A saga da traficada Mariana - parte 6.

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1288 palavras
Data: 19/10/2022 10:19:02

O dia nasce, e todas as mulheres são levadas novamente para o grande salão, onde homens nos esperavam para escolher uma de nós conforme as suas preferências, e levar aos seus aposentos. E assim que uma mulher era escolhida, ia diretamente sendo levado junto com seu pretendente de compra para os corredores que levavam aos quartos nobres.

Eu fui escolhida por um casal, que me escolheu baseado na vontade da esposa. Fui levada por uma capanga ao quarto deles, onde ajudei a mulher a retirar suas roupas, e ela sentando na cama me mandou chupar sua buceta. Forçando meu rosto de encontro com seu sexo. Era um a buceta carnuda, com lábios avantajados, que escorria um líquido transparente que demonstrava o quanto aquela jovem mulher estava excitada. Era uma buceta que ficava sempre entreaberta, proporcionando uma linda vista aos meus olhos. Ela tinha um cheiro adocicado de creme hidratante, e um gosto agridoce que me lembrava a buceta de Sandra.

Me esforcei ao máximo, e fiz aquela gostosa moça gozar em menos de 10 minutos, causando nela uns espasmos quentes, que me fizeram beber seu doce néctar do prazer. Enquanto isso o marido só observa, tocando seu belo pênis com a mão, olhando fixamente para meu corpo. E quando eu termino de fazer sua esposa gozar, ele manda que ela venha chupar seu pau, e me ordena que entre por baixo dela, para enquanto ela faz o boquete nele, eu fique lambendo o seu cuzinho. O que me causou estranheza e nojo, mas deixava ele muito excitado.

Quando ele gozou, segurou a cabeça de sua esposa, obrigando ela a segurar na boca toda a sua porra. E em seguida mandou eu abrir a boca, para que sua esposa cuspisse seu leite na minha boca, fazendo que nós duas terminássemos aquilo em um delicioso beijo de língua temperado com sua porra grossa e pegajosa.

Marido e esposa gozaram, só eu que ainda não tinha tido essa experiência naquele dia. Então a mulher pediu ao marido que ela gostaria de me usar mais um pouco, e entrou no banheiro, voltando com uma cinta de couro, com um imenso pau de borracha preso nela. Ela disse que queria me enrabar. Eu senti medo, pois era uma pau muito grande, mas lembrei que tinha aguentado um tão grande quanto dias antes no galpão. E fiquei de 4 esperando ela me enfiar aquilo.

No começo incomodou um pouco, mas logo estava laceada ao ponto de não demonstrar resistência para aquele falo gigante. Eu estava explodindo, prestes a gozar, quando o marido deitou-se na minha frente, dando seu pau mole para eu chupar. Eu chupava ele, via e sentia aquela vara crescer na minha boca, enquanto sua esposa enfiava um cacete imenso no meu rabo. Eu me sentia uma verdadeira puta, nem lembrava mais da minha condição ali. Foi marcante para todos nós.

Depois de satisfazer meu desejo, e engolir porra do marido, a mulher veio e me deu um tapa no rosto, me xingando de cadela. Eu senti meu rosto arder, e ela riu falando que se eles me comprassem, essa seria minha vida o tempo todo.

Depois deles, foi a vez de um homem oriental me preferir, e mandar os capangas me levar para o quarto dele. Fui andando na frente dele. Chegando no quarto, ele me prendeu pelos pulsos no chão, me obrigando a ficar de 4, igual uma cachorrinha no cio. Ele ficou um bom tempo passando a mão na minha buceta, e colocando seu dedão no meu cu. Até que ele tentou enfiar a mão na minha vagina, o que me causou um desconforto, mas entrou, rasgando tudo, mas entrou. Era estranho aquele costume, enfiar uma mão dentro de uma mulher não era algo que me desse tesão, mas não tinha outra escolha.

