Casa dos Contos Eróticos

Pra me salvar da tara em cu, minha mina me levou pra igreja e fizemos voto de castidade

Meu nome é Jonathan. Tenho 1, 81m, sou moreno claro, cabelo curto, corpo legal e sempre pronto pra qualquer problema, um cavanhaque de leve no rosto meio bruto. Dos 17 aos 21 vivi sem regras, tendo todo contato com vários tipos diferentes de pessoas, ambientes, drogas e hábitos. Quando coloquei os pés no chão quente do morrão pela primeira vez, não quis outra coisa senão a malandragem, andando com os crias, aproveitando de uma vida onde a nossa maior responsabilidade como moleque solto era não ter metido barriga em alguma mina. A maior luxúria era quando a novinha pedia pra gente só comer o cu dela porque a mãe levava no ginecologista pra descobrir se ela ainda era virgem. Tarado em cu, descobri cedo o que era o sexo, me achava até precoce pra todas as putarias que fazia com as vagabundas da rua ou na favela, mas tudo isso mudou no dia em que conheci a Carla, minha atual namorada. Ela sempre foi uma parceria responsa, totalmente diferente das garotas que eu currava. Já na primeira vez que a vi, fiquei apaixonado com o jeito meigo de andar e o vestido branco de princesa que vestia. Eu, todo errado e imundo das sujeiras do mundo carnal, ela ali, tão pura e benevolente, me dando atenção. Foi bastante difícil me aproximar, ainda mais que a Carla é evangélica e seus pais super conservadores, mas com muita paciência, calma e conversa, a gente foi conversando e se envolvendo, até o ponto em que começamos a namorar. Tudo bem.

Logo de cara, por mais que tentasse não me deixar levar pelo momento, não conseguia tirar essa garota da cabeça. Talvez por eu me considerar não merecedor de toda atenção, carinho e dedicação, achava que tinha que fazer todo o meu máximo para vê-la feliz e manter o relacionamento fluindo da melhor maneira possível.

- Essas coisas não vão te fazer bem, meu amor.

- Mas amor..

- É só reduzir, John. Não tô te pedindo pra parar de vez.

Eu parava de discutir quando ela segurava minhas mãos e falava olhando nos meus olhos. O cabelão loiro, o corpinho sinuoso de moça que está virando mulher. Pensava em tudo isso e em todos os nossos momentos bons, que eu nunca queria que acabassem.

- É por nós, né?

- É tudo por nós, meu amor.

Foi assim que fui me tornando outro cara, completamente diferente da vida que tinha antes de conhecer a Carla. Parei de beber, fumar e usar qualquer tipo de drogas. Abandonei os contatinhos das piranhas que conhecia, tudo em prol do relacionamento e de um futuro maravilhoso e abençoado com a minha namorada, segundo às vontades dela e de suas crenças evangélicas. O auge de todas essas modificações se deu quando fui junto com ela à igreja e, do nada, vários casais jovens foram chamados ao palco. Sem saber muito, mas disposto a tudo para vê-la feliz, fomos abençoados pelo pastor e descobri que se tratava de uma cerimônia de voto de castidade. Ela planejou tudo e só me contou em cima da hora. Totalmente inebriado pela beleza e graciosidade da minha namorada num vestidão branco e usando um anel junto comigo, fomos até o microfone e fizemos o voto.

- Nós escolhemos esperar! - dissemos juntos.

Fomos aplaudidos como se estivéssemos casando, ambos rindo à toa, mas só porque eu ainda não tinha pensando nas conseqüências físicas e práticas de ter feito aquilo. Tudo bem.

O tempo passou depressa e nosso namoro só foi pra frente, assim como nossa intimidade. Voltei a estudar e comecei a trabalhar, enquanto Carla fazia curso pré-vestibular, ou seja, quase não sobrava tempo pra gente se ver, a não ser pela igreja. Era nos fins de semana que seus pais deixavam a gente namorar, mas no sofá de casa e debaixo do nariz deles. Como eu tava envolvidão, era melhor do que nada. Só que, com pouco mais de um ano de namoro, comecei a subir pelas paredes por conta da falta de sexo. Pior de tudo era que até com as punhetas tinha parado, talvez de tanto ir pra igreja com ela e ter que ouvir tantas coisas em relação ao varão que é escolhido por Jesus e tudo mais. Resultado: sem sexo, sem gozar. Foi só depois que tirei a carteira de motorista que meus sogros liberaram mais a garota pra sair comigo, mas somente ao shopping ou ao cinema, daí direto pra casa. Numa das vezes que voltávamos de algum evento, parei com o carro na porta da casa dela e demos uns amassos de despedida. Mordi o beiço dela sentindo a rola endurecendo na calça, ao mesmo tempo que a Carla resistia de continuar beijando, mas ainda assim me deixando continuar.

- P-Pára. A gente não pode, amor.

- Mas só um pouco, tá tão bom.

- O pastor falou disso, a gente sabe aonde esse caminho leva.

Virou os olhos azuis pra mim e fez a carinha de triste.

- Boa noite, tá? E não fica triste.

Eu tentava me emburrar por qualquer coisa, mas o beijinho no canto da boca curava tudo. Fui pra casa de pau duro, me recusando a bater punheta, ainda mais que a reação dela foi melhor do que esperei. Ela me beijou intensamente, mas parou antes que pudéssemos evoluir, então cedeu um pouco durante algum tempo. Tudo bem.

