Casa dos Contos Eróticos

Virada de ano em Copacabana

Autor: Peti_rj
Categoria: Heterossexual
Data: 08/01/2014 23:29:57
Última revisão: 08/01/2014 23:32:30
Nota 9.92
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Virada do ano na famosa praia de Copacabana. Quem nunca foi, certamente ao menos já ouviu falar a respeito. Uma praia cartão-postal, repleta de gente de todo canto do mundo, e que justamente neste período costuma ficar absurdamente lotada, com diversos palcos montados estratégicamente, dividindo a praia em setores, cada um com um tipo de show, contagiando e agradando todo tipo de público. Mas o principal atrativo deste período são justamente os fogos de artifício, antigamente soltados diretamente da areia, mas hoje, por critérios de segurança, soltados em balsas situadas à certa distância da praia, e atraindo ainda para mais perto delas, inúmeros transatlânticos que terminam por enfeitar toda a orla.

Bem, havia anos eu não passava a virada na praia e realmente estava bem ansioso por ver os fogos e relembrar o motivo pelo qual são considerados memoráveis e eternamente comentados, então resolvi ir, sozinho, independente de quem quisesse me acompanhar. Com tanta gente comemorando, sozinho ou em grupo, seria fácil encontrar diversão. Caminhei por boa extensão da praia, andando em meio à todos, curtindo as gozações de alguns grupos, rindo de alguns já bêbados, e atento à qualquer situação que pudesse fugir do controle e necessitasse do uso de alguma força bruta. Enfim, usando palavras mais sutis, apenas tomando o devido cuidado. Nando Reis estava em um dos palcos e atraía o maior público dos palcos que passei. Cada vez que me aproximava do palco, mais impossível se tornava a caminhada, então não tinha outra forma de seguir, a não ser pela rua. Era gente pulando, dançando, cantando, bebendo, principalmente bebendo, e tudo isso misturado estava tornando aquele espaço um tanto sufocante. Imaginei que no momento dos fogos seria um péssimo lugar para ficar, então segui para o palco seguinte, onde acabei encontrando gente conhecida e, por estar mais tranquilo por ali, por ali fiquei. Altos papos, cerveja, gozação, música boa e, o que não poderia faltar, muita mulher bonita, mas ao que eu prestava atenção, praticamente em sua maioria, acompanhadas.

Todos os palcos pararam suas apresentações, pois o momento da virada de ano se aproximava. Algumas garrafas de cidra já estouravam antecipadamente, certamente por seus já alcoolizados controladores não conseguirem mais discernir suas capacidades motoras, liberando mais cedo do que deveriam os lacres, ou sacudindo as garrafas mais do que deveriam. A contagem regressiva surgiu iluminada em toda a lateral de um edifício e todos passaram a acompanhá-la. 10 segundos e todos começaram a contar regressivamente. 5 segundos faltando e mais garrafas estouravam. 2 segundos, 1 segundo. Zero! E todos gritaram FELIZ ANO NOVO, e os fogos estouraram no céu, ritmados aos estouros das diversas garrafas restantes de todo o resto da população que aguardava devidamente pelo momento correto de serem abertas. Brindes por todos os lados! Saudações e votos dos mais diversos sendo desejados por todos e para todos. Não havia desconhecido nesse momento. Todos se abraçavam e comemoravam juntos! Felicidade plena por um ano encerrado e um novo iniciando. Entre tanta comemoração, os fogos estouravam e iluminavam lindamente o céu. Reconheço que a lembrança não foi de toda igual, pois a sensação dos estouros, antigamente, pela proximidade do disparo, dava uma impressão mais intensa e impressionante, mas não diminuo a beleza do espetáculo por tal comparação.

