AFINAL, ELA PARTICIPA OU NÃO?

Um conto erótico de ERNANE MORAIS
Categoria: Heterossexual
Contém 4068 palavras
Data: 20/12/2018 14:50:09

AFINAL, ELA PARTICIPA OU NÃO?

Já faz algum tempo que esta pergunta tem sido feita por muitos homens e casais para começar uma nova amizade íntima.

Entendo perfeitamente a necessidade de “filtrar” os: punheteiros, colecionadores de fotos, mau caráter, mentirosos, etc. que poluem as redes sociais e principalmente o meio liberal.

Mas esta pergunta traz uma subjetividade enorme! Pretendo apresentar esta questão utilizando partes de eventos dos quais participei com ou sem minha esposa, tanto a primeira como atual, e lógico, preservando as identidades, também algumas com amigos íntimos.

Como sempre, vou tentar esgotar assunto, mesmo que o texto seja longo.

Existe um padrão de participação em amizade íntima? Que eu saiba, não. Até por que a única regra no meio é: “TUDO É PERMITIDO, MAS NADA É OBRIGATÓRIO. ”

Sendo assim, a ação de participar pode ser interpretada de várias formas. Nossa última experiência real tem pouco mais de um ano (estamos hoje em dezembro de 2018), conheci um homem que enviou uma solicitação de amizade para minha página do Facebook. Ele disse que era inexperiente e gostaria de conhecer um casal maduro experiente para inicia-los neste meio especial. Mostrei para minha esposa as mensagens, ela não deu muita importância, apenas disse:

_ “Você é quem sabe, amor...”

Esta é uma resposta feminina clássica. Normalmente devido à criação muitas mulheres na casa dos 50 anos não querem assumir “a culpa”. Vivi isso no primeiro casamento também.

Escolhi umas fotos nossas e mandei para ele. As primeiras com pouca ousadia, mais exibicionismo. Ele nos retribui com fotos deles, também decente. E trocamos número de WhatsApp.

Pareciam ser um casal com pouco mais de 40 anos. Ele um pouco acima do peso e ela em forma, para uma senhora da idade dela.

Marcamos um encontro no Shopping da cidade deles, que fica uns 30 km da nossa cidade, num horário depois do meu expediente e num dia de folga dele.

Minha esposa, como sempre faz para estes eventos, procurou ficar maravilhosa: estreou uma calcinha de renda tipo “passe livre” aquelas que tem apenas uma costura no meio o que facilita o acesso.

Fizemos a rápida viagem com algumas sacanagens normais: carinhos íntimos, exibicionismo no posto de pedágio, etc. Mas chegando ao local de encontro, quando os viu, fez uma expressão que eu conheço. Ela não gostou. É simples assim!

Eu fui bem tranquilo na conversa respondi as perguntas que nos faziam e notei que o cara também estava desconfortável, principalmente quando a esposa dele perguntou para a minha esposa se ela não ficava com ciúmes de mim, quando me via fazendo outra mulher gozar.

Minha esposa respondeu:

_ “De forma nenhuma Fulana, afinal quando aceitamos entrar nesta brincadeira de adultos é para termos prazer. Claro que o Ernane tem prazer e eu também! ”

Eu ainda disse:

_ “O prazer deve começar antes, continuar no durante e principalmente no depois. ”

Aí o Fulano perguntou:

_ “Como assim? ”

E demonstrando enfado minha esposa deixou que eu respondesse.

_ “Fulano, para este nosso primeiro encontro, minha esposa está usando uma calcinha nova, de renda, foi para o salão, veio com curiosidade e tesão. Tanto que no caminho eu senti que a buceta dela está molhada. Isso é ser bom antes. ”

Enquanto minha esposa se enfadava de vez, a dele ficou com os olhos brilhando!

_ “Agora nossa conversa deve manter a excitação de nossas esposas e criar tesão em nós também. ”

E minha completou:

_ “Se não for assim vamos embora para casa e terá sido um prazer conhecer vocês...” Literalmente, jogou a pá de cal naquilo que mais parecia um enterro...

Para nossa surpresa a Fulana disse:

_ “Eu sempre pensei assim, hoje passei o dia molhadinha, não estou de calcinha nova, mas está melada, mas você fulano nem está de pau duro. Aposto que o Ernane está! ”

Eu estava e me levantei para que todos vissem.

