Casa dos Contos Eróticos

Sexo com o moreno personal

Um conto erótico de Bivolty
Categoria: Homossexual
Data: 17/02/2014 00:52:54
Nota 10.00

Essa história aconteceu há algum tempo. O conto ficou um pouco longo porque gosto de contar os detalhes.

Bom, meu nome e Alan, tenho 27 anos. Sou moreno, tenho 1,78 de altura e 78kg. Malho desde os 21 e hoje tenho um porte atlético bacana. Acho-me um cara bastante atraente. Faço também faculdade de computação gráfica e moro no interior da Bahia. Preservei o nome da cidade porque a cidade é pequena e sabe como é. Cidade pequena as pessoas costumam se conhecer ou mínimo saber quem você é. Mas os nomes são reais.

Gosto de ficar com homens e mulheres, mas somente os caras que fiquei sabem disso. Eu particularmente prefiro os caras mais másculos com jeito e cara de macho. Já tive namoradas, mas nunca namorei um cara. A minha história começa quando numa sexta-feira cheguei mais cedo da faculdade. Ainda era umas 08:30 e eu não tinha nada pra fazer. Tirei a roupa e fiquei somente de cueca vendo TV.

Comecei a ver uns seriados e la pelas 22:00 o telefone tocou. Eram alguns amigos chamando para ir na inauguração de uma boate. Na hora recusei porque já estava acomodado ali vendo TV, mas insistiram. No fim, acabei aceitando. Tomei um banho e me arrumei. Na hora marcada fui encontrá-los. Uma das amigas havia ganhado 5 entradas para a inauguração e nem precisamos pagar ingresso. Quando eles chegaram eu já os esperava na fila por alguns minutos. Nos cumprimentamos e percebi que havia um cara, que eu não conhecia, com eles.

O nome do dele era Rodrigo, amigo da minha amiga que havia conseguido os ingressos. Moreno bronzeado. Devia ter pouco mais de 1,80 de altura, e uns 85kg, e com certeza malhava. Tinha um corpão e um peitoral que deixava sua camisa azul bastante apertada. Entramos na boate e de cara fomos ao bar. Compramos um balde cervejas e começamos a tomar enquanto um DJ tocava. Havia muita gente bonita no lugar, mas Rodrigo começou a chamar minha atenção. E acho que eu também a dele.

A nossa turma começou a dançar e de vez em quando pude ver seus olhares em mim. Era um cara muito bonito. Com um sorriso largo e contagiante. Olhos castanhos, cabelo bem cortado bem baixo. Após um tempo dançando, voltei à mesa para pegar mais uma cerveja e sentar um pouco. Algum tempo depois o Rodrigo chegou. Suava um pouco e na mão tinha uma garrafa de cerveja vazia. Abri mais uma e entreguei pra ele.

- Obrigado

- Nada. - falei

Como sempre fui muito tímido, continuei tomando a minha cerveja e vendo a galera dançar. Vi quando ele se aproximou de mim, mas no inicio não disse nada. Devia estar olhando o pessoal também. Após algum tempo, perguntou:

- Você não dança?

Eu ri um pouco e falei:

- Tive um dia meio corrido

Ele entendeu e falou:

- Lugar bacana, muita gente bonita. Gostei

Concordei. Dei um gole na cerveja. Ele continuava a olhar pra mim. Como se estivesse esperando eu falar mais alguma coisa.

- É sim, bacana. – falei. – Você é daqui da cidade mesmo? Nunca vi você com a Aline antes.

- Sou sim. É porque eu saio pouco. Poucos amigos. – Falou rindo. Acho que feliz por eu ter feito a pergunta. Continuou - Conheço você por foto. Aline tem muitas fotos com você no Facebook.

Concordei e lembrei que era mesmo verdade. Sempre tive um grupo fixo de amigos e conhecia Aline já há um bom tempo. Muitas festas, reuniões, até a mesma faculdade, porém cursos diferentes.

- Já você, eu não conheço. Desculpe. – falei

- Tudo bem. Agora já me conhece. – falou rindo.

Voltamos pra pista e começamos a dançar com a galera. Continuamos conversando um pouco mesmo com o barulho alto da música. Descobri que ele era recém formado em Educação Física e da minha idade. 27 anos. Mesmo com a música alta, conversamos bastante. Eu, a essa hora, já não estava tão tímido. Ele contou que era personal trainer numa academia já há algum tempo. Estava solteiro.

