O executivo chefe é um jovem bad boy

Um conto erótico de Obinoxio
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 4963 palavras
Data: 14/02/2023 19:02:41

Essa historia é continuação dos contos que iniciei das histórias de podolatria e dominação, mas Elas não precisam ser lidas na ordem. Cada uma é um episodio único. Diferente dos outros contos esse tem um pouco mais de enredo, personagens e o Mestre e o escravo até ganham uma personalidade mais desenvolvida. Em compensação acho que foquei menos nas partes de fetiche de dominação explicito, embora cada paragrafo seja sobre o poder do Mestre. Essa diferença se deve porque os outros contos foram escritos quando eu estava dominado pelo tesão, e agora apenas estava escrevendo.

Cuidado: essa história possui violência, insinuações de sexo e pode conter gatilhos para aqueles com fantasias de submissão.

Eu apreciaria se me comentassem o estilo que preferem: história mais desenvolvida ou só o foco no fetiche mesmo Mestre e escravo.

Capítulo 1 - Um jovem e arrogante executivo

Meu jovem Mestre conseguiu realizar seu objetivo, pisando em mim e acabando com os concorrentes, Ele se tornou o Chefe. Dava para ver que Ele realmente ficou muito feliz com isso, e eu também, mais feliz até do que se fosse algo pra mim, pois sabia o quanto meu jovem Mestre merecia.

Ele entrou no escritório de gravata e terno caro, que ainda revelava os músculos fortes, tinha ido ao barbeiro e estava com um corte de cabelo moderno e um pouco agressivo, o que mostrava que Ele era muito jovem. E sempre com aquele olhar de matar. Macho, jovem, gostoso, ambicioso e com poder nas mãos. Eu mal podia esperar para receber ordens Dele, ser Seu subordinado oficialmente, atender os mandos e desmandos do executivo malvado mais lindo do mercado de trabalho.

Somos um escritório regional de uma empresa com várias filiais pelo país, e claro que ajudou muito o fato de meu Jovem Mestre ter seduzido a Supervisora das unidades, uma mulher japonesa de meia idade que está sempre mal humorada e totalmente viciada em trabalho, sempre estressada, mas quando vê o Meu Mestre ela logo abre um sorriso de orelha pra orelha. Eu trabalho no setor de Recursos Humanos, sempre elogiei Ele e fui totalmente favorável à Sua promoção. Mas além de tudo isso Ele era realmente um ótimo funcionário que batia todas as metas, Meu Chefão começou como vendedor e os clientes O amavam. No setor de contabilidade Ele também era muito querido pois sempre preenchia suas planilhas perfeitamente (era eu que fazia isso, mas sob as ordens Dele). Havia só um cara que nunca gostou do meu Mestre no Meu escritório, o chato, quando as vendas dele começaram a cair o Chefinho chamou o chato para uma conversa e como membro do RH eu estava presente. Adoro assistir Ele dar esporro em alguém.

Meu jovem chefe colocou os pés com sapatos sociais sobre a mesa, olhou na cara daquele chato e disse:

– Você tem que entender que Eu sou o Chefe, Eu mando aqui... – e assim todo superior e fazendo cara de nojo o Patrão começou a dar um bom esporo, com o claro objetivo de humilhar o chato. Ele sabia muito bem usar as palavras pra se impor. Houve um momento que o chato não aguentou e respondeu, meu Chefe meio que estava provocando para deixa-lo com raiva (e inveja).

– Você é um arrogante, metido! Eu não vou puxar o seu saco... – nesse momento eu interrompi, não ia deixar ninguém falar assim com meu Mestre e Chefe.

– Não é permitido falar assim com os seus superiores. Ele é o chefe desta sessão e você tem que ficar no seu lugar de subordinado e deve aceitar o que ele diz com respeito. Se precisar falar alguma coisa por favor o chame de senhor, ou pode ser penalizado – eu falei isso muito rápido pra deixar claro que aqui é o Chefe que manda, Ele pode humilhar e mandar e todo mundo tem que obedecer de bico calado.

Quando o chato entendeu que não podia revidar as provocações do Patrão e ainda tinha que dizer “sim, senhor” deu pra ver que ele ferveu de raiva. E ainda o jovem chefe deu aquele sorriso insolente e debochado pro cara, só pra deixar ele com ainda mais ódio e mando:

– Cai fora, volta pro trabalho que eu já te falei o que eu queria.

