Minha Mãe Apaixonou Na Minha Pica

Uma série de contradio
Rafael tinha 18 anos, um corpo de atleta e um futuro brilhante pela frente. Até o costão rochoso da Costa Verde transformar sua vida num pesadelo de gesso e frustração. Com os dois pulsos quebrados, ele se viu completamente dependente da única pessoa que sempre esteve ao seu lado: Alison, sua mãe. Aos 38 anos, a enfermeira parecia ter saído de uma fantasia — corpo de modelo, peitos enormes que desafiavam a gravidade, e uma beleza que fazia os amigos do filho babarem. Mas pra Rafael, ela sempre tinha sido apenas mãe. Até agora. Porque cuidar de um filho machucado significa dar banho. Significa tocar. Significa ver. E quando você tem 18 anos, hormônios fervendo e uma ereção matinal que simplesmente não vai embora, as coisas ficam... complicadas. A cada manhã, Alison acordava o filho sacudindo aqueles peitões que mal cabiam nas camisolas de seda — presentes do falecido marido. A cada banho, suas mãos delicadas lavavam cada centímetro do corpo dele. Incluindo os 24 centímetros que pulsavam, duros como pedra, implorando por alívio. Rafael fingia dormir pra poder olhar. Alison fingia não perceber o pau duro do filho. Ambos fingiram que aquilo era apenas "cuidados médicos". Até o dia em que ela acordou atrasada, entrou no chuveiro com ele... e as mãos nuas dela tocaram onde não deviam. O que acontece quando a linha entre mãe e mulher se dissolve na espuma do sabão? Quando o toque inocente vira carícia involuntária? Quando a vergonha se transforma em desejo incontrolável? Rafael descobriu da pior — ou melhor — maneira possível. E agora, coberta de porra do próprio filho, Alison precisa encarar uma verdade perturbadora: aquele não foi apenas um acidente. Foi só o começo. *Um conto de tensão sexual proibida, desejo reprimido e linhas perigosamente borradas. Quando o corpo trai a moral, até onde a necessidade pode justificar o imperdoável?*