Eu, Meu Marido e Meu Vizinho 12

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Grupal
Contém 4781 palavras
Data: 04/09/2019 00:36:10

- Demorou em cara - digo, entrando no apartamento.

- Tava no banho, brother - Marcelo diz, ajeitando a toalha que tinha na cintura.

- Percebi - do um tapinha na rola dele, brincando. - Ali, deixei no canto! - Vou em direção ao sofá e pego minha mochila.

Quando já estava saindo, Marcelo me pergunta se pretendo voltar na academia, digo que não e ele começa a tentar me convencer a volta. Por fim, acabo concordando. Apesar dos pesares, Alice de fato era uma boa profissional e prometi para mim mesmo que o que aconteceu hoje, não aconteceria mais. Enquanto conversávamos, ouvi um grito de mulher, que muito parecia o de Sandra, seguido por um barulho, como se algo tivesse caído.

- Ouviu?

- O que?

- Um barulho... - vou em direção a varanda de Marcelo, por algum motivo ele tenta desconversar dizendo que não deveria ser nada.

Quando chego na varanda, me assusto: Sandra estava caída na caçamba de lixo do condomínio.

- Sandra? - grito, assustado.

Saio correndo em direção a ela, desço as escadas a mil, temo que o pior possa ter acontecido, Marcelo vem logo atrás de mim. Do a volta pela portaria do prédio e vou para atrás dele, onde estava a caçamba. Pego uma escada que estava ali por perto, deveria ser do zelador e subo nela para poder entrar na caçamba.

- Sandra, amor, você tá bem, o que aconteceu? - Pergunto, já dentro da caçamba e levantando ela devagar.

- Eu tava limpando a casa... fui limpar os azulejos de fora e caí... - Sandra diz, meio atordoada.

- Limpando, Sandra? Mas a faxineira vem amanhã...

- Carlos, eu só quis limpar! - Ela diz, começando a chorar.

- Tudo bem, amor, fica calma, vou te tirar daqui e vamos pro hospital...

- Não! Eu tô bem, só dolorida...

- E se você quebrou algo amor?

- É Sandra, é melhor ir ao médico, por via das dúvidas - Marcelo aconselha, do alto da escada.

- Eu to bem, só assustada - ela diz.

Concordo no fim, já que ela disse que estava bem. Sandra caiu do segundo andar, mas os sacos de lixos amorteceram e muito sua queda. A sorte dela foi que havia um colchão velho na caçamba, caso contrário ela poderia ter se machucado feio. Com cuidado, omo Sandra em meus braços e tento ficar de pé, entrego ela para Marcelo, que estava por fora da caçamba. Enquanto faço isso, percebo algo estranho no seu cabelo, algo branco, que muito parece porra, aquilo me deixa encucado. Marcelo toma Sandra pelos braços e desce com ela, deixando ela de pé e ficando de apoio para ela.

- Você tá pelado? - ela pergunta.

- Tava no banho, Carlos bateu na minha porta e ouvimos seu grito, só deu tempo de correr - Marcelo explica.

Sandra bufa e se apoia em mim, quando saio da caçamba, vou ajudando ela a caminhar. Quando chegamos em casa, ajudo ela em um banho e deito ela na cama, faço um cafuné até que ela durma. Tento pegar no sono, mas aquela possível porra no cabelo da minha esposa não sai da minha mente.

O resto da semana correu normalmente, continuei frequentando a nova academia com Marcelo, mas evitava um pouco Alice de inicio. Depois percebi que ela não forçaria nada entre nós e fui ficando mais à vontade, percebi também que ela e Marcelo estavam próximos e conversavam bastante. Aquilo me incomodou um pouco, não sei bem o motivo, mas não gostava tanto de ver os dois juntos. Os dias foram passando e Sandra chegava cada vez mais tarde em casa, ela me falava que era por conta do trabalho, que estava prestes a fechar uma nova conta, que uma viagem a negócios estava prestes a acontecer que seria muito bom pra ela e para a agencia. Eu, sinceramente, não sabia no que acreditar. Sandra sempre foi muito dedicada ao trabalho, mas também ao nosso casamento. Porém, ultimamente ela nem procurava mais, não me provocava como antes, não se arrumava e nem se insinuava mais para mim. A chama que mantinha nosso casamento vivo, começava a se apagar novamente. Eu sentia falta de ter Sandra, não só como mulher, mas como amiga também. De conversar com ela, sentir ela perto de mim, seu gosto, seu toque, sua voz. Sentia falta da minha esposa.