Do lado Dele, eu fiquei feliz comigo mesmo, de poder servir esse macho agora no trabalho também. Poder encher a boca na frente de todos pra chamar aquele garotão marrento de "Senhor".

Meu Mestre se tornou ainda mais arrogante e ainda mais marrento, mas a verdade é que isso foi ótimo pro nosso escritório. Com a liderança e energia desse macho jovem, nós estávamos indo melhor doque nunca e alcançávamos todas as metas. Todos mundo o respeitava de verdade e todos naturalmente se esforçam pra comprimir Suas ordens, quando acontecia alguma coisa de errado era até curioso ver como todo mundo aceitava o esporro Dele e o jeito agressivo. Quando alguém fazia uma coisa errada pela segunda vez, Ele já gritava meio que brincando mas com um tom de voz sério “Eu vou ter que trazer um chicote aqui pra fazer vocês aprenderem” e pelos sagrados pés do meu Mestre, eu quase gozava escutando isso, com o pensamento de que Ele estaria motivando nosso trabalho com um chicote no nosso lombo. Ou então quando alguém fazia alguma coisa errado e diziam “Agora, o chefe vai comer meu rabo...” – minha imaginação ia longe.

Eu sabia muito bem que Ele era capaz disso, nesse ponto eu já conhecia Sua crueldade lembrando de como quando limpava Sua casa e Ele me fez usar uma coleira de choque no pescoço só pra Ele não se incomodar e poder me chamar quando eu estava longe. Se pudesse Ele traria sim um chicote e usaria sem piedade.

Ele deixa sempre claro quem é que mandava ali, mas mesmo assim todos gostavam Dele. Ele era muito querido e uma palavra Dele era uma ordem. “Quero isso pronto pra ontem” Ele disse no setor de contabilidade e todos entenderam que iam precisar dar um jeito de obedecer. Ele era o rei. Chegava sempre mais tarde, o chefe não tinha horário, e quando aparecia todo mundo no escritório se concentrava e focava em produzir; Ele dava as ordens e ninguém se atrevia a negligenciar o trabalho nem por um momento, todo mundo queria agradar o garotão e também todos temiam falhar com Ele, que simplesmente sentava na cadeira de couro confortável da sala da chefia e não fazia nada além de mandar o dia todo, mas Ele tinha talento pra isso. Com o telefone celular de última geração (que a empresa deu pra Ele) nosso chefão tinha todo mundo na palma da Suas mão, Ele só precisava mandar um e-mail pra ser obedecido, podia acessar o sistema e acompanhar nosso trabalho e até mesmo ver as câmeras do escritório pela tela do celular. Só de ver o jovem Patrão, mexendo no celular com aqueles dedos grossos, ou falando irritado ao telefone, eu já me derretia. Todos os dias no meio da tarde Ele saia para treinar na academia que ficava próxima do nosso prédio, todos os funcionários sabiam que enquanto tínhamos que trabalhando o dia inteiro presos aqui, o chefe estava cuidando do corpo pra manter aqueles músculos maravilhosos debaixo do terno. E de certa forma o poder de dominação Dele era tão forte, que todos aceitavam isso e achavam justo pois: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Além disso, esse tempo que Ele estava fora o pessoal aproveitava para aliviar um pouco da pressão de quando Ele estava aqui. Aquele homem alto, forte e bonito, andando por entre as mesas com superioridade, deixando claro que Ele era o Macho Alpha. Uma das coisas mas bonitas foi o dia em que Ele precisou sair mais cedo da academia por um problema sério com um cliente. Ele entrou furiosos no escritório, ainda usando a roupa do treino, todo suado e irritado. Geralmente ele toma banho na academia e volta com a roupa de trabalho, mas dessa vez não perdeu tempo veio dar uma advertência geral. Que tesão ver aquele homão bravo, com o pau marcado nos shorts e os pelos do sovaco aparecendo quando Ele erguia o braço. Era mais bonito ainda ver todo mundo de cabeça baixa escutando enquanto Ele esculachava com aquela voz grossa e cara de mau.