Numa das vezes em que retornamos do encontro de casais, meus sogros tiveram de ficar por conta do compromisso que haviam estabelecido com a igreja, então nós chegamos em casa antes deles e ficamos completamente a sós. Foi a primeira vez que vi seu quarto todo jeitoso e cheio de livros, com cheiro de rosas. Sentei na cama e, sem mais nem menos, ela começou a trocar de roupa bem na minha frente, ficando só de calcinha e sutiã. Não consegui só observar a cena, tive que levantar e abraçá-la, e foi aí que ela se assustou.

- Calma, amor!

- Quando você entrou!?

- Achei que você tinha visto, poxa.

Ainda abraçados, sentia seu corpo morno contra o meu, num contraste que me aquecia por completo.

- Eu tenho que me vestir.

- Calma.

Ficamos um tempo só nos sentindo, até que ela virou e me abraçou de frente, os seios fartos pressionados contra meu peitoral. Começamos a nos beijar e logo o caralho começou a despertar na calça. Daí já fomos caindo pra cama, onde o amasso foi ficando mais quente, um por cima do outro, os dois embolados. Quando a coxa dela bateu na minha ereção, senti que ia recuar e a segurei pela perna, como se a engatasse em mim. Só que isso fez sua virilha vir contra a minha, ou seja, a safada veio com a pepeca certeiro no meu pau duro, ainda que de calcinha. O beijo então ficou mais forte e ganhei uma mordida.

- Ssssss! Hmmmm!

Ela gemeu no meu ouvido, foi aí que enlouqueci e apertei sua carne branca, deixando a marca vermelha dos meus dedos imundos de homem mundano. Quando o bagulho pareceu evoluir, minha mina levantou e se vestiu rápido, meio que não querendo me olhar.

- Ah, que foi amor?

- Não pode, Jonathan. A gente não pode, você sabe disso, eu já te falei isso.

Tentei argumentar, mas poucas vezes a vi assim nervosa. Quando começava a não me olhar, era porque não tinha mais conversa. Eu já havia perdido mais esta batalha, mas ainda não a guerra.

- Então não fica nervosa, a gente não fez nada, já paramos.

Veio do meu lado, levantou minha mão e tocou nossas alianças do voto.

- Se continuar assim, é melhor a gente tirar isso e se afastar, Jonathan.

Recado dado. Saí da casa dela naquele dia pra não deixá-la mais irritada, mas não me sentia triste, pelo contrário. Saber que a Carla tinha se permitido ainda mais só piorou minha mente no sentido sexual da coisa, até o ponto onde não consegui mais me controlar e, mesmo temente à religião, me acabei na punheta em casa, lembrando da sensação quente da bucetinha molhada dela encostando na minha vara. Gozei várias vezes, joguei fora o leite já fora da validade que tava no saco, saí do banheiro leve de tão vazio por dentro. Tudo bem.

Depois desse ponto em que a masturbação virou hábito outra vez na minha vida, manter o controle passou a ser mais fácil e também mais difícil. Como não transava com minha mina, me sentia tentado a sempre bater uma punheta melhor que a outra e isso acabava se tornando um desafio. Gostava de socar na casa dela, às vezes com suas calcinhas de seda enfiadas debaixo do nariz, que eu pegava do cesto de roupas, só pra aumentar o tesão com o cheirinho suave da bucetinha dela. Quando dava sorte, ia pro banheiro assim que a Carla saía do banho e podia sentir a quentura daquela pepeca ainda impressa no tecido, mas logo em seguida me sentia arrependido e pecador, como se fosse escravo da carne. O que mantinha o ciclo era estar com ela e desejá-la, além de sempre ter sido meio tarado por causa da juventude precoce, então não me livrava do hábito, mesmo com a sensação de que estava fazendo algo errado. Pra piorar, quanto mais me masturbava, mais me sentia tentado e necessitado de atos simbólicos, até o dia em que me peguei socando o maior punhetão com a calcinha da minha sogra na cara, completamente perdido nos meus próprios pensamentos, talvez dando um 'Olá!' ao meu eu passado, que, afinal de contas, ainda era um eu. Como sempre, depois do gozo bateu aquela desolação e cada vez mais eu me sentia distante do paraíso, da perfeição e, conseqüentemente, de Carla. Por conta de todas essas situações, tensões e distâncias, bolei um fim de semana perfeito pra nós. Levou um tempo porque precisamos despistar os coroas, mas consegui levar minha namorada pra casa de campo do meu pai. No começo até ela tava meio escaldada, mas assim que chegou ficou impressionada com a beleza do lugar e o clima de montanha. Fizemos de tudo: andamos de pedalinho, visitamos pomares, trilhamos pelas cachoeiras e bebemos bastante vinho ao redor da lareira. Quando a madrugada caiu, como esperado, fui dando aqueles beijinhos no ombro da gatinha e descendo a alça de seu babydoll, já deitados na cama.

- Hoje é a primeira noite que a gente vai dormir juntos, sabia?

Animada, ela já foi me fazendo repensar.

- Só dormir mesmo, né Jonathan?

Puto por já ser dispensado de cara sem nem uns amassos, não sabia o que dizer. Ela percebeu meu semblante e começou a falar.

- Agora vai ficar com essa cara? Então foi pra isso que você me trouxe aqui, né? Eu jurando que era pra passar um tempo juntos, românticos.

- É que parece que você não me quer, fico me sentindo rejeitado.

- Isso é sério, Jonathan? Não, sério, olha pra mim. Fala isso me olhando.

Lá vinha o nervosismo dela outra vez.

- Eu quero ir embora agora, não vou dormir aqui. Você pode me levar?

