Continua a Surpresa nas Férias

Um conto erótico de MULTIFACE
Categoria: Homossexual
Data: 14/05/2018 15:38:36
Nota 10.00

Este conto é continuação do texto Surpresa nas Férias.

Quando acordei, por volta de 18hs, Venice não estava mais comigo. Encontrei um bilhete ao meu lado me chamando pra jantar no restaurante do hotel, às 20hs.

Sentei-me na cama e me encontrei num momento totalmente inesperado de minha vida. Acabara de ter minha primeira relação homossexual, de forma totalmente inesperada e me sentia surpresa por ter gostado, feliz por saber que Venice seria pra sempre alguém que me inspirou um sentimento mais elevado do que uma simples amizade, embora tenha despertado uma emoção cheia de medos, por não saber exatamente no que aquilo iria dar.

Comecei a pensar no que dizer, em como me comportar, o que fazer, quando a encontrasse novamente. Ainda mais agora que me convidara pra jantar. Esses pensamentos me consumiram e minha cabeça estava a todo vapor, pensando e repensando sobre o acontecido e imaginando mais um pouco do que tinha por vir. Quando dei por mim o relógio marcava mais de 19:30h. Dei um pulo e fui me arrumar. Percebi que na realidade estava ansiosa por encontrar Venice.

Optei por colocar um vestido longo de alcinha, daqueles que a gente coloca na praia pra sentir o vento refrescar as pernas e desci. Ela ainda não havia chegado. Escolhi uma mesa num canto calmo e sentei-me. Logo em seguida Venice chega, vestindo um tubinho de malha preta, colado no corpo (que diga-se era espetacular). Ela tem cabelos curtos (tipo joãozinho) e clareados, uma face delicada que lhe dá um ar de menina moça e uma pele brilhante que, queimada de sol como estava, deixa tudo muito harmonioso e sensual. Não precisa dizer que os caras a seguiram com os olhos desde que chegou até sentar-se comigo.

Ficamos frente a frente e sem uma palavra se quer, ela me olhou fixamente nos olhos e me mandou um recado simples - te quero garota. Eu, tremendamente encabulada, não sabia o que fazer. Sorri sem graça e ela perguntou:

- Você sarou do porre?

Depois do trato que levei na ducha, qualquer porre teria sarado. Mais ou menos gaguejando eu respondi que já nem me lembrava direito mas que estava bem. Ao que ela emendou:

- Então acho que te fiz bem, hoje a tarde... E sorriu maliciosamente.

Eu tentei explicar que estava surpresa e tudo mais, mas ela não permitiu. Interrompendo minha fala disse que entendia como estava me sentindo e que tinha adorado tudo que houve. Afirmou que tudo ficaria ainda melhor, porque estava claro que eu havia curtido muito toda a experiência, o que não pude desmentir.

Fizemos um jantar leve e saboroso. Em seguida fomos andar pela praia. Estávamos em um resort no nordeste e como vocês sabem esses lugares são afastados da cidade, de modo que as praias são quase desertas e particulares. Então, praticamente sozinhas, descalças e caminhando lado a lado, eu me esforçava para dar um ar de normalidade na situação, que para mim era completamente anormal até aquele momento.

Logo que nos afastamos um pouco dos prédios que compõe o complexo do hotel e Venice se certificou que estávamos realmente a sós, ela me segurou delicadamente pelo braço, colocou-se à minha frente e me encarou com ternura. Nesse momento um frio percorreu minha espinha e senti suas mãos me segurando a cintura, como um namorado pega a gente pra fazer carinho. Aproximou-se lentamente e beijou meus lábios com delicadeza. foi algo mais forte que um selinho, mas não foi um beijo sensual. Afastou seu rosto e olhando profundamente em meus olhos me disse:

- Quero você essa noite.