As vezes Ele parava e encostava aquele corpão na mesa de alguém pra fazer umas perguntas, era um pouco intimidador, mas se você estivesse fazendo tudo certo não havia problema (a não ser o tesão que dava ver a bulge Dele que aprecia mesmo na calça social).

Duas garotas competiam pela atenção Dele, a recepcionista e um mocinha do Setor de Qualidade. De vez em quando Ele chamava uma das duas na Sua sala. Uma vez eu entrei e peguei a recepcionista embaixo da mesa chupando apaixonadamente o Patrão, que estava sentado todo folgado na cadeira.

– Desculpe incomodar – eu disse saindo, mas Ele fez um sinal pra que eu me aproximasse.

– Fala, porra.

Ignorando a garota nós tivemos uma rápida conversa sobre um problema e por fim lembrei que Ele teria uma reunião. Pra dispensar a garota Ele deu uns tapinhas na cara Dela, eu pude ver o tamanho daquele pênis do meu Patrão de relance quando ela soltou da boca e fechou o sinto Dele. Naquele dia também nasceu mais um sonho pra mim, chupar o pau Dele de joelhos e ainda ser dispensado com um tapinha na cara.

Depois de um tempo notei que as garotas saiam da sala Dele com gozo na cara. A recepcionista começou, lambendo o leite dos lábios, pra mostrar pra outra que tinha feito o Chefe gozar. A moça da qualidade, pra não ficar atrás, saiu da sala Dele cheia de sêmen escorrendo na cara toda, toda orgulhosa e antes de se limpar fez questão de mostrar pra rival que tinha feito o Chefe gozar daquele jeito. Eu via elas competindo e pensava: coitadas! Vocês podem chupar o pau Dele, mas eu já lambi os pés Dele e senti o perfume do seu chulé depois do futebol, já senti o sabor do cuspe Dele na minha boca e já tive a cueca suada do Meu Senhor, a cueca com o suor que escorreu da bunda e do saco peludo Dele, esfregada na minha cara. Morram de inveja vadias, vocês são só as putas Dele, mas eu que sou o capacho que Ele pisa!

Com o tempo Ele dominou todas as rotinas do escritório, além de tudo o Chefe era muito inteligente (na verdade a esperteza Dele para aprender e entender as coisas era algo incrível), então passou a ficar menos tempo ainda. Como Ele dizia “apertou a coleira” de todos os funcionários. Um Homem como aquele tinha mais o que fazer do que trabalhar, isso era pra nós pobres mortais. Ele saia pra ir ao barbeiro, pra lutar box, para o motel com alguma vagabunda, até mesmo ir à praia. Mas nada disso significava que não estivesse no controle, tudo funcionava em perfeita ordem porque Ele sabia como mandar.

As mulheres do escritório todas estavam apaixonadas é claro, algumas fantasiavam abertamente outras nem tanto mas o charme Dele conquistou todas inconscientemente. Além é claro de mim e do outro gay do marketing, que só babava pra Ele (não sei se o Patrão estava escravizando aquele efeminado também, mas com um estalar de dedos Ele conseguiria). Entre os homens até o chato passou a puxar o saco do Chefe. O chato concordava agora com tudo, ria das piadas e elogia à liderança Dele, mas nosso Patrão não perdoa. Sempre cortava o chato como um ríspido “Alguém te perguntou alguma coisa?” ou “Já terminou tudo que tinha pra fazer?”. Os dois caras de meia idade eram as únicas pessoas que o chefe tinha alguma consideração pois Eles jogavam futebol juntos as vezes e conversavam sobre esportes, os dois adoravam o jovem superior por Seu estilo masculino e despoja e ainda por ser o melhor jogador do time. Os outros homens eram um maconheiro do TI, que também gostava do chefe por deixar ele fumar e até brincar chamando ele de “maconheiro burro” as vezes; e uns quatro nerds que apesar de mais velhos, todos sonhavam em ser como o nosso jovem Chefe quando crescer.

Eu estava sempre puxando o saco Dele, e pronto para servir como sua mão direita, seu mais leal subordinado. Tanto que os colegas já me chamavam de Pau Mandado do chefe de brincadeira (o que eu gostava muito de ouvir, pois eu era mesmo o pau mandado e obediente do garotão). Ficava de olhos e ouvidos ligado para contar tudo pra Ele e sempre repetia coisas do tipo:

"Nosso Chefe mandou..."