Diferente do que eu havia planejado, saiu errado quase que o plano todo. A gente voltou mesmo, mas ainda pegou uma chuva que sujou o carro de lama e eu tive que lavar tudo quando cheguei. Pra não perder o costume e descarregar a raiva, mais três punhetas até a hora de dormir. Tudo bem.

Pra não ter mais atritos naquilo que eu ainda chamava de relacionamento, mesmo gostando muito da minha mina, passei a ser menos exigente e mais calado. Eu sabia que esse era o possível caminho para o fim, ainda mais considerando que meu sentimento se tornava cada vez mais eclipsado pela dependência e abstinência sexual. Pior que isso era saber que ela era minha namorada, a pessoa que me amava e eu amava de volta, a mulher com quem mais queria transar até então. Há algo mais natural e básico do que o sexo? Eu entendia o voto, mas não conseguia crer que amá-la fisicamente fosse arruinar nossa felicidade como casal pelo resto de nossas vidas. Pelo contrário, era pra abrir portas para o futuro, mas ela continuava não vendo dessa forma. As coisas foram caminhando desse jeito até o dia em que minha sogra jogou um assunto na mesa do almoço de domingo.

- A festa de casamento da Lídia é sábado, lá no sítio.

Lídia era uma prima mais velha da minha mina.

- Tô sabendo.

- Ela mandou quatro convites.

Na mesa, eu, Carla e seus pais. Quatro. Apontei pra mim e ela confirmou.

- Eu e seu pai vamos missionar, por isso não iremos.

Olhei pra ela, mas a cara era a mesma.

- Vamos, amor?

- Não.

Não respondi. Esperei que todos terminassem de comer e voltei a falar quando ficamos a sós.

- Por que você não quer ir?

A única coisa que sabia do resto da família era que o contato com eles era muito pouco devido ao nível de religiosidade dos pais da Carla. Pelo visto, só eles eram evangélicos, por isso preferiam viver distantes do restante, seja lá por qual ou quais motivos.

- Eu não vou porque eles sempre me chamam e eu nunca fui.

Aquilo parecia eu quando ainda pedia aos meus pais pra me deixar sair, bem novinho.

- E por que você nunca foi?

Ela fez cara de paisagem.

- Ah, meus pais nunca me levaram.

- E por que agora a gente não vai e vê como é?

- Porque eu não tenho essa vontade, Jonathan.

Cruzei os braços e fechei a cara.

- De novo com essa cara de bunda?

- Eu não tô te pedindo pra ter vontade de ir, Carla. Só tô dizendo que poderíamos aproveitar a oportunidade, poxa! Ela vai fazer uma festa num sítio, deve ter piscina, sua família toda deve estar lá, que mal tem nisso?

Ela respirou fundo e ia começar a falar, mas eu voltei a dizer.

- Além do mais, é a festa de casamento da sua prima! Você tem algum tipo de rancor ou mágoa deles, é isso? Ela mandou quatro convites, lembrou até do seu namorado e você não vai nem aparecer pra desejar felicidades, Carla?

Ficou um tempo me olhando imóvel e incrédula. Fechou a boca e desistiu. Sem tempo pra raiva, eu só a abracei, pra mostrar que estava disposto aquilo.

- Não quero te irritar, só quero que a gente aproveite mais as oportunidades de se divertir. A gente não vai mudar por causa de uma festa, meu amor.

Dei-lhe um cheiro no pescoço e beijei-lhe a boca. Só peguei as chaves, carteira e saí. Ela precisava de um tempo pensando e isso foi do domingo até a quinta-feira à noite, que foi quando me ligou e conversamos bastante. A conclusão foi que iríamos ao churrasco no sítio como uma forma de fazer as pazes. Tudo bem.

No sábado pela manhã, busquei Carla em casa e fomos juntos de carro até o tal sítio, com o endereço completo já no GPS. Não foi uma viagem curta, fizemos uma pequena parada pra lanchar e ir ao banheiro, mas logo retornamos à estrada. Tudo isso valeu assim que chegamos lá, porque o lugar era absurdo de grande, o sol até que tava maravilhoso e eram mais de não sei quantas piscinas, tudo com música, churrasco e bebida liberada. A todo momento, minha mina parecia meio insegura ou então curiosa, como se esperasse pela minha reação ao conhecer a galera. E acabou que ela não errou, meu queixo caiu no chão assim que pisei na grama daquele ambiente e senti um calor familiar por debaixo dos pés.

- Priiiiiimaaa! Não acredito, olha como você cresceu!!

A primeira a aparecer foi a própria Lídia, que reconheci por uma aliança enorme no dedo, porém seios maiores ainda, quase que saindo pela lateral do biquininho. Uma cintura fina que com certeza era de família, assim como os quadris largos, como se fosse uma pêra. Um pouco mais morena que minha namorada e aparentando ser bem nova, apesar deu saber que era a prima mais velha.

- Jô, vem cá ver quem tá aqui! Carlinha!

Atrás dela, veio outra com o corpo parecido, mas bem mais novinha. Todo mundo se beijou e cumprimentou, fui apresentado e logo estávamos devidamente socializados. Aquela parte da família era bem grande, por isso a escolha de um lugar tão imenso pra comemorar. Como eu previ, a diferença entre eles e meus sogros era um contraste drástico: ali estava o povão. Todo mundo bebia, fumava, falava palavrão, dançava funk, pagode, samba, eram bem soltinhos. Todas aquelas pessoas pareciam parentes distantes meus, me sentia como se fosse mais da família do que minha própria namorada, que só ficava sentada fingindo que conversava com uma prima meio roqueira, do cabelo lilás. Essa boa convivência me deixou nostálgico, sentindo uma energia calorosa espalhar pelo corpo. Completamente envolto no jogo, peguei um copo de cerveja e me servi, sentindo na língua a gostosa e gelada sensação de álcool diluído em cevada. Dei algumas goladas e ela veio de longe, já emburrada.

