Prisioneiras de guerra - Humilhar para quebrar

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1115 palavras
Data: 06/03/2024 14:54:29

Uma das principais regras ao se sequestrar, escravizar ou abusar de alguém, é quebrar sua mente, tornar a vítima em um objeto frágil e confuso, fazê-la perceber que não tem nem chances nem oportunidades de fugir ou se rebelar, e causar feridas tão profundas em sua mente que ela nem possa tentar algo para mudar seu cruel destino. Quanto mais quebrada a vítima estiver, mais submissa e dócil ela vai estar, e o medo tem que ser tão constante, que ela se esqueça de como é viver sem sofrimento e pavor. Não é fácil chegar nesse nível de tortura, mas é fundamental para que tenha sucesso na submissão.

Por esse motivo, o pelotão de soldados que ficou responsável pelas novas prisioneiras, além de satisfazer todas as vontades daqueles rapazes, tinham também o grande trabalho de condicionar elas para que se tornem putas completamente vazias, sem sentimentos, sem impedimentos e submissas ao ponto de obedecer a qualquer ordem sem expressar sofrimento, sem questionamentos. E para isso, os dias delas junto das tropas deveria ser sempre o pior possível para cada uma delas. Pensando nisso, os soldados colocaram em prática os seus piores fetiches.

Após a grande suruba da manhã, as três garotas estavam destruídas e exaustas, seus buracos doíam e elas não conseguiam caminhar sem estar de pernas abertas. Olga estava triste e no fundo se sentia rejeitada e impossibilitada de defender suas filhas, mas elas nem tiveram tempo para pensar no quanto foram abusadas, e nem como poderiam sair daquilo. Perto do meio-dia, um pequeno grupo de soldados vieram até elas, e levaram Yulia, que foi retirada da pequena sala, sumindo pela porta, e a cada passo se sentia mais solitária. Ela ainda estava suja, e a urina que tinha secado em seu corpo ainda fedia, e ela sentia que algo muito ruim estava para acontecer com ela. Nos fundos das ruínas que havia sobrado da escola, Yulia viu uma pequena casinha de madeira, onde mal caberia uma pessoa, e que ela sabia que era um mictório. Um mictório que estava com as tábuas do assoalho arrancadas, e onde Yulia foi arremessada para dentro daquela vala, suja de dejetos recém deixados, onde um fedor insuportável ardia seu nariz, e em seguida as tábuas foram colocadas sobre ela, pregadas na viga base da pequena construção, deixando somente um pequeno buraco por onde entrava pouca luz, e de onde os soldados que fossem ao banheiro, deixariam cair suas fezes sobre a pobre moça nua.

Na penumbra daquele buraco, ela sentia larvas caminhando sobre a pele de seus pés e pernas, pois ela não tinha como ficar em pé, e só conseguia ficar sentada, com a cabeça empurrada para baixo, corcunda pelas tábuas sobre ela, ela estava com pés, tornozelos, bunda e buceta mergulhadas dentro daquela nojeira. E lá ela ficaria pelos próximos dias, de onde só seria retirada depois de passar pelo menos duas noites e dois dias naquele local imundo. E nesse tempo, sabia que todos aqueles homens, mais de uma centena, iriam encher aquele lugar de merda e mijo, onde ela nadaria mesmo sem querer. Não adiantava gritar, não adiantava implorar, e nem poderia tentar fugir. Só restava sofrer e sentir frio naquele martírio.

Enquanto isso, Natasha, sua irmã gêmea, tão parecida com ela, também tinha sido arrancada de perto da mãe, e levada para o refeitório dos militares, onde foi obrigada a trabalhar sem descanso na cozinha, com as mãos algemadas, na frente do corpo, e um plug feito de madeira, coberto de molho de pimenta, enfiado dentro de seu cuzinho, que causaria dor por mais de quarenta e oito horas, tempo que ela teria que trabalhar sem descanso, sob vigilância, e recebendo a cada pouco uma chicotada nas costas. Nesse tempo ela também não poderia comer, nem beber água, tornando o castigo ainda mais terrível e humilhante. Cada minuto parecia uma eternidade para passar, e a única coisa acelerava era o medo e o cansaço que ela sentia.

Com mais sorte, Alexa foi pendurada no dormitório dos soldados, que usavam sua barriga como saco de pancadas, dando socos e tapas, e seus seios como alvo para armas de airsoft, que usavam para passar o tempo. Sua buceta foi presa por uma armação de ferro, apertada e lacrada por parafusos, que impediam os soldados de penetrá-la, e ela de mijar. O que contrastava com a grande quantidade de água e cerveja que obrigavam ela a beber de tempos em tempos. Fazendo da sua bexiga cheia um castigo inovador e gostoso. Alexa não tinha ideia de que ficaria dois dias com vontade de mijar, e do quanto isso poderia ser doloroso. Também não conseguiria segurar suas necessidades quando apanhava no abdômen, nem quando as bolinhas de plástico machucavam sua pele fina e trêmula.

E para Olga, restou ver suas filhas sofrendo, enquanto ela era forçada a fazer a faxina dos locais onde soldados usavam enquanto aguardavam ordens para castigar a Ucrânia. Ela viu sua caçulinha presa numa parede, levando socos na barriga, enquanto ela assistia tudo de cabeça baixa, viu sua outra filha com as costas toda marcada de chicote, com longas e pontilhadas linhas de sangue seco sobre vergões dolorosos nas costas dela. E sofreu ao ver de perto o plug descomunal que ela ostentava no seu furo anal, mas que ela não sabia que estava ardendo tanto por causa da pimenta que estava percorrendo todo aquele corpo.

Mas o pior momento de Olga, foi quando ela foi levada para o mictório, foi agachada sobre o pequeno buraco, e com um fuzil engatilhado tocando sua cabeça, e com ameaças durante todo o trajeto até lá, de que se não fizesse, suas filhas poderiam sofrer muito mais, ela deixou seu corpo soltar-se, e mijou uma urina amarelada e forte, que caia sobre a cabeça de Yulia, que não tinha ideia de que era sua mãe que lhe banhava. Em seguida, Olga não resistiu naquela posição, e deixou suas fezes escorrerem para fora, caindo sobre a pobre Yulia. Quando ela terminou, o rapaz que olhava para aquela cena grotesca, pegou ela pelos cabelos, empurrou sua cara no buraco, e iluminou com uma lanterna, para que ela visse sua queria filha imunda dentro daquele fosso nojento.

Dessa maneira todas elas seriam traumatizadas, quebradas e se tornariam animais de estimação para aqueles militares sem coração. É a verdadeira formação de vadias feita nos moldes das piores prisões femininas russas. E essas mulheres ainda iriam agradecer o tratamento que estavam tendo. Pois poderia ser bem pior se ao invés de um pelotão de jovens soldados, elas tivessem caído nas mãos de mercenários chechenos. Já que a fama deles era de mutilar, prostituir e fazer suas vítimas implorarem para morrer.

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