"O Chefe gosta que seja desse jeito...."

"Mas Patrão já falou que..."

No dia no aniversário Dele, eu (presidente do fã clube) organizei uma festa com bolo e balões e pra minha surpresa todos estavam genuinamente interessados em participar e varias pessoas compraram presentes para Ele. Gravatas, camisetas de time, canecas escrito “melhor chefe do mundo” e o melhor presente foi o meu é claro, uma caneta de luxo porque a final Ele era um homem de negócios. Naquele dia as duas vagabundas do escritório estavam competindo pra ver quem ia dar pra Ele no aniversário. Aí apareceu a supervisora japonesa toda arrumada, com o mal humor de sempre, mandou as duas trabalhar e falou que teria uma reunião especial com nosso Chefinho e ai de quem interrompesse. Depois a japonesa saiu da sala Dele com a maquiagem toda borrada e aquele sorrisão.

No final do expediente Ele me chamou pra sala Dele “Vem aqui agora!” com aquela voz autoritária de macho. Assim que entrei ele colocou o pé na mesa e falou:

– Caiu um pedaço de bolo no meu sapato. Limpa!

Fui pegar um papel e ele falou me encarrando:

– Com a língua, otário.

A porta estava aberta. Mas eu não resisti, com gosto eu lambi o sapato dele até tirar o bolo. Ele conferiu e disse:

– Vaza.

Porém desde que foi promovido meu Patrão tem me usado menos com seu escravo pessoal, claro que ele ainda me usa sempre que precisa de mim, estala os dedos e eu obedeço, mas são mais coisas do trabalho ou serviços não pessoais. Agora muitas vezes quando eu limpo seu apartamento Ele não está em casa pra ficar me maltratando e o único contato que temos é quando Ele chega em casa e me chuta pra fora da porta com pé na bunda. Claro que só um chute Dele na minha bunda já e mais doque eu mereço, mas eu sinto saudade do tempo em que Ele ficava jogado no sofá sem camisa e me torturando com a coleira elétrica. Então eu percebi que o problema era comigo (alias o problema é sempre comigo pois meu Mestre não tem falhas, coisas que poderiam ser consideradas defeitos e outras pessoas, pra Nele são qualidades pois). Eu entendi que eu não estava servindo Ele o suficiente, havia me dedicado e me rebaixado muito, mas agora Ele estava em um outro nível e eu ia ter que sair da minha zona de conforto e me esforçar ainda mais.

Um dia no final do expediente o Chefe foi até a minha mesa e despejou uma pinha de papeis.

– Eu quero uma análise da produtividade e horas extras de cada funcionário para veficiar a eficiência de todos. Quero um relatório sobre todos os funcionários amanhã cedo na minha mesa – Ele falou com aquele jeito marrento. Apesar da promoção ele não se tornou um daquele burocratas chatos, Ele era um bad boy vestido de terno e com autoridade de chefe.

– Sim, senhor. Pode contar comigo.

Comecei a verificar a papelada e percebi que era muita coisa. Não havia condições de terminar tudo no horário de trabalho, e provavelmente nem se eu virasse a noite. Porem eu tinha muito medo de falar isso pra Ele, eu deixaria meu mestre desapontado com a minha ineficiência e falta de capacidade. Todos foram embora e Ele ficou um tempo a mais falando no telefone com a supervisora japonesa, quando Ele desligou tomei coragem e fui a sala Dele, pois pensei que precisava ser sincero.

Assim que comecei a explicar que seria impossível, Ele interrompeu:

– Eu não quero saber, se vira! Eu quero isso amanhã na minha mesa seu inútil.

Me desculpei, matraqueando um monte de desculpas e implorando pra Ele me dar mais um praso. Então Ele se aproximou dobrando as mangas para cima, aquela camisa social era justa e dava pra perceber um pouco dos músculos dos braços dele e o peitoral forte. Pensei que Ele ai me bater enquanto se aproximava, me enquadrando intimidadora mente. Fechei os olhos quando Ele ergueu a mão e esperei um tapa ou um chute, mas aquele era um ambiente de trabalho. Meu chefe não me agrediria ali, Ele me daria uma “mijada” pela minha incompetência. Com sua mão forte Ele pegou minha cabeça e moveu meu corpo pra baixo, até eu ficar de joelho, me puxando pelos cabelos Ele me conduziu de volta para minha mesa e me atirou na minha cadeira.