- Que isso!?

- É cerveja, amor.

- Voltou a beber?

- Não, esse é o primeiro copo.

- É sério?

- Juro, amor.

Antes que começasse a ficar irritada, mantive a calma e continuei a conversa normal.

- Aposto que você nunca experimentou cerveja e tá irritada a toa.

- Claro que não.

- Então prova, depois você fala.

Ofereci-lhe o copo e ela não se fez de rogada, tomou um gole tímido, esperou um pouco e virou o resto.

- Ô, vai com calma que esse é meu!

Pronto, fiz a descoberta que faltava. Carla amava uma cervejinha e não sabia, tudo por conta dos hábitos religiosos dos pais. A gente ficou bebendo juntinhos na mesma mesa onde estavam a maluca do cabelo lilás e um molecote que também tinha uma cor zoada no cabelo, sendo que ambos eram a cara um do outro. No meio de muitos beijos e cerveja, a Carla foi ficando altinha e querendo mais toques e amassos. Em pouco tempo, a gente saiu dali e foi se pegando pra um dos quartos de hóspedes, onde estavam nossas malas. A piroca já tava estalando dentro da calça, caí por cima dela e, quando estávamos tirando as roupas, a bendita foi lembrar de celular.

- Deixe o telefone lá na mesa, amor.

- Mané telefone..

- É meu celular, poxa.

Não aguentei outra vez aquele jogo bobo de nervosismo. Vesti a roupa com certa dificuldade pra guardar o cacete todo duro.

- Se quiser eu vou lá e pego.

- Não, eu pego.

Tudo bem.

Voltei à mesa e só encontrei a prima do cabelo lilás mexendo num celular. Procurei o aparelho e não achei. Ao me ver, ela sorriu e aí observei que o telefone que usava era o da minha namorada, sua prima. Além disso, o óculos escuros na cabeça também parecia com o de Carla.

- Esse celular.. ?

- Sim.

Sorrindo, me devolveu o aparelho sem qualquer explicação e só ficou me olhando, uma cara meio de bêbada, porém sacana. Foi aí que me liguei que a safada me manjou de leve, eu ainda tava meia bomba. Vendo-a de cima, até que parecia um pouco a Carla, branquinha, olhos claros, exceto pelo cabelo excêntrico na altura dos ombros, mas o mesmo corpinho curvilíneo e sexualmente sinuoso. Eu queria muito não ter percebido a maneira como ela deslizou os dedos sobre minha mão na hora de passar o celular, mas não teve jeito. Dei um sorriso sem graça, talvez por ainda estar no brilho da bebida, e foi aí que o outro rapaz do cabelo colorido chegou com mais bebidas pra eles.

- Olha ele aí, Lila!

Ela nem virou, só sorriu e pegou o copão de vodka da mão dele, dando uns goles pelo canudo. Estático, olhei pra ele e voltei a observá-la, sabendo que precisava sair logo dali. O corpo estava mais quente do que nunca, como se soubesse exatamente o que precisava fazer, onde deveria estar e com quem. E do jeito que ele falou, parecia que já haviam comentado sobre mim antes. Quando finalmente tomei coragem de falar do óculos, a safada me ofereceu uma chupada no canudo.

- Quer?

Nem pensei, só tomei um pouco da bebida e senti o gosto de limão misturado ao álcool. Ela não me entregou o copo, apenas permitiu que bebesse da sua mão, então acabou que minha mão ficou por cima da dela e isso foi ainda mais malicioso. Pra completar, o rapaz também me ofereceu a dele, que tinha uma cor diferente, mas eu recusei.

- Tem certeza? Eu não faria isso.

Estendeu a mão na minha direção e, num movimento mais rápido do que o necessário, provei da deliciosa mistura de melancia com vodka. Antes de devolver, mais dois goles.

- Não falei? - respondeu sorridente.

Tornei a encarar a menina e, devagar, tirei o óculos escuros da cabeça dela. Sorrindo, ela voltou a falar.

- Ih, isso também é dela!

- Cuidado que ela é maloqueira, se deixar rouba tudo dos outros.

Sem tirar o sorriso do rosto, ela cotovelou o garoto e ele reclamou.

- Lila? - perguntei.

- Sim.

O mesmo sorrisinho de vagabunda jovenzinha, doida pra entrar na vara.

- É por causa do cabelo?

- Quase isso, John.

Rimos e aí olhei pro cara. Muito parecido com ela, branco, olhos claros e várias mechas coloridas no cabelo, parecia meio louro, laranja, vermelho..

- E você?

- Léo. Irmão gêmeo dela.

E sorriu, quase tão piranho quanto a safada da Lila. Agora tava tudo explicado o porquê daquilo, eram duas ninfetinhas atrás de macho. Nesse instante a música desceu de volume e só aí me dei conta de quanto tempo havia perdido ali, sendo que a Carla me esperava no quarto. Sem me despedir, só voltei meio que apressado. Encontrei minha namorada já dormindo de bêbada, mas não ia desistir logo agora. Deitei ao seu lado tirando a roupa, chamei por ela, dei beijos na orelha, mas nada dela acordar. Cheguei ao ponto de sacudi-la, mas a ideia foi péssima.

