Foi Assim De Repente - FinaL

Um conto erótico de liahbook
Categoria: Homossexual
Contém 2668 palavras
Data: 13/04/2014 13:04:30

Bom, eu achei que aqui não era só para falar de sexo, mas vejo que me enganei. Último capítulo, enfim vão se livrar de mim.

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- Estudamos na mesma faculdade. - Respondeu Marcela.

- Parabéns, irmão. À você também, Marcela.

Sem abraços, infeliz Natália entrou dentro da casa para buscar bebida. Bebeu sua cerveja tranquila, olhando seu irmão sorrir ao conversar com a tia, Marcela ao lado somente olhava para ela na janela da cozinha.

Teve vontade de ir ao banheiro, fez suas necessidades, quando estava saindo foi surpreendida por Marcela qur a beijou com fúria a encostando na parede.

O desejo entre elas deu vazão à indanidade, Marcela introduziu seus dedos no sexo de Natália socando firme enquanto beijava o pescoço e seios da cunhada.

Não demorou para chegar ao orgasmo, Marcela tirou os dedos molhados de gozo de entre as pernas de Natália chupando-os, encarando olho à olho.

Ajoelhou no chão, se pôs entre as pernas abertas de Natália, passando a língua no grelinho inchadinho, durinho, vermelhinho e babado de goza de Nat. querendo levá-la novamente a jorrar o líquido quente do prazer na boca de sua amada amante.

Dedos e língua disputavam espaço na vagina de Natália, que em um gemido mais forte, se deixou escorregar pela parede, banhando a boca de Marcela com seu mel do prazer.

- Deliciosa! - Exclamou Marcela beijando a boca de Natália, divindo com ela o sabor de sua buceta.

O restante do churrasco foi uma fuga dos sentimentos e muito teatro. O único inconveniente foi quando Adenir pegou Maicom e Angela se beijando, justo nesse momento chega o Senador e puxa Maicom para uma conversa nada amigável.

Obrigado à ir para um Albergue de campanha do Senador, Maicom não tenta qualquer gracinha quando a ameaça foi feita de matar Angela e toda sua família caso ele desobedesse as ordens do Senador.

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Logo no primeiro dia Maicom estava lá sentado com os manos fumando um baseado e encontra um dos parsa da favela que também se foragiu com a tomada do tráfico inimigo e manda a letra:

- O Senador que armou os pilantras que invadiram o morro. Ele tá por trás da morte dos seus pais, chapa.

- Eu vou matar esse filho da puta!

O ódio tomou conta do coração de Maicom, ele queria vingança. Ficou sabendo de um evento público do Senador véspera do dia do casamento da irmã, ele iria inaugurar a ala de um hospital de reabilitação para viciados em droga.

Os rapazes do Albergue iriam para a tal festa, era lá que iria agir.

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Thayla percebeu um clima estranho no ar, Natália voltou de viagem completamente diferente, colocou um pircing no nariz, tipo alargador de vaca, transfixado na pele do osso que separa as narinas. Jogou a mochila de qualquer jeito, cheirou um pacotinho de cocaína e veio para cima dela.

- Tá a fim, gata? Eu quero gozar, vem!

- Nat. me larga. Saí!

- Qual é Thayla? Cadê a puta que mora em você, que comi qualquer buceta em chamas?

O tapa que Thayla deu no rosto de Natália foi tão forte que ela caiu deitada na cama e dormiu o resto do dia e da noite.

Quando acordou pediu desculpas e falou do casamento, de como estava mal por perder Marcela.

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Marcela mostrou o anel de noivado à Rafaela e deixou bem claro que nunca mais transariam. Marcos era gay, ok, mas ela gostava de Natália e quando tudo isso acabasse, com a separação em mãos, iria pedí-la em namoro e dizer que estava apaixonada.

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Sábado de um dia qualquer, no mês de Novembro, do ano de 2011, a festa estava armada para inaugurar a ala de recuperação de viciados em drogas no hospital, patrocinado pelo Senador.

Vinte jovens do Albergue foram selecionados para ir ao evento, dentre eles Maicom e o parsa da favela que teve também sua casa tomada pelos traficantes. Incrível como sexo abre portas para a oportunidades, sendo assim Maicom seduziu a senhora do departamento de saúde fazendo ela lhe dat soníferos. Alegou não estar conseguindo dormir, mas aqueles remédios iriam parar na água dos seguranças do Senador.