Esse fim de semana ela estaria de folga e eu planejei cada detalhe para fazer desses dias os melhores das nossas vidas e podermos nos reconectar um com o outro novamente. Só de imaginar um fim de semana romântico, e safado, com minha mulher eu já me enchia de tesão, fazia tanto tempo que eu não a tocava, que eu ficava duro só de pensar. Fiquei muito animado quando ela chegou mais cedo do trabalho, mas logo me desanimei quando ela me disse que teria de fazer uma breve viagem para visitar a mãe, que não estava tão bem de saúde. Fiquei decepcionado, lógico, afinal seriam pelo menos mais dois dias sem transar e a essa altura eu já nem sabia quanto tempo estava sem sexo. Umas duas três semanas com certeza. Mas entendia e concordava com a viagem dela, afinal, era sua mãe adoentada. Preferi ficar em casa, curtindo minha solidão e algumas muitas punhetas.

Essa foi a minha noite de sexta-feira: punhetas, punhetas e punhetas. Amanheci com porra seca na minha barriga toda, meu pau duro, latejando de tesão, clamava por uma boceta, uma chupeta ou uma mão que não fosse minha, Sandra sempre me dava essas ajudinhas, mas ultimamente nem isso ela estava fazendo.

Já pela manhã Marcelo me ligou querendo saber do nosso futebol, onde iríamos assistir, disse que era melhor na casa dele pois a minha estava muito bagunçada. Ele me perguntou se Sandra não ia se importas, se eu não tinha algum compromisso com ela e coisas do tipo. Contei meu drama para meu amigo, que riu da minha solidão e falta de sexo. Mas pelo menos me chamou para almoçar com ele. O sábado, pelo menos, não passaria sozinho.

- Eai brother - Marcelo abre a porta para mim. - Tá mais seco que o sertão, né.

- Tomar no cu, Marcelo - entro e sento logo na mesa de jantar dele, evidenciando minha fome.

Ele faz mais algumas piadas e parte para cozinha, voltando minutos depois com pratos e uma panela de macarrão. Só no almoço matamos três latões. Ficamos rindo, conversando e bebendo e acabamos perdendo a noção do tempo, já estava na hora do jogo. O jogo correu muito bem, começamos perdendo mas viramos no segundo, motivo de muitos gritos, abraços e cervejas. Parei de contar no vigésimo latão e ainda nem havia chegado a noite. Estava quente demais e à essa altura, estávamos os dois sem camisa e com shorts que geralmente usamos para jogar futebol.

- Acho que a Sandra tem outro - digo, tomando mais um gole de cerveja.

- Que, por quê? - Marcelo pergunta, se engasgando.

- Faz quase um mês que a gente não transa - começo. - Todo dia ela chega tare do trabalho agora, sempre muito bonita, perfumada. Ela não me procura mais, mal conversamos.

- Que isso cara, deve ser fase! - Marcelo tenta amenizar. - Você mesmo falou que ela tá numa conta grande na agencia que ela trabalha. E outra, porque você não tá com ela agora ao invés de ta bebendo com outro macho?

- Ela não tá na cidade, foi visitar a mãe - digo. - Pelo menos foi isso que ela falou.

- E porque você não foi com ela?

- Ah mano, não tava afim de aturar a família dela - explico. - Tô irritado, sem transar, perigo era eu brigar com algum privo inconveniente dela e ficar mais um mês na geladeira.

- Foda, brother - Marcelo diz.

- E tu garanhão, tá comendo quem? - Pergunto, dando um tapinha do ombro dele.

