Uma mão no busão

Um conto erótico de Jesús Blasco
Categoria: Homossexual
Contém 2656 palavras
Data: 18/12/2022 00:17:07

Era mais ou menos seis e pouco da manhã quando eu cheguei na rodoviária. Tudo vazio, só umas cinco ou seis pessoas sentadas por ali.

Fui direto no guichê da Viação Juína, perguntei pra moça quanto que tava a passagem pra Campo Novo. Ela disse que era trinta e dois reais e só saía ônibus as sete e meia.

Comprei a passagem e também sentei o cu num banco pra esperar. Dá-lhe chá de cadeira nessa porra. Cocei o saco solto embaixo do short, tava pregando já. Merda. Pior que tomei banho à toa pra sair de casa, porque tive que vir lá da porra do Dona Júlia até o Centro andando, aí chego todo suado. Adiantou de nada.

Só as oito que o ônibus encostou. Atrasado e eu que me foda. Entrei puto, cacei uma poltrona vaga lá no fundão, sentei, joguei a mochila do lado e simbora nessa merda.

Se o busão tinha uns dez gatos pingados, era muito. Tava vazio. Ainda ficou parado um tempo na rodoviária antes de sair.

O último filho da puta que embarcou antes da gente pegar a estrada veio andando o corredor inteiro pra sentar bem na porra do meu lado. Joguei a mochila no chão, entre as pernas, pra ele sentar. É foda. A porra do ônibus vazio e o viado me olha o número da poltrona na passagem e vem sentar logo do meu lado... Mas que se foda também, tô nem aí.

Eu puxei o treco do lado e desci as costas da poltrona pra trás, ficando quase deitado, joguei o boné em cima da cara e tchau. Puxar um ronco.

Um tempinho depois, ergui a poltrona de volta pra eu ficar sentado. Tava quase ficando de pica dura de ficar pensando putaria comigo mesmo, e eu tava sem cueca por baixo do short. Sentando, pelo menos dava de disfarçar o moleque querendo empinar.

Então o filho da puta do meu lado aproveitou que eu "acordei" pra puxar assunto. Falou qualquer coisa pra perguntar se eu era dali mesmo, falei que tava visitando um parente e só.

Aí quis saber de onde eu era, porque o meu sotaque era diferente e não sei o quê. Tava me dando maior papo e a gente ficou desenrolando.

Nisso, eu fiquei prestando atenção nele. Percebi que ele tava manjando meu pau meia bomba no short. De vez em quando, dava uma espiada, desviava o olhar e fazia outra pergunta. O filho da puta era bom de conversa, mas não sabia disfarçar que queria era ver rola.

Aquilo foi me dando um puta tesão, sério mesmo. Pior que eu gosto dessa parada de me exibir em público. Acho que é o motivo de eu só sair de casa sem cueca. Abandonei as cuecas, nunca me arrependi. Gosto de deixar o bicho solto, balançando.

Aí, eu tava falando: — Lá eu trabalho de operador na ADM. Sabe onde fica lá? Tô de folga hoje, né, mas amanhã já tô de plantão. Foda...

— Conheço o Franklin, ele trabalha lá, né?

— É. Figuraça, ele.

— Ele trabalha contigo lá?

— Não, ele é da mecânica.

— Ah. Gente boa demais. Não sabia que cês trabalhavam junto.

Enquanto ficava dizendo, a bolinha do olho dele ia e voltava do meu pau. Maluco, aquilo foi me deixando em ponto de bala! Sério. Eu já tava meia bomba antes, agora não tava mais conseguindo me controlar. Calção fino, ia ficar armado. Muito na cara.

Dei uma amassada lá, ajeitando o moleque de ladinho, tentando disfarçar, percebi que o cara nem piscou. Decidi testar logo esse viado e ver onde essa porra ia dar.

Eu falei: — Ficar manjando meu pau assim, de graça, aí tu me quebra, viado!

Ele riu. Eu também ri, a mão amassando o saco ainda. O busão sacudindo na estrada.

O papo seguiu desenrolando, ele pediu meu insta. Aí ele disse que era hétero, né. Que ficava com mulher só, mas tinha ficado com caras também umas vezes. Falou que só não liberava o cu, que tinha cisma demais, mas que pra mim sentiu vontade de liberar.

