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Tarado num cu, descabacei meu cunhadinho outra vez

Categoria: Homossexual
Data: 07/11/2016 05:53:28
Nota 10.00
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Peguei no sono.

Estava morto de cansado e tinha bebido pra caralho. Acordei tonto, lembro de ter andado no escuro e apagar de novo. Senti uma luz forte no rosto e acordei outra vez. Meio dia de domingo. A cabeça latejando de dor e o teto parecia que ia cair em cima de mim. Estava na cama, peladão e com uma puta de uma ressaca. O cheiro de bebida ainda tava em mim. Sob o lençol, a piroca dava uns sinais de vida, querendo mijar. Foi nessa hora que lembrei do que tinha feito, detalhe por detalhe. A rola agora parecia que tava trincada por lembrar do cu do Flavinho e podia até sentir o gostinho doce dele na minha língua. "Caralho, que foi que eu fiz!?". Que viagem!

A cabeça doía mais que tudo, mas já tava bem nítido o que tinha feito: comi o cuzinho de um viado. Não me sentia mal pela Fernanda, até porque nosso relacionamento é aberto e ela também dá umas escapadas, mas dessa vez eu tinha ido além. Transei com outro cara, que ainda por cima é irmão dela. Não me sentia menos heterossexual por isso, mas era diferente, como se tivesse perdido a virgindade de novo, só que com a pessoa errada. Era muita coisa para lidar em tão pouco tempo, então pensei que precisava evitar aquilo até decidir como encararia as coisas dali para frente e o que ia fazer a respeito daquilo tudo.

Fui no banheiro mijar e nem sinal do Flavinho. Peguei uma maçã na cozinha, pra ver se dava uma aliviada na dor de cabeça, e voltei pro quarto. Me sentia fisicamente cansado, ainda pela ressaca, então ia dormir mais. Deitei e ouvi alguém entrar pela porta da sala. "Deve ser o viado". Dali a alguns minutos ele apareceu na porta do quarto.

- Olha quem acordou! - a voz manhosa. - Tá com fome? Porque eu trouxe comida, Serjão...

Ele tava de bermudinha curta, com a bunda tão empinada que dava pra ver até as alças do biquíni fio dental por baixo. Veio na minha direção, com um copo de água, sentou na parte vazia da cama, ao meu lado, e isso me deixou visivelmente nervoso.

- Tô de ressaca! - falei, tentando parecer seco.

- Imaginei, Serjão. Toma isso aqui, ó.

E me entregou duas aspirinas e o copo d'água. Não é que o viado sabia mesmo o que fazer?

- Valeu, Flavinho. - não podia não agradecer. - A cabeça tá doendo mesmo.

Me recostei na cama e tomei os remédios. Estava grato, mas ainda precisava ficar sozinho. Para minha surpresa e susto, o viado meteu a mão na minha coxa e a apertou.

- Se você quiser eu te faço uma massagem, Serjão...

Não sei se ele viu que eu tava nu por baixo do lençol, mas não teve medo em ficar ali me alisando. Eu paralisei, sem saber o que fazer.

- Olha, Flavinho.. - comecei. - Eu tô meio cansado...

- Eu te relaxo, Serjão. Você não precisa fazer nadinha.

O caralho deu a primeira pulsada. Afinal de contas, o que tava acontecendo comigo? Na minha mente eu estava decidido a não fazer nada, mas não conseguia sair dali e a rola agora começava a gostar.

- Porra, Flavinho.. - ofeguei.

- Você só precisa deixar, Serjão. - ele interrompeu.

O viado alisava a parte de cima da minha coxa, perto da minha virilha. O pau tava começando a subir, a mente dizia que não era pra fazer aquilo, mas o corpo ainda tava parado. Ele levantou, bem tranqüilo, removeu com certa dificuldade a bermudinha jeans e ficou só de biquíni fio dental. Olhar aquela raba branca empinada era o que faltava pra piroca levantar de vez, bem alta no lençol, pedindo uma garganta de novo. Podia até sentir o cheirinho doce de cuzinho de viado que saia dali. O filho da puta sabia mesmo brincar.

