Sendo humilhado pela Vizinha - Uma Quinta Pra Ser Esquecida - Parte 3

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2459 palavras
Data: 19/11/2021 12:06:38

Está é a continuação do conto anterior Sendo Humilhado Pela Vizinha - Uma Quinta Para Ser Esquecida - Parte 2. Muito obrigado a todos deixem seus votos e comentários.

Eu e Ana continuávamos debaixo daquela árvore, onde ela tinha acabado de chupar o carioca na minha frente e pra piorar a situação tinha se limpado com a minha camisa, todo o resto de baba e esperma do rosto. Era tudo um absurdo, eu de joelhos, um fantoche dela. Ana vem até eu, chegar perto do meu rosto, eu juro que eu sentia o cheiro de rola e porra saindo da sua boca, ela disse : Se a gente se levantar e dar um beijo na boca na frente de todos, eu esqueço as compras, e faço você gozar em casa ? Foi uma proposta tentadora eu estava com o pau duríssimo e com vontade de ganhar um boquete daquele também, eu acho que foi a presença dos pescadores que me vez recuar da proposta e se eu me submetesse a tal humilhação, eu iria pro fundo do poço, mas já parecia que eu estava no fundo do poço, mas mesmo assim eu neguei.

Ana disse : Que pena, você realmente gosta de ser humilhado, quando tem a chance de escolher, escolhe ser feito de capacho, você não sabe aproveitar as chances que tem, olha como eu estou! Ela foi abaixando a calça legging na minha frente, ela não estava nem aí com os pescadores, parecia que ela não se importava com a opinião de outras pessoas. Eu fico super abalado com isso. Ana puxou até o meio de suas cocha, ficando com a bunda de fora, os pescadores foram a locura, gritos e risos, Ana deu um sorriso e puxou a sua calcinha, que estava grudada na sua bucetinha, que parecia um mel, de tanto que estava lubrificada, aquela cena deixaria qualquer um louco de tesão, ela passou o dedo na buceta e trouxe no meu nariz, eu cheirei enchendo os meus dois pulmões até o último, ela voltou com o rosto pertinho do meu e disse : Aquele pau me deixou loca de tesão, tô com vontade de fazer várias coisas, e você aí com nojinho, da vontade de ir lá e dar pra todos na sua frente seu inútil e complementou subindo a calça : Recolhe tudo que vamos as compras e deu risada. Eu não sabia oque era pior, ir às compras ou beijar ela, na onde o carioca tinha acabo de gozar, eu estava com muito tesão, mas fui recolhendo e dobrando o lençol.

O carioca já estava de volta com os pescadores, que ficaram sabendo de tudo, eles gritavam : Vem aqui amor, deixa eu chupar essa buceta até ficar rosinha, eu quero comer você, gostosa, boqueteira, puta e por aí vai, ela disse : Olha lá, estão todos com inveja, e deu risada. E complementou escravinho eu tenho uma surpresa pra você, ela tirou a meia do outro pé, e saiu uma máscara de pano preta, Ana me deu a máscara, que fedia a chulé, e me fez colocar, aquela máscara úmida de suor que fedia chulé, explicou, que eu tinha que usar pra ir na compra. Era muito humilhação, não tinha como correr do chulé, se respirasse com a boca, vinha gosto de chulé, se respirasse pelo nariz, enchia meu pulmão com odor de chulé, que locura, Ana realmente sabia me humilhar, o meu pau tava rasgando meu short, Ana disse : Tá gostando do meu chulé, seu merdinha, agora coloca meu tênis, eu fui colocando o tênis, num apavoro, pois os pescadores esqueceram a pesca, e só gritavam corno manso, pau mandado, cachorro, boi eu estava totalmente constrangido Ana pegou na minha mão e acenou pra eles e saímos de mãos dadas, enquanto os pescadores ficavam gritando, corno, gostosa, puta, chifrudo, boqueteira, os insultos foi até lá em cima chegando perto da portaria, eu não conseguia dizer nenhum palavra, só constrangimento que eu passava.

Ana parou na porta do carro, me fez ficar de joelhos e agradecer, pois eu tinha a honra de ir com ela a compra, me fez beijar o seu pé, e abrir a porta do carro, ela foi dirigindo, eu fui no banco de trás, enquanto ela falava do pau do carioca era gostoso, eu não conseguia tirar a mão do meu pau, Ana disse : Era pra gente tá indo pra casa, eu queria gozar, mas você é um merda, cheio de preconceito, ainda a gente vai por um ponto final nesse preconceito teu, seu filho da puta, vou acabar com teu dinheiro só de raiva. Eu quase me masturbando no banco de trás, era uma locura, eu me masturbava por cima do short, já nem conseguia ouvir oque ema falava, fomos assim até chegamos uma loja, mas não era uma loja qualquer era uma loja de sex shop, eu pensei que ela ia em outro lugar, não num lugar como aquele, fiquei paralisado sem entender nada.

