Cineminha e algo mais

Um conto erótico de Casal Sampa
Categoria: Heterossexual
Contém 2603 palavras
Data: 01/09/2018 18:56:35

Somos casados há mais de 15 anos. Pelas loucuras que andamos aprontando, não podemos reclamar de nossa vida sexual. Mas com crianças em casa sempre fica mais complicado. Ainda bem que conseguimos dar essa escapa deixando as crianças com a babá.

Eram umas onze horas passadas e estávamos no cinema. O filme não era ruim. Mas ele era bem menos agitado do que o que eu tinha em mente. Nós havíamos jantado antes e tomado uma garrafa de vinho. Minha mulher é meio fraca pra bebida e sabia que ela estava tontinha. Seria preciso apenas provocá-la um pouco para nos divertirmos muito essa noite.

Ela estava uma delícia. Vestia uma minissaia de couro preta e uma camisa de seda branca um pouco justa, já que ela tem um par de seios grandes, belos e empinados. A camisa ficava se desabotoando sozinha, como que seguindo comandos dos meus olhos.

Numa cena um pouco mais quente do filme aproveitei para beijá-la com desejo. Desses beijos que não se vê mais casais com filhos dando no cinema. Eu enfiei toda a minha língua dentro da sua boca e ela respondeu fazendo o mesmo. Passeei minha língua esfregando-a contra a sua, contra seu céu da boca e depois comecei a morder seus lábios. Sabia que isso seria o suficiente para deixá-la com tesão. Mas eu queria mais. Muito mais.

A sala era pequena e o filme nenhum lançamento, por isso estávamos quase sós na sessão das 22:30. Com pouca plateia, comecei a acariciar seus seios que a essa altura já estavam com os bicos entumecidos. Ele correspondeu soltando uns gemidinhos. Ficamos assim por mais alguns minutos. Beijei seu pescoço e lambi e mordi o lóbulo de sua orelha. Isso tudo sem tirar a mão do seu peito e o bico de entre meus dedos. Cheguei no seu ouvido e disse: “Amor, vá até o banheiro e volte sem calcinha”.

Ela entendeu tudo e não pensou duas vezes. Se arrumou um pouco na cadeira, se levantou e saiu quase tropeçando no escuro. Em dois minutos ela voltou com a cara de vadia safada que eu amava. Meu pau já estava estourando dentro da calça, transbordando da cueca de tão duro. Ela sentou, colocou a boca no meu ouvido e disse que tinha uma surpresa pra mim enquanto abria um pouco as pernas e subia levemente a saia.

Coloquei meu casaco sobre nossas pernas e fui direto com a mão no meio de suas pernas. Eu simplesmente adoro o calor que emana de uma xota com tesão. Esse calor foi me guiando até que meus dedos chegaram próximos ao encontro de suas coxas. E lá encontraram, além do calor, muito melzinho da minha mulher que estava excitadíssima, assim como eu. Avancei e enterrei a ponta de dois dedos entre seus lábios. Desci lentamente enquanto avançava e comecei a subir e descer de vagar. Cada vez um pouco mais fundo. Minha mão massageando sua bucetinha e nossas bocas se beijando. Ela também não ficou parada e foi pra cima do meu pau dentro da calça. Com desenvoltura puxou ele pra fora da cueca e massageou com a palma da mão a sua cabeça desnuda.

Eu segui na siririca que fazia na sua buceta, enfiando dois, até três dedos naquela caverna úmida e quente. Numa das vezes que desci mais a mão, para dar uma apalpada naquela nádega gostosa e durinha, eu descobri o que ela quis dizer com surpresa: Senti nos dedos um plug enfiado no seu cu. A minha putinha havia tirado a calcinha no banheiro e voltado com algo mais.

Quando brincamos com o plug ele é sempre prelúdio para uma coisa: Sexo anal e nós dois amamos que eu meta naquela rabo gostoso. Só de antecipação meu caralho pulsou ainda mais na mão dela. Ela perguntou: “Gostou?”. “Amei” respondi e emendei “Vamos sair daqui”.

