Rafael Santos cortava uma onda na Costa Verde, sua prancha deslizando pela parede de água cristalina. O céu estava de um azul brilhante e a brisa do mar estava fresca no seu rosto. De algum lugar distante ele podia ouvir vagamente alguém chamando seu nome, mas não deu atenção. À frente o costão rochoso se aproximava, mas ele navegava com confiança pela onda, mudando de direção sem esforço com um deslocamento de peso de um lado para o outro. A voz à distância ficou mais alta e parecia estranhamente familiar. Rafa estava ganhando velocidade agora conforme a onda engrossava e as pedras ficavam mais numerosas. Não importava, não era nada que ele não pudesse aguentar. Aos 18 anos, ele era um atleta destaque no colégio e um surfista experiente. Uma voz chamava seu nome de algum lugar na distância.
Ao tentar fazer a curva na seção crítica, ele sentiu sua prancha escapar sob seus pés; à frente, o costão rochoso bloqueava seu caminho, e ele lutava para manter o controle. A água parecia areia movediça e seus movimentos pareciam lentos.
"Rafael!" A voz estava tão perto agora, mas ele tinha que recuperar o controle ou iria de cara nas pedras. O costão corria em sua direção a uma velocidade assustadora, as rochas parecendo mais massivas agora conforme se aproximava delas.
"Rafael!!" a voz estava quase no seu ouvido agora. Ele tentou gritar e colocar os braços para se proteger, mas sua voz não funcionava e suas mãos pareciam presas. O impacto nauseante de osso contra pedra inflexível estava a apenas segundos de distância.
"Rafael!! Rafael!! RAFAEL!!" A voz era impossível de ignorar agora, e ele se viu sendo puxado em direção a ela, flutuando através de uma névoa escura e pesada em direção à luz. Ele forçou os olhos a abrir contra a luz e tentou focar e, para sua incredulidade, se viu encarando um par enorme de peitos balançando na frente do seu rosto.
"RAFAEL!!" A voz parecia familiar, mas tudo em que ele conseguia se concentrar eram os seios lindos e pesados que balançavam a centímetros do seu rosto. "Rafael, acorda!!" Eram a visão mais incrível que ele já tinha visto, enormes, branquinhos e mal contidos em um top de renda. "Rafael, acorda!!" A voz parecia tão familiar agora, mas aqueles peitões! Seu pau duro da manhã parecia uma barra de ferro e ele não queria nada mais do que estender a mão e agarrar aquelas tetas enormes, mas suas mãos não se moviam. Na verdade, quando tentou, elas enviaram ondas de dor pelos seus braços. "RAFAEL!!" A voz o tirou do devaneio, era tão familiar que era... sua mãe!
Então as memórias voltaram para ele, o acidente de surfe, sendo levado de helicóptero pro hospital, seus pulsos quebrados. Ainda atordoado, ele se perguntou: "Se sua mãe estava chamando seu nome, pra quem ele tava olhando?" Então caiu a ficha de repente - ele tava comendo sua própria mãe com os olhos! Através da névoa do sono e dos analgésicos, ele olhou pra cima pra vê-la olhando pra baixo.
"Já era hora de você acordar, dorminhoco!! Achei que ia ter que tacar fogo na cama!" Ele olhou pra baixo culpadamente pra visão que ela tava oferecendo dos seus seios enormes e pesados balançando num camisolão de seda bem decotado. "Bora, temos tempo só pro seu banho!" ela disse enquanto sacudia o ombro dele, simultaneamente fazendo seus peitos chacoalharem mais uma vez antes de se levantar.
Banho? Caralho, ele tinha esquecido que o hospital o liberou pra casa cedo com a condição de que sua mãe pudesse cuidar dele. Como ela era enfermeira, fazia todo sentido cuidar dele em casa e economizar nas contas do plano de saúde. Fazia todo sentido, até surgir a questão da ereção matinal. Como diabos ele ia explicar isso? Ele não sabia se ela tinha visto ele babando nos peitos dela, mas com certeza ela ia ver seu pau duro.
"Ééé, mãe, de boa, tô meio cansado. Pode ir trabalhar tranquila."
"Olha aqui," ela disse, sentando ao lado dele na cama, de modo que ele ficou olhando... direto pros peitos dela, que estavam mais uma vez na altura dos olhos. "A gente já conversou sobre isso e combinamos que se você fosse sair do hospital cedo eu ia ter que cuidar de você, e isso inclui te dar banho. Não vou deixar você fedendo a casa toda e pegando escaras."
"Ah é... eu sei mas..." ele lutou pra inventar uma desculpa e desejou que seu pau duro fosse embora, mas ele só parecia ficar ainda maior. Se ao menos ela não tivesse vestindo aquele camisolão de seda. Ela não sabia que toda vez que se mexia os peitos dela balançavam que nem duas tigelas de gelatina num terremoto? Ele conseguia até ver o contorno dos mamilos dela.