Onze horas chegaram ao hospital, foram levados para uma sala reservada ao descanso de funcionários que fazem plantões. Maicom e seu colega escaparam fácil pela janela, trocando a água sadia dos seguranças pelas águas com conteúdo dopante.

Voltaram para a sala pouco antes de vierem buscá-los.

A festa foi um sucesso, a imprensa filmou e tiroi fotos, Senador era só sorrisos, embora não soubesse ser os últimos.

Na saída da sala os segurança desmaiaram devido ao efeito dos remédios, então arrastaram o Senador para uma sala onde guardam materiais de limpeza. Amordaçaram ele e começaram a bater, socos, chutes, paulada, fizeram ele beber produtos de limpeza, cortaram um pedaço do seu órgão sexual com um canivete e para finalizar todos o estupraram um cabos de vassoura e rôdo. Inclusive o encontraram morto com dois cabos de pau enfiado no ânus, cortado de faca em seu peito:

- Corrupto, traficante, assassino, nois faz justiça, nois mata que nem viado

A mídia caiu matando em cima de informações, queriam o cd com a filmagem do andar, mas por incrível que pareça o sistema estava fora do at no dia.

Sorte dos rapazes assassinos? Não! Filmagem no hospital nunca foi feita, clínica particular psiquiátrica para Classe A jamais admitiria isso.

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No dia seguinte seria realizado o casamento de Marcela, também o velório e o enterro do Senador.

Mesmo seu pai sendo uma pessoa sem o menor escrúpulos Marcela estava sofrendo por ver o caixão lacrado diante dela (o corpo ficou desfigurado, o velório seria com o caixão lacrado). Chorou algumas lágrimas, abraçada à Marcos.

Decidiu ali diante do caixão do pai morto que seria alguém diferente dele, usaria o dinheiro da pensão recebida em breve pelo governo com o valor do salário do pai, para ajudar quem precisa em sua clínica médica, afinal estava quase formada na faculdade.

O corpo foi cremado às 13 horas. O casamento estava marcado para às 16 horas na casa de praia do Senador no Litoral.

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Natália estava fazendo fisioterapia às 14:45 quando a porta do consultório foi aberta, Marcela entrou segurando flores, sorrindo.

- Nat. você foi a pessoa mais importante depois da minha mãe já falecida, que esteve na minha vida. Eu não tenho mais motivos para errar casando com o seu irmão. Você sabe e todos sabem que eu sou lésbica e que aeu irmão é gay, que o meu envolvimento com Marcos nunca passou de um acordo comercial. - Marcela ajoelhou, entregando à Natália o buquê de rosas vermelhas. - Eu te amo. Quer namorar comigo?

Assustada e sem reação Natália caiu da barra de ferro onde se apoiava para exercitar a perna machucada, do colchonete no chão olhou para Marcela sorrindo, acenando sim com a cabeça, já que as palavras a abandonaram.

Marcela se agachou buscando os lábios de Natália.

- Vamos, têmos um casamento para estragar e uma mídia para chocar. - Marcela ajudou Natália se levantar.

Foram para o heliporto da clínica, em cima do prédio do hospital, onde o Helicóptero já as esperavam para partir rumo ao Litoral.

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Jim estava nervoso, há muito tempo não vestia terno, embora seja modelo e homem, seus trejeitos sempre denunciou seu feminilidade.

Bebia uma taça de champanhe após outra, tinha tanta inveja da noiva, achava que o vestido branco cairia muito bem em seu corpitho.

Marcos estava lindo no terno cinza.

- Calma Jim, vai dar tudo certo. Você confia em mim? Você me ama tanto quanto eu te amo?

- Você sabe que essa bicha aqui é louca por você. Vou desmaiar de raiva quando Marcela te der o selinho do sim, mas de madrugada serei eu vou cavalgat nessa sua pica gostosa. - O beijou, pressionando o pênis de Marcos por sobre a calça.

- Jim... Pára... Ain... Assim é covardia.

- Despedida de solteiro meu amor. Vamos? Uma rapidinha ali no banheiro?

- Quem se atrasa é a noiva, o noivo tem que esperar no altar. Desculpa, te amo.

Saiu da sala, foi para o altar improvisado à beira-mar.

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A noiva chegou à casa às 15:30 horas e minutos pouco se importando se iria se atrasar para começar a cerimônia.