- Você tem problema? Deixa eu dormir, porra!

Não acreditei no que escutei. Essa foi a primeira vez na vida que ouvi Carla falando um palavrão. Nem quando brigava comigo ou com os pais chegava a este ponto. Meio puto, botei a roupa e deitei na minha cama, do outro lado do quarto. Virei pra um lado, virei pro outro, mas nada do sono bater. Sentindo que a energia quente precisava ser gasta de alguma forma, calcei os chinelos e saí pela noite do sítio. Tudo bem.

Retornei à mesma mesa de antes, mas não encontrei Lila ou Leo. A maior parte do pessoal já tinha entrado ou ido embora pra retornar no dia seguinte. Pela grama, só as mesas, cadeiras e algumas latinhas jogadas. Algumas das piscinas ainda estavam acesas, mas nenhum sinal de ninguém. Andando mais pra parte afastada, além dos campos de futebol, comecei a sentir um cheiro que conhecia do meu passado. Fui seguindo por um caminho que levava aos vestiários e, numa escadinha lateral feita de cimento, vi a fumaça densa no ar, pesada, com dificuldade pra dissipar. Cheguei perto e, de cima, assustei os dois.

- Peguei, né?

- Olha ele aí, Lila!

Sorri e ela virou assustada.

- Que susto da porra, John!

Esse era um apelido que poucos me chamavam. Leo e a irmã estavam fumando maconha, bebendo cerveja e catuaba. Sentei ao lado dela no degrau, de frente pro garoto, e peguei um copo de bebida pra poder acompanhá-los. Ficamos num silêncio agradável, até que a Lila passou o baseado e eu era o próximo na roda, ainda que não tivesse pensado nisso, já que era um hábito da vida que levava antes de conhecer a Carla. Antes de pegá-lo, falei.

- Como você sabe que eu fumo?

Quando ela ia responder, tornei a falar.

- Aliás.. Como você sabe que meu apelido é John?

Os olhos pequenos e vermelhos, o mesmo sorrisinho de lolita.

- Tá no seu facebook, John.

Ela fazia questão de repetir o apelido de forma meio debochada, ousada, me atiçando.

- Mas eu não tenho vocês adicionados.. A menos que alguém tenha me procurado, né?

Os dois ficaram sem graça, mas eu ri.

- Tô só botando pilha em vocês!

Peguei o baseado e o passei direto pro Leo. Ele segurou minha mão antes de pegar.

- Tem certeza que não quer nem dar um dois?

- Eu me afastei disso há um tempo, e tem a Carla também.

- Ah.. - Lila falou. - A Carla.

O mesmo tom debochado.

- Tem problema?

O Leo começou a beber no copo, escondendo o riso, enquanto ela só riu e não respondeu, com a cara de chapada.

- Não, claro que não.

Eu ri e ela me olhou.

- É por causa da religião dos pais dela, né? Podem falar.

Ficamos bastante tempo conversando várias arbitrariedades sobre a família deles. Foi aí que ela admitiu que foi no meu facebook quando soube que a Carla estava namorando pela primeira vez. Na época, eu ainda tinha fotos em baile funk, várias piranhas rendendo na timeline, então isso deve ter feito uma primeira impressão que não foi a mesma de agora, depois de tanto tempo e no pessoalmente.

- Você é evangélico, então?

- Bom, não.. Eu meio que entrei nisso tudo de uma hora pra outra.

O efeito do álcool me deixou falante, ou de repente foi o excesso de tempo que passei calado ao lado da Carla nos últimos tempos. O clima parecia ficar mais frio e estávamos cada vez mais próximos, os três. Na terceira volta que o baseado deu, eu perdi a inibição e dei duas tragadas.

- Dar um dois não vai matar ninguém, né?

- Com certeza não.

- Pode apostar, John.

Com os dois me olhando, dei os puxões e senti a fumaça carregada de THC se expandir pelos meus pulmões, se espalhando pela corrente sanguínea. Antes de rodar outra vez, uma terceira e última tragada que me deixou zonzo, até porque não fumava erva há mais de um ano. Senti que ia tossir e comecei a forçar a garganta. Imediatamente, Lila pôs as mãos nas minhas costas largas e deu alguns tapas.

- Vai com calma, John!

O jeito que aquela garota repetia meu apelido me deixava um pouco galudo, ainda mais depois do fracasso na tentativa de finalmente comer a Carla. Mesmo viciado em punheta, não lembrava quando foi a última e estava sentindo a falta. Com álcool e maconha na veia, relaxei de vez, esticando as pernas peludas e jogando a cabeça pra trás, totalmente solto e apoiado com os cotovelos no degrau de trás. Fechei os olhos e senti tudo que acontecia ao meu redor, como se os sentidos fossem aumentados em muitos níveis.

- Eu não entendo. - Leo perguntou.

- Não entende o que?

- O que você vê na Carla?

Eu parei e pensei, lembrando de todos os bons momentos do relacionamento, usando isso como resposta. Ele não se deu por respondido.

- Não, não perguntei o que você viu, até porque o namoro começou. Perguntei o que você ainda vê.

Pensei naquela pergunta, mas não havia resposta. Lembrei de como me tornei calado e omisso nos últimos meses de relacionamento, só por causa da abstinência sexual e da falta de vontade da Carla por mim, ainda que tenhamos feito o voto de castidade - eu sem saber, né?

