Casa dos Contos Eróticos

Usado por um primo de cada vez

Categoria: Homossexual
Data: 10/03/2017 00:14:42
Última revisão: 18/01/2018 18:31:58
Nota 9.46
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Na época de juventude, vira e mexe minha mãe me levava pra passar alguns dias na casa de uma tia do interior. Geralmente na época das férias ou feriadões, a gente ia junto e ficava lá um tempo. Durante esse período, brincava livremente com meus primos e nossa única preocupação era não ir pra muito longe por conta dos bichos que podiam aparecer, por se tratar de uma área rural e não urbana. De nós três, eu era o mais novo, Douglas. Depois vinham o Júnior e em seguida o Alex. Eles também eram primos, não irmãos, do contrário que possa parecer.

No tempo do ensino médio, nossas distâncias aumentaram um pouco e isso interferiu completamente na convivência, sendo raro os três estarem juntos novamente. Quando acontecia, ainda assim era só curtição. Ficávamos até tarde fazendo fogueira, tomando banho de rio ou roubando vinho da adega dos nossos tios. Depois de todo mundo dormir, ficávamos lendo umas revistas de mulher pelada e fumando cigarros que enrolávamos com palmas de folhas secas, só pela atitude de descolado e tal. O Júnior tinha o corpo menor e mais fino que o Alex, mas não era menos gostoso. No auge do desenvolvimento físico, suas pernas eram parcialmente peludas e o abdômen começava a tomar forma em pequenos gomos de músculos alinhados. A pele era clara e o cabelo escuro, curto. Aos poucos uma leve barbicha ia aparecendo no queixo, deixando-o mais atraente. O que mais me hipnotizava nele eram seus pés, que já eram de homem. O molecote calçava 44, imagina o que não devia estar por dentro da cueca?

- Bora bater um fut!

Jogávamos bola durante a tarde e limpávamos o suor no riacho em seguida. Eu sempre manjando matutamente a mala dos meus primos na encolha. Alex não era tão definido quanto o Júnior, mas era visivelmente mais homem, por ser o mais velho. Tinha pelos distribuídos de forma desenhada pelo corpo, com peitoral dividido, mas nada de músculos marcados. Era um pouco maior e também mais moreno que nós, com as pernas um pouco arqueadas. Seu olhar já era de malícia naquele tempo. A gente brincava de luta na água e eu sentia ele se esfregando em mim por trás, sarrando descaradamente com a rola entre minha bunda. Não sei se Júnior percebia, mas não entrava tanto na brincadeira assim. No auge da safadeza oculta, eu e Alex terminávamos de pau duro, mas não passava disso.

Algumas outras vezes, quando tornamos a nos encontrar na casa de nossa tia, não foi mais em grupo. Uma vez fiquei sozinho com o Alex e nossa antiga tensão tornou a surgir.

- Já comeu alguma minazinha, Douglas?

- Ainda não e tu?

- Claro que já!

Não sei se ele mentia.

- Deve ser mó bom, né?

- Pô, é mó delícia!

- Melhor que punheta?

- Tem nem comparação, porra!

Enquanto falávamos, seu cacete foi dando sinal de vida e ele mexia mais e mais por cima da bermuda.

- Agora tô doido é pra comer um cuzinho, mas tá difícil!

- Sério?

- Aham!

Ficamos nesse meio termo durante curto tempo e a sensação foi ótima. Senti que a qualquer momento ele pediria pra me comer, mas acabou que não o fez e eu também não tive a coragem.

- Posso nem pensar que já fico todo duro, ó só!

Segurou o caralho forte e me deixou com água na boca.

- Pega só pra tu ver bem!

Hesitei e ele puxou minha mão, apertando o pau duro junto comigo.

- Ssss!

Gemeu gostoso, mas ouvimos barulho de alguém se aproximando e cada um foi pra um canto meio sem graça. Depois disso não voltamos a nos falar tão cedo.

