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Doidão, fui assaltado por um cafuçu marginal que me confundiu com mulher

Categoria: Homossexual
Data: 22/03/2017 00:05:39
Nota 9.86
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Dia desses marquei com uns amigos de ir numa festa muito baladeira que teria no Centro. De público jovem e com várias tribos diferentes, fui bem à vontade, de bermudinha curta e colada nas coxas, camiseta justa e sapatos com meias altas. Pra completar, ainda usava o cabelo na altura dos ombros, tinha o corpo fino e a bunda empinada. Estava no pique pra arranjar qualquer problema aquela noite, mas nunca saia satisfeito. Enchi a cara, dancei, me atraquei no muro várias vezes com um barbudo gostoso que não parou de encher a mão na minha bunda, mas não passou disso. A galera inventou de fumar maconha e depois droparam um doce. Eu já tava bêbado, fiquei ainda mais destruído. Acabou que só lembro de sair do meio da multidão bem tonto e ir andando pelas ruelas do Centro, procurando por algo. Quando dei por mim, estava sozinho e já cansado de caminhar, sem ninguém ao meu redor. Estava próximo a um viaduto e não tinha mais volta, só mantive o ritmo pela parte de baixo da Avenida, pensando em chegar logo ao ponto de ônibus. A consciência foi retornando lentamente e foi nesse instante que percebi que não estava mais sozinho. Olhei pro lado de relance, me equilibrando pra não cair, e com a visão periférica confirmei que alguém me seguia. O vulto parecia ser maior que eu e ainda estava a uma certa distância, então sai da parte do meio da avenida onde estava e atravessei, pensando em despistá-lo mais à frente. Pro meu azar, o malandro correu sem medo e só deu tempo deu sentir o cano de uma arma subindo pelas minhas costas e uma mão agarrando meu braço. Dei um gritinho!

- É só tu não gritar que eu não te mato aqui, loirinha!

Assustado, tentei me soltar, mas além de bêbado, chapado e drogado, estava mais fraco que tudo. Foi aí que olhei na cara do indivíduo e me deparei com um puta de um cafução gostoso do caralho. Mesmo rendido e na ponta de um revólver, meu cu deu uma piscada braba que nem mesmo o barbudo da festa conseguiu provocar com a mão.

- Eu quero só o celular, princesa. Hoje não vou te machucar, não!

Passou meu cabelo que estava no rosto por trás da minha orelha com o cano da pistola e deu um sorriso sádico, doentio, que me fez arrepiar. Completamente imerso em tesão, senti que podia sair daquela situação da melhor maneira possível. Mesmo estando na mão do palhaço, eu era rato de pista, escondi meu celular dentro da cueca assim que me perdi.

- Eu não tenho celular, moço!

Foi quando abri a boca que o mavambo percebeu que minha voz talvez fosse mais grossa do que deveria para uma donzela.

- Caralho? Tu é viadinho, é?

Ele levantou meu braço só com o mãozão me prendendo, como se quisesse analisar meu corpo. Eu tinha a impressão até de que ele me cheirava como se tivesse cercado uma presa, cheio de fome de cu. Segurou minha mão e me fez dar um girada, quase um cortejo de um macho de rua daqueles pra um viado criado dentro de casa como eu. Foi nesse giro que pude terminar de vê-lo por completo. O cafuçu era escuro, de cavanhaque e tava até que arrumado, com um boné, um casaco aberto no peito revelando alguns poucos pêlos e bermuda de surfista surrada, acumulando um malote provavelmente sem cueca, só de chinelos.

- Eu sou!

Respondi acanhado e meio manhoso. Ele deu outro sorriso fanático daquele e não hesitou em dar uma manjada pesada no meu corpo, me fazendo dar outro giro. Me puxou um pouco pra cima de si e eu fui caindo com a mão no seu peitoral, ficando cara a cara, apesar de menor que ele. Me afastei, ainda sendo segurado pelo braço e ele tornou a falar.