A mulher ficou louca e minha esposa me chamou de saliente.

E não demorou muito o cara disse que era melhor pegarmos a estrada de volta, por que talvez chovesse. Pronto foi o final do primeiro encontro.

Minha esposa voltando para casa estava brava, por que tinha sido um desperdício de tempo e dinheiro e total decepção. No que concordei completamente.

No dia seguinte eu recebi uma mensagem do cara dizendo que a mulher dele gostou muito da minha e de mim e que queria outro encontro. Eu expliquei que como eles eram iniciantes talvez não tivesse percebido que não iria rolar mais nada.

Para minha surpresa no dia seguinte recebi uma nova mensagem de alguém que eu não tinha nos meus contatos e era a Fulana.

Ela disse que o marido dela estragou nossa amizade e que ela queria muito ter uma experiência comigo, mesmo sem minha esposa participar.

Falei para minha esposa e ela disse:

_ “Vai lá. Ensina o casal já que você é professor, mas eu nem quero saber. ”

Assim foi.

Marquei um novo encontro, desta vez de dia e num parque da cidade. Dia de semana, folga do marido, pouquíssimas pessoas no local amplo, tivemos alguma privacidade.

A Fulana estava de calça comprida, blusa fechada e de sutiã. Realmente, não tinham experiência liberal.

Sentamos num banco de madeira à beira do lago e ficamos conversando abertamente: Explique que minha esposa não iria participar por que não tinha paciência para ensinar e ficou decepcionada com o primeiro encontro. Mas que ela sabia que eu estava com eles naquele momento. E telefonei para minha esposa dizendo que estava com o casal. Eles até ficaram surpresos. Eu digo, que apesar de não estar junto, ela estava participando, mesmo dizendo que nem queria saber, soube.

Neste dia ficou claro que a Fulana era muito safada e o marido não. Comecei fazendo fotos, pedi que se beijassem, mas não deram um beijo digno de foto. Entreguei o meu celular para o Fulano e falei que iria mostrar para ele como deveria ser o beijo dele na boca da esposa. Eu a beijei, e ela retribuiu como uma adolescente. Como sempre, quando beijo a boca de uma mulher minhas mãos participam, mas o sutiã, não ajudou nem o tipo de blusa.

O Fulano disse:

_ “Cuidado que pode ter gente conhecida. “

Enfim. Neste encontro rolou alguns lances, como: a Fulana pegando meu pau e o marido fotografando. Ela e o marido também dando uns amassos e tudo fotografado.

Depois nos encontramos muitas vezes, viajamos juntos.

Minha esposa? Nunca mais viu o casal.

Será que ela não participou?

Quando no primeiro casamento, quando comecei a aprender a viver neste mundo liberal, várias outras situações foram marcantes e ilustram o tema.

No início queríamos outro casal também iniciante. Comemos quase uma tonelada de pizzas em diversos encontros, tomamos litros de Coca-Cola, sucos e cervejas e nada só decepção.

Mas, passados alguns anos, deixamos de vez o swing, troca de casais, para o ménage masculino. Nunca escondi que o prazer dela é mais importante para mim. Posso gozar depois, posso até não gozar, apenas gosto de saber, de participar de alguma forma.

Assim um dia conhecemos um cara que se dizia casado. Logo percebemos, pela conversa que a mulher dele nunca iria aparecer. Já tínhamos encontrado homens solteiros, viúvos ou separados. Este se dizia casado e que a mulher iria nos encontrar. Besteira!

E assim foi: o primeiro encontro ocorreu em Ribeirão Preto, uma cidade que ficava na mesma distância para nós e para ele. Eu já tinha conhecido ele, mostrado fotos da Dora, a ex, por que naquele tempo usávamos fotografias reveladas e colocadas em álbuns pequenos. Ambos ficamos de pau duro vendo as fotos e ele apenas mostrou a da esposa que estavam no escritório dele, em molduras.

A Dora sempre foi muito safada. E naquela fase onde ela sabia que podia ter o prazer como quisesse com quem quisesse.... Ela virou uma perfeita puta!

