Raquel- Minha Saga- Parte III

Um conto erótico de Let Contadora
Categoria: Heterossexual
Contém 2133 palavras
Data: 27/04/2020 22:27:39

Para quem não leu meus contos anteriores sugiro que procure Raquel- Minha Saga- Parte I. Boa leitura a todos.

Cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho. Deixava a água escorrer pelo meu corpo como que me limpando de tudo aquilo. Eu estava disposta a nunca mais fazer nada disso na vida. O ardor lá atrás me fazia lembrar do pastor a todo momento, e isso me deixava muito irada. Me senti suja por permitir aquilo, por trair meu namorado de forma tão imoral e por trair também todo o carinho que Anna( A esposa do pastor) sempre me dera. Pensei também na minha família, nos meus irmãos e como eu havia traído a educação que recebi. Fiquei sem chão. Naquele mesmo dia bloquiei o pastor e decidi me afastar. Não sabia ainda como faria mas não queria vê-lo nunca mais.

Decidi por pedir exoneração do meu cargo na igreja alegando que tinha muita coisa na universidade. Minha família não contestou, meus amigos entenderam e Carlos ,apesar de decepcionado, aceitou. Minha vida seguiu aos poucos. Passei quase uma semana lembrando do Pastor sempre que ia ao banheiro, mas aos poucos meu anelzinho foi se recuperando.

Com quase dois meses afastada, meu único contato com Carlos era nos cultos. Ele sempre me secava muito e eu gostava até. Veja, eu morava em uma cidadezinha de interior na qual nunca acontecia nada, minha vida era acordar cedo na semana, pegar ônibus para universidade, ajudar minha mãe quando dava e ir para o culto no final de semana. E agora afastada dos ministérios, eu só tinha vida social no domingo na igreja. Eu tentava escolher sempre minha melhor roupa, sandalhinha e as vezes, bem às vezes mesmo, salto. Ser desejada e notada fazia com que me sentisse importante.

Nos finais de culto o Pastor sempre falava com meus Pais e irmãos e consequentemente, comigo também. Quando ele me abraçava e eu sentia o calor do seu corpo, me lembrava dos nossos momentos. Eu me sentia diferente de todos naquela igreja, eu tinha a impressão que havia vivido mais intensamente do que todos eles juntos em suas vidas pacatas de interior.

O tempo passou rápido e as saudades do ministério eram enormes, bem como do contato com minhas amigas de igreja e a sensação boa que eu tinha em resolver os probleminhas dos membros e do pastor. Também tinha saudades dos beijos de Carlos e pra ser bem sincera, tinha saudade do gosto do seu pau na minha boca. Queria voltar a minha vida antiga mas depois de tudo aquilo não teria como. Melhor para todo mundo seria esquecer.

Chegou o tempo de uma grande festa em minha igreja, que sempre ocorria depois do mês de Junho, e os membros era uma alegria só. Vinham corais de outra congregação, tinha apresentação do teatro, do coro infantil e todos os ministérios eram uma trabalheira só. Nem preciso dizer que foi a época que mais senti falta de está na igreja, eu estava ranzinza, chateada e terminei meu namoro de anos com Renato. O pior foi que vi aos poucos uma menina bem chatinha da minha igreja assumir todas as minhas funções. Carlos ia pra cima e pra baixo com ela e não sei se, por raiva ou algo do tipo, comecei a achar que tinha algo a mais entre eles.

Em um domingo após o culto, assim que voltei pra casa com minha família, desbloquiei o pastor e mandei uma mensagem.

Boa noite , Pastor. Adorei a pregação de hoje.

Quem, é? Respondeu ele…

Lembro de ter ficado muito chateada por ele não ter mais meu número, e por pouco não desisti daquela conversa.

Sou eu, Raquel…

Oi Raquel, o que deseja? Respondeu Carlos seco.

Aff que arrependimento me deu na hora….

Pastor, estamos na época das festividades e queria saber se por acaso o senhor está precisando de alguma ajuda.

Parecia que Carlos não responderia mais, eu destrava o celular a cada 10 segundos, impaciente, enquanto via meus irmãos indo e vindo pela casa. Demorou, mas a resposta veio:

Trabalho sempre tem… Mas não sei... Você nos deixou na mão. Preciso de membros comprometidos e obedientes na frente dos ministérios.

Eu sei, Pastor. Me desculpe. Eu sempre trabalhei na igreja e sempre fiz com muito amor. Se eu tiver outra chance, não vou desperdiçar.