Nas outras vezes que fui, encontrei somente com o Júnior. Como sempre, seu corpo me atiçava de forma inexplicável. Achei que fosse rolar alguma coisa também, mas com ele era ainda mais difícil. Em alguns dos dias de nossa estadia, dividimos o mesmo quarto porque um dos aparelhos de ar condicionado quebrou e o calor era intenso, não tinha como dormir em outro lugar. Aproveitei enquanto o gostoso dormia e roncava alto pra mexer em suas roupas usadas. Encontrei uma cueca boxer listrada que cheirei e senti o odor doce de homem bem cuidado. Fiz questão de guardá-la pra mim como lembrança, nem aí que ele percebesse. Como última cartada, cheirei também seus pés enquanto dormia e lambi o dedão, sorvendo o gosto salgado de pé de macho. Alisei os pelos das pernas e o volume na cueca, mas o danado ameaçou acordar e desisti.

Muitos anos depois destes contatos, acabou que eu, Júnior e Alex nos encontramos durante o réveillon no sítio da minha tia. Acompanhado da noiva, o Júnior pareceu completamente mais gostoso. Estava mais alto, com o cavanhaque fechado e o corpo mais desenvolvido ainda, um completo macho feito. Eu, pelo visto, tinha ficado mais "viado", que era o que todos diziam. E Alex quase não interagiu com ninguém, só na dele bebendo quieto. A mancha enorme da barba cinza no rosto, uma barriguinha curta de chope e o ar ríspido de macho rústico. Nunca mais vi o puto sorrir.

- Como você cresceu, primo!

- Tu também tá enorme, Douglas!

As comemorações deram início, todo mundo bebeu e foi se soltando mais, inclusive o próprio Júnior que, por qualquer razão, lembrou de nossas trapalhadas pelo sítio quando mais novos.

- É, primo! A idade tá chegando!

- Que nada, cara! Tu ainda tem 23, só!

Sem perceber, fizemos outra vez uma fogueira no canto do campo e ficamos ali bebendo, olhando o lindo céu noturno que só quem mora no campo pode desfrutar. Aos poucos, o pessoal foi se recolhendo e ficamos a sós. O gostoso tirou os sapatos e ficou só de meias na grama. Manjei automaticamente e ele não maldou, jogando ambos os pés pra cima de mim.

- Faz uma massagem aí, tô precisando!

Não sei se ele pensou que não faria, mas comecei e acho que o constrangi por alguns segundos. Senti a sola quente do pezão vibrando nas minhas mãos conforme a apertava e isso o fez gemer baixinho perto de mim.

- Assim mesmo, primo!

Suas pernas estavam meio que abertas e, de frente pra mim, um pacotão embrulhado na mala na calça. Ele chegou a apoiar uma mão no meu ombro e levantou o rosto pra gemer mais alto.

- Que delícia! Ss

A tensão entre nós pareceu pegar fogo, até que o celular tocou. Era o dele.

- Oi? Aham. Tá, deixa comigo!

Desligou o aparelho e começou a levantar.

- A patroa tá chamando, vou ter que ir lá!

- Vai lá, Junin! Té manhã.

- Até!

Permaneci sozinho mais alguns instantes, pensando no clima que foi completamente desfeito por conta daquilo.

Fui pro quarto onde dormiria e, logo atrás de mim, Alex entrou, trazendo junto um forte cheiro de maconha. Os olhos vermelhos não negavam: o puto tinha dado um dois antes de deitar.

- Qual foi, viado?

Até sua voz estava diferente, mais grossa e com um linguajar mais ríspido. Definitivamente, cada um de nós seguiu um caminho diferente pra viver.

- Olha quem apareceu!

- Tranquilo?

- De boa, e você?

Ele fez cara de "tudo na mesma" e deu a primeira pegada na mala, sorrindo.

- Podia tá comendo um cu, mas tô aqui, né?

Achei que havia sido uma indireta, mas deixei passar direto, até porque o cara tinha ignorado todo mundo o resto da noite e provavelmente só tava falando comigo porque dormiríamos no mesmo quarto, além de estar chapadão de erva. Ri da resposta e ele riu junto. Logo deitamos, cada um em sua cama, e apagamos a luz. Não deu dez minutos, Alex começou a falar baixinho no silêncio da noite.