Puxou meu corpo junto ao seu e me beijou longamente. Fui percorrida por um choque da cabeça aos pés. Senti um tesão incontrolável e me entreguei aos seus carinhos. Ficamos ali, namorando em pé por um tempo que não pude contar. Logo ouvi baixinho no meu ouvido:

- Vem, vamos entrar, vamos pro meu quarto.

Ao fechar a porta atrás de nós ela me agarrou como se fosse um tarado e me deu o maior amasso. Foi levantando meu vestido e metendo a mão por debaixo, sem muita frescura. Eu sentia algo parecido com o que um homem cheio de desejo faz quando pega a gente de jeito. Ela foi até um pouco violenta tirando meu vestido e me deixando apenas de calcinha, encostada na parede do corredor de entrada do chalé. Mamou deliciosamente meus seios e brincou com a língua em meus mamilos com uma maestria que me deixou louca de tesão. Eu estava totalmente entregue àquela maravilhosa mulher. Ou seria eu a fêmea entregue aos braços de um novo macho?

Não pude deixar de retribuir. Minhas mãos passeavam pelo corpo dela e também puxei seu vestido pra cima. Para minha surpresa ela não tinha nada por debaixo dele, nem calcinha. Ela me arrastou pra cama. Imediatamente colocou-se entre minhas pernas, afastou a calcinha de lado e começou a me chupar. Senti sua língua passar de baixo pra cima na minha buceta que estava totalmente encharcada. Brincou com meu grelo em movimentos lentos e precisos. Não demorou nada pra eu gozar imensamente. Foi uma sensação sem igual até então. Muito mais prazerosa do que havia sido naquela tarde.

Pra minha surpresa, ao perceber que eu havia gozado, ela se levantou e foi até o móvel que havia em frente da cama e mexeu numa valise. Sem se virar disse com voz dominadora "tira a calcinha".

Quando virou vi que estava vestindo uma cinta que tinha um cacete de borracha de uns 20 centímetros, muito maior do que o pau do Ricardo. Em uma das mãos segurava um tubo de spray parecido com um desodorante. Espirrou o conteúdo no cacete e ao chegar perto da cama mandou que eu sentasse e chupasse. Seu comportamento estava muito diferente daquela garota doce e meiga que eu conhecia, mas de certa forma eu estava gostando de suas ordens imperativas. Sentei-me na cama, peguei aquele monstro na mão e levei aos lábios com um pouco de reserva. Fui lambendo e, para minha surpresa, ele estava babado como um pau de verdade e além disso tinha gosto real de cacete. Impressionante.

Venice me segurou pelo cabelo e começou a bombar na minha boca. Aquilo tudo entrava e saia lento e firme, me dando a sensação gostosa de estar chupando um pau de verdade. O tesão continuava grande e enquanto chupava me tocava com uma mão e a outra segurava as nádegas dela. Isso continuou por um tempo suficiente para meu tesão crescer muito e quando ela percebeu, mandou que ficasse de quatro em cima da cama. Me puxou pra beirada do colchão e pincelou minha buceta com o cacete de borracha. Escutei o spray borrifar novamente e logo senti que ela procurava minha racha. Aos poucos ela foi metendo em mim, devagar e forte. Percebi minha buceta latejando de tesão e comecei a rebolar. Ela me segurou a cintura e começou um vai e vem louco. O cacete entrava e saia deliciosamente em mim enquanto Venice me dizia palavras de carinho - dizia que eu era gostosa e me chamou diversas vezes de meu amor.

Não demorou pra eu gozar de novo. Dessa vez foi menos intenso, mas foi mais longo. Um gozo suave e delicado como quando se degusta um bom vinho. Parecia que não iria acabar mais, como não acabou.

Como vocês sabem, um pinto de borracha não brocha. Então, a noite continuou por muito tempo, mas essa é uma outra história.

Comentários

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19/03/2019 11:38:20
Dizem que na vida devemos experimentar de tudo. Vc experimentou essa aventura com a Venice e teve uma agradável surpresa nessas férias. Gostei da narrativa, suave, sensual sem deixar de ser excitante. Parabéns. Me visite. Bjs.