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Provando Jorginho 7: Nos devoramos.

Autor: Alecrim
Categoria: Homossexual
Data: 21/06/2017 17:06:46
Última revisão: 21/06/2017 18:13:24
Nota 10.00
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Provando Jorginho 7

Oi gente me desculpem por não ter postado mais, é que ando bem ocupado ultimamente, mas vamos seguir com o conto e Sugiro que leiam ou releiam os outros contos para sem ambientarem na historia.

Como dito no conto anterior Edu dormiu conosco por algumas horas, já que trepamos mais do dormimos. Acordamos os dois no susto pois estávamos ambos atrasados para nossos trabalhos, eu pra chegar no quartel e Edu pra sua loja motio pelo qual não viajou nesse carnaval. Jorginho por outro lado ronronava em seu sono alheio ao nosso desespero, enquanto corria me arrumando percebi os olhares de Edu pro corpo do moleque e ri por perceber que tmb ficava na mesma situação. Ofereci carona pro Edu e fomos conversando no carro sobre a nossa noite.

— Negão velho, que noite! Meu pau ta doído e todo esfolado.

—Eu te falei que o moleque era gostoso e uma putinha maravilhosa Edu.

— Pois é, e eu ou querer de novo, eu sei que você ta gamadão na putinha mas daqui a pouco a Solange e tua familia voltam e vai ficar difícil pra c dois foderem, se vc não se importar to afim de ficar dando uma rolada sempre que possível no moleque pra não deixar ele sem.

—(Risos) Vai se foder seu FDP, eu vi o jeito que você tava olhando ele antes da gente sair, ficou gamadão na minha putinha tmb. Mas já tava pensando nisso, tenho que dar um jeito de continuar metendo com o moleque quando a família voltar e se ele quiser foder com vc tmb ai é com ele.

Deixei Edu em frente a sua loja no centro e rumei para o quartel, cheguei quase uma hora atrasado e passei o dia em tarefas burocráticas que so faziam com que meu cansaço ficasse ainda mais visível em decorrência do sono e claro da ressaca de gozos. Entre um documento e outro eu me perguntava o que Jorginho estaria fazendo agora, eu o deixei dormindo e sabia que ele não iria mais fingir ir pro colégio agora que tinha ciência que eu sabia da verdade, a curiosidade com aquele moleque vinha fazendo meus miolos ferverem e decide que no dia seguinte na minha folga eu iria fingir ir trabalhar e então eu ia ficar na espreita em casa pra descobrir o que o moleque andava aprontando. Fiquei no quartel até umas 4 horas, quando estava saindo dou de cara com o Lucio e Juca já que ambos eram militares assim como eu e trabalhavam no quartel, mas pouco no víamos por ali já que éramos de divisões diferentes.

— Olha ai Alemão, a cara de cansaço do negão após uma noite louca de ménage. — Falou o Juca rindo e levando o Lucio a gargalhar tmb. — Ta ficando velho hein!?

— Deixa eu adivinhar, o puto do Edu já deu com a língua nos dentes não foi?

— Hamham (risos) ligou so pra falar da maravilhosa noite que teve com vc e o tal moleque. — Disse Lucio rindo — Ele pareceu bem fissurado e deixou até eu que não curto essas paradas curioso com essa tua putinha.

— Õh bando de canalhas tarados vcs hein? Não posso nem arrumar um sexo gostoso que c a querem participar e me roubar? (risos), mas vão ter que esperar pra matar a curiosidade, tenho que resolver uma coisas ainda e dependendo eu vejo se dou um espaço pra vcs.

— Do jeito que Edu falou eu duvido, mas já faz mesmo um bom tempo que nós cinco não saímos pra fazer uma putaria juntos.

— E vai demorar ainda mais Juca, já disse que não tenho nada contra vcs foderem com viados por ai, mas não to afim de participar. Meu negocio é mulher! — Disse Lucio em resposta ao Juca.

— Teu negocio mulher Alemão, mas a gente bem sabe que tu até já deu o cuzinho inclusive pro Diogenes, mas realmente agora ta difícil de rolar uma putaria com os 5 mas quem sabe não damos um jeito.

—Vai te fuder negão, já disse pra não ficar tocando nesses assuntos.

Eu e Juca caímos na gargalhada pois era visível que o Lucio tinha problemas em relação a fazer sexo com homens, mesmo que sentisse tesão era como se ele sempre se sentisse culpado por algum motivo. Enfim eles seguiram nos seus afazeres deixando marcado uma cerejinha no sábado e eu fui pra casa já com os culhões fervendo de tesão.

