Sendo Humilhado Pela Vizinha - Ao Som de Wilson Vai

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1921 palavras
Data: 15/10/2021 00:33:20

Continua do conto Anterior Sendo Humilhado Pela Vizinha - Aos Pés de Isa.

Estou indo em casa buscar a calcinha, que Ana mandou eu ir pegar, chegando tentei entrar sem fazer barulho, vou direto no meu quarto, na gaveta das cueca, no fundo eu tinha deixado a calcinha branca que ela me deu, peguei e coloquei no bolso, bem na hora minha mãe entra no quarto, quase me pega com a calcinha na mão, meu coração quase saiu pela boca, ela pergunta oque tá acontecendo, cadê o carro ? Eu falo que tava na frente de casa, que ia na Ana e vim pegar um negócio e já tava de saída, ela olhou pra min, e disse : Ainda bem que pensou em usar camisinha, e foi pro quarto, mal sabe ela que eu vim buscar uma calcinha, que eu mesmo ia usar, eu sento na minha cama, e passa um filme na minha cabeça, de tudo que tinha acontecido, que ponto eu tinha chegado, tranquei a porta e coloquei a calcinha, olhei pro espelho, meu pipi ficava certinho dentro da calcinha, olhei pra min no espelho comecei a ter crise de riso, apontava o dedo no espelho e falava você é patético, você não tem amor próprio, você é numa lástima de pessoa e dava risada, não sei se é porque eu estava drogado, que ódio, sentei na cama dei dois tapa no meu rosto voltei pra terra, pensei vou voltar lá, elas devem estar me esperando, se eu demorar vou apanhar e fui pra casa de Ana.

Quando entrei elas estavam no mesmo lugar, estava falando mais alto que nunca, e dando risada, pois Ana tava mostrando as fotos que tinha tirado de min. Isa disse : Não é que ele voltou mesmo, Ana disse : Ele não era nem louco de não volta, mas aqui entre nós amiga, ele gosta de fazer papel de trouxa. A Isa me chama, caminho em sua direção, ela me pega pelo colarinho da camisa e disse : Você é um merda, até agora eu estava te vendo como uma pessoa, mas Ana me mostrou que você, não passa de um objeto, e me deu um tapa no rosto, isso é por que você gritou comigo, você tem que me respeita, tá me ouvindo, eu só fiz sim com a cabeça, ela deu outra tapa no meu rosto e disse : Bom mesmo, pegou o esqueiro e novamente jogou no corredor e disse : vai pegar cachorrinho, fiquei na posição, e fui buscar. Ana disse : Assim mesmo amiga, ele tem que saber o lugar dele, e as duas deram risada. Eu estava indignado, mas no fundo estava adorando. Quando voltei entreguei pra Isa, ela disse : Beijar meu pé, seu inútil, e colocou aquele pé chulezento na minha cara, não sei oque acontecia comigo, mais tava fatal, aquele feromônio me deixava excitado, aquele pé perto do meu rosto, eu sentia meu pau crescendo dentro da calcinha, eu sem esperar nenhum segundo, peguei naquele pé, dei um beijo longo, e cheiro foi entrando votos meus pulmões enquanto meu pau ia crescendo mais e mais, aquela submissão me deixava maluco, Isa tinha mudado não sei oque aconteceu mas ela estava mais autoritária e mandona, e eu estava gostando. Ana disse : Isso amiga, assim mesmo que tem que tratar ele, o cachorrinho cadê calcinha que eu mandei trazer?

Eu disse : Ta aqui, e baixei o elástico do short, e Ana disse : Se já colocou ela ? E deu risada, estava mesmo com vontade de usar, é um viadinho que gosta de usar calcinha, você é viadinho hahaha. Eu não falava nada, estava fissurado naquele chulé, Isa disse : Vamos, eu quero ver essa calcinha e deu um sorriso sarcástico. A Ana disse : Já sei, se vai tirar a roupa com a música que eu vou colocar, e colocou a música Wilson vai - Virei gay, a Isa deu risada e disse : Perfeito amiga, agora faz um show pra gente e deram risadinha. Eu fiquei totalmente constrangido, a música era ridícula, e as duas fazendo pressão, nossa que locura, comecei a tirar a camisa todo tímido, a Isa disse : Porque todo viado tem um corpo desse, que barriga é essa deu até inveja, e Ana disse : Ou é Gay ou é pau pequeno, ai Isa disse : Melhor ser gay do que pau pequeno, e Ana disse : Ele é dois amiga e deu risada as duas. Isa disse quase gritando : Tira o short, tira, tira, eu todo sem jeito, fui tirando, e Isa gritando : Uhullll que linda, arrasa, eu tirei o short e Ana mandou eu ficar girando com a mão o short, tive que fazer essa pose, era ridículo, que humilhante, depois fizeram rebolar, vocês não imagina como é constrangedor dança ao som daquela música, com uma calcinha atolada na bunda, descendo até chão. Até que depois da música tocar duas vezes, o show finalizou. Eu não sabia oque fazer, era muito humilhante, aquela situação te deixa numa insegurança, que você fica inútil, perde todo os sentidos, a não ser obedecer.