Ele gozou na minha cara batendo uma punheta, e pegou uma colher, coletando todo seu esperma, e pondo na minha boca. Eu senti nojo, pois era uma porra azeda, o cheiro era forte, parecia misturada com conservas. Mas fiz o que ele mandou, engoli tudo.

Depois ele deitou na cama, e me deixou ali por mais um tempo, até que resolveu me devolver para a escolha de algum outro interessado. E não demorou muito para isso acontecer, pois chegando no salão, um russo me olhou, sorriu e disse algo que não entendi. O capanga que me levou, deu meia volta e veio me levando para o quarto daquele homem. Ele parecia bruto, e sua fala ríspida me deu um pouco de medo.

No quarto do russo, já deveria ser começo da tarde, e eu estava com fome, pois não tinha tido café da manhã naquele dia, e um pouco cansada dos meu donos provisórios anteriores. A sede me incomodava, e o russo me ofereceu uma bebida, não era água, era algo com álcool, mas bebi com gosto. Aquilo me deixou confusa, pois parecia que tudo rodava, eu estava bêbada.

Aquele homem me colocou de bruços na cama, deitou sobre mim, colocando seu pau no meu rabo, e me sodomizando ali, com o peso dele sobre meu corpo. Ele gozou muito rápido, e foi um alívio sentir ele saindo de cima da minha bunda. Ele beliscava meus peitos, dava tapa na minha cara, e me xingava. Eu estava impressionada, mas não chorei, eu sabia que era o desejo dele me ver chorando, então resisti. Ele pegou um espéculum, desses de exame ginecológico, e colocou na minha buceta, deixando ela totalmente aberta. Depois ele pegou chocolate e começou enfiar nela. Deixando eu doce e melada. Era muito estranha a sensação de ter comida doce dentro do seu corpo.

Ele me mordia os peitos, me batia, e depois de um tempo, ele começou a me sufocar com suas mãos. Eu tentei gritar, mas não tinha forças para isso. E foi então que ele retirou o espéculum de mim, colocou sua mão entre minha buceta, fazendo uma concha com seus dedos, enfiando na minha bucetinha, e tocando com seus dedos a parede da minha vagina, fazendo uma rugosidade que me dava muito prazer. Ele começou a mexer os dedos, bem devagar, e eu fui molhando sua mão. Depois ele foi acelerando, fazendo mais e mais rapidamente. Eu comecei a sentir um calafrio, um calafrio gostoso, parecia muito o orgasmo que tive embaixo do pé de oliveira, mas mais forte porq causa da mão bruta que me tocava. Quando percebi não tinha mais como controlar, eu estava gozando e esguichando por todo o quarto. Ele quando viu o que estava acontecendo, enfiou o seu dedão no meu cuzinho, e eu perdi totalmente meu controle, me contorcendo na cama, urrando de prazer e mordendo meus lábios. Foi o maior orgasmo que eu já tive. Nem mesmo o da oliveira tinha sido tão intenso.

Eu que já não me imaginava tendo um final livre novamente, desejei naquele momento que ele fosse meu comprador, e que eu pudesse gozar em suas mãos todos os dias. Eu tremia, meu cu piscava com muita força, e minha buceta pulava de tesão. Eu estava encharcada de sexo e suor, e eu tinha molhado todo o quarto. Se eu morresse ali, com certeza morreria a mulher mais feliz do mundo.

Eu estava exausta, e depois do russo, me levaram ao meu quarto, e não demorou eu apaguei de cansaço. Cheguei a sonhar com as fodas que tive naquele dia, e um sorriso cobria meu rosto sujo de porra e néctar feminino. Eu não ainda não admitia, mas eu sempre fui uma grande puta, uma cadela safada que ama fazer sexo. Ali traficada, escravizada e abusada, eu estava realizando minhas fantasias.

Descansei, e quando acordei, já estava anoitecendo. Certamente durante a noite teria mais paus e bucetas para saciar.

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Comentários

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Seria bom ter vc sem mais tratos, um poço mais carinhoso....mas acho que está gostando.

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