Enfim, após alguns minutos de fogos lançados e explodidos no céu, iniciaram as demais comemorações, como a entrega das oferendas, cumprimento de simpatias, mais bebedeira, mais música... Uma das oferendas que conheço e vejo muitos fazerem, é o de pular algumas ondas. Pra mim, o que conta é dar um belo e delicioso mergulho e “lavar a alma”. Tirei a roupa e fiquei só de sunga, para dar o mergulho e começar o meu ano e eis que em nossa direção vem um trenzinho de 5 meninas. Duas delas estavam acompanhadas, mas as três à frente estavam curtindo a vida, sem ninguém as acompanhando, todas as 5 muito gatas, e turistas. Fiquei olhando e o trenzinho, guiado por uma das desacompanhadas, veio diretamente na minha direção, uma loira como maquinista, guiando o trem diretamente para um paredão: eu! Era uma loira de cabelos ondulados, presos devido ao calor, branca, com um corpo bem delineado cujas roupas brancas não impediam de ser notado, um par de pernas longas que a deixavam quase na mesma altura que eu, 1.80m. E aquela beleza de mulher literalmente veio de encontro à uma colisão intencional. Com os braços para o alto, com um par de sandálias em uma das mãos, e uma taça de champagne na outra, veio sorrindo e gritando FELIZ ANO NOVO na minha direção, dando passos ritmados ao som dos batuques dos tambores do samba rolando no palco, e então envolveu-me, abraçou-me pelo pescoço, enroscou a perna direita na minha coxa, me apertou contra si, me desejou ao pé da orelha um feliz 2014 com voz sexy, baixinha, quase como um sussurro, me tascou um beijão no pescoço e então me largou e seguiu guiando o trem, com seus vagões rindo alto da loucura que a amiga tinha cometido, mas ambas me encarando, como que dizendo que a amiga tinha escolhido bem. Eu, claro, prestei atenção para identificar onde estavam indo, e segui atrás do trem, como Ronald Biggs, determinado a roubar aquele trem...

Assim que identifiquei a situação das turistas, me aproximei para falar com a loira, mas as amigas repararam que eu estava indo e a avisaram. Ela me viu, sorriu, piscou pra mim e eu parei de andar e a chamei. Apontei para o mar, dizendo que eu ia dar um mergulho e chamei ela para ir comigo. De longe ela apontou para a roupa, dizendo que não teria como, e eu insisti e disse que a carregaria se não viesse. Ela riu, falou algo com as amigas e veio correndo. Me abraçou novamente pelo pescoço, mas desta vez a beijei direto na boca e ali nos atracamos em um beijo longo e delicioso, que arrancou de imediato alguns gritinhos e risadas das amigas, que mesmo à distância pudemos ouvir. Rimos pelo que acontecia e pela forma que acontecia, e então segurei sua mão e a carreguei para o mar.

O mar estava calmo, cheio de flores e gente na beirada. A iluminação não chegava até a água e aquela área se tornava perfeita para uns amassos, mesmo que cheia de gente. Entramos um pouco, com a água apenas nos pés, e recomeçamos a nos beijar. Comigo de costas para o mar, dava pequenos passos na direção do fundo, carregando-a comigo. Ela me acompanhava tranquilamente. Acredito que sua atenção estava totalmente voltada para o qu ela fazia com as suas mãos e não percebia que eu a estava levando para o mar. Com o mar sem nenhuma onda, praticamente uma lagoa, ela só percebeu que eu a estava levando para dentro d’água quando sentiu seu joelho molhar, que era onde sua bermuda alcançava. Ela me olhou espantada, me deu um tapinha no ombro pela artimanha e riu. Eu ri com ela e a abracei, beijando-a com mais intensidade, apertando seu corpo totalmente contra o meu, mostrando o quanto excitado ela tinha me deixado com suas carícias manuais. Ela suspirou e me pediu que a beijasse no pescoço. Levantou o queixo e eu fui beijar aquele pescocinho fino, dando leves lambidinhas e fazendo aquela loira deliciosa me apertar com suas mãos. Segui dando lambidinhas e beijinhos em seu pescoço, mas fui descendo em direção ao seu colo. Ela segurou minha cabeça e puxou contra si, ao que eu agora beijava exatamente entre seus seios, seios médios, tipo pêra, deliciosos, e ao mesmo tempo apertava firmemente sua bunda durinha, claramente trabalhada por exercícios. Ela então me segurou com ambas as mãos contra seu colo, me apertando contra si, e depois de alguns segundos me empurrou, rindo, e eu cai dentro d’água. Me levantei, rindo pela brincadeira, mas a agarrei e dei o troco, derrubando-a também. Assim que a ergui, ela gargalhou e tirava os cabelos dos olhos, limpando aquele rostinho de diaba disfarçado de santinha, enquanto eu admirava suas curvas, agora facilmente percebíveis por conta da roupa de tecido fino, leve, estar totalmente colado ao seu corpo. Linda! Maravilhosa! Deliciosa! Que começo de ano!

