Tinha que ser logo ele? P.13

Um conto erótico de Sarin
Categoria: Homossexual
Contém 3297 palavras
Data: 02/03/2014 01:51:21
Última revisão: 02/03/2014 12:56:54

Oiiii... Desculpem a demora. Vocês novamente devem estar querendo me esganar, antes de disso quero lhes dizer que não estou podendo postar sempre pois, estou "TOTALMENTE SEM TEMPO". Não tenho tempo nem de me coçar ultimamente.

Não irei desistir do conto, mas pra isso preciso que vocês tenham paciência comigo, por favor. Pode demorar um pouco(ou muito) mas prometo que irei continuar. Agradeço pela compreensão, e se quiserem me espancar nos comentários, estou aqui pra isso.

Beijinhos e boa leitura.

*********************************

Ele: eu é que tenho que agradecer todos os dias por ter você... Um garoto perfeito que veio pra endireitar um todo errado... Ninguém nunca amou, ou vai amar alguém como eu te amo... Chega a doer...

Então nos deitamos e adormecemos depois de uma noite inteira de muitos beijos e carinhos.

No dia seguinte, acordei com a cabeça em seu peito. O sol que entrava pela janela e as cortinas brancas, que eram movimentadas pelo suave e gelado vento, me davam uma sensação incrível de paz. Olhei em seu rosto e ele dormia profundamente.

Fiquei ali, o observando. Sua feição delicada e ao mesmo tempo mascula me faziam ir a loucura. Como podia tamanha perfeição assim? Me perguntava se aquilo ali realmente era verdade.

Tipo, eu nunca, nem nos melhores dias da minha vida imaginaria me apaixonar por alguém assim. E pior, que essa pessoa também fosse apaixonada por mim.

Acarissiei seus cabelos e ele mesmo dormindo como uma pedra parece ter sentido meu toque. Um sorriso lindo surgiu em seus lábios.

Então a porta abre.

Eu: Rafael?!- minha cara foi no chão.

Rafael: há, é aqui que ele tá...- meus olhos estavam quase saltando pra fora. E o pior é que eu ainda estava com as mãos no cabelo do Fernando. Não conseguia mexer um músculo sequer. Meu corpo parecia ter travado totalmente.- não vai falar nada?

Então tirei as mãos e me levantei.

Eu: Rafael... Eu...

Rafael: eu já sabia.

Eu: o que? Como assim?

Ele se aproximou devagar.

Ele: bom... Você é o Fernando não se desgrudam um só minuto, e outra,arrancar informações do meu irmão quando ele tá bêbado é a coisa mais fácil do mundo.- disse ele rindo.

Eu: droga Fernando...

Ele: não se preocupe, eu não vou contar.

Eu: não?

Ele: não.

Eu: obrigado.

Ele: é... E além do mais, se eu fizesse isso acho que as minhas chances também diminuíriam.

Eu: o que?- ele se aproximou e se abaixo ficando bem perto do meu ouvido.

Ele: você acha que o Fernando é o único interessado em você?- disse ele sussurrando. Sua voz era grave e rouca. O que a fazia ser super sensual. Um enorme arrepio atravessou minha espinha se espalhando por todo o meu corpo.- eu vou lutar por você, tenha toda certeza disso.

Eu: mas... Mas eu não sinto o mesmo por você, desculpa.- ele sorriu.

Ele: aham... Sei...- ele deu um sorriso de canto e se dirigiu à porta.- há, se eu fosse você, dava um jeito de acordar o Fernando. A mamãe já foi no quatro dele duas vezes, ela só não entrou porque eu não deixei.

Eu: obrigado, quando ele acordar eu digo pra ele te agradecer.

Ele: não fiz isso por ele...

Então ele saiu.

Fiquei estático. Já não bastava o Fernando, agora o Rafael também? Cara, porque eu?

Minha cabeça dava voltas e voltas. Tudo bem, eu admito que sentia atração pelo Rafael. Mas era só atração fisica. Nada mais. Eu o achava muito gostoso e lindo(extremamente). Mas o Fernando era diferente, era uma coisa além de desejo, eu realmente o amava, com todas as minhas forças. Eu não podia pensar em passar um dia sequer longe dele que já me dava uns piripake.

Tentei acordar o Fernando mas ele nem se mexia. E quando mexia era pra virar pro outro lado. Cara, me deu um ódio. A minha vontade era de dar umas porradas nele.