Semanas sem se verem e todo o desejo acumulado não impediu Marcela de se trancar no imenso banheiro de seu quarto com Natália, se agarrando, afinal a noiva pode se atrasar, pois é de praxe.

Natália ainda não estava 100% da perna, sentou na beirada da banheira para chupar Marcela. Pôs umas das pernas de Marcela sobre seu ombro, afundando a cabeça entre as pernas dela, enfiando fundo a língua dentro de sua amada, em um ritmo alucinante, alternando entre língua e dedos na vagina. Prendeu o grelinho duro entre os dentes sugando-o forte, socando rápido 3 dedos na buceta de Marcela.

Segurando a cabeça de Natália, rebolando na boca e dedos dela gozou intensamente, gritando alto. Puxou Natália pelos cabelos beijando sua boca molhada de seu líquido, sentindo seu sabor.

- Está atrasada, meu amor, são 16:15h.

- Ok. Nossa tô molinha, queria mesmo era poder dormir de conchinha contigo.

- Vai tomar banho, anda. - Natália deu um tapa na bunda de Marcela, depois saiu do quarto.

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Maicom e os convidados suavam à espera da noiva, debaixo da imensa tenda colocada na areia para tampar o sol. O vento forte não impedia o calor intenso, 37 graus, limonada foi servida aos 250 convidados e aos 50 convidados da impresa e mídia.

Com um pouco mais de uma hora de atraso eis que vem a noiva, linda em uma calça jens preta rasgada e camisa preta larga da banda Slipnot, um boné na cabeça rosa da nike, cordão de ouro com uma guitarra de metal no pescoço, munhequeira de pino estilo rockeira, de mãos dadas com Natália. No pé uma bota coturno com tranças pretas, suja de terra, na outra mão um buquê roxo.

Todos estavam estupefatos, os queixos só faltavam desgrudar do maxilar de tão admirados.

O pianista parou de tocar a melodia, todos os flashes das máquinas fotográficas e camêra filmadoras focavam Marcela quando ela pegou o microfome e parou no altar ao lado de Marcos:

- Meus amigos e puxa sacos do meu finado pai, também querida imprensa marrom, todos vocês devem estar se perguntando o que está acontecendo. Não é mesmo? Fiquem seguros de que eu não estou louca ou revoltada pela morte do meu pai e agindo sem pensar, eu nunca estive tão lúcida. A verdade é que não dá mais para me enganar e enganar todos vocês... Jim, vem cá para o palco. - Ele subiu e ficou do lado de Marcos. - Esse casamento jamais iria dar certo, por que eu e o Marcos somos homossexuais. Eu sou lésbica e ele é gay. Essa moça linda que segura minha mão é minha namorada, futura esposa, esse rapaz ao lado do Marcos se chama Jim e ele é o namorado do Marcos. Toma Jim, quero compartilhar esse buquê contigo mona, vamos casar com quem de fato nos pertence. Toca a melodia, pianista.

Marcela falou algo no ouvido de Natália e Jim, eles se encaminharam para a entrada do tapete vermelho, vindo de encontro à Marcela e Marcos no altar.

A Juíza de paz estava ciente desse casamento duplo, preparou os papéis em cima da mesa. A melodia cessou quando "as noivas" chegaram ao palco.

O silêncio se fez presente quando a Juíza começou a ministrar a cerimônia:

- Estão aqui presentes de livre e espontânea vontade os casais..... Tem alguém aqui presente que tenha algo relevante a falar que impessa este casamento? Fale agora, ou cale-se para sempre.

"Tem eu Marcela, que te amo". - Pensou Rafaela.

- Eu os declaro marido e marido e mulher e mulher. Podem se beijar.

Rafaela não viu o beijou, saiu chorando para dentro da casa. Bebia afoite uma taça de champanhe quando Thayla entrou lhe oferecendo compania.

Ao som de Pitty-Equalize os recém casados sairam do palco, sendo comprimentados por amigos e imprensa.