Confesso que toda vez que ele se aproximava do meu ouvido pra falar alguma coisa eu me arrepiava um pouco. E cada vez mais ele chegava mais perto. As vez colocava até as mãos na minha cintura quando se aproximava demais. Ele tinha um hálito gostoso de hortelã e uma voz grossa de macho. Nos revezávamos indo pegar as cervejas enquanto dançávamos. E quando ele ia pegar as bebidas eu contava os minutos.

Ele se mostrou um cara extremamente interessante. Além de muito bonito, tinha um papo agradável e usava um perfume gostoso. Continuamos conversando em meio a um montão de gente e entre uma cerveja e outra. As horas foram passando e de vez em quando os DJs eram trocados. Voltamos para mesa e pedimos alguma coisa para comer. Enquanto comíamos e conversávamos, o resto do pessoal chegou. Após algum tempo o pessoal anunciou que já ia embora. O relógio marcava 04:00 da manhã. Rodrigo falou que não estava muito a fim de ir embora e eu disse a mesma coisa.

- Eu to de carro. Se quiser te deixo em casa mais tarde. – falei

Ele concordou e nos despedimos do pessoal. Voltamos a pista e continuamos dançando. Conversamos mais e rimos bastante. Quando comecei a sentir a cabeça doer, comprei umas águas e continuamos curtindo. O tempo passou e lá pelas 07:00 decidimos que era hora de ir embora. Mas a pista ainda estava cheia. Deixamos a boate e passamos no Subway 24horas. Comemos uns sanduíches e levei Rodrigo pra casa. Ele morava num prédio no centro da cidade. Rodrigo me deu um aperto de mão seguido de um abraço e deixou o carro.

Voltei pra casa. Pensando naquele abraço. Tomei um banho, bati uma punheta gostosa pensando naquele homem e fui dormir. Acordei la pelo meio-dia com o celular descarregado. Coloquei pra carregar e almocei. Voltei a deitar e fiquei vendo TV. As horas foram passando e quando o meu celular já havia carregado liguei. Após algum tempo o celular recebeu um sms. Era o Rodrigo me chamando para dar uma corrida. Me explicou também que havia pedido o meu número pra nossa amiga com a desculpa de que tinha esquecido sua carteira no meu carro.

Eu ri e concordei com a corrida. Salvei o seu numero no meu celular e uma hora depois fui até a casa dele. Nos cumprimentamos, sem abraço, e fomos correr. Após quase duas horas de corrida e caminhada, paramos. Compramos duas águas numa lanchonete e combinamos de sair mais tarde. Porém algo mais leve. Um barzinho e pronto.

Dessa vez foi ele quem passou na minha casa. Fomos até um bar que ele não conhecia. Mesmo sendo tão próximo da casa dele. Sentamos e pedimos uma cerveja. Conversamos e rimos bastante. Enquanto conversávamos, de vez em quando sentia suas pernas roçarem nas minhas.

Eu esquivava, pois achava que não era proposital. Continuamos conversando e suas pernas roçaram nas minhas novamente. E mais uma vez esquivei. Pedimos alguns petiscos e o papo continuou. Quando mais uma vez senti suas pernas nas minhas. Dessa vez não tirei as minhas pernas do caminho das suas. Eu confesso que mal me concentrava no que ele falava. Curtindo o que as nossas pernas estavam fazendo debaixo da mesa.

Ele falava e gesticulava e eu fingindo que ouvia. Foi quando percebi que nesse momento ele falava com um sorriso de canto de boca. Como se estivesse gostando de alguma coisa. Voltei a me concentrar no que ele dizia e a conversa voltou a fluir. Falamos de futebol, festas, faculdade, academia e sexo. A essa hora o bar já estava mais vazio e também baixamos o nosso tom de voz. Ele disse que tinha algumas fantasias e que uma delas era fuder na academia. Mas o mais próximo disso que aconteceu foi ficar com uma gata no banheiro. O papo começou a me estimular e o cacete começou ficar apertado na calça. Contei que tinha fantasia no ambiente acadêmico. Ficar com as professoras ou alunas na própria faculdade.