- Qual foi, viado?

- Diga.

- Tu é viado mermo?

Ri baixo.

- Sou sim.

- Mas viadão, viadão?

Ri ainda mais.

- Por que cê quer saber?

- Se eu botar a piroca pra fora aqui, tu vai mamar?

- Por que, cê quer uma mamada?

Ele riu e não respondeu. Também não falei mais nada. Um minuto. Três minutos. Cinco.

- Pô, viado..

Pausa.

- Tu fez 18 já, né?

Novamente a voz arrastada e ríspida. Sua inocência me fez querer rir ainda mais, mas não podia desperdiçar a chance nem sem querer. Antes de responder, ele me interrompeu.

- Deixa, não responde tua idade não.

Obedeci. Outra pausa.

- É que tipo...

Começou.

- Tô galudão num cu, tá ligado? Comia até o teu mesmo!

Aquele jeito de falar tacou fogo em mim, mas ainda assim me contive. Queria ouvir mais daquele macho depois de tanto tempo só nas brincadeiras com ele.

- Mas tá galudão, galudão mesmo?

Perguntei brincando, mas ele levou a sério.

- Tô, pô! Sente aqui!

Pegou minha mão e botou na vara, que nem fez anos atrás. Repetiu o mesmo movimento de punheta de antes, só que agora ninguém apareceu pra interromper.

Comecei a masturbá-lo sozinho, sem sua ajuda, e o safado botou os braços pra trás da cabeça. Estávamos fazendo putaria na penumbra da luz da lua que banhava todo o sítio, então tive certa dificuldade para enxergar bem, mas pude sentir que era uma senhor caralho o que eu tanto punhetava ali.

- Desce aqui comigo, desce?

- E se alguém entrar?

Por melhor que fosse, as portas não possuíam trincas. Era um risco existente.

- Tem caô não! Desce só um pouquinho pra eu brincar contigo, viado. Depois tu sobe!

Não me deixou pensar, só me puxou pela mão e caí sobre si. Ajeitou o caralho entre minhas pernas e afastou minha bunda com as mãos, mexendo de leve o quadril pra cima e pra baixo como se fodesse minhas coxas.

- Se tá apertando aqui, imagina esse cu? Sss

Começou a me dedar e já foi abrindo espaço pra rola que viria. Brincar que nada, o safado do Alex tava era querendo me comer mesmo, e era isso que faria. Como ele viu que fiquei tranquilo e sem medo, acho que reconsiderou uma mamada rapidinha.

- Deixa eu chupar esse caralho!

- Tu quer me mamar, viado?

Fiz que sim com a cabeça e ele pensou um pouco, sorrindo.

- Então mama, passa vontade não!

Desceu minha cabeça e começou a comer minha boca apressadamente, doido pra gozar e talvez meter o pé. Com a agitação toda, deu uma ou outra passada pelo dentro, mas o puto só gemeu mais gostoso e aumentou o ritmo.

- Melhor eu te comer logo, se não vou acabar gozando!

Deitado como estava, só fui sentando no caralho e esperando as pregas se acostumarem com cada centímetro. Em pouco tempo, acomodei toda a rola escura do meu primo Alex, ganhando vários tapas nas coxas e apertadas na carne da bunda. Ele meteu a todo custo, suando e se contorcendo, ao mesmo tempo que ficou afoito e sacudiu minhas ancas na intenção de me mover.

- Mexe esse rabo. Tu num falou que era viado, caralho?

Comecei a pular e fazer movimentos curtos de vai e vem pra ver se ajudava, ao mesmo tempo em que o Alex me comeu firme só com o quadril. Achei que duraria bastante, mas logo senti o caralho enrijecendo e o puto me dando mais tapas. No entanto, me enganei. Não gozou.

- Vira aqui, vira!

Me colocou de ladinho improvisadamente no colchão de solteiro e tornamos a foder, agora ele me segurando pra não cair no chão. Estava tecnicamente preso em seu pescoço e sendo preenchido por dentro ao mesmo tempo, por rola. Agora sim o espaço ficou pequeno dentro de mim e veio o mar de leite quente de macho necessitado.