- Alice! - Marcelo diz, fazendo cara de safado.

- Puta merda! - Digo, apertando meu pau, que já estava meia bomba. - Uma senhora gostosa.

- Pra caralho, brother - Marcelo concorda, tomando o ultimo gole de cerveja que tinha no copo e enchendo-o novamente e de quebra, enchendo o meu. - Aquela morena é foda, não vai acreditar no que ela me disse...

- O que ela disse?

- Que quer que eu coma ela e uma amiga dela, só de falar já fico excitado - Marcelo diz, pegando no pau.

- Porra viado, no estado que eu tô você me fala isso? - digo, mostrando meu pau duro sob o short e rindo.

- Foi mal brother, esqueci do seu estado de seca - Marcelo ri e bebe mais. - É que ela é muito safada brother, tu não imagina. Tem um fogo que não acaba!

- É mano?

- É. Essa semana ela cismou de que eu tinha que comer ela no estacionamento da academia.

- E ai?

- Comi, brother - Marcelo sorri. - No estacionamento, banheiro do shopping, no meu consultório...

- Caralho - digo, sentindo meu pau pulsar. - Sei que é tua mina, mas que puta safadinha!

- Ela não é minha mina não, a gente só se pega - Marcelo diz. -Inclusive, a gente podia ligar pra ela, chamar ela pra cá, animar nossa noite e resolver o seu problemas, o que acha?

- Ah mano, não sei - digo, coçando a cabeça. - Tem a Sandra, vocês tão juntos agora...

- Que isso, brother, até parece né. E outra, tu tá ai todo desconfiado da tua mulher, quando um homem desconfia é sempre com motivos - Ele fala, virando meio copo de cerveja. - Vou ligar pra ela!

Marcelo levanta subitamente da cadeira para pegar o celular, mas fica tonto e senta. Rimos da situação, já estávamos muito bêbados. Ele volta com o celular e com mais dois latões, que acabam em menos de quinze minutos.

- Oi gostosa - Marcelo sorri.

- Oi meu gostoso, como você tá? - Alice diz, do viva voz.

- De pau duro pensando em você! - ele responde, fazendo ela rir.

- Que delícia! - Alice começa a entender o teor da ligação. - Como eu queria poder chupar essa sua piroca agora.

- Só chupar, putinha?

- Claro que não, sentar nela gostoso também! - ela retruca.

- Que delícia, em - Marcelo diz. - Sabe quem tá aqui comigo? Meu brother, Carlão, lembra dele?

- Como esquecer desse outro tesudo? Tudo bem meu gostoso? - Alice me cumprimenta.

- Melhor agora falando com você, gostosa - respondo.

- Nossa que putinho, esqueceu da esposinha foi?

- É que ela deixou ele de castigo - Marcelo explica. - Tá literalmente com o pau na mão.

- Poxa, que triste Carlinhos...

- Poisé, podendo está com o pau fodendo o teu cu, bem gostoso, tô com ele na mão - provoco.

- Só de pensar fico toda molhada! - ela geme.

- Então para de pensar e vem pra cá - Marcelo convida. - Me chupar gostoso e acabar com esse problema deseca do meu amigo, vem gostosa.

- Mas esse é exatamente o meu sonho! Ter vocês dois me fodendo beeem gostoso - Alice diz, sensualmente. - Mas infelizmente hoje não da.

- Poxa Alice, meu pau já tá pulsando pensando em você - provoco mais.

- Deve tá uma delicia pra sentar - ela comenta. - Mas já tá tarde safados, já é quase onze da noite. Amanhã eu trabalho cedo...

- Trabalhar no domingo?

- A vida é dura meus lindos, tão dura quanto esses cassetes de vocês - Alice ri. - Que eu estou louca pra sentar.

- Vem safada, você dorme aqui com a gente e vai direto para o trabalho - Marcelo insiste.

- E quem disse que se eu for praí eu vou querer dormi? - Alice alfineta. - Vou querer que vocês me fodam até minha boceta cair.

- Só de pensar... - digo, dando uma gemidinha no final.