Quando chegamos ao hotel, para nossa surpresa havia um jarro de flores para ela na recepção, um chaveiro da empresa dele embrulhado em papel de presente para mim e um apartamento melhor do que eu havia reservado, já por conta dele!

A Dora gostou e enquanto tomava banho ficava dizendo que eu iria ver a minha esposa dando para outro, como eu gostava.

Eu me lembro que ela só se vestiu depois que eu entrei para o banho, mas nem achei estranho.

Ela estava perfeita: uma saia da moda na época que era traspassada ou sobreposta de forma que ficava aberta da cintura para baixo, uma blusa branca de viscose transparente o suficiente para perceber que ela estava sem sutiã, apesar não ter marcas de bronzeamento por que sempre ficava nua ou de topless quando pegava sol.

Eu com roupa social normal e encontramos o cara, que vou chamar de Ari, já na recepção. Apesar de ter descendência japonesa era alto, estava também com uma camisa social branca e veio todo animado para nos cumprimentar e a Dora, com 1,48 m teve que ficar na ponta da sandália alta que usava para retribuir os beijinhos de cortesia, só que percebi que ela procurou o canto da boca do Ari!

Fomos, no carro dele para o restaurante, uma cantina muito chique.

Ela foi no banco de trás e eu na frente com o Ari, mesmo assim ela ficava sentada no meu do banco fazendo carinho de vez em quando no meu pau e proporcionando, com certeza, a visão das coxas ou até mais, pelo retrovisor.

Procuramos ser acomodados numa mesa discreta, fora do olhar dos outros frequentadores. E o encontro estava ótimo: Minha então esposa parecia uma menina sapeca querendo aparecer, o Ari aproveitando cada lance onde ela se debruçava e exibia até os bicos dos seios médios, durinhos de auréolas claras.

Depois de jantarmos, durante a sobremesa, o Ari perguntou para a Dora:

_ “Dora, você cumpriu sua promessa? Eu fiz a minha parte com surpresas para vocês dois. “

Eu não estava sabendo de nada, como todo corno, fui o último a saber. Eles haviam conversado por telefone antes do nosso encontro e combinaram alguns “lances”. Ela safada se levantou, passou por traz de mim e foi até perto do Ari e abriu a saia. Estava sem calcinha. Buceta peluda, loira de farmácia, um sonho, para quem gosta. Ela disse sorrindo:

_ “Você pensava que eu não iria cumprir minha palavra? E aí gostou?

O safado sem o menor constrangimento, passou a mão na buceta da minha esposa, na minha frente! E disse que estava gostando do que via, mas queria experimentar para dar a opinião final. Cachorro!

Imediatamente ele pediu a conta. Acho até que o garçom viu o lance todo... E voltamos para o hotel, desta vez ela na frente com o nosso amigo e eu atrás.

Claro que a mão dele passeava pela intimidade da minha mulher, que já estava praticamente nua, tamanha a facilidade da roupa que usava.

Nem mesmo para passar pela recepção do hotel ela se arrumou direito! O que de certa forma foi ótimo, pois entramos no apartamento ela já se deitou nua e eu que sempre nestas ocasiões sou o primeiro a ficar pelado, desta fui o último.

A Dora pegou o pau do Ari e estava chupando. Dizem que pau de japonês é pequeno, mas este japonês, além de alto tinha um pau grande e muito grosso, tanto que mãozinha da minha pobre esposa quase não conseguia fazer toda a circunferência. Eu estava abestalhado!

Nem me lembro mais como rolou o lance, mas sei que fiquei assustado em ver um pau tão grande perto da bucetinha delicada, que estava muito molhada, tanto pela lubrificação dela própria, como pelas chupadas que recebeu. O pau entrou de uma vez, sem cerimônia, como se fosse o dono da casa!