-E aí, Serjão.. ?

Não sabia mais falar. Ele pegou no meu caralho, ainda por cima do lençol, e senti suas mãos quentes me apertarem. Meu tesão era tanto que sem querer comecei a mexer o quadril, devagarzinho, meio que querendo já foder o buraquinho que suas mãos faziam em torno da minha rola nervosa. Numa dessas pulsadas brabas, cheguei até a esticar as pernas e suspender o quadril. Nessa hora a baba saiu pela cabeça e molhou de leve a parte de cima do lençol. Meu pau é do tipo babão. O viado abaixou e lambeu bem nessa parte, me dando um arrepio na parte de baixo da coluna. Fiquei todo arrepiado com aquela língua na ponta da cabeça da minha piroca. Parecia que aos poucos ia perdendo o controle e tava me amarrando nisso. Dessa vez estava sóbrio, então só era conduzido.

A situação tava muito boa, não nego. Mas ainda assim existia, no fundo da minha mente, aquele pensamento de que não deveria estar ali. Lembrar da imagem da Fernanda me ajudou a ter um pouco mais de controle naquele momento, o problema mesmo foi olhar para baixo e ver o irmãozinho dela com toda a cabeça da minha piroca enterrada dentro da boquinha. Seu rostinho cabia todo na minha mão e seu semblante era de menina pidona, que não tá satisfeita. O atrito da língua dele com a parte de baixo da cabeça, como sempre, me dava aquele frio na espinha. Como se não bastasse, ainda sentia seu céu da boca roçar bem na cabeça da rola, que pulsava cada vez mais intensa. Se continuasse mais alguns minutos, com certeza ia encher a boca do viado de leite, então afundei ainda mais sua cabeça pra poder sentir a cabeça passar. Acabei sentindo então sua garganta, foi aí que ele ameaçou vomitar e eu aliviei a pressão na mão, pro viado conseguir respirar. Pra minha surpresa, porém, ele pegou ar ali mesmo, com minha rola entalada na garganta, e continuou me mamando. Em vários momentos eu ficava com os pelos da perna e dos braços arrepiados, de tão intenso e sensível que tava a situação. Afirmo, até hoje, que nunca fui mamado daquele jeito por nenhuma outra pessoa que conheci, nem mesmo por Fernanda ou qualquer outra mulher. Parecia que o viado sabia quando eu tava pra gozar e parava a mamada, deixando minha vara só pulsando e reluzindo de molhada, envergada pra cima. Aí esperava um pouco e puxava a baba que ficava acumulada na ponta, com a língua. À essa altura eu já tava todo suado, nem ligava mais pra nada e já tinha desistido até de resistir. Arfava de tanto tesão por aquela situação e só pensava em largar uma boa galada na cara daquele viado que tanto me atiçou e fez por merecer. Nessa hora não tinha mais hétero, gay ou o caralho a quatro que fosse. Sempre fui taradão em cu mesmo e só tava ali pra cumprir com meu fardo. No nada, no nada, ia comer um cuzinho e isso nunca deve ser motivo de tristeza, né verdade? Me perguntava até como era possível que alguém deixasse um viadinho tão delicado daquele sob meu olhar de tarado. Bom, eu era bem grato!

Quando senti que não tinha mais como resistir aquele jogo de tirar baba do meu cacete, botei o Flavinho com aquele bundão virado bem pra mim e comecei a morder e dar uns tapas.

- Você gosta, Serjão? - a voz manhosinha.

- Eu adoro, Flavinho. Esse aqui é o meu fraco.

- É todo pra você, Serjão. - e empinava mais a raba na minha cara.