- Sss! Aaahhh! Delícia de viado!

Continuou metendo até empapar a porra e fazer espuma.

- Sobe lá, vai!

Subi e ele só virou pro lado e começou a roncar. Dormi com o cu pegando fogo em todos os sentidos, mas me sentindo completo.

No dia seguinte, Alex já havia metido o pé antes mesmo de eu acordar. Fiquei sabendo por alto que Júnior discutiu com a noiva e ambos estavam brigados. Antes do entardecer, eles bateram boca outra vez e a moça fez as malas.

- Tu vai comigo, Júnior?

- Vai ignorar, mesmo?

Ela virou as costas e foi mesmo, sozinha. Meu primo foi pro quarto e se trancou. Já escurecendo, bati na porta pra ver se precisava de alguma coisa.

- Cê não almoçou, primo!

- Eu tô bem.

- Tem certeza? Se quiser conversar..

- Relaxa.

Achei que não tornaria a vê-lo até voltar pra casa, mas de madrugada o Júnior saiu e veio pro lado de fora da casa. Da fogueira, eu o vi e acenei. Ele veio caminhando e sentou-se ao meu lado, descalço. Tentou sorrir, mas a cara de triste era óbvia.

- Tá bem?

- Tô indo.

Não sabia o que dizer. Lembrei das vezes que invadíamos a adega do meu tio pra tomar vinho e dei a ideia de reviver o momento.

- Sabe o que cairia bem?

Ele sabia.

- Um tinto!

Fomos que nem dois moleques furtivos atrás da bebida, eu de chinelo e ele com os pezões descalços na grama. Senti uma certa excitação por aquilo. Pegamos o vinho e voltamos à fogueira. Cada um dava um gole e passava pro outro.

- Aquela época era maneira, né primo?

- Nem fala!

- Não tinha preocupação.

Logo o assunto voltou a ser o relacionamento.

- Não sei dizer, mas parece que não estamos na mesma sintonia, sabe? Eu gosto muito dela, mas sei lá.

Só escutava o desabafo e tomava mais vinho. Sentados ao chão, ele deu um suspiro abafado e jogou os pés pra cima de mim.

- Faz aquela mágica tua com as mãos aí!

Não acreditei que tinha novamente os pés másculos que tanto admirava nas mãos. Agora sem ninguém por perto pra interromper. Comecei a massagear o calcanhar e fui pras solas.

- Eu sei que ela gosta de mim também, mas esse noivado tá indo muito rápido.

Vez ou outra o safado soltava um gemido. Ficou um tempo maior com a garrafa bebendo.

- É foda, Douglas.

- Imagino, primo. Por essas e outras que não namoro.

Ri meio abobalhado e ele riu junto.

- Cê tá certo, sabe? Esperto é tu!

E me deu um tapa de leve no ombro. Ficamos um tempo nesse silêncio, eu fazendo a massagem e ele tomando da garrafa e me observando, como se pensasse em algo.

- O foda de ficar solteiro é a companhia.

- Muda tudo, né?

- Com certeza.

Outra pausa.

- E o sexo também, óbvio!

Deu a primeira pegada na mala e eu olhei na cara de pau. Nesse momento, percebi que ele não fez de propósito, porque disfarçou legal o fato deu tê-lo manjado. Fui subindo a mão pela panturrilha peluda que eu tanto admirava desde novo e ele não fez nada, só continuou me olhando. Alcancei suas coxas e o safado abriu as pernas.

- Aproveita.

