Bonequinha Caipira - Brinquedo Sexual

Um conto erótico de Julia
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1459 palavras
Data: 16/10/2022 23:37:36

Eu fico chocada de descobrir que o meu amante era casado, mas era algo que eu devia saber. Ele nunca me ligava quando estava em casa, sempre de hotéis em outras cidades. Mas Marisa, a esposa de Victor, não parecia estar nem um pouco surpresa de me ver. Em vez de uma cena de ciúmes ela simplesmente diz:

-- Você deve estar cansada da viagem. Eu vou te preparar um banho.

Marisa me leva até o banheiro e começa à encher a banheira. Ela pede para eu tirar a roupa, o que eu faço pois não fazia diferença, meu vestido era tão transparente que era o mesmo que eu estivesse nua. Entro no banho e logo em seguida ela se despe. A mulher do meu amante tinha o corpo magrinho que eu sempre quis ter e uma faixinha de pelos loiros acima dos lábios da xoxota que ele não me deixava ter. Marisa entra na banheira junto comigo e começa a ensaboar as minhas costas e logo depois ela pega nos meus peitos e começa a esfrega-los com o sabonete, eu não tenho coragem de falar nada, mas ela diz:

-- Que inveja desses peitões.

Dos meus peitos ela desce a mão para a minha boceta e me "lava" lá. Eu não sou lésbica, nunca tinha nem pensado em fazer nada com uma outra mulher, mas eu vou ficando excitada. Ela continua falando:

-- Eu costumava ser completamente raspada que nem você. Foi pedido do Victor?

-- Sim.

-- Eu sei como é. Mas eu me impus e agora ele me deixa ficar com pelo menos uma faixinha de pelos.

Nós saímos da banheira, nos enxugamos e vamos para o quarto. Victor já estava pelado na cama com o pau duro como um mastro. Nós duas subimos na cama, vamos até ele e começamos à beija-lo, ele então puxa a cabeça das duas para baixo e começamos a chupar o pau juntas, esposa e amante lambendo o mastro e as bolas dele, mas Victor não goza, ela tira o pau e se ajoelha na cama, depois me puxa contra o corpo dele e mete em mim por trás. A esposa do meu amante antão se aproxima, e enquanto o marido me fodia ela começa a chupar o meu grelo. Todos os alarmes na minha mente disparam, eu fico pensando: "Eu não sou sapatona!!!!", mas a combinação de pica na minha boceta e língua no meu grelo é demais e eu gozo tão forte que minhas pernas ficam moles e eu caio na cama.

Victor pega a esposa e a coloca em cima de mim. Ela começa à me beijar e eu sinto o gosto da minha boceta na boca dela. Ele então enfia o pau na boceta e a fode me usando como apoio. Eu sinto os peitos dela esfregando nos meus e de proposito ela esfrega o grelo dela no meu enquanto ela a fode. Victor termina gozando na esposa e eu sinto a porra dele escorrendo na minha boceta.

Nos dias seguintes nós temos uma lua de mel à três. Ele fodendo nós duas das mais diversas maneiras. Nesses dias Marisa também me introduz ao sexo lésbico, me ensinando à dar prazer à outra mulher. No último dia terminamos comigo de quatro, chupando ela enquanto Victor me fodia. Mas ele então tem uma nova viagem e ficamos somente nós duas na casa.

Marisa era escritora, por isso ela ficava o dia inteiro em casa só de lingerie ou no máximo com um shortinho e alguma coisa por cima. O problema é que ela insistia que eu sempre estivesse mais pelada do que ela, portanto se ela estava de lingerie, eu só podia usar uma camiseta. Se ela estava de shortinho eu ficava só com uma micro-calcinha e uma blusinha cortada que mal cobria os meus peitos. Como eu estava de favor eu começo à fazer as tarefas da casa, no inicio era só para ser temporário, mas Marisa nunca me deixava sair para ir procurar emprego e na única vez que eu consigo uma entrevista, eu sou claramente rejeitada porque ela me faz ir lá vestida de puta sem calcinha.