Ela percebeu que eu a olhava e então se deu conta de que sua blusa estava quase transparente mesmo com o sutiã, facilmente mostrando seus seios e seus biquinhos pequenos, mas pontudos. Eu abri um sorriso maldoso e ela retribuiu, me puxando contra seu corpo novamente, mas agora com a água nos cobrindo até quase o peito. Ela tinha seus braços em volta de meu pescoço e eu explorava seu corpo por baixo da água e por baixo dos panos. Acariciei seus seios e ela me olhou espantada, como se achasse que eu estivesse fazendo algo proibido. Olhou em volta, como se dissesse que estávamos com muita gente em volta, gente que poderia estar olhando, e eu, atrevido, apertei seus seios, levantei sua blusa até sair um pouco da água e liberar seu sutiã, mergulhei um pouco o rosto e mordisquei seu biquinho. Ela riu alto pela sensação que causei e quase me empurrou, mas a prendi em meus braços e impedi que se afastasse. Ela falou que eu não deveria fazer aquilo ali, que iriam ver, nos flagrar, e então eu disse que tivesse calma e que olhasse, devagar, em nossa volta. Ela não entendeu, Então eu indiquei que olhasse para a direita, devagar, e ela olhou, ficou uns segundos olhando e então me olhou espantada, rindo, e perguntou: - “É isso mesmo que eu vi? Tem gente transando ali?” Eu apenas balancei a cabeça e ela riu ainda mais... Falei que olhasse um pouco mais ao fundo, na mesma linha onde aquele casal estava e ela identificou mais um casal se pegando, mostrando que ambas as mãos dos dois estavam para baixo, balançando muito, o que sugeria que estavam também fazendo algo impróprio. Ela riu e olhou para mim com outros olhos. Voltou a me abraçar e me beijou olhando nos olhos, e perguntou: - “Por acaso você está pensando em fazer alguma coisa comigo?” Eu ri para ela e, olhando em seus olhos, dirigi minha mão até sua buceta, indo direto ao seu grelo e pressionando levemente. Não a respondi com palavras. Preferi mostrar. E ela fechou os olhos e sentiu um pouco do prazer da minha resposta. Então abriu os olhos e sorriu, agora de forma ainda mais sacana, e disse: - “Gostoso, assim vc vai me deixar maluca... Nem começou o ano direito e você já quer me fazer gozar?” Eu ri. Ri e enfiei um dedo fundo, respondendo: - “E essa não seria a forma perfeita de se começar o ano?” Ela riu de volta, agora com certa dificuldade por estar misturando as sensações de prazer às de controle, e disse: - “Você tem toda a razão, delícia... Mas não é justo que só eu comece o ano gozando...” E então ela desceu uma das mãos e desamarrou minha sunga, tirando meu pau para fora e iniciando uma deliciosa e lenta masturbação, acompanhando a velocidade dos meus dedos em sua buceta. Quando eu acelerava, ela acelerava. Se eu fazia apenas carícias em seu grelo, ela apenas brincava com minha glande. Era uma troca precisa de excitação. O que um fazia, o outro fazia igual, mas então, diante de tanta excitação e estando próximo de gozar, enfiei um segundo dedo em sua buceta, ao que ela suspirou forte e apertou meu pau, demonstrando que eu tinha deixado-a próximo também de um orgasmo. Com dois dedos plenamente em seu interior, e o dedão esfregando seu grelo, ela agora apertava meu pau fortemente e movimentava sem acompanhar meus movimentos. Ela me apertou contra seu corpo com a outra mão, e falou em meu ouvido que se eu continuasse assim ela gozaria rapidinho, mas o apertão que ela me deu dificultou meus movimentos e ela pôde recuperar um pouco do controle e, olhando nos meus olhos, ela disse: - “Eu não acredito no que estou fazendo, mas você me deixou maluca.” Ela então largou meu pau e mergulhou suas mãos para fazer algo, afastando-se um pouco de mim e me fazendo tirar meus dedos de dentro dela.

Ela olhou para um lado, olhou para o outro, olhou de novo para mim, riu, olhou para os dois casais que mostrei a ela que estavam transando, se mexeu um pouco debaixo d’água e então levantou uma mão pra fora d’água e me chamou com o dedo, para ir uns passos mais para o fundo. Alcancei seu corpo novamente, abraçando-a contra meu corpo e ela foi direto para o meu pau, segurando-o com as duas mãos e erguendo seu corpo para subir contra mim. Assim que ela encostou a cabeça do meu pau em sua buceta, ela colocou seus braços em volta do meu pescoço e eu a abracei, deixando o mar controlar sua descida, que foi deliciosamente me encaixando naquela bucetinha quente e safada. Assim que a penetração estava plena, ela cruzou deliciosamente suas pernas em volta da minha cintura, abrindo sua buceta ao máximo para me receber o mais fundo que eu pudesse meter. E comecei devagar, curtindo o momento, beijando-a e saboreando cada segundo desse início de ano perfeito, mas ela estava muito excitada e o fato de ter quase gozado nos meus dedos e parado daquela forma repentina, a deixou sem capacidade de controlar por muito tempo e bastaram alguns poucos movimentos e logo ela tentava acelerar meus movimentos, me controlando com suas pernas. Ela estava extremamente excitada, não sei se por como e onde estava acontecendo, ou se por tudo o que estávamos fazendo até aquele momento, mas o fato é que eu estava tendo problemas para controlá-la, e pior, eu também não estava mais aguentando me controlar, pois os movimentos dela tentando me dominar estavam me excitando ainda mais. Domar aquela tarada deliciosa estava me deixando mais excitado ainda e falei que não ia aguentar por muito mais tempo se ela continuasse me cavalgando como uma amazona, e eis que ela para, me olha de forma totalmente tarada, me abraça e começa a controlar os movimentos, hora rindo, hora demonstrando prazer. Ela era uma mulher desafiadora e ao saber que eu não aguentaria se ela continuasse agindo como estava agindo, ela decidiu me controlar e passou a dominar a situação com seus movimentos. Claro que, agindo assim, ela também ficava vulnerável, pois não estava muito distante tambem o seu orgasmo.