Eu: Fernando acorda!!!- disse dando um tapa no braço dele.

Ele se virou pra mim ainda com os olhos fechados.

Ele: o que foi, amor?

Eu: anda, alguém pode ir no seu quarto e...- pensei em falar do Rafael, mas achei melhor isso ficar só entre min e ele. Conhecendo o Fernando como eu conheço, se ele soubesse ia acabar rolando confusão.- acorda logo.

Ele sorriu e me puxou, o que me fez cair em cima dele.

Ele: só se você me der um beijo.

Eu: não, alguém pode entrar aqui e nos ver!

Ele: não vai não, amor?

Eu: que foi?

Ele: eu acordei cheio de tesão. Sente só.- então senti algo duro crescendo entre minhas coxas, que estavam no meio das pernas dele.

Eu: Fernando!- ele deu uma piscadinha safada.

Ele: eu já to bom, que tal a gente continuar o que começamos ontem?

Eu: não, nem pensar. Anda, levanta logo.

Então ele me jogou na cama e se levantou pegando suas roupas. Ele estava emburrado.

Eu: ei! Onde você vai?

Ele: pro meu quarto me acabar na punheta, porque se depender de você eu vou ficar assim o resto da minha vida!- ele disse se referindo ao enorme volume na sua cueca. Com raiva ele ficava mais lindo ainda.

Então ele recolheu suas coisas e saiu batendo a porta. Eu estava tão atordoado com o que o Rafael disse que nem liguei pro piti do Fernando. Então decidi dar uma volta pela fazenda, conhecer melhor e ficar um pouco sozinho. Sai pela porta dos fundos pra minha sorte aparentemente não tinha ninguém na casa.

Passei pelos enormes pinheiros que rodeavam a parte de trás da casa e fui andando sem direção. Depois de alguns minutos acabo me aproximando do haras, o que foi meio confuso, porque eu lembrava dele ser do outro lado(típico de mim, ótimo senso de direção sempre!).

Não estava muito próximo, mas de lá já se podia ouvir o trotar dos cavalos e seus relinchos.

Ignorei meu ridículo senso de direção e me dirigi até lá.

Ao chegar próximo as cercas me deparei com uma cena de filme. O Rafael sem camisa, montado em um cavalo negro e com um chapéu de calboy. Tipo, gostoso pra carai!!!

O sol o dava um bronzeado incrível, o cavalo obedecia todos os seus comandos.

Então o cavalo empinou ficando apenas sobre as patas traseiras, cara, eu quase ejaculei nas calças!!! O homem era pura testosterona.

Seu corpo perfeitamente escupido, brilhava ao toque do sol. Meu coração estava pra sair pela boca.

Então o cavalo deu meia volta e o Rafa me viu.

Ele deu um sorriso que me derreteu todo.

Ele: vem aqui!- ele gritou descendo do animal. Me recompûs e então me apriximei.- oi.

Eu: oi.- dei um sorrisinho sem graça. Eu não conseguia tirar os olhos do corpo dele. Parecia ipnotisado.

Ele: o que você veio fazer aqui?- disse ele tirando o chapéu e passando a mão em seus lisos e dourados cabelos(Gente, gozei!!!).

Eu: nada, tava só dando uma volta, aí acabei vindo parar aqui.

Ele: sabe andar de cavalo?- ele acarissiou o bicho. Que também era lindo.

Eu: não, nunca tive coragem de tentar.

Ele começou a rir.

Ele: bom, então já tá na hora de aprender.

Eu: não, não tá!

Ele: tá sim. Vem, eu te ensino.

Eu: não, é sério eu tenho medo.

Ele: ele não faz nada. Olha só.- ele pegou minha mão e aproximou devagar do focinho do cavalo.

Eu: Rafael, ele vai me morder...- disse tentando puxar meu braço. Em vão.

Então o cavalo encostou o focinho na minha mão.- eu... Nossa...

Ele sorriu.

Ele: viu só, ele gostou de você.

Eu: é...- eu nunca tive muito contato com animais, nem com cachorro ou gato, imagina com cavalo. Era incrível aquilo.

Ele: vem, você vai montar nele.

Eu: o que? Não.

Ele: vai sim.

Eu: não, Rafael.- ele abriu o portão e me puxou pra dentro.- Rafael!