Com meu rosto na altura do pau Dele, observei aquelas mãos de homem abrir o cinto, abaixar um pouco a calça e colocar o maravilhoso e enorme pinto pra fora. Mesmo mole era grande bonito de ver. Por um minuto pensei que Ele me mandaria chupar, mas fui inesperadamente atingido por um jato de urina quente no meu rosto. Ele abaixou mais minha cabeça e despejou o mijo direto do seu pau sobre mim, escorrendo pelas minhas roupas e ao redor da minha cadeira. Eu tentei beber, mas Ele mirava em todo o meu corpo pra me deixar todo mijado. No final, enquanto chacoalhava o pau para respingar as últimas gotas na minha boca Ele disse:

– Você só sai daqui quando o relatório estiver pronto, otário.

– Sim, meu senhor, eu prometo que vou conseguir e obrigado por essa maravilhosa mijada – a expressão “levar um mijada do chefe” agora tinha um novo significado.

– Cala boca e limpa o meu pau pra não pingar.

Eu coloquei só a cabeça do pênis dele na minha boca e suguei o ar pra secar. Ele não queria nenhuma gota pingando na cueca enquanto que eu estava completamente enxarcado na urina Dele. Fiquei a noite toda trabalhando para cumprir o prazo, mas depois dessa motivação, depois de ser colocado no meu lugar desta forma, eu não podia falhar. Deixei a urina do meu Patrão secar na minhas roupas, apenas lambi do meu rosto e das partes que pingavam. Também lambi o que escorreu pro chão e os respingos na minha mesa. Daquele dia em diante minha área de trabalho ficou com o perfume da urina do meu chefe, com a testosterona do mijo Dele marcando o território. As vezes alguém sentia o cheiro e perguntava o que era, o que me deixava um pouco constrangido, mas não importava, tudo que importava era orgulho de ter sido mijado por Ele.

Lembro que só pra me humilhar mais um pouco na frente de todos, Ele me olhou no dia seguinte, com aquele sorriso de menino insolente e lindo de morrer e perguntou:

– Que cheiro de mijo nessa sua mesa. Alguém andou marcando o território aqui? – todos riram inclusive eu soltei um sorriso e Ele piscou pra mim. Que homem!

Quando o diretor geral da empresa veio visitar nossa unidade, o velhinho ficou admirado com o trabalho do nosso jovem Chefe. O diretor erra um homem detestável, que tratava os funcionários como lixo. Porem ao contrário do nosso jovem Chefe, o diretor não sabia mandar, por isso todos o odiavam.

– Meu jovem você está de parabéns por esses resultados. Qual seu segredo?

O Jovem Chefe respondeu rindo:

– Eu não deixo nada ficar no caminho dos meus objetivos. E também o pessoal aqui já sabe que se sair da linha eu uso o chicote – os dois riram.

Depois todos os funcionários participaram de uma reunião em que o meu Chefinho fez uma apresentação utilizando o relatório que fiz no dia da mijada. O que impressionou o diretor e eu sorri pensando que que contribui com o sucesso do Chefinho, no que dependesse de mim Ele podia continuar pisando na minha cabeça para subir na carreira. Em determinado momento o velho criticou os funcionários, falou que por muito tempo fomos uma equipe ruim. E para minha grande surpresa o nosso Chefe interrompeu o diretor e no defendeu:

– Todos aqui são ótimos profissionais. Só faltava liderança e disciplina. O senhor deveria agradecer o trabalho de todos eles.

E com isso Ele ganhou ainda mais popularidade.

– O nosso especialista de RH fez esse relatório em um dia – Ele apontou para mim – eu apenas o motivei – quase me derreti de gratidão ao ouvir isso.

No final fui agradecer diretamente.

– Mestre o senhor tem sido um Chefe tão bom, eu não sou digno da sua liderança. Mas agradeço muito pela motivação que o Senhor...