A minha esposa arregalou os olhos, apertou a minha mão e eu pedi calma para o Ari. Foi o mesmo que nada. O cara parece que cresceu muito em cima de uma mulher pequena, socava o pau sem se preocupar com nada, só queria saborear a bucetinha da minha esposa. Ela ainda ficou falando:

_ “Amor, que japonês de pau grande e grosso! Está vendo como ele mete, meu corno que eu amo. “

Eu sabia que ela estava gostando, ela só me chamava de corno quando estava quase para gozar. Não foi diferente desta vez. Ela começou a gozar e eu a conhecia bem, sabia que ela gostava de sentir o pau duro enquanto gozava, mas o Ari gozou junto, esporrando bastante, tanto que aquele barulhinho de entra e sai molhadinho ficou bem intenso. Só que ele gozou e tirou o pau enorme, ainda duro, pingando porra e foi para o banheiro. Imediatamente eu tomei o lugar dele e meti meu pau bem menor e mais fino na minha esposa, que continuou gozando. Eu sabia como fazer. E assim ficamos, até que ela saciada comentou baixinho:

_ “Amor, que delícia! Será que acabou? Onde ele está? “

Agora vejam meus amigos leitores, a preocupação dela não era com meu pau ainda sem gozar dentro da buceta saciada dela. Era se o amigo íntimo bem-dotado iria foder mais!

E na verdade ele chegou perto de nós, já se vestindo. Minha esposa sentindo que não teria mais o Ari, investiu no macho da casa, eu!

_ “Amor, goza. Mete mais seu corninho gostoso. Assim eu vou gozar de novo, você sabe que eu aguento ficar gozando a noite se tiver macho para isso... “

Pronto, o filho da puta ouviu o que deveria ouvir. Macho não é ter pau grande e grosso, macho é aguentar o tranco e deixar a mulher acabada de prazer. Não existe essa história de que um pau grosso deixa a mulher arrombada, se ela estiver excitada as paredes internas da buceta sempre irão segurar desde de um caralho de jegue até um palito fósforo.

Mas eu também não gozei, ainda. O Ari ali parado nos vendo foder, eu tirei meu pau que parecia estar coberto de creme de chantilly, de tanta porra e fui chupar a buceta loira que tanto prazer me dava. A Dora ainda esticou a mão, mas encontrou o Ari de cueca e o pau já mole e lavado. Aí ela me chamou de volta para que eu esporrasse nela. E foi o que fiz, depois de sentir os espasmos da buceta dela no pau.

Na manhã seguinte, quando descemos para o café o Ari já tinha ido embora, pagou tudo e só na semana seguinte ele ligou para a Dora, convidando para irmos na cidade dele, por que tinha sido ótimo e ele queria que a esposa dele participasse também.

No mês seguinte deu certo e fomos. Ele havia reservado um bom hotel mais fora da cidade. Chegou já à noite, sozinho. Estávamos com fome e a Dora é vegetariana, e ele nos levou para jantar longe da cidade e parecia muito tenso.

Não perguntamos pela esposa dele, fora ele quem dissera que queria inicia-la. Isso gerou um tremendo desconforto e eu tentei harmonizar o clima, por que foder com desconforto é para masoquista, o que não faz parte do elenco de situações que nos dão prazer. Eu disse:

_ “Ari, por favor, relaxe. Eu imagino que houve algum problema e sua esposa não pode vir, ou mesmo ela sequer sabe que você está conosco. “

Ele soltou um suspiro e deu lá uma desculpa qualquer, mas notei que a tensão se desfez.

A Dora, que realmente estava bem animada, como sempre, até por que a viagem tinha sido o dobro da que fizemos para Ribeirão Preto e durante o percurso aprontamos bastante, como gostamos: exibicionismo, sedução, safadeza mesmo, ainda deu mais força para descontrair:

_ “Ari, meu gostoso, hoje estou de calcinha. Você não me pediu para vir sem... “

Logo fiquei de pau duro, pois pelo tom de voz percebi que ela deveria estar muito molhada. O restaurante de cozinha chinesa era bem frequentado, mas estávamos no canto do salão, iluminado apenas com “lanternas” típicas, o que dava uma meia luz ao ambiente e um foco na mesa. Assim a safada se virou para o amigo, aproveitando que a mesa era redonda, e abriu as pernas. Ela usava uma saia curta, rodada, azul marinho, uma “segunda pele” branca, sem sutiã e um blazer também azul escuro com um botão apenas na frente. Com a visão o Ari ficou liberado para começar nossa festa ali mesmo, antes de servirem nossos pedidos. Passou a mão diretamente na buceta dela, deve ter sentido que estava melada e levou os dedos até o rosto, não sei se para lamber ou cheirar ou os dois...