- Que delicia! - Ela comenta. - Prometo que amanhã quando eu chegar do trabalho dou uma passadinha por ai. E dou muitas outras coisas também!

- Mal posso esperar - Marcelo diz.

- Já tô ansioso! - comento.

- Beijo meninos, divirtam e gozem pensando em mim!

Alice desliga, trocamos um longo olhar de decepção.

- É meu amigo, só sobrou a gente - Marcelo diz por fim, indo para a sala.

Sigo ele e me sento no sofá. Ele liga a TV e vai até a cozinha, volta minutos depois com uma garrafa de vodka.

- Já que não arrumamos nenhuma mulher pra hoje, vamo se divertir sozinhos brother - ele diz,pegando o celular e conectando na sua smarth. - Bora tocar uma?

- Bora, não é uma boceta mas já alivia o saco - digo, rindo

Marcelo toma um gole da Vodca e me entrega a garrafa, faço o mesmo. Ele entre num site porno e começa a procurar algum vídeo, vamos fazendo alguns comentários e piadas sobre os títulos e capas dos mesmo. Cerca de quinze minutos depois encontramos um ele da play, senta-se do meu lado e começa a massagear o pau por cima do short. A garrafa de vodca já estava abaixo da metade e nós estávamos muito bêbados já. No vídeo, uma mulher de cabelos cacheados aparece nua, chupando o pau de um cara ruivo e momentos depois aparece um moreno, dando seu para para ela chupar. A mulher alterna a mamada entre um e outro e depois é penetrada por ambos. Olho de canto e vejo Marcelo com a mão por dentro do short, ele tocava uma punheta lenta, acompanhando os movimentos da mulher do vídeo. Ele me olha e percebe que to olhando para ele, sorri. Seus olhos somem de tão pequenos, muito provavelmente por conta do álcool.

- Não tá dando brother, vou ter que tocar uma! - Marcelo diz, levantando e se livrando do short que usava, ficando nu e de pau duro na minha frente, um pau que deveria ser um pouco menor que o meu e um pouco mais grosso, com a cabeça exposta e algumas veias saltadas. No momento que ele libertou aquela piroca, ela pulsou de alegria e o meu coração bateu mais forte. - Fica à vontade!

Não respondo nada, mas aceito seu convite. Me levanto e me liberto do short e da cueca que limitava minha punheta. Marcelo sorriu e acetil ao ver minha rola, reta e imponente. De fato o meu pau era maior, pouquíssima diferente, porém o dele era mais grosso. Minha pica pulsa e começa a babar, o tesão toma conta de mim e começo a suar. Sento do lado dele e minha coxa encosta na dele, ele não reclama e confesso que gostei.

- Qual vídeo você prefere? - Marcelo me pergunta, quando o da morena com dois caras acaba.

- Qual quer um, pode ser esse dos casais mesmo - digo, apontando para o vídeo seguinte. Marcelo concorda e da play no vídeo.

O vídeo começa com duas mulheres de beijando, uma loira e outra morena, elas tiram a roupa uma da outra e começam a se chupar. Dois caras ao fundo assistem tudo de camarote e eles começam a tirar suas roupas. As meninas iniciam um meia nove quando os caras sentam num sofá e começam uma punheta. Percebo que Marcelo alterna sua atenção para o vídeo e para minha piroca. Confesso que faço o mesmo, era primeira vez que ficava perto de um pau duro e sem nenhuma mulher. Nós já havíamos dividido uma mulher, sim, mas era diferente. Dessa vez, eu sentia ele do meu lado, seu calor, sua pele encostada na minha via e ouvia seus movimentos de vai e vem na sua rola. Ao fundo, os caras param a punheta e iniciam uma mão amiga. Um pega o pau do outro e o masturba. Me assusto, não esperava uma cena daquela no filme, mas de certa forma, sinto mais tesão ainda.

Sinto a mão de Marcelo tocar a minha coxa, ele da uma leve apertada e quando olho pra ele, ele sorri. Vejo seu cassete latejando e pulsando na sua mão, meu pau pula na minha mão e intensifico minha punheta olhando para ele.