Eu não aguentaria mais nenhum minuto dessa forma e pedi que ela paresse um pouco, senão eu gozaria logo, mas ela sorria maliciosamente e acelerava seu movimento. Então, sem conseguir fazer com que ela sossegasse para que eu pudesse me controlar e prolongar a situação, apertei sua bunda contra mim com uma das mãos, abrindo um pouco sua bunda e expondo seu cuzinho para minha outra mão abusar. Ela percebeu que eu estava fazendo, mas não acreditou que eu o fizesse, mas foi então que eu tive a oportunidade de dar o meu sorriso malicioso e enfiei um dedo fundo em seu cuzinho. Ela apertou minha cabeça com as duas mãos, fechou os olhos e abriu a boca, enrijecendo todo o seu corpo contra o meu. Ela voltou a se movimentar sem ritmo, como quando estava prestes a gozar em meus dedos, mas desta vez acompanhando a intensidade com que estava me controlando e isso me fez enlouquecer e avisar que ia gozar. Ela começou a tremer e me apertar com as pernas, enfiando meu pau o máximo possível em sua buceta, ao que eu, gozando, também a apertava contra mim, ao mesmo tempo em que enterrava meu dedo em seu cuzinho. Gozamos juntos. Cada gesto de tentativa de controlar o outro fez justamente o efeito oposto, pois ela tentando me controlar, fez com que chegasse mais perto do orgasmo, e eu tentando controlá-la fiz com que ela acelerasse os movimentos ainda mais, me fazendo perder o controle. Gozamos juntinhos. E ficamos ali, rindo, curtindo o orgasmo delicioso que tivemos juntos

Olhamos em volta e agora tinha mais 3 outros casais fazendo provavelmente o mesmo. Nos beijamos mais um pouco e ouvimos uma das amigas dela gritando da areia, dizendo que estavam indo embora. Seguimos nos beijando, tentando arrumar a roupa dela por baixo d’água sem dar muita pinta do que fazíamos e assim que ela estava pronta, fomos ao encontro de sua amiga. Ela disse que demoramos muito e que seus pais estavam preocupados e quase vieram procurá-la. Ela riu alto, talvez imaginando o que aconteceria se tivessem ido. Segui metade do caminho acompanhando elas e então nos despedimos. Dei meu telefone para que me ligasse e continuássemos um pouco mais da brincadeira na água e trocamos nosso último beijo. Comecei o ano da melhor forma possível. Agora só desejo que continue da mesma forma...

peti_rj@hotmail.com

Comentários

12/02/2014 23:44:46
Mmmm, com uma virada de ano assim, o resto do ano promete... kkk Nota 10, bjos
07/02/2014 10:16:21
Afff não e atoa que sou tarada em um carioca ehehe otimo conto aiaia minha imaginaçãocha pra la nota 10 bebe
06/02/2014 07:23:10
Para quem te desejou um feliz ano novo, acertou em cheio. Rss. Amei o conto, muito bem narrado. São nessas ocasiões festivas que acontecem as aventuras mais excitantes. Nota máxima e bjs.
25/01/2014 12:21:40
Conto irado, brother! Um dia ainda vou passar a virada em Copacabana, para azarar as gatas. Numa dessas acho uma piriguete dessas. Na moral, gostei mesmo. Me deixou de pau duro. Valeu!
25/01/2014 09:09:50
Que historia gostosa. Fiquei excitada me imaginando numa situação assim...deve ser uma loucura. Adorei
09/01/2014 01:46:58
Curti, muito boa história! Meus parabéns!

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