Eu viro empregadinha da esposa do meu amante. Eu limpo e cozinho para Marisa, a maior parte do tempo semi-nua dentro da casa . Mas tinha coisas boas, nós caminhávamos todas as manhãs pelo belo bairro onde eles moravam. Ela normalmente vestia um shortinho e um top de lycra, mas eu tinha que correr com uma sainha de tenista curta e um sutiã esportivo que era um número menor que os meus peitos. Nenhuma de nós usávamos calcinha, para Marisa ficava indecente somente quando ela estava de shortinho branco, mas para mim era sempre indecente e um ventinho me expunha inteira para quem estivesse passando pela rua. Se Marisa estava carente a gente acabava transando depois da caminhada, nós nos agarrávamos suadas, tirávamos as roupas uma da outra e transávamos. Eu já tinha ganhado bastante experiência em chupar boceta e fazia ela gozar.

As vezes ela me dava ordens durante a caminhada, seja eu me abaixar sem dobrar os joelhos quando um velhinho estava passando atrás da gente ou sentar em um banco na rua com as pernas abertas e ficar assim até um grupo de adolescentes passar. Nesses dias ela ficava com muito tesão e até me deixava gozar.

Mas com o tempo ela vai ficando com ciúmes e quando Victor estava em casa ela queria ele só para ela e eu passei à receber cada vez menos pica até o ponto em que ela só me permitia lamber as bolas e a ponta do pau dele para deixa-lo pronto para foder a mulher, o que eu tinha que assistir enquanto me masturbava. No final, toda a porra dele tinha que parar na minha boca, se ele gozava na boceta de Maria, eu tinha que chupar, se fosse no peito dela, eu tinha que lamber, se caísse na cama eu tinha que limpar com a língua.

A minha libido é usada para me controlar ainda mais. Se eu quisesse gozar quando estávamos nós três, eu tinha que colocar pregadores nos meus próprios mamilos e me foder com um pepino na frente do meu amante e da esposa dele. Eu fico nessa situação por quase dois anos e no último ano eu quase não recebe pica na boceta, somente na boca e no cu. Marisa até compra um strap-on e ela começa a me foder no cu enquanto eu chupava o meu amante. Isso era muito humilhante pois eu estava sendo duplamente fodida mas não onde eu mais queria.

Um dia Marisa me manda esfregar o tapete da sala de quatro vestindo somente uma blusinha que ia somente até o meu quadril. Nessa posição, completamente exposta, eu ouço:

-- Nossa, nossa, que loucura!!!

Ainda de quatro eu olho para trás e vejo um carinha muito jovem com a camiseta da empresa de cabo. Eu imediatamente me levanto para sair daquela posição vergonhosa, mas não adianta muito pois eu estava nua da cintura para baixo, eu ainda tento puxar a minha camiseta para baixo para garantir o mínimo de decência, mas isso me deixa ainda mais indefesa. O carinha chega perto de mim, me beija e pega na minha bunda. Eu fico imediatamente enxarcada, ele me toca e percebe que eu estou excitada e assume que eu sou uma pervertida que dá para qualquer um. Sem falar nada ele coloca o pau para fora e mete em mim. Eu estava sem pau à tanto tempo que gozo quase imediatamente, mas ele continua e continua, eu gozo 5 vezes antes de sentir a porra do carinha da net.

Quando ele me solta eu caio de joelhos no chão pois as minhas pernas estavam tremendo depois de todos aqueles orgasmos. Quando eu olho do lado vejo Marisa assistindo. O rapaz da net fica super-envergonhado, diz que não era culpa dele, que eu tinha pedido para ele comê-la. Mentiroso!!!

-- Tudo bem, a gente não pode se distrair com putinhas ou elas já atacam pobres técnicos de internet -- Ela responde rindo.

O rapaz vai embora e Marisa me manda limpar a porra que tinha pingado no tapete com a minha língua.

Quando Victor volta para casa eu sou duramente castigada, ele bate com o cinto no meu corpo inteiro. Coxas, costas, peitos e até dá alguns golpes bem na minha boceta enquanto Marisa me segurava com as pernas completamente abertas. Nem se eu quisesse eu poderia dar na semanas seguinte e quando eu finalmente me curo de todos os golpes, Victor chega com um cinto de castidade e diz:

-- Você escolhe, ou usa esse cinto de castidade para evitar que você fique dando para desconhecidos, ou vai ter que voltar para a sua cidade.

Eu aceito o cinto.

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Comentários

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É é é é é uma vez puta sempre puta. A história está esquentando

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Que lixo,ser escrava,trabalhar de graça e ser humilhada. Que merda de conto broxante.

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