- Tu tá bêbado, é?

- Um pouquinho só, moço.

Comecei a rir e novamente o sorriso no rosto do marginal gostoso. Quando não tava me encarando, tava manjando minha raba, que eu fazia questão de manter empinada enquanto me movia devagar com as pernas. A bermuda curta arrebitava ainda mais e dava o toque final, com a meia até em cima na coxa.

- E cadê tuas amiguinha, viado?

- Eu saí sozinho.

Começou a nos guiar até uma parte baixa da marquise, todo truculento e mandão, me puxando afoito pelo braço. Fomos pra onde era ainda mais isolado do lugar onde estávamos até então. Guardou a arma no bolso de trás e nem se importou em falar mais comigo, já estava decidido sobre o que faria. Quando chegamos, o local estava escuro e havia alguns moradores de rua dormindo. Ele sequer se importou, permaneceu de pé e abriu o velcro da bermuda, colocando um pau preto, grosso e sacudo pra fora. Puxou-me pelo braço meio aflito e foi me colocando de joelho no chão sujo mesmo.

- Abre a boca, viado. - ordenou.

Fiz um doce por alguns minutos, só de charme.

- Não vou falar de novo, filho da puta do caralho!

Tomei um tapa na cara e a cabeça mijada cutucou meus lábios. O cheiro de pica subiu pelas narinas, me deixando louco. Abri bem a boca e deixei que fosse no fundo logo de cara, pra mostrar que mamada da viado não é pra qualquer um. Experiente e querendo me mostrar isso, o puto do bandido tampou meu nariz e isso causou uma reação natural de saída da minha parte, mas o safado ainda bloqueou minha cabeça por trás e foi atolando caralho na goela sem dó.

- Tá maluco? Tu é bicha ou num é?

"Ah, é?", pensei. Travei a respiração e deixei que fosse ao final, sentindo cada centímetro da piroca crescendo e tomando tamanho do lado de dentro da minha cara. A cabeça despontou e bateu na garganta, arrancando algumas lágrimas de nervoso, mas não me dei por vencido, permaneci segurando o ar e com um gosto maravilhoso de piru de homem criado na rua na língua. Quando finalmente o safado desistiu de cabecear minha garganta, respirei fundo e comecei a controlar a mamada com a mão, sorvendo cada parte do caralho com gosto e maestria.

- Isso! Hmmmmmmm! Tu é viado mesmo, uma boca dessa!

Às vezes ele ficava com pressa e botava pressão sem pena, nem parecia que fodia a cabeça de outra pessoa, mas sim um objeto. Eu me contorcia de nervoso, até cheguei a rasgar o meião arrastando no chão da marquise, mas era o que faltava pra fechar a noite, ser galado por um estranho qualquer, cujo nome nem precisava de saber. Só pelo tesão, pela tara e pelo amor a um bom macho feito e à uma boa de uma caralha preta que eu tinha. Lambi seu saco como fe fosse a primeira vez na vida e foi aí que ele endoidou.

- Vem aqui, filha da puta!

Puxou meu rosto e começou a dar pirocadas, sacadas, ovadas.

- Vai pra casa com o cheiro do meu saco, piranha!

Passava com força, só pra deixar o cheiro mesmo, e eu me fazia. Quando voltei a mamar, segurei a vara preta e grossa com ambas as mãos e ainda sobrou a cabeça de fora.

- Tu gosta, né? É boiola mesmo! Toma isso aqui!

E levava mais caralhada.

Depois de muita brincadeira e obediência, o puto me virou de costas ali mesmo e forçou meu corpo para que descesse. Fiquei literalmente de quatro pra ele, agora menos louco de drogas e retomando a consciência do que estava prestes a fazer. Senti a cabeça cutucando a entrada e pensei.

- Tem camisinha aí?

- Mané camisinha, viado!