Eu plantado ali em pé, e duas gatas na minha frente, dando risada de min, e me chamando de viadinho, mulherzinha, chupador de piroca, boca de chulé, os insultos não parava, e as risada mais altas que nunca, me sentia um palhaço, eu era a piada, e Ana disse : Mostra o pintinho que você tem pra ela. Eu fiquei com vergonha, Ana levantou veio até min, e abaixou a calcinha, e mostrou deixou ele exposto, ele estava duro, não tinha como não negar, o meu tesão, Ana disse : Não falei pra você, ele gosta de ser humilhado, olha como ele tá, Isa deu risada olhou pra min e disse balança a cabeça negativamente : Patético você, Ana disse : Olha o pipi dele, começou a fazer comparação com o dedinho, que não ia conseguir satisfazer ninguém. Isa disse : Credo, que porcaria é essa, meu irmão de 13 anos é maior que isso, se não tem vergonha não, se fosse terei vergonha de andar com um trem desse no meio das perna, como você bate punheta, com os dois dedo, fazia a imitação com a mão de batendo punheta com dois dedo, as duas davam risada, sem parada, o pior de tudo, meu pau estava muito duro, na onde eu ficava tudo mais humilhante. Ana Disse : Fica de quatro e vem lamber e chupar nossos pés. Vamos pra dentro, entramos e as duas sentaram no sofá, e fui de quatro atrás.

Eu chego perto de Ana, ela levanta o pé na minha cara, e manda eu cheirar, ela estava de meia, ela tem chulé, mas nada comparado com o de Isa, era um chulé agradável, Isa disse : Ele é bem obediente né e deu um sorriso safado. Ana disse : Se não fizer oque eu mandar, ele apanha, Isa disse : Mas ele aceita tudo de boa ? Ana disse: Ele gosta amiga, Ana se levantou montou em cima de min, puxou meu cabeça pra cima, cuspiu na minha cara, o cuspe foi na testa, e foi descendo pra sombrancelha, olho, canto da boca e no queixo, Isa deu risada, e disse : que otário mano, que nojo, eu me sentia incapaz, Ana deu mais uns três cuspe na minha cara, Isa também cuspiu na minha cara e as duas caíram na risada falando como é trouxa, e meu pau super duros, eu ficava agradado com os insultos, Ana sentou no sofá, e ficou olhando pra min com um sorriso no rosto, eu fiquei paralisado com tudo aquilo, depois mandou eu tirar as meias com boca, deu trabalho, mas consegui, Isa Pede mais cerveja, eu vou buscar, mas antes Ana soca as duas meia na minha boca, era gosto de amaciante com suor e chulé, era ridículo tudo aquilo, mais a minha insanidade me controlava, fui pegar as duas cervejas, mas antes eu tirei o meu pipi pra fora, e pegava nele, queria gozar, o tesão estava demais até que Ana me grita, e volto que nem foguete, sou obrigado a ir buscar o abridor, e Isa sobe em cima de min, eu vou com ela e volto com ela nas costa, Isa disse : Lati, que a Ana quer ouvir, eu estava sendo ridicularizado, eu fui latir, quase não saiu, elas deram risada, falando que eu era até incapaz de imitar um cachorro, era um inútil mesmo.

Volto pra minha posição, e Ana disse : Amiga agora ele vai lamber os nosso pés, então a boca dele precisa sempre estar úmida, e Ana fala abre o bocão ? Eu abro ela cuspe dentro da minha boca, Isa disse : Credo que nojento, se é um lixo mesmo e deu risada, Ana da um sorriso com olhos penetrante, ela me dominava, de um jeito que eu ficava besta, cai boca no pé dela, e Ana disse : Mostra pra ela como você chupa o meu dedão, e dava risada eu fazia meu papel saboreando aqueles pezinhos, suados depois dela dança e pular da festa, Isa ficava olhando admirada com aquilo, depois de um tempo Ana disse : vai chupar aquele chulé ali e deu risada, me posicione na frente de Isa, ela disse : Abre a boca, e buscou catarro do fundo da garganta, o barulho foi feio, ela cuspiu, mas não foi tudo dentro boca, foi metade e outra no nariz e bigode, Isa dava risada e Ana disse : Que cena maravilhosa e deu risada, eu tive que passar o dedo e colocar dentro da boca, e as duas davam mais risada, e Isa disse : Agora lamba meu pé seu porquinho roinc roinc e socou o pé na minha cara, Ana mandou um colocar o línguão pra fora, e Isa passou o pezão chulezento do calcanhar até às ponta do dedo, veio toda sujeira do chão na minha boca, fechei depois a boca, parecia o chulé impregnou na língua, minha boca minava saliva, Isa fez umas três vezes isso com um pé e depois com outro, quando eu abria a boca estava escorrendo saliva, do canto da boca eu não aguentava, aquele chulé tava demais pra min, Ana caiu na risada e disse : o Chulé tá até bom que ficou literalmente com água na boca. Fui passando o línguão naquele pé, entre os dedo, e eu ficava pegando no meu pau, era tudo uma insanidade, uma locura, estava sobre efeito de maconha, meus sentidos estavam todos acordado.

Ana manda eu me deitar, as duas ficam em pé eu vejo a calcinha das duas, era visão boa demais, duas mulheres me dominando, Ana pisa no meu pau e disse : Tá gostando de ver, nossas calcinha ? Eu fico apreensivo, ela sobe em cima de min, e começa a pisar sobre min, e fala Isa vem também, as duas ficam em cima de min, Isa sobe em cima do meu peito, e Ana fica na barriga, tava difícil de suporta as duas, e Ana falava, pisa na garganta dele, cara, as duas bêbadas e drogadas ficavam pulando em min pisava na cara na garganta, Isa socou o pé dentro da minha boca e socava mais e mais, elas davam risada, e se divertiam em cima de min, até que Ana deu um beijo na boca de Isa, elas começaram a se pegar em cima de mim, Ana tira o vestido de Isa, e as duas vão pro sofá, e fico deitado no chão batendo uma punheta assistindo aquela visão magnífica, como eu queria está ali no meio, que inveja, Ana coloca o pé na minha cara, eu fico chupando seus dedos, e batendo uma, enquanto elas ficavam, mas o resto fica pro próximo conto.

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