Eu sorri de canto, já conhecia esse papinho aí...

Falei pra ele assim bem baixinho: — Quer segurar, pô? Pode pegar.

Ele olhou por cima das poltronas antes de enfiar a mão dentro do meu short e começar a me punhetar. Porra, eu tava duraço.

Ele passou o polegar dentro do couro do meu pau, tava babando aquela porra. Surreal ser punhetado em público por um beta frouxo que nem aquele. Puta hora boa em que ele sentou do meu lado no busão e eu não tava ligado.

Ele puxou meu pau pra fora do short pelo buraco da perna pra ver e fez uma careta.

— Porra, que pauzão, mané!

Eu não falei nada, deixei ele se impressionar sozinho.

Aí, ele disse: — E tu é todo branquin', olhinho puxado, nem parece que tem isso tudo.

Aquilo tava bom, serião. A adrenalina, sei lá. Eu ficava olhando por cima das poltronas pra ver se tinha alguém ouvindo a gente. Depois, joguei os braços atrás da nuca e deixei aquele viado beta trabalhar no meu pau. Tava quase puxando ele pra pagar um bola gato em mim. Vi que ele ficou olhando meu sovaco. Vai se foder! O viado gosta de sovaco peludo também?

Eu perguntei: — Qual foi?

— Tu que é foda demais, pô.

— Quer cheirar, quer?

O maluco meteu o nariz no meu sovaco e eu nem tava falando sério. Deu uma agonia no começo, mas depois bateu um puta tesão, tomar no cu!

Segurei a cabeça dele, esfreguei a cara dele no meu sovaco enquanto ele me punhetava devagarinho, a mão subindo e descendo meio sem jeito no meu pau.

Depois que ele tirou a cara do meu pelo e ficou lá com a mão no meu short, eu falei pra ele: — Mas e aí, cê vai liberar?

Ele só riu. Acho que tava arregando.

Eu insisti naquilo: — Ou dá ou desce.

Ele disse que não, que não dava o cu.

— Tu que falou que teve vontade de dar pra mim.

— Tá doido, pô, teu pau é um bitelão. Vai me arrebentar todo.

Eu ri de cantinho. Ele não sabia nem mentir, coitado.

Aí, falei assim: — Tem só 18 centímetros...

— Quanto?

— 18...

— Teu cu. Isso deve ter mais de 20... Isso aí arromba um cu que é uma beleza.

— É só 18 mesmo, tô dizendo. Vai dar?

— Aguento não, pô.

E a mão dele continuava só no carinho, punhetando a minha pica no sigilo, o busão sacudindo. Eu sabia que era só insistir mais. Ele tava doido pra liberar a roda, mas queria fazer charminho. Me provar que era "hétero" mesmo. Eu ri de novo. Tem coisa que só rindo.

Eu puxei assunto, né: — Tu é de Campo Novo mesmo?

— Sou, véi.

— Mora onde lá?

— No Palmeira.

— Porra, eu tô na casa da minha irmã.

— Ela mora onde?

— No Olenka. Tu mora só?

Ele riu.

— Moro, pô.

— Se pá, dá pra gente ir pra tua casa...

Ele ficou quieto um segundo só mexendo no meu pau dentro do calção. Acho que ficou caçando uma desculpa porque o cerco em torno do cu dele tava se fechando.

— É que tem meus vizinho, pô. Gente meio religiosa, sabe como é.

— Mas tu grita alto?

— Eu não grito não, pô.

— Então, fechou.

— Não, pô.

Ele riu, tirou a mão do meu pau e coçou o nariz. Depois, voltou a me punhetar. Ficou tentando achar uma desculpa.

— Não vai mesmo liberar?

— Escuta, eu te mamo gostosin'.

— Só quero se for a roda.

— Aí nao. Eu tô com medo, velho. Tu vai me arrebentar. Com'é que eu vou trabalhar amanhã?

— Sei lá, maluco.

— Então, velho…

— Mas e esse bola-gato rola mesmo ou é só papo também?

Ele nem respondeu. Ergueu o pescoço olhando o corredor rápido, puxou meu pau pra fora e já foi caindo de boca. Puta merda. Tinha até esquecido como é bom uma mamada assim. Eu fechei os olhos, a adrenalina de alguém ver a gente me deixando alucinado ao mesmo tempo que eu tava nem aí se vissem. Geral cochilando com o busão chacoalhando e nós dois no pelo no fundão.