Jorginho dessa vez estava em casa nu na cama tirando um cochilo, parecia ter acabado de tomar banho e eu fui tomar um também e procurar algo pra comer, e enquanto comia liguei pra Solange perguntando como estavam indo as coisas as quais ela disse que estavam indo bem, me deu uma bronca por ter ficando sabendo pela nossa nora que Jorginho estava cozinhando pra mim e me acusou de estar me aproveitando do moleque, eu ri da situação imaginando que ela não fazia ideia dos abusos cometidos na nossa casa esses dias e quem os cometia.

Enfim resolvi matar meu tesão e subi para o quarto,vendo o moleque de bundinha pra cima peladinho parecendo estar so esperando minha lingua dentro dele. Subi na cama e comecei a cheirar aquele corpinho sentindo o odor adocicado e a maciez da sua pele, lambi as poupas e então as abri um pouquinho observando aquele anelzinho de coro que estava bem vermelhinho e estufadinho de inchaço das duas rolas que ele levou noite passada, dei uma linguadinha de leve nas preguinhas e saboreei o gostinho de cu. Jorginho acordou se espreguiçando mas sem tirar a bundinha da minha cara, estava na hora do abuso, estava na hora de eu seu abusado por aquele tesão de moleque.

—Olá moleque?

—Oi seu Wagner! Faz tempo que o senhor esta ai?

— Não, acabei de chegar! Você ta muito cansado? Se estiver eu paro.

— Não, eu quero, quero mais.

— É? O que você que mais, diz pra mim.

— hummm... eu quero que senhor chupe mais o meu cuzinho, que me beije mais e me coma mais — Ele praticamente gemia ao falar.

— Quer minha lingua no seu cuzinho assim é? — Eu enfiei minha lingua tesa bem fundo no seu cu e praticamente lambi a sua pequena próstata.

— Humm...arrr... Assim seu Wagner, assim é que eu quero mais.

Ouvindo sua vozinha pedindo por minha lingua o irei deixando-o de frango assado, me acomodei direito na cama e lentamente lambia e chupava o meu maior motivo de alegria nos últimos tempos. Jorginho agora fazia na minha lingua o mesmo que fazia com minha rola, apertando ela com seu cuzinho o que me deixava de cacete babando no colchão, aquilo se assemelhava mais a um beijo apaixonado do que um sexo oral.

O moleque se retorcia de tesão e prazer gemendo fino feito uma vadia, eu subi com minhas mão pelo seu corpinho e belisquei um de seus mamilos que já estavam durinhos, minha saliva escorria pelas poupas de sua bundinha e sua pele arrepiada deixando seus poucos pelos eriçados dando um toque a mais de excitação ao momento. Meu pau babava duro como uma barra de ferro e um arrepio quente desceu pela minha espinha me deixando dominado completamente pelo tesão que moleque me dava.

O prazer ali era tanto que enlouquecido eu aumentei a pressão nas chupadas quase arrancando o cuzinho do garoto com meus lábios, ele deu um gritinho fino e baixo passando a sussurar.

— Isso seu Wagner...Chupa assim...me chupa assim... arrr. — As mão dele se agarram a minha cabeça me puxando ainda mais para aquela dentro bunda — Aiiiiiiiii (grito) arrrrr... Eu quero sempre mais seu Wagner, sempre assim... Aiiii (grito).

Eu continuava a chupar agora desesperado por aquele cu, sentindo o seu gosto e usando cada vez mais força nas chupadas. Se continuasse assim ou eu ia arrancar o cu dele ou cu dele ia engolir minha lingua. Então ouvi um grito mais alto do que os anteriores e senti as pernas do moleque se retesarem e depois se estenderem moles do gozo alucinado que ele teve, passei as mão na sua barriga e untei aquele leitinho e trouxe a minha boca, voltando novamente a chupar o seu cuzinho. Jorginho estava mole no colchão mas eu não queria parar, era o que mais gostava, amava aquilo ainda mais do que chupar uma buceta, alias mais do que chupar qualquer outra coisa, era ele, o cu dele, o corpo dele, tudo nele.

Me levantei num pulo e virei seu corpo de bruços, coloquei um travesseiro embaixo de seus quadris e enfiei minha rola toda babada sem dó e nem piedade, Jorginho gritou alto novamente, mas eu não me importei. Meu pau estava doendo de tão duro sendo apertado e mastigado naquele cu que parecia me querer me engolir, e o moleque mesmo mole ainda tinha forças pra rebolar a bundinha pra mim.

Deitei meu corpo sobre ele para beija-lo, sua boquinha veio quente e dengosa, suas costas no meu peitoral faziam o calor subir ainda mais e sem esperar muito eu comecei a fuder violentamente aquele rabo que me comia, me chupava, me sugava e me devorava dentro dele. O som de pele contra pele ecoava pelo quarto em sintonia com meu urros e os gemidos e gritos de Jorginho.