- Olha.. Eu entendo a dúvida de vocês. Vocês devem ter visto como eu era, mas isso ficou no passado. Hoje eu descobri que a Carla gosta de beber. De repente é algo que vai deixar ela mais solta, né? Mesmo sendo evangélica e tal.

Não adiantou.

- Mas essa resposta só serve pro futuro. E se ela não quiser beber por causa dos pais, o que vai sobrar no namoro de vocês?

Eu não tinha mais resposta, e pior: o Leo tava certo. Mesmo assim, não podia quebrar ali na frente dos dois. A perna começou a balançar de nervoso e logo o baseado retornou à minha mão.

- Vou tentar resumir pra vocês: meu eu antigo não existe mais graças à Carla, eu pretendo seguir assim até onde der.

Foi nesse momento que ambos me olharam e riram juntos, se olhando. Eu ia perguntar, mas olhei pra mim mesmo e me vi segurando o baseado e fumando que nem antigamente. Mesmo na noite fria, os pés no chão estavam queimando. Pra ser sincero, desde que cheguei me sentia visitando meu eu do passado, no meio de toda aquela gente livre e sem mimimis e pudores desnecessários. Parecia que todas as coisas que dizia naquela conversa eram mais pra eu mesmo acreditar do que os dois irmãos, primos da minha namorada. Sem mais nem menos, Lila colocou a mão sobre minha coxa e a apertou de leve, na intenção de pará-la.

- Tá nervoso, John?

Antes deu responder, ela veio pra cima com tudo e enfiou a língua na minha boca de forma agitada. A mão na perna foi em cheio no meu caralho e foi aí que eu me perdi. Mesmo sabendo que fazia algo errado, a mente estava tomada de pensamentos controversos a respeito do meu próprio relacionamento e a mão boba da prima da Carla não parava de segurar meu caralho. Pra completar, ele decidiu dar sinal de vida, pulsando de tesão depois de tanto tempo. Quando retomei meu fôlego e a consciência começou a bater, afastei nossos rostos e observei sua cara de safada. Ela sorriu e mordeu os beiços. Passei o dedo em sua boca e ela o mordeu, chupando-o em seguida e me deixando louco. Como uma podia ser tão demorada e a outra tão safada, ambas da mesma família? Voltamos a nos beijar e ela pulou pro meu colo com aquela bunda pesada, suspendendo a parte de trás da saia e pondo minhas mãos lá. Comecei a apertar suas nádegas sem nem saber onde coloquei o baseado. Quando bateu o pensamento de que estava esquecendo de alguma coisa, senti duas outras mãos suadas e quentes subindo dos meus pés até minhas pernas peludas, mas não quis pensar em quem era. Ainda me atracava com Lila quando estas mesmas mãos chegaram no meu caralho e começaram a apertá-lo.

- Leo?

- Eu?

Olhei pelo lado e o vi todo manhosinho, de joelhinhos no chão de cimento da escada, com carinha de pidão. Fiquei pensando que mandá-lo embora seria injusto, apesar de eu nunca ter feito nada com outro homem, mesmo na minha época de putão. Todo inocente, ele me deu o baseado aceso pra fumar, o que eu fiz com muito prazer.

- O que você tá fazendo? - perguntei.

- Estou prestes a dar a melhor mamada que esse pau já viu.

Lila sorriu, como se colocasse fé no papo do irmão, mas eu não acreditei. Nunca que um viadinho saberia mamar melhor que uma mina com aquela cara de putinha que rouba o namorado da prima. Comecei a gargalhar e parei só pra responde-lo, jogando fumaça no ar e sentindo a cabeça rodar.

- Por favor, né Leo? Tu acha mesm-

O que senti no momento seguinte já foi o bocão quente e úmido agasalhando meu caralho todo de uma vez, até as bolas, sem o menor esforço. A primeira sugada foi tão firme e certeira que senti a cabeça brincar na garganta do filho da puta, mas nada dele tossir ou engasgar. Fiquei tão nervoso que, enquanto isso, a Lila continuava me beijando loucamente, só que eu não dava conta de responder os movimentos da língua dela, primeiro porque o tesão era enorme, segundo porque tava chapando legal. Como alternativa, comecei a pulsar forte o cacete pra cutucar ainda mais o fundo de sua boca e o viado finalmente soltar de mim, mas de nada adiantou. Eu já estava pensando que logo o Leo morreria sem ar, até que ele foi saindo lentamente, arrastando cada parte do céu da boca e da língua áspera em todo o cumprimento da minha vara. A sensação foi tão intensa que automaticamente estiquei as pernas e os pés, encolhendo os dedos, quase que sentindo cãibra. Só aí Lila parou o beijo.

- SSSSSSSSSSSSSSSS! Caralho, viado!

Ele permaneceu ajoelhado no degrau e me olhando, meu pau pulsando involuntariamente entre nosso campo de visão.

- Eu acho que ele gostou, ein!

Não tive resposta. Quando o safado chegou mais perto pra encarar meu cacete, meti o mãozão na nuca dele e o empurrei de novo com a gargantinha batendo no meu caralho, tornando a puxar mais maconha pra dentro da cachola. Pra não ficar de fora, trouxe a Lila pra cima de mim, agarrando-a pela cintura, e já fui tirando a calcinha por baixo da saia. Coloquei ela sentadinha na minha cara e deitei pra trás, só empenhado em me acabar naquela bucetinha apertada e raspadinha, deixando o baseado de lado.

- Hmmmmm!