- Já fez isso, brother? - Marcelo pergunta, revezando entra meus olhos e meu pau.

- O que?

- Tocar pra um brother e um brother tocar pra você.

- Nunca - respondo. - e você?

- Nunca, ainda - ele responde. - Bora tentar?

- Pô mano, gosto disso não - digo, exitando. - Sou hétero.

- Eu também, porra - Marcelo ri. - É coisa de brother essas paradas, um ajudando o outro.

- Não sei...

- Só tenta - Marcelo insiste, e aperta minha perna.

- Tudo bem - digo, por fim. - Mas fica só entre a gente...

- Lógico, brother - Marcelo concorda.

Sinto a mão de Marcelo escorregar pela minha perna indo em direção ao meu pau, ele esfrega a minha púbis e desce pelo meu pau, sinto a mão dele tomar toda a minha rola, minha piroca pulsa de tesão. Ele me massageia lentamente, cospe na sua mão e volta para o meu pau, lubrificando a punheta. Ele bate de vagar, mas de forma intensa. Respiro com certa dificuldade, sinto meu saco contrair, que delícia que tava!

- Só você que vai se divertir, brother? Pega aqui porra! - Marcelo ri e balança o pau, com a outra mão.

Tomo coragem e pego na piroca dele. Fecho a minha mão em torno dela e faço alguns movimentos de vai e vem, faço que nem ele e cuspo na minha mão para lubrificar sua rola. Brinco com o dedo, acariciando toda a cabeça da sua pica, depois reinicio o vai e vem, mais rápido e intenso. Acompanhando meus movimentos, ele começa a me masturbar no mesmo ritmo, sincronizando nossas punhetas. Aquela altura, nem olhávamos para o filme na TV, um olhava para o outro, para o corpo do outro, para o cassete do outro.

Marcelo larga minha pica por um instante e massageia o meu saco, brincando com minhas bolas, ele tinha um sorriso safado no rosto, o mesmo de quando comemos a Alice pela primeira vez, e me deixava com muito tesão.

- Vou te fazer gozar! - ele me diz, fazendo eu largar o pau dele.

Ele aproxima o rosto do meu pau e me coração acelera, cospe nele e começa a bater uma punheta para mim, novamente, me olha e sorri. Levanto os braços e deixo ele fazer o serviço, estou suando, o calor se misturou com o tesão e eu e ele suávamos muito. O cheiro de putaria inebriava o ar daquele apartamento. Com uma mão Marcelo tocava a melhor punheta da minha vida e com a outra ele alisava o meu corpo, passava pelo meu abdome, peito e axilas.

- Imagina a boceta da Sandrinha, imagina brother - Marcelo dizia, enquanto me punhetava. - Imagina ela de quatro, com aquele rabão empinado pra você, o cuzinho piscando e a bocetinha toda molhada esperando tu meter o pauzão nela.

Joguei minha cabeça para atrás e fui ao delírio com aquela putaria toda, apesar dele falar da minha mulher, minha mente formava a imagem de Marcelo para mim, dele chupando o meu pau e sugando minhas bolas, tentava afastar esses pensamentos e visualizar Alice toda peladinha e arreganhada para mim. Marcelo intensifica o vai e vem com o meu pau e finalmente gozo! Esporro com vontade, grito e gemo enquanto sinto meu saco se esvaziar. Minha piroca pulsa e finalmente sai o ultimo jato de porra.

Respiro de vagar, e abro os olhos, vejo Marcelo do meu lado, com aquele sorriso de puto safado e percebo que sujei ele com minha porra. Minha barriga estava toda melada, assim como a barriga dele.

- Caralho brother - ele riu. - Você disse que tava sem transar há um tempo, mas aparentemente tava sem gozar também, em!

- Foi mal cara - digo, ofegante. - Tava foda minha situação.

- Aliviou pelo menos - ele diz, rindo. - Agora é sua vez de me aliviar, brother.