– Fala logo, Otário – Ele disse impaciente se sentando confortavelmente na cadeira de couro. Era uma visão muito imponente aquele rapaz poderoso, sentado no topo da hierarquia.

– Eu... gostaria... eu queria só agradecer.

Ele me ignorou um pouco, olhando para o celular e depois de ler uma mensagem que parece Telo agradado. Ele me respondeu:

– Eu quero que você agradeça me servindo mais e trabalhando mais pelo meu sucesso.

– Senhor, eu pensei em um jeito de agradece-Lo e também de eu poder servir melhor o senhor. Nesse próximo mês eu gostaria de lhe entregar todo o meu salário. Eu quero trabalhar só para o senhor o mês inteiro.

Ele fez o sorriso insolente e debochado.

– Só para te motivar então eu vou fazer esse mês um inferno pra você.

E assim foi o melhor mês do meu trabalho, dedicação total. O meu Chefe me encheu de trabalho que eu mal podia respirar. Ele também voltou a me humilhar com aquele comportamento de menino folgado e mandão, que gosta de ficar provocando. No primeiro dia quando Ele chegou, achei que já estava no caminho certo por ter adiantado o trabalho, mas levei um esporro por não trazer o café do Chefe.

– Eu estou cansado desse café de escritório, me traga algo melhor.

Fui até o café mais caro do centro da cidade correndo e comprei o melhor de todos os cafés para agradar meu chefe. Ele gostou e disse que durante esse mês eu ia ter a missão de trazer um desse pra Ele todos os dias quando ele chegasse, despesas por minha conta é claro.

Todas as coisas que eu não gostava no meu trabalho eu encarei como um privilégio pois entendia que era um sofrimento para servir meu Patrão, além do meu trabalho propriamente dito Ele me fez assumir outras funções e me delegou tarefas adicionais, assim eu faria muitas horas extras que iriam para o bolso dele no final. As vezes eu estava tarde da noite no escritório, exausto de tanto trabalhar Ele me provocava mandando uma foto dos pés do meu Senhor esticados sobre mesa de centro enquanto ele jogava vídeo game. Ou uma selfie no espelho do banheiro, só de cueca e escrevia “acabei de acordar” enquanto eu já estava há horas trabalhando. Alguns dias ele nem vinha para o escritório, mas se certificava de me deixar atolado de serviço.

O melhor dia foi quando o chefe decidiu não vir ao escritório e passar o dia na praia, mas ficou me ligando por vídeo chamada sem camisa, com uma corrente de prata no pescoço, boné de surfista e o céu azul no fundo. Quem é que diria que aquele garotão era meu chefe?

– Olha só como a paria esta boa hoje – ele mostra a paisagem – ainda bem que eu não preciso ficar no escritório trabalhando como um otário.

Ele mostrou então a si mesmo pela câmera, fazendo questão de enquadrar o tanquinho e os músculos na imagem e começou a me dar ordens.

Na hora do almoço ele me liga de novo, dessa vez a ligação mostra só os pezões deitados e o mar no fundo, e ele fala o tempo todo assim, só mostrando os pés lindos e dizendo que era melhor eu nem perder meu tempo almoçando hoje pra poder render mais o trabalho. Fiz uma nota metal pra lembrar de incluir o dinheiro do almoço que eu ia economizar na conta do que pagaria pra ele no fim do mês.

E várias e várias vezes Ele me ligou passando mais e mais trabalho, enquanto mostrava os pés molhados na beira do mar, o torso musculoso, ou só o pau marcado na cueca branca. Como é bom ser feito de otário desse jeito, eu aqui me acabando de trabalhar e o Patrão me controlando de longe enquanto aproveita o dia na praia. E ele ainda se exibindo só pra provocar e me deixar ainda mais humilhado.

O meu ângulo preferido foi na última ligação, quando ele posicionava o celular de baixo pra cima e eu tinha o ponto de vista de quem olha pra Ele de baixo, como quem paga um boquete de joelhos, mas falando arrogante sem nem olhar pra baixo e disse:

– Só liguei mesmo otário pra te lembrar que eu mando e você obedece – e ria com a quele jeito de menino.

Pisa, Patrão! Pisa assim que eu gosto... pensei comigo.