Dei uma última enfiada, enterrando os dedos até onde pude. Ela deu um aperto no meu caralho como quem quer esmagar algo e colocou-o de volta na cueca. Botei meus dedos molhados com seu suco na sua boca e a putinha chupou tudinho. Ela adora gostinho de buceta. Ainda mais de buceta com minha porra.

Nos ajeitamos e saímos felizes. Não sei se alguém percebeu. Se percebeu, deve ter ficado com inveja. Seguimos para o estacionamento ainda nos amassando. Paguei o ticket via aplicativo e fomos até o último andar onde estava o carro. O shopping já tinha fechado e, a essa altura, só estavam lá os carros de quem estava no cinema. Eu havia deixado o nosso carro perto da parede, com poucos carros a volta. Tinha planejado tudo e iria comê-la nesse estacionamento quase deserto.

Ao chegarmos do lado do carro acompanhei-a até o lado do passageiro, que estava mais protegido da vista de curiosos e taquei-lhe um beijo. Minhas mãos desceram pelas suas costas e levantaram a saia. Agarrei com gosto aquelas duas nádegas e apertei, abrindo-a pra mim. Logo depois eu enfiei minha mão direita dentro de sua camisa e segurei seu peito. A putinha não apenas tirou a calcinha e enfiou um plug no cu, mas também havia tirado o sutiã. Safada gostosa. Ela ajudou a desabotoar dois botões e tirei os dois peitões pra fora e me pus a mamá-los. Com uma mão eu segurava e manobrava os peitos na boca enquanto a outra mão tratava de enfiar meus dedos na sua xota molhada. Ela gemia e se contorcia.

Ela dizia que alguém poderia chegar, mas eu sabia que ela queria me dar ali mesmo. Que isso que eu e ela tínhamos em mente era o que a excitava tanto. Então eu a virei de bruços para o carro, mandei ficar inclinada pra frente e com o rabo bem empinado. Ela estava com uma sandália de salto 10 e isso deixava sua bunda e suas pernas ainda mais gostosas. Eu me agachei atrás dela e antes de começar a chupar todo aquele monumento eu fiquei só observando e admirando. Ela sabia o quanto eu amava essa vista e deu umas reboladas em câmera lenta. Só para eu poder sentir um doce aroma de sexo saindo daquela raxa enquanto suas carnes se esfregavam uma na outra lentamente.

De joelhos no chão eu comecei a lamber o interior de suas coxas, bebendo o mel que escorria. Primeiro uma, depois a outra. Fui lentamente até chegar no plug enterrado no seu cu. Ela estava com uma deliciosa marca de biquini. Daqueles que ficam bem enterrados no rego. Com as mãos eu abri aquela bunda para que minha língua passeasse sem obstáculos de baixo até em cima.

Beijei, cheirei, lambi e me lambuzei inteiro naquele rabo. Pedi pra ela se inclinar ainda mais e comecei a fodê-la com minha língua mais o indicador e o dedo médio. Enquanto enfiava e tirava os dois dedos o polegar batia no plug empurrando-o ainda mais. Ela gemia e se contorcia em minha mão.

Perguntei a ela o que ela queria e ela respondeu: “Fode minha xota gostoso e depois atola esse caralho no meu cu”.

Como poderia negar um pedido entoado com tanta doçura e delicadeza? ;-) Levantei e baixei minhas calças. Meu pau, que duro tem 18cm de comprimento e uns 5 cm de diâmetro estava como uma rocha. Ele saiu todo pimpão e pronto para a ação. Eu resolvi provocá-la um pouco e bati com ele um pouco na sua bunda. Me abaixei um pouco e o rocei entre suas coxas, subindo quase até sua xota molhada. Ela se esfregava e pedia pica dentro dela.

Nisso ouvimos um barulho. Tinha gente vindo? Seria o segurança?