Chupei-lhe o grelo até senti-lo rígido na minha boca, dedando de leve pelas beiradinhas em movimentos circulares, pra ela poder sentir bem meus dedos. Quando vi que estava bem relaxadinha na minha cara, lambi o segundo e taquei dentro junto com a língua. Enquanto tudo isso rolava ali no calor debaixo da saia dela, meu corpo continuava esticado pra baixo, com a bermuda nos joelhos junto com a cueca e um viado entalado na minha caceta de pé, toda dura. Cada linguada que eu dava na guria, parecia que o safado me engolia, meio que querendo competir no serviço. E que serviço, isso não tinha como negar, hétero ou não.

- Hmmmmm! Ssssss-

Devagarzinho, ela começou a levantar e descer, só pra foder minha língua com a própria buceta, ideia que eu amei, porque dedei o cuzinho da safada e ela não reclamou. Seu irmão engoliu tudo outra vez e ficou parado lá, como se esperasse uma ordem. Travei o boneco pela nuca e danei de foder a cara dele, do mesmo jeito que a Lila fazia comigo, a ponto de sentir o saco bater firme contra seu queixo babado. Basicamente, parecíamos um sistema de três funcionando ao mesmo tempo, um interagindo com o outro, todos ocupados com alguma coisa. Lila começou a ficar molhadinha no mesmo momento que comecei a babar de tanto tesão, sentindo o orgasmo vindo ao longe, pela primeira vez no boquete, e ainda por cima vindo de outro cara.

- Caralho, vou gozar!

- Já?

- Sabem quando foi minha última foda?

Leo parou de mamar e eu não entendi porquê, já que tava perto do gozo.

- Parou?

- Não quero que tu goze agora.

Pensei um pouco.

- Tudo bem.

Lila levantou outra vez a saia e sentou lentamente no meu caralho, sem camisinha. Segurei ela pelas pernas e comecei a foder, todo sem jeito, afoito pela sensação da carne cercando o pau. Por mais que tivesse achando ela apertadinha enquanto a chupava e dedava, o caralho não era todo coberto, dando a impressão de que se tratava de um bom de um bucetão. Ficamos num ritmo gostoso por um curto tempo.

- Queria era comer esse rabão, Lila.

Ela riu e continuou quicando.

- No bumbum não.

Foi aí que Leo deu a volta e veio por cima de mim, sentando com o rosto na minha cara. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, o safado encheu minha boca de cu, não me dando chance de reação senão uma boa de uma linguada naquele buraco apertadinho e rosinha do moleque.

- Issoooooo!! Hmmm!

Uma quicando no meu caralho e o outro raspando as pregas na minha língua com vontade. À cada passada que ele dava com a bunda arreganhada e o botãozinho do cu exposto era uma cuzada que eu ganhava. Chegava ao ponto de sentir as preguinhas fechando e abrindo na ponta da língua, tudo isso ao mesmo momento em que Lila não se continha nas cavalgadas.

- Vem aqui, viado!

Segurei-lhe por baixo, travando os braços por entre suas pernas e abrindo ainda mais seu cu com as mãos. Agora parado e ao meu controle, tornei a dedá-lo como fiz com sua irmã há minutos atrás, sentindo o aperto que seria entrar ali, já que Lila não tinha interesse em liberar a vaga pra mim. Lambi e enfiei o primeiro dedo, com cada elástico de pele daquele travando minha passagem. Fiz vários movimentos, chupei e taquei o segundo. A partir daí ficou mais fácil passar pro terceiro e deixar o viado do Leo devidamente alargado pra mim. Foi nesse momento que percebi que tava mais afoito pra isso do que pela Lila, ainda que estivesse alucinado com as quicadas dela em mim. Pra minha surpresa, a danada se travou toda no meu caralho e, massageando os mamilões com minhas mãos, mexeu o quadril e apertou a pepeca em mim. Senti um esguicho miúdo e ela se jogou por cima de mim, morta.

- Ssssssssss-

Abraçado com seu corpo, fui virando a danada de lado e saí de dentro dela ainda de pau durão, tornando a ficar na posição em que estava. Leo entendeu o recado e já veio sentando em mim. Assim que a cabeça passou, eu já não me aguentava de tanto tesão que sentia e preferi empurrá-lo por trás, ele de quatro na escada e eu atrás dele.

- Isso, viado!

- Bota esse caralho pra dentro, bota!

Eu só obedeci, atolando tudo de uma vez e quase morrendo pelo atrito intenso do pele na pele com aquele cuzinho de viadinho gostoso que o Leo tinha.

- Filho da puta do caralho!

- Ué, não era o que tu queria?

Mexi devagar pra um lado, voltei com a cintura pro outro, posicionei as mãos em seu quadril e, quando senti que estava no controle e preparado pra pistolar aquele rabo de tiro, bateu a maior sensação de nostalgia de todas. Minha mente foi parar no dia que comi um cu pela primeira vez e foi aí que me entreguei por completo aos prazeres da carne, dando início a série de movimentos e estocadas que iam me permitir lotar o cuzinho do primo da minha namorada de leite de macho. Ia fodendo devagar e alongando o pescoço e os braços, como se sentisse algo despertando dentro de mim, um outro ser, quase igual ondas de calor se espalhando ao redor. Era o eu nascido e criado em Sodoma e Gomorra. O eu sodomita, que não podia sentir cheirinho de rabo que a ponta da caralha só faltava babar, farejando quem tava dando mole com a rosquinha na pista, doida pra entrar e fazer a festa com as pregas.

- Huuummmmm!