Ele riu e ainda as nossas pernas não se desgrudavam. Ambos fazendo de conta que nada acontecia. Em certo momento pegamos os nossos celulares e nos adicionamos nas redes sociais. Comecei a ver o seu Istagram. Ele tinha muitas fotos. Várias na praia, piscina e muitas de sunga. Em uma ele tomava sol na praia e quem tirou ficou na direção entre as suas pernas. De modo que o seu volume era bem perceptível numa sunga branca. Curti. E curti todas as fotos em que ele aparecia sem camisa. Peitoral gostoso. Nas fotos, dava pra perceber que tinha coxas grossas também. Pelo jeito ele malhava tudo. E tinha uma bunda grande. Não tinha muitos pelos. Ele viu as que eu curti e deu um risinho. Entrou no meu Instagram e curtiu algumas minhas. Algumas de sunga, outras sem camisa e outras bem comportadas em festas e shows.

Ficamos por ali bebendo e conversando sobre tudo até que já bem tarde decidimos ir embora. Pagamos a conta e deixamos o bar. No caminho rimos bastante ainda dos papos. Ele me deixou em casa e ao me despedi apertei a sua mao e o abracei como ele havia feito antes. Dessa vez o abraço dele foi mais apertado e fiz questão de ser o último a largar.

- Bom sair com você, cara. Vamos repetir. – falei.

- Sim, sim, Com certeza. Vamos na praia amanhã semana que vem? Minha família tem uma casa na praia e quase sempre esta vazia. Ta a fim de ir? - perguntou

- Pode ser. Mas quem vai?

- Cara, por enquanto só eu e você. – falou.

- Então fechou. Vamos sexta à noite.

- Beleza então. – concluiu

Nos despedimos e entrei em casa. Tomei um banho e bati mais uma punheta lembrando dele. O cara era muito gostoso. Dormi e quando acordei no domingo nos falamos. A semana foi como todas as outras. Trabalho, faculdade e algum tempo pra academia. Nos falamos durante toda a semana. Às vezes ele me ligava, outras vezes eu ligava pra ele e perdíamos a hora conversando. Toda vez que lembrava que iríamos a praia a empolgação aumentava.Queria ver aquele homem de sunga ao vivo.

Até que a sexta feira chegou. Passou na minha casa e fomos pra praia. A casa de praia dele ficava a cerca de uma hora da cidade. Usamos o tempo para conversar mais. Ele me contou que tinha alguns irmãos e que era o mais novo deles. A conversa foi evoluindo e quando percebi já estávamos falando de sexo novamente. Começou a ir por um caminho mais excitante. Conversamos também sobre quais posições nós curtíamos e concluímos que frango assado era a melhor de todas.

O meu pau começou a ficar duro e pude perceber que ele também começava a ficar excitado, pois toda hora ajeitava o cacete.

- Cara, essa conversa ta começando a me deixar de pau duro. Já tenho um tempinho ser dar uma. – falei rindo.

- Nem fale viu. To ficando de pau duro também.

Quando ele falou isso uma coisa passou pela minha cabeça.

- Posso te perguntar uma coisa? – falei.

- Claro, man.

- Quanto seu pau mede? – perguntei.

Ele sorriu e acho que a pergunta o deixou meio sem graça. Acho que por essa ele não esperava. Pensei se tinha passado do limite quando ele falou:

- Cara, acho que uns 20 cm. – Falou ajeitado novamente o cacete excitado.

- Porra, que cacetão!

- E você? Quanto mede o seu? – Perguntou.

- 18cm. – falei.

- Bom tamanho.

Nessa hora eu já estava com o pau duraço achando que fosse arrebentar o velcro da bermuda. O cara além de bonito, simpático, gente fina, ainda tinha um pauzão.

- E o seu é grosso? – perguntei ainda meio sem graça, mas com muita vontade saber.

Ele fez que sim com a cabeça.

- E o seu? – perguntou.

- Também.

- Cara, essa conversa está me deixando de pau duro. Olha como estou? – falou.

Olhei, mas não dava pra ver nada. Estava escuro.

- Não da pra ver. – falei.