"Qual é o problema, tá com vergonha? Eu sou enfermeira, você não tem nada que eu não tenha visto mil vezes. Agora ou você vai pro banheiro ou vou ter que te internar de volta no hospital."
Ele sabia que ela faria isso mesmo, não por maldade, mas sim pra ter certeza de que ele tava sendo cuidado. Ele também sabia que parte do motivo dela ter liberado ele cedo era porque não podia pagar as contas. Desde que o pai dele tinha morrido num acidente de ultraleve alguns anos atrás, o dinheiro do seguro tinha ido quase todo pra educação cara dele no colégio particular. Eles ainda tinham a casa, mas o salário da mãe mal dava pra pagar as contas. "Tá bom, tá bom, você venceu!"
"Ótimo."
Ela foi pro banheiro rebolando, a bundinha gostosa balançando no camisolão de seda e deixando ele pra mancar pra fora da cama na camiseta e bermuda de moletom, tentando desesperadamente esconder seu pauzão duro o melhor que podia. "Por favor, vai embora," ele desejou, mas o pau teimosamente pulsava na bermuda. Quando chegou no banheiro sua mãe já tinha o chuveiro ligado.
"Qual é o problema, tá meio durinho?" ela perguntou inocentemente.
"O quê???" ele perguntou, antes de perceber que ela achava que ele tava curvado porque as costas estavam doloridas de dormir. "Ah é, tô meio dolorido mesmo." Ele fez uma careta com a escolha de palavras - seu pau tava tão duro que realmente doía!
"Beleza, parece que tá quentinho o suficiente!" ela comentou animadamente antes de se aproximar dele com sacos plásticos pra colocar nas mãos. Enquanto ela se concentrava em prender os sacos sobre as ataduras, ele conseguiu estudá-la de novo: aos 38, ela parecia 10 anos mais nova. Tinha um rosto bonito emoldurado por cabelo preto que por si só já seria material de modelo, mas quando você adicionava o corpo dela e em particular os peitões 44GG, ela era nada menos que deslumbrante.
Crescendo, Rafael percebia que arrumava cada vez mais amigos homens na escola conforme entrava na adolescência. No início achou que gostavam dele porque ele era bom nos esportes, mas depois percebeu que todos queriam ficar na casa dele pra poder olhar pra mãe dele. Umas duas vezes ele tinha brigado com caras que fizeram comentários sacanas sobre o que gostariam de fazer com ela. Agora ele tava ali encarando as tetas dela com um pauzão duro. Tanto por ser o filho protetor!
"Beleza, braços pra cima!" Ele relutantemente levantou os braços pra ela poder puxar a camiseta por cima da cabeça. "Beleza, agora essa aqui!" ela disse, olhando pra bermuda dele.
"Meu Deus do céu, não! Por favor, que a terra me engula!" ele pensou enquanto ela colocava os polegares nas laterais da cintura da bermuda pra puxar pra baixo. O pau dele tinha ficado preso na horizontal contra o quadril pela cintura da bermuda, mas quando ela puxou pra baixo ela sem querer puxou o pau dele junto. Ele tava tão duro que mandou uma onda de dor pelo pau enquanto ela involuntariamente dobrava ele pra baixo antes de saltar livre e bater contra a barriga definida dele.
Ambos ficaram em silêncio por um momento, ele com os olhos fechados de vergonha e ela encarando em choque. Ela não conseguia parar de encarar, em parte pelo fato de que o filho dela tava de pau duro e em parte pelo fato de que tinha 24 centímetros de comprimento e era quase tão grosso quanto o pulso dela. Apontava pra cima num ângulo de 45 graus, pulsando com as batidas do coração, a pele parcialmente puxada pra trás sobre a cabeça do pau e as bolas enormes penduradas pesadas contra a perna. "Ai... desculpa... não percebi que você tava com... você tava... eu devia ter percebido... desculpa mesmo."
"Não, desculpa mãe. Eu queria te avisar mas não sabia como. A culpa é minha!"
"Não precisa pedir desculpa, querido. Eu sei como são os moleques da sua idade. Não tem nada pra ficar com vergonha!" Ela corou um pouco quando disse a última parte, antes de recuperar a postura profissional. "Beleza, bora te colocar no chuveiro."