Em determinados momentos o bagulho tava tão intenso, que botei uma perna pro andar de cima e fiquei só metendo com o quadril, ouvindo o barulho proveniente do choque entre nossos corpos e o saco batendo no saco dele. Olhava pra baixo e ficava impressionado com como um cuzinho tão pequeno e arrebitado daquele era capaz de agasalhar minha tora por completa, deixando só os pentelhos de fora. Essa cena me fez dar as primeiras tapas na carne do bundão do Leo.

- Isso, caralho! Bate mais forte!

Tomado pelo desejo de rompê-lo e corrompê-lo na minha vara, desci o corpo pra frente e comecei a expor tudo que aconteceu ali. Lila nos observava de perto, fumando um cigarro e bebendo, jogada no chão.

- Vocês aqui são todos assim, é?

Falava entre os dentes, indo e vindo no pé da orelha dele.

- Assim como, caralho?

- Bate o fogo no cu aí vale roubar até o namorado da prima, é?

- Safado da porra! Até parece que tu não gosta, seu puto!

- Mas tu quer brincar com quem é tarado, aí é foda!

- SSSSSS! Tu é tarado, é? Caralho!

- Eu sou, sou viciado num cuzinho.

Travei-lhe pela cintura nesse momento e atolei lá no fundo, virando até de lado pra poder ir o máximo possível lá dentro. O viado jogou o corpo pra frente, mas eu o travei pelos ombros e o pressionei de volta contra meu corpo, obrigando-o a aguentar a pica inteira no fundo da olhota do cu.

- Viu só?

- Filho da puta do caralho, fode mesmo!

- Tu gosta mesmo, né? É um viado lolito, você.

- Eu sou!

E se jogou pra trás, ficando quase de pé e se enroscando em mim. Assim, consegui fodê-lo ainda mais controlado, só afastando e trazendo seu corpo de volta, massageando seus mamilos e investindo o quadril, mas não durou muito. Botei o filho da puta de quatro outra vez e tornei a foder firme, botando bastante pressão pra galar logo dentro do rabão.

- Issssssssssso!

- Hummmmm!!

O gozo veio de longe e parece que foi uma sensação chegando pela minha pica. Quando saiu, o corpo todo estremeceu e só consegui sentir o viado travando no meu pau, provavelmente gozando e piscando afoito em mim. Isso só melhorou tudo, parecia que o cu sugava o leite que saía mais e mais. Foram vários jatos de puto tesão e porra quente de macho, tudo dentro do rabo do primo da minha namorada. A irmã dele bateu algumas palminhas de onde estava, como sempre debochada e arreganhada, olhando pra gente. O Leo andou pra frente e se jogou na grama, exausto. Pela primeira vez desde que havia chegado ali, me senti como um estranho e com a rola toda exposta, peladão. Surgiu uma necessidade enorme de sair dali e foi o que fiz, sem dar explicações. Não estava tudo bem.

Voltei ao quarto e perambulei de uma lado pro outro pensando no que fazer. Carla ainda dormir a ponto de roncar. Com uma espécie de culpa enorme no corpo, deitei e dormi sem nem perceber, acordando num susto, 11h do dia seguinte.

- Calma! Bom dia!

Ela tava toda sorridente e já havia acordado há um tempo. Pra completar, já tava com um copo de cerveja na mão. Minha cabeça doeu e as lembranças vieram rápido, me deixando tão preocupado que mal conseguia tocar na minha namorada.

- Que foi, Jonathan? Tá maluco?

- Acho que não tô muito bem.

- Comeu alguma coisa ontem?

Pro bandido, qualquer sombra é polícia. Essa pergunta chegou a me dar náusea e ela escutou o barulho saindo da minha barriga.

- Vou pegar um remédio com minha tia, calma aí.

Quando ela saiu do quarto, abri a bermuda e conferi minha pica. Como não tomei banho, a mistura entre o cheiro de boca, buceta e cu de viado subiu forte e entrou pelo meu nariz, me deixando tonto, mas de um jeito meio negativo. Precisava ir embora a todo custo. Comecei a arrumar as coisas e esperei Carla voltar.

- Amor, desculpa se você quer ficar, mas eu acho que preciso ir num médico. Não tô muito bem.

Eu sabia que ela queria permanecer, mas logo veio a cara de preocupação que tanto buscava na minha encenação. Não ia aguentar passar o dia perto das duas pessoas com as quais transei em menos de 12h, ainda mais sabendo que ambos eram primos da minha namorada. Sem muito alarde, voltamos pra casa antes mesmo de almoçar. Parei outra vez no meio do caminho pra ir ao banheiro e, quando botei a rola pra fora pra mijar, subiu o odor de putaria e promiscuidade novamente, direto do meu caralho. Não teve como, a Carla estava esperando nosso pedido numa lanchonete ao lado, eu soquei um punhetão sem dó e nem me importei de gozar a porra do sanitário todo, desde as paredes até à própria descarga. Depois da descarregada, comemos e voltamos em segurança pra casa. Esta foi a primeira das três vezes em que esbarrei com seus primos em eventos de família, ao longo do nosso relacionamento. E a partir daí, nem sempre ficou tudo bem.

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Comentários

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08/05/2017 11:39:44
Fantástico! Showwww!
15/04/2017 22:29:04
twitter @andmarvin_
06/04/2017 17:27:59
E a Putinha Enrustida Crente, Comeu ou Não Comeu... Só Ficou na Viadagem Mesmo?
06/04/2017 07:17:50
Gostei pra caralho
06/04/2017 01:02:09
Seus contos são foda! Estou viciado!
05/04/2017 14:18:30
Parabéns perfeito
05/04/2017 09:16:22
T O P