Nessa hora ele pegou minha mão e pôs em cima do seu pau. O cacete do Rodrigo pulsava sob a bermuda. Ele estava sem cueca. Era uma rola grande e grossa. Comecei a alisar, e ele prestando atenção no transito. Em poucos minutos anunciou que estávamos chegando. Passamos pela portaria do condomínio e seguimos por mais algum tempo até ele parar em frente a uma casa grande. Entramos pela garagem e ele estacionou. Peguei as mochilas enquanto ele abria a porta de casa. Ele me mostrou todo o local e avisou que a piscina ficava na parte de trás. Ele devia ter mesmo uma família grande pelo número de quartos. Fomos até o seu quarto e guardamos as mochilas.

- Tá a fim de dar um mergulho?

- Opa, agora. – Falei. – Deixa só eu pôr a sunga.

- Não precisa. Não tem ninguém em casa. Esse final de semana ninguém vai vir pra cá.

Eu ri. Fomos até a cozinha, pegamos umas latinhas de cerveja e fomos até piscina. A área da piscina estava escura e ele ligou as luzes subaquáticas. Deixando todo o resto apagado. Tava o maior calorão e sentamos na beira da piscina. Com os pés dentro d’água. Continuamos bebendo e conversando.

- Cara, o que foi aquilo no carro? – perguntei

- Você não gostou?

- Não é isso, é só que eu não esperava - falei rindo. – Você já ficou com outros caras?

- Apenas um. Uma vez. E você? – perguntou

- Já sim. – falei

- E como foi? – ele quis saber.

Aí contei que não havia sido muitos. Contei também que tinha ficado muito interessado nele desde o dia que nos conhecemos, mas como sempre fui muito tímido não falei nada. Ele me contou como foi com o cara que ele tinha ficado e me deixou ainda mais excitado.

- Posso te pedir uma coisa? - perguntou

- Claro. Falai aí. - disse

- Posso te pedir um beijo?

Eu ri e ele nem esperou a resposta. Segurou o meu queixo, levantou um pouco o meu rosto e me beijou. Os nossos lábios se tocaram e em seguida as nossas línguas. O beijo do cara era muito bom. Ele ainda segurava o meu queixo quando eu o puxei mais para perto. Ele passava as mãos pelos meus braços e pelas minhas costas. Eu retribuía. Ele tinha as mãos macias e o toque das suas mãos aumentava o meu tesão. Ele tirou a minha camisa e se debruçou ainda mais sobre mim me fazendo deitar no chão.

O seu beijo começava a ficar mais intenso e ele começava a sussurrar. Tiramos as camisas e o seu peito liso ficou sobre o meu. Ele passava as mãos pelas minhas pernas sobre a bermuda e o meu pau pulsava embaixo dele. Eu que ainda estava meio tímido comecei a alisar a sua bunda ainda por cima da bermuda. Era uma bunda muito gostosa. Ele não era como a maioria dos caras da academia que só malham braços e peito. Ele pelo jeito malhava perna. Tinha uma bunda carnuda e durinha. Resolvi ousar um pouco mais e comecei a enfiar a minha mão pela sua bermuda.

Podia sentir que ele estava curtindo. Ele gemia de tesão enquanto ainda nos beijávamos. Consegui abaixar um pouco a bermuda dele e comecei a passar as mãos pela bunda do cara. Sem bermuda no caminho. Ele tinha uma bunda lisa. Passei os dedos pelo seu rego e pude sentir o suor. Ele curtia. Sentia o seu pau pulsando sobre mim cada vez mais.

- Tira a bermuda? – falei

Ele levantou e tirou. Estava escuro, mas algumas luzes da casa e da rua, permitiam que eu visse o contorno do seu corpo. Enquanto eu olhava tirando a roupa, pude ver a sobra do seu cacete. Era mesmo um cacete de responsa. Grosso. Ele se aproximou de mim e mandou eu tirar a roupa também. Levantei e tirei a bermuda. Ele se aproximou de mim e mais uma vez me beijou. Foi me empurrando para trás até eu encostar numa mesa de madeira com um grande sombreiro.

Eu o segurava pela cintura enquanto ele tinha as mãos no meu rosto. Uma de cada lado. Me puxando para si e chupando a minha língua. Ele tinha uma língua macia e agora nem dava para sentir mais o gosto da cerveja. Ele beijava muito bem. Mordia os meus lábios e a minha língua de leve em alguns momentos. Tirou as mãos do meu rosto e começou a passá-las pelo meu corpo até chegar ao meu pau que estava duraço. Ele começou uma leve punheta no meu cacete e a alisar o meu saco de leve com a outra mão. Que sensação boa. Beijava o meu pescoço, passando a língua de leve. Foi descendo e chegou ao meu peito. Chupou os meus mamilos dando leve mordidas.