Na mesma hora que mandei a mensagem me veio à cabeça o quão absurda era aquela situação. Eu estava mesmo implorando para voltar para tudo aquilo? Eu fiz bem mais por ele do que qualquer um daqueles membros e ainda estava suplicando, devota, para me colocar de novo naquela posição. Mas, antes que pudesse me arrepender, veio outra mensagem me interrompendo os pensamentos:

- Certo. Eu ainda estou na igreja. Vou jajá pegar Anna e o menino para comermos algo. Me encontra na rua xxxx daqui a 20 minutos.

Quando eu li aquilo, não sei bem porquê, fiquei super feliz. Senti a alegria transbordar pelo meu corpo mudando todo aquele meu estado de espírito. Eu só não sabia como conseguiria autorização para sair de casa naquela hora sem motivo algum aparente. Eu remoia meus pensamentos sentada no sofá e ,quando olhei para o celular ,já haviam passado 7 minutos e me desesperei. Foi então que lembrei da mensagem do Pastor dizendo que iria lanchar. Peguei rápido um dinheiro no quarto e discretamente troquei a “sandália de sair” por uma havaiana simples que usava em casa. A vontade de ajeitar o cabelo antes era grande mas não o fiz, não correria o risco de chamar atenção. Sai com cuidado em passos apressados e ao virar a esquina tratei de acelerar mais ainda.

Cheguei bem em cima da hora na rua marcada. Estava frio, e tomando abrigo ao lado de um mercado, sentei com as pernas encolhidas disfarçadamente, protegendo meus cabelos do vento. Olhei o celular e já se passavam 9 minutos. Comecei a achar que tinha levado um bolo. De repente, no alto da ladeira, vejo a luz de um farol e para minha felicidade era do carro dele. O carro desce a rua devagar e um ranger esquisito que sai da lataria do automóvel faz um dueto solitário com a cantiga dos grilos naquela noite.

Entro no carro e sem ao menos me dar boa noite, carlos segue ladeira abaixo. Resolvo entrar na dele e em silêncio permaneço. O pastor passa por umas poucas ruas e em uma esquina mais escura, ao lado do colégio, ele estaciona. Olho pra ele esperando alguma palavra mas nada vem… Carlos se inclina para a lateral da sua janela e após subir o vidro, manda que eu faça o mesmo. Obedeço. Pego na manivela fria do seu carro e começo a girar enquanto sinto Carlos se movimentar demasiado no seu banco. Ao me virar, vejo ele lá, lindo, duro com sua cabeça vermelha brilhante.

Vai logo… Fala ele, olhando o movimento pelos vidros.

Minha língua desliza por entre os lábios lentamente e aos poucos vou me inclinando. Carlos impaciente envolve minha nuca com sua mão e me empurra contra seu pau. Engulo e sem cerimônias ou carinhos, o pastor conduz meus movimentos como nas primeiras vezes que o chupei.

ISSOOOOOOOO… Tava doidinha pelo meu pau né?

Sinto que ele não quer a resposta para aquela pergunta , já que ele não me dá chance alguma de responder, apenas continua a fuder minha boca lentamente. É inevitável babar todo aquele cacete duro..

Se eu estivesse com tempo ia leitar teu cuzinho de novo...

Eu escuto aquilo e na mesma hora me vem as lembranças daquele dia no quartinho da igreja. Nao, aquilo não. Não tinha saudades nenhuma…

Carlos continuava a proferir obscenidades e vez ou outra afundava mais minha cabeça me fazendo engasgar. O jeito que ele me induzia a chupar era diferente de antes, mais agressivo e afoito, parecia ter muita pressa para terminar. E com razão. Não havia parado para pensar que estava chupando o pastor da nossa cidade em uma esquina qualquer, a mercê de qualquer olhar mais curioso.

Isso, Putinha… Continua...Jjá vou gozar. Falou e logo após afundou minha cabeça mais um vez. Senti o pau dele na garganta, com certeza vomitaria se ele nao tivesse puxado meu rosto rapidamente para cima.

Tomei fôlego como pude, meus olhos lacrimejavam muito, nao de dor ou tristeza, mas tudo resultado daquele sexo diferente. Mal consegui respirar e ele já me colocou pra chupar de novo. O barulho da minha saliva escorrendo pelo seu pau invadia todo aquele ambiente e a cada segundo se tornava mais rápido e intenso.