Ana foi na frente e eu atrás, ela toda cheia de confiança e poderosa, eu a derrota, um fudido, cheirando a chulé, com a camisa cheia de suor e sêmen, entramos tinha um duas atendente, uma loira e uma com o cabelo laranja branquinha coisa linda, mais ela tinha quase 1,80 de altura, mas alta que eu, uma cavalona, que estavam conversando com uma cliente, de uns 50 anos, toda requintada. Ana pegou uma cestinha, foi escolhendo algumas coisas, pegou algema e disse : Vô te prender e ficar cuspindo na sua cara quero ver você se limpar agora e deu risada, eu percebi que estava lascado, eu fiquei tão pasmo que não conseguia fazer nada além de respirar aquele chulé na minha cara, depois ela pegou uma chibata, e pediu pra eu estender a mão, ela deu uma, ficou vermelha na hora, ela dava risada e se divertia, comprou um vibrador de clitóris, cinta liga preta, que provou no provador, luvas preta pra combinar com o look, quando Ana saiu disse : Nossa esse provedor ficou com um cheiro de chulé e deu risada, comprou uma calcinha pra min rosa, escrito fuck na parte da bunda, tirou um sarro, foi nessa hora que a atendente do cabelo laranja chegou e perguntou : Eu posso ajudar ?

Ana disse : Viemos comprar algumas coisas, atendente disse : O casal pode ficar a vontade, qualquer coisa só pergunta, e Ana não demorou e disse : Oque é isso capa peniana ? É um vibrador, atendente disse : Não, isso tem como objetivo de aumentar o tamanho do pênis, muitas mulheres compram pra o marido ou para o parceiro satisfazer melhor suas parceiras na cama. Ana disse : Meu Deus, isso foi feito pra você e apontou pra min, é isso que você precisa, com uma mixaria dessa, tá precisando é de dois negócios, uma dentro da outra, eu não sabia oque fazer, só abaixei a cabeça, se tivesse uma lágrima no olho, tinha caído no chão, a vergonha que eu estava passando atendente deu uma risada e disse : De qual tamanho se precisar ? E continuo com um sorriso no rosto.

Ana disse : De um bem grandão, é que pinto dele não me satisfaz e deu um sorriso debochado, atendente disse : Humm, entendi, é pra isso mesmo que serve essa capa peniana, para aqueles não tem um pau tão avantajado, possa compensar, nossa aquela conversa era o pior cenário eu me sentia um lixo, elas conversava como se eu não estive ali, ou nao se importava se eu ia ficar ofendido, atendente complementou temos de vários, mostrou de 20 cm, 21, 18, 17, Ana disse : Agora sim, se vai conseguir me fazer gozar, imagina se com essa capa peniana, atendente deu uma risada abafada e disse : Com um negócio desse no escuro da pra enganar, pega essa dica, eu fiquei mais ofendido ainda, constrangido como elas falavam. Ana escolheu uma de 19 cm, e disse : Agora sim, você vai parecer um homem, imagina com uma rola dessa em e Ana risada minha cara, só que tinha um probleminha, tinha que saber quanto meu pau tinha de largura, pra comprar a certa. Ana não conseguiu responder, e piorou eu, eu também não sabia, aí atendente disse : Vai no provador e mede e me deu uma fita métrica, Ana deu risada e disse : Melhor eu ajudar, se não você vai demorar demais pra esse negocinho ficar duro.

Ana pegou no meu pau ali mesmo na frente da atendente que ficou olhando, só que eu não esperava a ordem de Ana, que disse : Beija meu pé seu inútil, ou quer apanhar na frente da moça, ela disse baixinho no meu ouvido. Eu fiquei de pau duro na hora, e disse : Já ficou duro posso ir, Ana aumentou a voz e disse : Faz oque eu estou mandando, e atendente ali do lado olhando a gente, mas eu já sabia dessa famosa humilhação em público fiquei de quatro, e dei vários beijo no pé dela, enquanto isso Ana disse : Isso mesmo, quando me levantei o meu pau estava duro, super duro, A atendente estava vermelha parecia um pimentão, e me entregou a fita métrica dando risada, eu com a cara da derrota, eu fui pro provador medir quanto de grossura meu pau tinha, enquanto eu escuto a atendente dizer : Nossa vocês tem uma relação diferente né, tudo ficava ainda mais humilhante.