Uau que tesão. E continuou a descer mais. Chegou a minha barriga e começou a beijá-la. Fazia um pouco de cócegas e as vezes eu chegava a contrair um pouco. Até que desceu mais chegando ao meu cacete. Segurou com umas das mãos, bateu uma leve punheta com o meu pau próximo ao seu rosto e encostou a sua boca. Passou a língua de leve na cabeça por um tempo e depois começou a chupar só a cabeça do meu pau. Hummmm.

- Cara, isso e uma delícia. Que tesao. – falei, alisando sua cabeça.

O cara chupava muito bem. Segurou o meu pau com um pouco mais de força e começou a enfiá-lo na sua boca. Ele fazia um movimento de vai e vem com a cabeça aumentando cada vez mais o meu tesão. E o meu pau entrava mais e mais naquela boca gostosa. Ele me chupou deliciosamente por alguns minutos. Foi descendo cada vez mais e falou:

- Senta na mesa e levanta as pernas.

Na mesma hora obedeci. Ele chupou o meu saco e foi descendo até chegar no meu cu. No primeiro momento contraí, mesmo gostando muito de ser chupado no cu. Mas depois relaxei. Ele chupava cada vez mais gostoso. Enfiava e tirava a língua e brincava com o dedo bem na portinha. Sem enfiá-lo. Cara que tesão. Depois de um tempo dessa deliciosa chupada, pedi que ele parasse um pouco, pois se não iria gozar. Ele levantou e o abracei com as minhas pernas. Senti o seu pau grosso na minha bunda. E mais uma vez voltei a beijá-lo. Nos beijamos muito e a vontade de gozar diminuiu. Eu sentia que ele estava com muito tesão, pois sentia o seu pau agora na minha mão enquanto o punhetava.

Levantei e mudamos de posição. Ele agora estava contra a mesa. Beijei o seu pescoço, chupei os seus mamilos e cheguei a sua barriga. Ele se punhetava de leve e a medida que descia em direção ao seu pau, comecei a sentir o cheiro de seu cacete. Rodrigo tinha o cacete completamente depilado. Bem lisinho mesmo. Beijei a sua região pélvica e pude sentir a cabeça de seu pau contra o meu peito. O pau do cara babava demais. E tinha um cheiro delicioso.

Segurei o seu pau e repeti o que ele havia feito comigo. Passei a língua por toda cabeça de seu pau por um tempo e em seguida comecei a chupar somente a cabeça. Uma cabeça larga e bem macia. Seu pau tinha um gosto salgado por conta da baba. Era um pau delicioso. Depois comecei a tentar colocar na boca o máximo que podia. Ele urrava e gemia de tesão. As vezes alto e as vezes falava algo baixinho que não dava pra ouvir. O seu pau pulsava na minha boca e a cabeça de seu pau parecia aumentar.

- Cara, que pau gostoso. – Falei

Ele alisava a minha cabeça e forçava de leve o seu pau contra a minha boca. Babei todo o seu pau. Ele sentou também na mesa e de cara repeti o que ele havia feito comigo. Chupei o seu saco e fui descendo até chegar ao seu cu. Ele contraia e descontraia aquele cuzinho gostoso. Eu chupava e enfiava a língua enquanto ele urrava de tesão. Me dava muito prazer ver o Rodrigo gemer. O meu pau pulsava. O chupei por um bom tempo quando ele anunciou que também estava com vontade de gozar. Voltamos a nos beijar e o tesão não diminuía. Quando lembrei.

- Você é ativo ou passivo?

- Eu sou ativo e você?

Eu sorri.

- Eu também.

- Sério? Achava que ia te foder o final de semana todo. – Falou.

- Pensei a mesma coisa.

Então rimos.

- Cara, você tem um cuzinho delicioso. Deixa eu meter vai? – Falei.

- Não sei cara. Nunca fui passivo. Deve doer pra caramba.

- Vamos tentar, se doer eu paro. Beleza?

- Não cara. Acho que não iria curtir. Vamos deixar quieto. – Falou meio sem graça.