A gente só parou porque um pestinha veio no banheiro, e o banheiro ficava bem do lado na nossa poltrona. Aí a gente teve que se comportar até o molequinho vazar.

Depois, o bezerrinho voltou a me fazer de mamadeira, mas não deu tempo de leitar ele ali mesmo, no busão. A gente foi interrompido de novo. Aí, ficou aborrecido esse negócio de ficar parando toda hora que alguém vinha no banheiro. Muito azar.

Então eu falei pra ele: — Tu já tinha mamado alguém no busão?

Ele riu.

— Não.

— E banheirão?

— Já quis, mas cidade pequena é foda. Deve ser top fazer em Cuiabá, que tem os shoppings grandes.

— Daria o caneco lá?

— Não sei. Tipo, eu curto essas coisas em público, mas me dá um medo do caralho.

— E pra mim? Daria?

Ele riu de novo.

— Sei lá, né?

Pra mim, bastou. Aquilo era charminho de enrustido. Ele tava com fogo, doido pra dar o cu até rasgar e não tava sabendo pedir.

Aí eu disse: — Já que teus vizinhos lá são paia, bora no banheiro da rodoviária?

— Vou não. E se chega alguém?

— Foda-se, ué!

Ele ficou um tempo hesitando, pensando se ia mesmo ou amarelava. Eu, que já sei como essas coisas funcionam, não pedi outra confirmação dele. Já fui logo metendo ordens: — Descendo do busão, tu vai na frente e me espera. Eu chego por trás. Aí a gente despista e pega uma cabine vazia.

Ele não falou que não, mas deu aquele sorrisinho de quem queria se meter numa encrenca…

A gente chegou em Campo Novo uns 40 minutos depois. Ele levantou e foi indo na frente, igual o combinado. Eu ainda fiquei um tempo na poltrona esperando a maioria sair, porque nessas horas é um vuco-vuco de gente se apertando, maior chatice. Fiquei bem de boa.

Um tempinho depois, o busão tinha esvaziado. Aí catei minha mochila e vazei também. O pior que podia acontecer é esse viado ter amarelado e dado no pé. Que se foda!

Dei uma volta, a rodoviária apinhada de gente puxando mala, não vi o bezerrinho em canto nenhum. Pensei: tá me esperando no banheiro. Fui pra lá.

Pra minha surpresa, ele tava lá mesmo. Lavando as mãos. Quando me viu chegar, parece que ficou ainda mais branco. Não tinha absolutamente ninguém na porra do banheiro, mas o cara tava nervosão. Dava pra ver que era mesmo a primeira vez dele.

Ele entrou na última cabine e deixou a porta entreaberta. Eu estiquei o pescoço dando uma última espiada lá fora e entrei também.

Puta cabine apertada da porra. E ainda tinha nossas mochilas que ficaram em cima da tampa do vaso.

Eu tirei o moleque pra fora do short enquanto ele abaixou a calça e empinou o rabo. Já fui metendo a cara dele na parede e pedindo pra abrir o cuzão pra mim com as duas mãos. Escuro, cheio de pregas, rodeado de grama. Deu uma piscada quando eu passei a pica a seco nele. Maluco, que merda gostosa. O cara piscando o toba de medo no meu pau. Delíciaaaaa!

Aí meti essa: — Relaxa aí senão dói.

E fiquei mirando e empurrando a cabeça seca no cuzinho dele, mas sem meter. Só forçando — empurrando e tirando — pra ele sentir a pressão. Cuspi lá, pincelei na rodinha sentindo as ruguinhas na cabeça do pau, sentindo ele contrair a bunda, apertando meu pau com as nádegas.

— Relaxa aí, viado — eu repeti.

Mas ele tava meio nervoso.

Escorreguei a geba pra dentro, senti o beiço do cu dele mordendo meu pau enquanto ele ficava querendo choramingar com a cara na parede. Alguém entrou no banheiro aqui, deu pra ouvir o sapato pisando no chão molhado.