Puxei o lacinho do biquíni fio dental para o lado e afastei um pouco sua bunda pra deixar aquele cuzinho respirar. Como sempre, me assustei com o tamanho daquele buraquinho que parecia um botão, menor que meu dedão. Era até meio sádico perceber o contraste entre sua pele clara, fina e lisa, e a minha mão grossa, escura, veiuda e com um relojão de prata no pulso. Isso só me deixava ainda mais galudo naquele viado. Ele deu uma piscada e fui capaz de sentir ainda o mesmo cheirinho doce de cuzinho virgem, apesar das preguinhas estarem avermelhadas. A água veio na minha boca e não consegui resistir, atolei logo o línguão pra tapar aquele cu. Passava a parte áspera na rodela daquele rabo e ia lambendo de baixo à cima e de um lado pro outro, sentindo aquele cu abrindo e fechando na palma da minha língua à cada passada. O viado se contorcia na cama e eu suava e me lambuzava o máximo que podia. No ápice do tesão, eu já tava enfiando toda a língua, um dedo e até a barba na cucetinha do Flavinho.

- Tá gostando, Serjão? - perguntou entre gemidos.

Eu não sabia mais responder. Já tinha virado um bicho, que nem antes.

- Não tô agüentando mais, Serjão! - suplicou. - Come o meu cu, por favor!

Eu parei. Ele virou na minha direção, ainda de quatro, e continuou.

- Eu imploro, Serjão!

Os mesmos olhinhos de menina pidona. E não tinha nada que eu não quisesse realmente fazer com o Flavinho naquele momento.

Arriei seu corpo na cama e o arrastei pra cima de mim. Fiz com que ele suspendesse o ventre com um travesseiro em baixo do corpo e coloquei a rola dura na entrada daquele rabo. Sarrei bem na entrada daquele cu com a cabeça e com todo o resto do meu pau. Chegava ao ponto de babar bem na portinha e deslizar cada vez mais pra dentro, com calma e paciência. Vez ou outra dava um cuspida e ia colocando um dedo, até dois. Forçava a rola e ia mais um pouco. Num determinado momento, a cabeça passou. Senti o anel do Flavinho pegar fogo, todo contraído ao redor dela. Permaneci imóvel, meio que sobre ele, esperando com que se acostumasse com a sensação. Ele deu mais uns gemidos.

- Quer que eu tire, Flavinho?

Ele suava mais que eu agora, até porque meu suor escorria e caia sobre seu corpo, deixando a cama úmida.

- Não tira, Serjão. - respondeu. - Só continua parado.

E continuei parado, até porque pra mim a sensação tava gostosa. Comecei a dar umas pulsadas com a cabeça presa no cu dele e aos poucos sentia a entrada alargando e me dando passagem. Ele também piscava muito o rabinho pra piroca ir se acomodando mais em mais, dali a pouco tempo metade do caminho já tinha sido andado.

- Falta pouco, Flavinho. Tá na metade.

- Tá gostando, Serjão? - ele me interrompeu. - O mais importante é você.

Pirei naquela resposta. O viado tava disposto real a fazer qualquer coisa pela minha rola e isso me deixava com vontade de amassá-lo ali mesmo, sem dó, ainda mais estando com a piroca enterrada naquele rabão. Mas aí ele ia se foder muito, com certeza não ia dar certo, então paciência. O engraçado é que não me lembrava de ter sido tão difícil no dia anterior.

Conforme ia entrando, sentia o gostoso atrito do meu pau inteiro passando pela parede interna de seu cu. Era bem quentinho e apertado, como se ainda fosse virgem, e me dava também a sensação de que era "longo" por dentro, pois sentia minha rola inteiramente coberta por aquela carne, até nada ficar de fora.

- Tô todo dentro de você, Flavinho.

Dava umas reboladas de leve pra ajudá-lo a ir sentindo tudo e relaxar mais as pregas, porque tava bastante apertado e isso também me ajudava a ganhar mais espaço. Sem tirar a rola de dentro, fui levantando junto com ele e o pus de quatro na minha frente. Segurei suas ancas por trás e comecei a me movimentar, pra ver o que ele ia dizer. O roçar do meu caralho com seu anel não era mais tão quente, então acho que não sentia tanta dor.