- E se fizéssemos um troca troca?

- Não sei.

- Pow, cara. Também não curto ser passivo, mas podemos tentar. Se não curtirmos não fazemos mais. – Falei puxando ele mais pra perto e beijando o seu pescoço. Nos beijamos e ele não dizia nada. Acho que estava pensando no assunto.

- Ok, vamos tentar.

Voltamos pra dentro de casa e fomos ao seu quarto. Agora com a casa iluminada podia vê-lo pelado completamente. Rodrigo tinha um corpo muito bonito. Peitoral definido, brações e pernas grossas. O seu pau ainda estava duro e era levemente inclinado para a esquerda. Um cacete grande e grosso e com uma cabeça larga. Indo pra lá e pra cá com o movimento de seu corpo ao andar. Subimos a escada e eu fui atrás só pra olhar mais pra aquela bunda carnuda e lisinha... que tesão.

Chegamos ao seu quarto e eu deitei na sua cama. Ele foi até a mochila, abriu, pegou umas camisinhas e jogou na cama. Pegou também um tubo de lubrificante. Diminuiu um pouco a luz e se deitou na cama ao meu lado. Eu me virei e deitei por cima dele. Voltamos a nos beijar e o tesão voltou a aumentar. O cheiro de nossos corpos suados tomava conta do lugar e o seu pau voltava a babar. Poda sentir em minha barriga. Voltei a chupar seu pau e depois de um tempo o coloquei de bruços. Abri a sua bunda deliciosa e passei a língua pelo rego. Lambia todo o seu cuzinho gostoso e ele voltava a contrair e descontrair enquanto eu o chupava.

Agora, nessa posição, ele empinava aquela bundona e gemia alto. Segurava minha cabeça contra sua bunda e a minha língua lhe penetrava. Eu fazia movimentos circulares e ele ia à loucura. Que cena excitante. Aquele macho moreno, gemendo alto com minha língua enterrada em seu cuzinho.

Coloquei uma camisinha, lambuzei aquele cu com bastante gel e passei um pouco no meu pau. Com ele ainda naquela posição, com aquela bundona toda empinada, me posicionei atrás dele e direcionei o meu cacete naquele cuzinho gostoso.

- Se doer você fala, beleza?

Ele concordo com alguns gemidos. Forcei um pouco e ele contraiu um pouco. Esperei naquela mesma posição e aos poucos ele foi relaxando. Segurei em sua cintura e forcei mais um pouco. Senti o meu pau começar a entrar. Ele gemia contra o travesseiro. Fui forçando aos poucos e a cabeça do meu pau entrou. Me debrucei sobre ele e beijei as suas costas e a sua nuca. Ele gemia. Esperei um pouco e quando percebi que ele relaxava mais uma vez, se acostumando com a cabeça da minha rola dentro de seu cu. Forcei mais um pouco. O meu pau foi entrando aos poucos.

- Esta doendo? – perguntei

- Um pouco, mas isso da um tesão da porra. Vai devagarzinho.

Concordei e mais uma vez beijava as suas costas. Ele tinha ombros largos e vê-lo naquela posição fez o meu pau pulsar. Ele gemeu alto quando o meu pau pulsou dentro dele. E enquanto eu fazia carinho em suas costas fui forçando cada vez mais até sentir o meu cacete todo dentro de seu cuzinho apertado. Ele agora contraia e descontraia me levando a loucura. Que sensação boa. Ele relaxou deitando de bruços na cama. Segui o seu movimento e deitei sobre ele. Esperando um bom momento pra começar o movimento de vai e vem. Ficamos ali deitados até eu perceber a sua respiração voltar mais ao normal.

Eu confesso que não parava de pensar se ele estava sentido dor. E a todo momento eu perguntava se estava doendo. Ele sempre negando e sem pedir para parar. Eu beijava e passava a língua em sua nuca. Ele gostava. Nos beijamos um pouco e eu comecei a fazer um leve movimento de vai e vem. Os nossos beijos abafavam os seus gemidos e agora ambos gemiam. Eu estava extremamente excitado. E o meu pau estava duro como pedra.