E nisso, Marcelo apoiou as mãos atrás da cabeça e abriu as pernas, deixando sua piroca totalmente exposta e apontando para cima. Não pensei duas vezes e apanhei ela e comecei um vai e vem ritmando com a respiração dele. Como estava seca, peguei um pouco da minha porra e lubrifiquei a cabeça da rola dele, começando uma punheta intensa. Logo meu pau estava duro novamente e pulsando de tesão. Acelerei os movimentos e observava Marcelo de olhos fechados gemendo. Disse para ele lembrar de quando fodemos a Alice no vestiário e que era para ele lembrar de quando ele comeu a boceta e eu o cuzinho dela. Depois de alguns instantes, Marcelo gozou, com vontade! Foram mais de cinco jatos de porra, que voou para tudo que era lado, indo parar resquícios no canto da boca dele e no meu peito. Quando ele abriu os olhos e viu o estrago, sorriu.

- Porra - ele disse.

- E põem porra nisso - disse, arrancando risadas dele.

Depois disso, fomos tomar banho e enquanto um estava no boxe o outro ficava esperando fora, sempre conversando e bebendo, não estávamos nem um pouco constrangidos com nada, éramos amigos. Nossos paus não abaixavam por nada! E a solução foi tocar mais algumas punhetas e revezamos entra um tocando para o outro e cada na sua, bebemos muito e falamos muita putaria e acabamos pegando no sono.

Acordei no dia seguinte, domingo, meio confuso. Estava pelado, deitado no chão da sala do Marcelo, ele estava do meu lado, dormindo e com o pau duro, assim como eu. Um desespero e um pânico tomou conta de mim. O que eu fiz!

Acordo Marcelo, assutado, que demora a acordar.

- Marcelo, acorda cara, pelo amor de Deus!

- O que foi brother? - ele pergunta se espreguiçando e me olhando.

- Marcelo, o que aconteceu ontem?!

- Como assim? - ele pergunta, coçando o saco. - Você não lembra?

- Lembro uma parte, mas ta confuso - digo, desesperado. - Não vai me dizer que... Eu e você?

- O que?

- A gente... ontem, você sabe?

- Foi bom pô.

- Não acredito! - digo, me desesperando mais. - Quem comeu quem, cara?

- Que? Não! - Marcelo cai na gargalhada.

- Marcelo, to falando sério caralho, o que aconteceu?

- Punheta, viado - ele diz, rindo. - Ninguém comeu ninguém não, até tentamos chamar a Alice, mas ela não podia.

- E a gente só tocou punheta?

- Só brother, tá me estranhando? - ele ri. - Tocamos muita punheta, inclusive. Mas só isso, fica de boa que teu tesourinho ainda tá intacto!

Ele diz, levanto e anunciando que ia fazer café. Depois de um tempo ele volta vestindo uma sunga de praia vermelha e me joga uma azul, dizendo que iríamos aproveitar o domingo de Sol. Marcelo desiste do café e trás cerveja para a gente. bebemos duas latinhas antes de encher um cooler e ir para piscina. Estava tudo vazio, era feriado e maioria dos moradores tinham ido viajar, aparentemente. Já tínhamos bebido muita cerveja, o dia já se encerrava dando lugar a tarde e resolvemos ligar para a Alice, nossa putinha favorita. Por sorte, dessa vez ela poderia vir e prometeu chegar dentro de vinte minutos.

- Não acredito! - Alice disse, tirando os óculos escuros e abrindo um sorriso. - Os dois peladinhos na piscina? - Ela olha para o céu, azul. - Obrigada Deus, o senhor é muito bom para mim! - ela volta-se para nós. - Que delícia.

Eu e Marcelo estávamos sentados em duas cadeiras de praia, apenas com óculos escuros e completamente pelados. Foi ideia dele esperar por Alice assim e ela com certeza adorou. Alice usava biquíni e uma saída de praia, mas fez questão de tirar tudo e ficar nua, tal como nós. Ela se aproxima, me beija e em seguida beija por Marcelo. Da uma rápida lambida em nossos paus e sorri. Alice pega nossos paus e puxa-os, fazendo com que nós levantássemos, ela começa a andar em direção ao elevador, nos puxando pelas pirocas. Entramos no elevador e ela começa a nos beijar e nos punhetar, alternando entre mim e Marcelo.