Ela delicadamente o ajudou a entrar no box tomando cuidado pra ele não escoregar. "Beleza, agora vira de frente pra parede", o que ele fez enquanto ela colocava uma luva de esponja e começava a ensaboar as costas dele, limpando os braços e pernas e lavando o cabelo. Ele achou que ela parecia estar levando tempo demais; talvez, ela estivesse esperando o pau duro ir embora. Infelizmente, a mão dela massageando ele através da espuma e sabão era incrível, tanto que o pau dele tava mais duro do que nunca. Parecia granito pulsando na frente dele enquanto olhava pra baixo. Então ele percebeu que ela ia ter que lavar o pau dele com a mesma luva. O pau dele deu um solavanco doentio levantando as bolas junto. Ele gemeu numa mistura de vergonha e excitação inacreditável.
"Tá tudo bem, filho?"
"Tá sim, mãe, só uma fisgada."
"Beleza, então é melhor você virar agora."
Quando ele virou, o pauzão dele balançou de um lado pro outro. Ela pigarreou mas não disse nada e começou a lavar o rosto e peito dele. Ele não sabia se era a temperatura no banheiro, mas os mamilos dela tavam saltados através do tecido fino do top de seda e a umidade do chuveiro tava fazendo grudar ainda mais nas curvas dela. Cada movimento que ela fazia enquanto lavava ele fazia os peitos balançarem e chacoalharem. Ela se abaixou pra lavar as pernas dele e o top dela caiu expondo um decote absurdo, ficando ainda mais obsceno com o pau enorme dele pulsando em primeiro plano enquanto ele olhava pra baixo.
Finalmente ela tinha lavado todo o resto e disse "Vou ter que limpar suas partes íntimas agora, Rafael, então só tenta relaxar." Relaxar? O coração dele parecia que ia pular pra fora do peito. Ela começou ensaboando suavemente a luva de espuma antes de estender a mão pra pegar os testículos dele.
O toque delicado dela foi incrível e fez o pau dele dar outro solavanco. Ela gentilmente acariciou as bolas grandes dele, mal conseguindo encaixar as duas na mão enquanto lavava. Ela então colocou mais sabão antes de colocar a mão ao redor da base do pau dele. Ela descobriu que os dedos dela não se encontravam ao redor da coluna de ferro duro dele. Ele mal conseguia respirar, sentindo a mão da mãe no pau, separada apenas por um pedaço fino de luva de espuma. Agora, não tem realmente como lavar um pau duro sem parecer uma punheta, e enquanto Alison lentamente e gentilmente passava a mão enluvada pelos 24 centímetros do pau durão do filho, ela tinha consciência aguda disso. No hospital ela talvez tivesse feito uma piada sobre isso ou até rindo dito pro paciente pra não esperar um final feliz, mas agora ela não disse nada enquanto a mão dela alcançava a cabeça inchada do pau dele e começava a descer pela haste de novo.
Ele observou em silêncio enquanto a mãozinha dela completava a jornada lenta e ensaboada subindo e descendo pelo pau dele várias vezes antes dela dizer "Vou ter que puxar sua pele pra trás." Ele não disse nada, apenas observou sem fôlego enquanto a outra mão dela delicadamente puxava o prepúcio pra trás com o dedo e polegar. Dessa vez não tinha luva de espuma no caminho, os dedos dela estavam na parte mais sensível do pau dele. Ela então usou a luva ensaboada pra lavar ao redor da cabeça roxa e inchada do pau dele enquanto continuava puxando o prepúcio pra trás com a outra mão pra poder limpar a borda da glande. Alison tava tão focada ensaboando a cabeça do pau dele que não percebeu que as sensações que estava causando em Rafael estavam fazendo a porra começar a subir nas bolas dele. Se ela continuasse assim por muito mais tempo ele achava que ia perder e gozar ali mesmo. Mas tão rápido quanto começou, parou, e ela soltou o pau dele antes de lavar o sabão com o chuveirinho.
Ela desligou a água e o ajudou a sair antes de secá-lo com uma toalha. "Beleza, bora colocar suas roupas de volta e vou te fazer um café da manhã," ela disse, claramente aliviada de terminar a provação constrangedora.
"Beleza mãe, só preciso dar uma mijada primeiro."
"Ah tá bom, querido, vou pegar seus remédios pra dor, me avisa quando terminar."
Quando ele deu um passo em direção ao vaso sanitário, a realidade de repente bateu que com o pau apontando pra cima num ângulo de 45 graus não tinha como ele mijar sem ou se dar outro banho (da variedade amarela) ou fazer uma parada de mão, (o que não era opção com os pulsos quebrados). O que ele sabia é que precisava ir com urgência: uma noite inteira de sono e toda aquela água correndo no chuveiro tinham cuidado disso. "Ééé mãe?"
"Isso foi rápido, querido!"
"Ahhh, tenho um probleminha aqui."
Ela olhou pra ele, depois pro vaso, depois pro pau dele e simplesmente disse "Ah."