A safada até deixou seu corpo escorregar na cadeira para frente, mas os pratos foram servidos e rapidez é uma característica da cozinha chinesa... rs.

A Dora, canhota, conseguia comer e manter a mão direita sempre para baixo. Para confirmar dei um jeito e vi que realmente ela estava punhetando o amigo bem-dotado.

Eu de pau duro percebi que seria um lance legal.

Voltamos após o jantar para o hotel e ele claramente tentando evitar ser visto conosco por algum conhecido, parou um pouco afastado da recepção e perguntou o número do nosso apartamento, dizendo que iria estacionar o carro e nos encontraria no apartamento.

A Dora entrou e tirou a sandália alta e subiu na cama se sentando na cabeceira com as pernas dobradas, como a saia era curta, a calcinha branda de renda estava totalmente visível encobrindo os pelos loiros. Eu aproveitei e tirei minha roupa e nu, recebi o Ari que batia na porta do apartamento.

Ele entrou meio fora do tempo, afinal eu já estava nu e de pau duro. Mas quando ele chegou mais próximo e viu a Dora como estava, já foi caindo de boca no meio das pernas dela, deixando espaço para que a beijasse na boca e acariciasse seus seios, ainda sob a segunda pele.

Como sabíamos que ele era “apressadinho”, porém bem-dotado, tínhamos planejado aproveitar ao máximo dele, assim por mais que ele tentasse puxar a safada para deixa-la deitada, nós dois o mantínhamos entre as pernas dela. Como meu pau estava duro e eu nu para que o Ari ganhasse mais espaço teria que tocar no meu pau e parecia que ele é aquele tipo de homem que pensa que pode se tornar menos macho se tiver o “contágio” de outro macho... rs.

Assim quando ele se levantou para tirar a roupa eu trouxe a Dora para o meu lado da cama, tirei a calcinha e a saia e penetrando na buceta encharcada fui tirando a segunda pele que era de mangas compridas. Neste momento o Ari veio ajudar, mas meu pau estava onde ele queria estar...

Mas com jeito, já no primeiro orgasmo da minha esposa, conseguimos que ela ficasse de lado. Eu continuava dentro dela, mas o Ari soube burlar nossa vigilância e ficou atrás dela, sarrando o reguinho. Anal para ela nunca foi problema, e DP já tinha feito. Porém um componente novo mudou o rumo deste encontro: O Ari quando sentiu a cabeça do pau na portinha cheia de pregas, forçou a entrada com meu pau ainda dentro.

Ela sentiu dor!

Não existe “dorzinha gostosa” pelo menos para nós. Por isso ao perceber que ela não gostou e o empurrei e pedi calma, que ela daria o cuzinho para ele, mas com calma. Ele parecia um animal enfurecido: bufava, olhos arregalados, o pau enorme pulsante.

Mesmo ela de lado eu consegui chupar seu cuzinho, enfiar a língua e um dedo para dentro e logo estava sentindo a presença do pau cabeçudo do Ari.

Ele não esperou. Conseguiu puxá-la de mim e trazê-la para perto dele. E enfiou de uma vez no cu da pequena mulher. No início eu pensei que não iria dar certo, até me intrometi, mas ela disse:

_ “Deixa amor, já entrou e agora está gostoso... Mete seu japonês ignorante. Mete esta tora no meu cu... vai me faz gozar! Mostra que você consegue... mete porrrrrrra... “

E ele meteu, mas por algum motivo o pau escapou e a porra esguichou para a bunda, costas, coxas, cama...

Como da outra vez. Assim que satisfeito, ele se arrumou, trocou poucas palavras, foi embora deixando pago nossa hospedagem. E mesmo ele querendo, nunca mais nos encontramos.

A esposa dele, não participou. E daí? Ela teve prazer. E até ele mesmo, participou de forma tão apressada e quadrada que perdeu muito prazer que poderia ter tido.

Vou encerrar com um último lance, afinal já escrevi mais 4.000 palavras...rs.

Como viajava muito pelo Brasil, fiz contato com um cara de Fortaleza. Sabia que ele era rico, talvez político, sei lá. Ele mandava fotos dele nu, vídeos batendo punheta até esporrar, mas da esposa uma ou duas fotos, mostrando uma jovem senhora, simpática, mas nada sexy ou ousado.