A gente ficou quieto. Depois que o cara saiu, eu voltei a meter a segunda e a terceira estocada devagar. Na quarta, ele pediu pra tirar. Falou que não tava aguentando, mas ele tava mesmo é com medo.

Eu até que tive um pouco de paciência no começo. Mas depois, taquei o foda-se. Peguei esse mané pela cintura e soquei umas nele sem muita pena. Ele se segurava pra não gemer alto enquanto eu socava. Queria ver rola, pois toma, filho da puta! Aguenta! Depois eu reduzi a velocidade pra não fazer mais barulho e ficava segurando a pica dentro por um tempo, só pra ver ele se contorcer. Filho da puta de merda. Sabe como deixar o ativo duraço.

Quando tirei o pau, o cuzão dele tava se peidando. Obra de arte, vai se foder! Aí chegou outro no banheiro e entrou numa cabine, pois deu pra ouvir a porta fechar rangendo. Deve que veio cagar.

O bezerrinho quis subir a calça, tava uma pilha de nervos enquanto eu não tava nem aí, só queria torar ele naquela adrenalina fodida. Deslizei a pica nele de novo, bem devagar, umas quatro vezes, até ele puxar a roupa e cobrir a bunda de vez quando um segundo cara entrou no banheiro.

A gente ficou esperando um tempo, ele todo nervoso, e eu de pica pra fora ainda. O segundo cara saiu depois de um tempo. O bezerrinho quis vazar também, o banheiro tava começando a lotar.

Eu sussurrei pra ele ficar sussa, mas o cara não conseguia. Falei pra ele que eu nem tinha gozado, mas ele não tava querendo esperar. Aí mandei ele terminar de me chupar pelo menos, mas ele ainda ficou um tempo tentando ouvir se tinha mais gente vindo no banheiro. Rodoviária naquela hora tava um zuadão do cacete.

Então ele abaixou no chão e ficou mexendo na minha pica um tempo antes de pôr na boca. Aí eu fui no céu de novo. Se foder, ser mamado é bom demais!

Tava tão bom que eu fiquei controlando a nuca dele, fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás. Quando pisquei, tinha um celular filmando a gente. Alguém do lado tava erguendo o braço pra cima da parede da cabine segurando um Galaxy de capinha vermelha. Certeza que era o cara que veio cagar!

Eu sorri e fiz um joinha pro filho da puta. De lei. Mas fiz de conta que não era nada, tava me fodendo pra aquilo. O bezerrinho, que tava com a boca ocupada, nem percebeu o intrometido filmando a gente.

Mas o banheiro tava lotando e ele se ergueu e pegou a mochila. Eu fiquei de pica dura pra fora, órfão do bola gato dele, mas tomar no cu! Ele não conseguia nem relaxar, aquela merda não ia dar em nada. É foda.

Olhei de relance pra cima, mas o cara do Galaxy não tava mais filmando. O bezerrinho saiu na frente enquanto eu ainda fiquei na cabine pra despistar. Sentei na tampa abaixada do vaso, cacei um pornozão no celular e terminei aquela foda na mão mesmo. Cinco a um nunca falha, mané!

Leitei a parede do banheiro, me limpei, peguei a mochila e vazei também.

Quando passei perto do portão de embarque, tinha um tiozinho sentado me olhando. Não tirou o olho da minha mala balançando no short. Eu sorri de leve, e ele sorriu também. Vazei. Depois fiquei pensando se não era ele o filho da puta que tava filmando a gente no banheiro. Que se foda, tô nem aí!

Peguei a avenida e fui descendo pro Olenka. Fui embora sem nem saber o nome do viado do bezerrinho. Merda mesmo.

Meses depois, eu tava matando o tempo nos grupos de putaria do Telegram e encontrei o meu vídeo do banheirão. Tomar no cu, já tinham até vazado aquela porra! O bezerrinho de joelhos me dando um trato… Não aguentei e tive que socar uma vendo aquele vídeo.

FIM?

Jesús Blasco, dezembro de 2022.

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Comentários

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Estava falando com vc por msg, MTPorto. @saraivargs

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Estava falando com vc por msg...@saraivargs

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Que tal uma luta de espadas quando você vier a Cuiabá? Tem uma sauna legal.

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Ai que delícia queria ser o viado a estar te mamando macho

Hétero safado do caralho

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