Ele: confia em mim, eu não vou deixar você se machucar...- Ele olhou bem dentro dos meus olhos. De alguma forma, eu não sei porque, mas ele me passava segurança. Apesar de eu saber que não devia confiar nele, eu não conseguia dizer não.- eu vou com você.

Então ele me ajudou a subir e logo depois subiu também, fazendo seu corpo ficar colado ao meu. Quando ele passou os braços ao redor de mim, extremeci da cabeça aos pés.

Podia sentir o volume crescendo atrás de mim. Então ele pegou minhas mãos, pôs nas rédeas, e pôs as suas em cima das minhas.

Ele: ok. Vamos começar bem devagar...- disse ele no meu ouvido. O que fez um calafriu subir meu corpo todo.

Não vou mentir. A minha vontade era de agarrar ele ali mesmo e fazer uma loucura com aquele corpo!!! Ô homem gostoso!!!!

Então o cavalo começou a andar devagar, conforme o vai e vem almentava o volume dele ia crescendo atrás de mim. Ficamos um bom tempo assim, até que o cavalo foi parando. Me virei pra perguntar porque ele estava parando e nossos rostos ficam a centímetros de distância. Ele olhava em meus olhos e eu amolecia ali. Com seus braços a minha volta. Então nossas bocas foram se aproximando...

Fernando: o que é isso?!!!

Com o susto eu acabei chutando o cavalo sem querer. O que fez ele empinar e arrancar com tudo. A minha sorte foi que o Rafael me empurrou pra frente e eu consegui me segurar no pescoço do bicho, já ele foi jogado com força no chão.

Consegui fazer o cavalo parar e pulei de cima dele. Meus pés doeram horrores, mas ver o Rafael jogado no chão se contorcendo de dor fez a minha nem ter importância. Corri até ele e me ajoelhei.

Eu: Rafael!!! Aí meu deus, Fernando!- ele estava me olhando com ódio. Eu queria correr até ele e implorar que ele me perdoasse mas não podia deixar o Rafael ali. Então lágrimas começaram a escorrer dos olhos dele, que nem se mexia. Seus olhos estavam arregalados e vermelhos.- Fernando...

Lágrimas também começaram a escorrer pelo meu rosto. Ele então fez sinal de negativo com a cabeça e se virou indo em direção a casa.

Eu: socorro! Alguém ajuda, por favor!- então o carinha lá que cuidava dos cavalos apareceu e eu pedi que ele ajudasse o Rafa, e sai correndo atrás do Fê.

Quando cheguei próximo ao lago ele estava de joelhos no chão chorando.

Eu: Fernando...- me aproximei e o abracei por traz.- amor...

Ele: me solta!!!- disse ele me empurrando.

Eu: amor, por favor...

Ele: não me chama mais disso!!!- ele começou a limpar os olhos.- entendi... Foi por isso que você me tratou daquele jeito hoje de manhã. Você me trocou por ele não é?

Eu: não, claro que não! Fernando eu te amo.

Ele: ama? Você tem coragem de dizer que me ama depois do que eu vi?!

Eu: não é o que você tá pensan...

Ele: não é o que eu to pensando, é o que eu vi! Você traiu a minha confiança, traiu o amor que eu sentia por você... Eu... A quanto tempo vocês tão me enganando?

Eu: o que? Eu nunca te enganei, aquilo... não era nada...

Ele: como não era nada?! Vocês estavam quase se beijando!- então o Rafael apareceu.

Rafa: Fernando, eu...- ele nem acabou de falar e o Fernando pulou em cima dele. Ele deu um soco tão forte no rosto do Rafa que pude ouvir nitidamente o barulho. Os dois começaram a rolar no chão e eu só gritava.

Eu: Fernando para! Fernando!!!- como não tinha ninguém por perto foi o jeito eu me meter. Mesmo correndo risco de acabar num hospital. Pulo na costa do Fernando e me atraquei nele tentando fazê-lo parar.- Fernando para! Aí, Fernando!!!

Era em vão, eles continuavam se socando e eu parecia um boneco de um lado pro outro nas costas do Fernando. Então eu me soltei e me meti entre os dois. Eles me empurraram e eu voltei a me meter. Então só sinto uma dor horrível no rosto e sou jogado no chão. Os dois param e ficam me olhando. Ambos estavam com os olhos esbugalhados.