Marcamos um jantar para nos conhecermos. Só ele foi. Eu perguntei se a esposa não iria vir, ele disse que ela poderia vir, mas não poderia foder por que estava num período de “novena”. Talvez por não ser católico, tenha estranhado esta desculpa esfarrapada. Quando eu disse que iria respeitar a vontade dela, ele falou que me encontraria no hotel mais tarde.

Duvidei, mas fui para o meu apartamento, tomei outro banho e estava nu, deitado na cama assistindo TV quando o telefone tocou. Era a recepção avisando que havia um casal a minha espera, eu pedi que eles subissem.

Nem tinha me levantado e a campainha tocou. Abri a porta meio enrolado na toalha de banho. E lá estava um belo casal: ele pouco mais de 1,70 m cabelos pretos, olhos claros, ela uma loira, com uma blusa de mangas ¾, saia abaixo do joelho. Ele como que empurrando a esposa para frente disse:

_ “Você achou que ela não participaria, não é? ”

Realmente eu fiquei surpreso. Mas nada me surpreenderia mais do que o decorrer do lance. O cara falou para mulher pegar meu pau, que já estava duro, mas ainda escondido pela toalha. Ela tirou a toalha e se afastou. Ele foi abrindo a blusa, e deixou à mostra um belo sutiã, protegendo seios claros que não vi. Ele repetia, ela é muito gostosa, pena que está com este negócio de reza... Mas você é bem-dotado, Ernane.

E sem nenhum constrangimento pegou meu pau e confirmou que era grande e duro. Fez a mulher sentar na cadeira e queria que ela chupasse, mas ela não chupou. Então ele tirou a roupa dele e se ajoelhando na minha frente começou a chupar o meu pau.

Olhei para esposa dele, estava envergonhada, sacudindo a cabeça negativamente. Eu toquei num dos braços dela e disse:

_ “Relaxa, seu marido é assim, mas ele lhe ama. Fique tranquila, ninguém vai lhe desrespeitar. “

De fato, ela ficou olhando o marido chupando o pau de um estranho. Não vou negar que para mim boca e cu não tem sexo, o cara chupava muito bem. E estava de pau duro também. Virou de costas para mim, pegou a mão da mulher e colocou no pau dele, enquanto esfregava a bunda em mim, no meu pau.

Ele dizia:

_ “Ernane, se quiser meter pode, mas não goze dentro.”

Eu não meti. Ele voltou a me chupar e acariciar meu saco e meu cu. Aí eu não aguentei e esporrei.

O primeiro jato foi na boca do cara que apenas disse que era uma delícia. Melei o rosto dele, cabelo, peito... um desmantelo!

Ele conseguiu fazer a mulher muito gostosa por sinal ficar de calcinha e sutiã se deitar ao meu lado. Ele continuou brincando com meu pau, enquanto a esposa dele estava mais dura que uma estátua.

Esse ambiente fez meu pau amolecer, mas o cara colocou na boca assim mesmo e ficou se masturbando. Eu dei uma “força” pegando a mão dele por cima do pau. Acho que ele considerou um presente, por que aí foi ele quem gozou, melando minha barriga, cama e chão do apartamento.

Apesar da mulher estar presente, ela não participou!

Volto a pergunta do título: AFINAL, ELA PARTICIPA OU NÃO?

A resposta é simples: Cada um tem prazer como gosta. Eu adoro quando a mulher goza antes de mim. A presença da mulher é irrelevante, desde que seja combinado. A sinceridade sempre trará prazer, mesmo que a mulher esteja no ambiente, como uma estátua, ou numa foto, ou numa conversa.

Tudo é permitido, nada é obrigatório! Nem mesmo a presença física de alguém que não queira.

ernane1953@gmail.com

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Comentários

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Muito bom, adorei seu conto, tenho um sonho em entrar para esse meio. Deve ser muito gostoso. nota 10

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Esse texto é uma mistura de manual didático para iniciados em suingue com experiências reais relatados de forma burocrática. O autor relatou com muita frieza. Porém,respeito muito sua dedicação em publicar

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Ernane, muito bom seu relato sobre suas experiencias. Curti muito. Nota 10. Lerei seus outros relatos.

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