Ana disse alto sem nenhum problema : Ele é o meu escravo, logo em seguida eu saio do provedor, atendente começa a rir da minha cara e pede desculpas, eu intimidado com tudo e me sentindo um idiota, disse : que deu 4,5 cm de grossura, aí atendente disse rindo : que podia pegar a de 5 cm de grossura, quando Ana estava pra pegar, atendente disse : pera aí, eu tenho uma melhor ali atendente foi buscar. Ana olhou pra min e disse : Acho que atendente tava rindo da sua cara, você é tão patético, que não tem como não culpar ela, nossa eu não sabia oque fazer, me sentia um lixo, atendente voltou com a capa peniana de 20 cm, e atendente explicou que aquela, diminuía a minha sensibilidade, que só Ana ia sentir tesão, Ana adorou a ideia e ganhou 1 cm a mais, a situação só piorava, Ana viu um consolo de duas cabeças, ela deu risada pegando na mão e disse : Imagina a gente sentindo tesão juntos, a atendente entendeu tudo e disse : Que tinha cinta peniana.

Ana pediu pra ver, a atendente apareceu com a cinta peniana na cintura, não grosso e nem grande devia ter uns 15 centímetros, Ana pegou no "pau" da atendente e falou que delícia, atendente disse : Você pode virar o homem da relação, Ana deu risada e disse : Mais esse é pequeno né, o que eu comi o cu dele falou dando risada era um pouco maior, eu virei de costa na hora, não conseguia mais engatar ninguém, Ana disse : Augusto, olha aqui, eu olhei tava Ana e atendente do lado dela, atendente com cinta peniana na cintura e Ana segurando, parecia uma cena de filme porno, aquilo tirou o bloqueio que eu estava tendo, já estava de pau duro, aquilo foi demais, atendente disse : melhor se fica esperto se não roubo a sua companheira, ela já tá pegando no meu e deu zuada da minha cara, Ana disse : Fala isso não que ele gosta de ficar olhando, meu voyeur.

Atendente disse : Hummm, entao tá, voltando no assunto temos de vários tamanho e que esse é uma amostra da casa, atendente complementou : O bom desse que você não precisa segurar o consolo com a mão, e só socar e ficou fazendo o movimento de como se estivesse transando, Ana disse : Agora eu posso te comer de todas as posições, atendente disse : isso se pode colocar na sua cintura e comer ele, ou fazer ele te comer com a cinta, e deu uma risada sádica, Ana adorou a idéia, e disse : Se não precisa nem mais da capa peniana, atendente disse : Tadinho dele e elas riram a vontade, eu não conseguia ver graça em nada, mas não parou por aí, foi na onde, que atendente deu a ideia de que ela podia amarrar em qualquer lugar, até no pé, vocês já podem até imaginar. Eu olhando desesperado por todo lado da loja, a senhora continuava falando com uma atendente. E atendente do cabelo laranja ajudando amarar a cinta peniana no pé de Ana, quando consegui.

Ana saiu andando pela loja, onde chamou a atenção de todas, elas começaram a rir, e Ana no centro da loja disse : Vem meu cachorrinho, chupar o seu osso, era uma humilhação inexplicável, atendente me deu um empurrão, eu estava suando de nervosismo, mas o meu pau estava duro, e estar no meio de todas aquelas mulheres, era uma coisa diferente, eu fui caminhando, Ana disse : Vem de quatro, com uma voz autoritária, eu fiquei de quatro não sei da onde saiu coragem pra fazer aquilo e fui engatinhando, quando eu cheguei fiquei olhando pra cara de Ana, e Ana disse : Vai beija a cabeça do meu pau, todas estavam me olhando, não tinha uma humilhação pior, dei um beijo, Atendente que estava com a senhora disse : Não que eu seja contra, mas é melhor vocês respeitarem o nossos clientes presente na loja, eu fiquei aliviado, Mas a senhora deu o aval, e disse : Põe esses homens no devido lugar deles, a atendente caminhou até a porta da loja, com um sorriso no rosto, balançando o chaveiro, a atendente do cabelo moreno, era encantadora estava de salto alto fino devia ter de uns 15 centímetros de altura, fiquei com tesão na hora, ela trancou com a chave, ficamos trancado lá dentro, eu e mais 4 mulheres numa loja de sex shop, não tinha pra onde correr, e todas queria a minha humilhação, era demais, tudo já tinha saído do controle.

Ana disse : Chupa seu merda, eu de quatro chupava um consolo amarrado no pé da Ana, as atendente gritavam e ria da minha situação, eu não sabia oque fazer, a mulher de 50, veio até eu, pisou na minha cabeça e disse : É pra colocar tudo dentro na boca, e ria de felicidade, nossa aquilo era demais, meu psicológico já nem existia, ela pisou tanto que eu fiquei com a cabeça de lado no chão, e Ana chutava a minha cara, onde o consolo entrava e saia da minha garganta, era demais, logo tava todas elas perto de min, tomava tapa na bunda, até que Ana tirou o consolo da minha boca, que ja estava todo babado o chão, a atendente do cabelo laranja, colocou o pé na minha cara, ela estava com uma sandália azul, cheia de correia pelo pé, só os dedinhos ficavam pra fora, eu lambia, beija, como podia e todas davam risada. Mas o resto fica pro próximo conto.

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