ENNN...Ennnngoleee tudoooo….. Falou ele sem me dar tempo sequer de entender a frase, enquanto inclinava seu corpo para cima sem soltar a minha cabeça;

Nossa, era muito leite. Os primeiros jatos encheram minha boca e escorreram pelos lábios. Fiz força para tirar minha cabeça e boa parte daquele sêmen escorreu pelo meu queixo e alguns poucos jatos pegaram na lateral do meu rosto e cabelo. Tentava segurar o que ainda tinha na boca com as mãos para não cair no meu vestido nem no carro. Meu olhar era de desespero indagando ao Pastor o que fazer. E a resposta logo veio:

Engole tudo… Falou Carlos, arfando.

Tentei obedecer mas aquela gosma toda travava na minha garganta. Tentei uma vez e não foi, senti ânsia de vomitar mas consegui segurar. Tomei fôlego e tentei pela segunda vez, só que com bem mais vontade, parecido com quem toma vitamina ruim ou remédio. Fiz força para engolir e a gosma desceu com dificuldade, igual quando por gula colocamos mais do que aguentamos na boca. Sentia aquele bolo viscoso descer centimetro por centimetro pela garganta, até que aliviada pude respirar novamente. A ânsia que veio foi enorme.

Limpa ele… Falou Carlos, segurando na base do seu pau meio mole já.

Olhei para ele, olhei para os lados e não tinha nada ao meu alcance para ajudá-lo.

Carlos percebendo que eu não havia entendido, sorrindo falou:

Usa a lingua.

De imediato abaixei por sobre seu colo e do jeito que sabia fui lambendo.Lambi a cabeça, a lateral e a base bem perto do saco. O cheiro estava forte, mas eu não sabia se vinha do seu pau ou de mim. Quando ele se deu por satisfeito pude voltar a me cuidar.

O pastor ainda recompunha suas roupas enquanto desesperada eu tentava limpar meu rosto e cabelos. Subi um pouco a barra do vestido e limpei como pude, na verdade, só espalhei todo o líquido, era impossível me limpar completamente ali. Carlos estendeu a mão e pegou no porta luvas uma flanela que, naquele momento, vinha bem tarde. Ainda assim aceitei.

O pastor ligou seu carro e buscou fazer o caminho de volta.

´- Voce… gostou? Perguntei, quebrando o gelo do ambiente.

Adorei, Quel… Tua boca é uma delícia. Se Anna fosse putinha assim talvez eu a traísse menos. Falou Carlos com um sorriso cínico.

Nossa! Aquela frase foi uma bomba. Qual a necessidade de falar da esposa em um momento como aquele? Pensei.

O carro ia mais acelerado do que veio e essa foi a única conversa que tivemos por todo o trajeto. Carlos parou quase em frente ao mercado que me buscou e após me dar um beijo carinhoso, saiu apressado.

Olhei o celular e já fazia mais de uma hora que tinha saído de casa. Tratei de “ correr”. Caminhei com pressa para casa mas antes, tive que fazer um desvio para comprar qualquer besteira. Não sei se era coisa da minha cabeça, mas eu sentia o cheiro de sêmen como que exalando do meu corpo. Com muita vergonha passei na venda de um Senhor conhecido e por sorte ela tava vazia, quase fechando. Comprei dois pasteizinhos e fui pra casa. A parte mais tensa foi a entrada. Entrei pelo beco da casa com muito cuidado e para minha sorte não tinha ninguém na cozinha. Meus pais assistiam televisão, a única pessoa que vi foi meu irmão, mas ele estava deitado no quarto folheando uma de suas revistinhas e não me deu nem bola.

Corri para o banheiro e depois de trancar a porta olhei me no espelho, vi que tinham uns cachos juntos como que grudados, ao tocar constatei que era porra seca que estavam os unindo. Senti nojo. Tratei de me despir o mais rápido que consegui e entrei no chuveiro. A água fria nem me incomodou, tamanho era minha vontade de me sentir limpa. Enquanto escovava os dentes pensava na noite de hoje e apesar de tudo, estava muito feliz. Nua ainda, na frente daquele espelho pequeno, fiz uma dancinha qualquer meio que comemorando o retorno da minha vida. Mal sabia eu que a partir daí ela nunca mais seria a mesma.

Este conto ficou longo, resolvi particiona-lo. Segue a continuação na parte IV

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