Pûs a mão em meu nariz e olhei. Meus dedos estavam banhados em sangue. Fiquei olhando sem acreditar naquilo.

O Rafael chegou perto de mim e eu o empurrei.

Eu: sai!!! Quer saber, vocês querem se matar? Então se matem!!! Eu não to nem aí pra vocês dois, eu cansei, eu não quero mais olhar na cara de vocês!!!- então sai correndo.

Meu nariz sangrava muito, eu estava meio tonto, não sabia bem por onde estava andando. Então avisto a casa e entro. O seu Douglas estava na sala assistindo tv e se assustou ao me ver.

Ele: Kayo, o que foi isso?

Eu: nada, eu cai, tá tudo bem.

Ele: claro que não, olha o seu nariz, tá sangrando.

Eu: eu to bem, é sério. Aliás, cadê meus país?

Ele: foram na cidade com a Vera. Onde os meninos estão?

Eu: não sei.

Ele: vem, eu vou cuidar disso.- eu sontei na poltrona e ele foi até a cozinha. Demorou um tempinho e ele voltou com uma maletinha de primeiros socorros.

Ele: deixa eu ver.- ele examinou meu nariz, que era uma torneira de tanto sangue.- hum... Não quebrou. O que aconteceu? De verdade. Esse lance aí de "eu cai" não me convence não.

Fiquei relutante em falar, mas tive que dizer a verdade.

Eu: os... Os meninos brigaram...

Ele: e eles te bateram?!- disse ele já meio alterado.

Eu: não, eu é que me meti no meio e acabei... Assim.

Ele: quando eles voltarem eu... Esses dois só me dão dor de cabeça! Imagina o que os seus país vão dizer quando souberem...

Eu: não! Eles não vão saber, porque o senhor não vai contar. Eles vão ficar malucos...- então os dois atravessaram a porta. Eles estavam todos sujos de terra. O Fernando com a sobrancelha esquerda sangrando, o Rafa com a boca. As roupas todas rasgadas. Parecia que eles haviam acabado de sair de uma guerra.

Douglas: vocês estão ficando malucos?! Olha o que vocês fizeram!- disse ele apontando pra mim- vocês não tem vergonha na cara, parecem crianças!!!- eu olhei pro Fernando, e assim que nossos olhos se cruzaram ele virou o rosto.

Lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto, então eu sai correndo. Não queria que ninguém me visse chorando, entrei no meu quarto e me tranquei.

Passamos o resto do dia sem nos ver, meus pais ficaram enchendo o saco por causa do nariz, mas depois relaxaram. O Rafael passou a tarde inteira na porta do meu quarto pedindo desculpas, mas, por mais que eu não quisesse, era só olhar na cara dele e me lembrava do Fê. Meus olhos estavam gigantescos de tanto chorar. Eu não sabia o que ia fazer, mais uma coisa era certa. Eu tinha que dar um jeito de consegui o perdão do Fernando. Eu admito que queria sim beijar o Rafael, afinal, não tem como resistir aquilo. Eu tentei... Mas é mais forte que eu.

Já a noite, nossos país inventaram de fazer uma fogueira e ouvir música. Ueeeeee..! Coisa mais chata!

Pelomenos eu sabia que o Fê estaria lá, iria ao menos vê-lo.

Pûs um casaco bem quente, pois estava congelando. Calcei umas botas de borracha e me mandei em meio a estradinha de terra que passava ao lado na colina onde faríamos a fogueira.

Cheguei lá e nossos país, os dois e alguns homens que eu não conhecia, já estavam com suas violas e cantando músicas típicas de gente da fazenda, as quais eu odiava. Me aproximei e por incrível que pareça, os dois estavam sentados perto um do outro. Me sentei em um tronco separado, ao lado de meus país. Olhava pro Fernando e ele ficava com os olhos fixos nas chamas. Nem piscava.

Podia ver o curativo em sua sombrancelha esquerda, ainda estava vermelho pelo sangue. O Rafael me olhava todo sorridente, preferi não olhar muito, não queria dar falsas esperanças. Eu me sentia atraído por ele, mas jamais me passara pela cabeça ter qualquer tipo de relação sentimental com ele. Se ele era, ou parecia um príncipe? Com toda certeza. Perfeito.

Mas meu príncipe, minha alma gêmea, era e sempre vai ser o Fernando.