Tomei dois tapões no lombo e o safado foi atolando o caralho cuspido e babado. As pregas fecharam na hora e eu gemi alto, mas ele nem se importou. Um dos moradores de rua começou a acordar ao nosso lado, porém nem isso foi suficiente pra que ele não me comesse. De um ponto de vista, mesmo que não seja aconselhável que façam isso em casa (ou na rua também), me senti bastante complacente por estar aliviando o tesão de um macho malvado, rústico e animalesco como aquele cafuçu marginal, com jeito de molecote maloqueiro da porra. Fui relaxando as pregas e a pica entrou impiedosa. Antes mesmo de me acostumar, o safado já foi metendo firme e forte no fundão, nem aí pra mim, agarrando minhas ancas e as puxando contra seu ventre. A queimação era grande, mas o tesão era maior, então só sabia gemer.

- SSSSSS! Isso, fode!

Assim que falei ele me afastou e puxou só de uma vez, suspendendo o próprio quadril por cima da minha bunda de tão atolada que a vara foi. Senti a visão se desfazendo junto com os sentidos, mas o prazer dentro de mim era maior que tudo, então tava ótimo. Sentindo que larguei meu corpo, o safado o segurou com uma mão no meu peito e me manteve de pé, usando a outra pra me puxar. Outra vez largou a estocada de longe e veio com tudo com o corpaço, deixando só o saco de fora.

- SSSSSSSSSSSSSS! Aaaahhhhhh!

Então era assim que ele gostava de comer um cu, curto e grosso. Vinha intenso e curtia a estocada do começo ao fim, duradoura, bem no cantinho, onde quase nenhum caralho chega. Pra mim era dolorido até certo ponto, virando o paraíso em outro. Mais uma vez o pau se afastou e tornou a voltar com a dobra da cintura dele, lá no fundo, arrastando as pregas e me preenchendo do jeito que mais gostava.

- Hmmmmmmmmm!!

- Viado do cu apertado! Tu é virgem, é?

Eu não era, mas ia falar o que o cafuçu queria escutar.

- Era até o assalto!

Ficamos ali fodendo de pé, ele me segurando e mantendo nosso ritmo lento e duradouro. Por mais barulho que fizéssemos e mesmo que um dos moradores de rua já tivesse até levantado, o puto só queria saber de comer meu cuzinho até o final, então eu não tinha escolha senão satisfazê-lo. Passei a rebolar acompanhando suas investidas e foi aí que o ladrão se fez, aumentando a velocidade e me prendendo ainda mais pela cintura.

- Vou leitar esse cu todinho! SSSSSSSSS!

Encheu meu rabo de tapa e me puxou pra trás com tudo, me invadindo pela última vez. A vara pareceu explodir em porra e tudo dentro de mim esquentou ainda mais. A sensação do escorregar dela pra fora foi a coisa mais gostosa que senti desde então, mas quase não tive tempo de aproveitar. O safado atrás de mim escondeu a rola gozada e meia bomba de volta na bermuda e foi falando, todo marrento.

- Mete o pé, viado! Anda, some logo aqui!

Ajeitei a roupa toda e me adiantei pro ponto de ônibus com o cu lotado de sêmen daquele desconhecido que me galou e meteu o pé. Pra completar, só em casa percebi que estava sem o celular, ou seja, além de tudo me roubou mesmo. Tão pensando que ser viado hoje em dia é fácil? Né não!

Comentários

DCG
10/04/2017 03:06:17
show
05/04/2017 19:14:17
Eu amaria ser assaltada assim diversas vezes....
26/03/2017 05:16:16
Adorei mana 😍❤
22/03/2017 14:53:15
Nossa essa foi shoow
22/03/2017 07:15:48
Descreve o pau dos cara com mais detalhes.
22/03/2017 02:32:49
Nossaaaaaaaa
22/03/2017 01:29:17
"me senti bastante complacente por estar aliviando o tesão de um macho malvado, rústico e animalesco como aquele cafuçu marginal, com jeito de molecote maloqueiro da porra" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk que boy hein. Adorei

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