Comecei a lamber o volume da calça ali mesmo, antes que tudo pudesse acabar como da outra vez. Ele relaxou legal o corpo no gramado e me deixou agir sem qualquer restrição, como se quisesse experimentar as famosas habilidades de um viado. Até as mãos pra trás da cabeça o Júnior colocou. Abri o zíper e escapou uma rola meia bomba, comprida e não tão grossa, branca, peludinha e veiuda. Não quis perder tempo, já fui engolindo a cabeça e mandando ver na garganta, que era pra convencer de todas as formas meu primo a entrar de cabeça na putaria. Queria que ele me batesse, comesse meu cu ali mesmo, mas o puto não devia estar acostumado a isso, ficou na dele só desfrutando do que eu quisesse fazer. Bati com o caralho na cara e na língua, sujando o rosto com minha baba, e ele só riu. Vez ou outra suspendeu o quadril pra ir até o fundo, mas ficava pouco tempo e saía. O tesão aflorou real quando comecei a chupar seu saco e fui descendo pelas coxas peludas, até os pés. O meu ponto fraco pareceu ser justamente o mesmo que o do meu primo.

- Que isso, tem nojo não?

- Claro que não!

Respondi e engoli o dedão olhando pra cara dele. Ele sorriu como se aprovasse o gesto e fechou os olhos, gemendo em seguida.

- Ssss!

Passei a língua entre os dedos insistentemente e lambi toda a palma da sola com a parte áspera, fazendo-o tremer. O gosto de macho era evidente, mais até do que no caralho. Tornei a subir pelo seu corpo e voltei pra piroca, que pulsava como se me esperasse. Deixei que cabeceasse as amídalas e cedi a respiração pra ir no fundo outra vez. Em questão de segundos, era só saco e pelos no resto da cara.

- Sssss!

Era aí que o puto gemia afoito, voltando a foder de leve meu crânio. Peguei sua mão e coloquei na minha cabeça, dando-lhe a chave que faltava pra brincadeira chegar ao clímax. Parecia que tinha receio de me dominar, mas era o que eu queria mesmo, que ele extravasasse comigo e fizesse o que estivesse afim. Mantivemos esse ritmo um tempo e senti a pica crescendo ainda mais na boca.

- Caralho, vou gozar! Ssss!

Fui outra vez até a garganta e deixei que esporrasse lá. O céu da boca foi tomado pelo gosto salgado do leite quente do Júnior. Foram várias jatadas acompanhadas de estocadas que relaxaram completamente seu corpo por alguns minutos. Engoli e sentei-me ao seu lado. Rindo, ele me olhou meio sem graça e fechou os olhos, pegando no sono, seguido de mim.

Acordei no meio da madrugada e chamei o Júnior também. Ele foi pra um quarto e eu pro outro. Queria dar pra ele, mas algo me dizia que não passaria daquilo. Dormi ainda com certo fogo no corpo, mas com o gosto do leite na boca, cheio de tesão. No dia seguinte, ele veio se despedir de forma amigável e foi embora antes do almoço. Eu fui logo depois, não voltando a encontrar com nenhum dos dois primos por um bom tempo. Muitas dessas lembranças foram o que sobrou do sítio de nossa tia, onde crescemos juntos.

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Comentários

18/11/2017 01:30:10
Maneiro gostei
18/03/2017 15:59:15
Legal
12/03/2017 22:14:05
Mas que rapaz chato. Haters gonna hate; não fique dando explicações, amarvin
11/03/2017 16:55:28
10/03/2017 20:05:40
Amei.
10/03/2017 16:54:36
Muito bom
10/03/2017 15:52:35
Ai esse Valter só é tão. Manaaa helloooo, se vc não gosta, tem gente que gosta 😾 Ótimo conto, queria eu tet dado e chupado meus primos
10/03/2017 14:01:57
gostei muito do seu conto! Bem ambientado, personagens convincentes... Gostei do Douglas, que tem atitude e se aceita como viado! Ah, na hora do tesão, é gostoso o ativo chamar o passivo assim :) parabéns
10/03/2017 13:08:46
aí Valter, é um conto erótico. vamos deixar para ser politicamente corretos na vida real. o conto é ótimo, tesudo, bem escrito e é só ficção pow.
10/03/2017 02:21:20
MUITO RUIM. NÃO HOUVE CONTINUAÇÃO. BABACA DO ALEX, TE CHAMANDO DE VIADO. E VC ACEITANDO ISSO. ELE É TÃO VIADO QUANTO VC. NÃO DEVERIA ACEITAR ESSE TIPO DE TRATAMENTO.

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