a afastar minha cabeça do meio de suas pernas com as mãos e dizendo “aí amor, assim é maldade, gozei tão gostosinho”, e eu lambia meus lábios sentindo o gostinho dela.

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