Entramos no apartamento de Marcelo e vamos direto para a cama, Alice no meio, dividia as atenções entre mim e Marcelo. Do meu pau para ela chupar e Marcelo desce e cai de boca na sua boceta. A morena geme e mama com vontade, me olhando. Depois, colocamos ela de quatro e começo a chupar sua boceta, enquanto Marcelo chupa o cu. Meto com vontade na bocetinha dela e Marcelo vem por cima, comendo o cuzinho dela. Brinco e dou uns tapas no rabo de Marcelo, que estava empinado na minha direção, consigo ver seu cu piscando cada vez que ele mete na nossa safada. Marcelo é o primeiro a gozar e cai do nosso lado, se masturbando enquanto assiste nossa foda. Alice goza de quatro e lhe dou um tapa, gozando na sequencia. Caímos os dois na cama, Alice no meio e eu e Marcelo nas pontas. Começo a brincar com sua boceta, Marcelo trata de chupar um dos peitos da nossa morena e eu vou mamar o outro. Alice me puxa para um beijo e chupa minha língua com vontade, depois trás Marcelo para ela e faz o mesmo, eu observo a língua deles brigando entre si, meu pau pulsa. Alice para de beijar Marcelo e sorri, pressiona nossas cabeças um contra um outro, resisto no começo mas depois cedo. Sinto os lábios de Marcelo tocarem no meu.

Um selinho, seguido de outro, logo sinto a língua dele invadir a minha boca. Seu bigode, mesmo que curto, espeta minha boca me fazendo cocegas. Abro minha minha boca e deixo sua língua entrar por completo, correspondendo, chupo a língua dele. Nossos lábios parecem não querer se desgrudar, a mão dele toca o meu quadril e pego no seu pescoço. Um beijo quente e intenso, sinto o gosto da saliva do meu amigo e lhe mordo o lábio, deixando ele com tesão, que parece ter desespero no seu beijo. Enquanto nos beijamos, Alice toca uma deliciosa punheta para nós.

Da mesma forma que começou, Alice termina. Ela entra entre nós e começamos um beijo triplo, sinto a língua dos dois dançando junto da minha e aqui me deixa com muito tesão. Alice levante e manda que nós nos aproximemos, eu e Marcelo ficamos praticamente abraçados com as pernas abertas para Alice, que com o rabo bem empinado, começa a chupar nossos cassete, alternando entre um e outro. Ela me faz gozar primeiro e sobe para me dar um beijo, me fazendo provar da minha própria porra. Depois, ela desce e concentra as atenções na piroca do Marcelo, fazendo ele gozar também e lhe de provar da própria porra num beijo intenso de língua. Me pergunto se ele sentiu o gosto da minha porra.

O domingo se passou regado a muita putaria, transamos muito, fodi muito com Alice, e Marcelo também. Mas cada um de uma vez, Alice quis assim. Dava para um e deixava o outro olhando, tocando punheta e passando vontade. Confesso que foi gostoso ver marcelo fodendo com força a boceta dela e foder o cuzinho de Alice enquanto Marcelo observava. Por fim, dormimos todos juntos na cama do meu amigo, pelados.

Acordo no dia seguinte primeiro que ambos. Levanto de agar, pois ainda estava cedo para ele, procuro a bermuda que usava quando cheguei na casa dele no sábado e vou para meu apartamento, tomo um banho rápido e me arrumo para o trabalho. No caminho, fico de pau duro lembrando do beijo que eu e Marcelo demos. Foi muito bom, senti muito tesão beijando ele. Confesso que queria continuar, quando Alice entrou no meio do nosso beijo. Afasto esses pensamentos de mim e toco uma punheta no estacionamento do trabalho. Levo um susto quando meu celular toca, é Sandra.