- Ai que delícia, Serjão!

E virou a parte da frente do corpo na minha direção, colocando uma das mãos apoiada no meu ombro. Não sei bem porque, mas estiquei meu braço para ajudá-lo e acabou que fiquei meio que segurando o braçinho fino dele. Mais uma vez aquele contraste me deixou sádico, bicho. Ver aquele moleque branco, menor que eu, todo torto e frágil na minha rola, enquanto facilmente o segurava com meu braço forte, moreno e as veias subindo pela mão. No pulso, o mesmo relojão prata. Conseguia sentir algo batendo bem na ponta do meu cacete, como se fosse um músculo com uma textura diferente, algo agradável. Acho que era sua próstata, porque quando ia até o fundo e cutucava com a cabeça o viado gemia alto. Às vezes virava o corpo, na intenção de foder aquele cu de um lado pro outro, entrar em todos os cantos e dessa vez ter certeza que tava tirando o cabaço dele. Enfiava subindo, descendo e o viado só gemendo meu nome, com a mão no meu ombro. Quando senti que poderia acabar leitando, mudei de posição. Agora eu estava apoiado na cabeceira da cama e ele sentava em mim, sem tirar o biquíni, só com a alcinha pro lado, me dando ainda mais tesão. Ele usava as mãos para se apoiar na madeira da cama, atrás de nós, enquanto eu passava a barba, mordiscava e chupava ao máximo seus peitinhos, que estavam empinadinhos na minha cara. Usava minhas mãos para abrir mais sua raba, deixando-o mais empinado em cima de mim e ainda sentindo minha rola entrando e saindo daquele cu. Num determinado momento, senti que agora sua próstata era pressionada pela parte de cima da cabeça da minha rola, aquela parte mais sensível mesmo. A sensação era maravilhosa, parecia que descobria novas partes naquele cuzinho e poderia fazer aquilo por dias.

- Caralho, que cuzinho é esse Flavinho? - eu arfava de tesão, às vezes esfregava o rosto com as mãos, meio que não acreditando no que sentia.

- É todo seu, Serjão!

Agora que ele finalmente tinha se acostumado com meu caralho, passei a conduzir o ritmo das suas sentadas e reboladas, meio que não me importando. Aos poucos, ia enfiando mais fundo e mais rápido, fazendo com que seu cu sentasse e se movesse mais rápido no meu cacete. Em determinados momento seu praticamente não me mexia, só movia sua raba.

- Isso, Serjão! Usa que é tudo teu!

Sentia os pelos do corpo todo arrepiados de tanto tesão e até mordia a boca, alucinado com o Flavinho me deixando usá-lo, como mero objeto. Nunca tinha passado por uma situação tão intensa e à flor da pele como aquela, até mesmo hoje. Nenhuma outra pessoa me deu tanta liberdade quanto ele.

- Vou encher teu cu de filho, viado! - respondia completamente louco.

Chegando perto de gozar, trocava outra vez a posição. Queria usar completamente o Flavinho. Comi ele de quatro outra vez, agora com o pézão no meio da cara dele, às vezes colocando lá dentro da boca pra ele chupar e chupava tudo, desde a sola até os dedos. Comi o cu dele de frango assado na beira da cama, enquanto chupava perdidamente seus peitinhos e deixava o viado lamber e cheirar meu sovaco.

- Sente esse cheiro de homem, Flavinho.

Comi ele de todos os jeitos possíveis e já sentia o saco pesado e dolorido de tanta meteção e putaria. A cama já tinha até mudado um pouco de posição e os lençóis estavam completamente molhados de suor. Meu corpo já estava cansado, queria gozar mais que tudo, mas ainda faltava alguma coisa pra fazer. Coloquei o puto de frango assado, só que de ladinho e fiquei de pé, novamente na beira da cama. Comecei a foder aquele cuzinho o mais rápido que podia, sentindo a cabeça e as veias roçando fervorosamente contra sua envoltura interna, quente, pele na pele, só com cuspe e baba de piroca lubrificando a fodelança gostosa. Curto essa posição porque fico livre pra fazer pressão na bunda que tô comendo, meio que apertando a carne contra meu caralho lá dentro, fica mais apertado e delicioso ainda.