"Às vezes se eu me distraio

Se eu não me vigio um instante

Me transporto pra perto de você

Já vi que não posso ficar tão solta

Me vem logo aquele cheiro

Que passa de você pra mim

Num fluxo perfeito

Enquanto você conversa e me beija

Ao mesmo tempo eu vejo

As suas cores no seu olho

Tão de perto

Me balanço devagar

Como quando você me embala

O ritmo rola fácil

Parece que foi ensaiado

E eu acho que eu gosto mesmo de você

Bem do jeito que você é

Eu vou equalizar você

Numa frequência que só a gente sabe

Eu te transformei nessa canção

Pra poder te gravar em mim

Adoro essa sua cara de sono

E o timbre da sua voz

Que fica me dizendo coisas tão malucas

E que quase me mata de rir

Quando tenta me convencer

Que eu só fiquei aqui

Porque nós dois somos iguais

Até parece que você já tinha

O meu manual de instruções

Porque você decifra os meus sonhos

Porque você sabe o que eu gosto

E porque quando você me abraça

O mundo gira devagar

E o tempo é só meu

E ninguém registra a cena

De repente vira um filme

Todo em câmera lenta

E eu acho que eu gosto mesmo de você

Bem do jeito que você é

Eu vou equalizar você

Numa frequência que só a gente sabe

Eu te transformei nessa canção

Pra poder te gravar em mim

Eu vou equalizar você

Numa frequência que só a gente sabe

Eu te transformei nessa canção

Pra poder te gravar em mim"

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NOTAS FINAIS:::: Marcela tomou posse de 90% dos bens de seu pai, os outros 10% foram utilizados para pagar dívidas que ele tinha e corrupções com o dinheiro público.

Marcela abriu sua clínica particular onde é dona absoluta de toda a propriedade, não tem acionistas. Sua equipe médica conta com 25 profissionais, os melhores de renomadas faculdades de medicina do país.

Trinta porcento da fortuna de seu pai foi usada para abrir uma clínica destinada a tratar pessoas necessitadas. Jim se tornou político, ajudando Marcela com recursos do governo para auxiliar esta clínica beneficente.

Natália aceitou abrir sua clínica veterinária com uma colega de faculdade, Marcela a ajudou com a finança. Sua clínica também é um sucesso.

Thayla e Rafaela vem saindo de vez enquando, nenhuma quer assumir compromisso, mas tem aproveitado juntas cada minuto de folga do trabalho.

Angela e Maicom namora há praticamente 3 anos e fazem planos para o futuro. Cada um está com quinze anos, pretendem se casar aos 18 anos, fazerem faculdade, ter filhos e viver uma vida felizes juntos. Marcela comprou um carro e uma casa para o irmão, por enquanto tudo está em seu nome mas passará à ele quando se tornar maior de idade.

Maicom usa parte da pensão que sua irmã lhe dá mensalmente para cursar cursos.

Marcos ficou surpreso quando sua carreira não foi afetada pelo fato de o descobrirem gay, teve várias propostas para ir para o Exterior, mas recusou, ficando com seu esposo que ocupava um cargo político importante e não poderia se mudar no momento.

Adenir e Amparo se amam a cada dia mais e vivem felizes morando no interior.

A morte do Senador foi arquivado por falta de provas, como não solucionado.

Tia Bridah sofreu outro infarto e infelizmente morreu.

Ninguém nunca mais teve notícias de Yago. Seu padrasto pagou uma passagem de ônibus para o Paraguai na época do assalto à casa de Rafaela, desde então seu paradeiro é desconhecido.

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- Amor, que cara é essa? - Perguntou Marcela chegando em casa de noite, após um dia de trabalho.

Natália mostrou o resultado do exame de gravidez, positivo.

- Amor! Que feicidade!!! - Pulou no pescoço de Natália, beijando sua boca. - Agora nossa felicidade será completa, relaxa esse filho ou filha será a maior benção de Deus em nossa vida.

Constatada o sucesso da fertilização feita na própria de Marcela, 9 mêses depois Natália trouxe ao mundo um casal de bebês.

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Comentários

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obrigada meninas, espero em breve escrever mais para vcs. leyly nao consegui te achar no wtspp. 4391820365.

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Gostei muito continua logo amo seus contos.

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EXCELENTE!!!!!!!!!! AMEI O FINAL. Mt bom mesmooo. E pf nao demora a postar novos contos. Vc e 10000000 bjs

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Também gostei muito do final, espero que vc não demore pra escreve novamente,adoro seus contos bjs

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Amei o conto foi otimo e o final foi muito bom tbm.Parabéns Liah ficou otimo.

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nossa..gostei muito do final..pena que acabou :(

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