Cada vez mais eu acelerava o movimento e ele gostava. Gemia e urrava com sua voz grossa. Que tesão aquele macho. Os movimentos se intensificavam e cada vez mais eu tirava mais o meu pau para voltar a enterrar. Ele tinha um cuzinho muito apertado. Acho que de fato ele nunca tinha sido passivo. Ele levantou o corpo, ficando de quatro. Segurei ele pela cintura e continuei enterrando o meu cacete todo. Sentia o meu saco bater naquela área entre o cu e o saco dele.

Depois de um bom tempo naquela posição ele pediu pra ficar de frango assado. Puxei ele para a beirada da cama e levantei suas pernas. Passei mais gel naquele cuzinho e meti devagar. Ele gemeu alto e o meu pau foi entrando devagar. Levantei bastante as suas pernas e metia naquele cuzinho gostoso. O cheiro de sexo no quarto era mais forte e aumentava a excitação. Peguei o seu pau e comecei a punheta-lo enquanto enterrava a minha rola. Ele era tão apertado que dava muita vontade de gozar. Quando a vontade vinha, eu desacelerava. O acariciava e o beijava.

- Rapaz, que cuzinho apertado.

Ele sorriu e disse pra não parar. Eu enterrava o meu cacete mais e mais e cada vez mais ele gemia. Até que a vontade de gozar foi tão forte que parei porque não queria acabar com a brincadeira. Dei e um tempo e voltei a chupá-lo. O pau do cara estava duraço que nem pedra. Chupava o seu pau e lambia seu saco todo depilado. Dava leves mordidas em seu cacete e ele ia a loucura.

Quando a vontade de gozar diminuiu levei ele até uma escrivaninha com alguns livros e pedi para ele sentar. Levantei suas pernas, lambi todo o seu cuzinho ainda bem apertado e voltei a meter o meu pau. Ele pediu para ir devagar e atendi seu pedido. O cu do cara era bastante apertado. Estava tão apertado quanto quando meti pela primeira vez. Coloquei as suas pernas pesadas sobre os meus ombros e fui introduzindo o meu cacete aos poucos até sentir que estava todo dentro. Ele gemia fazendo cara de prazer.

Voltei a bombar e aos poucos fui aumentando a velocidade e a intensidade. As coisas na mesa começavam a cair o chão. Rodrigo gemia e a sua cara só mostrava tesão e prazer. Ele gemia gostoso. Me debrucei sobre ele e o beijei. Ele chupava minha língua e puxava o meu corpo cada vez mais para o seu. E meu pau entrava e sai daquele cuzinho gostoso e a vontade de gozar voltava aos poucos. Aumentei o ritmo e a essa hora não havia mais nada em cima da mesa. Só Rodrigo de frango assado. A minha posição preferida.

Mais uma vez, quando senti que iria gozar, desacelerei o ritmo e voltamos a nos beijar. Ele levantou e me abraçou, passando as mãos pelas minhas costas e puxando o meu corpo contra o seu. Ficamos nos beijando por um bom tempo. Quando a vontade de gozar diminuiu o levei até a cama. Deitei com meu pau duraço apontando para o teto. Rodrigo ficou em pé na cama, pôs uma perna de cada lado do meu corpo, e, virado para mim agachou. Direcionei o meu pau ao seu cuzinho e aos poucos ele foi sentando cada vez mais. Eu gemia de tesão. Podia ver prazer em seu rosto. Ele mordia os lábios e soltava alguns gemidos.

Quando o meu pau entrou todo, Rodrigo começou a cavalgar no meu cacete. No começo ainda meio lento, mas logo em seguida num ritmo mais acelerado. Ficamos nessa posição gostosa por um bom tempo até ele anunciar que iria gozar. Ele levantou e ainda sobre mim gozou. O cara gozou muito. Enchendo o meu peito de porra. E com aquela visão daquele homem gostoso em cima de mim comecei a me punhetar e gozei em mim mesmo. Gozei muito também.

Após gozar fomos tomar banho. Ainda no banheiro nos chupamos mais e gozamos mais uma vez. Depois, ainda com os cacetes meia bomba, voltamos para a piscina pelados e a noite continuou em muitos amassos.

Comentários

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11/09/2017 16:33:17
Muito bom. Escreve mais.
17/02/2014 15:52:28
Massa. Gostei
17/02/2014 12:41:19
muito bom.
17/02/2014 06:04:40
gostoso se deixar levar e sentir um cacete nos penetrar e ser submisso e curtir o momento