Ouvimos conversas e vimos que devia ser outro casal e não o vigia do shopping. Nosso carro é alto, por isso nos abaixamos só um pouco, já que, com os vidros fumê, estávamos protegidos. Demos mais uma olhada para conferir se estávamos expostos. O único jeito de nos verem seria se viessem pegar algum dos carros mais próximos… Ou, se alguém estivesse prestando atenção na câmera de segurança, que estava apontada pra nós a uns 40m. Mas a essa altura, literalmente, foda-se.

O outro casal, entrou no carro e voltei minhas atenções para aquela bunda lambuzada se esfregando em meu pau. Eu ajeitei meu caralho na entrada daquela xota e meti de uma vez. Ela soltou um gritinho que ecoou no estacionamento quase vazio. Eu comecei a bombar segurando aquelas ancas empinadas por conta da sandália. Minha mulher é mais baixa do que eu e as sandálias deixaram a sua buceta na altura ideal. Comecei a meter com força e rápido. Puxando sua bunda contra mim e só ouvindo o som: “splash, splash” enquanto meu corpo batia contra esse rabo e meu saco balançava batendo no seu clitóris.

Ela colocou uma mão na boca para não gritar e estava com o rosto colado de lado no vidro da janela. Me inclinei mais sobre ela e comecei a massagear seu clitóris com a mão sem deixar de meter com vontade. Ela estava toda molhada e a cada metida rebolava aquela raba na minha pica. Eu a mandava gemer e rebolar. E ela assim fazia, como uma cadelinha no cio. Segui bombando, agora um pouco mais devagar, pois não queria gozar ainda. Ela substituiu meus dedos pelos seus na sua xota e voltei a segurá-la pelas nádegas. Com o polegar da mão direita empurrando o plug a cada estocada.

Seguimos mais uns minutos até que ela me disse: “não para, não para. Mete gostoso até eu gozar”. Agarrei as ancas dela com força. Do jeito que a safada curte e puxava-a com mais força contra meu corpo. Foi aí que senti ela se contorcendo como se estivesse recebendo choques elétricos. Gemia e soltava gritinhos. Me chamava de gostoso e pedia mais.

Segui mais um pouco e disse que agora era vez de eu encher aquele cuzinho lindo de porra. Ela não se fez de pudica e sem tirar meu caralho de dentro dela, tirou com uma mão o plug do cu. E me disse: “me arrebenta, arregaça meu rabo. Me faz tua puta. Quero gozar gostoso com essa pica no meu cu”. Ela sabe o quanto eu gosto de ouvi-la falar obscenidades. Sabe que sou capaz de gozar se ela disser as coisas certas no meu ouvido e essas palavras foram mais do que ordens para mim, foram um convite para o paraíso.

Tirei meu caralho todo melado daquela xota e disse que eu queria que ela lambesse minha pica antes. Como ela adora chupar a minha pica cheia do mel dela, se agachou e rapidamente enfiou a vara toda na boca. Chupava, sugando-a com vontade sem tirar os olhos dos meus. Todo homem e mulher sabe que não existe nada mais sexy que o olhar depravado de uma mulher enquanto ela chupa o caralho do cara, com vontade e volúpia. Ela chupava e punheteava minha pica e ao mesmo tempo com a outra mão batia uma siririca. Eu adoro que ela se masturbe enquanto me chupa, ou mesmo enquanto eu a como por trás. Ela se ateve um pouco mais na cabeça do meu caralho, lambendo-a como quem lambe um sorvete e depois esfregando meu pau no céu da boca. De tempos em tempos ela dava umas mordiscadas, mas nada que doesse…. muito. Descia chupando até as bolas sem deixar de me masturbar com a mão.

Minha mulher me chupou tanto e tão bem que seria capaz de gozar na boca dela. Mas não eram esses meus planos. Pedi então que empinasse de novo aquela raba. Ela ficou de pé de novo e ao subir colocou os dedos molhados daquela xota na minha boca. Eu suguei um por um. Enquanto eu a ajeitava, e a deixava com a bunda empinada e em posição. Que visão.