Fiquei no meu canto calado. Apenas ouvindo a suave e irritante música que eles tocavam.

Mãe: filho? Filho?!

Eu: oi mãe...- nesse momento estava um transe profundo. Todas as cenas de mais cedo estavam pela minha mente me fazendo muitas vezes, a ter vontade de me derramar em lágrimas ali mesmo, sentia que a cada vez que olhava pro Fernando e ele desviava o rosto, parecia que eu ia quebrar. Me partir em vários pedacinhos como vidro.

O som agora havia acabado. Estavam todos em silêncio contemplando a enorme e quente chama que formava desenhos deformados a nossa frente.

Mãe: filho, porque você não canta uma música pra gente?

Eu: mãe, desculpa mas eu não to no clima...

Mãe: por favor, você canta tão bem.- (É... Eu também sei cantar) O rosto de cachorrinho pidão dela me tirou qualquer esperança ou vontade de dizer não.

Eu: tudo bem... Conhecem "Mine"?

Um tiusinho lá que tava com uma das violas me olhou engraçado.

Ele: o que sô? Mas que diabo de música já é essa menino?

Eu: Mine, Taylor swift...

Rafael: eu sei!- disse ele sorridente e praticamente arrancando o instrumento das mãos do homem.

Então ele começou a tocar.

(Vou colocar apenas a tradução da música, quem quiser procura-la no google e lê junto, fica mais emocionante).

[MEU]

(versão reduzida)

Você fazia faculdade e trabalhava de

garçom

Deixou a cidade pequena e nunca

olhou para trás

Eu era um risco de fuga com medo

de cair

Me perguntei por que me importar

com um amor

Se ele nunca dura

Eu disse "Você consegue acreditar?"

Enquanto nós estávamos deitados no

sofá

Naquele momento eu pude ver

Sim sim, eu posso ver agora

Lembra quando nós estávamos

sentados perto da água?

Você me abraçou pela primeira vez

Você fez um rebelde do filho

cuidadoso

de um cara descuidado

Você é a melhor coisa que já foi

minha.

E eu lembro da briga às 2h30 da

manhã

Quando tudo estava escapando das

minhas mãos

E eu saí correndo chorando e você

me seguiu até a rua

Me preparei para uma despedida

Porque é só isso que eu sabia fazer

E você me surpreendeu

Você disse "Eu nunca vou te deixar

sozinho''

Você disse

"Eu lembro como nos sentimos

sentados na água

E toda vez que eu te olho é como a

primeira vez

Me apaixonei pelo filho cuidadoso

de um pai descuidado

Ele é a melhor coisa que já foi

minha''

Woah oh oo

Você fez um rebelde do filho

cuidadoso

de um cara descuidado

Você é a melhor coisa que já foi

minha

Você acredita?

Nós vamos conseguir agora

E eu posso ver

Eu posso ver agoraDurante toda a música meus olhos ficaram grudados nele, já não me importava se iriam perceber ou não. Eu só queria que ele visse e lembrasse do quanto eu o amava, do quanto eu queria ele comigo.

Ele me encarava sério, parecia que as lágrimas também existiam ali, ele só não as permitia cair.

Cada palavra, cada cifra daquela música era um pedaço de mim que flutuava e tentava desesperadamente alcança-lo.

Não conseguindo mais segurar aquilo, aquela dor...

Eu: eu te amo!!!

CONTINUA.....

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sarin a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Ixi... a coisa vai ficar feia..... Você também tinha que d deixa o desejo vencer. ....

0 0
Foto de perfil genérica

Enquanto uns tem tantos, outros tem tão pouco :/

kkkkkkk

0 0
Foto de perfil genérica

Ah cara não vou te jugar nem nada, entendo como é ficar sem tempo pra continuar postando. E que capítulo foi esse. Espero que tudo fiquem bem entre os dois. O Rafael é um traste por tentar separar os dois isso sim.

0 0
Foto de perfil genérica

To nervoso... Pelamor heim, não demore pra postar não... A gente fica no desespero!

0 0
Foto de perfil genérica

Uns tapas ah mereci sim.. Mais sua historia é muito boa, vou continuar acompanhando

0 0
Foto de perfil genérica

Já tá merecendo uns tapas né?! Hmpf... Ao menos quando você resolve postar sai um capitulo maravilhoso... não desistirei de acompanhar essa história, então até algum dia!

0 0