Eu faria qualquer trabalho, poderia viver o resto da vida como um daqueles escravos egípcios carregando pedras de sol a sol, desde que fosse Ele chicotiando as minhas costas.

No final do mês eu juntei todo o meu salário, mais o valor das horas extras que fiz e fui além, também os rendimentos aquele mês na minha poupança e investimentos. Tudo que eu ganhei naqueles trinta dias no valor bruto (na verdade meu prejuízo era ainda maior porque para cobri os descontos tirei das minhas economias, já que penso que meu mestre merece ficar com o valor bruto e impostos são problema meu) além de acrescentar também tudo que economizei sem almoçar e sair durante o mês pois estava trabalhando de mais. Eu podia me manter mas essa seria um quantia que faria falta, já que todas as minhas contas iam ter que sair das minhas economias, mas eu estava pagando com prazer. O pensamento de ficar com um prejuízo tão grande, depois de tanto trabalho, pra Ele levar essa grana fácil me deixava maluco de tesão. Pra me sugar mais um pouco, combinamos que Ele teria também direito a um adicional de 10% do valor total por ter me “ajudado” – por ajuda Ele considerou as selfies Dele de cueca em casa me mandando trabalhar e as vídeo chamadas sem camisa me chamando de otário.

Só nós estávamos no escritório, eu por trabalhar até tarde e Ele que só apareceu no final do expediente pra "colocar ordem nos subalterno".

Entrei na sala do Chefe e Ele estava de pé olhando para a vista da janela de vidro. Era um homem realmente imponente, o terno impecável embaixo do qual eu sabia que estava um corpo musculo, o cabelo moderno e perfeito, o olhar fatal. Era realmente o rei da selva de pedra, o poderoso Chefão. Naquele dia Ele estava usando uns anéis nos dedos grossos, um dos anéis tinha uma caveira e aquilo lembrava que aquele executivo poderoso era também um badboy marrento. O homem perfeito que estava no topo da pirâmide. Por fim Ele sentou à Sua mesa, se com as pernas bem a abertas sentado na cadeira de couro.

Estava começou a chover lã fora de novo, o dia todo estava garoando, mas agora a chuva ficou mais forte.

– Eu sujei meu sapato numa poça, você sabe que eu gosto do meu sapato brilhando.

Não precisei dizer mais nada, já fui de quatro lamber. Enquanto Ele relaxou na cadeira ouvindo o som da chuva que escorria pela janela. Eu limpava com gosto, não gosto de calçados, eu gosto do pé Dele, mas a dominação era muito forte e me levava. Lambia a sola também pois seria ainda mais humilhante saber que pra limpar a sujeira do chão que Ele pisou eu estava usando minha linga.

– Você me ajudou muito para eu conquistar o cargo de líder, eu sei, foi por isso que decidi te recompensar te deixando entregar todo o seu salário deste mês pra mim – falando isso Ele pisou com força na minha cara e se levantou indo até a janela de novo.

– E o mais divertido é que como Chefe hoje eu ganho mais, te dou ordens e mesmo assim você otário vai me dar todo o seu salário, que eu arranquei o seu coro pra te fazer ganhar.

Ouvindo isso eu fui caminhado de quatro até Ele, tirei o masso de dinheiro do bolso e estendi à Ele baixando a cabeça:

– O Senhor é o Patrão, eu estou aqui só pra ser usado e obedecer a suas ordens.

Ele pegou o dinheiro com aquelas mãos grande e másculas. A visão daquele masso de dinheiro sendo contado naqueles dedos de macho, com o anel de caveira, era uma coisa linda. Quando terminou de contar Ele, como sempre debochado bateu com as notas na minha testa (essas coisas que me deixam louco) e piscou com o sorriso de menino enquanto colocava o dinheiro dentro na cueca. Ficou um volume grande na calça Dele, e só de pensar que o meu dinheiro estava em contato com pinto Dele, tudo valeu a pena, acho até que por ter sido guardado na cueca daquele homem o dinheiro deve ter se valorizado.

E ainda mais rico, ele foi embora, e eu fiquei ali com o gosto da sujeira da sola dele na minha boca, exausto de tanto trabalhar intensamente, com um rombo na conta bancaria e me sentindo o perfeito otário.

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