Minha Irmã e Eu - Capítulo XXVIII

Um conto erótico de PH
Categoria: Heterossexual
Contém 1486 palavras
Data: 22/09/2023 17:09:01

Era a noite de véspera da nossa viagem para o Nordeste, desde a festa nós não transávamos, tínhamos tido tempo só para alguns beijos rápidos, Babi ainda me torturava mandando fotos das lingeries que ela tinha comprado para usar em Fortaleza, pequenas, lindas, uma delas era tão minúscula que segundo ela “não tapava nem seu cuzinho”.

Nossas trocas de olhares ficavam cada vez mais intensas conforme o dia ia se aproximando.

Era meia noite quando recebi a mensagem dela:

"Trata bem nossa putinha, e vê se não faz ela gemer muito alto."

Segundos depois Rafa entrou no quarto, só de calcinha e cropped, um branco, bem largo, que não tapava sua barriga nem deixava seus seios marcados.

Ela trancou a porta e deitou na cama comigo.

-Minha dona disse que eu tinha que vir aqui dar pro meu dono pra ele não querer comer ela no avião...

Virou a bunda, encaixando na minha pica, me fazendo pega-la pela cintura.

Aquilo era excitante o suficiente para alguém que não transava a dias.

Cheirei o pescoço dela, forçando minha pica no seu reguinho, mordendo sua nuca e a orelha.

-E a putinha obediente veio aqui ganhar pica só porque a dona dela mandou?

-Não né, vim mais porque o pau do meu irmão é maravilhoso e eu to morrendo de inveja por não estar nessa viagenzinha de casal.

-Putinha ciumenta...- Falei puxando os cabelos dela com força.

Ela inclinou a cabeça pra trás, enquanto minha mão descia até sua calcinha, puxando ela para baixo, revelando aquele reguinho maravilhoso.

Rafa segurou a calcinha, impedindo que eu tirasse.

-Ela disse que é pra você comer meu cu sem tirar a calcinha, quer que fique com o cheiro do seu pau e com o gozo que for escorrer do meu rabinho impregnado nela.

A caçula sussurrava em meio aos seus gemidos enquanto eu tirava a cueca, ficando completamente pelado, com o corpo grudado no dela.

-E você vai conseguir se controlar tomando no cu?

Meu celular vibrou, Rafa pegou ele rápido, colocando a senha de imediato.

- "Já tá com o pau no cu da nossa putinha?" - Rafa leu a mensagem que recebi de Babi.

Eu ri, pegando o telefone e respondendo:

"Quando entrar você vai saber, ela vai gritar bastante"

Rafa leu minha resposta e me olhou, se virando pra mim.

-Eu não vou conseguir me controlar se esse negocião entrar no meu furico... - Ela pegava meu pau, apertando ele, tentando envolver toda carne com sua mãozinha.

-Ela vai querer punir você depois.

-É eu sei. Mas eu topo apanhar dela.

Virei seu corpo com brutalidade, fazendo a cama ranger, puxei seus cabelos e coloquei minha mão entre seus glúteos, enfiando a calcinha no seu rego.

Procurei com os dedos o seu cuzinho e comecei a esfregar a calcinha nas pregas, passando com força o tecido neles.

-Aiiii meu cuzinho, aaaaiiiii manoooo. - Ela mordia meu braço tentando abafar seus gritinhos. -Não come ele, papai e a mamãe tão em casa, eu vou gemer alto, eles vão ouvir, vão saber que você tá me comendo...- Miava cada vez mais.

-A Babi não quer o cheirinho do seu cu na calcinha? Vai ter ele bem fedido na roupa, pra gente cheirar enquanto estiver longe de você.

Eu sussurrava no seu ouvido, deixando ela completamente arrepiada.

Parei de esfregar a peça e comecei a tirá-la devagarinho.

Ela segurou a peça de novo.

-Me come de calcinha, pra Rafinha babar nela e ficar ainda mais fedida.

Parei de baixar a peça e puxei ela para o lado, colocando meu pau dentro dela e logo soltando.

Meu pau tocou a buceta dela e pude sentir como estava babada, forcei a pica e a cabeça entrou fácil, passando toda a umidade para ela, peguei-a com firmeza e comecei a meter mais. Rafa me mordeu de novo, cravando os dentes no meu braço enquanto mais pau ia entrando na sua xoxota.

Apesar de bem melada com o tesão que nossos corpos causavam, seguia apertada, ainda mais naquela posição, de perninhas fechadas, apenas jogando a bundinha pra trás.

-Abre a perninha pra pica entrar mais vai...

Ela abriu e gritou, com o som saindo abafado pelo meu braço.

-Aaaaaaahhhhhhh cagalho.

A pica tinha entrado mais, ido mais fundo, puxei mais seus cabelos, obrigando ela a parar de me morder, coloquei a mão pela frente, na sua calcinha, em cima do grelo, masturbando ela enquanto socava a pica na sua buceta, sentindo a calcinha na minha bexiga, com sua bunda pressionando junto, vindo mais para mim.

-AAAAAAaaaahhhhhhh Pheeeee, não mexe assim no meu grelinho que eu vou me gozar inteira... - O som ecoava pelo quarto, e para faze-la calar a boca coloquei minha mão no seu rosto, a calando, mexendo mais forte no seu grelo, metendo mais pica nela, que mantinha a perna esquerda suspensa no ar, tremendo conforme minhas estocadas iam aumentando.

-Cala a boca puta, se controla, quer que saibam que você tá entrando na pica?