Eu então apoiei meu corpo sobre os punhos serrados no colchão e aumentei a potencia das socadas, o moleque por sua vez arrebitou ainda mais aquele bundão que ele rebolava pra me receber dentro dele enquanto mordia gritava com cara enfiado no outro travesseiro. Meu suor pingava em suas costas, escorrendo e lambuzando todo o seu corpo e o cheiro adocicado da sua pele se misturava ao meu cheiro de macho preto e ao odor de cu, rola e sexo. Meu pau estava em brasa dentro daquele buraco e seu sentia cada centímetro das pareces anais, elas macias e me apertavam e me deixavam com a cabeça do pau roxa, o pau que agora saia quase totalmente dele e voltava com fúria e violência em um ritmo ensandecido.

Jorginho então estremeceu em baixo de mim gritando e ficando mole de noo em mais um gozo, meu pau pulsou dentro dele em meio as estocadas e sentido aquele turbilhão de sensações eu gozei forte e gostoso sem diminuir nem um pouco a velocidade das metidas e mesmo após o gozo eu continuei a meter e meu pau parecia estar ainda mais duro.

O meu desejo pelo garoto parecia aumentar ainda mais. Jorginho nem se mexia mais, estava apenas de olhos fechados mordendo os lábios. Sai bruscamente de dentro dele e o puxei puxei para a beirada da cama de frango assado e soquei meu pau novamente. Voltei a estocar com força vendo a gala que já tinha la dentro deixar a penetração mais macia, me abaixei um pouco para beija-lo, ele colocou os braços em volta do meu pescoço eu comecei a apertar seu mamilos durinhos ainda de novo. O moleque tirou a boca da minha quase levando a minha lingua junto com ele e gritou feito um louco.

Eu me levantei com ele no meu colo e passei a fode-lo em meio a gritos e urros, sentia meu leite saindo do seu cu e escorrendo para minhas coxas, o leite estaa bem batido.

— Eu vou te matar moleque, vou fuder tanto o seu cu que você ai sair do seu corpo seu puto.

— Arrrrrr...Aiiiiii (grito)

— Gostou de dar pra mim e pro Edu ontem gostou?...Fala pra mi se você gostou do meu pauzão preto e da rola grossa do Edu dentro de você?

— Gostei... arrrr. Gostei muito.

— Érrr? E ocê quer mais quer? Quer mais rolas no seu cu seu safado gostoso?

— Quero seu Wagner, eu quero muitas rolas no meu cu, mas eu quero a mais a do senhor.

— Você me quer mais seu puto, pois eu vou te dar mais... Os outros caras estão doidos pra fuder você, mas so eu posso comer esse cuzinho todos os dias.

— Sim... arrr... eu vou dar pra todos eles, eu quero os piu-pizões de todos eles.

— Seu puto, assim você acaba comigo... Tomar rola moleque, toma minha rola nesse teu cu gostoso, toma seu safado.

— Aiiiii (grito)

Eu puxei ainda mais o moleque pra mim aumentando o ritmo das estocadas e sem muito demora eu acabei me derramando em gozo mais uma vez dentro daquele cu. O gozo foi tão forte que eu perde o equilibrio e cai com Jorginho no chão que rolou para o lado se desgrudando de mim.

— Des...Desculpa garoto, você ta bem? Se machucou?

— Não, eu to bem seu Wagner.— Ele veio se arrastando até mim, pensei que ele ia se deitar sobre o meu peito mais foi direto com a boca no pau e começou a lamber ele todo deixando bem limpinho.

— Arrr... moleque safado, so não chupa ele por que ta dolorido.

— Hamham...

Ainda cansado resolvi retribuir e trouxe sua bundinha até meu rosto, limpei aquele cuzinho com minha lingua assim como ele fazia com meu pau. Foi uma foda e tanto, a melhor foda de todas, eu estava morto e ainda sim me sentindo vivo como nunca antes. Não fudemos mais durante a noite, pedimos pizza, comemos e fomos dormir exaustos.

Oi galera, peço realmente desculpas pela ausência de contos, contudo, espero que tenham aproveitado esse conto e os que viram. Boa punheta a todos e não deixem de comentar.

Comentários

22/06/2017 14:36:01
perfeito
22/06/2017 09:31:49
Esse conto é um espetáculo! Ansioso pela continuação...
22/06/2017 00:04:49
ESSE JORGINHO DE SANTO NÃO TEM NADA MESMO. MUITO MAIS ESPERTO QUE OS ADULTOS QUE FODEM ELE.
21/06/2017 21:13:05
Esse conto é um tesão,achei que não voltaria mais......

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