Enfiei o caralho cheio de saliva na sua xota para ficar bem lambuzado e entrar com mais facilidade. Depois eu tirei e aproximei a cabeça lisa da minha pica naquele botãozinho em flor. Ela segurou cada nádega com uma mão e foi se arreganhando pra mim. E assim a cabecinha foi entrando devagar. Abrindo caminho naquele túnel apertado. Depois de entrar a cabeça, recuei um pouco e deixei ela se recuperar um pouco. Forcei um pouco de novo e dessa vez seu cuzinho foi cedendo com menos resistência. Então enfiei um pouco mais que a cabeça. Pra evitar que doesse, deixei ele parado lá por alguns instantes. Aproveitei pra pegar os seus seios que estavam soltos na frente. Apertei-os e logo depois comecei um vai e vem bem devagar apenas até os primeiros centímetros da minha rola naquele cu apertadinho. Ela foi relaxando e comecei a sentir que a cada vai e vem ela mesma empurrava o rabo contra mim.

E assim fui entrando, cm a cm, estocada a estocada até que entrou até o talo. Perguntei se tava tudo bem, e só ouvi: “Soca”. E foi o que fiz. Soquei sem dó e com força e velocidade. Batendo meu corpo naquela bunda gostosa enquanto ela se masturbava com uma mão e apertava um seio com a outra. Eu segurava-a pelas ancas e puxava o corpo dela contra o meu com força. Podia sentir seu cu se contraindo, tentando expulsar o meu caralho enquanto ele entrava como uma locomotiva num túnel, para logo em seguida quase sair. Dei uns tapas naquele rabo e ela gemia e soltava uns gritinhos enquanto eu a fodia. Eu olhava pra baixo e via o rabo da minha fêmea ali se abrindo e se oferecendo pra mim e morria de tesão. Que delícia, que vista. A sensação de que poderíamos ser pegos a qualquer minuto se esvaia frente ao prazer que eu sentia e estava proporcionando.

Eu fiquei metendo naquele rabo delicioso enquanto ouvia-a gemendo e se masturbando. Isso era excitante demais e me deixava louco. Estávamos todos suados e melados, mas eu queria que ela gozasse mais uma vez e não pararia de meter até lá. Não demorou muito mais e ela disse pra seguir sem parar, pois iria gozar. Eu continuei até que senti seu corpo se contorcendo enquanto soltava uns gritinhos abafados. Novamente, era como se ondas de eletricidade cruzassem seus músculos, ela parou de se masturbar e ficou quase em silêncio Enquanto eu seguia metendo meu caralho até o talo. Só ouvíamos nossos corpos se batendo.

Foi então que ela me falou quase em ganidos, que faltava só uma putinha pra chupar a xota dela enquanto eu metia esse caralho no seu cu. Uma putinha massageando as minhas bolas e chupando ela gostoso. Ela sabia que ouvir isso da boca dela iria me fazer subir pelas paredes e assim anunciei que iria gozar.

Eu queria que a porra escorresse daquela raba pelas pernas e por isso deixei quase só a cabeça dentro. Segui no vai e vem e me derramei num gozo maravilhoso. Foram muitos jatos de porra inundando o cu da minha putinha. Bombei devagar até o último espasmo e depois tirei meu pau devagar. Logo em seguida a porra começou a escorrer por aquelas pernas deliciosas como eu tanto queria. Apesar de eu querer ficar ali, vendo minha fêmea com a bunda empinada e meu sêmem escorrendo dela, seu lado mais prático falou mais alto: Ela mandou eu pegar lenços umedecidos no carro…

Nos limpamos como foi possível. Entramos no carro e sorrimos um sorriso sacana um pro outro. Aproveitando a babá em casa, perguntei: “E aí, vamos pro motel?” A resposta foi um “É óbvio que vamos”. E dali seguimos para um resto de noite tão incrível quanto fora esse começo. Mas isso já é história para outro conto.

FIM

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Comentários

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Que delícia, tua gata é maravilhosa demais. Leia minhas aventuras. Eis meu e-mail/skype: envolvente47@hotmail.com .

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