"Desculpa mãe, não consigo evitar mas preciso muito ir."
"Tá bom, filho. Eu... bom, acho que vou ter que, hum."
Ambos ficaram em silêncio constrangidos, enquanto ela ficou ao lado dele e ele a viu delicadamente estender a mão e, pela segunda vez numa manhã, tocar no pau duro dele. Ela segurou levemente a haste com o dedo e polegar logo abaixo da glande e curvou o pau dele pra baixo em direção ao vaso. Tamanha era a excitação dele, no entanto, que o pau deu um solavanco, fazendo escorregar dos dedos dela e bater na barriga dele. "Desculpa muito mãe, não consigo evitar."
"Tudo bem," ela disse numa voz que era pouco mais que um sussurro antes de agarrar o pau dele de novo, mais firme dessa vez, e curvá-lo pra baixo em direção ao vaso. Então... nada aconteceu. Ela ficou segurando o pau durão dele enquanto ele tentava mijar, mas o constrangimento do ângulo e a vergonha da situação tornavam impossível.
"Desculpa mãe, é tipo quando alguém tá olhando. Será que você podia abrir a torneira?" Com a outra mão ela esticou o braço e ligou a torneira e depois de alguns segundos, o som da água corrente fez o truque e primeiro um fio e depois um jato poderoso de mijo esguichou do pau dele. Ela fez o melhor pra direcionar pro vaso enquanto tentava não curvar o pau dele muito pra baixo. Ele gemeu de alívio enquanto esvaziava a bexiga enquanto Alison não disse nada, apenas silenciosamente segurando o pau dele. Eventualmente depois do que pareceu uma eternidade, o fluxo diminuiu e parou.
"Acabou?"
"Ééé, é, tirando os pingos."
"Pingos?"
"Pois é, só tenho que espremer as últimas gotas, senão tipo faz uma sujeira."
"O que você faz?"
"Bom, só tipo aperto embaixo e puxo os pingos pra cima."
"Ah entendi... assim?" Ela apertou na base do pau dele e passou a mão até logo abaixo da glande vendo algumas gotas saírem antes de soltar o pau dele.
"É, tipo isso. Eu aperto um pouco mais forte e faço isso umas vezes..."
"Ah..." Ela agarrou o pau dele mais forte dessa vez e passou a mão pela haste antes de repetir o processo mais duas vezes. Caralho, que sensação boa. Ele queria que ela não parasse. "Beleza agora?" ela perguntou.
"É, valeu!" Ela então pegou a bermuda de moletom dele e o ajudou a colocar antes de puxar pra cima e pausar conforme vários centímetros do pau dele ficaram pra fora da cintura.
"Ééé, onde você quer... quer dizer como você normalmente... coloca de volta?" Ele pareceu confuso por um momento antes de perceber que ela tava perguntando de que lado ele colocava o pau.
"Ah, pro lado esquerdo." Ela puxou a cintura dele pra fora com uma mão e gentilmente empurrou o pau dele pra dentro com a outra, quando ela o soltou o pau dele formou uma barraca massiva e obscena na frente da calça. Ela fez o melhor pra ignorar e terminou de ajudá-lo a se vestir.
Assim que terminou ela correu pra tomar o próprio banho, se vestir, fazer o café da manhã antes de sair pro trabalho. Ele voltou pro andar de cima pra cama e ficou lá pensando nos eventos da manhã. Ele tava mais tarado do que se lembrava de ter estado e se perguntava como podia ficar tão excitado pela própria mãe. O pau dele ainda tava duro e ele queria poder bater uma pra aliviar a frustração, mas as mãos não permitiam que fizesse nenhuma tarefa sozinho.
Em vez disso, ele fechou os olhos e imaginou sua modelo favorita, Juliana Paes, a linda morena gostosa de peitões, uma das suas favoritas pra bater punheta. Enquanto imaginava ela, percebeu com um choque que tava substituindo o rosto dela pelo da mãe. Porra! A mãe ERA igualzinha à Juliana! Era por isso que ele sempre olhava as fotos dela na internet? O que tinha de errado com ele? Seja lá o que fosse, não podia negar que tava mais excitado do que conseguia se lembrar.
Puta merda, isso vai ser uma tortura, ele pensou. Ele tinha ficado sem poder bater punheta desde o acidente e não ia tirar as mãos do gesso por mais 5 semanas. Ter a mãe gostosa lavando e tocando ele das maneiras mais íntimas por semanas a fio ia deixá-lo louco! Ele ficou lá imaginando os peitões da mãe conforme chacoalhavam e balançavam no top fino e se lembrou da sensação das mãos macias dela no pau duro até que finalmente sentiu os remédios pra dor fazendo efeito e começou a pegar no sono.
Continua...