Fodia afoito, doido pra descarregar aquela carga de leite no Flavinho. E já sabia como faria isso, era o que faltava pra completar meu sadismo com aquele viado. Enquanto o comia, abria sua boca e colocava os dedos grossos lá dentro. Ele chupava e mordia, às vezes eu tirava e vinha descendo pela boca dele, puxando seus lábios babados. Dava uns tapas na cara dele e ele só gemia meu nome.

- Isso! Fode, Serjão!

Eu já tinha me perdido. Ou me achado. Senti que ia gozar e sai de dentro do Flavinho. Coloquei ele ajoelhado no chão, sentei na beira da cama e mandei que esperasse. Ele obedeceu e ficou com aquela mesma carinha de menina pidona. Bati uma das punhetas mais rápidas que já toquei e fiquei ainda mais excitado, se é que era possível, ao ver minha rola grossa, pronta pra jogar leite na cara do viado.

- Me dá esse leitinho, Serjão!

- Você quer, né Flavinho?

Não avisei que ia gozar, porque queria terminar com chave de ouro aquela devassidão, e nada melhor do que gozar na cara daquele viadinho gostoso. Ele abriu a boca e a primeira jatada de gala chegou a entrar, mas as outras pegaram no nariz, num dos olhos e nas bochechas. Apesar da situação, ele estava contente. Pra finalizar meu êxtase, puxava toda a porra da sua cara com a piroca e o dedo, e levava até sua boca, fazendo ele chupar ambos. Passava a cabeça em seu nariz, no queixo e trazia de volta à boquinha.

- Engole tudinho, Flavinho. - ordenei.

Ele, obediente e orgulhoso, engolia tudo, em silêncio. Em pouco tempo seu rosto estava quase limpo e eu levinho. Cai pra trás na cama, arfando de cansado e permaneci imóvel. Estava completamente exausto, precisava dormir mais.

Comentários

06/04/2017 22:27:56
10
07/02/2017 03:41:18
Moleque Israel- http://www.casadoscontos.com.br/texto/
20/01/2017 01:09:06
Sensacional, parabéns!
04/01/2017 15:48:49
Aiiii, que maravilha!!! Mais um Macho que sabe foder um viado!!! Amei!!
04/01/2017 06:18:14
Olá, como estão? Depois de um tempo gerando ideias e escrevendo alguns contos, vou começar a postá-los (se o site permitir, né..). Começando por esses dois, saindo direto do forno. A- O primo bobinho do interior http://www.casadoscontos.com.br/texto/B- O namorado safado da vizinha http://www.casadoscontos.com.br/texto/Em breve postarei suas respectivas continuações + os contos C (de Cafuç..) e D. Continuam comigo? Até! ;)
16/11/2016 20:29:36
que isso que loucura fantástica narração ,é isto que eu gosto... escrever com o pau e cusinho
10/11/2016 03:27:43
uauuuuuuuuuuu. obra prima!
08/11/2016 00:27:34
AH. ESQUECI DE ALGO, COMO VAI FICAR A IRMÃ DELE E SUA NAMORADA NESSA HISTÓRIA???
08/11/2016 00:27:06
SÓ PARAR DE CHAMAR ELE DE VIADINHO. DE RESTO ESTÁ ÓITIMO.
07/11/2016 23:43:04
Muito bem escrito e um tesão de conto continua.... ❤❤❤❤❤
07/11/2016 23:01:05
Eletrizante! Pqp! Tô duro aqui! Muito bom!
07/11/2016 20:46:27
Nossa que tesão delicia...
07/11/2016 16:20:15
muito bom, tesão e bem escrito
07/11/2016 10:56:36
Mais tesudo que o primeiro, show de bola
07/11/2016 06:38:43
tesão

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