Ela sacudiu a cabeça com rapidez, desesperada.

Joguei meu corpo para cima dela, montando por trás.

-Tem certeza que trancou a porta? - Falei com meu peito nas suas costas, tocando seu cropped.

-Absoluta. - Respondeu gemendo, com a cara de lado no travesseiro.

Puxei seus cabelos e fiz seu rosto ficar enfiado no local, afastei meu peito dela e abri sua bundinha com a mão, vendo a costura da calcinha entrando no seu reguinho, comecei a meter mais, mais fundo, mais forte, mais intenso.

Sentia meu pau indo fundo na sua buceta, batendo no útero, seus gemidos tinham aumentado, mas o travesseiro segurava todos eles agora.

Ela tentava controlar minhas metida colocando a mãozinha direita para trás, tentando impor um limite para as enfiadas, mas não tinha forças para conter meu ímpeto, seus dedinhos dobravam quando meu abdômen os tocava.

Era muito bom meter naquela buceta apertada, sentir que ela não aguentava toda minha rola, sentir que não cabia tudo dentro dela, que a menininha que estava ali na minha frente ainda era muito novinha para levar toda extensão do meu pau, por mais que tivesse virado quase uma escrava sexual dos irmãos, ainda era iniciante e ia precisar levar muita rola para conseguir ser a puta que almejava.

Comecei a colocar o dedo no cuzinho dela de novo, enfiando a calcinha junto, sentindo o rabo abrir apenas milimetros e minha unha mal entrar.

Consegui sentir um pouquinho das suas pregas arregaçando, imaginando o cheiro que aquela calcinha ia ficar, por estar dentro do cu da menininha. Pensava o que Bárbara ia querer com a calcinha suja da irmã, que nem ia tapar sua bunda deliciosa.

Aquilo me fez meter com mais força, socar com mais intensidade, enfiar a pica sem dó nela.

-Para mano, para. - Ela tinha tirado o rosto pro lado, falava ofegante. -Não consigo me controlar.... aaaaaaaahhh meu cu, tá machucando meu cu, aaaaaaaaahhhhhh eu vou gozar Phe, eu vou gozar, tira o dedo, tira tira tira.

Ela pegava minha mão com a dela, puxando meu dedo, tirando ele da sua bunda, afastando da calcinha.

Resolvi então ser ainda mais malvado com ela.

Peguei seu braço e torci nas costas, metendo mais forte o pau, fazendo minha pélvis fazer um barulho imenso enquanto se chocava com sua bunda.

Ela não se controlou, começou a gozar intensamente no meu pau. Eu também não me contive, sentir os espasmos da sua buceta na minha rola me fizeram começar a gozar fundo, enchendo sua bucetinha de leite.

Tirei o pau de dentro dela e deitei ao seu lado.

Uma das visões mais lindas que tive na vida foi a daquela bundinha com a calcinha completamente amarrotada no seu rego, e enquanto ela recobrava a consciência, colocando a mãozinho no rego, desmascando a calcinha, fazendo ela tapar quase todo seu rabinho perfeito.

Rafa veio pro meu peito beijando ele, alisando minha barriga definida.

-Te amo tanto...

-Eu também, mana.

Demos um beijo gostoso, meigo, sem safadeza.

Ela levantou e, jogando a cintura pra frente, mostrou a mancha transparente da calcinha.

-Você goza muito, tá louco...- Seus dedos tinham ficado melecados por tocarem a peça.

-Lambe os dedos agora. - Falei rindo.

-Seu nojento.- Ela não lambeu. -Coloca a cueca, eu vou sair do quarto e voltar pro meu.

-Achei que ia dormir comigo.

-Não, minha dona não deixou. - Respondeu rindo, caminhando para a porta enquanto eu me vestia de novo.

Quem nos acompanha no instagram sabe que Bárbara e eu terminamos, eu tinha como objetivo relatar aqui até o nosso primeiro termino, que foi bem traumático, mas ela me proibiu de continuar com os relatos. Porém se vocês quiserem e votarem bastante neste conto, estou disposto a seguir, porque meu amor por ela independe de estarmos juntos nos relacionando. E ai, topam? Querem mais?

Se quiserem me mandem e-mail para khuryp@gmail.com e passem no perfil dela no Instagram @khurybabi e comentem nas fotos pedindo para ela responder minhas mensagens.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 65 estrelas.
Incentive ManoPH a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Que pena espero sinceramente que vocês voltem pois pelos seus relatos vocês se gostam muito.

0 0
Foto de perfil genérica

Escreves muito bem. Gostaria de continuar acompanhando as tuas histórias com a Babi e Rafaela.

1 0
Foto de perfil genérica

Sua mãe bem que poderia entrar na história também rsrs

0 0
Foto de perfil genérica

Eu acho que tu deves continuar publicando estas histórias fantásticas e super-excitantes com estas duas delícias...rs...👁

0 0
Foto de perfil genérica

Só posso dizer que vcs foram sensacionais até aqui. É uma pena o rompimento de vcs porque, além do sexo, era visível o amor e admiração na relação.

0 0
Foto de perfil genérica

Ótimo, uma pena que pelo q parece não vai der mais relato da relação entre vc e suas 2 irmãs

0 0
Foto de perfil genérica

É cara, assim é a vida, vocês fizeram uma escolha e têm que conviver com ela! No mais são irmãos e vão continuar sendo, e, sendo assim sejam felizes. Da minha parte adoraria ler até o final da história de vocês, mas caso não queira terminar só me resta aceitar e agradecer até onde escreveu!

1 0