- Oi amor - digo, ao atender, mas ninguém responde. - Sandra.

- Ai! - ouço Sandra gemendo do outro lado da linha.

- Sandra? - pergunto sem entender.

- Vai safado, me fode! Me fode gostoso! - Ela geme.

CONTINUA...

Gostaram do capítulo? Então não deixe de votar e comentar? O que será que está acontecendo com Sandra? O que será que será que Carlos irá fazer? Isso e muito mais no próximo capítulo de Eu, Meu Marido e Meu Vizinho.

O próximo capitulo pode demorar um pouco para sair devido compromissos pessoais que tenho, mas farei de tudo para demorar o menor tempo possível.

Agradeço a todos que vem comentando e opinando, tem sido fundamental para a evolução e melhor desenrolar da nossa história.

Gostaria então de destacar os comentários de Espartano SP e Astrogilldo Kabeça e usar das palavras de Thy20, para dizer explicar que a intenção dessa história é justamente mostrar como os personagens tem a vida influenciada uns pelos outros e como eles se sentem em relação a isso, por isso que exploro diferentes perspectivas, para que seja possível entender melhor cada personagem. Uma vez que, dificilmente, a relação de Carlos e Marcelo avançaria para um lado mais íntimo se eles não tivessem conhecido Alice naquela noite no bar. Minha intensão é justamente essa, pegar a vida desses personagens que já são conhecido por nós e mostrar a mudança causada depois que conheceu um outro personagem, ou reencontrou. Espero de coração que todos gostem e continuem acompanhando esse conto que faço com tanto carinho. Agradeço também Espartano, Astrogilldo e thy20 por comentarem, o comentário de vocês me fez reavaliar os rumos da história e perceber a importância de cada personagem para a narrativa. Agradeço demais, vocês são ótimos!!!

Sempre que possível irei responder alguma pergunta em relação a história, possíveis rumos, dúvidas ao algo do tipo. Então é só comentar aqui no nosso conto para mantermos essa interação que eu estou adorando. Beijos!

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Comentários

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Nossa ficou digamos interessante esse capítulo mesmo assim gostei do desenvolvimento

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Desculpem a demora, teremos um novo capítulo pelos próximos dias sim!!

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Finalmente começa a aquecer a relação dos dois para a Sandra se juntar.

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Tenho acompanhado esta série com muita satisfação, e pela maneira como este tão tesudo relato é apresentado, até me faz como que presente as cenas descritas. Vai meu dez e ja adicionado ( como os antecedentes ), aos meus favoritos.

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O leitor tem todo direito de criticar ou elogiar a história, agora jamais pode acusar o autor de ser previsível, todo capítulo é uma reviravolta, sigamos em frente rsrsObs: Ser você ler esse comentário Nassau por favor conclua seu conto O Clube, belíssima história, não concluir é uma tremenda falta de respeito com os seus leitores.

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excelente conto de transição,essa relação entre os amigos e Alice sempre bem contado, vamos ver agora essa ligação com a Sandra e seu distanciamento..interessante,ansioso pelo ponto de vista dela durante esse mês.

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Falou,Carlos,esclareceu algumas coisas. Sua história tem boas colocações e é instigante. Acho normal um conto que ultrapasse dez partes apresente oscilações,um capítulo mais quente,outro mais morno... capriche no próximo. Suspense erótico é sempre bem vindo

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A história é boa só que tem alguns acontecimentos estranhos, as coisas só acontecem pela imaginação... Logo de manhã, Sandra liga mas tá gemendo no pau do Marcelo. (provavelmente ) Marcelo ficou dormindo com a Alice, como já tá comendo a Sandra? Gostei do conto, até chegar a segunda feira e Carlos sair quietinho pro trabalho.

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A história é ótima, mas já tá ficando chato ele n descobrir que o Marcelo é o amante da Sandra e ainda sair como melhor amigo, só espero que n termine igual a maioria dos contos com o tema traição em que o cara descobre mas aceita a situação por "amor" a mulher, tomara que ele de a volta por cima senão vai ser bem brochante.

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